SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 - Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.

Look 4 Today

Janeiro 30, 2012

Pq eu só compro a minha água vitaminada vestido assim. Sério.

Teaser promo da Season 5 de True Blood

Janeiro 30, 2012

Ao que tudo indica, vai ter vampiro antigo sendo desenterrado hein?

E mesmo sem a HBO ter confirmado nada, todas aguardam o retorno de Denis O’Hare e o seu Ronaldo Esper Vampiresco de volta em Bon Temps para a Season 5 de True Blood. (que a gente espera que seja melhor do que como a série se encontra)

ps: acabei de comprar meu box lindo da Season 3. Yei! Season essa que apesar de meio assim, foi aquela que realizou as fantasias de todas em True Blood e por isso merece respeito (rs) Ahhh, e dentro do box veio uns cards de brinde (cartões postais na verdade), tipo aqueles posters promocionais e fundamento que eles lançaram antes da Season 3. Pena não ter vindo nenhum do Eric. Humpf!

 

Evan Peters para a L’ Uomo Vogue

Janeiro 30, 2012

By Lauren Dukoff.

E não adianta, o Evan Peters tem cara de Tate, fato. Mas nem sempre foi assim viu?

Estava assisitindo “Kick-Ass” novamente durante as férias e reparei que um dos amigos nerd dele no filme é ninguém menos do que o Evan Peters em uma versão com os cabelos mais escuros. Höy!

Give Me All Your Luvin sai amanhã!

Janeiro 30, 2012

Sim! O video de “Give Me All Your Luvin” da Madonna sai amanhã, junto com a sua aguardada apresentação durante o intervalo do Super Bowl. Howcoolisthat?

Lembrando que esse é o primeiro single do seu novo cd, o “M.D.N.A” (aliás, adorei o nome!) que deve sair ainda nesse semestre (entre Março e Abril).

E além da capa (acima), onde eu achei que Madonnão está bem bonitôncia, temos o video dela trabalhando em estúdio com a M.I.A., produzindo o novo single.

Ansiosos?

ps: só acho uma pena ela estar magoadíssima com a Lady Gaga a ponto de ignorá-la e espalhar alguns xoxos em suas esntrevistas. Pq essas duas juntas seria algo além do sensacional, não? E cadê a Madonna anti-guerra hein? Peace!

ps2: se bem que, estou vivendo um caso semelhante de “roubo” de identidade, e devo dizer que é algo no mínimo irritante. Por isso te entendo Madonnão. Fazer o que se servimos de inspiração, não é mesmo? rs

Sabe a Rooney Mara? Então…e sabe a Nicole Scherzinger?

Janeiro 30, 2012

De cara lavada, ela é normal,  igual aquela nossa amiga Pri, a Ju, a Ma, a Re.

#GENTECOMOAGENTE

Agora, sabe a Nicole Scherzingerzshjklfjççprstzer?

De cara lavada, é ainda mais pavorosa, WOO!  Igual as nossas inimigas, a Fer, a Paty, a Ma, a Ju.

#GENTECOMOAGENTEQUEAGENTEDETESTA

Cafonona, com C maiúsculo!

Janeiro 30, 2012

Alguém vai ter coragem de defender a Shaks?

Tudo bem que o vestidinho é até que foufo e na pessoa certa poderia até imprimir fundamento, mas e esse cabelo de madrinha de lado casamento cafona/padrão SBT?

Como aceitar?

Como eu sei que tem sempre um fã mais animado que vai aproveitar o post para me xingar muito e aliviar a tensão causada por ouvir a voz pavorosa e também cafona da Shakira por mil años, eu deixo uma segunda imagem, que essa eu duvido alguém ter coragem de ousar defender:

WOO! Quero ver ser alguém vai ter algum argumento válido contra esse nível absurdo de cafonice.

Lembrando que para respostas, estoy aqui, quieréndote!

#CAFONONA!

Qual outra ruiva que a gente conhece, que deveria considerar raspar todo o seu cabelo?

Janeiro 30, 2012

Além da Cynthia Nixon, que cometeu esse crime bárbaro em nome da arte e raspou toda a sua cabeleira ruíva, qual outra ruiva que a gente conhece, que poderíamos imaginar com a cabeça completamente raspada e que talvez fosse um grande alívio?

Não sei, assim de surpresa, eu não consigo pensar em ninguém… (tisc tisc Nicole Kidman tisc tisc)

#NAOTABOMNAOETAPAVOROSO

Com essa cara de evil magia, ele só pode estar planejando alguma coisa, não?

Janeiro 30, 2012

Com essa cara de evil magia do Ryan Gosling de passagem na Tailândia, ele só pode estar planejando alguma coisa sobre a esnobada do Oscar (e das demais premiações) em relação aos seus filmes, hein?

E a sugestão do Guilt é que ele compareça a cerimônia, completamente nude e bem a vontade (não tão a vontade assim, if you know what i mean…rs), em sinal de protesto e caminhe lentamente atrás do vencedor, quando o prêmio de melhor ator for anunciado. Mas tem que ser lentamente, para parecer bem natural. Höy!

Seria ou não um momento épico?

#IDREAMEDADREAM

A Carnificina “educada” de Roman Polanski

Janeiro 27, 2012

Uma discussão sobre o bullying, onde o próprio assunto acaba se tornando pequeno demais perto dos outros problemas maiores da elite americana.

Roman Polanski tocando na ferida americana no seu novo longa “Carnage”, com um elenco de peso e uma deliciosa discussão de 90 minutos dentro de um apartamento no Brooklyn, NY.

Pais se confrontando para discutir o comportamento violento dos filhos. Representando os pais da vítimas, de um lado temos John C. Reilly e Jodie Foster (ela que está excelente bancando a mãe super protetora e irritadinha) e do outro lado, os pais do suposto agressor, Christoph Waltz e Kate Winslet (ambos em excelentes performances), todos discutindo um assunto relativamente simples, mas que acaba ganhando proporções muito maiores do que o verdadeiro problema em questão, que é o comportamento violento dos seus filhos.

O filme é baseado na peça “Le Dieu Du Carnage” da escritora francesa Yasmina Reza e curiosamente, teve que ser gravado inteiro em Paris, por conta da proibição da entrada do diretor em território americano por conta daquele seu problema de sempre na america antiga. O que nesse caso não fez a menor diferença, porque o filme se passa inteiro dentro do apartamento do casal, entre inúmeros ensaios de saída no corredor do prédio e uma breve passada pela cozinha e banheiro desse mesmo apartamento.

“Carnage” na verdade funciona como uma grande provocação do diretor em relação ao atual comportamento da sociedade americana (copiada pelo mundo…), com suas regras comportamentais e uma “falsa tolerância” em nome da aparente boa convivência, que esconde na verdade uma grande leva de hipocrisia e ideologias furadas que eles insistem em sustentar, mesmo ficando cada vez mais impossível de acreditar nesse modelo.

Ao longo do filme, vamos percebendo como a história vai ganhando novas proporções a medida em que os outros assuntos entram em questão durante a discussão dos casais, quando ambos tem que confrontar as diferenças que se encontram naquele monento, naquela sala, sem a opção de poder fugir do problema e tendo assim que encarar a própria hipocrisia, a crueldade, o preconceito e uma série de outros fatores que vão dando material para que esses quatro excelentes atores consigam nos fazer ficar presos naquela sala junto com eles por 90 minutos. E isso com a maior facilidade do mundo.

O roteiro é excelente e é bem engraçado como o jogo vai mudando de figura a todo momento. Ao mesmo tempo que eles passam a se odiar por um motivo qualquer que surge como assunto durante a conversa, cinco minutos depois eles já estão vestindo a camisa do mesmo time, defendendo os seus ideais e provocando uns aos outros o tempo todo.

E é muito engraçado também a forma como o diretor consegue achar a graça dentro daquela discussão tão séria entre os personagens, onde até em uma cena de pura escatologia, por sinal, muito bem encarada pela atriz Kate Winslet, cena essa que consegue ser engraçada e ao mesmo tempo passar a mensagem da discussão maior do longa, que se esconde atrás do problema em comum dos casais em questão.

Outro que está impagável em “Carnage” é o ator Christoph Waltz, vivendo um homem “comprometido” com o seu trabalho, que vive pendurado no seu smartphone, mas que aproveita os poucos minutos que eles se encontra longe do seu gadget para alfinetar o casal oponente, provocando principalmente a ira da mulher do outro (Jodie Foster), em uma série de situações divertidíssimas de conflito, testando os limites da educação e tolerância do próximo.

Um conflito quase que gratuito, causado pela intolerância de não conseguir lidar muito bem com pessoas que pensam ou são completamente diferentes de vc mesmo. E o curioso, é que mesmo parecendo ser tão diferentes, ou pelo menos tendo ideias tão distintas, ambos acabam se assemelhando e muito em diversos momentos do filme e isso acontece quando eles vão mudando de time ao longo dessa deliciosa discussão.

E como a gente esconde muita coisa tentando parecer educado quando não sentimos vontade de praticar essa boa educação, não? Uma questão para se pensar…

O filme além de provocativo em relação a essa postura atual da sociedade americana, que julga, aponta o dedo e tenta parecer superior ao resto do mundo, forçando o politicamente correto, mas deixando rastros bem evidentes de que eles não são tão corretos assim (mas isso não é uma exclusividade dos americanos…), chega também como um ótimo ponto de reflexão sobre o atual momento do mundo em relação a diversos assuntos e ainda assim, funciona muito bem como uma comédia com atores de primeira.

E o bullying, assunto recorrente que começa e encerra os créditos do longa e que certamente é a palavrinha da moda, no filme, acaba tendo uma solução muito mais simples do que muitas vezes a gente imagina para qualquer tipo de conflito, com os meninos resolvendo os seus problemas entre eles mesmo, de uma forma muito mais civilizada do que os seus pais “super educados”, que certamente ficariam naquela sala discutindo o problema por muito tempo, coisa que os seus filhos resolveram de forma bem mais simples, mostrando que muitas vezes o problema é muito menor do que a importância que acabamos atribuindo a ele.

Um delicioso exercício de paciência, educação e civilidade, simples assim e também ao contrário, rs.


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