Keep looking

Julho 24, 2014

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Looking começou com a promessa de ser a nova Girls em uma versão gay mais para Queer As Folk, como bem discutimos por aqui no passado. Rapidamente em seu piloto, e depois observando a sequência de seus 8 episódios para a sua temporada de estreia, percebemos que a história não era exatamente essa, tanto para a comparação com a série das meninas, quanto para a série antiga com a mesma temática.

Digamos que não foi fácil se manter interessado nessa história a princípio, mesmo com a cena gay de San Francisco colaborando para que a gente continuasse no mínimo de olhos bem abertos, nem que fosse apenas pela vista (rs). Além da trilha sonora da série, que também é bem boa e vale a pena deixar o Shazam ligado para descobrir o que está tocando em cada cena.

E grande parte dessa dificuldade em se manter interessado na série pode ser creditada a superficialidade de seus personagens, que pelo menos a principio, foi bastante evidenciada e quase a fez se perder dentro do caminho fácil de mais um pouco do mesmo do mesmo. Mas antes de apontar dedos, é preciso dizer que parte da falta de credibilidade de Looking, pelo menos durante os primeiros episódios da temporada, acabou se dando pelo fato da série não tratar de gays recém descobertos, ou jovens demais, ainda em fase de descobrimento e experimentação, como acompanhamos recentemente na deliciosa Please Like Me, que consegue te conquistar logo de cara, sem fazer muito esforço e meio que pela “inocência” de seus personagens, mas nesse caso, talvez isso tenha acontecido mesmo pela falta de apego com a própria vida sem muito propósito de cada um deles, algo que demorou a ser estabelecido ao longo da Season 1, que teoricamente, teria exatamente essa função de nos apresentá-los e digamos que nisso talvez ela tenha falhado, pelo menos no começo.

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Mas tudo ficou muito melhor a partir do momento em que fomos descobrindo mais de cada um de seus personagens principais, descobrindo suas forças e fragilidades e assim, conseguimos descobrir quem de fato eram aquelas pessoas, além de personagens gays aproveitando as possibilidades de uma cidade como San Francisco (uma vida local bastante explorada por sinal, com espaço até para a famosa Folsom Street Fair), que todos nós sabemos que não devem ser poucas. A partir desse momento, de quando eles foram se permitindo mais e mostrando mais suas fragilidades, eles obviamente foram ficando muito mais interessantes, suas histórias foram crescendo e com isso o nosso nível de interesse por cada um deles acabou sendo estabelecido de vez. Por isso ficamos e é possível garantir a essa altura que valeu bem a pena.

Patrick (Jonathan Groff) por exemplo, acabamos descobrindo que apesar de estar com 20 e poucos anos e ter se vendido no começo da temporada como alguém já bastante envolvido com a cena gay local, nada mais era do que um jovem adulto nerd ainda em fase experimental, vivendo pela primeira vez relações mais complicadas e ou duradouras, como observamos durante a construção da sua relação com sue amante latino Richie (Raul Castillo), além de como todo mundo, também enfrentar alguns problemas familiares (e quem não tem os seus, não é mesmo?) e uma série de questionamentos quanto suas preferências sexuais (isso em relação ao sexo em si mesmo e não dúvidas sobre “que sexo gostar” ou qualquer coisa do tipo), que apareceram de forma bastante realista (a cena da primeira vez dele com o namorado foi de um realismo importante de se ver na TV, porque nem tudo é tão fácil assim, não é mesmo?) e funcionaram justamente para demonstrar que apesar de Looking falar sobre a temática gay, ela trata também de questões que todos nós temos que enfrentar quando nos relacionamos com alguém, gay ou não gay. Ou seja, todo mundo sabe que as primeiras vezes são sempre terríveis e acredite, ao longo da vida, você vai enfrentá-las assim mesmo, no plural.

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Como personagem principal da série, Patrick ganha força a medida em que vamos descobrindo mais da sua personalidade, que apesar de fofa, se revela também um tanto quanto “preconceituosa”, como ele bem deixa transparecer em algum momento já no piloto, isso tanto em relação a questões de níveis sociais e diferenças culturais entre ele e o seu boy magia latino, quanto sobre questões de etnia e algumas outras coisas bem específicas e do mesmo gênero. E vamos falar a verdade, uma série que consegue fazer uma episódio inteiro sobre a temática da “gola rolê”, merece no mínimo o nosso respeito, mesmo que o assunto não seja exatamente nenhuma novidade para ninguém (apesar de ter ficado surpreso recentemente em conversas com amigas não acostumadas a esse tipo de variedade). E apesar de soar um tanto quanto preconceituoso, podemos dizer que a série não deixa de ser honesta em relação ao levantamento desse tipo de questão, que querendo ou não, são questões que aparecem facilmente em conversas soltas de qualquer grupo de amigos, sejamos honestos, vai?

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Outro ponto a favor do seu personagem é a relação deliciosamente deliciosa que ele acaba construindo com o seu chefe, que começa de forma absolutamente constrangedora, mas que depois vai se transformando facilmente em um dos maiores atrativos da série. Claro que parte disso acontece por total culpa do carisma inglês indeed do Russell Tovey (#CRUSHANTIGA por diversos motivos, sendo o maior deles esse aqui ó), que a gente sabe que é quase irresistível, mas também porque fica claro que entre os dois existe uma tensão sexual absurda. Não que isso também não tenha acontecido em sua relação com Richie, mas digamos que talvez por conta de todos os obstáculos (e novamente, todo o carisma do Russell), o fato dos dois terem um outro alguém e se relacionarem de uma outra forma entre si, essa talvez tenha sido a minha relação preferida ao longo dessa Season 1. A boa notícia é que o Kevin do Russell Tovey volta para a já confirmada Season 2, então acho que podemos esperar mais dessa relação deliciosa.

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E apesar de Patrick ser o personagem principal da série, quem acaba facilmente se destacando entre os demais é Dom (Murray Bartlett, o mais magia dos magias da série. Höy!), o personagem mais velho de Looking, que vive outros tipos de conflitos até mesmo por conta da sua idade (e o fato de fazer 40 anos é claro que também trouxe alguns issues para o mesmo). Querendo trilhar o caminho dos seus sonhos na construção do seu restaurante, é dele a maior expectativa da série, onde passamos a torcer para que seu projeto enfim dê certo. Claro que para que isso aconteça, ele acaba se aproximando de alguém bem mais experiente no ramos dos negócios, Lynn, interpretado lindamente pelo ator Scott Bakula, que é do time magia antiga e com quem Dom acaba vivendo uma história de amor “não correspondido”, bem bacana e quase cármica, porque Dom não é o tipo de homem acostumado a ouvir muitos nãos.

A verdade é que ao longo da Season 1, Dom se mostra o mais fragilizado de todos eles, muito provavelmente pelos anos de vida e experiência que ele carrega a frente dos outros dois personagens principais. A forma distante como ele se relaciona com estranhos (e super real, diga-se de passagem… tisc tisc), apenas para satisfazer suas necessidades momentâneas e ou a forma “compensatória” que ele acaba achando ideal para retribuir a ajuda de Lynn, isso tudo demonstra claramente o quanto o personagem, mesmo sendo o mais velho entre eles, também carrega suas inseguranças e ainda está a procura da sua verdadeira identidade. E parte disso fica mais claro ainda quando conhecemos o antigo amor de Dom, um ex namorado super cretino, com quem ele mantém uma dívida e não tem como julgar o personagem no momento em que após a humilhação de ter que pedir de volta o que já era seu, ele opta por fazer um escândalo, mesmo que isso não o tenha levado a alcançar o seu objetivo. Sério, e quem não faria o mesmo? Outro ponto alto da série é a sua relação com a melhor amiga Doris (Lauren Weedman), que é bastante honesta e também muito especial.

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Representando o elo mais fraco de Looking, temos Agústin (Frankie J. Alvarez), que é visivelmente o personagem menos interessante do grupo. Preso em uma crise em busca de criatividade, apesar de ser o único personagem apresentado como parte de uma relacionamento estável, fica claro que aquela relação tinha tudo para afundar a medida em que ambos os envolvidos não evoluem ao longo da temporada a não ser pelo fato de passarem a morar juntos, algo que já foi vendido desde o começo com um grande erro para o casal. E tudo só piora quando Agústin tenta levar a própria relação como seu novo projeto artístico, não exatamente pelo que esse projeto representa e sim pela superficialidade de toda a sua trajetória. Vazio e completamente sem sentido, seu personagem acaba preso em um ciclo vicioso de experimentos fadados ao fracasso e verdades ditas de forma totalmente inconveniente, principalmente quando elas foram direcionadas para os amigos, algo que talvez tenha sido perdoado (de forma bem fácil inclusive) por conta do seu vício ou pelo seu estado diante de todas essas situações.

Em um comparativo cretino com Please Like Me, por exemplo, é nítido que a série acabaria perdendo diante de tanta fofurice australiana, mas como na vida nem tudo é uma grande competição, já deu para perceber que a a nova série também tem seus atrativos e eles não são poucos (mas preciso reconhecer que em relação ao que foi a Season 1 de Girls, a série também perderia. Sorry!). O que fica bem claro durante essa Season 1 de Looking, apesar de ter demorado um tempinho para aparecer de forma mais clara, é que todos os personagens realmente estão a procura de algo, sejam seus sonhos, suas identidades ou simplesmente um propósito e a partir do momento em que conseguimos enxergar isso dentro da  nova série da HBO, ela se torna cada vez mais atrativa, por isso eu digo que apesar das notáveis derrapadas no começo, vale a pena ficar de olho em Looking.

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Tudo que a gente precisa saber nessa terça…

Julho 22, 2014

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Hoje é o aniversário de 1 ano do nosso royal George, futuro rei do jardim da infância unido da europa antiga. Happy B’Day, sobrinho! (tisc tisc… para quem não sabe, estou na fila de sucessão do coração ruivo do Prince Harry e há quem diga que sou um dos primeiros… tisc tisc)

Sim, George já tem 1 aninho e, preparem-se: já consegue andar sozinho como bem mostra a imagem acima.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

R: não, não tem (♥) #PLIM

Mas se vc acha que isso era tudo o que vc precisava saber nessa terça, prepare-se novamente, porque vem mais surpresa por aí:

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Porque além de ter 1 ano, já andar sozinho e poder ser o futuro rei, George também já toca borboletas.

Sério, nada pode ser mais importante no dia de hoje. NADA!

#ADORKABLE

 

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Look 4 Today

Julho 18, 2014

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Porque hoje nós não estamos, mas desejamos um sorriso largo com toda essa doçura e foufurice de #AMOR! (♥)

By Face Hunter

 

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Preparem seus dinheiros, porque agora temos também a versão Funko de Kill Bill

Julho 18, 2014

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The Bride, O-Ren Ishii, Bill, Gogo Yubari e Crazy 88, naquela versão fofíssima dos Funko Pop! de sempre.

#TEMCOMONAOAMAR e desejar todos?

Euquero!

 

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Porque criança rica pode até ganhar slime na cara em noite de premiação, mas tem que ser slime de ouro!

Julho 18, 2014

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Lembra do Kids’ Choice Awards, onde todo ano, alguém é premiado com um banho de slime verde?

Então, no caso dos Beckhams que são dourados por natureza, a coisa muda um pouquinho e o banho de slime vem carregado na riqueza golden.

Achei que correu a chance de um “Slumdog Millionaire”, mas acabou mais para Game Of Thrones. Ricos!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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Da série casais que nós amamos ainda mais barbudo e lindamente ruivo: Emma Stone + Andrew Garfield

Julho 18, 2014

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Fala se não dá para entender completamente o olhar de totalmente hipnotizado do Andrew Garfield para o cabelo ruivo dos sonhos da Emma Stone? (♥) #AMOR

Mas temos que dizer que barbudo, o Andrew não está ficando nada atrás viu?

Não está convencido? Sem problemas…

Andrew Garfield

… talvez essa imagem de mais perto de sua barba semi ruiva possa te ajudar a mudar de ideia.

Höy!

 

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Doctor Who Season 8, o trailer

Julho 18, 2014

Trailer da Seasoon 8 de Doctor Who, a primeira com o Peter Capaldi no papel do 12º Doutor, que estreia no dia 23 de agosto.

Animados? Eu prefiro não me manifestar ainda e esperar para ver…

 

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Mas e a Felicity voltando a nos encher de orgulho, hein?

Julho 18, 2014

Dawn of the Planet of the Apes

Tá magrona, tá gatona, tá gostosa e está divulgando o seu ” Dawn of the Planet of the Apes” com esse corpinho and cara de quem acabou de terminar a faculdade e finalmente se decidiu entre um Noel e um Ben.

Tá linda! Höy!

 

ps: em falta com The Americans

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Não basta ser boy magia, tem que ser boy magia mágica e abrir a porta do carro não só no dia do seu aniversário

Julho 18, 2014

Diane Kruger and Joshua Jackson

Na verdade, a gente já chegou a conclusão de que o Peter Pacey é mesmo um boy magia mágica, mas a cada dia ele nos prova que merece mesmo tal posto que diga-se de passagem, não é para qualquer um.

Como nesse encontrinho de chapéu combinado e tudo mais dele com a sua deliciosa Diane Kruger, no qual ele abriu a porta do carro para sua amada entrar. Não é um fofo? E detalhe, era o dia do seu aniversário.

Não que a gente não consiga abrir a gente mesmo a porta do carro quando bem entendermos, mas é sempre bom saber que existe alguém disposto a fazer isso por você, por gentileza e carinho. Anotem meninos…

Höy!

#AMOR

 

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Aceita começar o dia com um coxinha?

Julho 18, 2014

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Aceitamos… desde que ele venha com essa cara do Ryan Reynolds em seu novo filme (que ele está gravando ao lado da Katie Holmes, EW!) e isso só porque já conhecemos bem o que tem nesse recheio 1/2% de gordura mágica.

Höy!

 

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