Arquivo de Fevereiro, 2010

Terça eu tenho um encontro com o Coldplay

Fevereiro 28, 2010

E eu espero ouvir Coldplay antigo hein?

Nem contei para vcs, mas na próxima terça eu vou finalmente me encontrar com o Coldplay. Yei!

Perdi o primeiro show deles aqui no Brasil faz tempo, mas estava meio sem grana e não fui, (snif). Da segunda vez eu fui bem tolo e esqueci de olhar o meu email, bem quando eles avisaram antecipadamente sobre a venda de ingressos do que seria o segundo show da banda por aqui, que acabou esgotando logo e mais uma vez eu perdi (Argh!). Mas agora, pela terceira vez no país ( e eu espero que a melhor de todas), eu fiquei bem esperto e já garanti o meu golden ticket faz tempo! Rá!

Tah, tudo bem, eles podem até não ser mais os garotos tristes do começo da banda, mas a tendência é evoluir neam?

Só sei que eu quero me decepcionar e por favor não me decepcionem hein?

Ahhhh, e eu quero trazer pra casa pelo menos uma borboleta hein?

ps: Guy, search 4 me ok? I’m the guy in red plaid shirt on the hight left okayam? Call me! (rs) LOVE

DVDs 4 a week (da semana passada na verdade)

Fevereiro 28, 2010

O dois primeiros títulos são da minha coleçán, para tentar diminuir a pilha de DVDs que eu tenho, mas que não assisti ainda (o DVD em si, não o filme pq eu já vi todos ou no cinema, ou em tv).

Naronja Mecônica é claro que eu já tinha visto, inclusive a minha versão do DVD Duplo, que tem um trailler do filme da sua época de lançamento que é um báfu. Mas esse não ajudou a diminuir a minha pilha, assisti pq minha roommate queria muito ver, fom forom fom fom! Já “The Banger Sisters”, esse siam eu exclui da minha lista dos “não vi ainda”. Já o “G-Force”, esse não me pertence, foi emprestado e eu achei bem incrível, só com comediantes bons contracenando ou dublando os personagens, bem báfu. E eles escutam Lady Gaga, tah?

Freddie ♥ Effy

Fevereiro 28, 2010

E eu que já tinha achado o episódio do Cook incrível nessa Season 4 de Skins, acabei ficando de cara com o sensacional episódio dessa semana (4×05 Freddie)

O ep pra mim recebeu injustamente o título de Freddie, deveria ser Freddie & Effie, porque contou com cenas incríveis do casal teen loucureeenhas e foi um episódio sensacional.

Primeiro que eles recuperaram a vontade que eles tinham ainda durante a saudosa Season 1 de Skins, onde tudo era mais experimental como eu já disse para vcs aqui no Guilt. E dessa vez resolveram nos mostrar um episódio digno como os clássicos e inesquecíveis episódios da primeira temporada. Acho mesmo que eles conseguiram recuperar a vontade de mostral algo novo pra gente e definitivamente estou achando que essa Season 4 de Skins pode estar chegando perto da qualidade da Season 1, que foi histórica neam?

A história foi um báfu só, mostrando o dia a dia do casal jogação Freddie & Effy, em meio a sujeira da casa dela, matando aula para se colocar pencas e ficarem juntos em meio as suas intensas alucinações. Só que para Effy, tanta colocação já passou a surtir um outro efeito em sua vida e assim o lado psicótico e perturbado da garota se revela. Freddie, um pouco mais consciente e que parece ter uma relação um pouco melhor  com as drogas, mas que se vê assustado ao perceber que sua namorada se encontra em um estágio perigoso de depressão, o que acaba levando o garoto a um cenário muito familiar do passado, o de sua mãe suicída e tmbm vítima da depressão. Báfu neam?

Freddie embora seja tão jovem quanto os outros adolescentes de Skins se mostra um pouco mais maduro e responsável, dentro dos padrões loucureeenhas da série. E a sua batalha agora é a de recuperar a garota mais incrível do mundo das séries, Effy. Sério, me lembro como se fosse hoje da cena de abertura de Skins em sua estréia, lá no passado ainda na primeira temporada, com a menina misteriosa e perturbada, completamente colocada e com os olhos mega borrados, chegando em casa pela manhã e pedindo a cobertura do seu irmão mais velho para entrar em casa sem ser percebida pelos pais. Essa foi a primeira aparição de sua personagem na série, que pra mim foi uma das cenas mais marcantes ever.

Dois anos depois Effy ganharia o destaque merecido na série, que voltava para uma terceira temporada com personagens renovados e dessa vez a sua história seria contada. Além de linda, ela tem o olhar mais distante de todos os personagens da série, como se estivesse em uma constante viagem para qual não fomos convidados. O seu figurino tmbm é uma atração a parte. Se é curto é muito curto, se é destroyer é bem destroyer. Com ela não tem meio termo, tudo é levado ao máximo de suas consequências. E assim ela segue a sua vida, cada vez mais colocada e perdida.

O problema agora é que Effy não tem mais como controlar a sua mente, que já foi destruída pelos constantes efeitos alucinogenos e assim ela se vê sem saida, como se não fosse mais possível lutar contra os seus próprios demônios e sendo assim, mesmo recebendo o apoio do seu namorado Freddie, que tenta deixar a garota sóbria pelo menos por um tempo, o que já não parece mais possível para ela, sem a escuridão que ela insiste em viver e que não consegue se libertar. E completamente destruída Effy acaba tentando o suicídio, mas acaba sendo descoberta em tempo de ser salva. Não sabemos ainda como será o desfecho de sua história pq ainda teremos um episódio centrado em sua personagem pela frente, mas podemos imaginar a luta que Effy terá que enfrentar para abandonar de vez toda essa escuridão.

Mas Freddie se mostrou muito corajoso durante esse episódio, enfrentando até os inimigos imaginários de sua perturbada namorada. O casal é bem sexy e as cenas dos dois na escada, ou com o super zoom de suas “skins” foi de deixar qualquer um arrepidado, Höy! Achei importante ele conseguir entender que precisava fazer algo para tentar ajudar aquela que ele ama, mesmo sem entender muito do que estava acontecendo e ainda rangendo os dentes ele tenta permanecer sóbrio para que o casal ainda tenha alguma chance.

Cook é claro que apareceu no ep, dessa vez como um fugitivo. Acredito que no final da história ele será morto pela polícia, mas não quero me antecipar. Mesmo assim ele se fez presente no ep, apareceu como o diabo em uma espécie de carnaval/halloween e no final, teve um momento de lucidez, fortalecendo assim a sua amizade com Freddie que encontrou no velho amigo a ajuda que ele estava precisando naquele momento mesmo ele (Cook) tmbm sendo apaixonado pela Effy.

O que eu posso dizer é que foi um episódio emocionante, fato! Um dos melhores episódios da série, sem nenhuma dúvida. Acho que devemos ficar orgulhosos por existir uma série como Skins, que tem a coragem de mostrar a realidade sem maquiar nada, onde o imperfeito, o sujo e o que vc acha que não tem mais recuperação se tornam a força da série. Digo e repito, melhor série teen de todos os tempos e digo mais, acho bem difícl alguma outra série conseguir superar todos os báfus, tão bem cuidados com sempre assistimos em Skins. Clap Clap Clap!

Uma penas as temporadas serem tão curtas, essa atual, a Season 4 deve terminar no ep 8 e dizem que pode ser a última temporada. Nãaaaaaaaaaao! Por favor hein? Queremos mais novas gerações de Skins!

Cheshire Cat, que saudades!

Fevereiro 28, 2010

Tudo bem que vc agora é azul, mas continua bem catito!

O triste diretor Guido Contini e seu filme de nº 9

Fevereiro 27, 2010

Um musical triste. Pelo menos essa foi a sensação que eu tive assistindo ao filme ” Nine” do diretor Rob Marshal, muito diferente do seu premiado trabalho de 2002 onde ele conquistou o mundo inteiro com o sensacional “Chicago”. Bem diferente eu diria, mas acho digno não repetir a fórmula exata do sucesso. Ponto para o diretor.

O filme conta a história do diretor de cinema italiano Guido Contini (Daniel Day-Lewis) em meio a suas memórias de vida e sua turbulenta relação com as mulheres que passam por ela, sendo  elas as principais mulheres de sua vida. A sua mãe (Sophia Loren) , a fiel amiga figurinista (Judi Dench), a amante (Penélope Cruz), uma musa (Nicole Kidman), a editora da Vogue (Kate Hudson) e a puta que ele se lembra da época de infância (Fergie). Guido é um diretor inseguro, que parece não confiar em seu talento e em meio a memórias do passado e de suas experiências e noites com diferentes mulheres, ele vai buscando a inspiração para realizar o seu filme de nº 9, que ganha o título provisório de Itália. Mas com toda a complexidade das mulheres de sua vida e alguns conflitos de criatividade o seu trabalho como diretor passa a ficar cada dia mais difícil.

Mas o mulherengo diretor não convence como grande sedutor, muito embora o seu interprete seja o encantador Daniel Day-Lewis (Höy!). Mesmo assim eu achei que ele convenceu mais como uma alma inquieta e triste, do que qualquer outra coisa. Pela quantidade de mulheres se relacionando com ele no filme, achei que o cara que conquistou todas essas mulheres não foi mostrado. Sorry!

A sequencia inicial é a minha preferida, com a entrevista do diretor dizendo que muitas vezes os diretores realizando um filme, de alguma forma podem acabar estragando o que até então parecia tão perfeito na imaginação. Brilhante não? Eu não poderia concordar mais…

A Italia serve de plano de fundo para contar essa história, com paisagens belas do litoral, de suas ruas estreitas e uma arquitetura que emociona. Os figurinos são bem bonitos tmbm, mas eu não entendi o porque de tantos comentários achando que foi feito um trabalho tão incrível assim. Achei ótimo mesmo assim, mas não incrível como escutei por ai.

O filme peca por dois fatores que eu achei que talvez tenha sido a razão pela qual o diretor não conseguiu conquistar o mundo dessa vez: apesar da grande quantidade de estrelas, não existe nenhuma coadjuvante feminina que roube a cena em “Nine”. São todas excelentes atrizes é claro (Fergie não, mas ela só canta e dança no filme então…) mas nenhuma rouba a cena, todas tem o mesmo destaque na trama, o que não leva a história para lugar nenhum. Talvez tenha sido essa a intenção do diretor mesmo, com tantos egos em um mesmo filme, como escolher apenas 1 para inflar neam? E ai o papel de estrela do filme sobra mesmo para Daniel, que faz um excelente trabalho como o triste diretor, mas que não conquista, não convence, não te faz desejar. E olha que ele tem talentos e atributos para isso hein?  Será que isso ficou por conta de toda inquietação do seu personagem? Não sei…senti falta de alguma coisa a mais nele, algo para justificar toda essa paixão.

E eu também achei que as músicas não animam muito, todas seguem o rítimo e tem a mesma densidade e peso do clima no filme, um clima triste. Mesmo assim são belíssimas de serem vistas, muito bem executadas é claro e com coreôs bem sexys, trabalho esse que o diretor sabe realizar muito bem sem nehuma dúvida. Minha preferida fica por conta do “desfile de moda italiana” da Kate Hudson. Acho que de todas as músicas é a a mais animada e a única que te faz ter vontade de sair dançando. Não que eu ache que essa é a função de um musical, mas que anima isso anima neam? Nesse caso ajudou a quebrar o clima triste da alma do diretor. Para mim, por se tratar de um musical eu achei que faltou movimento, acão, faltou empolgar e fazer vc bater o pé no chão, sabe?

O final deixa a desejar, fatão. E não me entendam mal, eu gostei do final com Guido finalmente despertando para a direção de seu novo filme e todo o clima de produção, de bastidores e meio a imaginação do diretor. Mas faltou um número bem báfu, aproveitando todas aquelas mulheres incríveis presentes no palco. Eu achei um disperdício, sinceramente. Gostei muito dos créditos finais, com uma mix de making off + cenas cortadas que ficou bem báfu ao som da minha música preferida no filme. Ou seja, não levante o seu bumbum da cadeira até os créditos sumirem da tela.

Agora vcs devem estar se perguntando e eu gostei do filme neam? Gostei, não morri de amores como em “Chicago” em nenhum aspecto, mas achei bom e só. Sorry girls!

Mickey Bang Bang

Fevereiro 27, 2010

Nem queria mil esse Michey em PB da Roen neam? Alguém?

Making off da campanha da MAC com Lady Gaga e Cindy Lauper na V Magazine

Fevereiro 27, 2010

Que encontro báfu não? Ricahs! Phinas!

O mais legal da linha de make das duas para a MAC é que parte da renda será revertida para um fundo de pesquisas sobre a AIDS. Digno não? Ítem de colecionador, eu diria.

HBO Guys

Fevereiro 27, 2010

HBO ahazando e fazendo todo o seu casting comparecer na premiere de The Pacific

Alexander Skarsgard entre por favor, Höy! Ricoh não? Achei o modelón bem digno

Como me deu saudades de True Blood agora hein?

Ryan Kwanten entre por favor! Hoy! Mas eu substituiria esse Nike por um Dunk, fato!

Voltem logo com uma terceira temporada guys!

Poker Face On Ice

Fevereiro 27, 2010

Melhor apresentação ever! Maravileeeandro! Chorei! Clap Clap Clap

O Guilt é seu fã Johnny Weir!

É complicado (mas nem é tanto assim)

Fevereiro 26, 2010

Home Sweet Home

Rolei com essa line, ka ke ki ko ku! (quem assistiu entendeu)

Diverteeedo mil! Alguém aqui já viu?

Meryl Streep como sempre muito digna. Mão, divorciada, de meia idade e tendo um caso com o seu ex marido traidor e dona de uma bakery incrível!

Alec Baldwin sendo um dos caras mais engraçados da tv atualmente. Pai, ex marido traidor de meia idade, que descobre que virou um estereótipo de divorciado com mais de 50 anos, rs

Steve Martin sendo…bom, sendo o Steve Martin. Careteiro, exagerado…um pouco fora do clima do filme eu achei, prontofalei!

E de quebra ainda tem o John Krasinsk, foufo mil e com roupa de mulher, rs. Com aquelas olhadeeenhas típicas do The Office

Comédia divertida, sem compromisso, foufa, para fazer a gente dar risada mesmo.


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