Arquivo de Abril, 2011

Músicas para o finde Vol.36

Abril 30, 2011


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Quase que não sai a mixtape dessa semana por motivos de força maior e o drama enorme que esta para postar lá no mixpod. Mas depois de insistir muito eu finalmente consegui, não no formato de sempre que eu amo, humpf! Sorry se eu tenho alma de velho cheio de manias…Mas vamos a lista:

♥  The Magic < Joan As Police Woman > Porque tudo que a gente quer nessa vida é alguma magia, não é mesmo? Vale a pena ver o video, fikdik

♥  The Ghost Who Walks < Karen Elson > Karen usando a música para provocar sua antiga profissão? Sei…

♥  Civilization < Justice > A nova não tão nova assim do Justice. Todas dançam!

♥  Everything is Everything < Phoenix > Essa eu prefiro a versão original,  mas o Youtube não liberou, humpf!

♥ Don’t Go Break My Heart < Elton John > Fiquei com muita inveja do Principie ter o Elton no seu casamento. Será que ele vem para o meu quando chegar a minha hora? Hein?

Josh Magia Holloway no aguardado novo episódio de paintball em Community

Abril 30, 2011

E vestido de cowboy ainda? Höy!

Pelo nível excelente de comédia no qual a série se encontra, eu não sei nem o que esperar…

E esse climão western da roupa dos dois hein? Suspeito…será que tem alguma relação com aquelas partes com o mesmo clima do episódio com os  flashbacks? Será que na verdade tratavam-se de flashforwards?

Ansioso mil!

100º Episódio de 30 Rock, PWOMP!

Abril 30, 2011

Parabéns 30 Rock! Sei lá, de 100 eps, pelo menos uns 80 são beeem excelentes e os outros 20 são bem bons. Acho um boa média, não?

30 Rock é uma coméida de absurdo, pessoas absurdas fazendo coisas absurdas e a genialidade da série esta no texto afiado da Tina Fey + as milhares de referências que eles fazem durante todo ep. Eu tenho um certo nível considerável de cultura pop adquirido durante todos esses anos e fico sempre imaginando se uma pessoa qualquer, que não se interessa tanto assim pelo assunto, conseguiria achar a mesma graça que eu acho na série. Tenho certeza que mesmo com o meu enorme interesse pelo assunto, eu acabo perdendo várias piadas, certamente!

E 100º episódio merece uma atenção especial neam? Primeiro que só a particiapação  dos outros Jacks já foi o ponto alto do episódio. Jack alternativo, ainda mais cruel e manipulando mentalmente o Jack Donaghy verdadeiro e chutando a porta do banheiro secreto (euri). Jack do passado, ala 80′s, de walkman amarelo e com o cabelo antigo do Alec Baldwin (euri) e o Jack velhão, sábio, meio o pai de “Tron” com aquela roupa com detalhes em neon azul. Ro-lei!

E eu AMO a piada do smoking, AMO!  It’s after 6! What am I, a farmer?

E ai eles aproveitaram para fazer piada sobre a Jenna grávida (aproveitando que a atriz estava mesmo grávida na vida real e acabou de ter seu filho), Tracy virou herói e um ator respeitado, com direito ao despertar de uma preocupação do Tom Hanks em si (Howcoolisthat?), sobre o rumo da sua carreira. Rolei! Ahhh, tivemos também a participação do Michael Keaton como zelador do prédio.

Ainda tivemos os flashbacks que foram divertidíssimos (é claro que não no nível de perfeição de Community que foi ao ar na mesma semana), com direito a participação de vários atores antigos do elenco da série.

Como motivo para todo esse nível de insanidade, blame um vazamento de gás no prédio da NBC, que deixou todo mundo fora de si a ponto de fazer a Liz ligar para o seu ex namorado Denis, que tem o celular mais moderno desse mundo (euri).

E só aquela cena do final, com Liz, Jack, Tracy e o Kenneth correndo apatralhados  pelas escadas do prédio, encontrando as cenas mais absurdos a cada descanso da escada e com direito ao Jack armado e disparando (sério…howcoolisthat?) já foi digna das melhores comédias de pastelão da história. Um pastelão inteligente, com fundamento. Cool!

Clap Clap Clap 30 Rock! Queremos mais 100 eps tsá? (muito embora, o Alec Baldwin tenha soltado por ai por esses dias, que a série só vai até a Season 7…)

Amy Farrah Fowler finalmente merecendo o seu lugar em The Big Bang Theory

Abril 30, 2011

Um episódio que coloca o Sheldon dançando, sim, eu disse DANÇANDO, não poderia ser menos engraçado neam? (4×21 The Agreement Dissection)

E por incrível que pareça, mesmo com o reforço do Sheldon saindo apenas com as meninas para uma noite ala Sex And The City, quem brilhou mesmo foi ela: Amy Farrah Fowler!

Sério, esse episódio eu acho que incluiu de vez ela na série, pq foi muito sensacional e eu rolei como fazia tempo que eu não rolava na minha série nerd preferida.

Amy bêbada rocks!

O episódio ganhou vários reforços, como um macoco fumante, Amy acompanhando Sheldon em uma coreô nerd sexy (euri) e ainda teve direito a um momento “a kissed a girl and i liked it”. Euri

E no meio de tudo isso, algo inesperado ainda aconteceu: o primeiro beijo de Amy e Sheldon! PÁ! BANG! BOOM! CATAPLOFT!

Quase morri quando o beijo surgiu do nada, mas aquela ida dele ao apartamento dela já anunciava que algo poderia acontecer. Foi rápido, foi duro, teve um final meio “trágico”, mas foi foufo demais, mesmo durando 2 segundos. Awnnn!

Com certeza o acontecimento foi um marco na televião mundial, afinal estamos falando do Dr Sheldon Cooper, neam?

Agora, sério, alguém manda aquela Pryia de volta para a India? Pleeease!

Toda vez que ela pegava no pé do Sheldon no episódio por conta de seus questionamentos em relação ao contrato de convivência entre ele e o Leonard, dava para ouvir a platéia suspirar um “Awnnnn” de pena dele. Sem contar que ela arruinou a noite da pizza neam? Imperdoável!

Eu tenho certeza que ao mesmo tempo em que a platéia suspirava um “Awnnn” toda vez que ela experssava a sua implicância com o Sheldon e levava a melhor, na cabeça de todo mundo ecoava um “BITCH” bem alto, mas como todo nerd é educado demais, todos se seguraram.

Mas a vingança de Sheldon Cooper apareceu no final, antes de sua conversa pra lá de foufa com Amy enfrentando a sua hangover.

Resumindo, já deu para vc Pryia! Vc pode até ter conseguido um diploma em Cambridge, mas Sheldon Cooper tem um diploma com honra na Starfleet Academy, tsá? Suck it bitch!

Para finalizar: SEJA BEM VINDA DE VEZ AO GRUPO AMY FARRAH FOWLER!

ps: Muy Caliente Sheldon!

Dois filmes e um tema em comum: Luto

Abril 29, 2011

Coincidência ou não, acabei assistindo por esses dias dois filmes com tema semelhante: O Luto. Um tema sempre meio assim neam?Ainda mais  nesses dois casos, para esse tipo de perda, mas que faz pensar, refletir e quem sabe até entender alguma coisa.

Rabbit Hole

“Rabbit Hole” eu confesso que foi uma total surpresa. Assisti sem ter lido nada a respeito, mas sabia que o filme deveria ser bom, afinal rendeu até uma indicação ao Oscar para Nicole neam?

O longa traz o casal Nicole Kidman e Aaron Eckhart vivendo o drama de pais que perderam o seu filho ainda criança em um acidente traumático. Mas vc só vai descobrindo essa fato aos poucos  e passa a perceber que toda aquela frieza do casal desde o início esconde um motivo maior.

Mesmo tratando de um tema tão delicado, o filme consegue ser honesto, digno, sem apelar ou cair dentro de vários clichês que poderiam ser facilmente encaixados nesse tipo de situação. Na verdade, a história tenta mostrar um outro lado do luto, do não conformismo religioso e até uma certa praticidade por parte da mãe, em tentar resolver esse problema em sua vida, que muito provavelmente nunca irá se resolver por completo.

Diálogos honestos e ainda a participação da Sandra Oh no elenco. Cool! E eu senti que o tal “Rabbit Hole”, além de ser representado pelo estado de “exclusão e afastamento” em que o casal se encontra, tmbm foi lindamente representado por alguns enquadramentos de câmera que dão a sensação de vc estar observando a cena de dentro de um buraco, pelo menos eu senti isso em alguns momentos, como na cena quando ela esta lavando roupa por exemplo.

Eu sei que eu implico com a Nicole, com seu gosto duvidoso para a moda e com a barbaridade que ela fez com ela mesmo de tanto que mexeu na sua cara, mas quando chega a hora de mostrar o seu verdadeiro talento, que vai além da sua beleza antiga, ela comparece e não faz feio. Aliás, emociona!

Agora surpreendente mesmo foi o papel do Aaron Eckhart no filme, mais denso, sofrendo a sua dor em um ritimo diferente ao da sua mulher, super emocionado. Achei realmente que ele estava ótimo no filme.

A trama do longa é muito maior do que essa perda e envolve outros personagens desse acidente, como o causador de tudo isso e a história vai sendo contada sem pressa, na medida, emocionando aos poucos.

Sinceramente, naquela única cena sobre o acidente em si, só aquelas expressões da Nicole, já foram dignas de um Oscar, fatão! Que excelente atriz, não?

O final foge do óbvio, do conformismo, que é a melhor saída para alguns e pra mim, representou muito bem como algumas pessoas escolhem lidar com esse tipo de situação.

Recomendo!

Como nem tudo é perfeito, é claro que o filme caiu na lista dos piores títulos traduzidos em Português e por aqui ganhou o nome de “Reencontrando a Felicidade”, o que faz até algum sentido, mas não deixa de ser lame…

The Other Woman

Aqui a situação é um pouco diferente, embora o tema seja o mesmo. Natalie Portman tmbm vive o drama de uma mãe que perde sua filha, 3 dias após o seu nascimento (dra-ma). Mas a sua situação familiar se revela diferente, no momento em que descobrimos que ela foi a outra mulher do seu atual marido por um certo tempo.

Outra interpretação honesta sobre esse sentimento que deve ser pavoroso e que ninguém espera passar porque não parece natural, mas acontece, infelizmente…

Na verdade, ambos os filmes representam o luto de forma diferente, apresentando algumas reações de acordo com cada pessoa, talvez em uma tentativa de demonstrar que cada um aprende a lidar com essa situação dolorosa da sua maneira.

Nesse caso, o peso maior fica por conta da relação difícil em que a personagem de Natalie se encontra, sendo rejeitada pela sociedade por ter sido a outra, além de ter que se relacionar com a família do seu atual marido, que vem com o combo filho + ex mulher bitch (mas totalmente compreensível).

A relação entre ela e o seu enteado é complicada e vc percebe que muito dessa dificuldade toda do relacionamento entre eles é culpa de terceiros. Ainda falando dessa relação, que adorável aquele garoto não?

Me lembrou muito eu mesmo quando criança e ficaria orgulhoso se o meu filho (do futuro e que não existe ainda, rs) fosse assim.

Só não entendi muito bem o pq do drama todo dela com relação ao seu pai, que traiu a sua mãe no passado, sendo que ela mesmo se colocou na mesma situação. Até que o assunto vem a tona durante o filme (para a minha satisfação) e vc percebe que é mais uma daqueles casos clássicos de daddy issues de sempre.

O peso aqui em relação a morte é  maior, pq envolve a culpa e a forma com que  essa culpa se trasnforma em alívio é surpreendente, fikdik.

E a Lisa Kudrow no papel da ex mulher amarga e traída, hein? Vou ser bem sincero agora…como ela envelheceu neam?

Ahhh e o filme ainda tem a Claire de Six Feet Under (Laureen Ambrose)  e o marido é interpretado pelo Max da Lorelai em Gilmore Girls (Scott Cohen), que por sinal, não envelheceu naaada, bem diferente da ex Friends, rs. (juro que eu fiquei assustado até, rs)

Também achei bem bacana aquela idéia da espécie de ONG , com o encontro lá no Central Park para pessoas que perderam filhos. Será que aquilo é real? Gostei da idéia, mas dispensaria as palavras “reconfortantes” ou qualquer tipo de diálogo de sabedoria ou religioso em uma hora dessas. Acho que serviria mais só mesmo pela simbologia  dos corações no lago, que eu achei lindo, fikdik.

Também recomendo!

E o filme é mais um que entra para a lista dos péssimos títulos traduzidos, ganhando por aqui o nome de “As Coisas Impossíveis do Amor” o que acaba enganando alguns achando que trata-se de uma comédia romântica ou algo do gênero.

Look 4 Today

Abril 29, 2011

Pq com o casamento real, hoje é dia de look phino e com chapéu

O fim do mundo em Fringe

Abril 29, 2011

Penúltimo episódio da temporada hoje hein? E o anúnncio de que apenas um dos universos irá sobreviver hein? Ten-so!

Amei o Peter meio zombie, caminhando pelo hospital. Agora, sinto um cheiro meio óbvio de que só o lado azul dessa história irá sobreviver e não sei se eu estou preparado para me despedir do lado vermelho da força logo agora que tudo ficou tão interessante por lá. Gosto tanto dos dois universos, humpf!

E dizem que ainda teremos uma grande revelação no final dessa temporada hein? O que será?

Ansioso mil!

William e Kate versão Happyland

Abril 29, 2011

Que foufurice esse set hein? Só acho inaceitável não ter um bonequeeenho foufo desses do Harry no set. Euquero!

Bloom + Ruffalo

Abril 29, 2011

Quanta foufurice hein? Höy & Höy!

Alguém avisa para a Halle Berry que vestido canga é uó?

Abril 29, 2011

A gente avisa, ou deixa ela sair de casa toda cagada para garantir a nossa diversão, hein?

Já para os Cafononas Anônimos!

#NAOTABOMNAO


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