Arquivo de Junho, 2012

Músicas para o finde Vol.69

Junho 30, 2012


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Essa semana temos mais um pouco de tudo que andamos ouvindo ultimamente em todas as nossas fontes e que andaram nos inspirando muito recentemente…

 

♥  Diry Horse < Gram Rabbit > Abrindo a mixtape com a trilha de Hit & Miss, “minissérie” que a gente está na torcida para que seja transformada em algo maior e que se eu fosse vc, largaria tudo o que estivesse fazendo nesse exato momento e iria assistir essa delicia deliciosa. Sério, não estou exagerando e muito menos brincando. 

♥  Beginners < Slow Club > Depois de ter visto o Daniel Radcliffe dançando lindamente no video, essa faixa nunca mais saiu da minha cabeça. Fora que eu adoro sofrer com essa letra e só canto se for na dramaticidade, rs

♥  White Blank Page < Mumford and Sons > Linda. Do tipo para emocionar…

♥  National Anthem < Lana Del Rey > Ela que me apareceu essa semana com um video sensacional, não? Go Lana! Go Lana!

♥   Bizzare Love Triangle < New Order > Porque a gente AMA uma coisa antiga. Mas tem que ser bem boa! (para fazer coreô)

 

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True Love indeed (♥)

Junho 29, 2012

True Love é uma minissérie inglesa indeed da BBC (canal que eu assisto sozinho, acompanhado dos meus gatos – mentira, não tenho gatos, mas poderia ter porque segundo Girls, esse é o estereotipo, rs), bem curtinha,  com aquele sotaque que a gente ama, uma fotografia maravileeeandra mostrando um outro lado britânico que nós não estamos muito acostumados a ver e uma trilha sonora que por si só já valeria por toda a série. Ahhh e ela fala de amor de uma forma bem bacana e eu diria até que bem inglesa também. Precisa de mais alguma coisa?

Precisa sim, honestidade e isso nós encontramos fácil nessas cinco pequenas histórias de amor que nos foram contadas durante o que se pode chamar de “temporada” de True Love (não sei se a intenção é a que existam mais temporadas, já que trata-se de uma minissérie… mas não duvido), um projeto que além de todas as qualidades que eu mencionei acima, ainda conta com o detalhe do improviso, onde os atores acabaram criando suas próprias lines dentro daquelas histórias todas, tendo apenas uma direção de por onde elas deveriam percorrer. Howcoolisthat?

Sem contar que a minissérie conseguiu reunir um time de atores que é sempre bom rever, com nomes como o David Tennant (o meu outro Doctor), Billie Piper (Rose), Kaira Scodelario (I ♥ Effy) e David Morrissey (que será o aguardado Governador de The Walking Dead - ZzZZZ) separados em histórias de amor bem honestas, com um certo mood bem inglês, as vezes tristes, nem sempre com finais felizes, mas que nem por isso deixam de ser histórias bem bacanas. Tudo isso com uma trilha sonora perfeita, de chorar de tão linda e sem contar um grande detalhe que no final das contas acaba fazendo toda a diferença, mas que eu não vou contar agora… (sim, eu ainda invisto no suspense, rs)

O que é bem bacana de se ver também e vai um pouco na contramão do que se espera ao ler o título “True Love”. Mas quem disse que o amor verdadeiro não pode se encontar em formas bem menos óbvias de se retratar um sentimento tão familiar e comum para todo mundo e ao mesmo tempo tão particular para cada um, hein?

Dentro dessas cinco histórias, tivemos um pouco de tudo. A primeira delas foi a de um homem, Nick (1/1),  que acaba traindo a família que construiu dentro de um casamento aparentemente OK e com filhos já adolescentes (…), por conta de um amor mal resolvido do passado, que a gente sabe que cedo ou tarde sempre volta para nos assombrar (…), mas que nesse caso, os envolvidos não conseguiram achar a coragem de seguir em frente com esse sentimento, mesmo tendo se rendido por um certo tempo, o que pode significar também que talvez eles não fossem mais o verdadeiro amor um do outro como imaginavam, o que é bem melhor de se pensar do que admitir que eles foram apenas mais dois covardes no mundo. Uma pena que nesse caminho sempre acabe sobrando uma mágoa para os demais envolvidos nessa história, mas como nos foi mostrado nesse episódio, as vezes apenas o arrependimento sincero revelado em um pedido simples de desculpas pode ser o necessário para “consertar” esse erro.

A segunda delas foi a mais custosa das cinco, confesso, mas não por isso deixou de ser bacana. Digamos que foi a menos bacana delas, também trazendo um marido infiel, Paul (1/2) mas que  nesse caso vivia um outro tipo de relação, diferente do primeiro caso, inclusive em momentos diferentes da vida de casal, que nesse segundo caso, não parecia estar muito feliz. Aqui ganhamos aquele perfil do homem que não consegue lidar muito bem com a sua nova família ainda em construção, com filho pequeno chorão e uma mulher fria e distante (…). Bacana que aqui, a história de amor em si acabou ganhando a recompensa da lição para aquele homem, que tentando fugir da sua realidade sem tentar pelo menos resolver o seu problema, acabou levando um golpe daqueles que a gente olha e diz um “bem feito” sonoro e cheio de vontade. O que a gente só não esperava é que nessa história, essa grande lição acabasse valendo para as duas partes desse casal infeliz…

O terceira delas trouxe um nível de magia a mais para a história, com a Billie Piper com menos rímel (como bem me lembraram no Twitter, rs) interpretando uma professora infeliz com sua vida pessoal, Holly (1/3) mantendo um caso com um homem casado em uma relação que tão pouco a satisfazia (…) e isso estava mais do que na cara. Até que ela acabou se apaixonando por uma de suas alunas (…), com quem ela passa a manter uma relação e que mais tarde é descoberta por seus alunos (adolescentes do tipo que não respeitam os professores e que também existem do outro lado do oceano, por incrível que pareça, ZzZZZ) e acaba vindo a tona em um momento super constrangedor para ambas, que apesar de friamente, conseguem resolver muito bem o tal problema, nos levando para mais um final feliz. (não com o calor que a gente gostaria, mas tudo bem, os ingles parecem ser assim mesmo…)

Pausa: como a Kaira é linda, não? Höy!

A quarta história também chega com uma protagonista mulher, Sandra (1/4) dessa vez com um pouco mais de idade, mas também infeliz dentro da frieza do seu casamento, que parece não andar nada bem em todos os sentidos. Sabe quando vc não tem mais assunto com o seu parceiro? DRA-MA. Até que ela conhece um homem bem mais humilde e encantador e passa a se relacionar com o mesmo as escondidas. Mas a sua ausência em casa acaba sendo percebida pelo marido (…), que chega a confirmar com os próprios olhos a traição da mulher e que mesmo assim até tenta reconstruir aquela relação, que para o seu total desespero, já havia ganhado o seu ponto final e ele só não havia sido oficialmente comunicado ainda. Mas digamos que não temos nem como sentir pena dele…

E para fechar essa primeira temporada da minissérie, tivemos a quinta história com um pai de meia idade, Adrian (1/5) que estava vivendo uma relação pela internet com quem parecia ser a sua alma gêmea, onde tudo parecia perfeito, inclusive quando ambos finalmente passaram algum tempo juntos, nesse caso fora do ambiente virtual e para desespero da filha adolescente, que acha aquela relação absurda. Tudo parecia caminhar para um final feliz, até que ele descobriu que a amiga da sua filha adolescente bem pedante (…), começou a nutrir um amor não correspondido pelo mesmo, que se viu em meio a um grande mal entendido por parte da garota, que quase acabou custando a sua atual relação com aquela que parecia ser a mulher da sua vida, ele que após passar anos em sua vida solitária, finalmente estava vivendo um momento feliz. Mas para a nossa sorte, tudo acabou bem nesse caso, encerrando esse ciclo de cinco histórias com um voto de confiança e uma final feliz para mais essa história de amor.

Até aqui a série pode até não parecer nada demais, mas o bacana foi a forma como essas cinco histórias se encontraram e estavam totalmente ligadas entre si, envolvendo cada um de seus personagens nas histórias um do outro. Mais ou menos assim: a amante do personagem da primeira história era na verdade a irmã da mulher traída no segundo episódio, onde o seu par viria a ser o pai da garota que se envolveu em um amor platônico do tipo bem doentio com o personagem da quinta história, que por sua vez era o pai da garota que viveu um romance com a professora da terceira história. Complicado? Juro que na prática é bem mais fácil.

Para tentar facilitar, ao longo da review, usei várias pausas (…) para indicar cada um desses personagens descritos acima, que tinham alguma relação direta com as histórias dos outros. Espero que tenha ajudado a entender o fundamento e ligar todos esses pontos.

O mais bacana é que em alguns casos, conseguimos observar a história por outro ângulo e o tapa na cara maior de todas elas foi realmente a irmã da amante do plot da história mal resolvida do passado da primeira história, que chegou a pedir para que o cara considerasse viver um romance com a sua irmã, mesmo com ele falando que era casado e tudo mais e na sequência, quando vimos a sua verdadeira história, presa em um casamento absolutamente infeliz e sendo traída mais ou menos como ela tentou induzir o personagem da primeira história a ficar com a sua irmã, realmente foi um momento bem bacana em True Love.

Até já estava esperando que as histórias se encontrassem no final de tudo, mas não achei que tudo seria feito de forma tão sútil, onde esses detalhes todos e essa ligação entre todas essas figuras acabaram sendo importantes apenas para nós enquanto audiência e foi bem bacana ver uma série tentando falar do “amor de hoje em dia” de uma forma mais real e contemporânea ao seu tempo. Bem bacana mesmo, indeed.

Sem contar a trilha sonora da série que é mais do que especial, a começar pela música de abertura, que não poderia ser mais perfeita para essa história (que ficou na minha cabeça por pelo menos uma semana). E cada episódio é marcado por pelos menos duas músicas muito fortes que acabam roubando a cena, não por serem apenas do tipo bem boa, mas por completarem e transmitirem exatamente o sentimento do que estamos observando naquele momento da vida dos seus personagens.

Uma minissérie super bacana, leve e gostosinha, para assistir num tapa. Do lado de lá do oceano, ela foi trasnmitida durante uma semana seguida e recomendo a mesma experiência para quem se animar a assistir, onde um episódio por dia passa rapidinho e é a nossa dose ideal de histórias de amores verdadeiros indeed.

Para assistir tomando o chá da noite, que pode não ser o horário da rainha, mas é o que temos para oferecer nessas noites frias. (♥)

ps: vale a pena o click nos links de cada história, onde eu separei as minhas trilhas preferidas de cada uma delas e para quem quiser saber mais sobre a trilha da minissérie, pode dar uma olhada aqui

 

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Look 4 Today

Junho 29, 2012

Pq hoje a gente se despede para o finde deixando no ar que ainda teremos um post sobre amor. Pelo menos é o que dizem… (♥)

By The Sartorialist

 

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This is Sparta (com voz de Chipmunk)

Junho 29, 2012

Rei Leonidas, naquela versão sempre foufa da Funko que nos faz querer colecionar todos eles.

Euquero!

 

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Da série casais dirigidos que nós amamos: Marion Cotillard & Guillaume Cannet

Junho 29, 2012

Gente, o que é essa Marion? HÖY!

Tudo bem que o Guillaume não estava fundamentado nesse dia, mas nós perdoamos e lembramos com saudade do seu sotaque francês. HÖY!

ps: e se eu disse que eu tenho uma amiga que é a cara de Marion? PÁ! Smacks M.! (mas um Guillaume que é bom… NA-DA! rs)

 

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Magia Affleck

Junho 29, 2012

A gente sabe que com daddy alheio não se brinca, mas com todo respeito dona Jennifer: HÖY!

E tem que manter o grisalho. E a barba. E o look semi lenhador.

ps: tenho um problema particular com Bens, rs…

 

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Silver Linings Playbook, o trailer

Junho 29, 2012

Filminho novo que tem o Bradley magia que fala francês Cooper de casal probleminha com a Jennifer Lawrence.

Me pareceu bem divertido. E tem o De Niro.

Animou?

 

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Calma Orlando…

Junho 29, 2012

Quase entro em pânico quando vejo casal andando assim na rua, com o homem super na frente fazendo o apressadinho e puxando a coitada mais lenta que acaba ficando para trás por 1001 motivos diferentes…

Por isso, aproveitando esse momento do casal Kerr + Bloom, aprendam uma coisa meninos:

 

Andar de salto na rua  é tipo um prova olímpica com vários obstáculos e precisa de muita concentração. Acalmem-se e aprendam a andar de ladinho, sincronizados, que é bem mais bonitinho.

 

(também D-E-T-E-S-T-O casal que faz questão do grude e do meio do nada vai cada uma para um lado, mas continuam de mãos dadas, atrapalhando o fluxo… – sempre faço cara feia quando isso acontece, rs #ENTOJADINHO)

 

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Sonífero certo!

Junho 29, 2012

Talvez eu não consiga nem terminar de escrever esse post, tamanho sono que o poder do combo  Selennita Gomez + Taylor Patê Swift pode trazer… ZzZZZ

Imagem boa para guardar para aqueles momentos de insonia. Possível efeito colateral: ter um pesadelo pavoroso com um menáge entre as duas e o Justin Beaver, algo que talvez possa ser irreversível na sua vida. No caso de vc sentir vontade de ouvir uma música de qualquer um dos envolvidos nesse post, procure um médico psiquiatra e chegue gritando: WOO!

 

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Nada justifica alguém fazer essa escolha, NA-DA!

Junho 29, 2012

Nada seria capaz de justificar alguém escolher sair de casa assim, NADA!

Nem ponta na novela das 0h00 Gabrielle (que é uma mashup de Gabriela com Emanuelle, rs)

Nem promoção na feirinha de artesanato de Ibitinga

Nem promoção de ponto fixo com vista para o mar de possibilidades da Amaral Gurgel. VRÁAA!

#NAOTABOMNAO

 

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