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O “recall” de Parks And Recreation

Maio 23, 2013

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Essa foi uma temporada difícil para Parks And Recreation. Bem difícil na verdade. Por isso, não consigo imaginar uma melhor forma de encerrar a temporada a não ser convocando um “recall” que foi exatamente o que eles fizeram (no caso, com a candidatura da Leslie) durante a season finale e que talvez tenha sido a forma mais honesta de encerrar essa que não foi a melhor temporada da série. Dá para pedir um recall da temporada inteira, NBC? (ando com uma bronca da NBCecê…)

Além de não ter sido tão bacana assim, Parks & Rec também acabou recebendo aquele tratamento desrespeitoso da NBC (que não foi a única que andou fazendo isso, que fique bem claro), disponibilizando por boa parte da temporada o número de 2 episódios semanais, algo que em outras épocas a gente até poderia considerar como um presente e agradecer talvez, mas que nesse caso acabou pesando um pouco demais levando em conta o atual estado da série e por isso a experiência de doses duplas da série não foi nada bacana nesse momento (além de soar como se eles estivessem apenas querendo se livrar das temporadas o mais rápido possível). Mas tudo bem, Amy Poehler é do tipo que tem crédito com a gente, por isso a perdoamos e continuamos ao seu lado na cidade de Pawnee. (o mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham e a Mindy Kaling)

E toda a genialidade da temporada anterior, com a campanha da Leslie em busca de ser eleita, acabou ficando de lado uma vez que esse seu sonho já havia se realizado e Leslie finalmente havia chegado onde ela sempre sonhou estar. E não, nós não estamos falando da cadeira de presidente dos USA. Ainda não, pelo menos por enquanto, mas até uma cameo do vice presidente a série conseguiu garantir durante essa nova temporada, algo que podemos dizer que realmente não é para qualquer uma.

Mas uma vez que agora a personagem acreditava estar com o poder nas mãos, Leslie acabou se vendo de mãos atadas em relação a toda burocracia da política local (e não só local, como nós bem sabemos), conseguindo desenvolver bem pouco de tudo aquilo que ela um dia sonhou em fazer pela sua cidade e isso querendo ou não, acabou sendo muito frustante. Embora esse seja um plot extremamente realista, pensando em alguém que segue esse tipo de carreira política, Parks And Recreation acabou pecando nesse sentido, porque uma vez que agora Leslie se encontrava em uma posição com mais possibilidades, pouco ela acabou fazendo nesse sentido, quase como se esse plot político da personagem tivesse ficado mais de lado durante essa Season 5 (uma vez que o sonho já havia se realizado…), para desenvolver algumas outras situações que eles consideravam mais importante naquele momento, não só para ela como também para os demais personagens da série.

Sem contar que Leslie e o Ben funcionam perfeitamente como dupla/casal e quando separados pelo trabalho, em locais diferentes, embora seja uma foufura ver o casal cometendo algumas loucuras em nome da saudade (AMO a Leslie apaixonada pela retaguarda do boy magia. AMO!), chega a parecer um desperdício grandioso esse tipo de distância entre os dois, algo que poderia muito bem ser resolvido se o Ben tivesse um trabalho local, mesmo que não na prefeitura (como no começo), algo que eles até que demoraram um pouco para consertar no início da temporada, mas logo resolveram acertar para não perder mais tempo com algo que quando mais perto, sempre funcionou tão bem. (isso sem contar também que com o Ben longe, a April acabou sendo levada junto com ele e ela nós queremos ao lado do Andy + Ron, para sempre!)

Parks and Recreation - Season 5

E a questão do tempo foi outro fator importante para a história e a sensação que tivemos em um determinado ponto dessa Season 5 foi a de que eles acabaram correndo um pouco demais com as histórias de cada um dos personagens, muito provavelmente para que eles pudessem chegar mais próximos de suas resoluções pessoais, caso o futuro da série não fosse dos mais felizes, algo que ainda permanecia incerto e devido a instabilidade da NBC em relação a suas comédias,  acabou sendo um detalhe que certamente perseguiu Parks como uma possível ameaça até a chegada dos upfronts. Andy na polícia, Andy fora da polícia, Jerry finalmente se aposentando (excelente!), Annie querendo desesperadamente um filho (toda vez que eu vejo a Ann e o Chris totalmente sem nenhuma função dentro da série a não ser a de nos causar um sono profundo, imagino se não seria a hora de Parks experimentar plots mais dramáticos envolvendo mortes repentinas, quem sabe? rs), nem que para isso tivesse que recorrer a algo mais independente (e óbvio, e preguiça…), Tom conseguindo fazer sucesso com sua nova empresa que aluga suas próprias roupas de grife a preço de banana para os adolescentes da região (por conta do seu pouco tamanho, rs), Ben e Leslie resolvendo se casar rapidamente. Tudo isso foi meio que resolvido as pressas, quase como se eles estivessem sentindo que o fim se aproximava para a história desses personagens. Mas se a sensação foi a de que eles aceleraram para ganhar tempo no começo, mais ou menos da metade da temporada para o final, ficamos com a sensação de que eles chegaram cedo demais e por isso talvez fosse a hora de desacelerar e consequentemente, acabaram nos entregando uma sequência de episódios de dar sono.

Apesar dessa pressa, em algumas dessas resoluções encontramos os melhores episódios da temporada, como aquele com o Halloween, em que eles acabaram causando um infarto no Jerry (e #TEMCOMONAOAMAR a família inexplicável de mulheres maravileeeandras do Jerry?), que foi onde essa Season 5 realmente começou a engrenar, ainda mais porque esse episódio além de divertidíssimo, contou também com o pedido de casamento do Ben para a Leslie, um momento que todos nós estávamos esperando faz tempo (♥). E por conta do noivado, acabamos conhecendo também os pais do Ben (e o pai dele era ninguém menos do que o Mike de Breaking Bad, howbadassisthat?), eles que não se davam muito bem por conta de um divórcio mal resolvido no passado, que foi um outro momento bem especial para a série.

E se as coisas estavam se acertando para o casal principal da série (e o único que importa além da April e do Andy, sorry para os demais, mas é verdade…), Ron também acabou ganhando uma nova candidata a Senhora Swanson, ela que de quebra chegou com duas filhas adoráveis, que transformaram o Ron em princesa e só por esse motivo já devemos o nosso respeito à elas. Ron que além de ter encarado novamente a sua ex, Thammy, no momento em que ele estava sendo homenageado, encerrou a temporada com a possibilidade de ser tornar pai, algo que acabou pegando todo mundo de surpresa. E não pai de uma criança qualquer, porque a atriz que interpreta sua nova pretendente foi ninguém menos do que Xena na TV (Lucy Lawless) e por isso ela também merece todo o nosso respeito. (We ♥ Xena)

Pensando bem, essa foi a temporada casamenteira de Parks and Recreation e sobraram plots do tipo para todos (mais um motivo para a gente acreditar que eles estavam realmente considerando essa como uma última temporada para a série). Tom acabou descolando a irmã do Jean-Ralphio (impressionante como ela parecia com o irmão, não? E era tão ótima quanto #HELLYEAH) para infernizar a sua vida e para a Ann sobrou mesmo o plot  da procura pelo pai perfeito para o seu filho, que desde o começo estava mais do que na cara que seria o Chris (fico tão constrangido com o Rob Lowe nesse papel, que seria perfeitamente perfeito se ele estivesse em New Girl, por exemplo), como estava também na cara que só de lembrar dessa história já sentimos uma estado de coma induzido batendo lá no fundo. ZzZZ

Outro momento super aguardado e que acabou acontecendo meio que de surpresa, ainda no meio da temporada (mais um prova de que eles estavam tentando correr com tudo), foi o casamento da Leslie e do Ben, que acabou acontecendo antecipadamente, bem antes do que a gente imaginou que aconteceria (ainda mais sendo a Leslie quem é em relação a qualquer coisa na sua vida) e que não poderia ter sido mais foufo também. E estava bem na cara que o grande casamento não daria certo para aqueles dois e a recepção perfeita acabou acontecendo na Prefeitura mesmo, com apenas o pessoal do departamento e a Leslie com o vestido perfeito feito pela Ann (que foi o que justificou a sua presença na série durante essa temporada), sendo levada até o altar pelo Ron, em um momento que certamente foi bem importante e representativo para a mitologia da série.

Parks and Recreation - Season 5

Depois disso tivemos alguns outros episódios bem meio assim, que não chegaram a empolgar muito, com várias participações do “vereador” dentista que eu acho um chato, além de histórias bem meio assim e com um apelo bem menor. E foi nessa hora que a temporada começou a pesar ainda mais, como se eles estivessem meio que perdidos, sem saber para onde seguir com toda a sua história, como se não tivessem muita certeza ainda sobre quanto poderiam avançar e contar sobre aquela história… talvez isso não tenha sido uma culpa apenas dos roteiristas e sim da incerteza sobre o fato da série ser salva ou não pela NBC, algo que se só confirmou depois da temporada já encerrada, nos revelando que sim, teremos uma Season 6 de Parks And Recreation.

Mas foi nesse ponto que a série realmente se perdeu e toda a genialidade da sua mitologia antiga acabou parecendo perdida e ou desperdiçada em meio a piadas sem graça e histórias que pouco conseguiram despertar o nosso interesse. Sabe aquela série quase sem limites, que colocava um ônibus eleitoral praticamente atropelando uma funeral? Então, sentimos falta disso durante toda essa temporada de Parks, infelizmente. Talvez por isso também a gente nem tenha conseguido comemorar muito sobre o fato da série ter sido renovada para mais uma temporada (apesar de sermos #TeamPoehler), algo que ficou bem difícil de comemorar depois de uma Season 5 tão arrastada e bem meio assim.

Para o final da temporada, tivemos o plot mais aleatório possível, com o Andy fazendo o policial (ótimo por sinal e eu AMEI o Andy ressentido com a sua banda também em um outro momento) e investigando a possível dona do teste de gravidez que ele encontrou no lixo, algo que acabou passando por todas as personagens mulheres da história, inclusive a sua mulher, April, que na verdade descobrimos que estava sim escondendo alguma coisa, mas não uma gravidez (e sim a sua entrada para a Faculdade de Veterinária), até descobrirmos que no final das contas, o teste era mesmo da nova namorada do Ron, que a essa altura já tinha praticamente sumido da série. Xena, você já foi mais alguém mais presente na floresta, hein? E como final de temporada tivemos isso e o plot do “recall” da candidatura da Leslie, com a cidade se colocando contra a sua atual posição (nesse momento foi ótimo ver alguns personagens de volta a série, como aquela ex atriz pornô doppelganger da Leslie e o Jason  Schwartzman, que fez uma participação durante essa temporada como dono de uma locadora de vídeos), que foi o que eu mencionei no começo dessa review, justificando o título do post.

Diferente de Community, que a gente acha que talvez tenha se perdido de forma irrecuperável, como foi a sua também recém encerrada de forma traumática Season 4, que em nada conseguiu nos fazer lembrar o que a série já foi no passado (fiquei até feliz de ter escrito essa review depois daquela sobre Community, assim consegui ter parâmetros um pouco melhores para enxergar mais qualidades em Parks, mesmo com essa temporada precária), Parks and Recreation mesmo não nos entregando o seu melhor, com aquele final, ainda conseguiu nos deixar uma pontinha de esperança  a mais com uma mensagem mais ou menos como “É, sabemos que nós erramos. Confessamos. Mas deixa com a gente que vamos consertar essa falha…” que foi o que aquele “recall” da finale nos fez pensar sobre o futuro da série.  Pelo menos é o que nós ainda acreditamos e esperamos de uma série que vinha fazendo uma trajetória tão excelente até aqui.

Esperamos que a série volte a nos deixar animados no futuro. Esperamos também que a NBC respeite mais suas comédias .

Parks & Rec está precisando de mais recreação, com urgência!

 

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A temporada que a gente preferia não ter visto de Community…

Maio 22, 2013

Community TV Show[4]

É, essa Season 4 de Community realmente não foi das melhores. Mas se fosse apenas isso, até que estaria tudo bem, porque a gente até consegue entender que a série passou por várias situações não tão bacanas recentemente, como a saída do Dan Harmon, as brigas do Chevy Chase com todo mundo, o adiamento que a NBC resolveu obrigar a nova temporada da série a ter que enfrentar, deixando como indefinida a data da sua estreia e tudo mais. Detalhes e situações que a gente até poderia entender e já até esperava que talvez acabassem prejudicando a série de alguma forma, mas o problema é que os danos acabaram sendo muito mais sérios e mais graves do que a gente poderia imaginar e durante essa Season 4 foi praticamente impossível relacionar a série que estávamos assistindo hoje com algo que vimos e chegamos a AMAR no passado. É, foi bem difícil mesmo.

Com apenas 13 novos episódios, Community voltou com pouca ou quase nenhuma força, com uma quantidade vergonhosa de episódios bem chatinhos e difíceis de se acompanhar. E difíceis no sentido relacionado ao sono e a falta de paciência com o que a série estava se tornando e não difíceis pela quantidade absurda de referências por segundo que nós todos já estávamos tão acostumados a encontrar na série. Referências que dessa vez estiveram praticamente em extinção, aparecendo apenas bem de vez em quando e de forma bem preguiçosa e praticamente informativa. (e olha que antes a gente recebia algumas referências que só conseguia entender nas reprises, hein? Bons tempos…)

Na verdade, a sensação que ficou no ar durante toda essa nova temporada, foi a de que Community estava lutando para se tornar uma outra coisa que pudesse agradar um público maior (e por motivo de forças maiores) e aos poucos foi se esquecendo que embora em menor número, a minoria que continuou acompanhando a série até agora, gostava mesmo é do seu fundamento antigo e não esperava que a série se transformasse em mais uma comédia qualquer da TV. Para isso já encontramos tantas outras disponíveis por aí, que não precisávamos que algo que já foi tão bom no passado, se tornasse em um pouco mais do mesmo. E chega a ser uma grande pena ter que reconhecer que a série se tornou exatamente isso.

Os personagens continuaram os mesmos (pelo menos isso) e nós continuamos gostando (ou odiando no caso da Annie) cada um deles exatamente pelos mesmos motivos, mas eles não parecem combinar muito bem com a nova temporada da série. Apesar de ainda ser possível reconhecê-los, parecia que a atual história da série já não funcionava mais para aquelas pessoas, como se seus personagens e cada uma de suas novas propostas de história estivessem correndo em sentidos totalmente opostos, em um tentativa desesperada de se desvincular de uma vez por todas.

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Apesar também das mudanças que a série acabou inevitavelmente sofrendo devido a todos os acontecimentos recentes em torno da sua produção, eles até tentaram manter um pouco do que já havia dado certo em sua mitologia no passado, mas nem tentando se garantir por esse lado deu certo. E um exemplo claro disso ficou por conta do documentário do Señor Chang, que foi mais ou menos o que eles genialmente fizeram com o Dean no passado, só que dessa vez em nada conseguiu funcionar e foi bem medíocre, além de extremamente chato e cansativo. Até um episódio no melhor estilo Scooby-Doo eles tentaram nos empurrar durante essa Season 4, mas nem isso eles conseguiram realizar muito bem.

E quando durante uma temporada inteira de uma série que já foi tão bacana no passado como ainda nos lembramos (é, ainda.. só nos resta saber até quando conseguiremos viver de memórias), encontramos um dos episódios mais alinhados da série centrado em uma festa na casa da Shirley (sim, eu disse da Shirley) e um plot dramático envolvendo o pai do Jeff, chega a hora de encarar os fatos e reconhecer que realmente algo de muito errado estava acontecendo com Community

Para ser bem honesto, dos 13 episódios dessa Season 4, o único que eu achei verdadeiramente bom foi aquele com os puppets, que foi um recurso absolutamente covarde que Community acabou utilizando dessa vez para conseguir nos ganhar novamente e que funcionou perfeitamente bem, como todas as outras vezes em que a série se aventurou em diversas outras linguagens. E olha que durante essa temporada ainda tivemos um momento “Doctor Who” do Paraguai, com direito a participações dos Dylan e da Kelly de 90210 antigo, um episódio inteiro no fundamento “Sexta-Feira Muito Louca” (Abed como Troy foi ótimo, Troy como Abed foi vergonhoso), um mini momento Muppet Baby que a propósito, aconteceu bem fora do “propósito” logo no começo da temporada e um outro onde descobrimos que todos eles se conheceram de alguma forma em 2008, mas nenhum deles conseguiu ser tão bacana como já vimos a série fazer durante as temporadas anteriores com diversas outras referências, infelizmente. Nem os incontáveis shirtless do Jeff durante essa temporada conseguiram nos convencer de qualquer coisa, apesar de ser sempre uma boa distração… (rs)

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Agora, eu vou precisar ser bem sincero e dizer que eu não sei qual foi a ordem dos fatos da história meio assim do Chevy Chase com todos da série, mas levando em consideração a forma como o seu personagem foi tratado durante toda essa Season 4, dá até para entender um pouco da mágoa do ator em relação a série, não? E quando eu digo que não sei exatamente a ordem dos fatos eu não estou querendo justificar qualquer uma das bobagens que ele tenha dito ou feito até então, porque realmente não sabemos se ele passou a ser tratado assim devido à suas encrencas com todos os envolvidos com a série, ou se ele passou a ficar incontrolável mesmo quando percebeu que estava sendo tratado como um idiota por conta do roteiro e dos plots todos do seu personagem, o que de certa forma não justifica suas atitudes, mas poderia muito bem explicar boa parte delas. Sério, um verdeiro horror!

Mas realmente, a maior parte dos episódios dessa nova temporada foram todos bem entediantes (quase morri de tédio e vergonha com o episódio de Natal por exemplo) e quase nos fizeram esquecer o porque que nós gostamos tanto da série, que se não fosse pelo histórico de cada um dos personagens e por tudo que ela já conseguiu ser anteriormente, talvez essa tivesse se confirmado como a nossa temporada de despedida de Community. (fato que merecia ter sido reconsiderado pela NBC, tanto que o fato do Jeff ter se formado ao final da temporada, talvez tenha sido uma clara evidência que nem eles mesmos achavam que conseguiriam passar dessa…)

De qualquer forma, por um milagre, reza brava ou trabalho feito, Community que já parecia uma série dada como desaparecida, com fortes indícios de uma possível morte, acabou sendo salva no último momento pela NBC, que nós não conseguimos entender o porque resolveu apostar em algo que acabou ficando tão ruim como foi toda essa Season 4 da série. Mas entendemos que talvez eles sejam apenas teimosos e ficaram com vergonha de não ver um das melhores séries novas de comédia que eles já tiveram em sua grade, alcançando a marca pré-estabelecida por ela mesmo de “Six Seasons and a Movie”. Só acho que se continuar nesse ritmo, além da já prometida Season 5, eles deveriam considerar mais uma redução de episódios por temporada. Quem sabe fazer a inglesa e começar a apostar em 6 episódios para cada um delas, hein? Talvez seja exatamente o que a gente ainda consiga suportar desse cenário…

 

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The Voice Season 4, Live Top 12

Maio 20, 2013

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This is it! Chegamos àquele ponto do The Voice onde não tem coach certo que ainda consiga salvar seus protegidos das injustiças cometidas pela votação aberta da America antiga, que é aquela fase da competição onde todos eles (e nós também) ficam dependendo exclusivamente do voto popular e nessa hora, sabemos que nem sempre as coisas costumam ser muito justas e de vez em quando o carisma e ou o apelo com seu público, acaba falando mais alto do que qualquer outra coisa.

Com a competição literalmente esquentando pela primeira vez durante toda essa Season 4, isso devido a um pandraz no ar condicionado dos estúdios que o Carson fez questão de ressaltar durante todo o primeiro episódio da semana, com piadinhas ótimas em relação a pequena falha técnica (tirou até o terno e colocou os brações peludos e tattoos de chiclete de fora), que a propósito, foi motivo para o UÓsher tentar nos distrair com seus brações super definidos também. E digamos que ele até que conseguiu. Höy! Mas voltando ao Carson, é preciso dizer que em muito tempo, ele não parecia estar tão solto e perdeu um pouco daquele ar robótico que ele sempre fica, principalmente durantes as lives, provavelmente por conta do ponto eletrônico que deve ficar infernizando o pobre coitado por questões técnicas de tempo e coisas do tipo. Acho até que a NBC deveria considerar uma sabotagem proposital nesse ar de vez em quando. Quem sabe o Adam não se anima até para um shirtless, hein? (rs)

Mas ao que diz respeito sobre a competição, tivemos bons momentos durante essa nova semana, mas eu continuo insistindo que nada se compara com o que vimos e ouvimos durante a Season 3. E essa culpa (além da pressa) eu credito ao elenco de candidatos da vez, que são visivelmente menos preparados do que os da temporada anterior e se vocês são do tipo que prestam atenção nos pequenos detalhes, já devem ter percebido que durante essa temporada, quase sempre eles se encontram meio que perdidos no palco, cometendo uma série de erros bobos que a gente não estava acostumado a ver na competição com tanta frequência. (se bem que na apresentação ao lado do seu time, sobrou um errinho até mesmo para o próprio Adam, ou pensa que a gente não percebeu a sua entrada precipitada no gritinho fino de menino adolly tardio ainda enfrentando a puberdade? Hein, Adam Lavínia  – que é como nos tratamos. SIM, agora somos íntimos a esse ponto)

Vedo foi o primeiro a se apresentar e fez vergonha no seu “forte”, que são as coreôs, apresentando um versão de “Rock With You” do MJ extremamente afetada e caricata, isso mesmo tendo um coreógrafo como reforço convocado pelo próprio UÓsher para o seu time. Foi horrível e obviamente seria algo que afetaria o seu julgamento dentro da competição. Ainda falando do #TeamUÓsher, tivemos também uma apresentação mais intimista do Josiah Hawley, que fez o intimista também no figurino, aparecendo de jeans e camiseta branca, apenas e mesmo assim divou lindamente (algo bem fácil no caso dele, Höy!), não só pela aparência e sim e mais uma vez pelo seu talento. Michelle Chamuel veio com mais força durante essa semana em sua performance, só que ficou faltando força na voz, que ficou pequena para a música, apesar da sua performance ter sido boa também. Mas foi baixo e a música soava como se estivesse pedindo mais do que ela poderia entregar naquele momento. Mas Michelle conta com o fator carisma e identificação com o público, então sabemos que seus deslizes não representam um risco muito grande, pelo menos por enquanto. E como o UÓsher repete suas lines, não? NÃO UÓsher, a America não vai comprar seu bordões ou frases de efeito, que by the way, não são tão geniais assim. A não ser que aqueles brações de fora apareçam com mais frequência e a gente não consiga pensar direito… rs

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Novamente, as performances mais difíceis da noite foram as do #TeamBlake e entendam, eu AMO o coach de mais de três metros de altura e alma de irmão mais velho, mas fica difícil conseguir torcer para o seu time com aquele repertório tão fechado, específico e acima de qualquer outra coisa, country. Humpf! Tudo é muito específico no seu time e embora as performances dos seus três candidatos tenham sido bem boas, por uma questão de gosto pessoal talvez, eu não consigo me apegar muito a nenhum deles nesse caso. De qualquer fora, entre a Holly Tucker,  Danielle Bradbery e os The Swon Brothers, Bradbery foi quem menos entregou durante essa semana, mas isso nós também sabemos que talvez nunca chegue a ser um problema sério para a nova queridinha da America antiga (e do Blake). Mas essa semana, quem realmente me surpreendeu foram os The Swon Brothers, que fizeram uma apresentação lindíssima com voz, violão e piano, dando uma maior chance para ambos da dupla conseguirem mostrar o seu potencial e isso pela primeira vez durante a temporada. Mas, apesar de ser bem difícil aguentar um #TeamBlake inteiro country, preciso reconhecer que se o Blake algum dia me ligar dizendo “Awoohoo, play something country” daquela forma, eu provavelmente possa mudar de ideia no mesmo instante sobre qualquer coisa a respeito da vida na fazenda, além de imediatamente começar a tocar algo country. Höy! (rs)

No #TeamShakira, sentimos desde a sua escolha de repertório para o Garrett Gardner ao som de “I Want It That Way” dos Backstreet Boys, que talvez a música o acabasse prejudicando. Sasha Allen apareceu com toda a sua força durante essa semana, mas apelou demais para a teatricalidade, que acabou deixando a sua performance exagerada demais, apesar de ter sido mais uma entrega precisa da sua voz que é uma das melhores da temporada, sem dúvida. Aliás, gostaria de deixar registrado desde já que nada me surpreenderia se nessa reta final, a competição acabasse completamente feminina, porque a força das mulheres durante essa Season 4 do The Voice está realmente engolindo os meninos. Khris Thomas apresentou um clássico do The Jackson 5 e eu achei que ele desandou, por diversas vezes. Nada muito vergonhoso, mas faltou um pouco mais de afinação além de carisma, que na verdade sempre lhe faltou. E mais uma vez ficou visível o quanto o #TeamShakira fez a Aguilera durante essa temporada, sendo desde o começo o mais fraco de todos e os resultados acabaram nos comprovando exatamente isso. E minha querida Shaks, que figurino era aquele? Parecia uma homenagem para a Xuxa antiga no Carnaval antecipado de 2014. Ew!

Já o Adam, toda a minha implicância com ele realmente sumiu depois de acompanhar o The Voice como eu deveria ter feito desde o começo (as Season 1 e 2 eu acabei acompanhando na preguiça, pulando algumas coisas) e hoje eu realmente o acho um dos mais inteligentes (e extremamente sensível) dentro do programa. Tanto que o seu time tem realmente algo de diferente durante essa temporada e eu diria até que nele estão as mais profissionais da competição. Três mulheres com três grandes vozes, cada uma dentro do seu próprio fundamento e todas excelentes. Judith Hill veio de voz e piano, linda, com um cabelo que a gente adoraria ter igual para copiar (rs), divona como sempre. Sarah Simmons tem uma voz inexplicável, doce e extremamente forte em uma mesma frase e a Amber Carrington é a grande carta country que o Adam apostou certo quando a escolheu durante as blinds. Mais um motivo para acreditar que o Adam além de um ótimo coach, é também bem inteligente e consegue enxergar e pensar adiante. Ah, e ele é magia tatuada também. Höy!

No segundo episódio da semana, esse com o ar condicionado já consertado (segundo o Carson, então o que explicaria o Thicke se derretendo daquela forma no palco? Sério, durante a sua apresentação, parecia que ele tinha tomado um banho de cachoeira, estando ele 158 + ensopado do que o Blake durante o seu duéte com a Shakira na semana anterior. O detalhe é que durante a sua performance, só ele acabou molhado, porque o Pharrell que também estava no palco, continuou normal de tudo. Sei…),  além das apresentações dos sobreviventes do #TeamAdam + #TeamBlake ao lado de seus coaches, tivemos as temidas eliminações da noite, que podemos dizer que dessa vez foram até que bem justas, apesar de ter nos deixado apreensivos até o final. Naquele momento, cheguei a ficar com bastante pena da Shakira, que por pouco não ficou apenas com um dos integrantes do seu time, (do UÓsher eu não fiquei), mas que no final das contas acabou sobrando menos um para cada um dos novos coaches, com as despedidas do Vedo e do Garrett Gardner, que foram os eliminados da vez, que dessa forma, deixaram os times do Adam e do Blake exatamente da mesma forma, com os mesmos três participantes de antes.

E essa foi a nossa semana no The Voice porém, como novidade da vez, perto do finde foi confirmado que a Aguilera e o Cee Lo realmente voltam para a Season 5 do programa, mas, Shaks e UÓsher estarão de volta para a Season 6. Animados?

 

ps: só eu continuo achando que o Adam e o UÓsher ainda vão se atracar? Reparem nos dois, por favor e me digam, vai ou não vai sair uma briga a qualquer momento? E OK, apesar de bem mais mirradinho, vamos todos apostar no Adam, tá? Combinado então. Blake, nos dê cobertura…

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Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

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A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez, eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

 

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O final não tão feliz assim de Happy Endings

Maio 16, 2013

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E logo a série que nos prometia finais felizes a começar pelo seu título, acabou não ganhando o seu merecido final feliz. Vai entender a vida. E com tanta comédia bem meio assim continuando na TV, algumas com trajetórias verdadeiramente intermináveis, não tem como não sentir pelo menos uma pontinha de rancor no coração. (nesse momento, no meu curso de bruxaria via correspondência, eu faço questão de amaldiçoar New Girl, The Big Bang Theory – que até melhorou mas né? – Two And A Half Men, Anger Management, entre várias outras ainda vivas na TV. Já não está na hora de mandar desligar esses aparelhos, não?)

Nossa história com Happy Endings pode até ser considerada recente, já que por aqui no Guilt, começamos a assistir a série enquanto a sua deliciosa Season 2 ainda estava sendo exibida, em uma maratona mais deliciosa ainda e que de tão boa, precisou até uma de um repeat logo na sequência, de tão empolgados que ficamos com a descoberta da “nova” comédia. Personagens adoráveis, plots sensacionais sobre qualquer coisa, mitologias que foram aparecendo com o tempo e a Kim Bauer (cuspida de fogo verde no chão seguida de x3 #CREDINCRUZ) que a gente gostaria que tivesse desaparecido junto com aquele boy patinador e ou tivesse sido servida como jantar para um cougar ainda no piloto. Tudo na série parecia AmAUzing, de verdade, como se tivéssemos encontrado uma das nossas novas comédias com cara de antiga preferidas.

Até que chegamos a recém encerrada Season 3, com todos eles reunidos novamente, mas alguma coisa parecia estar fora do lugar. Diferente das outras duas temporadas, essa Season 3 de Happy Endings demorou para acontecer e eu não sei explicar exatamente o porque , mas demorou. O começo não chegou a empolgar muito, embora a série sempre nos tenha arrancado boas risadas, mas nesse início de temporada elas acabaram acontecendo com menos frequência, em plots mais isolados ou bem de vez em quando.  Na verdade, acho que tudo isso aconteceu porque eles começaram a serem pressionados em relação aos números e com isso começaram a se preocupar mais em agradar tentando coisas novas, do que seguir a mesma linha de sempre, que apesar de não ter atingido grandes números, continuava ótima para quem já gostava da série. Um bom exemplo disso foi a forma como eles modificaram do dia para a noite a rotina do casal Jane + Brad (Eliza Coupe e Damon Wayans Jr.), que mudaram de trabalhos como em um passe de mágica, sem a menor explicação plausível (tá, até ganhamos uma explicação qualquer que não convenceu, vai?)  principalmente no caso dela e essa transição acabou parecendo forçada apenas para modificar os ares e quem sabe trazer novos núcleos para a trama, que normalmente não funcionam nesse tipo de comédia e eles já deveriam saber disso.

ADAM PALLY

Mas esse foi só o começo, porque logo os novos seis amigos mais legais da TV conseguiram colocar tudo exatamente em seu lugar novamente e a partir disso voltamos a reconhecer a série como uma das comédias mais bacanas da TV atual. Todos continuaram enlouquecidos, sempre tentando se dar bem em qualquer coisa, naquela eterna competição deliciosa que sempre existiu dentro do grupo, mas de forma bacana. Jane e Brad continuaram excelentes enquanto casal, com uma química fora do comum, Penny (Casey Wilson) estava de volta a velha forma adorkable de sempre (ao lado do casal, a minha preferida desde sempre), Max (Adam Pally) continuou sendo o Max, sempre imundo, a procura de comida e com um drama capilar incontrolável durante essa temporada e o casal Dave + Kim Bauer (Zachary Knighton e a péssima desde sempre, Elisha Cuthbert) agora estava junto novamente e para eles gritamos: e quem se importa? (sorry Dave, mas não gostamos de sair como vocês e sua namorada. Da próxima vez, vê se aparece sozinho…)

Ao recuperar as forças, ganhamos uma séries de novos momentos ótimos para a série, com o Penny e o capacete (sério, eu me descontrolei de tanto rir durante todas as cenas dela com o capacete), a ID fake da Jane porque ela nasceu no Natal e a descoberta de um grupo secreto que sofria do mesmo drama, o papagaio da Alex morto (que foi legal porque envolvia outros personagens e não a Alex), a exemplificação dos tipos diferentes de gays (um dos melhores episódios da temporada e a dupla Jane + Max estava unfirah nesse episódio e novamente mais perto do final, com ela assumindo a tarefa de transformar o Max em um homem nais descente), descobrimos que eles já haviam participado de uma das edições do Real World MTV (que foi meio que onde alguns deles se conheceram), ganhamos também a revelação do ex da Jane na verdade ser uma ex, Penny e seu novo boy magia com quem ela chegou a ficar noiva (Höy!), todos na feira de casamento e uma deliciosa disputa de jogos entre casais, que acabou com o noivado da Penny e teve um discurso excelente do Max em relação a coragem dela de encerrar uma coisa que estava na cara que não daria certo, muito perto de deixá-la acontecer apenas por comodidade, vergonha, desespero ou qualquer coisa do tipo.

Até um plot envolvendo um namorado brasileiro para o Max no melhor estilo Romeo + Juliet acabou acontecendo durante essa Season 3, com direito a briga de comida em meio a coreôs animadas de capoeira e uma decoração típica verde e amarela. Outro ótimo momento foi a peça da Penny sobre o término do seu relacionamento (também AMEI quando ela encontrou com o seu pai, que assumiu ser gay e ela mesmo disse que isso explicava muito do próprio comportamento dela,  como se a partir daquele momento ela finalmente conseguisse entender o porque da sua personalidade, rs), onde a personagem aproveitava para se descrever como a pior namorada do mundo, assumindo uma culpa muito maior do que a que ela tinha na verdade.

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Mas nada disso foi o suficiente para garantir o futuro da série. E mesmo com essa quantidade grande até de bons momentos (o que foi a briga das irmãs Kerkovich?), eles acabaram amargando o drama de serem transferidos para as sextas, que a gente sabe que é o pesadelo de qualquer série. O limbo todo mundo também sabe que é o sábado, que é onde se encontra Smash por exemplo, mais ou menos como se a série estivesse esperando no corredor da morte para ser executada. Nesse momento, eles até chegaram a brincar em uma das promos, pedindo para que os fãs salvassem a série do cancelamento, que a essa altura seguindo uma tendência pavorosa e até desrespeitosas das emissoras durante essa temporada, a série passou a ter dois episódios exibidos por noite até a finale, que descobrimos depois que seria o final da série. The End.

E não foi um final bacana, que a gente conseguisse pelo menos reconhecer ou aceitar como um final feliz para a série. Com um plot até que bacana, envolvendo uma irmã mais velha das irmãs Kerkovich até então desconhecida, que dividiu as atenções do episódio com o plot dramático e totalmente desnecessário da separação do casal que ninguém nunca gostou ou torceu a favor, Dave e Alex (sorry de novo Dave, porque eu gosto de você e sonhava em comer um dos seus lanches. Sério, aquela carne… Yummy!). Assim, de forma bem porca e quase preguiçosa, não sobrou muito tempo para resolver qualquer questão entre os personagens da série, mesmo que naquele momento, quase nada ainda estivesse pendente.

Quase nada exceto os tais “finais felizes” que nos prometeram desde sempre, ou eles realmente acharam que uma dancinha no meio de uma festa de casamento que a propósito não era de nenhum deles (mas tê-los destruindo a festa inteira foi ótimo também) seria o suficiente para nos deixar satisfeitos com essa despedida precoce?

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Por esse motivo, proponho uma lado B o series finale de Happy Endings, com os meus finais felizes para cada um dos personagens da série:

♥  Jane + Brad = continuaram casados e apaixonados para sempre, com dois casais de gêmeos, dois negros, dois germânicos. Devido a boa genética da família comandada na linha dura e de perto pela Jane, dizem que passaram dos 100 anos e chegaram a conhecer a quinta geração da sua família, mesmo com eles já estando na forma de um ectoplasma, rs.

♥  Penny = viajou o mundo a trabalho por um ano inteiro, experimentando uma variedade de boys magias de diferentes lugares do mundo e etnias, com tudo pago e ainda recebendo por isso. Depois disso voltou para Chicago mas se mudou para NY, onde ela continuou experimentando as possibilidades da cidade por mais um ano (fez até uma ponta na season finale de HIMYM, que eu acabei assistindo esperando que a revelação da identidade da mãe tivesse sido sensacional e wait for it… não foi. Humpf!) e depois disso encontrou o amor da sua vida, uma estrela de Hollywood com quem ela se casou anos depois e adotou 5 crianças, pelo menos por enquanto. Mas continuou trabalhando e hoje é dona de metade da 5th Avenue e 2/3 da Broadway, de tão bem sucedida que continuou sendo profissionalmente. Continua dizendo “AmAUzing” e liga para a Jane toda vez que resolve trocar de carro, agora 4 vezes por ano, a cada nova estação. Até hoje, Penny mantem em cada um de suas casas pelo mundo um quarto especialmente reservado para o Max.

 ♥  Max = tomou um banho demorado por dia durante um mês e depois dessa detox encardida, arrumou um emprego normal, onde ele acabou se apaixonando pelo dono da empresa, que em pouco tempo o cobriu de jóias, piñatas mais fáceis de se quebrar e recheadas de doces e participou de uma das edições gay de Real Housewives, onde fez fama e fortuna. Depois do programa, Max cortou o cabelo e removeu aquelas tattoos pavorosas e as substituiu por novas tattoos pavorosas de pegadas de urso e ou nomes de suas conquistas espalhadas pelo corpo e hoje é dono de uma pequena joalheria de peças eróticas super exclusivas downtown Chicago, além de possuir a mair frota de limousines no fundamento 80′s do universo. Só atende com hora marcada em ambos os negócios. Sempre após as 16h00, que é quando ele começa a acordar. Não insista.

♥  Dave =  se casou com a Kim Bauer (e esse foi seu maior castigo na vida), mas ficou viúvo ainda na lua de mel, porque ela finalmente foi comida por um cougar desdentado, por isso podemos imaginar que essa foi uma morte lenta e dolorosa. Depois disso entrou em depressão por cerca de uma semana, superou, foi com seu trailer até a comunidade navajo mais próxima e se tornou um dos palestrantes mais bem sucedidos da história da comunidade. Durante seus cultos, Dave ficou conhecido por distribuir seus famosos lanches de carne, o que era proibido naquela região e por isso ele foi expulso da comunidade. Sem saber o que fazer, se inscreveu no The Voice (sério, tinha um candidato igualzinho a ele até um dia desses no programa chamado Justin Rivers), onde não conseguiu ir muito longe na competição, embora tenha conseguido pelo menos um contrato para lançar o seu único single de sucesso, responsável pela sua fortuna e pelo qual ele é chamado para cantar até hoje em feiras e convenções locais. Continua solteiro e descobriu recentemente que o grande amor da sua vida talvez seja um híbrido do Max + Brad.

Alex = (sem coração de propósito) morreu. Finalmente!

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É, apesar da mágoa, agora realmente só nos resta aceitar que uma série como Happy Endings tenha terminado dessa forma, nos devendo aquele final feliz que todo mundo gostaria de ter visto e isso nem tão cedo, viu? Mas temos que encarar que nem todo final é feliz, mesmo que ele nos tenha sido prometido, então…

R.I.P. Happy Endings

 

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The Bridge, o trailer

Maio 16, 2013

The Bridge é um remake da série dinamarquesa Bron/Broen, que por lá está na sua Season 2.

Como na série original a história gira em torno da união de forças das polícias da Dinamarca e da Suécia para resolver o plot de um misterioso assassinato ocorrido na fronteira de ambos os países, no remake americano teremos algo parecido, mas que por motivos óbvios acontecerá entre os USA e o México. No elenco, temos a excelente (e maravileeeandra) Diane Kruger e o ator Demián Bichir.

Animados? (bem achei o trailer e a produção com cara de coisa boa, viu?)

A nova série do FX estreia na America antiga no dia 10 de julho. (curioso é que um outro remake da série também já foi encomendado, só que dessa vez pela terra da Rainha, com o título de The Tunnel. Será que teremos uma competição?)

 

ps: preciso dizer que já gostei da série logo de cara pelo olhar de moda do figurino da personagem da Diane, que mesmo estando dentro de um padrão do gênero, foi pensado de outra forma e eu poderia apostar que tem dedo dela nesse fundamento…

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Conhecemos essas covinhas de algum lugar, não? #HELLYEAH

Maio 16, 2013

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Josh Holloway = Sawyer = Jamie Lannister = Prince Charming do Shrek = Höy!

Ele que vai estar na nossa série da CBC chamada Intelligence, sobre um policial super badass que tem um chip implantado com um computador que já tem até o Windows 20 (rs), que lhe permite ter acesso a todas as redes de dados da inteligência, satélite, Wi-Fi, MSN, ICQ, diz que ele pode até jogar Fruit Ninja só com o piscar dos olhos e para pagar as contas online, basta um OK de canto de boca, rs. Conexão boa é outra coisa minha gente. E ninguém me tira da cabeça que esse poder todo vem das covinhas… (será que são entradas USB? Caso contrário, onde será que elas ficam? Sorry Sawyer, mas você não é o único piadista dessa ilha aqui, rs)

Brincadeira, mas o plot da sua nova série é esse mesmo, quase que como um Chuck mais maduro e carrancudo (que deveria ter mantido pelo menos a barba) encontrando uma nova versão do Doutor Manhattan querendo ser 007 só que em “Minority Report”, só porque as referências visuais de “Matrix” já parecem batidas demais e poderiam lembrar muito o MS-DOS dos computadores Dharma daquela famosa (e maldita) ilha. Curiosos? Então talvez o vídeo abaixo possa ajudar com toda essa curiosidade…

E repararam em quem será a sua ajudante magia vermelha na série?

Chapeuzinho vermelho herself. Casal bom, não? (não o suficiente para a gente ter vontade de acompanhar, a não ser que a série seja agraciada com cenas de shirtless bem interessantes, que por sinal, não aparecem no vídeo acima… humpf!)

Höy!

 

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The Americans – o nosso novo suspense dramático preferido sobre espiões russos nos anos 80

Maio 15, 2013

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Quando a ideia de The Americans foi divulgada no passado, chegamos a torcer o nariz e alguma coisa nos dizia (talvez o nosso cinismo) que algo não tão bom assim estava prestes a surgir na TV afinal, uma série sobre espiões russos da KGB infiltrados na America antiga dos anos 80, interpretados pela dupla Felicity (de Felicity) e o Kevin Walker (de Brothers & Sisters), ambos antigos, não parecia ser tão promissora assim, apesar do tema que sempre nos atraiu, não só pelo fato dos espiões serem sempre misteriosos, sexys (em sua maioria) e badass quando em campo, mas talvez mesmo por conta dos vários disfarces que todos eles acabam tendo que segurar em nome da sobrevivência e um armário cheio de perucas, próteses e uniformes diferentes para todo tipo de ocasião. Imaginem o sucesso que faríamos nesse caso em uma festa de Halloween, huh? (quem estamos querendo enganar? Mas é claro que usaríamos esses recursos todos no dia a dia, rs)

Até que em seu piloto, conseguimos enxergar toda a qualidade da série e o seu grande potencial, que estava todo ali, resumido naquele primeiro episódio de longa duração, que talvez tenha sido pesado demais para alguns (embora eu não tenha sentido dessa forma), mas que de qualquer jeito acabou sendo compensador para quem se dispôs  a permanecer acompanhando a série durante essa sua Season 1, que nos estregou muito de todas as camadas que conseguimos perceber logo de cara nesse primeiro episódio, além de várias outras que acabaram aprofundando ainda mais essa história, deixando-a bem mais densa e muito mais interessante com o passar do tempo.

Ao poucos, a série foi nos entregando a que veio, nos mostrando que ela era muito mais do que apenas uma série sobre espiões russos da KGB vivendo o sonho americano nos 80′s. Nela, além da guerra fria dos russos vs americanos, que é o seu plot central,  encontramos também com o histórico e a bagagem dos dois personagens principais durante todo esse período até se tornarem os agentes que são hoje, Phlillip e Elizabeth, que justifica muito do comportamento atual e personalidade de ambos, além é claro de The Americans conseguir também mesclar muito bem o drama existente na relação do casal, eles que foram recrutados para ficarem juntos em nome da causa, constituindo uma família e tudo mais, sem que tivessem qualquer tipo de vínculo ou sentimento entre ambos além do interesse em comum e a saudade do frio da Russia antiga quando recém chegado nos USA. Achei bem bacana quando em um determinado momento, Phillip (Kevin Walker AKA Matthew Rhys) revelou para Elizabeth (Felicity AKA Keri Russell) que percebeu a sua decepção no olhar quando ela o viu pela primeira vez e ela sem negar o fato, acabou deixando entender que isso pode até ter sido verdade naquele primeiro instante, mas que com o tempo tudo havia mudado. Um caminho contrário a maioria dos casais comuns, onde a convivência pode se tornar um problema mais sério com o passar do tempo e nesse caso, tratando-se de dois estranhos com apenas alguns interesses em comum, essa convivência acabou funcionando como um motivo de aproximação maior para ambas as partes, até que eles finalmente deixassem de se ver apenas como uma dupla ou parceiro do crime e passassem a se enxergar com um casal.

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E esse drama familiar envolvendo o casal foi parte importante da temporada também, colocando ambos os personagens para viver uma relação que embora já tenha filhos até adolescentes, nada tinha de sólida em relação aos sentimentos de um com o outro. Isso muito mais por parte dela, que desde sempre pareceu ser mais fria (tudo muito bem justificado no piloto) e muito mais envolvida com a causa do que ele, apesar de toda a sua dedicação. Ele, apesar de também ser um excelente agente e executor (fiquei realmente impressionado com as habilidades de ambos os atores nesse caso), não consegue se incomodar tanto assim com os inimigos americanos e já totalmente adaptado ao novo estilo de vida, em um determinado momento chega inclusive a cogitar viver daquela forma para sempre, algo que ela repudia imediatamente. A sensação que fica nesse caso é a de que ele sempre esteve muito mais envolvido com o disfarce da “família perfeita” desde o coleço, realmente acreditando naquela relação que acabou sendo construída ao longo dos anos mesmo que a força ou simplesmente por obrigação, enquanto ela, totalmente prática, parecia ser apenas competente e não envolvida com nenhum aspecto sentimental dentro daquela relação, a não ser com os filhos, que na verdade parecia ser o único motivo para que eles voltassem para casa todos os dias. Algo que poderia passar como um ponto fraco na série, por a gente nunca ter visto um motivo concreto sobre o porque da existência daquela enorme distância entre os dois, mesmo depois de tanto tempo, se não fosse pelo plot do estupro que vimos ainda no piloto, além da bagagem de vida de cada um deles antes e depois de se tornarem um casal, que nos foi apresentada ao longa da temporada.

Enquanto em casa as coisas não pareciam estar nada boas para o casal a ponto deles serem obrigados a encarar a possibilidade de um divorcio, isso em plena década de 80, onde o assunto ainda não estava esclarecido para todo mundo, em campo, ambos enfrentavam desafios maiores a cada novo episódio, além de ter que conviver com o vizinho agente do FBI morando do outro lado da rua. Nessa hora, The Americans conseguiu provar que realmente é uma excelente série de ação e suspense também, além da questão do drama muito bem resolvida envolvendo o casal, nos deixando de olhos grudados na TV enquanto a dupla Phillip e Elizabeth resolvia seus pequenos problemas em terra americana, correndo o risco de serem pegos em diversos momentos, que é claro que a gente já desconfiava que não aconteceria tão cedo, mas mesmo assim ficamos nervosos com todas aquelas situações e possibilidades. E nessa hora tivemos de tudo, de ameaças a matar a sangue frio e de forma dolorosa o filho de uma mãe inocente que se recusava a colaborar com o plot de espionagem da dupla que naquele momento era extremamente necessária para a tarefa da vez, até a um agente rebelde e descontrolado se auto explodindo em um quarto de hotel, a série conseguiu transitar muito bem também nesse lado mais tenso da história, que na verdade é o seu maior atrativo.

Com vários disfarces diferentes e uma competência fora do comum, ambos mostraram o porque talvez sejam os melhores agentes russos em campo, embora nem tudo tenha sempre dado certo em suas missões durante essa primeira temporada. Não por incompetência deles e sim pelo acaso, que é uma forma honesta de nos apresentar o problema e que a série também conseguiu fazer muito bem, mesmo quando para isso foi necessário deixar os gélidos agentes russos um tanto quanto mais humanos e vulneráveis. Apesar disso, The Americans não conseguiu passar batido de alguns clichês do gênero, alguns pequenos e menos irritantes e outros que poderiam ter sido evitados, como o casal sendo capturado e descoberto cedo demais, ainda no meio da temporada, o que já denunciava que tudo não passava de um golpe a pedido de alguém próximo do casal, onde quem é que não desconfiava que tudo não fazia parte de uma espécie de treinamento comandado pela nova chefona mamma russa, hein? (aliás, um bom personagem que inclusive ganhou uma amarração importante ao final da temporada)

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De qualquer forma, tentando deixar esse clichês de lado, é impossível não reconhecer a força da série durante essas sequências de perseguição ou corpo a corpo, com tudo sendo executado de forma bem bacana, honesta, com ambos atores com históricos de personagens mais frágeis e nada parecido com seus atuais personagens, quebrando tudo sem a menor piedade e de forma muito bem executada que em quase nada (a não ser quando propositalmente) nos faz lembrar de seus históricos na TV. Nesse caso, acho que vale ressaltar que apesar da gente ainda chamá-los de Felicty e Kevin Walker de vez em quando (por comodidade e diversão, apenas), eles em nada se assemelham com seus personagens do passado, a não ser por algumas cenas onde eles muito provavelmente “de propósito” resolveram fazer alusões silenciosas a esse passado dos atores, de forma bem humorada até, como eu disse anteriormente sobre a história da peruca curtinha da Felicity ainda no piloto e agora, no final da temporada, de uma forma mais sentimental bem bacana e mais explícita com uma cena ótima da atriz Keri Russell revivendo parte do passado da sua série antiga que nós gostamos tanto, sentada na lavanderia de casa, super fragilizada (algo raro para ela dentro desse novo cenário) e ouvindo uma fita K7 (se alguém me perguntar o que é isso eu finjo que nem é comigo, propositalmente) gravada por alguém da sua família russa (muito provavelmente sua mãe). Sério, #TEMCOMONAOAMAR esse tipo de link com o passado? Isso sem contar alguma cenas surpreendentes que também acabaram acontecendo durante essa primeira temporada, como ambos batendo o carro do meio do nada em uma cena que nada indicava que algo do tipo aconteceria, apenas para cobrir seus disfarces. (apesar de AMAR o Matthew Rhys nesse papel, tenho que confessar que me peguei imaginando várias vezes o que seria Felicity ao lado do Ben dentro desse cenário. Quer dizer, imaginei sim esse cenário, com a diferença de que a Felicity não fazia parte dele, mas sim com o Scott Speedman e eu myself vivendo nos 80′s essa versão mais explosiva da minha #CRUSH antiga, confesso, rs)

Outra surpresa que acabou acontecendo dentro da série foi a ausência de um vilão declarado, com a America vs Russia sendo tratadas da mesma forma e assumindo suas parcelas de culpa, ao contrário do que se esperava sobre o assunto, por se tratar de uma produção americana, que todo mundo já contava que tinha tudo para ser tendenciosa fazendo aquela propaganda de sempre dos USA e o seu way of life. Basicamente, The Americans trata o plot da guerra fria como um caso de ação e reação,  sem deixar pontos de vistas muito claros em relação a quem seria o vilão dessa história, sem escolher lados e mostrando as duas faces dos rivais. Algo que eles conseguiram fazer até que naturalmente, sem deixar a sensação de que a história estava sendo contada pela metade ou que faltava coragem para contá-la da forma certa. Por se tratar de ficção, é importante que esse equilíbrio tenha aparecido desde sempre na série, mesmo com ela tendo encontrado alguns fatos reais da nossa história recente, como o atentando ao presidente americano Reagan, que teve como seu responsável um fã descontrolado da atriz Jodie Foster, por exemplo.

Do lado da lei dentro da história, também não conseguimos fugir de alguns clichês do gênero, como o policial meio clueless que não desconfia que o perigo mora ao lado. Se bem que, nesse caso nem podemos dizer exatamente isso porque o Stan (Noah Emmerich), o vizinho agente do FBI, até chegou a desconfiar de seus vizinhos e isso nós também já vimos no piloto (um momento excelente por sinal). Para ele, sobrou a história de acabar envolvido como uma agente russa agora dupla, Nina (Annet Mahendru), que se manteve como uma “traidora fiel” da sua pátria (embora tenha sido forçada a isso) até perceber que o FBI também estava disposto a qualquer coisa em nome de uma retaliação, que foi quando ela resolveu confessar a sua traição e encerrou a temporada jurando vingar a morte de um de seus colegas de trabalho, que mesmo inocente, acabou sendo vítima de toda a essa história de gato e rato apenas por se tratar de uma presa fácil para o FBI conseguir mandar o seu recado naquele momento. Só acho que para quem tem um vasta experiência em campo, como ele mesmo chegou a mencionar em alguns pontos da temporada, fica difícil entender como um cara como o Stan conseguiu ser enganado tão facilmente pela Nina. Tudo bem que esse foi apenas o começo da história entre eles com ela pertencendo novamente ao lado russo da coisa, mas mesmo assim, ainda acho que o seu personagem (Stan) esconde alguma coisa ou talvez essa seja apenas uma sensação pessoal minha, que tenho muito mais medo dele do que dos demais agentes russos infiltrados na trama. Se bem que nesse caso, tudo pode também ser justificado facilmente por conta da magia da personagem estrangeira sempre a disposição para qualquer coisa, if you know what i mean… rs

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Outro fato que até pode ser um clichê, mas que também foi resolvido de forma bacana, foi a questão da guerra interna até mesmo dentro da organização, com Phillip e Elizabeth enfrentando alguns problemas sérios com a nova administração russa, algo que demonstrou que apesar dos ideais em comum de todos os envolvidos do lado russo da força, ambos também conseguem pensar com a própria cabeça e sabem que mesmo do lado de quem diz que os protege, eles não estão nada seguros.

Boas surpresas também nos foram reveladas aos poucos durante essa Season 1 da série, como o envolvimento da Felicity (desculpem,  mas de vez em quando não consigo chamá-los por seus atuais codinomes, rs) com o personagem que ela mesmo havia recrutado no passado como força aliada, Gregory (Derek Luke) com quem nós descobrimos que ela viveu algo bem mais profundo do que apenas uma aventura. Ele que teve um final bem bacana (além de uma conversa super franca e honesta com o Phillip anteriormente, em outro bom momento da série que mais uma vez soube fazer perfeitamente o uso da sua trilha sonora como recurso para ajudar a ilustrar o momento), escolhendo morrer como “bandido” (na cabeça dele com “herói”) a viver como uma outra pessoa em um lugar onde ele nunca imaginou estar na vida. O mesmo vale para a revelação da antiga parceira do Phillip, que no começo apareceu apenas em um foto, sem muito destaque, mas que mais tarde descobrimos também fazer parte da organização, além de ter escondido o fato de ter um filho com Phillip no passado (que não conhecemos ainda), algo que ele desconhecia até então. Ela que acabou sendo o motivo para a separação do casal, por representar algo importante do passado dele e Elizabeth agora ter consciência disso.

E os personagens secundários dessa história também foram bastante importantes para ajudar a contá-la, além dos interesses amorosos do passado de cada um deles, como a funcionária do FBI enrolada esse tempo todo pelo Phillip, que acabou sendo forçado a se casar com ela para seguir com seus planos. Muito embora ela tenha parecido ser meio “sonsa” demais em relação aos acontecimentos e todo o comportamento do Phillip, o que nos deixa com a sensação de que na verdade, nem que seja lá no fundo, ela bem desconfia que tem alguma coisa de errado em relação aos pedidos de colaboração feitos a ela por seu agora marido, mas que ela prefere fazer vista grossa para não acabar como mais uma solteirona amarga e infeliz daquela ou de qualquer outra época. Típico.

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Como final de temporada ganhamos um episódio tão bom quanto o piloto, com o FBI chegando bem perto de colocar as mãos no casal de procurados, isso por conta da volta da personagem mãe chantageada por ambos ainda no começo da temporada, que chegou a fazer um retrato falado dos dois para a polícia (sendo que o dela está super parecido, hein?), algo que acabou esclarecendo algumas questões em relação aos procurados russos da vez. Da sequência da perseguição de carros, até a forma como ambos conseguiram escapar das mãos do FBI, que estava seguindo a pista certa em relação aos dois, tudo foi feito de forma excelente, tenso na medida certa (principalmente pensando em um season finale) e ainda acabou nos entregando uma resolução super bacana para o casal, que inclusive, quase foi pego pela filha adolescente durante a sequência de encerramento dessa primeira e excelente temporada da série (algo que não pode e nem deve acontecer e já sabemos que quem conseguir chegar perto de descobrir qualquer coisa, consequentemente deve morrer, como o parceiro do Stan no FBI, por exemplo), com todas as pontas soltas se encontrando nesse excelente episódio final.

E vale lembrar que desde cedo, The Americans já havia garantido sua Season 2 pelo FX ou seja, já temos como certo que pelo menos teremos mais uma temporada dessa deliciosa perseguição e espionagem russa oitentista pela frente. E ainda bem!

 

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Us & Them Season 1, o trailer

Maio 15, 2013

Nova aposta de comedia da FOX, que na verdade é um remake americanizado da inglesa Gavin & Stacey da BBC3, que apesar desse detalhe (e da nossa experiência que sempre nos alerta que remakes tendem a não ser muito bons, exceto por The Office) parece ser bem boa (e o trailer é animador mesmo. Eu pelo menos já fiquei com vontade de assistir tipo, NOW!), além do fato de nos trazer de volta a Rory Gilmore, também conhecida como Alexis Bledel.

Animados?

Agora, só eu acho muito estranho a Rory estar pegando o ex da mãe dela, Lorelai, atualmente Sarah em Parenthood? (apesar de ter AMADO o casal e não conseguir pensar em uma recomendação melhor da Lorelai – se tivesse  conhecido o moço na biblioteca ou na fila do banco e não tivesse frequentado aquelas partes – para a própria filha antiga. PS: eu mandaria dinheiro para uma vaquinha de um filme de Gilmore Girls, fácil fácil!)

 

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Arrested Development Season 4, o trailer (e o sonho realizado)

Maio 15, 2013

É sempre SENSACIONAL reencontrar com personagens que nós AMAMOS faz tempo, mas só eu senti falta da narração da série antiga que sempre foi deliciosa? (assim como a edição da série)

Ansiosos?

Dia 26 está logo aí… e o Netflix também.

 

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