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O “recall” de Parks And Recreation

Maio 23, 2013

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Essa foi uma temporada difícil para Parks And Recreation. Bem difícil na verdade. Por isso, não consigo imaginar uma melhor forma de encerrar a temporada a não ser convocando um “recall” que foi exatamente o que eles fizeram (no caso, com a candidatura da Leslie) durante a season finale e que talvez tenha sido a forma mais honesta de encerrar essa que não foi a melhor temporada da série. Dá para pedir um recall da temporada inteira, NBC? (ando com uma bronca da NBCecê…)

Além de não ter sido tão bacana assim, Parks & Rec também acabou recebendo aquele tratamento desrespeitoso da NBC (que não foi a única que andou fazendo isso, que fique bem claro), disponibilizando por boa parte da temporada o número de 2 episódios semanais, algo que em outras épocas a gente até poderia considerar como um presente e agradecer talvez, mas que nesse caso acabou pesando um pouco demais levando em conta o atual estado da série e por isso a experiência de doses duplas da série não foi nada bacana nesse momento (além de soar como se eles estivessem apenas querendo se livrar das temporadas o mais rápido possível). Mas tudo bem, Amy Poehler é do tipo que tem crédito com a gente, por isso a perdoamos e continuamos ao seu lado na cidade de Pawnee. (o mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham e a Mindy Kaling)

E toda a genialidade da temporada anterior, com a campanha da Leslie em busca de ser eleita, acabou ficando de lado uma vez que esse seu sonho já havia se realizado e Leslie finalmente havia chegado onde ela sempre sonhou estar. E não, nós não estamos falando da cadeira de presidente dos USA. Ainda não, pelo menos por enquanto, mas até uma cameo do vice presidente a série conseguiu garantir durante essa nova temporada, algo que podemos dizer que realmente não é para qualquer uma.

Mas uma vez que agora a personagem acreditava estar com o poder nas mãos, Leslie acabou se vendo de mãos atadas em relação a toda burocracia da política local (e não só local, como nós bem sabemos), conseguindo desenvolver bem pouco de tudo aquilo que ela um dia sonhou em fazer pela sua cidade e isso querendo ou não, acabou sendo muito frustante. Embora esse seja um plot extremamente realista, pensando em alguém que segue esse tipo de carreira política, Parks And Recreation acabou pecando nesse sentido, porque uma vez que agora Leslie se encontrava em uma posição com mais possibilidades, pouco ela acabou fazendo nesse sentido, quase como se esse plot político da personagem tivesse ficado mais de lado durante essa Season 5 (uma vez que o sonho já havia se realizado…), para desenvolver algumas outras situações que eles consideravam mais importante naquele momento, não só para ela como também para os demais personagens da série.

Sem contar que Leslie e o Ben funcionam perfeitamente como dupla/casal e quando separados pelo trabalho, em locais diferentes, embora seja uma foufura ver o casal cometendo algumas loucuras em nome da saudade (AMO a Leslie apaixonada pela retaguarda do boy magia. AMO!), chega a parecer um desperdício grandioso esse tipo de distância entre os dois, algo que poderia muito bem ser resolvido se o Ben tivesse um trabalho local, mesmo que não na prefeitura (como no começo), algo que eles até que demoraram um pouco para consertar no início da temporada, mas logo resolveram acertar para não perder mais tempo com algo que quando mais perto, sempre funcionou tão bem. (isso sem contar também que com o Ben longe, a April acabou sendo levada junto com ele e ela nós queremos ao lado do Andy + Ron, para sempre!)

Parks and Recreation - Season 5

E a questão do tempo foi outro fator importante para a história e a sensação que tivemos em um determinado ponto dessa Season 5 foi a de que eles acabaram correndo um pouco demais com as histórias de cada um dos personagens, muito provavelmente para que eles pudessem chegar mais próximos de suas resoluções pessoais, caso o futuro da série não fosse dos mais felizes, algo que ainda permanecia incerto e devido a instabilidade da NBC em relação a suas comédias,  acabou sendo um detalhe que certamente perseguiu Parks como uma possível ameaça até a chegada dos upfronts. Andy na polícia, Andy fora da polícia, Jerry finalmente se aposentando (excelente!), Annie querendo desesperadamente um filho (toda vez que eu vejo a Ann e o Chris totalmente sem nenhuma função dentro da série a não ser a de nos causar um sono profundo, imagino se não seria a hora de Parks experimentar plots mais dramáticos envolvendo mortes repentinas, quem sabe? rs), nem que para isso tivesse que recorrer a algo mais independente (e óbvio, e preguiça…), Tom conseguindo fazer sucesso com sua nova empresa que aluga suas próprias roupas de grife a preço de banana para os adolescentes da região (por conta do seu pouco tamanho, rs), Ben e Leslie resolvendo se casar rapidamente. Tudo isso foi meio que resolvido as pressas, quase como se eles estivessem sentindo que o fim se aproximava para a história desses personagens. Mas se a sensação foi a de que eles aceleraram para ganhar tempo no começo, mais ou menos da metade da temporada para o final, ficamos com a sensação de que eles chegaram cedo demais e por isso talvez fosse a hora de desacelerar e consequentemente, acabaram nos entregando uma sequência de episódios de dar sono.

Apesar dessa pressa, em algumas dessas resoluções encontramos os melhores episódios da temporada, como aquele com o Halloween, em que eles acabaram causando um infarto no Jerry (e #TEMCOMONAOAMAR a família inexplicável de mulheres maravileeeandras do Jerry?), que foi onde essa Season 5 realmente começou a engrenar, ainda mais porque esse episódio além de divertidíssimo, contou também com o pedido de casamento do Ben para a Leslie, um momento que todos nós estávamos esperando faz tempo (♥). E por conta do noivado, acabamos conhecendo também os pais do Ben (e o pai dele era ninguém menos do que o Mike de Breaking Bad, howbadassisthat?), eles que não se davam muito bem por conta de um divórcio mal resolvido no passado, que foi um outro momento bem especial para a série.

E se as coisas estavam se acertando para o casal principal da série (e o único que importa além da April e do Andy, sorry para os demais, mas é verdade…), Ron também acabou ganhando uma nova candidata a Senhora Swanson, ela que de quebra chegou com duas filhas adoráveis, que transformaram o Ron em princesa e só por esse motivo já devemos o nosso respeito à elas. Ron que além de ter encarado novamente a sua ex, Thammy, no momento em que ele estava sendo homenageado, encerrou a temporada com a possibilidade de ser tornar pai, algo que acabou pegando todo mundo de surpresa. E não pai de uma criança qualquer, porque a atriz que interpreta sua nova pretendente foi ninguém menos do que Xena na TV (Lucy Lawless) e por isso ela também merece todo o nosso respeito. (We ♥ Xena)

Pensando bem, essa foi a temporada casamenteira de Parks and Recreation e sobraram plots do tipo para todos (mais um motivo para a gente acreditar que eles estavam realmente considerando essa como uma última temporada para a série). Tom acabou descolando a irmã do Jean-Ralphio (impressionante como ela parecia com o irmão, não? E era tão ótima quanto #HELLYEAH) para infernizar a sua vida e para a Ann sobrou mesmo o plot  da procura pelo pai perfeito para o seu filho, que desde o começo estava mais do que na cara que seria o Chris (fico tão constrangido com o Rob Lowe nesse papel, que seria perfeitamente perfeito se ele estivesse em New Girl, por exemplo), como estava também na cara que só de lembrar dessa história já sentimos uma estado de coma induzido batendo lá no fundo. ZzZZ

Outro momento super aguardado e que acabou acontecendo meio que de surpresa, ainda no meio da temporada (mais um prova de que eles estavam tentando correr com tudo), foi o casamento da Leslie e do Ben, que acabou acontecendo antecipadamente, bem antes do que a gente imaginou que aconteceria (ainda mais sendo a Leslie quem é em relação a qualquer coisa na sua vida) e que não poderia ter sido mais foufo também. E estava bem na cara que o grande casamento não daria certo para aqueles dois e a recepção perfeita acabou acontecendo na Prefeitura mesmo, com apenas o pessoal do departamento e a Leslie com o vestido perfeito feito pela Ann (que foi o que justificou a sua presença na série durante essa temporada), sendo levada até o altar pelo Ron, em um momento que certamente foi bem importante e representativo para a mitologia da série.

Parks and Recreation - Season 5

Depois disso tivemos alguns outros episódios bem meio assim, que não chegaram a empolgar muito, com várias participações do “vereador” dentista que eu acho um chato, além de histórias bem meio assim e com um apelo bem menor. E foi nessa hora que a temporada começou a pesar ainda mais, como se eles estivessem meio que perdidos, sem saber para onde seguir com toda a sua história, como se não tivessem muita certeza ainda sobre quanto poderiam avançar e contar sobre aquela história… talvez isso não tenha sido uma culpa apenas dos roteiristas e sim da incerteza sobre o fato da série ser salva ou não pela NBC, algo que se só confirmou depois da temporada já encerrada, nos revelando que sim, teremos uma Season 6 de Parks And Recreation.

Mas foi nesse ponto que a série realmente se perdeu e toda a genialidade da sua mitologia antiga acabou parecendo perdida e ou desperdiçada em meio a piadas sem graça e histórias que pouco conseguiram despertar o nosso interesse. Sabe aquela série quase sem limites, que colocava um ônibus eleitoral praticamente atropelando uma funeral? Então, sentimos falta disso durante toda essa temporada de Parks, infelizmente. Talvez por isso também a gente nem tenha conseguido comemorar muito sobre o fato da série ter sido renovada para mais uma temporada (apesar de sermos #TeamPoehler), algo que ficou bem difícil de comemorar depois de uma Season 5 tão arrastada e bem meio assim.

Para o final da temporada, tivemos o plot mais aleatório possível, com o Andy fazendo o policial (ótimo por sinal e eu AMEI o Andy ressentido com a sua banda também em um outro momento) e investigando a possível dona do teste de gravidez que ele encontrou no lixo, algo que acabou passando por todas as personagens mulheres da história, inclusive a sua mulher, April, que na verdade descobrimos que estava sim escondendo alguma coisa, mas não uma gravidez (e sim a sua entrada para a Faculdade de Veterinária), até descobrirmos que no final das contas, o teste era mesmo da nova namorada do Ron, que a essa altura já tinha praticamente sumido da série. Xena, você já foi mais alguém mais presente na floresta, hein? E como final de temporada tivemos isso e o plot do “recall” da candidatura da Leslie, com a cidade se colocando contra a sua atual posição (nesse momento foi ótimo ver alguns personagens de volta a série, como aquela ex atriz pornô doppelganger da Leslie e o Jason  Schwartzman, que fez uma participação durante essa temporada como dono de uma locadora de vídeos), que foi o que eu mencionei no começo dessa review, justificando o título do post.

Diferente de Community, que a gente acha que talvez tenha se perdido de forma irrecuperável, como foi a sua também recém encerrada de forma traumática Season 4, que em nada conseguiu nos fazer lembrar o que a série já foi no passado (fiquei até feliz de ter escrito essa review depois daquela sobre Community, assim consegui ter parâmetros um pouco melhores para enxergar mais qualidades em Parks, mesmo com essa temporada precária), Parks and Recreation mesmo não nos entregando o seu melhor, com aquele final, ainda conseguiu nos deixar uma pontinha de esperança  a mais com uma mensagem mais ou menos como “É, sabemos que nós erramos. Confessamos. Mas deixa com a gente que vamos consertar essa falha…” que foi o que aquele “recall” da finale nos fez pensar sobre o futuro da série.  Pelo menos é o que nós ainda acreditamos e esperamos de uma série que vinha fazendo uma trajetória tão excelente até aqui.

Esperamos que a série volte a nos deixar animados no futuro. Esperamos também que a NBC respeite mais suas comédias .

Parks & Rec está precisando de mais recreação, com urgência!

 

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No regabofe dos Obamas desse ano, podemos dizer que quem se deu melhor veio diretamente de outras vizinhanças

Maio 2, 2013

Primeiro de tudo, uma pergunta importante e honestamente honesta: será que eles servem coxinha, bolinho de queijo e ou risoles misto na casa do presidente? (esses dias passei em frente a uma escola e senti um cheiro de risoles tão delicioso e que me lembrou tanto a minha infância, que quase subornei uma das crianças para comprar um para mim, mesmo correndo risco de acabar preso injustamente, rs. Sério)

No finde passado aconteceu o já famoso White House Correspondents’ Association Dinner (2013), que na verdade nada mais é do que um regabofe na casa do presidente, onde obviamente todos fazem questão de aparecer e que para a nossa sorte, a maioria deles parece não fazer tanta questão assim de aparecer muito bem, se é que vocês conseguem me entender. (enxergar já ajuda, rs)

Em meio a figurinhas repetidas de sempre e gente que veio de longe para ser recebida pela America antiga pelo atual dono daquilo tudo, percebemos que durante essa edição, os Obamas acabaram sendo envergonhados pelas pratas da casa e quem se deu bem mesmo veio de outras vizinhanças com sotaques diferentes.

Ficaram curiosos? Então vamos logo servindo os salgadinhos enquanto está tudo quente (detesto comida fria) que o jantar já vai começar…

 

Não basta ser linda, tem que ser inglesa, recém viúva e herdeira de Downton, não é mesmo Michelle Dockery?

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Sim Michelle Dockery, sabemos que você é tudo isso mesmo e ainda por cima vem com essa pele de dar inveja a qualquer pessoa que viva em um país que tem uma relação mais próxima com o sol.

Dockery que foi quem mais acertou durante o jantar com o presidente, mesmo estando com um vestido até que simples, apesar da cor (linda por sinal). Certeza que a Rainha e todos de Downton, principalmente a criadagem, se sentiram orgulhosos nesse momento. Só não vale se apaixonar demais por um hot dog e meia dúzia de bagels e logo considerar pedir a cabeça da sua personagem na série inglesa como muitos de seus coleguinhas, que isso a gente jamais vai perdoar, como não perdoamos o que aconteceu com o seu finado marido. O capeta e todos nós estamos de olho…

Agora, o melhor da imagem é a cara da Elaine ao fundo, apavorada por alguém ter acertado muito mais investindo na mesma cor que ela. Quem manda pegar seus conselhos sobre moda com o Seinfeld

#GHOLGEOUS

 

Ainda com sotaque inglês, outra que divou durante o jantar também veio da mesma vizinhança…

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… e essa foi a Emily Mortimer (com um modelo bem simples também), que apesar de ter escolhido esse vermelho mais aberto que não é dos meus preferidos (prefiro os fechados e ou queimados), também conseguiu se destacar em relação à suas amigas americanas, evitando inclusive de ser confundida com o tapete, algo que é sempre o pesadelo de todas que resolvem investir na cor.

ps: saudades de The Newsroom, que volta dia 14 de julho na America antiga. Anotem na agenda da Hello Kitty…

 

OK, nem só de inglesas divando sobreviveu o jantar do presidente desse ano

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E como boa representante da America antiga, eu diria que até surpreendentemente (sorry Amy, eu tem AMO, mas nem sempre você acerta e isso talvez aconteça porque nós ainda não somos amigos. Me liga, pede para alguém te apresentar, rs) foi a Amy Poehler, que acertou bem com o seu longo branco, rico em bordados e que ainda por cima conseguiu dar mais altura para ela, algo que é sempre bem vindo no seu caso, rs. (e quando é que e a Tina Fey serão as apresentadoras dessa festa também, hein produção?)

 

Por favor, voltem para Nashville IMEDIATAMENTE

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Lembra quando a gente gostava da Hayden Panetone em Heroes?

E lembra quando a gente gostava de Heroes? (que vergonha ter que admitir isso minha gente. E qualquer dia eu sorteio por aqui o meu box da Season 1 que eu não sei o que fazer com ele. Só para ninguém dizer que esse é um blog que nunca sorteia nada, rs)

Agora, alguém conhece alguém que tenha uma máquina do tempo (um segundo… Alôr? Doutor?) capaz de voltar no passado e nos dizer para não perder tempo com essas duas grandes bobagens da nossa história televisiva recente?

Obrigatô.

Sério, que vestido pavoroso em amarelo (e poderia ser em qualquer outra cor) é esse?

#CREDINCRUZ

Sem contar que esse tipo de saia, mesmo no tom de amarelo errado, continua imprimindo a saia da Bela de “Beauty And The Beast”. Fato.

Não que Hayden mereça usar algo do tipo, nem de brincadeira (bate na madeira x3), mas talvez ela tenha achando que a festa era a fantasia e vulgar do jeito que parece ser, talvez tenha alugado uma fantasia de “Bela Sexy” que é o que todas elas sempre fazem.

Pode reparar que todas com disposição para um biscatismo tem “Sexy” na descrição de suas fantasias.

#NAOTABOMNAO

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O mesmo vai para Connie Britton, que descobrimos recentemente ser o sonho de MILF de muitos marmanjos (vai entender a cabeça desses homens) e mesmo que não esteja vulgar como sua colega de elenco daquela série que preferimos não ver, errou feio por ter escolhido algo fácil de ser visto em um álbum de casamento qualquer.

#NAOTABOMNAO

 

Alguém sabe onde foi a promoção dos vestidos com tecidos meio assim?

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Hein, Elizabeth Banks?

Uma mulher da Capitol me aparecer assim em público, não pode ser certo, não é mesmo?

#NAOTABOMNAO

E se alguém te oferece um vestido desses, nessa cor e tecido, você faz o que?

( ) Faz a pessega para não criar confusão

(X) Assume que confusão é o seu nome do meio e parte logo para o atraque e já vai arrancando os brincos e as extensões no cabelo, por precaução…

 

Digamos que ela é tão engraçada quanto o seu vestido é bacana e ou bonito…

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ou seja, quase nada. E é só isso.

Siga

Sempre

Sorrindo, Julie Bowen. Um velório que aceitaríamos numa boa em Modern Family. Pensem nisso roteiristas…

 

Não faz essa cara de azeda não, porque quem escolheu ir de verde guacamole passada foi você mesmo, Kathya…

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Ainda bem que para compensar o pavor do vestido, Káthya espertamente foi com esse “cinto” que mais parece um arranjo exótico de Ferrero Rocher e se a gente estivesse por lá, já passaria a mão em pelo menos uns 5 deles para colocar na bolsa e comer no carro, depois de passar no Siri Cascudo, porque comida desse tipo de jantar é sempre meio assim e ninguém tem coragem de repetir porque não quer fazer a sem limites no por quilo e ou porque o gosto não é dos melhores. (e dizem que as vezes vem de morna para fria e isso a gente não aceita nunca jamais!)

 

Responda rápido: o que acabou de chegar para a Sharon Stone?

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Um Fedex carimbado como urgente, com pelo menos 20 anos a mais para ela carregar daqui para frente.

Sério, quantos anos Sharon ganhou desde a última vez que qualquer um de vocês viu uma imagem dela?

#CREDINCRUZ

(R: todos aqueles que suas inimigas conseguiram desejar que ela ganhasse. WOO)

 

Glenn Close tomou uma dose extra de xuvenil em gotas ou o que?

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Não, foi a Patricia Arquette que parece estar fazendo a dieta dos vinte anos (a mais) em vinte minutos.

Dieta super bem sucedida, não? Indique para a sua inimiga mais próxima.

#CREDINCRUZ

 

Se o casal Dancy Danes não fosse tão talentoso…

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… a gente até poderia falar qualquer coisa de ruim em relação ao modelo dela da noite, que para ser feio precisava ser menos horrorendo e ou pavoroso, mas vamos tentar ignorar devido ao crédito que ambos tem com a gente por ser o melhor casal da TV atualmente, ela na sua sempre excelente Homeland e ele na recente Hannibal, que é sensacional.

Ainda bem que as duas nem passam no mesmo período, ou seria muita crueldade com os demais casais atore atualmente trabalhando na TV. Sorry, but I’m not sorry…

 

Ô gentê, ninguém fez amizade com a menina ainda?

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Mas Hollywood é mesmo uma terra de malditas não?

Não acredito que até agora ninguém fez amizade com a Sophia Bush para dizer que ela ficou pavorosa com essa franja que ela continua insistindo em manter…

Será que é por causa do sobrenome? Vale dar a carteirada de One Tree Hill, para despistar e lembrar que ela é bacana?

Tadinha, mas #NAOTABOMNAO

 

1 sonho:

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Construir uma relação de intimidade com a Amy Poehler que me permita esse tipo de reação.

O mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham, a Mindy Kaling e as meninas do Broad City. #HELLYEAH

 

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Broad City, a série que ainda não é série mas já é sensacional!

Março 22, 2013

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Na verdade, Broady City é um webserie excelente criada e protagonizada pela adorkable dupla Abbi Jacobson e Ilana Glazer (sério, sou completamente apaixonado pelas duas, que eu AMO/sou e desejo me tornar melhor amigo em 3, 2, 1!) que no passado chegou até a despertar o interesse da Amy Poehler (que participa de um dos seus episódios como ela mesmo e também será produtora da versão da série para TV), que na época ofereceu a série para o FX, mas que acabou não acontecendo naquela ocasião por um motivo qualquer. Tolos.

Até que o Comedy Central acabou se encantando pelo projeto e a genialidade dessas garotas (que são uma espécie de Louie na versão menina e ainda com 20 e poucos, tipo Girls) e decidiu transformá-la em série de TV, encomendando 10 episódios para uma Season 1. Na internet, a série já estava em sua segunda temporada, com alguns curtos episódios disponíveis, de aproximadamente 5 minutos cada (Season 1, Season 2), já antigos até, mas ainda não se sabe se eles serão aproveitados de alguma forma para o seu novo formato ou não. Existem também uma série de episódios ainda mais curtos do que o de costume (esses aqui ó), com ambas dividindo conversas animadas pelo Skype, com os assuntos mais improváveis e variados possíveis e que também são todos bem bacana.

E nessa cumplicidade da relação de amizade entre as duas está a maior força de Broady City, que tem como plot central justamente essa intimidade encontrada na relação dessas duas amigas, que aproveitam o seu dia a dia no Brooklyn em NY para abordar as situações mais comuns possíveis do cotidiano de todo mundo, sempre de forma extremamente bem humorada (com diferentes camadas, inclusive), explorando muito bem essa intimidade que ambas conseguem dividir sem fazer muito esforço, quase que naturalmente. Elas que de vez em quando são até confundidas com um casal, inclusive por seus familiares. (o episódio com as mães das duas é bem bom e todo pautado nesse plot)

A relação no trabalho, primeiros encontros, interesses em comum, magia, sexo, drogas, comodidade, intimidade, tudo aparece nos diversos episódios disponíveis online e são todos deliciosamente deliciosos, do tipo que é impossível tentar se conter e não acabar assistindo tudo de uma vez só, ainda mais porque eles são todos bem curtinhos e viciantes. (recomendo que não façam isso porque a crise de abstinência pode ser cruel e pesada)

Por enquanto, a previsão é que a série só chegue à TV em 2014, mas até lá, podemos conferir o que já foi produzido dessa webserie entre 2010 e 2011, que tem tudo para se tornar uma das futuras boas comédias da TV, ainda mais com essa ajudinha da Amy Poehler, na qual nós confiamos totalmente (e Abbi e Ilana conseguem provar já com a série online que também são engraçadíssimas). Abaixo, separei alguns dos meus episódios preferidos para quem se animar:

Essas são Abbi e Ilana no trabalho. Esse sou eu no trabalho. Sério, exatamente assim. Exatamente.

Nesse episódio, Abbi e Ilana enxergam a possibilidade de um encontro e eu duvido que vocês nunca tenham se visto exatamente nessa mesma situação.

Aqui temos uma forma super bem humorada de ilustrar as diferenças e semelhanças de cada uma delas quando separadas, que são extremamente diferentes, mas absolutamente iguais ao mesmo tempo.

Nesse episódio que tem a participação da Amy Poehler, ganhamos uma declaração de amor bem sincera para a cidade de NY.

E para encerar, temos esse delicioso season finale com cara de instalação de arte performática e que emprestou afetivamente a sua faixa de encerramento para a nossa última mixtape.

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Da série casais de mentira que nós amamos ainda mais quando se afofando: Leslie Knope + Ben

Março 7, 2013

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Sério, #TEMCOMONAOAMAR esse momento e para quem assiste Parks And Recreation, imaginar exatamente a cara de ambos durante o mesmo?

Não, não tem. (♥)

 

Spoiler: e quão foufo foi o casamento antecipado dos dois? Não poderia ter sido mais perfeito. Mas, apesar disso, estou com a sensação de que eles estão correndo com a série (que andou bem irregular durante essa temporada) já imaginando o seu final. Triste. (mas será que eles realmente foram tão inocentes assim e já não previam que algo do tipo aconteceria quando a temporada foi reduzida ou será que eles meio que perderam a vontade memso?)

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A temporada final de 30 Rock – Blerg!

Fevereiro 15, 2013

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Primeiro de tudo, foi lindo poder ver uma série como 30 Rock chegando a sua sétima temporada. E chegando bem, com apenas um deslise aqui ou ali (significando uma temporada ou outra mais fraca do que as demais, mas ainda assim bem boa), mas encontrando rapidamente a boa forma de seus primórdios e chegando a sua reta final da melhor forma possível, embora obrigada a amargar uma última temporada reduzida (me recuso a dizer que foi melhor que nada, mas foi). Tina Fey afiadíssima como sempre, Alec Baldwin em seu melhor papel na vida. Até o elenco mais canastrão ou caricata da série esteve muito bem durante todos esses anos até o final da série e até mesmo os coadjuvantes mais coadjuvantes tiveram a sua vez no series finale, nem que seja apenas por um simples detalhe, como o boné do Frank onde dessa vez estava escrito “Period”, nada mais apropriado para uma conclusão encerrando o plot dos seus easter eggs escondidos nesse tipo de detalhe simples, mas que muitas vezes acabou funcionando como uma das melhores piadas do episódio para quem é mais atento a esse tipo de detalhe, por exemplo.

Apesar de não ser nada fácil aceitar que algo que gostamos tanto finalmente tenha encontrado o seu fim, acho que nesse caso não podemos nem lamentar, porque 30 Rock foi uma experiência totalmente atípica na TV, uma verdadeira exceção a regra. Em pensar que a NBC continuou apostando na série até então, mesmo com a sua baixa audiência desde sempre, podemos perceber que realmente ela foi uma exceção. Baixa para alguns, seletiva para outros, mas fato é que a série conseguiu um feito que poucas outras que seguem uma linha semelhante (Community, Parks & Rec…) terão a chance de conseguir um dia a chegar pelo menos perto do que a série alcançou. Ainda mais agora, em tempos de mudanças, quando encontramos um canal como a NBC, que sempre foi o dono das ótimas e memoráveis comédias da TV, algumas bem inovadoras e que acabaram fazendo escola (como a avalanche de single-camera como fundamento que andou se multiplicando nos últimos anos), canal que agora se encontra visivelmente enfrentando uma crise de identidade preocupante, tentando popularizar o humor, entregando novos projetos cada vez mais mastigados ou fáceis de serem digeridos e tudo isso em busca de uma maior audiência, grandes números, coisa que 30 Rock e algumas de suas colegas nunca ou nem sempre tiveram. Mas, mesmo com 30 Rock quase nunca figurando entre as séries mais vistas, eles sempre foram lembrados em quase todas as premiações de TV, o que de certa forma, sempre acabou trazendo um certo prestígio para a série e além disso ajudou muito a colocar o nome da Tina Fey entre os maiores comediantes do momento. E nesse caso, não estamos nem separando por gênero, que fique bem claro. Te amo, Tina Fey. Quer ser minha mentora na vida?

E não pensem que essa crise passaria batido na série, porque Tina Fey estava lá, pronta para criticar a própria emissora que sempre lhe deu a maior liberdade para tratar sobre qualquer assunto, inclusive apontar o dedo e mostrar os atuais defeitos da própria empresa onde ela trabalhava. E tudo isso com muito bom humor, mesmo quando optando pelo escracho, sem precisar atacar com armas pesadas demais para mostrar o seu ponto de vista, mesmo quando ela fazia críticas duras a todas essas mudanças do seu canal ou sobre um outro assunto qualquer. E não é nem uma questão de humor com classe não e está mais para um humor inteligente mesmo, do tipo que sabe rir da própria desgraça como ninguém e por isso talvez saiba fazer piada com os demais como ninguém também.

Começamos inclusive essa temporada de despedida falando sobre o atual problema do canal e toda a sua crise de identidade e talvez esse tenha sido um dos assuntos mais recorrentes dessa temporada final, propositalmente é claro. A minha crítica preferida nisso tudo foi entregue no episódio com o macaco como centro das atenções, uma crítica explicita a nova série já cancelada pelo canal e que até então era uma aposta certa (a total lame Animal Practice) do mesmo. Ainda nesse episódio, eles aproveitaram para se defender da ideia preconceituosa e sexista que ainda ecoa por aí de vez em quando, uma ideia estúpida que diz que  ”mulheres não podem ser engraçadas”, algo que nesse caso, temos sete temporadas que nos provam totalmente o contrário e um recente Golden Globes comandado pela dupla Fey + Poehler que foi a melhor premiação dos últimos tempos. Inclusive, tenho certeza que ao final desse episódio, a Amy Poehler herself ligou para a Tina Fey só para dizer um “You Go Girl/Girl Power”, enquanto ambas planejavam o brunch do próximo sábado (apesar de não estarmos mais nos 90′s, rs) na companhia da Mindy Kaling e da Lena Dunham, é claro. (sério, esse seria o meu novo Sex And The City preferido ever e ou sonho de date perfeito para qualquer sábado entre a manhã e a tarde com as amigas. E se quiserem um quinto elemento daqueles, me liguem, ghols! Eu e NY estamos super disponíveis para abraçar esse projeto… rs)

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Como estávamos assistindo uma temporada de despedida, nada mais justo que alguns personagens e plots recorrentes de todas essas temporadas acabassem aparecendo para se despedir (até o Jonathan voltou! Ele que eles mesmo fizeram questão de fazer piada quando o ator saiu da série para fazer Whitney, outra grande bobagem da TV que continua rendendo mas que logo ele foi descartado do elenco), assim como algumas resoluções que ainda precisavam acontecer para os personagens principais da série, que ainda tinham alguns assuntos importantes para encerrar. Deles todos, foi excelente rever o Will Arnett fugindo daquele pesadelo que é a sua série atual (Up All Night, mais uma aposta super furada desde a sua estreia pela NBC, que acaba de perder a Christina Applegate do elenco principal e dizem que para manter a série com um novo formato de sitcom, que a propósito, é a nova aposta do canal, eles estão considerando até contratar a Lisa Kudrow de Friends antigo como sua substituta. Sério. DaFuck NBC? ), ele que acabou voltando como o grande nemesis do Jack (ele e sempre ótima Chloë Moretz), também vivendo um dos seus melhores papéis na TV, ainda mais quando comparado ao seu atual emprego (um deles, porque em Arrested Development, nós estamos esperando confiantes e ansiosamente que ele volte unfirah!). Mas nada foi mais especial do que a despedida da Colleen, mãe do Jack, que acabou fazendo a passagem em um dos melhores episódios da série, com um funeral recheado de acontecimentos dos mais absurdos possíveis.

Entre todas as resoluções da temporada, encontramos o Jack atingindo o sonho do cargo máximo dentro da emissora, depois achando que nada daquilo fazia sentido na sua vida depois de preencher o gráfico em formato de pizza de tudo aquilo que ele ainda precisava realizar para ser um homem completo e feliz (e os itens do mesmo eram todos sensacionais. O que foi ele cantando super enturmado e naturalmente no coral da igreja?), não se sentindo digno de comandar um canal de TV, ele que também parece ter sofrido um pouco daquela crise de identidade que já mencionamos anteriormente. Mas isso não a ponto de prejudicar o personagem, pelo contrário até. E quem não desconfiava que no final das contas, ele acabaria passando o seu posto para o Kenneth que desde sempre, entre eles todos, foi quem mais soube sobre o assunto? Claro que o papel caberia perfeitamente para o personagem, que foi do zelador a presidência durante essa temporada, mas não sem antes cometer alguns errinhos típicos de principiantes no poder, além de no final, a gente ter ganhado a confirmação de que sua idade realmente tratava-se de algo desconhecido e que merecia ter sido estudado. (do passado ao futuro, Kenneth esteve everywhere. EVERYWHERE!)

Jack Donaghy que esteve sensacional durante essas sete temporadas da série (olhando no relógio para ver se já não passou das seis para que eu vista o meu tux, porque afinal, eu também não sou nenhum fazendeiro, rs) e que com certeza foi o responsável pela retomada na carreira do Alec Baldwin, que estava mais do que decadente devido a suas escolhas, mas que dessa vez, conseguiu sair do limbo e nós esperamos que para nunca mais voltar. (Eu, aproveitando para fazer referência ao meu vício do momento, o game Limbo. Joguem, se viciem e depois venham dividir suas impressões comigo no GDA, gamers descaradamente anônimos). Jack descobrindo que a mãe era lésbica e as justificativas para tal foram alguns dos melhores momentos dessa reta final. O que foram todos aqueles objetos não identificados totalmente identificáveis (rs) na prateleira do quarto da mãe e sua outra metade? Ri por três gerações naquele momento. Sério.

Até que chegamos as resoluções dela, a nossa queridíssima Liz Lemon (♥) e todas elas foram mais do que especiais. Do seu casamento no melhor estilo “Star Wars”, até a chegada do seu casal de filhos adotivos, que eram exatamente como miniaturas foufas da Jenna + Tracy (claramente o seu karma e que com essa experiência de sete temporadas todos nós sabemos muito bem que ela conseguiria dar conta e que faria um excelente trabalho com aquelas crianças em sua vida e não temos a menor dúvida disso. You girl mom!), não teve como não amar cada uma delas, por um motivo ou por outro e todos eles ligados a mitologia da série e da personagem. Verdade é que durante todos esses anos, nós torcemos por aquela mulher, que poderia não ser exatamente como muita gente imagina como o perfil ideal para se alcançar o sucesso (nos colocando automaticamente fora desse grupo, porque se não somos como ela, queremos alguém parecido, logo estamos fora dessa categoria tola) mas que nem por isso não esteve no caminho certo em busca de deixar a sua vida como ela gostaria, sem romantizar demais as coisas ou estabelecer um ideal difícil demais de se alcançar.

30-rock-wedding

E Liz Lemon conseguiu, com uma lista até que invejável de ex namorados para alguém considerada como uma loser (Sudeikis, Hamm, Damon, um dos ex prisioneiros de OZ – esse menos invejável – e por último, o prince Charming em pessoa, mas não o de OUAT, rs) e que já estava até se acostumando com a ideia de ficar sozinha para o resto da sua vida (batendo três vezes de medo e pavor, não que eu tenha medo, que sei que poderia muito bem me virar sozinho, mas também não quero isso pra mim. Knoc Knoc Knoc), com uma boa parcela de ajuda de crédito para o seu mentor durante toda essa jornada (Donaghy), encontramos a personagem no final da temporada exatamente onde ela gostaria de estar, em um cenário feliz só que bem pé no chão, apesar de extremamente bem sucedido e com uma trajetória invejável em termos de programas de TV. Mesmo para os fictícios, rs.

Liz é exatamente um modelo da personagem possível, aquela que poderia muito bem ser eu ou você. Sem contar que é importante ter de vez em quando, só para variar um pouquinho, alguém como modelo de sucesso fugindo totalmente de qualquer um dos padrões pré estabelecidos e mesmo assim, conseguindo chegar lá sem se perder no caminho (e quando eu digo me perder, eu não estou querendo dizer errar e sim ir perdendo a identidade e ou fundamento durante o percurso). E como eu disse, sem romantizar o caminho difícil que é alcançar qualquer coisa que você queira muito na vida (que raramente vai acontecer facilmente), mostrando os obstáculos e as dificuldades encontradas nele e tudo isso com bom humor, aprendendo a rir da própria desgraça, mas ao mesmo tempo se levando a sério, só não a sério demais para não perder a graça. Confesso que em todas essas resoluções para a personagem, acabei derramando pelo menos uma lágrima, que saía junto com aquele 1/2 sorriso, por vê-la conseguindo atingir todos os seus objetivos. Querendo ou não, nos sentimos um pouquinho projetados e realizados pela própria personagem, achando que pelo menos estamos no caminho certo.

E o series finale da série, apesar de extremamente simples (mas dá para entender o overrated devido a tudo que ele representou para os fãs da série), foi também um grande presente para todos os fãs que acompanharam a série ao longo desses anos todos, recheado de referências a sua mitologia e revisitas deliciosas, quase como se ele fosse montando a base de piadas internas que apenas quem assistiu tudo de 30 Rock seria capaz de entender. Tracy, Jenna, Pete, Kenneth, Jack, Liz e até o Lutz, todos encontraram o seu destino, alguns inclusive no futuro e ao som de “The Rural Juror”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Ai a gente lembra que 30 Rock chegou a TV na mesma época de Studio 60, que trazia uma história com assuntos semelhantes, embora tratados de uma outra forma pelo Aaron Sorkin (que inclusive já participou de 30 Rock), série que não conseguiu durar mais do que uma temporada, mesmo sendo excelente (aliás, recomendo que todos vejam Studio 60, que tem o Matthew Perry no seu único bom papel depois de Friends). Mas 30 Rock conseguiu seguir em frente, mesmo não sendo das séries de comédia mais fáceis se assistir para alguns, com o humor mas óbvio para uma maioria, que conseguiu manter suas referências sem exagerar na dose ou se tornar pedante demais, recheada de auto crítica e dedos apontados para a própria cara, além de alguns sempre apontando para a cara dos outros também, é claro. Uma série que teve excelentes participações ao longo dos anos (só nessa última temporada, tivemos o Bryan Cranston completamente maluco e o Steve Buscemi de crossdresser, só para vocês terem uma ideia)  e todo mundo que é legal esteve por lá (menos a Mindy, a Amy Poehler, Lena Dunham ou eu, rs) e quem não é muito legal também (Kim Kardashian, Kellan Lutz interpretando de forma vergonhosa o sobrinho do próprio Lutz) e fez os melhores episódios ao vivo da TV de todos os tempos, duas vezes para cada um deles, com piadas diferentes para a costa leste e oeste, para que todos tivessem a mesma experiência e a gente pudesse comprovar o quanto eles são bons, mesmo duas vezes seguidas.

30 Rock - Liz

Assim nos despedimos de uma das melhores séries de comédia de todos os tempos, algo que talvez seja apenas o pontapé inicial para o fim de uma era na TV. Mas já estamos preparados para ver a Tina Fey em qualquer lugar, ler todos os seus livros e esperar o seu “Mean Moms” (para quem não sabe, o roteiro de “Mean Girls” é da Tina Fey), que eu aposto que ela planeja fazer depois daquele plot com as mães megabitches online criticando absurdos da postura uma da outra. Quem sabe?

De qualquer forma, foi ótimo poder comprovar que existem outros ótimos exemplos de sucesso dentro da TV e a Liz Lemon certamente está entre eles, que são poucos, mas que quando aparecem, acabam nos representando e muito bem. Série para fazer questão de se ter, rever e guardar em uma prateleira especial para sempre.

Obrigado Tina Fey. NERDS!

 

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Família foufa que nós amamos

Janeiro 31, 2013

Amy Poehler

Sério, #TEMCOMONAOAMAR quando os Poehlers saem todos juntos?

Não, não tem. (♥)

 

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A nossa lista “diferenciada” para o SAG Awards 2013

Janeiro 29, 2013

Resolvemos dar uma revolucionada na lista das premiações e por isso, resolvemos criar a nossa própria lista dos premiados no SAG Awards 2013, já que é tudo sempre a mesma coisa de sempre e estamos um tanto quanto cansados desse mesmismo.

ps: detestamos a palavra “diferenciada”. Sério. 

 

Melhor olhar para o horizonte da magia mágica

Cooper

Bradley Me Ame Me Adora Cooper. Sempre uma visão e nesse caso, observando uma visão divina qualquer.

Höy!

 

Melhor look da Tina Fey em red carpets desde sempre

Tina Fey

Tina Fey, que está numa ótima fase com a moda, não? (e essa semana termina 30 Rock. Tears)

Ela que sempre escolhe aquele volumão em uma área que ninguém jamais deveria escolher… (AKA retaguarda ou montanhas traseiras do sul)

Tá magronaa, tá gatona, tá gostosa, Tina!

 

Melhor apresentadora para se fazer dupla em noite de premiação

amy poehler

Amy Poehler. Sério, não precisa nem dizer nada, basta observá-la ao lado de qualquer um, mesmo que esse qualquer um seja uma placa de madeira com uma carinha desenhada com giz de cera. (o que não é o caso do NPH, que fique bem claro)

(♥)

Melhor look dramático horrorendo que a Claire Danes deveria ter deixado trancado na CIA para todo o sempre

Claire Danes

Claire Danes, com esse Givenchy que ela deveria ter deixado preso na CIA e ter aparecido no SAG 2013 vestindo um de seus terninhos de Homeland, mesmo que fosse aquele meio cáqui… (tem um cáqui, não tem?)

Talvez a cara pálida demais, com o cabelo claro e o make escuro tenha contribuído ainda mais para esse desaste. Talvez…

 

Melhor dupla da revolução mágica da magia ruiva

Brody

Desse tipo de encontros, eu acho que merecia acontecer magicamente algum tipo de reprodução em massa caso alguém passasse com uma Fanta Laranja ao lado, só pela proximidade das magias raras. Sem mais.

Höy!²

ps: Julianne Moore, continua linda, com tudo em cima, mas não a ponto de investir nesse tipo de decote. Evite…

ps2: Brody com a mão na barriga e eu não vejo um laser vermelho refletindo no seu tux. E a America antiga se achando um país agora super seguro, sei…

 

Melhor pior chapinha quadrada da história cafona moderna

Nicole Kidman

Aí Nicole, tá ficando cada dia mais difícil lembrar que você já foi Satine na noite…

#CREDINCRUZ

 

Melhor pior cabelo, pior ainda do que o da própria Nicole Kidman, que nunca mais foi o mesmo

kaley-cuoco

Kaley Cuoco. Sério, eu gostaria de saber com o que a Kaley Cuoco estava na cabeça, literalmente, nessa noite, hein? #CREDINCRUZ

Estaria Penny perdendo seus cabelos assim como declarou recentemente a January Jones?

E essa camada generosíssima de make? Estaria Penny tão necessitada assim?

Será que ela também tem TOC e tem que bater com uma camada generosa de make três vezes na cara, assim como o Sheldon na sua porta?

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

 

Melhor acessório que não havíamos reparado ainda na fila da magia dos até então desconhecidos em noite de premiação

Good Wife

Julianna Margulies e o seu marido, Keith Lieberthal. Höy!

E quando a gente achava que não tinha muito o que aprender com a boa esposa (boazinha demais para o meu gosto, por isso não consegui gostar da série), vem ela e nos dá aquele tapa na cara no formato de um novo (bem novo) feitiço. PÁ!

 

Melhor prêmio odeio admitir mas a Amanda Seyfried estava sim maravileeeandra

Amanda Seyfried

Amanda Seyfried, que realmente estava maravileeeandra nesse marinho, apesar de reconhecer um certo nível de preguiça nesse cabelo ondulado todo de lado (que já estamos fartos!), que apesar de tudo, funcionou muito bem nesse caso.

Maravileeeandra, mas que em 2013 ela não esteja no elenco de 697 dos 597 filmes lançados ao longo do ano e ou nunca mais faça a filha da Meryl, porque achamos que ela não merece. AMÉM!

 

Melhor Dior para se evitar em noite que você tem alguma chance de sair como uma das vitoriosas da noite

J-Law

J-Law, que além de não ter feito a sua melhor escolha para a noite do SAG 2013 (porque esse Dior era bem do meio assim), ainda teve que amargar essa vergonha ao subir no palco, onde ela quase acabou pagando uma Katniss involuntariamente… (não consegui entender até agora o que aconteceu com o forro desse vestido. Teria ele partido, ou só subiu mesmo? A Dior disse que era assim mesmo, em duas partes, apesar do visível incidente… – pena que retiraram o vídeo do Youtube)

Ficamos morrendo de pena porque entendemos o drama dramático desse tipo de situação e temos pesadelos constantes com algo parecido, sempre! Que o espírito de Chanel nunca nos deixe passar por esse tipo de situação. #AMEM  (o meu mais constante é que eu saio de casa descalço ou com sapatos diferente em casa pé. Sério)

 

Melhor decote fundamento indeed da noite

Michelle Dockery

Michelle Dockery, provando que na terra da Rainha, elas também aprenderam algumas coisinhas, rs

Maravileeeandra, quase toda coberta e revelando apenas alguns detalhes. Coisa de mulher phina e que poucas entendem em noite de premiação.

 

Melhor date com quem a gente adoraria ter caminhando lindamente nesse red carpet e deitado com todas

justin-timberlake

Justin Timberlake, que para tornar o momento mais especial, só mesmo se ele tivesse cantando e dançando ao som do seu novo single, “Suit & Tied”.

Rebolativo, no falsete e todo no plaid, seria algo imbatível por pelo menos duas gerações da magia. Höy!

(♥)

E esse foi o nosso SAG Awards 2013. Mas a verdadeira lista com os vencedores você também pode conferir a seguir:

 

Male actor in a supporting role

Tommy Lee Jones, Lincoln

Female actor in a supporting role

Anne Hathaway, Les Misérables

Cast in a motion picture

Argo

Male actor in a leading role

Daniel Day-Lewis, Lincoln

 Female actor in a leading role

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Ensemble in a drama series

Downton Abbey

Ensemble in a comedy series

Modern Family

Male actor in a drama series

Bryan Cranston, Breaking Bad

Female actor in a drama series

Claire Danes, Homeland

Male actor in a comedy series

Alec Baldwin, 30 Rock

 Female actor in a comedy series

Tina Fey, 30 Rock

Male actor in a television movie or miniseries

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Female actor in a television movie or miniseries

Julianne Moore, Game Change

Stunt ensemble

Boardwalk Empire

 

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#ENCONTRISMOS em Sundance 2013

Janeiro 25, 2013

joseph-gordon-levitt-

Todos os anos, acabo apaixonado por essas fotos de estúdio que todos eles acabam tirando em Sundance e por esse motivo, resolvi fazer esse post com algumas das minhas preferidas da edição 2013 do festival.

Como essa do Joseph Gordon-Levitt, que não poderia ser mais foufo, poderia?

#TEMCOMONAOAMAR

"Kill Your Darlings"

Um crossover que talvez a gente nunca imaginasse ver: Dexter + Harry Potter (também conhecido como meu  irmão mais novo, rs). Foufos mil!

#RUNHARRYRUN

"The Lifeguard"

Não sei quem eu gostaria mais de pegar no colo, se a Veronica Mars ou se o Bill Haverchuck, também conhecido como Roman DeBeers, rs

#FREAKSANDGEEKS

nicole-kidman

Por incrível que pareça, Nicole não conseguiu estragar a imagem e quase nos deu alguma esperança de que o crime que ela mesmo cometeu contra o seu próprio rosto ainda tenha alguma salvação. Matthew Goode e de óculos ainda (não sei como as pessoas ainda não se deram conta de que óculos podem funcionar como ótimos acesórios), sempre uma visão. Höy!

#CRUSH

emile-hirsch-paul-rudd-

Acho que o Paul Rudd nunca vais perder essa cara de irmão mais velho, neam? Emille Hirsch também poderia ser nosso irmão, talvez o do meio, rs

#MODERNGUILTFAMILY

amanda-seyfried

OK, i do declare que se essa Amanda Seyfried aproximar esse seus olhos que tudo vê do Adam Brody em seu novo filme, eu nem sei dizer do que eu sou capaz! Sério. Mas SÉRIO mesmo.

Aliás, AMO/sou esse seu look forever Seth Cohen (♥)

#IMSTUDYINGNAKED

amy-poehler-

Não consigo olhar para essa imagem e não pensar na esquação Ben + Leslie = #SÓAMOR

Simplesmente não consigo…

#ADORKABLE

"The East"

E para encerrar, nada melhor do que a visão do por do sol sueco, porque dizem que é assim que o Sol se parece por lá. É o que dizem… Höy!

#MAGIAMAGICASUECA

 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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Alguém ainda tem alguma dúvida de que esse tem tudo para ser o melhor Golden Globes EVA?

Dezembro 17, 2012

Eu já estou torcendo para o Ryan Gosling aceitar o convite esse ano e ser a vítima das provocações todas da Amy Poehler, que está solteira e nada mais justo que ela ganhe essa chance/presente. (Tina também merece, mas é uma senhöura casada, o que também não impede muito nesse caso, rs)

Ansiosos para a chegada do próximo dia 13? (contando os dias fazendo palitinhos na parede. Menos 1 /)

 

ps: mas tenho certeza que elas vão se virar para o lado do George Clooney, isso é claro que se ele for. CERTEZA! (#CONFLITODEGERAÇÕES)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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