Posts Tagged ‘BBC’

Doctor Puppet. Sério, #TEMCOMONAOAMAR em dois corações?

Abril 23, 2013

Versão puppet de Doctor Who que eu recebi de presente como indicação de um dos meus leitores (THNKS D.S), que é uma das coisas mais foufas desse mundo. Sério.

E esse primeiro episódio já vem com um encontro dos mais aguardados pelos fãs da série e que está prestes a se realizar durante o especial de 50 anos de logo mais.

#TEMCOMONAOAMAR? (♥+♥)

 

ps: e para quem sofre de insônia, a TV Cultura voltou a reapresentar Doctor Who desde a Season 1 ontem, em um horário alternativo da 1h00 da manhã. Para aqueles que não conseguem dormir cedo, essa pode ser a chance para uma maratona, hein? (é o que temos para o lanche da noite)

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#TEMCOMONAOAMAR esses meninos de Sherlock?

Abril 11, 2013

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Não, com essas carinhas foufas, o talento de cada um deles e a excelência de Sherkock, não tem. (♥)

Aguardando ansiosamente pela nova temporada. (tipo roendo os cotovelos, sério)

 

ps: as imagens acima foram utilizadas nesse post como antídoto para combater o azedume dos outros dois posts anteriores, rs

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10th + 11th

Abril 2, 2013

Tennat + Smith

Alguém quer dizer alguma coisa ou a gente pode só ficar olhando e imaginando o que vai ser esse encontro do David Tennant (10th) e o Matt Smith (11th) no especial de 50 anos de Doctor Who? (e a imagem acima é da leitura do roteiro do especial que começou a ser gravado essa semana)

#TEMCOMONAOAMAR e desejar ter dois corações como eles nesse exato momento para dividir e acumular tanto amor?

Não, não tem. (♥ + ♥)

 

ps: segundo a Clara no episódio do último sábado, o capítulo 11 é bem melhor e apesar de dividir o meu amor com o 10, tenho que confessar que o 11 também é o meu preferido. 

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David Tennant e Biilie Piper de volta para o especial de 50 anos de Doctor Who. Yei!

Abril 1, 2013

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Confirmou e ambos estarão de volta para o especial de 50 anos da série que vai ao ar em novembro desse ano. Apesar de ainda não se saber muito sobre o mesmo, #TEMCOMONAOAMAR a notícia?

A respeito das notícias recentes de que o Matt Smith estaria pronto para dizer adeus ao seu (meu) adorável Doutor, a BBC andou desconversando, dizendo que o ator teria contrato até 2014, algo que o garantiria até a Season 8 da série, mas ao mesmo tempo, o Steven Moffat pediu para deixar em segredo o nome do último episódio dessa sétima temporada, o que de certa forma fomenta ainda mais as nossas suspeitas em relação a esse adeus, que ao que tudo indica, deveria acontecer após o especial de 50 anos, no que seria o especial de Natal desse ano….

Agora, falando a respeito da volta de Doctor Who para a segunda metade de sua Season 7, achei o novo episódio meio assim (The Bells of Saint John). Morno. A história da Clara ainda parece um mistério misterioso demais para o pouco apego que temos pelo menos por enquanto com a personagem, os efeitos foram bem meio assim (aquela meia cabeça foi ridícula), sem contar que a história em si estava com cara de requentada (só eu fiquei com a sensação de que essa parecia uma história das Season 1, 2, 3 ou 4, só que com o Doutor errado?. E quem realmente acabou salvando o episódio foi o Matt Smith, com toda a loucura e doçura do seu adorkable 11th Doctor. Para uma reintrodução da personagem da nova companion, que aparece agora em seu terceiro cenário, ficou faltando alguma coisa.

De qualquer forma, é sempre bom matar a saudade do nosso doutor preferido, mesmo quando o episódio acaba não sendo tão bom assim.

 

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Doctor Who Season 7, o novo trailer + posters + +

Março 18, 2013

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A BBC1 liberou esses posters sensacionais dos próximos episódios da segunda metade da Season 7 de Doctor Who (que a gente já estava morrendo de saudade), além desse novo trailer recheado de cenas inéditas da sequência da temporada, inclusive com um momento super nostálgico, com o 11Th Doctor vestido de astronauta, algo que já vimos no passado da série, em um excelente episódio ainda com o 10th Doctor.

Doctor Who retorna no dia 30/03, com o episódio 7×07 “The Bells Of St John”.

Ansiosos?

Então para matar um pouco mais da saudade, temos também mais esses dois vídeos a seguir:

O primeiro com a adorável (e invejável por conta da interação com a apresentadora…) participação do Matt Smith no teleton Red Nose Day

E o segundo com a entrevista do Matt Smith no The Jonathan Ross Show, que é sempre bem bom, onde entre outras coisas (como ser chamado de Matthew pelo Jonathan e praticamente ser forçado a revelar alguma coisa sobre os especial de 50 anos de Doctor Who, que até agora, pouco sabemos a respeito a não ser que será em 3D), ele diz que vai fazer o filme do Ryan Gosling. Cool! (e a partir disso, minha nova fantasia é assistir Doctor Who ao lado do Ryan Gosling. #HELLYEAH)

#TEMCOMONAOAMAR?

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Sherlock disse que teremos uma Season 4. Será?

Março 12, 2013

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Sim, a melhor notícia do dia foi que o Benedict Cumberbatch teria dito no South Bank Show Awards em Londres que teremos uma Season 4 de Sherlock, que é uma das melhores séries de TV do seu tempo, sem dúvidas.

O ator disse que provavelmente teria problemas por revelar a informação, mas que eles se acertaram para fazer mais 2 temporadas e disse também que ele adoraria permanecer fazendo a série do Steven Moffat ao lado do Martin Freeman or muito mais tempo.

Sendo verdade ou não (por enquanto, sem uma confirmação oficial sobre a possibilidade da Season 4), podemos ficar felizes de qualquer forma, pelo menos pelo início das gravações da adiada e aguardada Season 3, que finalmente começa a ser gravada na próxima semana. Yei!

Animados? Ansiosos? (eu não para de procurar pistas e justificativas para que a série tenha uma continuidade, nós temos pelo menos duas bem boas, aqui e aqui)

 

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Doctor Who Season 7 (o que resta dela), o poster

Março 4, 2013

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E Doctor Who volta com a segunda metade da sua Season 7 em 30 de março. Finalmente! (da primeira parte nós já falamos aqui e aqui, com o especial de Natal desse ano)

Ansiosos? (meus dois corações estão que não se aguentam. Wait… será que acabei de dar um spoiler sobre a minha própria mitologia? To be continued…)

 

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Him ♥ Her (Season 3)

Março 1, 2013

HAH

Mais uma temporada sensacional de Him & Her, o casal mais sujinho e adorkable da TV (bem atrasado eu sei, mas juro que estava ensaiando essa review faz tempo. #MyBad) . Mais uma temporada em que acompanhamos esse casal de preguiçosos vivendo à sua forma em meio a uma verdadeira bagunça deliciosa (as vezes nem tanto e quando vejo o tanto de lixo acumulado naquela lixeira, vai me batendo o desespero. Isso sem contar o meu nível avançado de TOC, que me faz ter pelo menos vontade de organizar aquilo tudo), recebendo visitas cada vez mais constantes e nada convenientes, naquele apartamento onde de tudo acontece.

Se tem um comédia brilhante sobre o nada na TV atual, essa é Him & Her, que realmente consegue ser muito especial tratando absolutamente sobre nada. Chega a ser um absurdo o volume de situações que eles conseguem nos propor dentro daquele pequeno apartamento, que acaba servindo como o único cenário da série, o qual a essa altura, já exploramos muito bem cada um dos seus quatro cômodos (sendo um deles apenas um hall e sem contar a escadaria, agora também bastante presente como cenário da série). Ainda mais pensando que todas essas situações surgem de um cotidiano onde quase nada acontece, falando sobre que aquele casal está fazendo no momento em que paramos para observar suas vidas de frente com a TV, eles que por serem totalmente preguiçosos e não terem quase nunca muito o que fazer, poderiam ser as pessoas mais tediosas do mundo, mas estão completamente longe disso.

Esse na verdade é o brilhantismo da série, que com um excelente texto do seu criador, Stephan Golaszewski, consegue nos entreter com toda aquela monotonia que é a vida do casal e no caso, como normalmente de vez em quando bem pode ser a nossa também. Um texto realmente muito bom e que ao longo dessas três temporadas foi o que acabou nos fazendo notar uma visível evolução de seus personagens, tanto quanto de suas próprias histórias. Apesar da série não ter exatamente uma continuidade e não utilizar de recursos simples que várias outras comédias utilizam (as vezes de forma totalmente sem medida) para contar sua história, eles conseguiram aprofundar muito bem cada um de seus personagens, assim como suas relações e isso em um espaço totalmente limitado e que certamente nunca chegou a ser um problema para Him & Her e na verdade, acaba sendo o seu charme.

Muito embora precisamos reconhecer que essa foi uma temporada um tanto quanto diferente para a série, porque pela primeira vez tivemos um plot central em meio a todas aquelas situações do cotidiano do casal, com Steve (Russell Tovey) planejando a melhor forma ou o melhor momento para finalmente pedir a mão da Becky (Sarah Solemani) em casamento, que para quem não se lembra, foi exatamente o motivo do quase término do casal durante a Season 2, quando ela descobriu que ele havia pedido a ex namorada em casamento, algo que até então ele nunca havia sequer mencionado como possibilidade para ela e que nos trouxe um dos poucos momentos dramáticos para a série no seu passado. (dramático no limite e por sinal, super foufo também)

HAH

E essa proposta ideal foi o plano de Steve durante toda essa Season 3, onde observamos ele se preparando para o tal momento, mas sempre encontrando alguma dificuldade em seu caminho (apesar de não ter a menor dúvida sobre o assunto), como as inconvenientes visitas de todos ao apartamento do casal a todo e qualquer momento, assim como a sabotagem da irmã da Becky, a adorável detestável Laura (Kerry Howard), que agora estava grávida e como toda boa megabitch extremamente egoísta e egocêntrica ao extremo,  não queria dividir as atenções com a irmã e por isso, fez questão de tentar sabotar o plano do Steve a todo momento, inclusive tentando se livrar a todo custo do anel comprado pelo próprio para o momento do pedido e tudo isso sem carregar a menor culpa.

Uma reclamação antiga a respeito de Him And Her que eu sempre tive foi exatamente esse tipo de comportamento da Laura em relação aos demais personagens, sempre sendo cruel demais e até mesmo grossa o tempo todo. Não que eu ache que isso não agregue em nada, porque todas as suas grosserias acabam trazendo ótimos momentos para a série, causando um desconforto geral entre todos eles, mas sempre achei estranho que ninguém expressasse qualquer tipo de reação de repudio a essa comportamento extremamente ofensivo e grosseiro de sempre da personagem.

Até que, em um dos melhores momentos da temporada, Shelly (Camille Coduri, que só depois da minha maratona em Doctor Who, eu fui descobrir que é também a mãe de Rose), a amiga que mais sofre na mão da Laura (e que finalmente acabou encontrando no Dan – Joe Wilkinson - a sua outra metade) acabou explodindo em um momento de fúria em relação a forma como a amiga sempre tratou todos e especialmente sobre o modo como ela havia tratado o seu filho naquela ocasião (sim, Shelly tem um filho), vomitando uma série de verdades na cara da amiga, que já estava mais do que na hora que ela acabasse ouvindo de alguém. Finalmente! (Clap Clap Clap) E a cara de realização de todo mundo nesse momento também foi sensacional, assim como a forma com que Laura conseguiu se defender daquele momento constrangedor e sair daquela situação, alegando que a amiga “totalmente fora de si”, estava gritando com uma grávida e isso ninguém jamais deveria fazer. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (talvez Laura devesse permanecer grávida para sempre, para evitar qualquer tipo de confronto)

Shelly que inclusive fez sucesso com o pai da Becky, que não conseguiu disfarçar o seu entusiasmo para cima da personagem, para desespero do Steve, que teve que lidar com a empolgação do sogro, mesmo sendo um homem casado e ainda se achando no direito de não aceitar o próprio como futuro marido da sua filha. Sem contar que Shelly e o Dan formam um casal adorkable (e mais esquisito impossível ao mesmo tempo) e eu desde sempre achei que eles deveriam ficar juntos. Confirmou!

Durante essa Season 3, ainda tivemos um plot sensacional com a possibilidade do Paul (Ricky Champ), pai do filho da Shelly, na verdade ser gay (ou pelo menos bi), com ele revelando algumas dúvidas em relação ao futuro do que ele tem hoje com a Laura e ao mesmo tempo com um amigo que conhecemos durante o mesmo episódio, com quem acabou ficando mais do que na cara que ele tinha alguma coisa especial. Aliás, esse seria um castigo ótimo para a Laura. Sorry Laura, mas você vem fazendo por merecer.

HAH

Mas essa foi realmente uma temporada para que a gente se aprofundasse ainda mais na relação do casal, onde inclusive ganhamos um flashback, que nos trouxe a lembrança o adorável primeiro encontro do casal, que honestamente, não poderia ter sido mais foufo ou o começo para uma relação perfeita (nesse caso, claro). E quem já não tinha pelo menos a impressão de que tudo havia acontecido exatamente naquele apartamento, desde o começo? E o Steve tentando esconder toda a sua bagunça (sim, ele sempre foi o mesmo e já ouvia Stereophonics. Repito: #TEMCOMONAOAMAR?), foi ótimo também  e ela tentando esconder que havia quebrado sem querer a pia e ao mesmo tempo se dando conta que aquela seria a bagunça perfeita para ela mesmo viver, foram momentos bem bacanas e super especiais para quem acompanha a série. Um episódio cheio de referências a mitologia de Him & Her, como uma série de símbolos importantes do que apreendemos a AMAR de tudo que já vimos da série, especialmente da relação de amor daqueles dois até então.

Até que finalmente chegamos ao episódio com a elaborada e ensaiada proposta de casamento do Steve para a Becky, que obviamente acabou fugindo completamente dos seus planos por conta dos acasos da vida e as interferências de todos que circulam a todo momento pelo seu apartamento, algo que inclusive quase acabou em um briga entre ambos (tudo por conta de um desentendimento), mas que também acabou nos levando para um dos momentos mais foufos da história do casal. Ele só de roupão, morrendo de vergonha por primeiro, ter que revelar qual era o seu plano e segundo por ele não ter dado nada certo, mesmo depois de todo aquele trabalho, vestindo o pedido de casamento super bem elaborado, carregando as caixas com as possíveis respostas dela e o detalhe dos balões de corações presos no armário aguardando o “Sim” para serem soltas, foi mais do que especial. Um dos meus momentos de relações de amor preferidos da TV (♥), principalmente por sua originalidade, mas especialmente por tudo que ele representava naquele momento para ambos os personagens, que desde que os conhecemos, percebemos que foram mesmo feitos um para o outro. Juro que eu até chorei naquela cena (sabe quando você chora e ri ao mesmo tempo? Então…) e acabei a revendo por pelo menos umas 5 vezes.

Depois disso ainda tivemos mais uma momento bem bacana para a série, com a visita do pai do Steve, tão adorável quanto o filho (muito engraçado como ambos representam muito do que são os seus pais, não?), dividindo um momento afetivo super especial com ele entregando o livro preferido do filho quando criança, em um episódio especial de Natal que acabou encerrando essa Season 3 de forma deliciosa. (até o momento, não há a confirmação da BBC a respeito de uma possível quarta temporada, que nós mais do que torcemos para que aconteça embora ambos atores principais estejam envolvidos em outros projeto – o que não é nenhuma novidade e pode não significar nada uma ver que por se tratar temporadas curtas, eles sempre fizeram outras coisas além da série)

Mas não adianta e toda vez que termina uma temporada de Him & Her, a sensação é a de que ela foi curta demais (dessa vez foram novamente apenas 7 episódios). Humpf! Assistindo a série e AMANDO todo o seu fundamento desde sempre, fico com a impressão que se todos eles estivessem dispostos, poderíamos continuar assistindo aquele casal envelhecer lindamente na TV por vários anos.

♪ Come closer and cuddle me tight/ My heart goes/ Boom bang-a-bang, boom bang-a-bang/ When you are near ♪

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The Snowmen, o especial de Natal de Doctor Who

Janeiro 10, 2013

Doctor Who Christmas Special 2012

Esse que foi um especial de Natal com muito mais cara de episódio especial do que qualquer outra coisa.

Para esse ano, algumas novidades nos foram anunciadas ao longo da atual Season 7 de Doctor Who. A despedida dos Ponds (glupt), a nova companion entrando definitivamente para a história em um episódio especial de Natal, que chegaria esse ano com nova abertura, o novo interior da TARDIS e ainda contaria como um episódio da temporada.  Muitas coisas mudaram na série e algo que foi bastante diferente até agora foi exatamente esse episódio de Natal. Diferente, não ruim. Muito pelo contrário até.

Apesar de grandioso como todos os outros até agora, é inegável que ele foi bem diferente dos demais. Com uma história muito mais centrada na atual realidade da série e a atual condição do Doutor após a despedida dos Ponds, além da entrada da Clara, dessa vez podemos dizer que encontramos muito mais um “episódio especial” de Doctor Who do que um episódio especial de Natal, como já estamos acostumados a ver na série durante esse época do ano. O que de certa forma não chegou a prejudicar a tradição natalina, uma vez que o momento pedia uma continuidade e não seria possível ignorar a importância dos Ponds para a série em um episódio com uma história com um conto de Natal qualquer (que mesmo assim esteve presente), deixando totalmente de lado todos os acontecimentos importantes que encontramos no último episódio que havíamos assistido até então.

E apesar de diferente dos demais especiais de Natal, ele foi absolutamente importante em todos os sentidos, também grandioso e muito bem cuidado, como tudo na série vem sendo atualmente, uma vez que agora eles finalmente ganharam o mundo. A começar pela forma que encontramos o Doutor, não lidando nada bem com a despedida dos Ponds, morando em nuvens, literalmente. E visivelmente deprimido, com um figurino diferente, talvez tentando se adequar ao tempo em que estava vivendo e bem amargo até, que é como ele fica sempre que está muito tempo distante dos humanos. E o pior, se recusando a intervir em qualquer um dos plots do universo, colocando um casal de lésbicas para fazer a triagem por ele (aliás, é preciso dizer que personagens gays em Doctor Who são um realidade e eles sempre são introduzidos na história de uma forma absolutamente natural, como deveria acontecer sempre em tudo quanto é lugar), uma espécie de filtro para decidir se qualquer emergência que estivesse acontecendo, realmente valeria a sua atenção. Sério, aquele não era o nosso Doutor. Mas ele estava ali, o tempo todo, nos trejeitos da interpretação deliciosa do Matt Smith, no olhar de doçura misturado com muita culpa devido aos acontecimentos recentes. Apesar de “ausente”, o nosso Doutor ainda estava ali, presente e ele só precisava encontrar um bom motivo para voltar a ativa.

Acompanhado do “cabeça de batata” fazendo as vezes de companion, tivemos momentos de alívio cômico divertidíssimos nesse episódio, com aquele típico humor da série que nos conquistou desde sempre e tudo isso apesar do clima ser outro dentro do mesmo episódio. Isso até ele encontrar com a Clara, totalmente por acaso e passar a dividir também alguns momentos engraçados ao seu lado. E ao mesmo tempo que tudo parecia um grande coincidência, ele sabia quem era aquela mulher e deixou isso bem claro, apesar de a ter encontrado agora em outra época, vitoriana, mas ela por sua vez, parecia não se lembrar dele, embora estivesse visivelmente encantada com toda aquela situação misteriosa. Sem falar do detalhe de que agora, ela atendia como Clara e não Oswin Oswald, como a conhecemos juntos com o Doutor anteriormente.

Novamente, encontramos a dinâmica companion totalmente envolvida com o Doutor, algo que apesar de sempre me incomodar bastante (acho que é o meu trauma até hoje da relação dele com a Rose Tyler…), se torna justificável com todo o brilhantismo e  o carisma absurdo encontrado no personagem. Dito isso, reconheço que é humanamente impossível não nutrir pelo menos uma #CRUSH pelo Doutor, uma vez que você tenha passado pelo menos 5 minutos ao lado de tamanha genialidade. Sim, deve ser impossível. Isso considerando apenas quem costuma prestar mais atenção no cérebro, do que em qualquer outra coisa, apesar de achar o Matt Smith dono de uma magia mágica daquelas. (Höy = Essy se rendendo a dinâmica companion enfeitiçada pelo Doutor, rs)

Doctor Who Christmas Special 2012

Clara entrou para a série de forma misteriosa, com uma jornada dupla dividida em seus dois trabalhos absolutamente distintos, um como bartender e o outro como a governanta da casa de uma família abastada, com um casal de crianças carente de uma figura materna e tudo mais. Sua presença ainda foi amarrada ao tal conto de Natal da vez, que envolvia os bonecos de neve darksiders , que nesse caso, acabaram perdendo a força devido a grandiosidade da atual história da série em si para esse momento. (eles que me lembraram bastante o Jack Skellington do Tim Burton, algo que eu tenho certeza que não foi mera coincidência e adoraria ver o diretor se aventurando dentro desse universo. Inclusive, essa bem que poderia ser uma das surpresas para essa ano tão especial para a série – com vários diretores consagrados se aventurando dentro desse universo –  que como todo mundo já sabe, está prestes a completar 50 anos)

Mesmo como um conto de Natal ocupando menos espaço ou tendo menos importância para o episódio em si, nele ainda encontramos um momento bastante especial, com Doctor Who finalmente nos propondo um crossover entre a série com Sherlock, também do Moffat, trazendo o Doutor vestido a caráter como o icônico personagem Sherlock Holmes e não só isso, ainda tentando se passar pelo próprio. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Apesar do nome e histórias completamente diferentes, acabamos descobrindo no final que Clara é a mesma Oswin Oswald que nós conhecemos anteriormente, inclusive ganhamos ela lembrando “parte” dessa lembrança, porque ainda não sabemos o quanto ela lembrou do seu outro encontro com o Doutor e isso ainda ficou em aberto, sem maiores detalhes em relação a quem ou o que de fato seria “Oswin”, já que em outro momento, a vimos como um Dalek (aliás, AMO esse plot e como já disse, acho que a relação de amor entre os dois precisa acontecer por esse caminho). Além das poucas informações sobre a origem da personagem e essa descoberta talvez ser o plot da segunda parte da temporada, como observamos na preview do que ainda está por vir durante a atual Season 7, nesse mesmo episódio de Natal, instantes após receber a chave da TARDIS e o convite para viajar pelo tempo e espaço na companhia do melhor Doutor de todos os tempos, a nova candidata a companion acabou morrendo, naquele mesmo instante e novamente (porque já sabemos que isso já aconteceu anteriormente com a mesma). Sim, eles tiveram essa coragem de matar a nova companion logo na sua entrada e de novo. Lidem com isso.

Agora só nos resta saber como assim ela morreu sendo que ele já a encontrou em uma situação diferente e nessa primeira vez ela também já havia morrido? Hmm mmm… Quem seria Clara? O que seria Clara? Clara Who? Perguntas que certamente ecoaram na mente do Doutor e essa curiosidade foi parte do que o fez despertar de uma vez por todas para voltar a ser o homem por quem praticamente o universo inteiro é apaixonado. E esse despertar do “Doutor Adormecido” foi na minha opinião, a melhor parte do episódio e o mais especial dele.

Toda a sua descaracterização até a volta do seu costume de usar suas famosas gravatas borboletas, com um cena linda com o Doutor voltando a se ver novamente no espelho como ele era antes, foi muito sensacional e o detalhe da gravata borboleta torda ter voltado do meio do nada,  foi algo que eu aceitei de coração como o meu presente de Natal da série para esse ano que passou Um momento cheio de referências, que durou pouco até e aconteceu rapidamente, mas com a abordagem certa. (♥ + ♥)

E assim, fugindo um pouco de suas tradições e ainda sem nos entregar muito (ou quase nada, humpf!) sobre a história da nova companion, Clara Oswin Oswald, como observamos em sua lápide que chegamos a ver na série nos dias de hoje ao final do mesmo (além de já ter visto no passado), encerramos esse episódio de Natal especialíssimo para a série e de quebra, é claro que ganhamos um coming soon daqueles, com cenas dos próximos episódios da temporada, que só volta em Abril. Humpf! Nele, além de momentos já com a dupla em ação, temos uma série de outras criaturas exóticas que não foram vistas nessa nova fase da série (não sei se pertencem a fase antiga da mesma), além de uma série de vilões já conhecidos de todos nós whovians. Já é Abril?

O duro será ter que aguardar novamente por mais alguns meses até que possamos continuar a acompanhar essa história. E levando em consideração todas essas “quebras” no ritmo da série atual de Doctor Who em um ano especialíssimo como esse, onde a série está prestes a completar 50 anos, podemos dizer que os ingleses nunca foram menos pontuais indeed… Humpf!

 

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Nova TARDIS + nova abertura + nova prequel do especial de Natal = tudo novo em Doctor Who

Dezembro 21, 2012

Doctor-Who-Nova-TARDIS

Parece que depois da despedida dos Ponds, o Doutor resolveu redecorar a sua TARDIS…

Gostaram do resultado? Eu ainda estou tetando me acostumar, mas por enquanto, ainda estou torcendo o nariz para a mudança drástica. (que se justificaria na hipótese dele estar querendo esquecer o passado recente, por exemplo…)

E além do novo visual interno da TARDIS + a nova companion que a gente já estava aguardando faz tempo como “presente de Natal”, Moffat anunciou que a série ganhará uma nova versão da sua música tema e todas essas mudanças nos serão apresentadas já no episódio especial de Natal de logo mais. (“The Snowmen”)

Por esses dias, ganhamos também mais uma prequel do especial de Natal, que você podem assistir no vídeo acima.

Ansiosos? Animados? Felizes com as mudanças?

 

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