Posts Tagged ‘Lost’

Now you’re lost/ Lost in the heat of it all/ Girl you know you’re lost/ Lost in the thrill of it all

Maio 7, 2013

Clipe do single “Lost” do Frank Ocean, que é a minha faixa preferida do seu excelente “Channel Orange” e que vocês já ouviram nas mixtapes do Guilt, claro.

AMO (♥)

 

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Veronica Mars pediu 30 dias, mas em poucas horas conseguiu o necessário para realizar o seu filme. Howcoolisthat?

Março 14, 2013

Veronica-Mars1

#INYOURFACE

Para quem é fã de séries de TV, o que acabou de acontecer com Veronica Mars, foi muito, mas muito bacana mesmo.

A série que foi cancelada injustamente no passado, ainda em sua terceira temporada e sem ter ganhado um merecido final, já teve a intenção de virar filme também no passado, mas acabaram não sendo muito felizes ao tentar vender essa ideia para a Warner. Até que ontem, o produtor Rob Thomas e a atriz Kristen Bell (que está maravileeeandra gravidíssima) iniciaram uma petição online para arrecadar fundos para produzir o filme no Kickstarter, com um prazo de 30 dias para alcançar a meta de 2 milhões de dólares para que o longa realmente fosse produzido.

E não é que no primeiro dia eles já conseguiram bater e ultrapassar a meta? Howcoolisthat?

Com isso, ganhamos a confirmação de que o filme de Veronica Mars vai mesmo sair do papel e sua produção deve começar no verão americano e a previsão é que ele seja lançado em 2014. Cool Cool Cool!

E tudo isso acabou me dando ideias. Quem sabe começar uma petição online arrecadando fundos para que a última temporada de Lost seja inteira refeita? INTEIRA! Para a qual a dupla Carlton Cuse e Damon Lindelof pode até voltar, mas desde que deixem seus egos fora da ilha.

Ou quem sabe algo um pouco diferente, com uma petição ao contrário, ameaçando tirar 2 milhões por mês da conta de cada um dos Friends caso eles todos não aceitem mesmo fazer um filme ou uma reunião para um simples episódio de Thanksgiving anual, que seja.

Agora falando sério (mas tudo que eu disse antes também foi bem sério), eu só consigo pensar em algo do tipo para um filme de Gilmore Girls (queremos ver se a Lorelai casou ou não com o Luke e se a Rori fez tudo direitinho na campanha do Obama e quem sabe esteja tentando uma vaga em The Newsroom?) e ou Fringe, com o Walter voltando do futuro (sim, eu já estou com saudades, lidem com isso), dizendo para a humanidade buscar conhecimento. Ou Felicity, aproveitando que todos eles estão de volta à TV. (um dia desses, acabei lendo em uma entrevista com a Keri Russell, que continua super amiga do Scott Speedman – my love – embora eles não se encontrem muito e que um dia desses, passando por um problema qualquer, ela pegou seu telefone e mandou um SMS para sua melhor amiga e para ele, do tipo que a gente manda para desabafar, sabe? E advinha só quem foi o primeiro a retornar, quase que imediatamente? Ben Fucking Covington! Sério, #TEMCOMONAOAMAR?)

E vocês, que séries gostariam de ver no cinema?

(♥)

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The (un)following

Fevereiro 15, 2013

the following

Uma série de suspense policial bacana, com gente de peso envolvida na sua produção (uma criação de Kevin Williamson, de Dawson’s Creek, The Vampire Diaries e “Scream” nos cinemas) e que além de uma boa ideia de trazer um serial killer com ares de poeta, Joe Carroll, um professor fã incondicional de Edgar Alan Poe e que dessa vez não está disposto a agir sozinho como na maioria dos casos mais comuns que conhecemos e conta com o que ao que tudo indica ser uma vasta gama de seguidores da sua mente literária perturbada. Um vilão excelente, diga-se de passagem, desde a ideia até a execução do ator James Purefoy, que consegue nos transmitir tudo aquilo que eles tentam nos vender sobre o perfil do assassino da vez, do tipo que você rapidamente acredita que é completamente maluco, mas já começa a entender também o porque de tanta gente se sentir tão seduzida pelo personagem.

Do lado do bem da história temos ele, Kevin Bacon (nossas tias gritam nesse momento, ele que também está ótimo nesse papel que lhe caiu muito bem) vivendo o policial Ryan Hardy que na verdade, nem é tão do bem assim e tem lá a suas falhas. Um policial bem sucedido, porém afastado da sua carreira no FBI devido as sequelas deixadas pelo seu maior inimigo, o próprio Carroll, que ele consegui colocar atrás das grades depois de ter conseguido também salvar a sua última vítima.

Afastado do trabalho, ele usa marcapasso para controlar o coração debilitado e ao que tudo indica, bebe compulsivamente (aquela bala de menta não foi oferecida por acaso) e tem uma passado meio assim com a ex esposa desse mesmo serial killer. Ou seja, motivos para odiá-lo o cara pelo menos tem, além de todo o seu nível de loucura, é claro. Sem contar que após ter sido bem sucedido na investigação que levou a prisão do agora famoso Carroll, Ryan ainda lucrou com a história, escrevendo um livro sobre como funcionava a mente daquele que foi o maior trunfo da sua carreira, algo que acabou lhe rendendo um prestígio maior ainda.

Até aqui, encontramos uma história interessante e que fica ainda melhor com a fuga do tal assassino logo no começo do piloto, ele que está disposto a finalizar o seu trabalho adiado com o momento da sua prisão, anos atrás e óbviamente está a procura da tal última vítima que Ryan conseguiu salvar no momento da sua prisão. Nessa fuga, Ryan acaba sendo convocado novamente para o caso, já que ele é quem melhor conhece o inimigo e uma série de eventos acontecem para nos levar até o plot  central da temporada. E é exatamente nessa hora que a série já começa a se perder em seu piloto, em uma avalanche de clichês de filmes do gênero que podem se tornar bem irritantes se você tiver um pouquinho menos de tolerância.

Primeiro que Ryan parece saber demais. Ok, o cara quase morreu nas mãos daquele assassino, estudou a sua história, conseguiu colocá-lo na cadeia, escreveu um livro, pegou a sua mulher, mas mesmo assim, tudo parece fácil demais para aquele que divide o mesmo conhecimento sobre a fixação do serial killer na obra de Edgar Allan Poe e pelo menos nesse piloto, essa foi a primeira impressão passada. Tudo está relacionado a sua obra e as respostas aparecem facilmente, como um passe de mágica em meio aos cenários do crime, sempre utilizando a mesma desculpa como justificativa em um momento brilhante de raciocínio do próprio policial, que se fosse tão brilhante assim e ou preparado, já teria pensado no seu próximo passo antes do próprio serial killer, ou pelo menos teria feito um mapa na parede cheio de próximas possibilidades, algo mais ou menos como a Carrie de Homeland, rs. Preguiça.

Tudo bem que esse tipo de justificativa que aparentemente pode até parecer bacana por se tratar de uma obra real, mas o mesmo detalhe que é capaz de trazer um elemento especial para a trama da série acaba perdendo a força sendo utilizado em doses cavalares (como já acontece no piloto) e pode também acabar se tornando um recurso fácil demais para aquele policial, dotado de tamanho conhecimento, ou para qualquer outra pessoa que conheça a literatura de Allan Poe. E isso somado a postura do personagem principal, o policial que não segue regras de sempre, cercado da policial irritadinha demais, do outro nerd inteligente e puxa saco demais, groupie do policial principal e o boy magia do FBI, porque tem que ter um. Todos personagens bem clichês e que encontramos aos montes em qualquer série ou filme do gênero. E Ryan apesar de ter passado por tudo isso, de carregar com ele uma marca dessa história, de estar envolvido novamente naquele rastro de sangue já conhecido do seu passado e por isso, imaginamos que seja uma lembrança no mínimo traumatizante, mesmo com toda essa vasta experiência sobre o caso, acaba sendo atraído pelo assassino para o lugar certo na hora certa, mesmo que isso tenha sido intencional por parte de ambos os envolvidos. (você não deixaria avisado para a equipe? Ainda mais considerando que o cara é um psicopata maluco que conseguiu fugir da cadeia com a maior facilidade desse mundo? Eu bem que deixaria…)

Sem contar que eu gosto de me assustar, de ficar tenso, preso no sofá, sem a menor ideia do que está por vir, só que também já no piloto, The Following mostra muito bem qual a sua fórmula para assustar nesse caso, que visivelmente pertencente a mesma escola “Scream” de antigamente, tenha sido ela proposital, em forma de homenagem, uma questão de identidade ou não. Sabe aquele susto avisado, que vem junto com a trilha sonora dramática nada sútil e totalmente proposital para aumentar ainda mais a reação? Então…

Além disso, alguns padrões se repetem dessa escola antiga de terror (que apesar de não ser tão antiga assim, já tem cara de velha), como mortes na garagem, a obsessão por facas (e o barulho do aço) e muito sangue por todos os lados. Agora, o que eu gostaria mesmo é que alguém me explicasse como é que uma mulher com cara de no mínimo perturbada por cinco gerações de ancestrais, convocada pela polícia para prestar depoimento devido a sua relação próxima ao assassino, chamada inclusive de groupie por eles mesmos, me aparece no local onde estão sendo feito os interrogatórios (que eu não tenho muita certeza, mas me pareceu ser no próprio FBI, não?), munida de uma faca gigantesca (ou punhal), em plena America antiga calejada pós atendados da sua história recente? Realmente, achei pouco convincente. Menos convincente ainda que nenhum policial dos 38 que estavam presente naquela hora, não tenha dado com um porrete na cabeça dela para evitar uma tragédia maior e ou tivesse usado a sua arma de choque naquele momento para controlar a situação. Apesar da cena ser bem bacana, com, a mulher com o corpo todo escrito (me lembrou bem a referência visual de “Memento”) com lines do próprio Edgar Allan Poe. Poético, mas lame.

Tirando tudo isso que eu acabei destacando como pontos negativos que não me fizeram ter a menor vontade de assistir e ou me apegar a The Following, é preciso reconhecer que a sua produção é bem boa e provavelmente vá encontrar seu público. Só acho também que pensando a longo prazo, fica bem difícil estender a série por muito tempo sem transformá-la em um procedural daqueles. E por exemplo, duas temporadas rondando esse mesmo plot e eu já acho que ela tem tudo para ser a nova The Killing (que vai voltar, pelo AMC mesmo e com o ótimo Peter Saarsgard agora também no elenco, mas que já deu pra gente, sorry), tirando a parte que The Killing, apesar de arrastada, sempre foi bem boa e tentava pelo menos tratar seus clichês de uma outra forma, coisa que The Following não conseguiu nem em seu piloto.

E apesar de já ter sido morta no piloto (e quem aguentaria ver mais da Shannon de Lost por mais do que um episódio?), estou até agora na dúvida se a Sarah não é ou não é a nova Sidney?

Por aqui, a série estréia na Warner no dia 21 de Fevereiro, às 22h50.

 

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J.J. Abrams para o Star Wars VII?

Janeiro 25, 2013

(acho de bom tom avisar que o vídeo acima faz mais sentido em relação a ilustração do post a partir de 1:30)

SIM, confirmou! E o diretor parece estar agora envolvido com todas as estrelas (Trek/Wars), rumo a sua própria constelação. E nada me surpreende se nesse caminho, ele passar a dirigir até os comercias da Planet Ghols daqui para frente, rs.

De qualquer forma, achamos uma excelente escolha, desde que ele não acabe carregando a sua turma de Lost para lá. Isso nós não aceitamos. Pense em uma entourage mais “Star Trek” mesmo, J.J., que esse parece ser um caminho mais seguro. Por favor!

#GOODLUCK

 

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Cada geração tem a “Revolution” que merece e eu me recuso a aceitar que essa seja a nossa

Setembro 17, 2012

Inaugurando essa semana uma sequência de posts que vamos fazer aqui no Guilt sobre alguns pilotos da temporada, começaremos por ela, a revolução que já de cara declaramos esperar não acontecer: Revolution. (#FUÉN)

Mas que pilotinho mais sem graça, não?

Série da NBC (o que não combina) que tem como plot central um blackout de mais de 15 anos, onde desde então ninguém sabe nem como e nem porque, mas todos estão sem energia. #DRAMA. Sim, fazem 15 anos que eles estão sem energia, mas as personagens aparecem lindas, com blush na cara (haja estoque), cabelos aparentemente bem cuidados e o menino asmático que precisa de uma bombinha acaba milagrosamente encontrando uma dentro do prazo de validade (imagino eu que tenha prazo, pq uma das minhas frustrações desde criança é não ter adquirido asma, pq eu achava aquela bombinha muito cool e eu não estou brincando), olha só que conveniente?

Primeiro que o plot até poderia ser interessante, mas da forma como foi tratado já no piloto, tudo pareceu meio over e até cafona demais (odiei aquela quantidade de verde e o clima de “caos” da cidade). Sério, o que foi aquela luta de quase 15 minutos perto do final do episódio? Gravaram o ensaio? Porque foi muito ruim…

O problema é que o piloto entrega pouco da série, onde o único personagem que parecia saber de alguma coisa relacionada ao blackout, acaba morrendo cedo demais, ao lado a Elizabeth Mitchell que na série, novamente vem com aquela cara irritante que não é de hoje que conhecemos, de quem sempre sabe mais do que acaba contando para a gente. SIM, eu torci para a Juliet morrer em Lost e *spoiler (rs) vibrei quando finalmente aconteceu. (ODIAVA aquela mulher!)

Falando em Lost, a série faz várias “referências” a série antiga em diversos momentos (e tem o nome do J.J na sua produção também, que eu duvido que tenha feito alguma coisa nesse piloto e se fez, perdeu completamente a mão, hein J.J?), o que chega a me dar calafrios só de pensar em reviver tudo aquilo, sabendo que a reta final da série antiga foi aquela grande porcaria. Em Revolution temos a nova “Iniciativa Dharma”, agora chamada de Milícia, tem aviões no meio do mato, o gordinho com camiseta do ACDC utilizado com recurso cômico, a mulher que sabe demais e não fala nada (Mitchell, que morre logo no começo e eu aplaudi, porque realmente não aguento essa mulher), caminhadas no meio da mata e tudo mais. Aliás, a caminhada que acompanhamos durante esse primeiro episódio me pareceu ter sido bem curta, não? Caminharam só um pouquinho e já chegaram na casa do tal tio que estavam procurando? Ele era vizinho? Em Lost pelo menos, as caminhadas duravam dias e tinha gente explodindo com dinamites no meio disso tudo. Muito mais cool. (até ficar irritante e hoje em dia já termos The Walking Dead para nos irritar o suficiente com longas caminhadas no meio do nada)

Sem contar que ninguém diz a que veio e tudo é muito vago nesse piloto e pior, os protagonistas parecem tolos e pouco interessantes (apesar de lindos, pelo menos os irmãos). Até o Gus de Breaking Bad fazendo as vezes de vilão na nova série foi meio ridículo. Parece que ele saiu de Breaking Bad, arrumou um novo trabalho em Revolution, mas apareceu para gravar o piloto vestindo um figurino emprestado de Once Upon A Time.

O final do episódio nos traz uma “grande revelação” bem meio assim, além de mais uma participação de um elemento de Lost em formato da volta das conversas via MS-DOS. Sim, até isso tem na nova série, olha só que bacana e inovadora? ZzZZZ. Sem contar que faltou história e sobrou ação. Uma ação totalmente exagerada e sem sentido. (tipo na hora em que o Ben morreu, porque ninguém atirou no Gus e ficaram todos mais preocupados com seus capangas? Como esse homem consegue fugir fácil da morte, não?)

Sinceramente, quase não consegui chegar no final do episódio de tanto sono que eu fiquei durante esses pouco mais de 40 minutos do piloto e acho que Revolution que chegou querendo ser o novo Lost, acabou não conseguindo nem ser o novo FlashForward, que pode ter sido uma grande porcaria, mas pelo menos teve um piloto bacana e que nos deu vontade de prosseguir até virar aquela grande porcaria já no terceiro episódio, rs.

Eu pelo menos paro por aqui a minha experiência com Revolution e se algum de vcs quiser continuar, é por sua total conta e risco. (mas por favor, não invistam em comprar macacões da nova Iniciativa Dharma, pq a gente já sabe onde isso vai dar…)

ps: e arco e flecha parece ser a arma da vez, não? (The Walking DeadThe Hunger Games, The Avengers, Arrow, Hawkeye…)

 

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“Tudo não passou de um sonho”

Agosto 24, 2012

Frase que seria a melhor forma de começar a Season 9 de Grey’s Anatomy (que foi exatamente o que eu falei “pessoalmente” para a Shondra no Twitter, rs), que retorna dia 27/09.

Eu acharia corajoso assumir o erro que foi aquele final da Season 8. (não gosto nem de lembrar, ainda mais com uma temporada tão boa como estava aquela)

Ou acordamos em Lost, para que sua Season 6 inteira seja reescrita. Esse que é o meu sonho televisivo. (poderiam recomeçar desde a Season 5 na verdade)

Ansiosos? Eu perdi a vontade… mas vou ver com atraso, em sinal de protesto, claro. (rs)

 

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E ai, foram ver o Boone?

Junho 1, 2012

Iam Somerhalder que já veio com essa cara leeeandra pronta de fábrica neam? Höy!

BEST olhar apertadinho de galã ever!

#BOONE

Diz que a Oscar em Sã Paula parou hein?

Mas o que eu quero saber mesmo é o seguinte: alguém perguntou se ele torcia por uma final feliz para o seu personagem em Lost, ao lado do Locke? E o que de fato acontecia entre os dois naquele matagal?

ps: brincadeirinha Boone. Höy!

#APAVORADO

Maio 22, 2012

Minha Santa Purpurina da Magia Mágica, o que foi que aconteceu com o Matthew Foxxyam?

CATAPLOFT! (e a gente achando que o post anterior teria sido o susto do dia)

..

.

Será que isso foi uma maldição do monstro de fumaça? (que agora é purple e faz ponta em Once Upo A Time…)

Fui até assistir a um episódio de Part Of Five antigo,  para me lembrar dos seus tempos antigos de magia. Porque Lost eu me recuso…

Que esse seja o papel da sua vida em “I, Alex Cross”, caso contrário, tamanha transformação teria valido do que?

R.I.P Magia

#APAVORADO!

Aproveitando o momento…

Achei essa participação sensacional dele no The Grahan Norton Show (um dos meus programas preferidos EVA!), que faz tempo que eu estava procurando um motivo para mostrar para vcs.

ps: e sim, ele já não estava lá essas coisas com esse cavanhaque medonho e essa maravileeeandra ao lado dele é a Diane Kruger e o namorado ao qual ela esta se referindo é o Peter Pacey!

Ator meia boca dá nisso…

Março 30, 2012

Não era para fazer cara de megabitch segurando logo o Uggie, neam Boone?

Nessa hora, tinha que fazer o foufito neam? Seu incompetente! (CORTA = Essy, o diretor sem paciência para a preguiça, rs)

Sawyer!

Dezembro 20, 2011

E por onde anda o Josh Holloway hein (tisc tisc, na premiere do novo Missão Impossível, tisc tisc)? Que saudade do Josh Holloway, hein? Uma beija Josh Holloway!

ps: amei a padronagem do plaid básico com fundamento da camisa, mas achei a gravata grossa demais. Höy!


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