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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office - que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy - Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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A lista com aquele que tem tudo para ser o Golden Globes dos nossos sonhos!

Dezembro 14, 2012

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E a parte do “sonho” fica totalmente por conta da apresentação do 2013 Golden Globe Awards, que terá a dupla Tina Fey + Amy Poehler, que é o nosso sonho concretizado em bom humor do girl power que realmente interessa e que finalmente ganhará a sua chance em um universo normalmente dominado por homens (muitos deles bem sem graça faz tempo). Mas falando especificamente da lista em si, esse ano talvez não tenha sido dos melhores para o cinema (pelo menos essa foi a minha impressão) e para a parte dedicada ao prêmios da TV, tudo continua naquela mesma injustiça/mesmice de sempre. Duvida? Então confere ae:

 

Best Actress in a Drama TV Series

Connie Britton, Nashville

Glenn Close, Damages

Claire Danes, Homeland

Michelle Dockery, Downton Abbey

Julianna Margulies, The Good Wife

 

Acho uma verdadeira  vergonha essa Connie Britton ser indicada para qualquer coisa que não seja “melhor cara de que não sei exatamente o que eu estou fazendo”. Ficaria bem feliz se a Glenn Close levasse, por toda a sua Damages.

 

Best Actor in a Drama TV Series

Steve Buscemi, Boardwalk Empire

Bryan Cranston, Breaking Bad

Jeff Daniels, The Newsroom

Jon Hamm, Mad Men

Damian Lewis, Homeland

 

Sabe aquela categoria que você ficaria feliz com qualquer resultado? Então, alguns mais, outros menos, mas todas as indicações foram merecidas. Na minha ordem, Daniels, Hamm, Cranston, Lewis, Buscemi. Acho que é isso…

 

Best Actress in a Comedy or Musical TV Series

Zooey Deschanel, New Girl

Julia Louis-Dreyfus, Veep

Lena Dunham, Girls

Tina Fey, 30 Rock

Amy Poehler, Parks and Recreation

 

Poehler, Fey, Dunham, Dreyfus, qualquer uma que levar, por favor, dê três tapas na cara da Deschanel e diga “Vc deveria sentir vergonha da sua Jessica Day estar nessa mesma categoria. PÁ!”

 

Best Actor in a Comedy or Musical TV Series

Alec Baldwin, 30 Rock

Don Cheadle, House of Lies

Louis C.K., Louie

Matt LeBlanc, Episodes

Jim Parsons, The Big Bang Theory

 

Louie! Louie! Louie! (sorry, não consigo chamá-lo de Louis…)

 

Best Supporting Actor in a Series, Miniseries or TV Movie

Max Greenfield, New Girl

Ed Harris, Game Change

Danny Huston, Magic City

Mandy Patinkin, Homeland

Eric Stonestreet, Modern Family

 

Mandy Patinkin. AMO o Saul. AMO!

 

Best Supporting Actress in a Series, Miniseries or TV Movie

Hayden Panettiere, Nashville

Archie Panjabi, The Good Wife

Sarah Paulson, Game Change

Maggie Smith, Downton Abbey

Sofia Vergara, Modern Family

 

Maggie Smith ganha qualquer coisa no pedra papel teoura lagarto e Maggie Smith. Só enfraquece quando competindo com a Merryl Streep, o que não é o caso aqui, rs

 

Best TV Series – Comedy

Big Bang Theory

Episodes

Girls

Modern Family

Smash

 

Modern Family voltou a ser uma ótima comédia. Mas tem Girls, que a gente adoraria ver ganhando. Smash eu prefiro ignorar, aqui ou em qualquer categoria. E cadê Louie?

 

Best TV Series – Drama

Breaking Bad

Boardwalk Empire

Downton Abbey

Homeland

The Newsroom

 

Todas ótimas, mas The Newsroom foi melhor, não?

 

Best TV Movie or Miniseries

Game Change

The Girl

Hatfields and McCoys

The Hour

Political Animals

 

Best TV Movie or Miniseries – Actor

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Benedict Cumberbatch, Sherlock

Woody Harrelson, Game Change

Toby Jones, The Girl

Clive Owen, Hemingway & Gellhorn

 

Já estamos acostumados a ver Sherlock não levando nada, mesmo merecendo tudo, então… Humpf!

 

Best TV Movie or Miniseries – Actress

Nicole Kidman, Hemingway & Gellhorn

Jessica Lange, American Horror Story: Asylum

Sienna Miller, The Girl

Julianne Moore, Game Change

Sigourney Weaver, Political Animals

 

Best Actor in a Motion Picture – Drama

Daniel Day Lewis, Lincoln

Richard Gere, Arbitrage

John Hawkes, The Sessions

Joaquin Phoenix, The Master

Denzel Washington, Flight

 

Dizem que a briga esse ano está concentrada entre o DDL e seu “Lincoln” e o Joaquin Phoenix, que retornou com força em “The Master”. Mas ainda não assisti nenhum deles…

 

Best Actress in a Motion Picture – Drama

Jessica Chastain, Zero Dark Thirty

Marion Cotillard, Rust and Bone

Helen Mirren, Hitchcock

Naomi Watts, The Impossible

Rachel Weisz, The Deep Blue Sea

 

Também não assisti nenhum deles ainda, mas estou achando que chegou a hora da Naomi Watts, ou quem sabe a Jessica Chastain. E quer saber, ficaria feliz de qualquer forma.

 

Best Actor in a Motion Picture – Comedy or Musical

Jack Black, Bernie

Bradley Cooper, Silver Linings Playbook

Hugh Jackman, Les Miserables

Ewan McGregor, Salmon Fishing in the Yemen

Bill Murray, Hyde Park on Hudson

 

Hugh Jackman está em um papel feito para isso. Resta saber se ele foi bem. Mas Bill Murray, sempre torço para o Bill Murray, em qualquer coisa. 

 

Best Actress in a Motion Picture – Comedy or Musical

Emily Blunt, Salmon Fishing in the Yemen

Judi Dench, Best Exotic Marigold Hotel

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Maggie Smith, Quartet

Meryl Streep, Hope Springs

 

Dench ou Smith. #MUSES (Meryl também estaria nessa, mas como ela é indicada até pelo seu espirro, não preciso nem dizer nada…)

 

Best Actress in a Supporting Role in a Motion Picture

Amy Adams, The Master

Sally Field, Lincoln

Anne Hathaway, Les Miserables

Helen Hunt, The Sessions

Nicole Kidman, The Paperboy

 

Sally Field + Anne Hathaway, AMO vcs! E a Hellen Hunt voltando, hein?

 

Best Actor in a Supporting Role in a Motion Picture

Alan Arkin, Argo

Leonardo DiCaprio, Django Unchained

Philip Seymour Hoffman, The Master

Tommy Lee Jones, Lincoln

Christoph Waltz, Django Unchained

 

Mesmo sem ter visto nada ainda, gosto de todos eles pelo conjunto da obra, rs

 

Best Motion Picture – Comedy or Musical

The Best Exotic Marigold Hotel

Les Miserables

Moonrise Kingdom

Salmon Fishing in the Yemen

Silver Linings Playbook

 

Vale o meu coração torcer por “Moonrise Kingdon”, apesar das poucas chances?

 

Best Motion Picture – Drama

Argo

Django Unchained

Life of Pi

Lincoln

Zero Dark Thirty

 

Fico pensando no que vão dizer caso o Ben acabe levando essa pelo seu “Argo”. PÁ!

 

Best Screenplay for a Motion Picture

Zero Dark Thirty

Lincoln

Silver Linings Playbook

Django Unchained

Argo

 

Best Director – Motion Picture

Ben Affleck, Argo

Kathryn Bigelow, Zero Dark Thirty

Ang Lee, Life of Pi

Steven Spielberg, Lincoln

Quentin Tarantino, Django Unchained

 

Torcendo pelo Ben só pelo climão & a superação, rs

 

Best Score for a Motion Picture

Life of Pi

Argo

Anna Karenina

Cloud Atlas

Lincoln

 

Best Animated Film

Brave

Frankenweenie

Hotel Transylvania

Rise of the Guardians

Wreck it Ralph

 

Best Original Song – Motion Picture

“For You” – Act of Valor

“Not Running Anymore” – Stand Up Guys

“Safe & Sound” – The Hunger Games

“Skyfall” – Skyfall

“Suddenly” – Les Miserables

 

Best Foreign Language Film

Amour (Austria)

A Royal Affair (Denmark)

The Intouchables (France)

Kon-Tiki (Norway/UK/Demark)

Rust and Bone (France)

 

Lembrando que a premiação vai ao ar no dia 13 de Janeiro, mesma data de estreia de Girls, ou seja, vamos enlouquecer os nossos controles, claro.

 

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A lista (ruiva) com os vencedores do Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Tudo  bem que a lista de indicados do Emmy 2012  já não nos agradou muito logo de cara, mas mesmo assim, mesmo sem conseguir levar muito a sério uma premiação de TV que resolveu ignorar Parks & Rec, Community e o trabalho do John Noble em Fringe, chegou a hora de encararmos os resultados, que para esse ano, não poderiam ter sido mais mais ruivos! Não acredita? Então vem cá:

 

Melhor atriz em Série Cômica

Zooey Deschanel – New Girl

Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

Melissa McCarthy – Mike & Molly

 

Embora nossa torcida fosse total para Amy Poehler, todo munda já sabia que esse prêmio iria para a Julia Louis-Dreyfus (devo muito mesmo assistir Veep?). Mas eu concordo com ela em seu discurso, quando a própria atriz disse que esse Emmy deveria ter sido da Amy Poehler… Humpf! #POEHLER2013

 

Melhor Ator em Série Cômica

Larry David – Curb Your Enthusiasm

Jon Cryer – Two and a Half Men

Louis C.K. – Louie

Jim Parsons – The Big Bang Theory

Don Cheadle – House of Lies

Alec Baldwin – 30 Rock

 

Vamos a polêmica da noite. Apesar de não gostar da série ACDC Charlie Sheen, parte de sua graça sempre esteve no personagem do Jon Cryer (só vejo as reprises da TV aberta, rs) então, até não me sinto tão ofendido que ele tenha levado o prêmio nessa categoria. Mas é claro que eu estava torcendo para o Louie, Louie, Louie. Louie e e. (que estava lindamente ruivo, todo arrumadinho na platéia. Primeiro sinal de que esse seria o ano dos ruivos no Emmy)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Maylim Bialik – The Big Bang Theory

Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Kristen Wiig – Saturday Night Live

Sofia Vergara – Modern Family

Kathryn Joosten – Desperate Housewives

 

Não consigo ver graça nessa mulher. Acho ela de um exagero sem tamanho e tenho a impressão de que o coração da personagem vai explodir a qualquer momento dentro da série. Até torço para isso de vez em quando, sorry Phil. Preferia até a Maylim Bialik nesse caso, que desde que chegou em TBBT, roubou a cena dentro de uma série que está rodando atrás do próprio rabo já tem pelo menos 2 temporadas. 

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ed O’Neil – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Eric Stonestreet – Modern Family

Bill Hader – Saturday Night Live

Max Greenfield – New Girl

 

Eu AMO  o Cameron, mas a verdade é que ele não fez muito por merecer durante essa temporada de Modern Family e até o Jay merecia mais. Mas não vou nunca poder dizer que qualquer um deles é ou foi melhor do que o Phil. Isso eu não digo!, porque não é verdade… (e cadê a Charlize? Dizem que eles estão se pegando… – só se for no tapa, rs)

 

Melhor Série Cômica

Curb Your Enthusiasm

Girls

30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

Depois dos resultados todos, alguém tinha alguma dúvida? Mas OK, dentre as concorrentes, essa vitória foi até aceitável, apesar da nossa torcida ter sido de Girls nesse caso, já que Parks não estava nem na lista. Mas pelo menos as meninas de Girls estiveram na premiação, todas lindas e mostrando para a sociedade quem são as garotas mais legais do momento. E o Adam também foi = (♥)

 

Melhor Atriz em Série Dramática

Julianna Margulies – The Good Wife

Michelle Dockery – Downton Abbey

Elizabeth Moss – Mad Men

Kathy Bates – Harry’s Law

Claire Danes – Homeland

Glenn Close – Damages

 

Clap Clap Clap de pé! Teve personagem mais sensacional na TV no último ano? Tá, ficaram devendo para a Glenn Close (que encerrou Damages com sua cara de pedra)… para a Michelle Dockery (que se casou recentemente em Downton!)… e para a Elizabeth Moss também, rs (que vem enfrentado o Don Draper como ninguém)

 

Melhor Ator em Série Dramática

Steve Buscemi – Boardwalk Empire

Michael C. Hall – Dexter

Bryan Cranston – Breakign Bad

Hugh Bonneville – Dowton Abbey

Jon Hamm – Mad Men

Damian Lewis – Homeland

 

Surpresa da noite vai? Fiquei bem feliz e achei super merecido, apesar de alguns dos concorrentes também estarem na minha torcida. Mas fico com pena do Jon Hamm, que nunca leva mas sempre é indicado e é sempre tão bom também… (Damian Lewis = ruivo magia. Ou seja, o primeiro sinal concreto de que esse foi mesmo o ano dos ruivos no Emmy. E a piadinha dele depois na coletive, dizendo que ele quer ver só o que vai acontecer quando o bebê da Clare Danes nascer ruivo? #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Archie Panjabi – The Good Wife

Anna Gunn – Breaking Bad

Maggie Smith – Downton Abbey

Joanna Froggatt – Dowton Abbey

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Clap Clap Clap, de pé e com suas varinhas apontando para o céu! Fico imaginando ela em casa, tomando um chá vestida de Condessa de Grantham, e fazendo os comentários que só ela saberia fazer no momento em que recebeu o prêmio. #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

Giancarlo Esposito – Breaking Bad

Aaron Paul – Breaking Bad

Brendan Coyle – Downton Abbey

Jim Carter – Downton Abbey

Jared Harris – Mad Men

Peter Dinklage – Game of Thrones

 

Yeah Bitches! Magnets! Gosto tanto desse menino (não sei porque, mas acho ele um menino, rs), que não consegui me conter com a sua vitória. Agora só falta permanecer vivo na série até o seu final (fico morrendo de medo do destino do seu personagem). E ele tem a barba ruiva e estava lindíssimo no red carpet, ou seja, confirmou!

 

Melhor Série Dramática

Boardwalk Empire

Breaking Bad

Downton Abbey

Mad Men

Game of Thrones

Homeland

 

E que briga boa hein? Esse ano quem levou foi Homeland, que tem uma primeira temporada realmente muito da excelente e impossível de ser ignorada por isso, o prêmio não é nada mais do que justo! Clap Clap Clap! (série sobre um vilão que nos faz torcer por ele e que é ruívo. Mais uma pista…)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Cômica

Dot-Marie Jones – Glee

Maya Rudolph – Saturday Night Live

Melissa McCarthy – Saturday Night Live

Elizabeth Banks – 30 Rock

Margaret Cho – 30 Rock

Kathy Bates – Two and a Half Men

 

Sempre uma excelente atriz, mesmo participando da série errada. 

 

Melhor Ator Convidado em Série Cômica

Michael J. Fox – Curb Your Enthusiasm

Greg Kinnear – Modern Family

Bobby Cannavale – Nurse Jackie

Jimmy Fallon – Saturday Night Live

Will Arnett – 30 Rock

Jon Hamm – 30 Rock

 

Eu só queria entender o que o Jimmy Fallon fez com aquela cara. Comediantes precisam ter expressão, Jimmy! (tenho impressão que a testa dele foi substituída por uma placa de adamantium)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Dramática

Loretta Devine – Grey’s Anatomy

Jean Smart – Harry’s Law

Martha Plimpton – The Good Wife

Julia Ormond – Mad Men

Joan Cusack – Shameless

Uma Thurman – Smash

 

Gente, essa mulher é sensacional, apesar de não assistir TGW e eu adoraria vê-la ganhando alguma coisa por Raising Hope também! 

 

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

Mark Margolis – Breaking Bad

Dylan Baker – The Good Wife

Michael J. Fox – The Good Wife

Jeremy Davies – Justified

Ben Feldman – Mad Men

Jason Ritter – Parenthood

 

Daniel Faraday. Esperamos que vc tenha dado mais sorte e tenha sido levado mais a sério em Justified. Abraço.

 

Melhor Programa de Variedades, Comédia ou Musical

The Colbert Report

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

Jimmy Kimmel Live

Late Night With Jimmy Fallon

The Daily Show With Jon Stewart

 

Uma pena não ver nunca o nome do Craig Ferguson nessas listas. E ele é o melhor, por isso o nosso Emmy handmade a base de muita cola, fita adesiva e papelão vai para ele. Sempre!

 

Melhor Reality Show de Competição

So You Think You Can Dance

The Amazing Race

Project Runway

The Voice

Dancing With the Stars

Top Chef

 

Já assistiu The Glee Project? Hein Emmyli?

 

Melhor Apresentador de Reality Show

Betty White – Betty White’s Off Their Rockers

Cat Deeley – So You Think You Can Dance

Phil Keoghan – The Amazing Race

Tom Bergeron – Dancing With the Stars

Ryan Seacrest – American Idol

 

Um beijo para vc Betty White! Te AMO!

 

Melhor Minissérie ou Filme Para TV

Game Change

American Horror Story

Hemingway & Gellhorn

Sherlock

Luther

Hatfields & McCoys

 

Dizem que é bem bom, mas eu não assisti ainda. E eu só gostaria de entender o que é que American Horror Story está fazendo nesse meio… (mas Sherlock gente, Sherlock é tipo a coisa mais phina desse mundo atual! #RAFINADO)

 

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Para TV

Julianne Moore – Game Change

Connie Britton – American Horror Story

Nicole Kidman – Hemingway & Gellhorn

Emma Thompson – The Song Of Lunch

Ashley Judd – Missing

 

Vi algumas coisas e é sensacional com conseguiram transformar a Julianne Moore que é lindíssima naquela mulher pavorosa da Sarah Palin. E Julianne é um dos símbolos máximos da magia ruiva, então podemos repetir novamente que: CONFIRMOU! O Emmy 2012 foi mesmo dos ruivos. 

 

Melhor Ator em Minissérie ou Filme Para TV

Woody Harrelson – Game Change

Clive Owen – Hemingway & Gellhorn

Benedict Cumberbatch – Sherlock

Idris Elba – Luther

Kevin Costner – Hatfields & McCoys

 

Todo mundo estava dizendo que esse prêmio era dele. Nossas mães agradecem a visão, Kevin. 

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Sarah Paulson – Game Change

Frances Conroy – American Horror Story

Jessica Lange – American Horror Story

Judy Davis – Page Eight

Mare Winningham – Hatfields & McCoys

 

Jessica Lange é mesmo uma atriz sensacional e super merece qualquer prêmio. Só não consegui entender o que AHS ainda está fazendo nessa lista de minissérie e de indicações, porque não merecia…

 

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Ed Harris – Game Change

Denis O’Hare – American Horror Story

David Strathairn – Hemingway & Gellhorn

Martin Freeman – Sherlock

Tom Berenger – Hatfields & McCoys

 

Devemos muito assistir? Alguém? 

 

Melhor Direção Série Cômica

Robert B. Weide – Curb Your Enthusiasm

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Jason Winer – Modern Family

Steven Levitan – Modern Family

Jake Kasdan – New Girl

 

Esse prêmio merecia ser de qualquer pessoa que tenha dirigido qualquer episódio de Community, enquanto a série existir. Sem mais. 

 

Melhor Direção em Série Dramática

Vince Gilligan – Breaking Bad

Tim Van Patten – Boardwalk Empire

Brian Percival – Downton Abbey

Michael Cuesta – Homeland

Phil Abraham – Mad Men

 

Vince Gilligan também merecia esse, hein? Apesar de BE ser uma série linda de se ver. (embora eu a tenha abandonado)

 

Melhor Roteiro em Série Dramática

 Julian Fellowes – Downton Abbey

Alex Gansa, Gideon Raff e Howard Gordon – Homeland

Semi Chellas e Matthew Weiner – Mad Men

Andre Jacquemetton e Maria Jacquemetton – Mad Men

Erin Levy e Matthew Weiner – Mad Men

 

Homeland, a grande série da noite. Sem a menor dúvida. 

 

Melhor Roteiro em Série Cômica

Chris McKenna – Community

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Michael Schur – Parks and Recreation

 

Mesmo com o coração dividido entre a Lena Dunham, a Amy Poehler e o Louie C.K., não tem como não ficar morrendo de orgulho do nosso ruivão, que ainda levou mais uma prêmio para casa pelo seu show. 

 

E terminar a lista de vencedores do Emmy 2012  com o nome do Louie C.K. e com essa imagem sensacional, com ele segurando os seus dois prêmios da noite não só é uma delícia e uma prova de que ainda há muita coisa boa na TV e algumas delas conseguem até ganhar algum reconhecimento (mesmo que tardio), como prova que esse ano, tivemos mesmo uma premiação mais ruiva do que nunca!

#RUIVISMO

ps: sei que a Claire Danes não está ruiva atualmente, mas ela já investiu nessa magia no passado em My So Called Life, portanto…

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Precisamos mesmo comentar os indicados ao (M)Emmy 2012?

Julho 23, 2012

Ou optamos por ignorar a premiação, assim como eles fizeram com Parks And Recreation, John Noble…

Mas ok, vamos engolir mais essa mágoa e comentar os indicados ao Memmy 2012, quer dizer, ao 64th Emmy Awards mesmo assim (com bastante atraso, eu sei), com a novidade de que dessa vez, além dos ♥ para as nossas preferidas/apostas/torcidas, temos um símbolo novo para aquelas que a gente acha que não merecia nem ao menos a indicação…

 

Melhor série dramática

†  Boardwalk Empire

♥  Breaking Bad

†  Game of Thrones

♥  Mad men

♥  Downton Abbey

♥  Homeland

 

Minha maior indecisão do momento. Tirando Boardwalk Empire e GOT que não merecem, qualquer uma das outras como vencedora dessa categoria  já me deixaria bem feliz. Mas como eu prefiro me comprometer ao me contentar com qualquer coisa, torço um pouco mais por Homeland, que pensando bem, foi a melhor de todas elas SIM! Suck it!

 

Melhor série de comédia

Curb Your Enthusiasm

♥  Girls

30 rock

Veep

Modern Family

†  The Big Bang Theory

 

De cara, já é bem bom não ver New Girl nessa lista. Por outro lado, é impossível aceitar que alguém ache que toda a temporada de The Big Bang Theory tenha sido melhor do que qualquer um dos episódios de Parks And Recreation. E vc pode até escolher aquele episódio meio assim do boliche, que de longe consegue ser melhor do que qualquer ep bom atualmente de TBBT. #CHATIADO. Mesmo assim, é bem justo ver Girls nessa lista, que é para onde vai a nossa torcida. 

 

Melhor atriz em série de comédia

†  Zooey Deschanel (New Girl)

♥  Lena Dunham (Girls)

Edie Falco (Nurse Jackie)

♥  Amy Poehler (Parks and Recreation)

♥  Tina Fey (30 Rock)

Julia Louis-Dreyfus (Veep)

Melissa McCarthy (Mike & Molly)

 

Se eu fosse a Zooey Deschanel, escreveria uma carta de próprio punho agradecendo a indicação mas reconhecendo que ela não foi nada merecida, além de mega constrangedora, mais ainda do que a sua própria atuação em New Girl. Dizem que esse prêmio é quase certo para a Julia Louis-Dreyfus (motivo pelo qual eu não consigo me interessar por Veep. Eu sei, eu sei, por pura implicância minha desde Seinfeld). AMO a Lena Dunham e não consigo não torcer por ela (apesar da série em si ser muito mais engraçada do que a sua personagem, mas estamos falando de um outro tipo de comédia), assim como a Tina Fey que até o Coringa foi durante essa última temporada de 30 Rock. Mas como não dar esse prêmio para a Amy Poehler com a sua Leslie Knope em ano de eleição? CO-MO? 

 

Melhor ator em série de comédia

†  Larry David (Curb Your Enthusiasm)

†  Jon Cryer (Two and a Half Men)

♥  Louis C.K. (Louie)

Jim Parsons (The Big Bang Theory)

Don Cheadle (House of Lies)

 

Louie, Louie, Louie, Louie e e e. Desculpa qualquer coisa para todos os outros, mas Louie é Louie. (e a Season 3 começou quase agora e está melhor ainda. Sério!)

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

♥  Mayim Bialik (The Big Bang Theory)

♥  Merritt Wever (Nurse Jackie)

†  Julie Bowen (Modern Family)

♥  Kristen Wiig (Saturday Night Live)

♥  Sofía Vergara (Modern Family)

†  Kathryn Joosten (Desperate Housewives)

 

Se tem alguma coisa nessa vida que justifica a presença de The Big Bang Theory nessa lista em qualquer categoria é a participação da Blossom nessa última temporada, que foi a única que conseguiu me fazer rir em algum momento. Merritt Wever é sempre ótima em NJ e eu já disse que é com a sua Zoey que a Zooey Deschanel deveria tentar aprender a interpretar uma personagem bocó sem parecer ridícula. Sofia Vergara a gente sempre AMA, mas essa não foi a sua temporada em MF. Não consigo gostar da Julie Bowen, não me importo com nenhuma atriz de Desperate e sinto que esse prêmio vai merecidamente para a Kristen Wiig, por sua despedida no SNL

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

♥  Ed O’Neill (Modern Family)

Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)

♥  Ty Burrell (Modern Family)

Eric Stonestreet (Modern Family)

Bill Hader (Saturday Night Live)

♥  Max Greenfield (New Girl)

 

Da mesma foram que Blossom está para TBBT, o Schmidt está para New Girl, que eu só consegui terminar de assistir por ele. Mas com o volume de atores de MF disputando essa categoria, está meio que na cara que um deles é quem deve sair com esse prêmio e por isso torço mais dessa vez pelo Ed O’Neill, que ganhou ótimos momentos durante essa última temporada de MF e o Ty Burrell, que desde o começo é o único personagem da série que conseguiu se manter no mesmo nível excelente desde sempre.

 

Melhor atriz em série dramática

†  Julianna Margulies (The Good Wife)

♥  Michelle Dockery (Downton abbey)

♥  Elizabeth Moss (Mad men)

†  Kathy Bates (Harry’s law)

♥  Claire Danes (Homeland)

♥  Glenn Close (Damages)

 

Acabei de assistir as duas temporadas de Downton Abbey quase agora e estou altamente influenciado, achando que a série merece todo e qualquer prêmio ever. AMO a Michel Dockery, AMO! (e ela não tem nome de drink? Eu bem acho… rs). Mas a Elizabeth Moss também é sempre ótima e só por aquela cena da separação dela e do Don Draper já valeria essa prêmio. Mas esse ano não tem Glenn Close certa (e o quarto ano de Damages além de ser bem mediano, não foi a temporada de Patty Hewes, por isso eu não vejo o porque dessa indicação. Já o começo da Season 5… EXCELENTE!) e ninguém merece mais esse prêmio do que a Claire Danes bipolar & enfurecida em Homeland, hein? Sejamos justos!

 

Melhor ator em série dramática

Steve Buscemi (Boardwalk Empire)

Michael C. Hall (Dexter)

♥  Bryan Cranston (Breaking Bad)

Hugh Bonneville (Downton Abbey)

♥  Jon Hamm (Mad Men)

♥  Damian Lewis (Homeland)

 

Fico dividido entre esses três e nesse caso não consigo me decidir. Desculpa sociedade, as vezes eu fico bem indeciso mesmo.

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

†   Archie Panjabi (The Good Wife)

♥  Anna Gunn (Breaking Bad)

♥  Maggie Smith (Downton Abbey)

♥  Joanne Froggatt (Downton Abbey)

♥  Christina Hendricks (Mad Men)

†  Christine Baranski (The Good Wife)

 

Não gosto de nada da boa esposa. NADA (e detesto a Archie Panjabi na série). Mas eu acho que não tem como ninguém competir com a professora Minerva em Dowton Abbey. Beijo Maggie Smith! (apesar da Joanne também estar sempre ótima na série, a Christina Hendricks ter finalmente ganhado o seu grande momento em Mad Men e a Anna Gunn ter vivido a sua melhor e mais participativa temporada em Breaking Bad. #RESPECT)

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática

♥  Aaron Paul (Breaking Bad)

♥  Giancarlo Esposito (Breaking Bad)

♥  Brendan Coyle (Downton Abbey)

♥  Jim Carter (Downton Abbey)

♥  Jared Harris (Mad Men)

♥  Peter Dinklage (Game of Thrones)

 

Categoria que eu gosto de todos os indicados. Como faz? Apesar de ficar bem feliz com o prêmio indo para qualquer um deles, eu confesso que ficaria um pouco mais se o Aaron Paul levasse hein? (ele que segundo o próprio Bryan Cranston, era um personagem que teria morrido na série lá no quarto episódio antigo, mas que devido a greve dos roteirista e o reconhecimento do seu trabalho como ator além da química (rs) excelente que rolou entre os dois, acabou permanecendo no elenco fixo da série e deu no que deu. Howcoolisthat? Aliás, Breaking Bad que voltou com tudo para a sua Season 5, hein? AMEI o lado negro da força do Walter ficando quase que incontrolável. E aquele flashforward, hein? Será que a doença voltou? E porque da nova identidade, hein? Hmm mmm)

 

Melhor filme ou minissérie

Game Change

†  American Horror Story

Hemingway & Gellhorn

♥  Sherlock: A Scandal In Belgravia

Luther

Hatfields & McCoys

 

Nada na TV atualmente consegue ser melhor do que Sherlock. NADA.  E esse episódio então, é tipo uma obra prima mesmo. Mas sinto que eles vão amargar essa derrota para Hatfields & McCoys, que é a nova queridinha da america antiga. Humpf!

 

Melhor atriz em filme ou minissérie

Julianne Moore (Game Change)

†  Connie Britton (American Horror Story)

Nicole Kidman (Hemingway & Gellhorn)

Emma Thompson (The Song of Lunch)

Ashley Judd (Missing)

 

Connie Britton teve a personagem mais irritante na tão irritante quanto American Horror Story. Acho que o Ryan Murphy deveria se dedicar menos a novos projetos e focar mais no que ele faz de melhor, que é TGP! Sem contar o constrangimento de ter o seu nome no meio de todos esses outros nomes muito mais importantes. WOO!

 

Melhor ator em filme ou minissérie

Woody Harrelson (Game Change)

Clive Owen (Hemingway & Gellhorn)

Benedict Cumberbatch (Sherlock: A Scandal In Belgravia)

Idris Elba (Luther)

Kevin Costner (Hatfields & McCoys)

Bill Paxton (Hatfields & McCoys)

 

Benedict Cumberbatch = ♥

 

Melhor atriz coadjuvante em filme ou minissérie

Sarah Paulson (Game Change)

Frances Conroy (American Horror Story)

Jessica Lange (American Horror Story)

Judy Davis (Page Eight)

Mare Winningham (Hatfields & McCoys)

 

Jessica e Frances são sempre ótimas. Pena a série ser tão meio assim…

 

Melhor ator coadjuvante em filme ou minissérie

Ed Harris (Game Change)

Denis O’Hare (American Horror Story)

David Strathairn (Hemingway & Gellhorn)

Martin Freeman (Sherlock: A scandal In Belgravia)

Tom Berenger (Hatfields & McCoys)

 

Senti falta do Moriarty nessa categoria hein? Ele que merecia bem mais do que o Watson. Desculpa qualquer coisa, Martin Freeman. 

 

Programa de variedades

The Daily Show With Jon Stewart

The Colbert Report

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

Jimmy Kimmel Live

Late Night With Jimmy Fallon

 

Não tenho o menor respeito por uma premiação que não tem o Craig Ferguson nessa  categoria. Grato.

 

Programa de competição ou reality show

So You Think You Can Cance

The Amazing Race

Top Chef

Project Runaway

The Voice

 

Não tenho o menor respeito por uma premiação que não tem The Glee Project nessa categoria. Grato.

 

Apresentador de reality show ou programa de competição

Cat Deeley, (So You Think You Can Dance)

Phil Keoghan (The Amazing Race)

Ryan Seacrest (American Idol)

Betty White (Betty White’s Off Their Rockers)

Tom Bergeron (“Dancing with the stars”)

 

Já podemos dormir? E é isso minha gente, façam suas apostas e venham reclamar aqui comigo no dia seguinte a premiação, que acontece no dia 23 de Setembro e terá apresentação do Jimmy Kimmel.

 

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Modern Family e a sua Season 3 bem corretinha

Junho 14, 2012

Sim, foi uma boa temporada essa Season 3 para a “Família Moderna”, do tipo bem corretinha, mas seria isso o suficiente para uma boa comédia na TV? (…)

Modern Family chegou deixando todo mundo apaixonado pela sua fórmula simples, mostrando o dia a dia de um novo modelo de família e nos fez rir muito com a sua temporada de estreia. Depois, a série acabou caindo na maldição da segunda temporada, onde os personagens embora tenham continuado ótimos e bem engraçados, acabaram todos presos em uma mesma dinâmica, como se estivessem perseguindo eternamente a mesma piada. Algo que no começo foi sim bem engraçado, mas após algumas repetições, acabou se tornando algo bastante cansativo, onde acabamos sentindo falta de algo mais.

Mesmo assim, a série conseguiu permanecer no gosto de uma maioria e com isso, continuou a receber inúmeras indicações aos mais variados prêmios da TV possíveis, algumas bem injustamente, ainda mais por sua Season 2 tão morna. Mas acho que esse incentivo acabou servindo para motivar os criadores da série a fazer algo melhor ainda, que eles sabiam que seriam capazes e nós também, porque já havíamos visto muito desse potencial durante a primeira temporada e com isso, eles acabaram conseguindo recuperar bastante da sua essência, que foi o que fez todo mundo se apaixonar pela série logo de cara lá no passado, alcançando esse objetivo em cheio com essa sua Season 3 corretinha, que voltou a  nos deixar encantados com aquela família.

Por isso, apesar de não ter nos trazido nenhuma grande novidade, considero essa terceira temporada de Modern Family tão boa quanto a primeira. Tudo bem que lá no passado, tudo era novidade e a gente não guardava nenhuma expectativa em relação a essa comédia que nos conquistou em um curto espaço de tempo, mas sem fazer muito esforço (pelo menos aparentemente) e com alguma movimentação dentro daquele grupo de personagens tão bons, eles conseguiram atingir exatamente o ritmo que eles acabaram perdendo durante a temporada anterior, nos garantindo boas risadas novamente, além daquele momento mais emocionadinho que todo bom episódio de Modern Family precisa ter para ser bom de verdade.

Sinto também que acabou acontecendo um rodízio natural dentro do elenco, onde alguns passaram a ter um destaque muito maior durante essa temporada e hoje são apostas certeiras de boas piadas dentro daquele núcleo. Parece que eles finalmente descobriram que alguns daqueles atores podem acabar funcionando muito bem com qualquer um dos demais e essa movimentação se fez necessária para que eles não acabassem presos novamente na mesma piada de sempre, como sentimos que aconteceu durante a Season 2.

Cameron  e Manny por exemplo, que no passado já foram os meus preferidos, hoje já se encontram com bem menos brilho, onde acabou sobrando um pouco mais de espaço para outros personagens, como o Phil (que sempre foi sensacional na verdade e se mantém no mesmo nível desde o começo da série e até hoje) e o Luke, que sempre funcionaram muito bem como uma adorável dupla, mas quando separados, também conseguiram mostrar muito da sua força enquanto personagem e hoje são os meus novos preferidos dentro do elenco da série.

Luke inclusive esteve mais sensacional do que nunca, roubando a cena em diversos momentos. O que foi ele e o Manny dirigindo o carro só para impressionar a garota da vizinhança? Tive um ataque de riso incontrolável nesse momento. Mas nada vai superar o momento em que conhecemos o seu lado feminino, com a introdução mais do que especial de Betty Luke como personagem dessa história. E digo mais, se fosse possível, acharia até bem justo se o ator Noland Gould (que é um foufo e eu AMO essa entrevista dele na Ellen) fosse indicado a algum prêmio por seu trabalho sensacional durante essa temporada. Do Phil eu não preciso nem comentar. Basta olhar para aquele cara de bobo dele e eu já consigo achar graça. Sério!

E o elenco de Modern Family realmente é um dos poucos na TV atualmente onde até as crianças conseguem funcionar muito bem. Elas que geralmente funcionam apenas como figuração na maioria das séries de TV, nesse caso, acabam recebendo a mesma atenção de um ator adulto e que para a nossa sorte, conseguem comparecer de igual para igual. Até mesmo a troca da Lilly, que eu cheguei a rejeitar a princípio por puro apego a outra Lily em sua versão super comportada, acabou parecendo um grande acerto dentro da série, nos trazendo várias novas possibilidades para a dinâmica do casal Cameron e Mitchell.

Além da dupla Phil e Luke, quem também acabou ganhando um certo destaque, além de uma dose extra de foufurice foi o Jay, ele que sempre acaba deixando transparecer que aquele seu lado bem rabugento, nada mais é do que o seu mecanismo de defesa para esconder a moça que mora dentro dele, rs. #TEMCOMONAOAMAR ele dançando no season finale ao lado da Lily? Cheguei até a ficar emocionado naquele momento, que começou com uma conversa linda entre os dois no backstage e terminou com o avô encarando uma coreô ao lado da neta em um momento de pura foufurice. E esse season finale foi também um dos melhores episódios da temporada, onde eles cosneguiram reunir tudo o que que de melhor Modern Family tem para oferecer, nos lembrando do porque que nós gostamos tanto daquela família.

Teve a novela mexicana se tornando realidade no caso da adoção do segundo filho do casal Mitchell e Cameron, que acabou ganhando uma ótima resolução dentro da história do casal que precisava desse alivio para sair de vez dessa zona do plot repetido da adoção, que já estava ficando bem cansativo (ainda mais porque ele já aconteceu tão bem no início da série, que nem precisava insistir). Tivemos também o Jay sendo um foufo com a Lilly, como eu mencionei anteriormente e a Gloria ganhando  a função de tradutora dentro daquele hospital, nos revelando ao final do episódio que ela se encontrava grávida. Algo que eles foram deixando pistas desde o começo do episódio e nós só podemos esperar plots sensacionais para a gravidez dessa mulher durante a próxima temporada da série, não? Espero que eles aproveitem bem toda essa situação. Ai Dios mio!

Outro plot sensacional da temporada foi a briga entre o Jay e o pai do Cameron na disputa inevitável de quem seria o gay alpha da relação gay dos seus filhos. Uma grande bobagem é claro, que eles acabaram percebendo que não faria a menor diferença nessa ou em qualquer situação semelhante, mas acho bacana quando uma série de TV (ou filme) acaba mostrando com honestidade o quanto as pessoas ainda se encontram bastante desconfortáveis com certos assuntos, muitas vezes porque elas ainda se encontram em um estado de adaptação sobre o que ainda é novo para elas, o que é natural para todo mundo também.

Agora, o que eu não consigo entender até hoje é como eles continuam achando a Claire mais engraçada do que a Gloria. Sério, não consigo entender. Toda vez que a Claire está em cena, competindo com alguém só porque ela não gosta de perder, sendo uma total megabitch como ela foi com o Cameron preso no triturador de lixo em sua casa (coisa de psicopata até) ou quando ela está nervosinha por um motivo bobo qualquer (ZzZZZ), em todos esses cenários, eu só consigo enxergar uma mulher totalmente descontrolada, prestes a ter um ataque cardíaco por um motivo bem tolo. Sabe a veia na testa da Mônica em Friends? Claire tem uma no corpo todo (aliás, ela tem o mesmo olhar da Mônica antiga, reparem…) e hoje em dia, se parece apenas como uma enorme veia saltitante para mim. (… percebi logo depois de escrever essa última frase poderia soar esquisito para quem estiver lendo esse texto, rs)

Com as meninas filhas do casal, eu continuo me importando bem pouco, mas adorei o plot do acompanhante “gay” da Alex para o dia da sua formatura (e o que foi o Phil ensinando ela a dançar?), assim como eu achei super foufo o episódio em que o Phil acaba descobrindo sobre a vida sexual da Haley e da forma mais honesta possível, acaba também se sentindo aliviado por sua filha do meio ainda se interessar por bonecas de $200 dólares. E ele escrevendo o nome dela na lua? Foufo mil! Mas o que eu AMEI mesmo foi a volta do Dylan vestido de urso na Disneyland, em um episódio que ainda contou com a Gloria ganhando pantufas no formato dos sapatos da Minnie. #TEMCOMONAOAMAR?

Mas o que eles realmente conseguiram recuperar durante essa Season 3 de Modern Family, foi aquela dose extra de foufurice que no começo de tudo, aproveitava para amarrar muito bem todas as histórias de um episódio da série, nos deixando bem emocionados, um detalhe que a gente sempre adorou no texto dos finais dos episódios e que por algum tempo, ou acabaram perdendo a força ou acabaram sendo deixados de lado sabe-se lá porque. E essa é uma característica que eu insisto que eles devam manter a qualquer custo na série, porque acaba fazendo toda a diferença ao final das contas.

Como no próprio episódio com a briga entre os sogros por exemplo, ou quando a Claire resolve “emprestar” seus óvulos para o irmão gay (algo que eles abortaram e aproveitaram para fazer ótimas piadas sobre essa “naturalidade”!) em um momento em que todos eles se encontravam completamente bêbados, ou naquele episódio super foufo onde o Phil acabou ficando com o carro da família e assim, acabou escutando coisas importantes nas conversas dos seus filhos dentro do carro, coisas que ele sequer imaginava que estava acontecendo com aqueles três e que em outra situação, ele acabaria facilmente perdendo.

Com isso, podemos dizer que Modern Family conseguiu entregar uma terceira temporada corretinha, mantendo o fundamento do seu princípio e dando a oportunidade para novos personagens aparecerem um pouco mais. Mas quando eu digo corretinha, eu nem estou querendo ser irônico, juro. Dentro de uma certa simplicidade, Modern Family consegue realizar muito bem a sua proposta e apesar de não ser a série de comédia mais inteligente no ar hoje em dia (inteligente no sentido de referências e blah blah blah), eles conseguem manter um ótimo nível como qualquer uma de suas concorrentes inteligentonas, mesmo apostando mais nessa tal simplicidade.

Temos tantas comédias do escracho excelentes na TV atualmente, ou aquelas que abusam das referências por minuto, que Modern Family apesar da sua simplicidade,  acaba sempre sendo uma boa opção dentro de tudo o que nos faz rir de verdade na TV atualmente. Com direito a esse carinho a mais de que além de nos fazer rir, eles também conseguem nos emocionar como poucos em uma série de comédia e quando essa mistura de sentimentos se encontra ao final de um episódio como no season  finale por exemplo, onde depois de momentos tão foufos, ainda ganhamos de bônus aquela última cena do Luke entregando toda a correspondência que ele desviava de propósito, onde em questão de segundos, eles acabaram revisitando plots ótimos da temporada de uma forma inteligentíssima e super engraçada, eu diria que em momentos como esse, a série consegue atingir em cheio o seu objetivo.

Por esse motivo e aproveitando para terminar essa review de temporada respondendo a pergunta do início o post, eu diria que sim, Modern Family mesmo apostando em temais mais “simples” do que as suas concorrentes de humor, continua tendo o necessário para ser uma das melhores comédias da TV atualmente.

Parks And Recreation transformando política em um dos plots mais divertidos da temporada

Junho 2, 2012

Leslie Knope esteve impossível durante essa Season 4, hein?

Ano passado resolvi encarar a minha maratona dentro de Parks And Recreation (Seasons 1 + 2 e Season 3) e digo hoje com orgulho que foi uma sábia decisão. Sabe aquela comédia legítima, que vc assiste com prazer e surpreendentemente não precisa do menor esforço para entender ou te fazer rir de verdade? Então…

Tudo bem que a gente também adora uma boa comédia inteligente, do tipo recheada de referências vindas diretamente da escola de 30 Rock, ou da sua prima mais nova (e mais literal) Community. Mas de vez em quando é bom também rir de situações mais tolas, escrachadas e que são genuinamente engraçadas, sem fazer o menor esforço para atingir o objetivo básico de toda comédia. E assim é Parks And Recreation para mim, uma comédia que eu assisto para me divertir e muito. Pura e simplesmente.

E dessa vez tivemos uma temporada política para a série, com a candidatura da Leslie que todo mundo sabe que nasceu para a política, não tem jeito. Dentro de Pawnee, ninguém é mais apaixonada por aquela cidade, além do que, Leslie veio se preparando para ter uma carreira política por toda a sua vida (como tivemos a chance de ver naquele seu vídeo antigo ótimo dela ainda quando criança). Tudo bem que o seu sonho era mais uma carreira política do tipo “respeitável” e o que nós acabamos ganhando foi um começo para essa carreira no mínimo bem apatralhada, para a nossa total sorte.

Dentre a maioria das comédias no ar hoje, Parks é a que mais conseguiu manter uma continuidade para a sua história (mesmo tendo abandonado plots antigos, como a construção do famoso parque das primeiras temporadas) e por isso, durante toda essa Season 4, mesmo com diversos plots mais avulsos a casa episódio, a base de toda dessa temporada foi mesmo a carreira política da Leslie Knope, passando por diversas fases, com começo, meio e fim. O que no universo da maiorias das séries de comédia hoje em dia, não é algo tão comum assim. (Community e Modern Family por exemplo, vc pode até assistir episódios soltos e mesmo assim fica tranquilo de acompanhar)

Nesse caminho, Leslie foi passando por todas as fases dessa sua trajetória política, desde o plot de ter tido a sua vida amorosa sendo julgada pelo conselho da cidade, o que acabou levando a demissão do Ben da sua posição dentro da Prefeitura (o que eu achei meio cretinice por parte do Chirs, mas que é “justificável” pelo lado profissional da coisa), que acabou nos revelando um lado mais depressivo do Ben durante o período em que ele ficou desempregado (e que foi ótimo também), passando pela fase de conseguir votos em todos os clãs da cidade, em um dos episódios mais sensacionais da temporada, com aquele seu discurso na pista de patinação onde tudo deu errado. Até a apresentação do seu principal concorrente na eleição, personagem interpretado pelo ator Paul Rudd, que mais tarde acabou nos levando a outro dos melhores episódios dessa Season 4, com aquele debate que quase me fez cair da cadeira, de tanto que eu dei risada.

E tudo isso da maneira mais divertida possível, com tudo dando errado o tempo todo, naquele típico humor loser que a gente tanto ama. O que não poderia ser diferente dentro de um plot central como a política, o que não costuma ser um dos assuntos mais divertidos do mundo para uma maioria. (apesar de que para a nova temporada, algumas séries irão se arriscar dentro desse cenário político… e até já temos Veep seguindo esse fundamento).

Uma campanha política divertídissima e boa parte dela graças ao envolvimento dos demais personagens da série, que em um momento de pura foufurice com direito a maquete de biscoito e tudo mais, declararam o seu total apoio a candidatura de uma das melhores chefes ever. Também pudera, Leslie além de ser uma pessoa ótima, faz quase todo o trabalho sozinha e ainda acerta em cheio quando resolve presentear os seus amigos. Ou seja, #TEMCOMONAOAMAR? E esse é outro ponto bastante importante que eu consigo enxergar facilmente em Parks, que é o envolvimento entre todos aqueles personagens que em nome de uma amizade e do carinho que foram construindo ao longo desses anos trabalhando juntos, acabam se arriscando uns pelos outros e o que já seria bastante engraçado por si só, acaba ganhando uma camada extra de foufurice com esse envolvimento todo. Por isso Parks and Recreation consegue alcançar a mistura na dose certa entre a comédia e a foufurice.

Engraçado também é o quanto a gente consegue se importar com a maioria os personagens da série, mesmo aqueles que praticamente só fazem figuração, como a Donna ou o Jerry por exemplo, que apesar de terem um menor destaque, sempre aparecem em momentos pontuais que acabam sendo super engraçados também. O que foi o episódio em que eles foram buscar o Jerry em casa por conta da sua festa surpresa totalmente fail? Ou a Donna revoltada porque alguém bateu no seu bebê? (e por bebê, leia-se carro)

Ainda temos o casal Andy e April, que juntos também são sempre excelente. Aliás, seguindo uma tradição que só pode ter vindo de The Office, eles também conseguem fazer os casais mais foufos da TV em Parks. Tenho reparado que cada vez mais a April anda ganhando uma alma de “Ursinho Carinhoso” agora que ela é uma senhora casada (rs), fazendo contraponto com a sua alma antiga de Emily Strange de 70 anos de idade. Até com a Ann ela conseguiu se importar durante essa temporada e olha que com a Ann, quase ninguém se importa. Andy tem ficado um pouco caricata demais, quase roubando o posto de novo “Tracy Jordan” do Tom, mas obviamente que ele não me incomoda tanto assim e continuo achando bem bacana toda a sua burrice exagerada. E o que foram aqueles apelidos que ele enquanto chefe de segurança da campanha, acabou dando para cada um dos demais personagens? Essa eu já peguei. Essa eu estaria mentindo se dissesse que nunca pensei em pegar e esse se eu fosse gay, eu pegava. GENIAL! (acho que eu fiquei rindo sem parar por uns 10 minutos depois dessa cena)

Os mais fracos realmente continuam sendo o Tom, Ann e o Chris, esses dois últimos bem mais até. Sinceramente? Eu não consigo me lembrar de um plot relevante vindo do casal Chris e Ann, além do “desejo contido” do Chris pelo corpinho roliço do Jerry, rs.  Se bem que aquele comecinho de um dos episódios, com a Leslie e a Ann se deliciando com as frescuras todas da casa do Tom, também foi bem especial. Mas foi só isso também para a Ann. Realmente eu ainda não consigo me preocupar com os dois e acho que eles deveriam aproveitar o momento para deixar ambos personagens seguirem seus rumos longe de Pawnee no próximo ano. Gosto muito mais de alguns personagens que são recorrentes na história, como qualquer uma das Tammys ou o Louie como ex da Leslie (e o que foi o Ben morrendo de medo dele e de todos os outros policiais da cidade?), do que da Ann ou o Chris, por exemplo.

Tom eu ainda acho que tem salvação e dependendo da sua dupla, eu até acho que ele acaba funcionando bem (volta Jean-Ralphio!). Mas em pequenas doses, sem exagero. O que ele teve de melhor no últimos tempos, que foi aquela empresa sensacional que ele montou em sociedade com o amigo e que seria o emprego dos sonhos de muitos (o cenário da empresa parecia umas casas que eu já construí no The Sims, rs), acabou sendo tomado do personagem, que até agora foi um dos seus poucos plots que realmente teve graça (de novo, volta Jean-Ralphio!). Agora, eu não consigo suportar ele e a sua voz de “Catatau” (do Zé Colméia, sabe?) ao lado da Ann. ZzZZZ

E o que foi a reação do Ron com a chegada da Tammy #1, sua ex que a gente ainda não conhecia? Eu sinceramente acho o Ron Swanson um dos melhores personagens da série, talvez até da TV atual. #TEMCOMONAOAMAR aquele bigodudo? Ele que é o tipo de chefe que prefere não fazer muito esforço no trabalho e odeia quando alguém tenta mudar a sua rotina, por isso mantém a April como seu “leão de chácara”, filtrando todo e qualquer aborrecimento que possa atrapalhar a sua vidinha de pouco esforço e que se viu completamente perdido com a chegada da sua ex ex esposa durante essa temporada, que para a nossa surpresa, era capaz de provocar um surto ainda maior do que a presença da Tammy #2, que também aparece de vez em quando para assombrá-lo. E nessa ainda tivemos a chance de conhecer a Tammy #0, mãe do Ron (claro!), que entrou para a história para colocar a cabeça do filho de volta no lugar e tudo isso a base de litros de licor de milho. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E o desespero do personagem para manter o anonimato do seu alterego enquanto saxofonista de sucesso, no episódio onde eles foram gravar o jingle da campanha da Leslie? E preciso dizer que eu continuo AMANDO a cumplicidade entre o Ron e a April, que nesse caso, foi mais do que essencial para que ele conseguisse permanecer no anonimato.

Aliás, Ron é sempre um foufo e eu AMO as briguinhas dele com a Leslie, que sempre se transformam em plots super foufos, como aquela no episódio do acampamento de meninos e meninas, onde Leslie conseguiu destruir todo o fundamento da alma de lenhador antigo do Ron. Episódio esse que ainda contou com um excelente momento de “day care” entre o Tom e a Donna, que por piedade acabaram incluindo o Ben no grupo e graças a essa boa vontade da dupla, ganhamos um Ben vestido de Batman ainda mais depressivo do que o comum da própria morcegona, que foi mais do que especial! Sério, de novo, #TEMCOMONAOAMAR?

Agora me digam, o quanto a gente consegue amar e se importar pelo casal Beslie? Sério? Eu sou puro amor por esse casal e a essa altura nem consigo mais imaginar os dois separados e já sonho com esse casamento no parque (construído por ela para pagar a sua dívida, é claro), com direito a filhos que podem ser interpretados pelos próprios filhos adoráveis da Amy Poehler, Archie + Abel. Sério, não aceito mais Leslie sem Ben, que tem que permanecer juntos para todo o sempre! (aquele que confunde a vida real com a ficão e acredita, rs)

Juro que a única coisa que realmente me incomoda muito na série, são os inesgotáveis hiatus que a NBC insiste em forçar dentro da série. Não sei se é pelo fato de gostar demais da série e por isso eu tenha uma sensação diferente das demais (que também passam por um período ou outro de hiatus), mas só nessa temporada foram pelo menos 4, o que além de sempre nos deixar com saudade, acaba sendo bastante irritante também. Vamos melhorar isso NBC?

Tirando o episódio do boliche, que foi o primeiro com a participação do Paul Rudd na série, eu não consigo lembrar de nenhum outro episódio que eu tenha achado meio assim durante essa temporada de Parks And Recreation, sinceramente. Sabe aquela temporada redondinha e quase perfeita? E a sequência final com as resoluções da campanha política, foram realmente os melhores, reforçando toda e qualquer teoria sobre a excelente qualidade dessa Season 4 da série.

Não sei se eu acabei rindo mais com a história do ônibus da campanha, que acabou destruindo o velório do pai do oponente da Leslie, ou se eu gostei mais ainda do momento do debate, com uma candidata atriz pornô, que era praticamente uma sósia da Leslie, que não só era idêntica a personagem, como também apoiava todos os seus ideais de campanha. Sério? Tem coisa mais absurda e mais divertida do que isso?

Até chegarmos ao excelente dia da eleição, onde já no começo, Leslie teve que enfrentar urnas eletrônicas patrocinadas pelo seu oponente, que não só tentavam sabotar a sua candidatura, como ainda recompensavam quem votasse no outro candidato. Tudo isso para chegarmos ao ponto final dessa trajetória política de Leslie Knope, que se ninguém conseguir segurar, vai acabar sendo a primeira mulher presidente do USA. Escrevam o que eu estou dizendo…

Um momento final recheado de foufurices, mas que também ganhou alguns dramas, como a oferta de emprego do Ben em Washington (DRA-MA), o Jerry que não conseguiu chegar a tempo de votar na chefe e poderia acabar sendo o voto que faria toda a diferença (AMEI a culpa que ele carregou durante todo o episódio), até o momento em que descobrimos que Leslie havia perdido a eleição. Humpf! E a gente fica como em uma hora de total decepção como essa? Mas para a nossa sorte, nada como uma bela de uma recontagem para garantir a vitória da nossa candidata preferida ever: Leslie Knope!

Não sei quanto a vcs, mas eu cheguei até a ficar emocionadíssimo com a personagem pendurando a sua foto naquele mural recheado de candidatos homens, em um momento super simbólico e super importante para a série. E dessa forma vitoriosa e cheios de orgulho, mal podemos esperar para o retorno de Parks And Recreation, que não mais do que merecidamente foi renovada para a sua Season 5 completa e nada de temporada pela metade. Tá bom para vcs?

E digo mais, se algum dia eu me cansar da vida agitada da cidade e resolver me mudar para algum lugar mais calmo, pretendo revesar minha temporada interiorana entre Stars Hollows (Gilmore Girls) e Pawnee, quando eu sentir a necessidade de gargalhar um pouquinho.

#LESLIEKNOPEFORPRESIDENT

Me contrata para fazer parte da sua entourage, hein Sofia Vergara?

Maio 15, 2012

Gente, para onde eu mando o meu resumé? Que alguém passe esse contato AGORA! Höy!

Além de linda, bem humorada e ter aquele sotaque sensacional, ela ainda anda super bem acompanhada, atraindo ainda mais magia por onde ela passa na companhia da sua entourage magia. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e sonhar com esse job?

#MECONTRATA

ps: daqui avisto muito potencial (rs) e arrisco em dizer que em sua entourage, Sofia já tem um Essy para chamar de seu…

Renovou! Grey’s Anatomy + Parenthood + Once Upon a Time + Modern Family + 30 Rock e preparem-se: COMMUNITY!

Maio 12, 2012

Sim! Todas renovadíssimas. Yei! Mas contenham-se…

Algumas sem nenhum surpresa, como Grey’s, Once Upon a Time e Modern Family (que eu assisto), todas renovadas pela ABC juntamente com Revenge, The Middle, Suburgatory e Castle. (que eu não assisto)

Nesse caso, a novidade é que o canal não só renovou Grey’s Anatomy para a sua Season 9, como acabou renovando também os contratos da Ellen Pompeo, Patrick Dempsey, Sandra Oh (♥), Justin Chambers, James Pickens, Jr. e Chandra Wilson para mais dois anos. Ou seja, se tudo der certo durante a próxima temporada, já podemos nos animar em relação ao uma possível Season 10. Será? Todas torcem!

Já na NBC, apesar das boas notícias, tudo foi reduzido. Parenthood apesar de renovada para uma Season 4, teve apenas 15 episódios encomendados, o que eu até considero um bom número para a série (que sempre foi menor mesmo)

E o mesmo aconteceu para Community, que ganhou a nossa desejada renovação para a Season  4, mais do que merecidamente, porém também com um número reduzido de 13 episódios. O que também aconteceu com 30 Rock, só que essa com um peso a mais na tristeza, porque foi renovada para a sua sétima e última temporada. Humpf!

Ansiosos para mais renovações? Pois preparem-se, porque até o começo da próxima semana, teremos a lista completa da maioria dos canais americanos. #TENSO

Regabofe dos Obamas

Maio 2, 2012

Sim, no finde tivemos aquele famoso “jantar com o presidente” (2012 White House Correspondents’ Association Dinner), onde vários artistas e celebridades são convidados para um regabofe daqueles (AMO essa palavra e esperava ansiosamente para usá-la)

Digamos que esse ano, a lista não estava assim no seu mais alto nível de prestígio, mas os Obamas garantiram pelo menos o elenco dos seus seriados preferidos, fato. (quero saber quem é que assiste True Blood, hein presidente?)

Não chegou a ser um show de horrores, como a maioria dos red carpets, mas ficou na cara que ninguém fez muita questão se esforçar para sentar à mesa da casa do presidente…

Charlize Theron foi uma das poucas maravileeeandras da festa (apesar das imagens não favorecerem muito), nesse seu vestido inteiro rendado no truque.

Só não gostei muito do cabelo, achei preguiça…

Kate Hudson até que nos surpreendeu e foi com esse vestido todo no fundamento do brilho.

Achei phino, gostei da cor… mas vamos falar do que não tem como não reparar?

Esse penteado não foi feito para vc Kate…sorry!

E com tanta coisa que elas aplicam na cara, fora o investimento no estica & puxa que todos nós sabemos que ela já fez, Kate nunca pensou em consertar esses dois grandes problemas? Hein?

Elizabeth Banks também estava linda com o seu vestido tipo preplum, na versão tímida do fundamento do momento.

Vamos dizer que o elenco de Modern Family (que deve ser um dos seriados preferido dos Obamas, porque esteve em peso no jantar), não estava assim muito inspirado…

Primeiro a Claire (que eu não sei porque a America ainda acha essa mulher tão engraçada, ainda mais com a Sofia ao seu lado), que se estivesse com mais preguiça do que isso, teria ido de pijama. E o maxilar travado no sorriso tenso? Sei…

E segundo a Gloria que na pressa, pegou um vestido emprestado da Haley neam?

Achei juvenil demais… (apesar dela ser xóvem ainda)

O único que representou muito bem a família moderna no jantar desse ano foi ele, Phil (♥), que desde já, tenta uma vaga no nosso curso da escola de lenhadores nerds.

Na verdade, eu bem acho que quem foi de curto, acabou sendo prejudicada…

Exceto pela Eva Longoria, que apesar de ter escolhido um modelão curto, investiu no poder de um tecido de rica, o que de certa forma acabou compensando.

E quem liga para o vestido da Ginnifer Goodwin… (que eu até gosto, mas não gosto muito)

… quando ela me chega no evento com um carregador de guarda-chuva do tipo encantado?

Josh Dallas = Höy!

As duas grávidas da noite apostaram no sempre bom pretinho básico, que nem sempre é regra e abaixo vcs vão entender o porque…

Reese Witherspoon, que me pareceu ter sido uma das poucas que se esforçou um pouco mais, pensando no combo todo e a Anna Paquin, que estava mais básica, mas ainda assim maravileeeandra, ambas de preto.

Não disse que a máxima do pretino básico não é regra?

No caso de LiLo, faltou poder neam? Que ticidinho mais meio assim era esse? 47º aluguel?

E essa barra super marcada?

Só espero que ela não tenha comido nenhuma sobremesa com açucar de confeiteiro, porque vcs sabem que o povo fala neam? NHÁ!

Claire Danes (que foi outra das escolhidas diretamente da listinha do Tivo dos Obamas) foi uma das que não estava em um bom dia…

O que é isso Carrie? Não se entregue assim tão fácil, nem mesmo pela desilusão com uma magia ruiva … Stay Strong! (mas todas nós entendemos essa barra)

Já a Dakota Fanning também  estava maravileeeandra com esse longo todo bordado de ricah!

Daniel Radcliffe, Darren Chris, Ryan Kwanten, que foram os boys magia da vez que também compareceram ao evento. (dá próxima vez Michelle, exija um “Ryan Gosling” na own sua lista)

Odeio convidado que não se manca e não respeita o plus 1 do convite, insistindo em carregar gente a mais em tudo quanto é festa. Como a Rosario Dawnson, que insistiu em levar os gêmeos para a festa. WOO!

Muito decote para a sobriedade de um regabofe com o presidente, não?

Alguém precisa ensinar a Zooey Deschanel qual é o tamanho certo do seu vestido. E nem adianta fazer carinha de foufa, que #NAOTABOMNAO

Liz Lemon e o príncípe

Abril 12, 2012

Vamos combinar que essa Liz Lemon até que dá sorte na vida, não?

Morro com essa cara de princípe do James Marsden. MORRO!

Tanto tem cara de príncipe, que quando participou da Modern Family no passado, ele bem que tentou uma vaga no castelo da Lily antiga, hein?

Ou seja, confirmou! Höy!


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