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Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

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A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez, eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

 

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Arrested Development Season 4, o trailer (e o sonho realizado)

Maio 15, 2013

É sempre SENSACIONAL reencontrar com personagens que nós AMAMOS faz tempo, mas só eu senti falta da narração da série antiga que sempre foi deliciosa? (assim como a edição da série)

Ansiosos?

Dia 26 está logo aí… e o Netflix também.

 

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The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)

Maio 14, 2013

adam + usher

As lives no The Voice são o sonho de todos os participantes do programa desde o começo. Todos sonham em chegar nessa fase porque é quando a identidade de cada um deles vai se estabelecendo enquanto artistas, com todos se apresentando com performances mais bem produzidas (e a produção do programa é sempre bem boa, mesmo quando tudo é mais simples) e ao vivo, o que por outro lado também não dá chance para erros gritantes, principalmente no que se diz respeito a voz de cada um dos candidatos, porque um escorregão aqui ou ali no palco nós até que perdoamos (Holly quase caiu um dia desses e os irmãos Swon fizeram a pêssega que eu bem reparei… E como aquele gordinho é uma diva, não? Já estou adorando ele e para passar a AMAR é um passo… rs), mas aquela desafinada meio assim nós ou a America antiga não deixa passar assim tão fácil, a não ser que o carisma do candidato ou a sua história dentro do programa até esse ponto seja maior do que qualquer coisa. Quer dizer, de vez em quando eles até deixam passar sim… (tisc tisc, Vedo, Kris Thomas, tisc tisc)

Mas ao mesmo tempo em que vivem esse sonho, todos eles passam também a experimentar um pouquinho do pesadelo de todo artista, uma vez que nessa fase ao vivo do The Voice, o público é quem vota para quem eles acham que deve permanecer no programa, deixando para os coaches a difícil tarefa de poder salvar apenas 1 integrante de cada time e assim, a cada semana nos despedimos de um candidato de cada um dos quatro times. Humpf! (mas só para alguns…)

Como primeiro programa ao vivo da temporada tivemos a dobradinha #TeamAdam + #TeamUÓsher, com uma rodada de apresentações ao vivo bem boa (inclusive com ótimas escolhas de repertório), exceto pelo duéte dos dois coaches, que foi uma vergonha no sentido de que parecia que ambos estavam cantando por acaso no mesmo momento, mas sem nenhuma interação ou cumplicidade e ou vontade de disfarçar que muito provavelmente exista um problema entre eles. Foi awkward, não foi? É, foi… #BRINGABRIGABRIGA

A essa altura, já deu para notar que de longe, o Adam tem o time com as vozes mais poderosas dessa Season 4, um time repleto de meninas, cada uma com um estilo diferente porém, todas ótimas e super potentes. Com apresentações animadoras, ficou bem difícil escolher quem deixaria o programa nesse caso. Apesar disso, era meio que previsível que a Caroline Glaser estava prejudicada naquele lugar (algo que ela mesmo percebeu e chegou a mencionar), não por ser menos talentosa e sim por pertencer a uma outra vertente que não funciona a base de gritos e uma gigantesca presença de palco, como a Judith Hill por exemplo, que apesar de ter entregue uma performance daquelas, não foi a melhor de todas durante essa primeira semana ao vivo. Sorry, Judith! Do #TeamAdam, a melhor performance ficou por conta da Sarah Simmons, que normalmente tem uma voz doce e tranquila quando falando (as vezes eu acho ela docemente forçada, como eu acho todo mundo que tem esse perfil de fada, #MyBad), do tipo de gente que fala tão baixo que nunca conseguimos entender nada do que está falando, mas quando no palco, sua voz se transforma e ganha potência máxima. De todas elas, ficou visível também que ao ver os resultados da votação aberta para o público, Adam ficou surpreso ao ter a Amber Carrington salva pela audiência (merecidamente, porque ela cantou muito melhor que a Rihanna uma de suas músicas, apesar dela não ser uma das minhas preferidas do seu time), algo que o fez ter que deixar partir a adorável Caroline Glaser, deixando o seu time com Amber Carrington + Judith Hill e Sarah Simmons, que seguem pelo #TeamAdam.

Preciso dizer que durante essa semana, o UÓsher até que me surpreendeu de forma positiva com suas técnicas como coach da vez. Claro que ele deve ter percebido que a sua imagem ficou meio abalada devido a sua forma de tratar quem faz parte do seu time e fez algo propositalmente para tentar “consertar” essa nova imagem que ganhamos dele depois da sua participação no The Voice durante essa Season 4. Mas não é que colou? Colou, mas nem tanto assim também, porque UÓsher continuou com o seu treinamento militar e levou seu time para suar a camisa na disputa das vagas disponíveis da vez. Josiah Hawley fez o impossível com “Starlight” do Muse (que deve ser super difícil de ser cantada ao vivo, inclusive pelo próprio Muse, rs) e divou lindamente como qualquer olhada dele para a câmera tem divado desde o começo do programa e muito provavelmente da sua vida. Höy! E foi uma opção arriscada não foi? Por isso nem me surpreendi muito quando ele ficou entre os dois últimos, aguardando a decisão final do seu coach. Mas quem roubou mesmo a cena dessa vez foi a Michelle Chamuel, que com uma apresentação super contida e diferente de tudo o que ela havia feito até então, apenas com voz e piano, conseguiu deixar todo mundo emocionado ao som de “True Colors”. Sem contar que ela é puro carisma, não é mesmo? No final das contas acabou sobrando para Cáthia (eliminada do time), que não conseguiu segurar muito bem uma Whitney, mas que ao mesmo tempo eu não sei se chegou a ser pior do que o Vedo (salvo pelo público), que permaneceu no #TeamUÓsher, ao lado da Michelle e do Josiah, que foi salvo pelo UÓsher no último momento.

shaks + blake

No segundo programa, confesso que tivemos uma caída em tudo, muito provavelmente porque tivemos que aguentar um #TeamBlake apenas com cantores country, o que acabou deixando o episódio com essa cara e para quem não gosta muito do gênero, é fato que esse detalhe deve ter pesado bastante (e pesou). Apesar do gênero, Blake tem um time ótimo, mesmo que a gente não consiga reconhecer 90% de tudo o que eles cantam a cada semana. E já deu para perceber que o Blake tem seus preferidos, não? Danielle Bradbery por exemplo, ele não deixa escapar tão cedo, assim como a dupla The Swon Brothers, que o Blake vem carregando como a dupla que mais chegou longe dentro da competição desde então. Até hoje, não consigo chegar a uma conclusão a respeito de duplas no programa, mas tudo bem. Holly Tucker apesar de ótima, realmente precisa trabalhar um pouco mais da sua confiança, um pouco querendo dizer muito na verdade, porque ela tem aquela personalidade que se acha muito menor do que é, do tipo que quando sempre, acaba cansando. Mas quem deixou o programa essa semana do #TeamBlake foi o excelente Justin Rivers, que havia sido bem prejudicado durante essa Season 4 até então por conta da edição (algo que eles reconheceram durante um dos episódios) e acabou sendo eliminado, deixando o seu time com Holly Tucker + Danielle Bradbery + The Swon Brothers. Mas com esse peso country todo, seria bem bacana se o Blake começasse a pensar em versões ou pelo menos ampliar os horizontes do seu time.

Agora, precisamos dizer que o Blake estava impossível durante essa semana, não? O que será que tinha naquele Starbucks para a gente pedir também quando for fazer uma visita? A apresentação em dupla dele com a Shaks foi ótima por sinal, com muito mais entrosamento e até mesmo carinho entre os dois, algo que não conseguimos enxergar nem com lentes de aumento na apresentação Adam vs Usher. Agora, o Blake suando pencas, se desmanchando em suor durante a execução de uma música que nem exigia muito de suas habilidades vocais, foi no mínimo preocupante. Shaks estava “mate”, Blake estava “verniz”, rs. Tanto que durante os resultados, Blake voltou super calmo, fazendo a pêssega, porque obviamente deve ter escutado alguma coisa de alguém, nem que esse alguém tenha sido apenas a Miranda…

Shakira continua sendo aquela foufa e ficou nítido que entre todos eles, ela foi a quem mais sofreu na hora de decidir quem seguiria ou não no seu time (isso porque o Adam e o Blake já devem estar super acostumados e o UÓsher parece ter um coração feito de água gelada, rs). Com escolhas de repertório grandiosas, Shaks mais uma vez mostrou que não estava para brincadeira, apesar do seu time ter um potencial um tanto quanto mais fraco do que os demais, exceto por um deles. Apesar das apresentações até que bem corretinhas, seu time também não chegou a empolgar muito, a não ser pela performance da Sasha Allen, seu maior trunfo dentro da competição e ela que talvez seja nesse momento a minha grande favorita para essa Season 4. Com uma apresentação extremamente sexy mas sem apelar ou carregar nos exageros, Sasha divou e nos entregou a melhor performance da semana (de novo) e estava na cara que ela estaria entre aqueles que o público salvaria. No momento final, acabou sobrando para a Karina Iglesias, apesar da sua performance também ter sido bem boa. Assim, o #TeamShakira acabou com o Khris Thomas, que eu já acho que está fazendo hora extra no programa, Garrett Gardner e Sasha Allen.

E apesar de ter sido uma semana animada e maior com o programa extra da quarta com os resultados, preciso dizer que quase todas as performances em grupo, com todas as vozes reunidas, acabaram ficando bem meio assim. A que abriu o 4×16 então… #CREDINCRUZ! E esse tipo de coisa não costumava acontecer anteriormente no The Voice, hein? #OCAPETAESTÁDEOLHO

De qualquer forma, a semana valeu pelo retorno do Cee Lo Green, que se apresentou no episódio com o anúncio dos resultados e o Carson (Carson que anda se aventurando demais no fundamento cabelón, não?) e  fez exatamente o que a gente gostaria de fazer se encontrasse com o Cee Lo em qualquer lugar. (♥)

Além disso, acabaram de anunciar que é certo que a Xtina volta para o The Voice na próxima temporada (ela que já teve até o seu contrato assinado) e o Cee Lo estaria bem próximo de assinar o contrato com a NBCecê para tambem oficializar o seu retorno. Animados?

E agora restam apenas 12, 3 deles para cada time. É o que temos para essa semana…

 

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Sabe aquela praga que a gente pensou em rogar para o Dan Stevens por ele talvez ter arruinado Downton Abbey para todos nós?

Maio 7, 2013

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Nem precisamos mais nos dar ao trabalho porque ao que tudo indica, o combo Wellaton no tom do erro + a dieta que o fez perder o equivalente ao peso das três filhas da família Crawley juntas e em tão pouco tempo, parece que já está sendo o castigo suficiente para o nosso ex inglês contemporâneo preferido de época.

E todo esse brilho na testa significa?

Significa que é obvio que o maquiador de plantão também é fã de Downton Abbey e é claro que não aceitou essa canalhice em relação as jóias da coroa e provavelmente se recusou a bater o pó. (rs)

#NAOTABOMNAO

 

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The Voice Season 4, The Knockouts

Maio 6, 2013

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A fase “The Knockouts” no The Voice é conhecida por se tratar exatamente do momento em que os participantes do programa se encontram naquele famoso tudo ou nada, prestes a avançar na competição ou experimentar o gosto suado e provavelmente recheado de perdigotos da lona daquele ringue. (EW! Mas é verdade)

E tudo se resolveu em dois míseros programas, que em dupla nos revelaram quem seriam os participantes dos times Adam + Shakira e depois Blake + UÓsher. Sem muitas surpresas e com um time bastante reduzido, com apenas 4 representantes em cada um deles, seguimos adiante com a competição que eu continuo insistindo que além de parecer estar sendo feitas as pressas (ainda mais contando com esse número reduzido de participantes), continua morna e quase que esfriando, onde nem o descontrole e o nível elevadíssimo de megabitch o UÓsher estão conseguindo salvar essa Season 4.

O Adam já começou a “The Knockouts” destruindo os nossos corações, tirando sem piedade (quer dizer, a gente até sentiu que ele ficou em dúvida) a excelente dupla Midas Whale da competição, apesar da performance do melhor dueto que já apareceu no programa ter merecido perder a batalhas (lamento dizer isso mas foi fraca). Digo “apesar” porque mesmo com esse detalhe infeliz da escolha de repertório para o momento (infeliz nesse caso, porque um dos atrativos dessa fase do programa sempre foi a escolha própria de cada um dos participantes) assim como a sua execução, por representar algo realmente novo no programa e também contando com toda a trajetória da dupla até esse ponto do The Voice, é claro que a gente preferia ver a dupla seguindo adiante do que mais uma cantora folk pop country que escolhe uma música da Avril Lavigne mais batida do que o Starbucks de baunilha & caramelo do Adam. Depois disso ele até que tentou se redimir escolhendo a cantora indie que ele roubou do Blake durante a fase anterior (Caroline Glaser), mas suas duas últimas batalhas da noite não poderiam ter sido mais óbvias. Óbvias porém justas, resultando em um #TeamAdam totalmente feminino a caminho das apresentações ao vivo de logo mais. Continuo achando um dos melhores times da temporada, com as vozes mais poderosas, mas super pé no chão e quase chato se não fosse por um ou dois nomes de quatro. (Amber Carrington/country cafona + Caroline Glaser/indie assustada  + Judith Hill/DIVONA + Sarah Simmons/Adele da floresta encantada)

Shakira também acabou sendo bem previsível em suas escolhas e talvez as grandes surpresas do seu time tenham ficado por conta das duplas que ela escolheu para cada uma de suas batalhas. Mas Shakira foi justa (como no caso Khris Thomas vs Mary Miranda), apesar de ter deixado transparecer o seu favoritismo escolhendo o Garrett Gardner ao invés da Tanya (e todo mundo sabe o quanto o The Voice tende a valorizar essas histórias de superação), apesar também de ter gostado bastante do que Shaks conseguiu fazer com a voz do Garrett, escondendo aqueles berros ásperos muitas vezes irritantes e que nesse caso soavam como um total exagero. Depois disso ela fez a sua batalha latina e acabou escolhendo aquela que tinha mais energia (Karina Iglesias) naquele momento, encerrando a noite com a batalha que completou a destruição do meu coração durante esse episódio, com as excelentes Sasha Allen e Shawna P., ambas fazendo muito por merecer, embora a performance da Shawna não ter sido muito boa, o que acabou lhe custando a última vaga do #TeamShakira, que dessa forma, acabou bem misto com 2 meninos e duas meninas, o que também acabou deixando o seu time bem equilibrado em termos de energia e carisma. (Khris Thomas/Ain’t No Whitney e falta carisma e ou vida +  Garrett Gardner/garoto pastilhas Valda + Karina Iglesias/Fuerza Bruta + Sasha Allen/DIVONA)

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No episódio seguinte, chegava a hora do Blake brincar com o nosso coração, tendo como primeira briga da noite a batalha Justin Bieber vs Miley Cyrus. Nessa hora, pela primeira vez tivemos a chance de ver uma apresentação completa do Justin Rivers (que cantou Miley… e como ele é a cara da Dave de Happy Endings, não?), que é realmente excelente e fez por merecer a sua vaga para as apresentações ao vivo, principalmente por aquela sua última nota que não acabava mais. Na sequência, o melhor da apresentação da segunda batalha do seu time ficou por conta de todos eles (os coaches) indo contra a opinião do UÓsher em relação a versão de “Sweet Dreams” do Luke Edgemon (que eu nem sabia, mas já participou de Glee como um dos Warblers). Sério, foi lindo e eu fiquei esperando o UÓsher levantar da sua cadeira em uma voadora giratória só. Mas ele se conteve. Pelo menos por enquanto (humpf). Mas nessa hora o Blake acabou fazendo algo que ele sempre faz, que é se comprometer com quem ele escolheu primeiro, apesar daquela Holly Tucker ter uma voz que é um sonho (um sonho country, mas um sonho). Na última batalha da noite, apesar da dupla de irmãos onde o gordinho consegue ser mais metido do que o magrinho que poderia ser o magia do grupo (magia cafona, que fique bem claro), Grace Askew, que deixou todo mundo encantado durante as blind auditions, acabou perdendo pela escolha de repertório, que não foi nada boa para essa hora. De forma bem óbvia, como todo o seu time até aqui, o #TeamBlake acabou ficando com 4 artistas country, que apesar de ser a sua especialidade, deixou o seu time meio chatinho e com menos possibilidades. Mesmo assim, são quatro grandes vozes. Segmentadas, mas são. (Justin Rivers/ou Dave The Happy Endings + Holly Tucker/que é aquela que o carisma ainda precisa alcançar a voz+ Danielle Bradbery/A Princesa Disney da ediçãoThe Swon Brothers/os sertanejos universitários preguiça da vez na America antiga)

Discordando com as opiniões alheia a todo momento, implicando com os comentários dos outros times, UÓsher continuou sendo aquela megabitch que nos foi apresentada durante a fase anterior do programa. Como já disse anteriormente, talvez por isso as performances do seu time tenham sido todas bem mais chatinhas e “controladas” como bem lembrou o Blake em determinado momento do episódio. Mas ele mostrou que está atento não só com as vozes, mas sim com as apresentações, com o nível de carisma e também com o apelo de cada candidato (algo que pode ser bem importante para a nova fase do programa, que depende da votação do público), com certeza. Por isso a escolha do Josiah Hawley não foi nenhuma surpresa, assim como a da Michelle Chamuell (amei o Blake dizendo que parecia que alguém tinha dito que ela havia acabado de ganhar na loteria antes de entrar no palco e ele já tinha comprado tanto a ideia, que já estava pensando até no que eles iriam comprar juntos, rs), que com um carisma gigantesco acabou levando a melhor contra a sua oponente ex modelo dona de uma atitude esnobe, Audrey Karrasch (que não deveria ter passado nem das blind auditions) e que foi responsável por uma das maiores vergonhas do programa até agora, com a sua voz que quase sumiu durante a apresentação de “How To Love” (que eu confesso que AMO!), com o Blake não se contendo e olhando na mesma hora para a cara do UÓsher, que com suas narinas mega abertas (que nós já aprendemos que é um sinal de que ele não está gostando de alguma coisa) demonstrava claramente todo o seu constrangimento naquele momento. E a maior surpresa do seu time ficou pela derrota do Ryan Innes (entre os homens, ele era o meu preferido), que cantou “I Dont Want To Be” (que a gente AMA da abertura de One Tree Hill), mas que foi completamente meio assim e acabou lhe custando a sua vaga que já era dada como certa por todos, que acabou ficando com a Cáthia (ZzZZZ), que naquele momento e só naquele momento, foi bem superior. Dessa forma, o #TeamUÓsher acabou sendo o grupo realmente mais diversificado de todos eles. Não são os melhores em cada uma de suas categorias, mas mesmo assim, surpresas podem acontecer. (Josiah Hawley/Höy! + Michelle Chamuell/aquela que se perder pode ser contratada como elenco de TBBT + Vedo/Ou Ne-yo + Cáthia/CáthiazZZZ

E assim encerramos mais uma fase dessa quarta temporada do The Voice e essa semana, quando começam as apresentações ao vivo, teremos não dois mas três episódios dessa delícia. Será que vamos resistir? …

 

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Seria o J.J. Abrams a nova arma de Downton Abbey depois de uma temporada de perdas?

Maio 2, 2013

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Claro que não e na verdade trata-se apenas de uma visita que o diretor acabou fazendo aos estúdios da série inglesa, onde ele aproveitou para tentar uma carreira como ajudante da Mrs Patmore, mas parece que não foi muito bem sucedido, como podemos perceber pela reação da Mrs. Hughes. (rs)

Recentemente foi anunciado que o J.J. vai receber (merecidamente) um prêmio especial por toda a influência da sua carreira no Emmy desse ano, que vai acontecer no dia 25 de novembro. Bacana, não?

(Clap Clap Clap!)

 

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The Voice Season 4, The Battles

Abril 30, 2013

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E na Season 4 do The Voice, chegamos naquela fase onde os coaches espertamente acabam se livrando de seus participantes meio assim, porque na verdade, sabemos que as “The Battles” sempre existiram no programa exatamente para isso (entre dois candidatos do mesmo time, eliminar aquele que cada um dos coaches considera o mais fraco), #HELLYEAH. E chegamos rápido, já que essa nova temporada conta com um número menor de participantes e por esse motivo tivemos apenas 4 episódios dessa nova fase.

Não sei se por pura implicância minha com os participantes da vez ou porque essa temporada parece ter sido mesmo feita as pressas, mas dessa vez tivemos bem poucos momentos de grandes disputas ou apresentações memoráveis e a temporada até agora continua meio morna. Ainda assim tivemos boas batalhas, mas poucas realmente chegaram a empolgar, nos reservando inclusive apenas uma ou duas surpresas. Nesse caso, a nova etapa do programa acabou servindo mesmo para deixar escapar um pouco mais sobre quem são os nossos novos coaches, Usher e Shakira, já que o Adam e o Blake nós já conhecemos (nos apaixonamos) e não é de hoje.

Shaks apesar de parecer bem perfeccionista e bastante dedicada quanto ao assunto, manteve uma relação bacana com o seu time, tendo a colaboração do Joel Madden (que é um dos coaches do The Voice Australia) nessa tarefa de treinar de perto seus competidores em duplas nessa etapa. Com um time visivelmente mais fraco, poucos foram aqueles que conseguiram se destacar do seu lado (achei inclusive um exagero os elogios em relação a performance bem mediana do Luke Edgemon contra a sua rival e escolhida por Shaks no final das contas, Monique Abbadie), como a boa briga que foi Brandon Roush vs Shawna P., com ela a gente já sabendo ser excelente e apenas confirmando uma primeira impressão (acho ela tão Mamma Gemma em SOA em uma versão Woodstock e por isso, AMO!) e ele surpreendendo todo mundo ao som de Janis Joplin (minha música preferida dela = ♥), com o Brandon fazendo parecer bem injusto ele não ter sido salvo por alguém, mas o grande momento do #TeamShakira durante as batalhas acabou sendo “super favorecido” pela edição do programa, que tentou desesperadamente criar um climão de tensão entre ela e sua batalha latina que encerraria essa fase do The Voice (Cáthia – que me lembra a irmã da Ugly Betty – vs Mary Miranda, que me lembra a Selenita e isso não é um ponto a seu favor), mas que na verdade não passava de um caso clássico de uma puxa saco querendo se garantir de outra forma, mesmo com ela (Cáthia, que só não dançou porque o Usher ainda precisava preencher o seu time porque acabou sobrando como coach, o que de certa forma pode significar que ela não se deu tão bem assim sendo agora do seu time…) tendo um talento bem superior ao da sua concorrente. (Mary)

Já o Usher… esse acabou até sendo rebatizado (por mim) como UÓsher, já que durante as batalhas ele resolveu revelar a sua verdadeira face, nos entregando arcos dignos de um vilão odioso daqueles. A sós com seu time, UÓsher parecia liderar um grupo pronto para ir para a guerra (talvez por isso ele até tenha investido em uma estampa militar para o momento) e não de uma forma bacana (e lá existe guerra bacana?), colaborando muito pouco para o desenvolvimento do seu time e trabalhando na base do medo e da tortura psicológica, além da sua arrogância e de toda a sua cretinice quando no comando. O detalhe nesse caso é que essa nunca foi a proposta do The Voice, que costuma tratar sempre muito bem seus competidores (pelo menos é o que sempre pareceu), exaltando seus talentos e nunca fazendo pouco caso de nenhum eles . É, isso pelo menos em frente as câmeras. (dizem inclusive que ele é certo que só fica durante essa temporada , já a Shaks tem possibilidade de permanecer no programa por mais uma temporada. É o que dizem…)

Dizendo que no #TeamUsher o mais importante era convencê-lo a votar a seu favor e que naquela hora, talento nenhum seria maior do que a sua decisão final, UÓsher acabou se comportando como o típico filho que acaba herdando a empresa da família e que devido a sua arrogância e falta de preparo, consegue destruir o que os outros construíram em questão de pouco tempo. Dessa forma, foi possível perceber o arrependimento da escolha por parte do seu time, assim como também para a maioria dos artistas que acabaram sendo “roubados” por outros coaches, que nunca escolhiam UÓsher como seu novo coach quando havia qualquer tipo de disputa entre eles, muito provavelmente porque as paredes tem ouvidos.

Em seu time,que teve a colaboração do Pharell Williams (em um estilo completamente diferente ao dele), tivemos pelo menos dois grandes momentos de atraque, um com a dupla de boys magias (Jeff Lewis vs Josiah Hawley = Höy!), tudo por conta de uma risadinha fora do lugar do Jeff que acabou lhe custando a cabeça ao pisar naquele palco (alguém tinha alguma dúvida de quem ele eliminaria naquela hora? R: NÃO) e o outro entre duas meninas (Jess Kellner vs Taylor Beckham), apenas porque uma delas não interagiu com a cara de psicopata do UÓsher que naquele momento, fazia cara de descaso e tentava de forma escrota instigar o lado mais competitivo de ambas, invadindo o palco para aterrorizar a mais fraca delas (Taylor), que já vivia com lágrimas nos olhos naturalmente e que naquele momento parecia estar mais assustada e travada (por conta dele e de sua abordagem, claro. O que foi ele só dando um high five na outra menina?) do que qualquer outra coisa. Talvez por isso as apresentações do #TeamUÓsher tenham sido as mais chatinhas.

Tanto que mesmo sem merecer muito, a pobre coitada da Taylor Beckham acabou sendo salva pelo Blake, muito provavelmente por dó e por pena ao ter percebido as atrocidades cometidas por seu colega de trabalho da cadeira ao lado (o Adam mencionou em algum momento que eles assistem a parte dos ensaios durante o programa…). Sério, tenho certeza que o Blake já deve até ter dado entrada nos papéis da adoção daquela garota depois de tudo aquilo (e foi um momento mega foufo e eu acharia sensacional se o Blake fosse longe com ela. #HELLYEAH). Dessa forma negativa e completamente meio assim, UÓsher passou a se destacar mais durante essa Season 4 do The Voice, que a gente não tem muita certeza se ele chegou a assistir as demais temporada, mas que nunca foi nada parecido com a sua forma de agir com o seu time e sempre esteve mais para uma competição bem humorada entre irmãos. O que foi ele criticando inclusive a escolha da música da Shakira pela Shakira? (sendo que todos eles já fizeram isso em outras edições) E depois de ver UÓsher no programa, é possível até conseguir entender o que se tornou o Justin Bieber com o passar do tempo e muito provavelmente o porque dessa mudança drástica (quem é o seu mentor?) em seu comportamento, além da idade e dos bolsos cada vez mais cheios, é claro. De qualquer forma, é dele uma das minhas vozes preferidas dessa edição. (Ryan Innes)

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Entre o Adam e o Blake tudo continua da mesma forma, com ambos divando com maestria no programa. Adam ao lado da Hillary Scott do Lady Antebellum (ZzZZ), que mais parece a Sadie de Awkward (sorry, but i’m not sorry) e Blake na companhia da Sheryl Crow, que temos que reconhecer que só pelas cameos dela soltando a voz, nasceu para fazer o que faz (em um dos ensaios ela cantou apenas uma frase e eu quase morri de inveja do seu pitch perfect. Sério, estou tentando até agora alcançar aquela nota, só para não desapontar o Blake, rs).

Com a diferença de que o Blake esse ano vem se arriscando menos, permanecendo preso ao seu próprio gênero, algo que ele havia fugido bastante durante a temporada anterior e eu só consigo pensar se isso não tem alguma coisa a ver com ameaças vindas diretamente  da máfia das botas de couro… de qualquer forma torcemos por ele, porque é impossível não gostar de um cara de três metros de altura, que  é uma mistura de pai com irmão mais velho, que tem a cara de pau de pedir seriamente para uma de suas candidatas arrumar a postura (e só eu senti uma provocação para o UÓsher nesse momento?) e logo depois morrer de rir dizendo que obviamente ele estava brincando e que ela poderia relaxar. #TEMCOMONAOAMAR? Só acho injusto que até agora, embora eles estejam pintando um dos seus participantes como um dos maiores artistas country da temporada, a gente não tenha ganhado a chance de ver qualquer uma de suas performances completas, que sempre acabam sendo retiradas da edição. (Justin Rivers, que é a cara do Dave de Happy Endings, que por sinal, anda com episódios sensacionais de umas três ou quatro semanas para cá…) #OCAPETAESTÁDEOLHO

Já o Adam parece estar mais esperto nessa temporada, arriscando tudo para ganhar, preenchendo o seu time com certa diversidade de vozes e estilos. Continuo apostando nesse como o melhor time de todos eles (aquela batalha da Judith Hill vs Karina Iglesias foi sensacional e ambas acabaram sendo recompensadas de certa forma) mesmo que os outros tenham também alguns bons candidatos. Também do seu time aconteceram algumas boas surpresas, como a batalha Amber Carrington vs Sasha Allen, com a surpreendente vitória da Amber, que não parecia ser a favorita e outro momento foi a disputa entre a dupla Midas Whale vs Patrick Dood, que deu pena de ver o Patrick seguindo para casa sem receber uma segunda chance.  Só não consegui entender até agora o porque dele ter ignorado completamente a adorável Jessica Childress (que merecia ter sido salva por qualquer um e acabou se tornando uma das maiores injustiças dessa temporada) e ter gasto o seu steal daquela forma, salvando o Vedo, que era bem do mediano e não representava nada de novo ou excepcional. Humpf!

Mas tudo bem, vamos ver o que vai acontecer nessa próxima fase que começou ontem com “The Knockout Rounds” e vamos ver como o UÓsher vai se comportar quando perceber que a America antiga talvez não aprove nenhum de seus candidatos apenas por ele ser um completo imbecil. Veremos…

 

ps: a NBC sempre com problemas com o Youtube acabou não autorizando a exibição de algumas performances (com melhor qualidade) por aqui portanto, é o que temos…

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Downton Abbey Season 4, o musical. Sim, isso mesmo, o musical

Abril 26, 2013

Deliciosa paródia realizada no 54 Below em NY, com atores da Broadway interpretando de forma deliciosamente deliciosa (inclusive interpretando o autor da série) o que eles acham que seria a Season 4 de Downton Abbey, depois dos acontecimentos todos da última temporada.

Meu momento preferido é aquele com a história da Lady Edith (estou rindo até agora) e quando o “Julian Fellowes” diz no começo que ligou para a sua mentora, Shonda Rhimes (Greysa) para tomar a decisão sobre o que fazer depois do final da Season 3, HAHAHA e #TEMCOMONAOAMAR?)

SENSACIONAL! (CLAP CLAP CLAP)

 

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The Voice Season 4, blind auditions

Abril 15, 2013

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Prometi para mim mesmo que esse era um dos monstros que eu ainda não estaria pronto para criar aqui na mitologia do Guilt, mas cá estou eu, prestes a iniciar um novo feito.

Sim, além de tudo que eu assisto de séries de TV (que todo mundo sabe que não são poucas), eu também assisto realitys, que é um assunto novo aqui no Guilt, mas que eu resolvi comentar dessa vez (ou pelo menos tentar, não me pressionem). Dente eles, o meu preferido desses de competição é disparado o The Voice (US), que até pode ser uma competição como os outros mas que não tem aquele clima de jurados “mean girls” arrogantes, tentando humilhar os competidores ou gente com pouco talento que só quer aparecer na TV, nem que para isso tenha que se sujeitar a ser material para a arte do insulto (que alguns fazem porcamente) desses mesmos jurados. Mas vamos comentar tudo sobre a Season 4 do The Voice de forma bem leve, com pouco serviço e apenas soltando o que a gente pensa enquanto assiste a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. Humpf!)

E começamos essa nova temporada do The Voice com grandes novidades, com a Shakira e o Usher ocupando os respectivos lugares da Christina Aguilera e do Cee Lo (de quem eu morro de saudades), que deixaram o programa por essa temporada (disseram que seria apenas por essa temporada, mas eu não sei não viu? A Aguilera nem em turnê está…) para se dedicarem a outros projetos. Assim, ambos os novatos chegaram calmamente e aos poucos foram deixando aparecer a que vieram, sendo recebidos obviamente como meros calouros pelos já veteranos Blake e Adam, minha verdadeiras #CRUSHES dentro do programa desde sempre EVA and EVA.

Adam continua sendo o meu “abraçador” preferido, sempre com seus jeans super apertados (nos revelando coisas nessa temporada, vide o momento em que ele subiu “entusiasmado” em sua cadeira para aplaudir umas das candidatas de pé), tees podrinhas e cheias de buracos que segundo seu oponente na vida (Blake) custam mais de $600, seus longos braços tatuados e a voz de menino adolescente  resultado da mutação com um gato do Instituto X, ainda enfrentando a barra da adolescência e suas variações de voz (falando com voz fininha no final dessa line). Blake também, um forte concorrente na posição de “grande abraçador”, com sotaque de personagem de Bon Temps em True Blood e seus três metros e meio de altura, sempre pronto para fazer um comentário divertidíssimo a respeito de qualquer coisa, ou imitar de forma porca e ridícula o cabelo de um participante qualquer (qualquer não porque esse era bem do magia, Josiah Hawley. Höy!), além de de vez em quando deixar transparecer nitidamente que a sua rivalidade com o Adam nada mais é do que uma história de amor ainda não correspondido da forma como ambos gostariam (ele tentando beijar o Adam um dia desses foi ótimo e uma prova disso, rs).

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Até a temporada anterior eu AMAVA os dois igualmente, mas agora tenho que reconhecer que o Adam vem ganhando uns pontos negativos nessa disputa devido aos seus comentários para cima da Shakira, sempre dando aquela carteirada de que ele é americano e ela não (só eu acho que ele “pinky swear” amizade eterma para a Aguilera?). Uma bobagem que não está pegando nada bem para ele mesmo e se isso fosse realmente importante para a mitologia de um programa como o The Voice no mundo todo, o Will AM/PM não estaria como coach do The Voice UK ou o Joel Madden (que vai ajudar a Shakira nessa próxima fase do progama) também não estaria fazendo o The Voice Australia. Shame on you, Adummy, #SHAMEONYOU

Shakira chegou com vontade, embora muitas vezes pareça que ela não domina a língua perfeitamente para conseguir encontrar o discurso certo na hora de tentar conquistar os membros para o seu time. Nunca fui fã da sua voz (que eu na verdade detesto), mas sempre a achei uma querida e com o seu bom humor e simpatia, ela acabou se destacando bastante nessa primeira fase do The Voice. Apesar disso, fica nítido que em algumas horas ela se desespera, atravessando o que os demais jurados estão falando ou fica prestando uma atenção absurda em como eles se comportam, quase como se ela estivesse fazendo um estágio dentro do programa. Não sei não, mas não acredito que ela saia vencedora dessa temporada, ainda mais com o seu time que parece ser o mais fraco da vez, mas se tivesse tempo de ficar por mais uma temporada , talvez tivesse a chance de aprender mais com esse seu “estágio” e se tornasse uma vencedora no futuro. E só eu acho que o The Voice de vez em quando é bem tendencioso ou foi apenas coincidência que nessa temporada toda a comunidade latina resolveu aparecer no programa? (saíram os super diferentes que apareciam no programa basicamente para agradar o Cee Lo – e todos nós) Até um brasileiro resolveu aparecer e Shaks até se arriscou no português para se comunicar com o candidato, algo que o Adam reconheceu como umas das coisas mais sexys ever e pediu mais. Ou seja, se algum dia cruzarmos com ele em um beco escuro, nem precisamos gastar todo aquele inglês que dominamos no truque, rs.

Já o Usher, esse praticamente sumiu durante as blind auditions, passando totalmente ou quase despercebido (sério, em um dos episódios, ele nem parecia estar lá). Sempre com um discurso do tipo “político chato”, o músico sempre acaba falando o óbvio e tem os discursos mais preguiçosos e lames da temporada. E olha que eu nunca tive a menor antipatia por ele, hein? Seu time também não está dos melhores e para ele sobrou o que seria facilmente um time escolhido pela Aguilera por exemplo, que sempre teve o time mais magia, mais parecido com o que ela gosta de fazer ou cantar, mas nem sempre reunindo os mais talentosos da competição. Apesar disso, já deu para perceber que ele se aproximou bastante do Blake e as batalhas de dança entre os dois a essa altura já devem ter se tornado épicas. E só eu AMEI quando estavam o Usher e a Shakira conversando sozinhos sobre o fato de serem os novatos no programa (naquelas cenas que eles gravam de vez em quando) e o Blake se aproximou, se achando o mais experiente da turma, tentando intimidar os novos competidores e ao ouvir que o plano deles era vencer o Adam, se vendeu automaticamente para o lado dos newbies? Mas algo sempre me disse que o Usher ainda estava escondendo alguma coisa, algo que ficou bem claro durante o sneak peek da próxima etapa da competição.

Apesar de tudo isso, é bem fácil reconhecer que essa temporada está sendo mais fraca do que a anterior e isso não por conta das trocas de coaches ou qualquer coisa do tipo, porque eles bem que já conseguiram se acertar rapidamente, encontrando uma boa química juntos e sim porque até agora, poucos talentos chegaram a roubar completamente as nossas atenções durante essa Season 4. Me lembro do Terry McDermott, da Melanie Martinez, do Brian Keith ou da própria Cassadee Pope (vencedora da Season 3 do #TEAMBLAKE) durante suas audições da temporada anterior e sinto saudade daquela sensação ao ouvir suas vozes pela primeira vez. Nesse caso, tivemos apenas um ou outro que realmente chegou a empolgar, mas nada no nível de nenhum dos participantes mencionados. (fiquei pensando se eu não teria sentido isso apenas porque a Season 3 terminou tem praticamente apenas 4 meses e a memória ainda está bem recente…)

E alguns bons personagens para essa temporada acabaram inclusive sendo dispensados injustamente durante as audições, onde pelo menos uns quatro deles poderiam facilmente estar em qualquer um dos times (aquele candidato que o Carson era fã de longa data então… Carson que diga-se de passagem, está impossível na torcida com as famílias, rs). De qualquer forma, quem sabe eles não acabam nos surpreendendo nessa próxima fase dos battle rounds, como também aconteceu com o Nicholas David ou a Amanda Brown também durante a Season 3. Veremos…

Então, até agora, ficamos com os times divididos da seguinte forma: Blake tem meia dúzia de artistas country (amei a contry girl super cool de cabelo para o alto, tocando com apenas uma das mãos, Grace Askew), duas ou três wannabe Taylor Swift e algumas boas surpresas em outros estilos (Caroline Glaser, Jacqui Sandell) , que eu acho que ele deveria apostar cada vez mais ao invés de cair novamente nas armadilhas do seu próprio nicho (algo que ele até conseguiu fugir bem durante a temporada anterior e acabou levando). Usher tem um time bem parecido com ele, pop + R&B e bem jovem, mas mesmo assim com pouca força pelo menos a princípio, apesar de ter também algumas mais “indie” ou mais surpreendentes (Jess Kellner, Michelle Chamuel, Ryan Innes e a melhor de todas e última candidata a se apresentar, Jessica Childress) que também me pareceram bem boas.

Shaks ficou com o time aparentemente mais fraco, mas nele encontramos pelos menos dus grandes armas que podem acabar surpreendendo (Luke Edgemon é uma delas. Höy!) . Aquela mulher que cantava como a Janis (Shawna P.) era sensacional e tem tudo para ir adiante. Por último, o time do Adam me pareceu ser o mais forte dessa temporada, com opções bem variadas e as melhores vozes (Judith Hill, Sasha Allen, Midas Whale, Patrick Dodd, Sarah Simmons). Sem contar que ele conseguindo roubar um dos melhores artistas country da temporada para o seu time (Warren Stone) foi uma verdadeira realização pessoal para a sua eterna disputa de sempre com o Blake. Algo que eu acabei achando curioso foi que durante a Season 3, ao ouvir de uma das candidatas que “era melhor que eles realmente ganhassem a competição” de forma tranquila até, Adam fez a megabitch e achou que a pobre coitada foi arrogante naquele momento, lembrando o fato por pelo menos duas vezes durante o programa até a eliminação da mesma e agora, durante a atual Season 4, ao conseguir um candidato country que o Blake não quis e ao ouvir do mesmo algo do tipo “vamos arregaçar com ele” (para ser leve devido ao horário, rs), Adam covardemente não levou o comentário adiante, embora o tenha respondido ao pé do ouvido. Sei…

Encerrando as blind autitions dessa Season 4, ganhamos um sneak peek da próxima fase do The Voice, onde começam as batalhas de duplas escolhidas por cada um de seus coaches, sendo que eles ainda poderão roubar candidatos não escolhidos por seus mentores e nesse aperitivo, já deu para perceber que  o Usher acabou colocando o que talvez ele estivesse escondendo para forma (e talvez não tenha sido exatamente isso que vocês estão pensando, rs), repreendendo candidato que apareceu rindo durante os ensaios, dizendo que aquilo não era brincadeira e tudo mais, despertando a rivalidade entre outros candidatos do seu próprio time e agindo como se estivesse na guerra, literalmente e no exército (preguiça….). What a bitch. O que acadou dando a impressão que ele tem tudo para ser o vilão do programa. Vamos ver então até onde toda aquela sua politicagem consegue chegar…

E é isso, agora é oficial e comentaremos o The Voice por aqui também (algo que eu também faço sempre no Twitter enquanto assisto aos episódios, para desespero da maioria dos meus seguidores, claro, rs) e voltamos aqui para comentar cada uma das fases dessa Season 4 do The Voice assim que encerradas, combinado? (It’s a date)

#TEAMESSY

 

ps: e vamos parar de implicar com a Christina Milian que só aparece de vez em quando no The Voice e mesmo assim a gente acaba torcendo o nariz (mais por ansiedade do que por qualquer outra coisa), que as entrevistas dela para o site do programa são todas ótimas. Sério. 

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The Voice Season 4, o preview

Março 19, 2013

Preview da Season 4 de The Voice, que estreia na America antiga na próxima segunda, 25/03 e que dessa vez tem no seu elenco de coaches a Shakira (que eu detesto a voz mas acho uma querida) e o Usher, eles que nessa temporada estão substituindo a Christina Aguilera e o Cee Lo.

No preview é possível perceber o clima que deve tomar conta do programa durante a nova temporada, com os veteranos jogando na cara dos novatos toda a vantagem que ambos carregam por estarem no programa desde o início (Adam já ganhou uma vez e o Blake já ganhou duas), assim como é possível perceber que o Adam e o Blake acabaram juntando forças durante essa Season 4 (eles que sempre foram “inimigos que se amam” na verdade, rs), assim como os novatos. E #TEMCOMONAOAMAR quando o Blake (que eu AMO) diz que ele está perdido, por não conseguir entender nada do que a Shakira diz e só eu percebi certa hostilidade entre ele e o Usher?

Veremos…

Quem me acompanha no Twitter sabe o quanto eu AMO o The Voice US e o quanto eu me empolgo comentando cada episódio, mas isso só acontece por lá, porque o programa é bem longo, são muitos episódios e acontecimentos e assim eu não consigo fazer uma review da temporada por aqui. Mas no Twitter eu comento tudo. #HELLYEAH

Ansiosos? Eu já estou com o meu botão preparadíssimo. (sem pensamentos esquisitos nesse momento, por favor)

#TEAMBLAKE

#TEAMADAM

 

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