Posts Tagged ‘Steve Carell’

Com quem você gostaria de passar o fim do mundo?

Dezembro 21, 2012

Seeking-a-Friend-for-the-End-of-the-World

(______________________) para preencher com a escolha de sua preferência.

E quem diria que com o mundo prestar a acabar, ainda sobraria algum tempo para se apaixonar? (♥)

Uma ótima proposta para o momento (e para o oportunismo desse blog que logo no dia de hoje decidiu ser sensacionalista, rs), em uma dramédia bem bacana e estrelada por rostos conhecidos de todos nós. Apesar do tema, “Seeking a Friend for the End of the World” não é um filme triste, apesar de ter seus momentos e a visão da diretora Lorene Scafaria (em sua estreia como diretora) para o longa ter sido a de emprestar um certo tom de ironia para o final dos tempos.

É claro que em meio a uma proposta como essa, de poucos dias restantes para o final inevitável e anunciado do mundo, sem a menor esperança, tudo e todos estariam enfrentando o maior caos. Pessoas tentando realizar todas suas vontades e desejos antes que não houvesse mais tempo para realizá-los, esbanjando sinceridade quando já não havia mais motivos para mentir socialmente e experimentando o que talvez sempre tenham desejado mas antes, sem a certeza de um ponto final determinado para suas histórias, acabava faltando coragem para experimentar ou se arriscar. Tudo muito natural e do jeito que a gente imagina que aconteceria na verdade.

No meio disso tudo temos ele, Dodge (Steve Carrell), um homem comum recém abandonado pela mulher, que tem uma história de amor antiga ainda pendente e que ironicamente, trabalha como vendedor de seguros de vida. Em seu trabalho, o caos também já havia se instaurado, com poucas pessoas restantes fazendo questão de continuar com suas vidas corretinha e rotineiras até o final, algumas com um pouco mais autocontrole, outras menos, mas todos tentando seguir em frente para ver o que de fato aconteceria no fim. Em casa, sozinho, Dodge tem apenas a companhia da empregada  estrangeira com quem ele não consegue se comunicar muito bem, ela que também faz questão de tentar manter a sua rotina, talvez de forma inconsciente, por não entender muito bem o que estava acontecendo. (achei até que eles abortaram essa segunda ideia para não soar politicamente incorreto demais… o que eu achei bom até)

Enquanto o clima de caos piorava, Dodge acabou encontrando com uma vizinha que ele pouco (ou nada) conhecia, ela que estava passando por uma situação daquelas com o ex namorado (para a minha surpresa, interpretado barbudamente por aquele que é sempre uma visão, Adam Brody. Höy!), com quem ela já não conseguia se entender mais. E para que permanecer em uma relação que já não a levaria a nada, ainda mais nessas circunstâncias? Apenas para ter companhia? Claro que não. (talvez esse não seja o final do mundo, mas você que estiver em uma relação parecida, aproveite para seguir esse exemplo)

Seeking-a-Friend

Ela é Penny (Keira Knightley), uma alma no mínimo confusa, mas digamos que de bom coração (rs) e que além de tudo escondia uma patologia revelada em um sono profundo onde nada e nem ninguém conseguia fazê-la despertar facilmente. Durante o pouco tempo que eles passam juntos se conhecendo, ele acaba descobrindo que Penny havia ficado com a sua correspondência por um bom tempo e em meio a diversas cartas, havia uma bem especial, escrita por aquela com quem ele dividiu a sua história de amor ainda pendente mencionada anteriormente, com ela dizendo ter descoberto que Dodge seria o homem da sua vida e que gostaria de ter uma segunda chance com ele.

Movida pela culpa (sempre ela), Penny acaba embarcando numa expedição ao lado de Dodge e um cachorro que ele acaba herdando de um covarde qualquer que resolve abandoná-lo em meio ao caos, fazendo companhia para ele que estava em busca de pelo menos uma última chance com aquela que ele achava ser a mulher da sua vida.

Com isso ganhamos a jornada desses dois personagens em busca de um bom momento para o fim do mundo, ele tentando encontrar o amor da sua vida e ela tentando se redimir da culpa de talvez ter dificultado esse encontro. Além do que, Penny era inglesa e como já não haviam voos para outros países, ela não poderia mais terminar os seus dias ao lado da própria família, algo que para sua sorte, acabou ganhando uma nova esperança com o Dodge prometendo levá-la aproveitando a mesma viagem até alguém que ele conhecia e que possuía uma avião, algo que poderia ser a solução dos seus problemas. Claro que durante essa jornada, ambos acabam se metendo em diversas situações divertidíssimas, como a visita a aquele restaurante movido pelo positivismo, onde todos são seus amigos (rs, e uma dessas pessoas é a Britta de Community), até a passagem pelo abrigo de um grupo de malucos (incluindo um ex dela) que acham que serão capazes de sobrevier e reocupar o mundo após o seu fim.

Todas essas situações apesar de bem divertidas, elas todas tem sempre um fundo triste, seja por um motivo ou por outro. Meu momento preferido ficou por conta da carona que ambos acabaram ganhando de uma maluco que na verdade havia pago por um serviço de matadores de aluguel, para retirar a própria vida e acabar de vez com aquela agonia de esperar até o fim do mundo (interpretado pelo William Petersen, que todo mundo conhece de CSI). Aliás, aquele mural do começo do filme com os mais diversos tipos de serviços pregados naquele quadro, foi outro detalhe que eu achei divertidíssimo no longa.

Talvez o filme tenha realmente essa função de mostrar o quanto todo mundo enlouqueceria caso o fim de tudo realmente fosse anunciado (bem que tentaram, neam 2012?), algo que eles conseguem cumprir muito bem, mostrando o quão bizarro o comportamento humano acabaria ficando caso isso fosse uma verdade. Ilustrando alguns desses tipos de comportamento temos diversos rostos conhecidos de todos nós, especialmente do mundo das série como a Connie Britton (Nashville, AHS), Rob Corddry (Childrens Hospital), Melanie Lynskey (Two And A Half Men), todos em participações excelentes e bem divertidas, diga-se de passagem.

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A dupla Carell e Knightley também acabou funcionando muito bem, o que não chega a ser exatamente nenhuma surpresa, não só pelo talento indiscutível dos dois atores, como também pelo fato de ambos já terem sido vistos em papéis bem parecidos como esses, algo que eu até acho que nesse caso acabou prejudicando de certa forma o longa. Afinal, todo mundo sabe que o Steve Carell interpreta um ótimo loser corretinho e engraçado, assim como a Keira faz muito bem a aventureira estrangeira meio maluca e que não enxerga barreiras em seu caminho.

Claro que nesse tempo que ambos personagens acabaram passando juntos, ambos acabaram se vendo apaixonados um pelo outro e a forma como essa relação acabou sendo construída, certamente foi um dos pontos altos do filme. Um envolvimento natural, trazido pela convivência e pelo pouco em comum que ambos dividiam, que no final das contas acabou se tornando algo muito maior ao que ambos poderiam imaginar que aconteceria. Algo que aproxima bastante essa história de amor da realidade, tornando tudo bem possível e compreensível, apesar das circunstâncias e do pouco tempo. E o filme tem uma trilha sonora ótima também, muito provavelmente toda influenciada pela coleção de discos da própria Penny no longa.

Apesar de ter achado bem bonitinha a história de amor entre os dois, o filme ganhou mais peso para mim quando passamos a conhecer um pouco mais da história do Dodge e o daddy issue que ele carregava, que descobrimos mais próximo do final ser aquele que ele disse que conhecia e que tinha um avião para levá-la para passar o fim do mundo ao lado da sua família em Londres. Um breve momento entre os dois, pai e filho, reconhecendo sua parcela de culpa nessa história toda e resolvendo acertar os ponteiros, uma vez que já não havia mais tempo e nem porque de continuar com toda aquela mágoa entre os dois. Um momento lindo, sem ser clichê demais, algo que eu considero bastante importante para a dignidade de qualquer drama.

Perto do final do filme, ganhamos uma resolução super foufa para o final inevitável e já anunciado desde o começo dele para aquele casal que acabou surgindo dessa história em meio ao caos, mesmo sendo ele nada esperançoso para quem costuma sempre torcer para um final feliz mais óbvio, o que não é o meu caso e apesar dos acontecimentos, essa história não poderia ter ganhado um final mais feliz. Aos mais esperançosos, espero que esse detalhe não tenha impedido a compreensão de que apesar de ter um fim, aqueles dois viveram sua história de amor como ela poderia ser vivida naquele momento e só isso deve ser o suficiente para quem está prestes a perder tudo, o que nesse caso, para complicar ainda mais seria toda mundo. (rs)

Um filme bem bonitinho, com uma proposta leve e extremamente bem humorada para um final inevitável, apesar do clima de caos. Para assistir imaginando com quem você gostaria de estar no final dos tempos…

 

ps: para quem ousou pensar em preencher a lacuna acima com algo do tipo “Ryan Gosling”, nem adianta tentar porque ao que tudo indica, ele já vai estar ocupado, em um outro (my own) fim do mundo bem pessoal… sorry, but i’m not sorry! rs

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Seeking a Friend for the End of the World, o trailer

Fevereiro 24, 2012

Só porque eu AMO o Steve Carell da depressão e a Keira Knightley possuída e com cara de maluca, rs.

O mais engraçado na ideia do filme, é ver a reação das pessoas tentando manter tudo normal e em ordem, inclusive as sextas feiras casuais (euri), mesmo com o fim do mundo anunciado.

Momento gossip: o filme é da diretora Lorene Scafaria, ex do Adam Brody (Höy!) e apontada como nova senhora Ashton Kutcher (o que prova que apesar de ter um tipo – xóvem – ela não tem lá assim muito critério, neam?)

ps: detesto ouvir o Luciano Huck dizendo “Ashton Kutcher”.

ps2:eu também quero um beijo da Britta! (sempre achei ela muito mais linda, além de funcionar muito melhor como casal para o Jeff em Community, pena ela ter perdido tanto espaço para os “gêmeos superdesenvolvidos” da Annie)

Crazy, Stupid, Stupid, Stupid, Love

Dezembro 9, 2011

Juro que se não fosse o elenco sensacional de “Crazy, Stupid, Love” eu não teria dado a mínima para o filme e provavelmente não teria nem assistido, o que seria uma pena, porque eu estaria perdendo um filme surpreendentemente muito bom.

Muito bom falando de diversão, de comédia, de atuações dignas e um roteiro que por incrível que pareça acabou me surpreendendo, mesmo tratando-se de uma comédia romântica.

Não sei quanto a vcs, mas eu que estou acostumado a assistir outros tipos de filmes e sempre acabo descobrindo alguma coisa do destino final da história, dessa vez me encontrei sendo surpreendido com o desenrolar da trama, que nem é nada de muito extraordinário, mas que na minha cabeça sequer chegou a passar aquele caminho como resolução final de tudo. Sim, fui surpreendido por um filme de comédia romântica, vcs acreditam? rs

Mas também, com um elenco como esse, eu já tinha uma leve desconfiança de que o filme seria mesmo muito bom. Steve Carell, Julianne Moore, Emma Stone e ele, Ryan Gosling. Höy! Todo esses nomes juntos, dificilmente assinariam um contrato para um roteiro tolo qualquer.

A trama da história gira em torno do divórcio do casal principal, Cal e Emily, personagens de Steve Carell e Julianne Morre, casados há mais de 25 anos, com filhos, uma casa linda no subúrbio, empregos bacanas e tudo mais. E esse divórcio já começa com um Steve Carell enlouquecido pulando do carro em movimento, ou melhor, ele sequer tem força para pular do carro, simplesmente depois da notícia de que sua mulher quer a separação e que ela o traiu com um colega de trabalho e com isso vindo diretamente da boca dela, ele simplesmente abre a porta do carro e deixa o seu corpo cair para fora com o carro ainda em movimento. Um desespero cômico delicioso!

E podem dizer o que quiser do ator, mas eu acho o Steve Carell um dos melhores comediantes do momento e já disse isso antes. Pelo menos, ele tem o tipo do humor que eu gosto, algo que eu classifico como “o humor da depressão”, rs. E a sua performance no filme esta deliciosa vivendo um homem de meia idade que se vê sozinho do dia para noite, tendo que recomeçar a sua vida amorosa do zero, ou melhor do um, porque a sua esposa acabou sendo a sua única parceira ever (dra-ma da geração antiga). E pior, sem a menor experiência sobre como sobreviver no mundo dos solteiros, totalmente leigo e despreparado, o que é sempre bem complicado e Sex And The City já nos ensinou isso no passado. Mas todo esse drama de ter que encarar essa nova fase da sua vida  acaba quando entra em cena, ele, Jacob, ou melhor…Ryan Gosling! (Höy!)

Caminhando em slow motion com o seu terno vinho muito bem cortado, Jacob chega para roubar a cena e passa a ser voluntariamente uma espécie de tutor do personagem de Steve Carell, uma espécie de guia para a sua sobrevivência no mundo cruel dos solteiros, que ele parece dominar como ninguém. O que é quase uma covardia, porque ele esta incrivelmente ainda mais sedutor no filme, se é que isso é possível quando o assunto é Ryan Gosling, mesmo fazendo o canalha e usando sapatos meio caramelo (que eu detesto!), aquele tipo que ninguém deve investir muito, mas se for por uma noite apenas (ou algumas noites, tipo umas 21225485 noites), porque não?

E o serviço é completo, com direito a stylist e tudo mais. Aliás, ele se saiu um excelente fashionista, meio malvado e cruel, como todo mundo acha que nós somos, rs. E não fale a palavra “ponta de estoque” para ele, ou vc pode acabar sozinho no meio do shopping, fikdik. E se na hora de pagar a conta vc tirar do bolso aquela carteira antiga com velcro, aguente firme as consequências. (rs)

Com algumas voltas no shopping, salão de beleza e horas na academia,  Jacob acaba finalizando o seu projeto com o tempo, transformando Cal em uma versão mais velha dele mesmo. Se bem que, no fundo, Cal jamais seria capaz de se tonar algo igual ao seu mestre, porque ele carrega uma bagagem sonhadora e romântica demais, construída durante todos esses anos, algo que seria difícil de se eliminar do dia para a noite.

Mas na verdade, o nível de canalha do Jacob nem é dos piores e eu nem sei se podemos classificá-lo assim…

O personagem, por mais que use de técnicas cretinas para garantir a sua diversão na noite, me pareceu quase sincero, onde ele pouco ilude suas presas (porque segundo ele, vc deve falar pouco de vc e mostrar mais interesse no outro, ouvir mais do que falar, fikdik) e mesmo que acabe conseguindo o que ele quer, a coisa toda acaba funcionando bem para os dois lados, ou vc resistiria a um “Let’s get out here” vindo de um Ryan Gosling? Du-vi-do! Acho que ninguém no mundo resistiria e outro dia eu quase morri de rir com um comentário no Youtube em um dos videos do ator,  de um homem que se dizia do tipo macho alplha, assumindo que até ele ficava balançado com o Ryan Gosling.

E foi ótimo quando a personagem da Emma Stone no filme,  Hannah, acabou tratando o Jacob (que morava em uma casa maravileeeandra, diga-se de passagem!) como um objeto, que era exatamente o papel em que ele se colocava naquele momento, dizendo “tira a camisa para a gente conversar”, impedindo ele de colocá-la novamente para não bloquear a visão do que todas acham que seria o paraíso (rs, Höy!), e dizendo enquanto tocava o 36 pack do Ryan Gosling “nossa, parece Photoshop”. Rolei! Tem reação mais sincera do que essa?

O que também é importante dizer é que toda essa fase canalha do personagem tem data de validade e acaba quando ele conhece a garota ideal, Hannah, que é aquele tipo de garota que tira sarro das manias dele e que esta disposta a ouvir o que ele tem a dizer, tática que ele mesmo usava revelando a carência das mulheres com quem ele se relacionava e que no final das contas, acabou sendo também o seu fraco. (e que talvez seja o fraco de todo mundo)

Agora, uma coisa eu vou ter que falar. Esta na hora da Julianne Moore parar de interpretar a mulher de meia idade infeliz no casamento e que acaba sendo infiel e ficando cheia de culpa depois neam?

Gente, ela é linda, ruiva, talentosa, mas eu me preocupo com o fato de alguém com tamanha magia acabar sempre rotulada como a mulher infiel em crise de meia idade na grande maioria dos seus papeis mais recentes. Poxa vida neam Julianne? Vc merece mais do que isso e eu no se caso começaria a recusar alguns roteiros, fikdik.

Além dos personagens principais, temos coadjuvantes deliciosos também, como a babá dos filhos do casal, uma adolescente que é apaixonada pelo pai da família e que por sua vez, é a grande paixão do filho do casal, que é 4 anos mais novo do que ela e que a faz passar por diversas sais justas ao longo do filme por ter um perfil romântico e sonhador, bem diferente da grande maioria dos adolescentes da sua idade e bem parecido com o seu pai.

Achei bem foufo quando Cal invade a casa da família a noite, só para cuidar do seu jardim antigo. Howcuteisthat?

Tudo bem que eu achei que o seu personagem foi bem bunda mole, porque ele é quem foi traído e mesmo assim acabou aceitando a sua parcela de culpa nessa história, pelo fato de ter “relaxado demais” ao longo dos anos, o que acaba acontecendo com a maioria dos casais, ou pelo menos é uma desculpa/reclamação comum. Mas o que me incomodou mesmo foi ela fazendo a vítima quando descobriu que ele andou saindo com outras mulheres, inclusive a professora do filho deles (que deixa a trama mais engraçada ainda), mesmo isso tendo acontecido depois do término da relação dos dois. Nesse caso, achei que ela foi bem cretina…

E o mais legal da filme é que todas essas histórias de amor “problemáticas” acabam se encontrando no final, de uma forma sensacional e provando que esse mundo é mesmo muito menor do que a gente imagina. E foi nesse momento que eu me peguei surpreso. Não vou dar muitos detalhes para não estragar a surpresa para quem ainda não assistiu ”Crazy, Stupid, Love”, mas eu me senti um idiota por não ter pensando em nenhum momento naquela resolução, mesmo com todos os sinais e toda aquela “semelhança” gritando na minha cara o tempo todo. Talvez eu tenha sido tolo, distraído, mas senti que foi um shock value bem bacana.

Comédia boa, do tipo que a gente já viu algo parecido, mas não tão parecido assim. E tem o Steve Carell (que é o engraçadão e assim como o Jacob afirma no filme, acho que ele tem jeito, rs. Höy!), a Julianne Moore (Höy!), a Emma Stone (Höy!) e o Ryan Gosling (HÖY!), juntos. E preparem-se para o momento em que eles estão todos juntos em cena, porque é muita magia reunida para se concentrar em qualquer coisa nesse mundo, além de outros momentos dramáticos do filme, como mostra a imagem acima. CATAPLOFT!

Tipo covardia.

Crazy Stupid Mother F**ker Love

Julho 5, 2011

Achei bem promissor esse elenco…

Ainda mais com o Ryan Gosling fazendo par com a Emma Stone. Sem contar o Steve Carell + Julianne Moore (Höy!)

E quem nunca fez nada estúpido, ou nunca enlouqueceu por amor que atire o primeiro cd da coletânia de Love Songs, rs

Ansioso mil!

MTV Movie Awards 2011, a premiação mais preguiça e previsível do cinema (Zzzz)

Junho 6, 2011

Ontém rolou o aguardadíssimo MTV Movie Awards 2011 (Zzzz, mas já foi aguardado por mim no passado antigo, quando era legal), o prêmio que desde que a saga “Twilight” surgiu (e não termina nunca mais, humpf), todas saben quem vai levar todos os prêmios da noite neam?

Vivo para o dia em que a franquia leve algum prêmio e alguém faça o Kanye West, ou quem sabe a platéia comece a levantar indignada, abandonando a premiação. SO-NHO com esse dia!

Tirando a menina do “Kick-Ass”, que levou 2 prêmios, incluindo o prêmio mais legal ever que é o de “fodona do ano”, super merecido, o resto dos prêmios todos foram para o filme “Twilight, os vampiros da depressão” como vcs podem ver na lista do final do post, para quem aguentar acordado até lá, rs

Mas do que a gente gosta mesmo em premiações é o red carpet neam? Pq todas amam falar de “modas”, euri

Então vamos dar uma olhada no show de horrores de ontém e ver quem nos deu motivo para gargalhar?

 

Porpetone da noite

E o mundo que tinha celebrado essa aposentadoria, teve que suspender a festa com o retorno inflado da atriz Amanda Bites (a lot), quer dizer, Bynes.

A aposentadoria foi pra que hein minha filha? Para começar uma nova vida como vendedora de hot dog e acabar comendo o carrinho todo? Dafcuk?

Mas ela que deve frequentar a escola XL-Tina Aguilera, que acha que gordinha tem que se enfiar em um bandage dress que “todas afinam” (NOT!), até que tentou bancar a esperta colocando esse sapato pavoroso de franjas, para tentar chamar a atenção para outra parte do seu corpo que não todo o resto inflado.

Funciona por 5 segundos, até vc voltar para a cara e PÁ!

 

Camarão Diaz

Vamos dizer a verdade? A gente sabe que a Cameron acabou de terminar o namoro de duas semanas (brinks, tem mais tempo, mas euri) com o seu boy magia e todas choram, mas não deu para segurar o choro na festa? Que cara inchada é essa?

Posso falar? Corpeeenho de 33, cara de 55, prontofalei

O gargula da idade chegou e grudou no ombro da Cameron, não tem jeito…

#NAOTABOMNAO

 

Animal print mudérno

 

Pq festa jovem e do rock (Zzzz) todas elas querem parecer modernas neam?

E nada melhor do que um bom animal print, para fazer a gostosa mudérna.

Rosie Huntington foi com a melhor estampa, mas acabou apelando demais para a sensualidade e imprimiu travestismo. O que todas adoram quando proposital, mas não era o caso.

Já a Reese fez a gostosa comportada e combinou o look com um sapato bege preguiça. Um vermelho nesse caso teria feito toda a diferença. Cherry, fikdik

E vcs sabem que todas elas resolvem aparecer em festa jovem que é para roubar a juventude da platéia neam?

Nunca olhe direto nos olhos delas, fikdik

 

Permuta da azeitona

Há quem aposte que essa ai, em troca de uma boa permuta para se manter na midia com um namoro no truque, acaba levando por contrato apenas 1 azeitona por dia, que é para manter o corpeeenho.

Selenytta Who?

 

E não tem Lea T certa meoamor

Todo mundo querendo saber da trasnformação da Lea T, quando Maria Gadu Beaver esta cada dia mais feminina? Não entendo…

Já ganhou o primeiro par de brincos e dizem que daqui uns anos, quando a fama acabar, é possível que ela ganhe seu primeiro sutiã, fikdik

 

Liquidação Balmain, 80% Off

E o MTV Movie Awards serviu para o que mesmo?

Para deixar pistas de que a Balmain esta fazendo uma queima de estoque hein?

No quesito poder, a Leighton Meester levou a melhor e roubou o brilho já tão apagado da Kristen Stewart, porque todas sabem que quanto mais bordado, brilho e pedrarias, maior é o poder ou pelo menos o prestígio na assessoria da Balmain, neam?

Até que enfim deu uma dentro hein Blair?

E nem adianta a Kristen grudar no boy magia, para tentar roubar algum carisma…

…pq nós também já cansamos dele, o Zé Vampir da depressão. Zzzz

 

Novo Tio Charlie, pode cuspir as batatas…

O que aconteceu com o Ashton? Alguém avisa que ele pode cuspir o caramelo do Du, Dudu e Edu (euri)

Já sei, ele tentou competir com os balloons da Nicki Minaj, só pode ser…

#NAOTABOMNAO

 

http://www.piadavelha.com

Too soon?

Eu AMO o Justin, acho os cds dele sensacionais, também acho ele um bom ator e meosonho é aprender a dançar como ele (e com ele).

Mas eu não consigo perdoa-lo por não ter assumido aquela história do peitcheeenho da Janet Jackson no Super Ball de 2004. E agora na Milla Kunis pode neam? Zzzz (mas nada que a gente não possa negociar hein JT?)

E hoje em dia ainda temos a Lady Gaga sambando todo dia na cara da sociedade com um “X” de fita isolante em cada peito. Euri!

Convida ela para se apresentar no Super Ball, convida vai? Quero ver se vcs são boludos mesmo, rs

 

http://www.piadamaisvelhaainda.com

Alguém ainda acha engraçado?

Na minha época ou a mascara que era verde, ou ele vestia um spandex verde cheio de pontos de interrogação. Bons tempos…

E eu juro pela Santa Cher que se algum dia o Jim Carrey cruzar o meu caminho, eu vou pedir de volta o dinheiro do meu ingresso para ver  “The Number 23″ no cinema.

Vc me deve R$14 reais, Jim Carrey…

 

Magias desperdiçadas pela preguiça…Zzzz

As duas deveriam ter pensando mais antes de sair de casa, hein?

Achei muita preguiça essa falta de fundamento (mas a bolseeenha verde é maravileeeandra!)

 

Boy magia negra

É com enorme pesar que eu venho anunciar que o seu tempo de boy magia terminou hein Chris Evans? Queéqueaconteceu com o Tocha?

#NAOTABOMNAO

Agora esse Kellan Lutz , eu tenho certeza que é a reencarnação do Zacarias. Ui Didi! (não sei porque mas acho os dois praticamente gêmeos, rs)

 

Confirmou: estamos em falta de boy magia

Sim, temos cada vez menos motivo para gritar “Höy!”, humpf…

Não esta fácil minha gente, não esta fácil!

Só de pensar que no passado, a gente tinha o Johnny Depp, o Brad Pitt, o Jude Law e até o Keanu Reeves em suas melhores fases. Bons tempos!

Até que me chega a vez desses próximos três, para dar uma aliviada…

I ♥ Steve Carell. Höy!

I ♥ Emma Stone. Höy!

I ♥ Ryan Gosling. HÖY!

 

Vilão queridão 

Eu sei, eu sei que a gente odeia ele em Harry Potter

Mas eu amo esse casting. Sinto que eles foram meus colegas de classe, rs

 

Tapas na cara da sociedade. PÁ!

Elle Fanning, maravileeeandra em flores by Dolce & Gabbana. PÁ!

Emma Stone de volta a sua magia ruiva nesse Bottega Veneta poder. PÁ!

E a Brooklyn Decker, linda e dourada. Höy!

 

Agora, se vc resistiu até aqui e ainda não caiu no sono depois desse post enorme com essa premiação preguiça, segue a lista dos vencedores da noite.

Melhor Ator - Robert Pattinson, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor Atriz - Kristen Stewart, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor cena de cair o queixo - Justin Bieber, em “Never say Never” (Zzzz)

Melhor ator durão - Chloë Grace Moretz, de “Kick-ass” (Yei!)

Melhor revelação -  Chloë Grace Moretz, de “Kick-ass” (Yei!)

Melhor cena de luta - Robert Pattinson vs. Bryce Dallas Howard e Xavier Samuel, em “Eclipse” (Zzzz)

Melhor Frase de um Filme - Alexys Nycole Sanchez, em Gente Grande, pela frase “Eu quero ficar bêbada de chocolate” (Zzzz)

Melhor Vilão - Tom Felton, em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1 ” (Yei!)

Melhor Performance Cômica - Emma Stone, em “Easy A” (Yei!)

Melhor Filme - ”Eclipse” (Zzz, apnéia profunda)

Dunder Mifflin, a melhor empresa para se trabalhar no mundo (That’s what she said!)

Maio 27, 2011

The Office é aquele tipo de comédia que vc se reconhece logo de cara. Porque por mais absurdas que possam parecer todas aquelas situações que acontecem o tempo todo na Dunder Mifflin, a melhor empresa para se trabalhar no mundo e não tem Facebook, Google, Apple ou IBM certa, vc logo percebe que já passou por algo parecido no seu emprego, ou em algum momento da vida teve algum colega de trabalho que certamente poderia ser um daqueles funcionários.

Com a saída do Steve Carell do elenco eu me senti na obrigação de assistir a série, que eu costumava ver de vez em quando, apenas reprises ou eps aleatórios, mas nunca havia acompanhado. Tenho que reconhecer que depois dessa maratona delicosa das sete temporadas chefiadas por Michael Scott, tudo fez mais sentido para mim e acabei aproveitando bem melhor as piadas e referências. Ou seja, apesar de ter episódios excelentes, The Office não é bem uma coméida para se assistir de vez em quando, um ep solto aqui e ali, como Modern Family por exemplo, que vc nem precisa acompanhar muito a série para aproveitar as piadas.

Michael, que se auto-intitula o melhor chefe do mundo (rs), tinha tudo para ser a pessoa mais odiada da face da terra. Sem muito filtro para nada, o cara é de uma sinceridade absurda, do tipo que mesmo quando quer defender alguém ou algum ponto de vista, acaba sempre se expressando da pior maneira possível, magoando alguém e deixando todos a sua volta em situações constrangedoras e totalmente desconfortáveis. Mas a beleza do personagem esta exatamente nesse atos involuntários, impensados, que apesar de grosseiros, são quase infantis, completamente inocentes e por isso perdoáveis. Michael parece uma criança grande, ainda a ser educada (nesse caso talvez eternamente, rs). E outro fator que colabora e muito para que de odiável nº1 ele se transforme ao longo do tempo, agora merecidamente e reconhecidamente como o melhor chefe do mundo, é sem dúvidas o carisma e principalmente o talento do Steve Carell, que é um dos meus comediantes preferidos do momento. Well done!

E o personagem ainda tem aquele perfil loser que nós amamos, do tipo que é enganado quando esta apaixonado e mesmo assim continua amando loucamente (mesmo pq ele não faz idéia de que esta sendo enganado), que se contenta com pouco e que quase sempre banca o tolo. Na verdade, Michael só quer agradar, ser amado, e ai eu me pergunto: #TEMCOMONAOAMAR?

No escritório ele se relaciona mal com todo mundo, sempre revelando o que cada um talvez gostaria de esconder, sempre trazendo o assunto para a sala de reuniões, para discutir com os demais funcionários da empresa. Completamente sem noção, ele acaba transformando cada uma das suas intermináveis reuniões em um show a parte e que acabam se tornando um dos pontos altos da série.

E as suas imitações/personagens hein? Sempre divertidíssimas, caricatas e a maioria das imitações são sempre muito distante da realidade e hilárias.

Falando um pouco das relações escritório, quatro delas acabaram me chamando a atenção:

 Michael vs Dwight


Dwight é o puxa saco da turma, metódico, lunático e que sonha ser o braço direito do chefe. Michael até reconhece o cara como o seu número dois, mais o grude é tanto que nem ele aguenta, mesmo Michael sendo a pessoa que mais precisa ser amada nesse mundo. Talvez por isso ele desfaça tanto do seu melhor amigo no trabalho, pq o que ele gosta mesmo é do desafio de conquistar, algo que com Dwight ele nem precisou fazer esforço e por isso perdeu a graça (tí-pi-co). Mesmo assim, a amizade entre os dois é deliciosa e rende várias piadas sensacionais.

AMO o episódio que Michael tenta sobreviver na selva e Dwight fica escondido no meio do mato, só para garantir que o amigo se saia bem em sua empreitada, mesmo correndo risco de morte (rs). Outro episódio sensacional é aquele em que os dois pensam em pular do prédio para ensinar uma lição sobre suicídio para os funcionários da empresa e como teste usam melancias que terminam espatifadas no chão, é claro. Euri

Fora isso, ainda temos a relação Dwight e Angela, que é divertidissima! Torço pela estranha relação dos dois, mesmo após o cancelamento do contrato de 5 noites aleatórias que o casal mantinha em segredo. (rs)

E o senador que é o novo par de Angela na série é o pai da Claire de Heroes, mas mesmo assim não teve destaque nenhum na série até agora. Que puxa!

E qualquer episódio que tenha a participação da fazenda das beterrabas Schrutes são sensacionais tmbm.

Michale vs Pam


Aqui o negócio é amor, mas um amor de pai e filha. Pam é a secretária do escritório, que acaba ganhando o peso de se tornar a babá de Michael por todos esses anos. Sempre disponível, tentando resolver suas trapalhadas, os dois construiram uma relação deliciosa durante esses anos, de muita cumplicidade e de pura foufurice.

Quando Michael decide deixar a empresa e seguir em carreira solo, criando sua própria empresa no ramo de papéis, eu senti que ela tinha obrigação de acompanha-lo. E não deu outra, Pam não conseguiu abandonar o chefe nessa hora e acabou vivendo um inferno maior ainda trabalhando naquele cubículo ao lado de Michael e do Ryan (e o que é o amor gay do Michael pelo Ryan hein? rs). Se bem que, eles bem se divertiam com o lançamentos dos cheeses puffs neam? Euri

Um dos episódios mais foufos entre os dois é quando Pam participa de uma exposição de artes pela primeira vez e leva os seu desenhos, ainda bastante amadores e nada muito elaborado em comparação com a concorrência, e Michael é o único do escritório que comparece no evento, visivelmente orgulhoso de sua “pupila” e ainda compra um de seus desenhos, que ele leva para decorar o escritório. Howcuteisthat?

AMO tmbm Michael tentando não destruir o casamento dela com o Jim, AMO Pam enlouquecida pisando no fogo quando eles vão para “a praia”, AMO Pam mais enlouquecida ainda  quando ela descobre que o seu chefe esta tendo uma caso com sua mãe e AMO mais ainda ele todo magoado por não ter sido escolhido para ser o padrinho da filha do casal. Cute!

E eu que já tinha visto o episódio da despedida de Michael, assisti de novo e fiquei ainda mais emocionado com a Pam correndo na última hora para se despedir do chefe. Awnnn…Pura foufurice!

Muito mais do que merecido aquele final para os dois, fatão!

Jim vs Dwight


Tem coisa mais divertida do que dois inimigos que vivem aprontando pegadinhas um com outro no ambiente de trabalho? Bom, quando bem humorado e com brincadeira tolas desse jeito é realmente bem divertido. Imagina vc chegar para trabalhar e encontrar todas as suas coisas dentro de uma gelatina gigante e amarela?

Howcoolisthat? Meosonho agora é aprontar uma dessas com alguém…

Essa rivalidade entre os Jim e Dwight rendem vários momentos divertidíssimos para a série, talvez porque pareça um pouco algo como briga entre irmãos. Jim já aprontou várias com Dwight ao longo do tempo, mas a melhor de todas foi a revanche de Dwight com a guerra de bolas de neve. Sério, o que foi a surra de bolas de neve que ele deu no Jim, que acabou nocauteado no chão, com direito a nariz sangrando e tudo mais, hein? O final desse episódio também é sensacional, com o pesadelo do Jim se tornando realidade, com todos aqueles bonecos de neve esperando a sua saída do escritório e ele enlouquecido destruindo todos, na esperança de encontrar o Dwight dentro de algum deles, ainda com a camisa com marca de sangue e morrendo de medo, usando até a Pam como escudo. Rolei!

AMO tmbm a mesa toda embrulhada em papel de presente que o Jim faz para o Dwight, assim como o episódio da Megadesk, rs. AMO Jim fingindo ser vampiro no sensacional episódio do morcego no escritório (que tem a melhor resolução ever!). AMO tmbm quando Dwight salva a vida do Jim (ou melhor, salva a sua cara linda de levar uns sopapos do ex noivo da Pam), onde depois o Jim fica pensando em diversas maneiras de retribuir o favor. Das idéias que ele teve como retribuição ao favor, a caixa de acrílico para o bobble head do Dwignt foi a mais foufa ever! Cute!

Jim & Pam


Ai ai, que casal mais foufo não? Eu bem acho que desde Ross and Rachel, Seth And Summer, Lorelai and Luke, eu nunca mais tinha torcido tanto para um casal ficar junto dentro de qualquer outra série.

Durante as primeiras temporadas, os dois são apenas amigos, mas não se desgrudam, mesmo Pam estando noiva da outro funcionário do escritório. Cada passada do Jim pela mesa da recepção, cada plano dos dois para atormentar a vida do Dwight ou cada olhar cruzado ou não entre os dois, merece um suspiro de tamanha foufurice. Ai ai!

Aliás, o que é o Jim? Eu diria: PERFECT MATCH (rs)! Foufo, inteligente, educado, bem humorado, que de quebra ainda ouve Travis e que também atende pelo nome de John Krasinski. Precisa de mais alguma coisa? Höy!

Jim é o boy magia do escritório e a gente até deixa o Ryan achar que ele é o bonitão do pedaço, por pena (rs). Voltando a falar da despedida do Michael Scott, a cena entre ele e o Jim combinando o almoço para o dia seguinte, que os dois sabiam que não aconteceria, foi uma das cenas mais emocionantes da tv, sem nenhum grande apelo ou carga dramática excessiva, apenas dois grandes amigos se despedindo depois desse tempo todo trabalhando juntos. Chorei litros, confesso!

Sem contar que as olhadinhas dele para a câmera são as minhas (e de todas, rs) preferidas ever. #TEMCOMONAOAMAR?

Fiquei com o coração partido quando ele foi para a outra filial, para ficar distante da Pam, que estava prestes a se casar. Ainda bem que no final deu tudo certo e nessa ainda ganhamos Andy de brinde, que é outro dos meus preferidos atualmente.

Quando ele voltou de NY após desistir do novo cargo e a Pam estava dando o depoimento, no hora em que ele entra na sala do meio do nada e marca o primeiro encontro do casal, em um momento totalmente inesperado,  eu acho que fiquei com os olhos mais cheios de lágrimas do que a própria Pam. Serião! Howcuteisthat?

Um dos casais mais foufos ever da tv, sem muito drama barato e muita, mas muita magia e foufurice. AMO o casamento dos dois e a cena onde ele corta a gravata antes de entrar na igreja como prova de amor é uma das minhas preferidas. #TEMCOMONAOAMAR? AMO tmbm ele com os olhos cheios de lágrimas quando o casal descobre que estão grávidos e AMO ele pegando o bebê errado para ela amamentar no hospital. Euri!

Sinceramente, o casal mais foufo ever. Tipo o meu ideal, fikdik, rs.

Depois de algumas temporadas, quem também ganha a sua alma gêmea é o próprio Michal Scott. Trata-se da adorável Holly, que é ele na versão loira e de saia e que acaba sendo usada como a desculpa perfeita para a sua saída da série.

E o pedido de casamento dele para ela dentro do escritório, a luz de velas e com a participação de todos os funcionários foi uma dos mais foufos pedidos de casamento ever, com direito a referência de Star Wars e tudo mais e ao mesmo tempo um dos menos recomendados para uma empresa que vende papel neam? Fikdik, rs

É claro que depois dessas 7 temporadas eu AMO todos os outros personagem do escritório e poderia relaciona-los fácil com vários colegas de trabalho que eu já tive. Quem não conhece um Stanley? Um Toby? Uma Kelly (a indiana mais americana de todos os tempos, rs? Ou um Ryan, hein?

Aliás, morro de pena do Toby e do modo com ele foi tratado pelo Michael durante todo esse tempo (o que rende ótimas piadadas tmbm),  pelo fato de que o Michael diz não confiar em ninguém do RH (euri). Tadinho…

De todos eles, o meu preferido atualmente é mesmo o Andy, que é outro loser foufo e que desde que chegou para a série tinha aquele ar meio de irmão gêmeo do Michael Scott (e talvez seja o mais indicado para ser o seu substituto, no caso de optarem por alguém do escritório, fikdik). E os momentos musicais dele no escritório são sempre divertidos mil. O que foi aquele episódio com o musical do Sweeney Todd? Rolei!

The Office é mesmo uma comédia muito boa, com episódios nivelados, uniformes, sempre muito bons, apesar de algumas pessoas considerarem que o nível da série tenha caído após a Season 4, o que não é a minha opinião. Até agora eu não assisti nenhum que eu não tenha gostado muito e entre todos, o meu episódio preferido nem acontece dentro do escritório, vcs acreditam?

O meu preferido é sem dúvidas o ep com o jantar apenas para casais na casa do Michael (4×09), quando ele ainda estava morando com a Jan, que foi o seu primeiro grande amor na série. Sério, eu acho que euri o episódio inteiro, a ponto de ficar com lágrimas nos olhos (assisti uma 3 vzs até, rs). Não sei nem qual a minha parte preferida do ep: o banquinho cama do Michael (sério, acho que eu voltei umas 37 vzs essa cena, rs)? A tv de plasma minúscula pendurada na parede (sério mesmo, ka ke ki ko ku)? Dwight chegando com sua própria salada de beterrabas sem ter sido convidado e acompahado de uma estranha? Jan dançando ao som do single do estagiário magia (That one nigth, one night, rs)? Ou Michael trazendo o luminoso da garota da cerveja para a sala de jantar (que ele deu para o Ryan em sua despedida), capaz de cegar qualquer um? Sinceramente, o melhor episódio da série!

Outro dos meus preferidos é o do jogo de basquete, ainda na primeira temporada, do pessoal do escritório contra o pessoal do depósito. Novamente me encontei rindo até chorar com o Stanley batendo a bola de basquete como uma garota de 8 anos na aula de educação física e o Michael indignado com a situação. Rolei!

Agora a cena que mais me fez rir de todos os episódios da série, foi uma sequência de abertura (5×13) na qual o Dwight tenta aplicar um treinamento de choque em seus colegas de trabalho para uma situação de incêndio e o terror toma conta do escritório, com todos correndo desesperadamente de um lado por outro, apavorados e destruindo tudo, com medo de morrer naquele lugar. Falando bem sério, tive que correr para o banheiro depois dessa sequência ou eu iria fazer xixi nas calças de tanto que eu quase morri de dar risada. A sequência da abertura do ep 7×01 tmbm é muito da sensacional com um momento delicioso de lip sync e entre alguns outros eps que eu rolei de tanto rir, esta aquele com as Olimpíadas no escritório, organizada pelo casal Pam e Jim (meu primeiro emprego foi em uma empresa que logo passou por uma reforma para aumentar o seu tamanho e nós usavamos o galpão vazio destinado para a tal reforma, para apostar altas corridas com cadeiras de escritório,  entre varias outras provas, rs), que também é muito divertida, com todas aquelas provas absurdas e o final com direito a pódio e tudo mais hein?

Obviamente que dentro dessas 7 temporadas até agora, encontramos vários episódios sensacionais. Possivelmente eu já devo ter esquecido de vários pq a minha memória não é lá o meu forte, mas entre alguns que eu consigo listar esta aquele em que todos tem que perder peso, tem aquele outro com a corrida no quarteirão, que é super divertido também. AMO o episódio do casamento da Phyllis que o Michael acaba expulso (rs), também AMO aquele em que todos falam o que pensam do Michael. AMO AMO AMO quando eles vão para a praia para disputar a vaga de novo chefe, AMO quando o Michael declara a falência da empresa, rolei de rir quando o Michael foi demitido e a segurança teve que retira-lo do prédio e AMO também quando ele é recontratado. O “date Mike” é genial também e me divertiu pencas, assim como aquele com o Natal e a disputa entre Michael e Phyllis pelo papel do Papai Noel. E não tem como negar que o episódio da Season 7, onde finalmente nos foi mostrado o filme finalizado do agente Michael Scarn, foi um dos mais divertidos ever da história da série.

E a graça de The Office esta exatamente nessa habilidade que os caras tem de transformar em piada uma situação comum e possível em qualquer ambiente de trabalho (embora algumas outras sejam bem absurdas). Por várias vezes eu me reconheci em cada um daqueles personagens. Já fui o Jim, na maioria dos meus empregos (e acho que sou até hoje) e já fui o Michael também, com direito a tarde do sorvete e Café Disco (rs).

Depois dessas 7 temporadas, me despedi com ainda mais pena do sensacional Michael Scott, que certamente vai deixar muitas saudades. Não tem como não dizer que pelo menos 60% da série era do Steve Carell e os outros 40% do contraponto que todos os outros personagens faziam com ele. Não sei quem será o novo substituto de melhor chefe do mundo (cargo bem difícil tmbm hein?), mas estou gostando da solução que eles buscaram para essa procura do novo chefe até o final da temporada, inclusive com o “o novo final” da  abertura para cada candidato. Cool!

Agora sinceramente, eu não consigo imaginar a série durando por muito mais tempo depois dessa despedida. Sei que é triste afirmar isso, mas eu bem acho, embora a solução do momento pareça ser bacana, com a caça ao novo Michael Scott. Mas eu não sei muito bem até quando o interesse das pessoas que assistem a série vai continuar seguindo essa dinâmica das várias participações que eles vem prometendo. É, não sei…

Se fosse para apostar em alguém do escritório, eu apostaria no Andy como substituto, muito embora ter visto o Dwight no poder tenha sido genial (e o Moses comemorando no telefone? Euri)! Agora, também acharia bem bacana se fosse alguém de fora.

No aguardado ep final tivemos alguns candidatos ao cargo e várias participações especiais (fiquei com preguiça da participação minúscula do Jim Carey, Zzzz) e confesso que fiquei desapontado com o espaço pequeno das participações durante o ep, que foi inclusive maior do que de costume, mas acabou ficando meio assim. Eu pelo menos esperava mais, bem mais e acho até que o episódio funcionou melhor durante os momentos em que os convidados não participaram e tínhamos em cena apenas o pessoal do escritório mesmo. Mas parece mesmo que vamos ter que aguardar o começo da Season 8 para descobrir quem irá ocupar a vaga mais disputada do momento.

E o Steve Martin merecia ganhar uma participaçán de tanto que já foi mencionado por Michael Scott durante esses anos todos, hein? Fikdik

Para recompensar a minha maratona tardia da série, acho provável que eu compre os boxes para coloca-los na prateleira especial e rever mil. O que eu recomendo a todos (ainda mais pq estão sempre em promoção, fikdik)

That’s what she said!

Goodbye Michael Scott/Welcome Michael Scott

Maio 6, 2011

Na semana passada, o chefe mais carismático de todos os tempos, o sensacional Michael Scott deixou o seu escritório. A despedida foi ótima, com direito a distribuição dos seus brinquedos, pertences e tudo mais. Ainda assim, achei o episódio anterior mais foufo, com aquela música que eu mostrei aqui no Guilt para vcs.

O pior de tudo, é que o Michael Scott tinha tudo para ser uma das pessoas mais odiosas ever, devido a sua personalidade pra lá de exótica, mas em meio a todos os seus furos e situações constrangedoras que ele sempre esta metido, vc não consegue odiar o personagem, nem fazendo muita força. E muito disso, graças ao talento do Steve Carell, que esteve excelente por todos esses anos.

Como eu tinha uma dívida com a série e fiquei todo emocionado com a despedida, resolvi colocar The Office em dia e já estou na Season 4. Obviamente eu vou escrever sobre assim que eu terminar, mas não preciso nem esperar até lá para dizer que a série é recomendadíssima neam?

E eu jamais perdoaria a Pam, se ela não tivesse aparecido na última hora no aeroporto, para se despedir do chefe mais legal do mundo!

E pode deixar que se algum dia esse documentário for ao ar, alguém te avisa tsá?

Remember to call, ok Michael Scott?

Abril 25, 2011

E eu que tenho anos de experiência assistindo séries de TV, acho que nunca vi uma despedida tão foufa. Awnnn!

Tudo bem que esse é só um ensaio (7×21) , pq a despedida definitiva ainda esta para acontecer, em um episódio especial com 50 min de duração, pq Michael Scott merece neam?

Dizem que vai ter pencas de participações de vários comediantes  como Ray Romano de Everbody Loves Raymond, James Spader  de Justiça Sem Limites, Catherine Tate de Doctor Who, Will Arnett de  Arrested Development e Ricky Gervais, criador e astro da versão inglesa de The Office e ainda entre eles, até o Jim Carey aparece na lista, tsá?

Fiquei bem emocionado com a suas 9.986.000 horas de trabalho viu?

Pois é Michael Scott, vai ser difícil para c@%@&*#!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs

Ainda só pq eu não estava com vontade de pensar muito…

Julho 25, 2010

Esse eu nem escolhi por pura preguiça vai? E porque tmbm antes desse, eu assisti a um outro filme, sensacional, só que esse merece um texto maior, portanto aguardem…

Uma das escolhas de ontém foi “Date Night” vem com o Steve Carell e a Tina Fey no elenco e isso até me iludiu um pouco. Mesmo assim, não esperava nada além. Eu diria que é um filme que funciona para divertir o casal…

Histórinha batida do casal que não aguenta mais ser tão óbvio e um belo dia resolvem se aventurar por ai, Zzzz

Mas é divertido e bem caricata (blame os dois) e segue uma linha que eu venho gostando muito, que é o politicamente incorreto, quando em um dos diálogos ela assume que trocaria um dos filhos (e ainda dá nomes) por um prato de comida do restaurante phino. Euri

Pq essa história de família de comercial da margarina que pensa antes de falar e que não é espontânea/sincera já deu neam? Acho digno.

E pra mim, o filme valeu por essa cena, onde os dois voltam ao restaurante onde rolou todo o báfu para a história do filme, só que dessa vez fingindo ser um casal hipster. Hilário!

No final, ainda rola um gag reel, com essa mesma cena, só que com vário sotaques diferentes. Rolei de novo.

Divertideeenho…


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