Colocando a minha lista de “séries que eu gostaria de assistir” em dia, Vol.2 (comédias)

Continuando a minha lista de outro dia, chegou a a hora de falar da parte mais leve dessa história: Vol.2, as comédias.

Durante essa nova temporada tivemos poucas novidades com as novas séries dramáticas (novidades boas eu quero dizer) e as únicas séries que realmente chamaram a nossa atenção foram as comédias. Modern Family, Community e porque não Glee? Todas eu acompanho desde o começo e entre Modern Family e Community se concentra a maior disputa entre as melhores comédias da atualidade (nessa Season 2, Community esta liderando).

Talvez por esse motivo, eu tenha me animado a finalmente assistir séries de comédia que eu estava em débito faz tempo, ocupando espaço na minha interminável lista  (mesmo uma delas não sendo propriamente uma comédia). Vamos dar risada? Então tsá, a lista é a seguinte:

 

30 Rock


Eu tinha uma certa implicância com a Tina Fey, confesso. Talvez pela sua falta de bom gosto na hora de se vestir, por sempre estar levando vários prêmios por ai pela série, o que eu não entendia muito bem porque assistia outras coisas (tolo). É, acho que era por isso.

Na verdade, eu já tinha assistido 30 Rock algumas vezes, quando eu pegava por acaso passando na tv (manhãs de Domingo) e já achava a série divertida. Mas dessa vez eu resolvi fazer uma maratona por todas as temporadas e confesso que toda a minha implicância fashionista com a Tina Fey foi por água abaixo por toda a sua genialidade. Realmente, ela é uma das mulheres mais engraçadas do mundo (mas continua cafonona nos red carpets, rs)

E quando digo isso, eu não estou falando da sua personagem loooser Liz Lemon não viu? Mesmo ela sendo ótima também. Mas estou falando da sua idéia de fazer uma das séries mais engraçadas de todos os tempos sobre os bastidores de um programa de tv. Por vários momentos eu ro-lei com os episódios.

No começo eu não gostava muito do Tracy Jordan também, mas acabei me rendendo a toda a sua genial estupidez (amo a sua Oprah!). Kenneth e Jenna Maroney sempre foram os meus preferidos. Ele por toda sua ingenuidade e ela por sua enorme vaidade e vontade de transformar tudo em um musical (rs).

Agora, o que é o Jack Donaghy  do Alec Baldwin? Impagável em sua janela da reflexão (euri), o cara sem dúvidas provou que o seu talento vai muito além do seu rostinho bonito do passado e filmes sem camisa na época em que era considerado um boy magia (rs). Well Done!

Atualmente em sua Season 5, eu não perco mais nenhum episódio. E nessa atual temporada, mesmo depois de 5 anos de excelentes e inteligentes piadas, ainda tivemos um episódio ao vivo, que merece entrar para a lista dos melhores episódios de séries de tv ever!

Sem contar as participações especiais e alguns personagens recorrentes neam? Jon Hamm? Matt Damom? Jason Sudeikis (SNL)? Höy! Coisa que não é para qualquer série, fikdik…

 

Freaks And Geeks


Essa aqui entra naquela parte de série que nem é de comédia, mas que me rendeu boas risadas durante esse ano.

A série é sobre um grupo de adolescentes do ensino médio em meados dos anos 80. Segregando basicamente o grupo entre os Freaks (que são os mais chatos da história) e os Geeks (os meus preferidos e vai saber porque neam? rs)

Na série vc percebe que ser adolescente não foi fácil para ninguém (porque eles mesmo dificultam tudo, humpf!), muito menos no passado. Vc percebe também  que mesmo com o passar dos anos, as novas gerações continuam cometendo os mesmos erros. Ou seja, continuamos crescendo como idiotas (nem todos, tisc tisc tisc)

É claro que os geeks são os mais perseguidos na escola, sofrem bullying a todo tempo, mas provam também em todo episódio o quanto eles são mais legais do que os caras que se acham “cool”.

Vários rostinhos conhecidos nossos, com o James Franco, ainda noveeenho e com um certo “q” de Robert De Niro em sua fase jovem (rs), Jason Segel que todos nós amamos por seu Marshal em How I Met Your Mother e o Seth Rogen, que é tão cool que vai viver o The Green Hornet nos cinemas. #TEMCOMONAOAMAR

Mas o meu preferido é o personagem Bill, que é um foufo interpretado pelo ator Martin Starr, que cresceu e agora podemos vê-lo em Party Down, foufo mil.

E que trilha hein? Clássicos antigos, rock antigo, simplesmente sensacional!

Essa era uma dívida antiga que eu tinha comigo mesmo de assistir a série dos meus ancestrais nerds (euri). Uma pena Freaks And Geeks ter sido cancelada tão injustamente (em 2000), terminando a sua excelente história com apenas 1 temporada, humpf…

Mas tudo bem, pelo menos nós, jovens nerds que sempre fomos os últimos a serem escolhidos na aula de educação física já nos sentimos vingados com essa cena sensacional ó>

(acelerem até 4:50 pq eu não achei a cena editada e sintam-se vingados!)

Thnks!

 

It’s Always Sunny In Philadelphia


Agora chegamos a cereja do bolo: It’s Always Sunny in Philadelphia. Puta série boa hein?

Aqui o humor é bem dark, eles conseguem fazer piada de tudo e da forma mais absurda, inimaginável e politicamente incorreta possível. Aborto, discriminação racial, religião, política, deficiência, canibalismo ou um misterioso cocô (euri), tudo na série é motivo de piada e dentro do universo absurdo daqueles 5 amigos, eles se resolvem muito bem.

Todos são pessoas horríveis, vaidosos, arrogantes, com princípios duvidosos e o melhor de tudo, sem nenhuma culpa por isso e completamente assumidos.

Gosto de séries assim sabe? Que não se importa com o quão absurda são aquelas situações que eles criam e não se importam com o  ridículo. Muito, mas muito boa mesmo!

Charlie de cara já ganhou o meu coração, mesmo quando ele fala rapidamente e gritando (o que me cansa as vzs, prontofalei). Elel mal sabe ler, é praticamente o zelador do bar, vive sem a menor higiene, divide o futon com o homem que pode ser seu pai, finge ser advogado por conta do seu vício em séries de tv do gênero  e é o stalker da garçonete que é o grande amor da sua vida, mantendo até um espião para persegui-la.  E o que é aquele apartamento dele? Nojento, mas vai te deixar completamente apaixonado por esse “little man”, Höy! rs

#TEMCOMONAOAMAR

O que foi essa single tear quando ele descobriu que a garçonete dormiu com o Frank? Ro-lei!

O mais legal é que a série foi criada por um deles (Mac, o ator Rob McElhenney), quase sempre eles mesmo que produzem e dirigem os episódios, o que justifica o porque da série ser tão absurda e tão boa ao mesmo tempo. A impressão que da é que eles podem fazer de tudo ali que ninguém liga e isso é sensacional!

Sério, It’s Always Sunny In Philadelphia é uma das séries mais engraçadas de todos os tempos e com certeza serviu de escola para muita gente atualmente. Tem até uma cena em uma das primeiras temporadas, em que eles acham um bebê e o Charlie em algum momento aparece no Paddy’s (o bar deles) carregando o bebê em uma espécie de “canguru”, que eu achei bem bem beeem parecido com a imagem do Zack Galifianakis em “The Hangover”, hein? E isso foi muito antes do filme ser lançado, fikdik.

Não é a toa que a serie terminou recentemente a sua Season 6 e para o próximo ano já temos garantida a Season 7. Yei!

Sem contar que no elenco, temos o sensacional Danny DeVito neam? Imapagável dividindo o futon com o Charlie (que pode ser seu filho de verdade) e sempre com a sua arma nas mãos quando necessário (muito, muito bom!). E o que são os McPoyles, a família monocelha inimiga hein? Ro-lei

E quanto eles acabam com a única mulher da turma, hein? O episódio em que ela se empolga com o filme de Sex And The City (que é o mesmo do cocô) é de rolar de rir. Ainda não terminei de ver tudo, mas falta apenas a Season 6 que o Paolo Torrento já me providenciou.

Acabei de asssitir ao episódio especial de Natal (5×13) que não foi ao ar quando deveria e eles resolveram lançar esse ano como o 6×13 e que  foi um dos episódios mais divertidos ever! Com direito ao Charlie atacando a mordidas o Papai Noel no shopping, muito sangue e um Charlie enloquecido, flashbacks de todos eles quando crianças e suas memórias de Natal e uma historia em stop motion com o Frank sendo assassinado das formas mais absurdas possíveis. Ro-lei! E ainda eu descobri depois que o ep foi dirigido pelo Fred Savage, o fucking Kevin Arnold de Anos Incríveis! Howcoolisthat?

Descobri depois no IMDb que ele dirigiu vários episódios da série e vem se aventurando como diretor de séries de tv já tem algum tempo (até Party Down ele dirigiu). Cool!

E a série, mesmo sendo uma comédia sobre o absurdo, ainda contou com esse momento da foto acima,  de pura foufurice que foi o pedido de casamento de Charlie, para o amor da sua vida (na verdade, ele é o stalker dela, como eu já disse) a garçonete da cafeteria que ele persegue desde a primeira temporada (que é a sua mulher na vida real,) fikdik. Foufo mil! E o video ai é de uma apresentação da peça que eles fizeram de verdade no teatro…howcoolisthat?

I was that little boy, that little baby boy was me! I once was a boy, but now I’m a man! I fought the Nightman, lived as Dayman, now I’m here to ask for your hand, so if you are too merry m’am will you marry me? Will you come on stage and join me in this thing called matrimony? Please say yes and do not bone me, please just marry me!

Além de tudo isso, só mesmo uma série como essa poderia tirar sarro de uma das aberturas mais queridas da tv, não? Bom, eles podem!

E assim eu termino as minhas maratonas “produtivas” em 2010 (rs), diminuindo bem a minha lista, não?

Para o começo de 2011 a meta é: terminar Battlestar Galactica (que eu ainda estou na Season 1, #shameonyou) para começar Caprica logo e Boardwalk Empire da HBO que parece ser bem sensacional. Isso só para começar o ano, rs

ps: e antes que alguém me pergunte,  sim, eu tenho uma vida! (euri)

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2 Respostas to “Colocando a minha lista de “séries que eu gostaria de assistir” em dia, Vol.2 (comédias)”

  1. Nossas noites ensolaradas estão de volta « The Modern Guilt Says:

    […] vc não viu ainda? Esta perdendo noites bem ensolaradas, […]

  2. E a Philadelphia continua mais ensolarada do que nunca! « The Modern Guilt Says:

    […] a menor idéia do que está perdendo. Sério. Se anima ae e faz uma maratona, que vale bem a pena. (eu fiz não tem muito tempo e não me […]

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