Skins e a nova geração que volta a nos dar alguma esperança de que nem tudo esta perdido no universo das séries teens

No finde, tive uma agradável surpresa ao ligar o meu Tivo: episódio novo de Skins, yei!

Juro que eu dei até um griteeenho de tão animado que fiquei com a volta da minha série adolescente preferida.

Mas a animação logo de cara durou pouco pq comecei a lembrar das duas temporadas anteriores, que não foram assim das melhores da série. Ainda me lembrei da nova versão americanizada e bocó de Skins US e ai sim me desanimei de vez. Fiquei até com medo de assistir ao ep novo para não estragar algo que um dia eu já considerei tão bom.

É claro que eu não resisti porque a minha curiosidade sempre fala mais alto, deixei o medo de lado e fui ver o ep de estréia da Season 5 (5×01 Franky) e logo de cara fui apresentado a Franky, uma garota andrógena, vivendo uma crise de identidade e que não se importa em se definir como isso ou aquilo. Uma menina para quem o que importa é “ser”.

Filha adotiva de pais militares gays, recém matriculada no colégio onde todo mundo de Skins estuda, ela vem com um passado meio que ainda obscuro de bullying que sofria no colégio anterior. Além de tudo isso, ela ainda tem o corte de cabelo do momento (que eu estou afim de copiar) e esta filmando uma espécie de curta em stop motion. Howcoolisthat?

Bastou alguns minutos do ep para eu me apaixonar completamente por Franky, mais ou menos como aconteceu na primeira temporada a cada episódio. Hmm mmm, talvez isso seja um bom sinal, não?

Com uma direção bacanuda que me fez lembrar dos velhos tempos de Skins antiga, os novos rostinhos dessa geração foram sendo apresentados, meio que por cima e o episódio parece que favoreceu mais as meninas, pelo menos nesse começo. Acho até que talvez esse seja o caminho dessa Season 5 que marca a terceira geração da série e acho que finalmente chegou a hora do girl power.

Fazendo piada com o estilo “Gossip Girl” de ser, Skins UK aproveita a sua estréia d 5º ano para tirar um sarro do estereótipo de “skinny bitch” americano, utilizando até “Glamorous” da Fergie na trilha para dar o tom da piada (música que marcou uma das minhas cenas preferidas em Gossip Girl). Achei sútil, mas senti que aquela festa e o figurino ala Blair da bitch loira foram mesmo é para provocar. Well done!

Sem grandes exageros, muito drama ou uma super produção e com o combo de sempre de direcão moderna + trilha excelente + figurinos sensacionais, me parece que Skins finalmente voltou a sua boa forma do início da série. Cool! Pelo menos essa foi a primeira impressão…

Talvez seja ainda muito cedo para falar ou garantir isso, mas fato é que eu já fiquei ansioso mil para o próximo episódio.

Será que teremos uma nova temporada com a excelente qualidade dos seus primórdios?

To-ma-ra!

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Uma resposta to “Skins e a nova geração que volta a nos dar alguma esperança de que nem tudo esta perdido no universo das séries teens”

  1. Everyone – a despedida da terceira e última geração de Skins « The Modern Guilt Says:

    […] Franky, Matty, Mini, Alo, Liv, Alex, Rich, Grace e Nick, os jovens ingleses da vez que nos fizeram relembrar novamente os bons e velhos tempos de Skins, lá no começo da sua história antiga, quando tudo ainda era […]

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