Jogos antigos by Liz Ham para a Helmet # 2

Quem não viveu o tempo antigo deve estar se perguntando: queéqueéisso?

Tolas, a diversão estava lá e não tem Nintendo 3ds certo, rs (quero muito um Nintendo 3ds!)

Isso me lembrou uma passagem e por isso chegou o monento: História Guilt!

Essy Bolão

No passado antigo, meus pais trabalharam por um tempo em uma feira exótica e por isso, todos os dias eu tinha que acompanha-los.

Chegando lá eu ficava meio solto, vagando pela feira, que era bem exótica e tinha de um tudo. Todo carismático, eu trabalhava bem a amizade, aumentando o meu network (s). Me lembro que tinha um casal de inventores por lá, que criaram uma barraca de camping, que ficava no teto do carro e estavam vendendo a idéia na feira. Direto eu passava no stand deles e me fazia de garoto propaganda, entrando e saindo de dentro da barraca o tempo todo, fazendo a demonstração do produto. Na minha cabeça, aquela era a minha versão da cada da árvore da Punky Brewster, rs.

Anyway, nessa mesma feira, rolava umas brincadeiras com as crianças e eu sempre estava lá, marcando presença. Tinham várias competições e um belo dia fui escolhido para uma delas.

Tratava-se de uma brincadeira que imitava um jogo de futebol, só que a bola era gigante, maior do que as crianças e vc tinha que rolar a bola com as mãos até o gol, usando a sua própria força.

Me colocaram contra uma menina e o prêmio era um brinde qualquer que nem me interessava. O que eu queria mesmo era vencer! (euri)

Me lembro como se fosse hoje, nós dois no centro do campo, com aquela bola gigante azul, aguardando o apito do juíz.

Quando finalmente ouvi o aguardado apito, fui tomado por uma força demônia e de uma só vez corri para o gol, ganhando a partida facilmente. Não queria revelar, mas essa minha força veio dos poderes que eu havia ganhado recentemente, depois de ser picado por uma aranha (euri)

Fiquei todo feliz e saltitante, comemorando no gol, mas logo reparei que ninguém mais estava comemorando e todos estavam com cara de alface, indo em direção ao centro do campo.

Foi quando eu me dei conta que com toda a minha força e empolgação, eu nem reparei que eu atropelei a menina, passando por cima dela com bola e tudo, rs. E a coitada ficou lá, estatelada no chão.

Mas essa não foi a minha primeira vitima fatal e dizem que no ano de 2010 ela finalmente foi liberada da fisioterapia intensiva (brinks, nada de grave aconteceu, embora seu arquivo tenha sido queimado misteriosamente…)

Claro que eu não tive culpa e nem intenção do acidente, mas o juiz não achou a mesma coisa e não me deu o prêmio, porque ele disse que não tinha valido e se eu quisesse o prêmio teria que competir de novo. Bem injusto, não?

Entrei na competição de novo, dessa vez contra um outro garoto, do tipo gordinho, umas 3 vzs maior do que eu. Em nome da justiça, enfrentei a montanha (rs) e venci, dessa vez tendo que ralar um pouco mais é claro e ainda tendo a torcida contra.

Por uma questão de princípios, recebi o prêmio e dei para a garota acidentada, tentando limpar a minha barra e demonstrar a minha honra como competidor.

Nunca mais voltei para a competição, porque com essa segunda vitória eu já tinha mostrando o meu ponto de vista.

ps: nessa mesma feira, o cara que controlava a roda gigante me esqueceu lá e eu fiquei umas 2h00 girando, girando e girando.

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