Concordar em ser “bridesmaid” é concordar em ser cafona pelo menos por um dia, fikdik

Engraçadinho vai? No finde optei por um filme mais leve do que o de costume e apostei em “Bridesmaid” para ver se era engraçado mesmo como todo mundo diz.

E não é que eu achei graça?

Todo mundo sabe que concordar em ser bridesmaid é concordar em ser cafona pelo menos por um dia (em alguns casos pelos menos pode durar apenas um dia, confiando no bom gosto dos leitores do Guilt, rs). E o filme aproveita para tirar sarro de todo esse exagero do sonho de princesa que ganha proporções absurdas quando uma mulher se encontra nesse momento da sua vida. Tudo rosa demais, com babado demais, grandioso demais. Vamos fingir que somos princesas por um dia. VA-MOS! (gritam as amigas preguiças)  Zzzz

O começo do filme é sensacional e eu acho difícil vc não se identificar com uma situação ou outra na qual a protagonista Annie (Kristen Wiig) enfrenta ao longo da história e a sequência inicial é um bom momento para vc se perguntar: Quem nunca?

Sem contar que ela divide esse momento com o Jon Hamm, que esta escrotíssimo no longa, mas ele é o Jon Hamm e só isso basta. Höy!

O filme tem aquele humor da derrota, do estereotipo loser que os americanos por anos tiraram sarro, mas finalmente entenderam que fracassos acontecem e muitas vezes com pessoas legais. Humpf!

Apesar do grande apelo do filme estar no foco da eterna competição preguiça e totalmente desnecessária que todas as mulheres do mundo enfrentam ao longo da vida, do jardim de infância até a casa de repouso (rs), os meus momentos preferidos estiveram relacionados no desconforto entre a relação mulheres e homens, principalmente quando vc não tem muita intimidade com o parceiro e esta a procura disso, rs.

As conversas entre amigas, sobre sexo, intimidade ou qualquer assunto relacionado ao universo masculino, funcionaram muito melhor como piada pra mim. E eu ainda teria deixado passar batido aquela cena de escatologias relacionadas a um certo restaurante típico brasileiro. Totalmente desnecessário, não por ser brasileiro, porque isso pode acontecer em qualquer nacionalidade, mas sim por ser nojento demais.

O filme é realmente bem gostosinho, leve e não é tão bocó assim como a maioria das comédias americanas, mas o problema é que a piada não se sustenta por muito tempo e a segunda metade do longa começa a ficar meio assim.

Salvo apenas pelo início de um romance bem foufo entre a protagonista e o policial, muito mais real e possível (algo que muitas vzs a gente até reluta por pura burrice, humpf!), que todas sabiam desde o começo que seria o par ideal para ela.

O desfecho do filme apesar de óbvio, não é tão óbvio assim e no final das contas vale a pena para a gente rir de quem ainda se contenta com um padrão de casamento que já deu o que tinha que dar.

Pra que sonhar com o dia de princesa preguiça e fabricado em série, se vc pode fazer algo igual ao casamento da Kate Moss, clássico, sem fugir muito do óbvio, mas com muito fundamento, hein? Vamos reavaliar esses conceitos preguiça?

Ainda bem que temos protagonistas como a Annie para nos representar hein? Go girl!

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4 Respostas to “Concordar em ser “bridesmaid” é concordar em ser cafona pelo menos por um dia, fikdik”

  1. Letícia Florence Orsi Says:

    vou colocar na minha listinha pro paolo torrento me trazer hihihi. agora, madrinha cafona só nos EUA, que eles têm esse costume UÓ das madrinhas usarem todas o mesmo vestido, porque aqui cada uma vai com o que quiser e na única vez que fui madrinha ARRASEI EM CAPSLOCK com meu vestido fundamento, e olha que a concorrência tava bem forte, um vestido mais bafu que o outro. Fikdik para o pessoal da América antiga (estou aprendendo a usar o dialeto Essy hihihi), esqueçam os vestidos-uniforme!

    • Essy Says:

      Pode colocar que o Paolo consegue fácil, rs.
      Só nos EUA não, pq eu já vi cada coisa por aqui que é melhor nem comentar. Mas esse conceito de “braidesmaid” é deles mesmo, e isso é bem, bem cafona.
      Quase sempre os vestidos são pavorosos, além do combo make + cabelón meio assim. Parece que a noiva da america antiga faz questão de deixar as amigas todas cagadas neam?
      Isso deve ser truque para ninguém roubar o marido, rs
      Agora vestideeenho uniforme é muito preguiça, não?
      Por aqui se alguém apareceu igual, já vira climão.
      AMEI que vc sambou na cara da sociedade com fundamento. Höy!

      ps: amei tmbm a aderência ao meu dialeto. Ainda lanço o meu próprio dicionário, rs

  2. Letícia Florence Orsi Says:

    amo o dialeto Essy! estou divulgando para todas. euri

    • Essy Says:

      Estou pensando até em começar a deixar registrado o meu dialeto em cavernas fundamento, para as próximas gerações.
      eutmbmri

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