E a pergunta que nunca deve ser respondida é: Doctor Who?

Se ao final da Season 5, que foi uma espécie de introdução pra mim sobre Doctor Who, eu já fiz um post bem animado declarando todo o meu amor pela série, agora posso afirmar com toda honestidade desse mundo que esse amor só cresceu durante a atual Season 6, que terminou ontém pela BBC de lá, a ponto de me obrigar a dizer que Doctor Who é mesmo a minha série preferida da atualidade. Sorry para todas as demais…

Sabe aquela série que vc aguarda ansiosamente pelo novo episódio da semana, que te faz ter prazer em sentar na sua cadeira todo Domingo (a série passa no Sábado por lá e o Paolo traz no Domingo) para se deliciar por pelo menos 40 minutos do seu dia? Quase como que uma viagem a bordo da TARDIS pelo espaço a cada semana, sabe?  Então, assim é Doctor Who para mim.

Não sou daqueles mais aficionados que vão a fundo na mitologia da série, que buscam teorias novas e antigas sobre os personagens, que procuram por spoilers sobre o que está por vir, mesmo que eles acabem chegando até mim de um jeito ou de outro (algo que eu adoraria evitar, tisc tisc). Assisto porque gosto da diversão que a série me proporciona com todo aquele universo fantasioso e sensacional que só eles conseguem fazer dignamente, mesmo quando o orçamento esta pequeno e eles precisam reduzir os gastos e assim também os custos com cenários ou efeitos e tudo acaba ficando com cara de feito a mão pelas crianças inglesas, rs. E pra mim, mesmo que Doctor Who trate de viagens no tempo, algumas vezes até complexas e um tanto quanto confusas (sei que eu já disse que não era tão complicado assim, o que também não é regra, rs), fico contente com as explicações que eu enconntro em cada episódio e só isso já basta, pelo menos para mim.

Mas também, não tem como não se apaixonar por uma série que começa a sua sexta temporada com a morte do seu personagem principal, o próprio Doutor, logo de cara neam? É, não tem…(♥)

Sim, começamos a Season 6 com o Doutor finalmente conquistando a america antiga (uma brincadeira com o atual sucesso da série na BBC America), em uma paisagem sensacional e dessa vez, usando um chapéu Stetson, típico dos cowboys americanos. Só que  naquela paisagem sensacional do lago Silêncio em Utah, tivemos logo no primeiro episódio a grande surpresa da temporada: a morte do Doutor pelas mãos de um astronauta misterioso saído diretamente do fundo do mar. PÁ!

Sapateando uma música country típica americana na nossa cara, começamos um novo ano de Doctor Who anunciando que o dia da sua morte chegaria, mas como na série tudo é possível devido as viagens no tempo, depois voltamos para momentos antes desse triste fim já anunciado (e visto),  mas que ficou para o final da temporada devido ao seu potencial. Mesmo sabendo que só aconteceria depois ou que talvez aquilo nem acontecesse de fato, foi bem triste encarar o corpo do Doutor sendo lançado ao mar naquele funeral hein? Triste mil (glupt)

Embora essa situação tenha sido apresentada logo de cara no começo da temporada (algo no mínimo corajoso), o adiamento desse momento foi necessário para a continuidade da série e o fantasma da morte do Doutor foi o grande plot dessa temporada, ou melhor, pelo menos da segunda metade dela, algo que ficou rondando no ar e nos atormentando até a chegada desse dia pavoroso que quem é fã da série certamente não gosta nem de imaginar.

Com um vilão como o Silêncio (que eu morro de medo), capaz de apagar a sua memória segundos depois de ser visto, ganhamos uma dinâmica mais dramática para um vilão que parecia até ser impossível de se vencer, e aqueles rabiscos no corpo deles todos para tentar se lembrar de presença do inimigo trouxe uma carga damática excelente para a série, além de casuar um efeito lindo de se ver no vídeo. Lindo e assustador ao mesmo tempo. Um dos meus episódios preferidos da temporada.

Outro momento maravileeeandro dessa Season 6 foi a TARDIS ganhando vida. Hello Sexy!

Muito divertida a interação entre ela e o Doutor, que tinha certeza de que ela seria mulher (mesmo ficando bem tímido quando questionado sobre o assunto pela Amy, rs), criando uma relação deliciosa e bem típica de marido e mulher. Euri. Um dos pontos altos de foufurice da temporada, com certeza!

E a despedida entre os dois também foi muito foufa, trazendo todo o lado sentimental do Doutor a tona em um dos momentos mais lindos da série para o 11º Doutor até agora. Ela realizando o sonho de finalmente ver o rosto do seu amado Doutor, mas tendo que se despedir logo em seguida para continuar cumprindo a sua função de ser a máquina do tempo mais sensacional de todos os tempos! (sim, eu chorei…)

Além disso, ficou bem claro nesse episódio quem é que esta no seu comando, não?

Depois disso partimos para um outro momento muito importante da temporada: a gravidez de Amy Pond. E a suspeita de desde o começo da temporada sobre a possível gravidez da Amy  se confirmou com o nascimento da Melody Pond, sua filha com Rory, o último Centurião. Confesso que nesse momento eu comecei a suspeitar da sua verdadeira identidade, isso mesmo antes de ter lido qualquer spoiler sobre o assunto. Hmm mmm, não sei não hein?

Com esse segundo grande plot da temporada, podemos dizer que essa Season 6 de Doctor Who foi mesmo uma temporada dedicada a emoção e com um forte apelo sentimental para todos os personagens. Primeiro com o anúncio da morte do Doutor e segundo com a gravidez e sequestro da Amy Pond e depois o de sua filha. DRA-MA. (falando assim, pode até parecer um dramalhão mexicano barato, mas está longe disso, acreditem!)

E o que o Doutor fez quando a sua companheira estava em perigo e grávida? Jogou na cara da sociedade toda e qualquer ajuda que ele tenha feito por esse universo, exigindo que esse seria um bom momento para retribuir a ajuda que ele um dia deu para cada uma daquelas criaturas. Sencacional! E nada mais do que justo em um momento como esses, com Amy Pond correndo um grande perigo.

O resgate de Amy foi dramático e não poderia ser diferente. E com ele, ainda tivemos a revelação da pergunta que estava na cabeça de todo mundo sobre uma das personagens mais legais da série: afinal, quem é River Song?

E foi exatamente nesse exato momento da história que recebemos a resposta, com a própria River do futuro revelando que na verdade, ela é a Melody Pond, filha da Amy e do Rory (que a essa altura já havia sido sequestrada). PÁ! Howcutewasthat?

Sinceramente, outro dos momentos mais lindos da série até agora, com uma cena super bem cuidada, cheia de simbologia e que ainda de quebra teve o próprio berço que um dia foi do Doutor como objeto de cena. Aliás, presente mais do que de coração esse dele para a filha de Amelia Pond, hein?

E a missão para a segunda parte da temporada também foi anunciada a partir desse momento e ela seria o resgate da Melody, ou melhor, de River Song. Pelo menos achamos que seria isso…

Como as linhas temporais do Doutor e da River são opostas, eu sei que fica um pouco difícil de entender o que de fato está acontecendo (ainda mais para quem esta lendo esse meu texto meio assim, rs), ou a ordem em que os fatos estão realmente acontecendo. Mas no final, como sempre, tudo é muito bem feito e amarrado, as linhas do tempo acabaram se encontrando para a conclusão dessa temporada, deixando tudo bem menos confuso. Cool!

Confesso que essa segunda parte da temporada foi um tanto quanto mais morna em relação ao drama todo da primeira temporada. Tirando a confirmação da morte do Doutor, que ganhou data e hora para acontecer, além do cenário que nós já conhecíamos do primeiro episódio, tivemos uma série de momentos menos importantes nesse caminho até o fim e isso não temos como negar. Não que eles sejam ruins, ou tenham sido tolos, chatos, ou qualquer coisa do tipo. Valeu como diversão, mas parecia que eles estavam tentando adiar o que realmente importava, sabe? (ainda mais para alguém ansioso como eu)

Talvez o encontro do Doutor com a River atual na Alemanha antiga nos tempos de Hitler, logo na volta da série para a segunda metade da Season 6, tenha sido solucionado de forma rápida demais, , deixando tempo de sobra durante todo o resto da temporada para outros assuntos, que tinham uma menor ligação (ou nenhuma) com o evento final da temporada, que como a gente já sabia, seria a morte do Doutor.

Há quem tenha reclamado também que a promessa do Doutor de seguir para matar o Hitler não tenha sido cumprida. Mas é só parar para pensar um pouquinho para chegar a conclusão de que trancar o pure evil dentro do armário, foi de uma simbologia bem mais eficiente do que qualquer tiro no meio da testa. Ro-lei com esse momento, assim como com o desconforto de todos eles de frente com o próprio durante o primeiro encontro deles todos.

Tivemos também alguns fatores importantes nesse reencontro do Doutor e da River Song na Alemanha. O primeiro é que ela já usou todas as suas regenerações e aquela (a atual que conhecemos) seria a sua última, ou seja, essa sua atual forma é também a sua última. E depois descobrimos que ela seria de fato a assassina do Doutor, aquela vestida com a roupa de astronauta e que saia direto das profundezas do Lago do Silencio para atirar no Doutor e causar a sua morte. Além de todos esses detalhes dramáticos, pudemos também  ver o momento exato em que ele a presenteou com o seu diário de bordo, foufo mil.

Mas o que faria River Song, uma mulher visivelmente apaixonada pelo Doutor, se tornar a sua assassina? Hmm mmm

É claro que tudo isso foi explicado depois no episódio final e tinha relação com o seu sequestro ainda quando bebê e o fato dela ter sido criada com o propósito de  matar o Doutor, uma vez que ela é apenas parte humana e parte Time Lady. Uma boa justificativa como saída para esse enigma.

Perto do fim tivemos ainda um Doutor perturbado, se sentindo culpado por colocar todos a sua volta em perigo sempre, com complexo de Deus e se despedindo de vez do casal Rory e Amy, para o que ele acreditava ser um bem maior para todos. Outro momento pra lá de triste foi a despedida do Doutor e da Amy, em Londres, totalmente inesperada,  deixando a sua companheira em casa e se despedindo de vez (e não é que a casa deles tinha uma porta da cor Azul TARDIS? Cool!), em um momento de partir o coração de todos os fãs da série. (glupt glupt)

Ainda bem que pelo menos essa “despedida” da garota que esperou por ele (esperou tanto que até lançou um perfume, rs) nos trouxe de volta um dos personagens mais queridos da Season 5, o adorável Craig, que agora além de estar casado com o seu grande amor, também é pai, tsá? Foufo mil!

Durante essa temporada ainda tivemos uma séries de episódios sensacionais envolvendo piratas (que poderia ter sido melhor), doppelgangers (que eu achei meio assim, mas que pelo menos tinha um propósito), presidentes antigos, garotinhos assustados e seus bonecos medonhos (um dos episódios que preencheu o espaço vago na série…) e até um episódio onde o Doutor acaba sem querer brincando de casal gay na Londres atual (esse com a volta do Craig).

Tudo isso para nos levar ao final da temporada. April 22, 2011, 5h02 PM, o dia da comentada morte do Doutor.

Ele bem que tentou escapar, mas não teve jeito e chegou a hora de encarar o seu fim. É claro que todo mundo sabia que aquele de fato não seria o seu fim, afinal a série tem que continuar, mas ficamos todos curiosos para saber como ele faria para sair daquela situação bem complexa, como ficamos sempre.

E é claro que ele conseguiu sair daquilo tudo de forma brilhante, mas não sem antes se comprometer. River também tinha de fato a missão de matar o Doutor, mas quando chegou o momento de executá-la, o seu amor por ele falou mais alto e ela não conseguiu seguir adiante. Mas como já havia sido anunciado que esse seria um ponto fixo do universo, do tipo que não pode ser mudado, o que aconteceria se o Doutor não chegasse a morrer?

A resposta para essa questão é: tudo aconteceria e ao mesmo tempo.

O tempo ficaria completamente descontrolado, parado na verdade e todos os fatos da história aconteceriam ao mesmo tempo e foi o que pudemos ver nessa deliciosa season finale, com direito a dinossauros que tentam roubar comida das crianças no parque, carros flutuando amarrados em balões e trens que circulam direto de Londres até as pirâmides (euri). Um estética fantasiosa, no mínimo surreal e maravileeeandra ao mesmo tempo! Clap Clap Clap!

Como o Doutor esta sempre passos a frente da humanidade, é claro que ele conseguiu driblar a morte e evitar o seu fim com um fator inesperado, algo que eu não vou comentar com detalhes por aqui.

Mas sensacional mesmo foi a River contando que emitiu sinais pedindo por ajuda para o Doutor em todas as épocas do tempo, no passado, no futuro e que todos estavam dispostos a ajudá-lo naquele momento, devido a toda ajuda que ele já proporcionou para o universo por todo esse tempo. Ou seja, ninguém acredita ou aceita um mundo sem o Doutor. Que coisa mais linda, não? Fiquei bem emocionado nesse momento, de novo…(rs)

Tudo bem que a cena até seria mais emocionante se tivesse mais elementos, como pelo menos o som dessas pessoas, ou algo parecido com o episódio da Pandorica, por exemplo. Mas mesmo sendo apenas narrada pela River Song, foi meio que a sensação de vc estar lendo um livro e se ver imaginando dentro daquele cenário lindo. Outro dos momentos mais emocionantes dessa season finale, certamente.

Mas o que fazer para resolver essa questão de uma vez? E a resposta estava anunciada no título desse episódio final da temporada (6×13 The Wedding Of River Song), com o casamento entre o Doutor e a River, que ocasionou o encontro das linhas temporais dos dois e assim, a volta do tempo normal para o universo, com todo mundo cumprindo a sua missão, inclusive a dela de matar o Doutor (no truque é claro). Coisa linda!

Aliás, o casamento dos dois também nos levou a resposta para a pena que a River cumpre na prisão no futuro, algo que todos nós sempre desconfiamos. Ela sempre disse que estava presa porque tinha assassinado um bom homem e sempre esteve na cara quem seria esse tal bom homem. O que explicou também as suas escapadas da cadeia na calada da noite, na companhia do Doutor, rs, que ela já havia comentado em episódios anteriores para nos causar inveja, claro. E eu só fico imaginando as possibilidades de piadas para a próxima temporada, com a Amy Pond agora sendo sogra do Doutor. Howcoolisthat?

Óbvio que ele não fez isso tudo sozinho e para a conclusão do seu plano o Doutor teve a ajuda de muita gente, inclusive do casal Amy e Rory, que não poderiam ficar de fora nessa estapa final. Rory que sempre esteve se arriscando para cuidar dela e a Amy que teve a sua vingança mais do que merecida com a mulher que sequestrou a sua filha. Algo que certamente, todos nós teríamos feito o mesmo.

O final não poderia ter sido melhor, com a revelação da tal primeira pergunta de todos os tempos, aquela que nunca deve ser respondida: Doctor Who?

E assim terminamos a Season 6 de Doctor Who e já ficamos morrendo de saudades do nosso doutor preferido e as nossas viagens semanais pelo tempo e espaço a bordo da TARDIS. Mas o 11th Doctor volta para a Season 7 (Yei!), mas que antes disso volta também para o tradicional episódio especial de Natal, que eu não perco por nada nesse mundo e vc deveria fazer o mesmo, porque são sempre maravileeeandros!

Mas aquele final, com o discurso do cabeça azul dizendo coisas sobre “A Queda do Décimo Primeiro”, me deixou tenso e deixou também algumas pistas escondidas sobre o que esperar para o futuro hein?

Já vou adiantando com lágrimas nos olhos e com o coração partido em 11 zilhões de pedaços que vou ficar inconsolável com a regeneração para o novo Doutor, seja lá quando isso acontecer. Ainda não estou pronto para dizer adeus para o Matt Smitth, que esteve excelente na pele do melhor Doutor de todos os tempos, também durante toda essa Season 6. Que esse dia não chegue nunca e que ele renove por mais uns 10 anos, rs.

Vou aproveitar o momento também para fazer a minha lição de casa revendo as temporadas anteriores completas, até a volta da Season 7. Prometo.

 

Geronimo!

 

ps: e na história da Amy + Rory e o Doutor eu encontrei semelhanças fortes com o que esta acontecendo em Fringe ultimamente hein? Amy já teve que apelar para o seu coração quando Rory teve a sua existência apagada do universo (algo parecido com o que aconteceu com o Peter) e o mesmo ela teve que fazer para se lembrar do Doutor, depois do segundo Big Bang e garantir a sua existência. Ou seja, depois do discurso da própria Olivia no episódio dessa semana (4×02 One Night In October), nada me surpreende se esse também for o caminho adotado em Fringe para a volta do Peter, hein? Hmm mmm…sinto um cheiro de influência inglesa na série hein?

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17 Respostas to “E a pergunta que nunca deve ser respondida é: Doctor Who?”

  1. @PixyJuuh Says:

    wow o final dessa seasn foi muito inesperado…sinto uma super falta do David mas to encarando com o Matt mesmo…estou super curiosa para saber como vai ser a sétima temporada, muitas prguntas ainda não foram respondidas, e o verdadeiro nome dele..qual será né? nha *-*

    xo xo
    The Pixy Girl

    • Essy Says:

      Eu sou mesmo Team Matt, não adianta, sou apaixonado pelo 11th Doctor.
      Mas esse final foi ótimo, simples até, mas super bem amarrado, como eles costumam fazer sempre na série.
      Agora, sacanagem terminar a temporada com aquela quantidade de perguntas não respondidas hein? Todos plots da Season 7, eu acho.
      Só fico triste que possivelmente essa próxima temporada será a última do Matt Smith. Humpf!
      Como eu já disse, não estou preparado para esse dia…

      Smacks

  2. The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano! « The Modern Guilt Says:

    […] era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor […]

  3. The 9th Doctor « The Modern Guilt Says:

    […] a assistir Doctor Who a partir da Season 5 e Season 6, já com o 11th Doctor (Matt Smith), mas como a minha relação de amor com a série foi […]

  4. Agora não tem desculpa para não assistir Doctor Who. YEI! « The Modern Guilt Says:

    […] 11th Doctor (Season 6)  […]

  5. The 10th Doctor (parte 1) « The Modern Guilt Says:

    […] do final da temporada. Algo que comparada a atual dinâmica de Doctor Who durante a Season 5, ou a Season 6, com histórias mais cheias de camadas e totalmente envolvidas com o plot maior da temporada (ou de […]

  6. The 10th Doctor (parte 2) « The Modern Guilt Says:

    […] entre o que estamos assistindo hoje em dia em Doctor Who, seguindo o fundamento das Seasons 5 e 6, assim como também ela tem um pouco da minha impressão sobre as Seasons 1 e 2, que são […]

  7. The 10th Doctor (parte 3 – final) « The Modern Guilt Says:

    […] tratava e qual a sua importância para a série, algo que nós  só acabamos descobrindo durante a Season 6. E na linha do tempo confusa da River Song e do Doutor, esse seria exatamente o último encontro […]

  8. adriel Says:

    amei seu saite

  9. Essy Says:

    Reblogged this on The Modern Guilt.

  10. The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!) « The Modern Guilt Says:

    […] de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar categoricamente que a sua história […]

  11. joao Says:

    por cara eu estou chorando so em pensar que vou ficar sem o doutor mais eu vou fazer a mesma coisa que Amy fez vou esperar

    • Essy Says:

      Triste ter que esperar não? Ainda mais como a Amy, que esperou tanto tempo… (se bem que no caso dela, eu teria feito o mesmo)
      Já assistiu a primeira parte da Season 7? #DRAMA!
      Mas o que eu não estou mesmo é preparado para me despedir do 11th Doctor. Isso eu não estou…Humpf!

  12. 49 = Höy! « The Modern Guilt Says:

    […] 2, 3, 4, 5, 6 e […]

  13. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Brasil, que ao longo desse ano já exibiu pelo menos duas vezes cada um de seus episódios até a Season 6. Esse ano também foi lançado por aqui o box da primeira temporada da série, com o 9th Doctor e […]

  14. Run you clever boy and remember – A segunda metade da Season 7 de Doctor Who e o começo de uma triste despedida… | The Modern Guilt Says:

    […] para cada uma das demais temporadas também: Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 ,  Season 6 e a primeira parte da Season […]

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