Glee + Michael = Ma ma se, ma ma sa, ma ma coo sa

Não é de hoje que Glee vem fazendo tributos ou episódios especiais onde um artista ganha destaque em todo o episódio.  Já tivemos Madonna, que foi bom, mas não ótimo, Lady Gaga, que esse já foi meio assim e Britney, que esse sim foi o melhor de todos até agora.

E chegou a hora da tão falada homenagem para o Michael Jackson (3×11 Michael). Na verdade, ele fizeram muito mais barulho do que o episódio merecia, porque para um tributo, acabou sendo bem fraco.

Não sei se por conta da escolha do setlist, ou talvez por ter dado muita importância a história da temporada dentro do episódio especial, mas fato é que a homenagem não funcionou muito bem, mesmo transitando até que bem pela trajetória do ídolo, passando por diversas fases da sua carreira.

Mas tivemos números ótimos, como a abertura com “Wanna Be Startin’ Somethin”, que foi bem boa, mas enganou, se vc assim como eu, esperava que o episódio continuasse seguindo a linha no seu decorrer.

Agora, quem roubou mesmo a cena foi o Artie, batendo o “p*u na mesa”, enfrentando o professor Schue (que é praticamente um membro dos Ursinhos Carinhosos), revoltado pelos Warbles terem roubado o seu Michael. Hmm mmm, meu Michael não. Snap! (rs). Sendo assim, Artie levantou da sua cadeira de rodas e fez uma das melhores apresentações do episódio ao lado do Michael Chang cantando e dançando “Scream” (Chang que aprendeu a cantar e agora tem mais destaque do que a própria Tina. Tina Who? Tina Fey? rs), revivendo um dos videos mais caros da história.

Outro ponto bem alto do episódio foi dela, Santanão, que vem roubando a cena com a sua atitude e língua afiadíssima, enfrentando a evil bee em “Smooth Criminal” (adorei a troca de farpas com glíter afiado entre as duas), que foi excelente, em meio a uma batalha de violoncelos sensacional, onde os próprios músicos também acabaram ganhando algum destaque. (bem merecido por sinal)

O resto foi bem fraco. Muitas baladas (se bem que eles tocaram “Ben”, uma das preferidas da minha mãe. This one’s for you mommy!) e duetos, que eu sempre acho constrangedores, além de super cafonas. Eu por exemplo, acabei pulando aquele dueto final do casal Rachinn. Preguiça…

Em “Bad”, estava tudo escuro demais, talvez para tentar esconder as imperfeições da coreografia (sempre reparo em um ou outro meio perdido no meio dos cortes da cena) e o final, com “Black or White” foi bom, teve aquela clássica montagem, fundamento do próprio vídeo (e alguns deles ficaram bem bizarros enquanto se transformavam), mas não sei, senti que Glee ficou devendo nesse tributo, apesar de cantar Michael, não foi possível sentir “Michael” em todo o episódio. É, não foi, humpf!

E na próxima semana, temos Ricky, o Martin. Preparados para balançar esses quadris?

Bámos! (só eu vejo o professor Schue ao fundo gritando com a voz fina “queremos classic Menudos!!!”)

ps: e quanto a gente sente pena/preguiça dos adollys preguiças que acham que “ma ma se, ma ma sa, ma ma coo sa” vem da música da Rihanna? Hein? Alguém consegue medir isso? Humpf…

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Uma resposta to “Glee + Michael = Ma ma se, ma ma sa, ma ma coo sa”

  1. A temporada com cara de despedida de Glee « The Modern Guilt Says:

    […] sério quanto uma tentativa de suicídio. No meio disso tudo ainda tivemos tributos a Whitney e Michael, além de um episódio todo no fundamento Disco. […]

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