The 10th Doctor (parte 1)

Anteriormente em Doctor Who…(sempre quis fazer um “previously” aqui no Guilt, rs)

 

Essy começava a sua incansável maratona pelas 4 primeiras temporadas de Doctor Who que ele havia deixado para depois, quando decidiu começar a assistir a série por sua Season 5 (e Season 6 até agora), onde acabou conhecendo e se encantando por Matt Smith na pele do 11th Doctor, a quem ele passou a chamar de seu Doutor, esse que capturou o seu coração e o escondeu em uma sala secreta dentro da própria TARDIS (dramático). Nesse caminho, esse jovem aspirante descarado a companion e forte concorrente em segredo público para a vaga de 12th Doctor (rs, I wish!) conhecia e se despedia do 9th Doctor e se preparava para a era David Tennant, terminando a sua review com a pergunta que não queria calar: será que Essy se apaixonaria pelo 10th Doctor?

 

Bobagens e devaneios a parte (rs), terminei o meu último post sobre Doctor Who com a despedida do ator Christopher Eccleston deixando o personagem para a chegada do David Tennant, o 10th Doctor. Muitos já haviam me avisado sobre os poderes de encantamento do 10º Doutor, que é quase que uma unanimidade entre os fãs da série, que adoram a herança do trabalho realizado por Tennant durante as suas três temporadas na pele do último Senhor do Tempo. Muitos dizem que ele foi o melhor Doctor desses últimos tempos (da nova safra de 2005), mas a minha opinião eu vou deixar por último, porque desde que eu assisti Sherlock (Seasons 1 e 2, que eu também mais do que recomendo!), ando AMANDO cada vez mais o velho e bom clima de total suspense. Faço isso também em homenagem ao Steven Moffat, ele que é o responsável por esses dois grandes personagens na TV do momento. (embora eu tenha deixado algumas pistas ao longo do texto)

Agora chegou a hora de falar da minha own experiência com o David Tennat na pele de um dos meus personagens preferidos de todos os tempos. Mas conforme o prometido, vou falar de cada uma das temporadas que eu ando assistindo nessa minha incansável e deliciosa maratona de Doctor Who, portanto, esse post é relacionado a Season 2, a primeira com o 10th Doctor.

E não tem como negar que a chegada do David Tennant ao universo da série só tenha acrescentado em todos os sentidos, porque o cara é realmente muito bom. Muito bom (clue). Tem uma agilidade visivelmente maior do que o Doutor anterior por exemplo, inclusive no modo de falar, que é todo especial e carregado de diversas entonações diferentes, algo notado até mesmo pela própria Rainha Vitória durante essa temporada (ela que até declarou o Doutor como inimigo da corte, rs). Sem contar o carisma, que nesse caso também é bem maior, o que faz com que mesmo em pouco tempo ao lado da nova companhia, já seja possível se acostumar com a grande mudança e começar a se simpatizar com o mesmo.

E as mudanças não param por ai não viu? Muda-se também o figurino, em uma cena sensacional com ele revelando o interior do closet da TARDIS durante o episódio de Natal que abre a temporada (2×00 The Christmas Invasion), parte que pra mim (e quem acompanha o Guilt sabe porque), foi mais do que especial. Aliás, adoraria se outros ambientes da máquina do tempo mais sensacional ever também nos fossem revelados. Com isso, saí o peso do couro preto do figurino do 9th Doctor,  para a entrada de um terno de risca de giz, gravata e um sobretudo enorme e marrom. Aliás, muito marrom (que é sempre uma cor problemática pra mim, mas que eu já estou aceitando melhor). E ele ganha também óculos nessa nova versão, que ele usa em alguns momentos e que acabam deixando-o ainda mais com cara de professor de História, rs. Mas para quebrar um pouco dessa seriedade que não caberia em Doctor Who, o personagem ganha nos pés um toque especial com o seu Converse de cano alto, um sinal claro e evidente de que esse Doutor está diferente e possivelmente tem uma alma mais jovem, mais leve, apesar da sua idade avançadíssima (rs, que ele não nos ouça).

E como não amar ele completamente decepcionado por não ter se transformado finalmente em um ruivo depois da sua regeneração? Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (viu com eu não sou único na preferência pelo ruivismo? Go gingers!)

Ao seu lado, temos mais uma vez a companhia de Rose Tyler (Billie Piper), a companion que veio como uma das poucas heranças da temporada anterior. Ela que permanece completamente apaixonada pelo Doutor, que dessa vez parece se envolver um pouco mais com a sua companion do que no passado, demonstrando em vários momentos que talvez ela esteja sendo correspondida, ou pelo menos ele vai deixando a dúvida no ar. Novamente, eu tenho que dizer que essa relação de amor em Doctor Who pouco me interessa e isso desde a temporada anterior, apesar de entender a fascinação de qualquer pessoa ao lado de uma homem como o Doutor. O problema é que eu sempre achei a Rose um tom acima, atirada demais sabe? Um tanto quanto desesperada e isso fica bem claro na forma como ela se desprende completamente do seu ex namorado (o irritante Michey Smith, que para piorar volta duplamente durante essa temporada) por mais de uma vez, para continuar viajando com o Doutor. E sinceramente, eu acho que esse não seria o tipo de mulher preferida do Doutor (ciúmes talvez? rs), que sempre me pareceu ser do tipo que se encantaria muito mais pela personalidade de alguém do que qualquer outro atributo físico ou apelativo (embora ele tenha os seus momentos). Mas vamos deixar o assunto Rose Tyler para o final, por motivos óbvios (isso para quem já assistiu a série) que vocês vão entender melhor no encerramento desse post.

Durante essa Season 2, notei também uma produção mais bem feita do que a Season 1, em diversos episódios e principalmente no começo da temporada. Como por exemplo, naquele episódio com aquela espécie de “monges ninjas” (2×02 Tooth and Claw), com uma excelente sequência de luta em sua abertura. Episódio esse que ainda  contou com uma espécie de lobisomem, que foi realizado dignamente, o que nem sempre é um mérito da série quando o assunto são efeitos especiais e isso nem é uma crítica, porque eu já bem disse anteriormente que acho que dentro daquele universo fantasioso de Doctor Who, as “precariedades” da produção sempre acabam funcionando, mesmo quando poderiam ter sido cuidadas com mais carinho (ou com mais $$$ mesmo).

Ainda falando da parte técnica da série, percebi também que dessa vez eles fizeram mais questão de evidenciar o azul “TARDIS”, presente em diversos momentos ao longo da temporada nos mais diversos objetos de cena. Como no furgão utilizado pelo amigos do “Mickey” do universo paralelo, ou na própria scooter do Doutor, que aparece no episódio do dia da coroação da Rainha Elizabeth II em 1953.

Algumas curiosidades que eu notei também ao assistir essa Season 2 foi que pela primeira vez nós vimos o papel mediúnico em funcionamento, com algo realmente escrito nele (eu pelo menos não me lembro de ter visto isso acontecer antes nas demais temporadas que eu já assisti), descobrimos também que no passado, o Doutor utilizava o pseudônimo de John Smith para se identificar em alguns casos (Jonh Smith = Matt Smith = Confirmou! rs), além de alguns detalhes da cultura pop que apareceram durante essa temporada, como o Doutor dizendo AMAR o filme dos Muppets de 1979, ou a referência aos “Caça Fantasmas” durante o último episódio, além do momento musical com “The Lion Sleeps Tonight” ainda no quinto episódio. (detalhes que eu reparo por conta do meu nível avançado de DDA)

E novamente eu senti a falta de um plot maior para a história, algo que estivesse relacionado com o todo e se revelasse no final, que é mais ou menos o que tem acontecido na série atualmente, como eu disse no post sobre a Season 1. E como na primeira temporada, essa Season 2 foi marcada apenas pela repetição do nome “Torchwood” mencionado em diversos episódios e em momentos diversos, dessa vez mais evidente do que o timido “Bad Wolf” da temporada anterior, em uma tentativa de evidenciar qual seria o plot do final da temporada. Algo que comparada a atual dinâmica de Doctor Who durante a Season 5, ou a Season 6, com histórias mais cheias de camadas e totalmente envolvidas com o plot maior da temporada (ou de parte dela pelo menos), acaba deixando um pouco a desejar nesse sentido em relação a conclusão da história contada durante aquele período.

Outra diferença bem clara em relação a temporada anterior é a questão da ação na série, que dessa vez esteve muito mais presente do que a emoção por exemplo, algo que eles exploraram mais durante a Season 1, como naquele encontro da Rose com o pai que ela não chegou a conhecer,  um momento quase que impossível de conseguir não se envolver e não se emocionar por exemplo (1×08 Father’s Day). A ação durante essa temporada realmente teve um destaque maior, trazendo um outro ritmo para a série também, que já havia se tornado mais ágil, até mesmo pela interpretação do próprio David Tennant, como eu mencionei anteriormente.

Por isso continuo considerando essas duas primeiras temporadas bem mais fáceis de se acompanhar, mesmo que você tenha se perdido durante o caminho ou tenha perdido algum episódio por um motivo qualquer. Algo que hoje em dia eu nem sei mais se ainda funciona como desculpa, porque opções nunca nos faltam nessas horas, não é mesmo? (Beija SOPA! Beija PIPA!)

Diretamente do passado, tivemos participações mais do que especiais de personagens conhecidos da vida real, como a Rainha Vitoria, em um dos episódios mais bem cuidados da série (que termina com uma piadinha bem boa sobre a Família Real), além de Reinette Poisson, ou Madame de Pompadour, figura conhecida dos ingleses por ter sido uma das amantes do Rei Luiz XV da França e que na série, chega até a ter um momento mais animado ao lado do Doutor, rs (que fica bem metido por isso). Como fato histórico real, dessa vez tivemos a coroação da Rainha Elizabeth, nesse caso mostrado com a chegada da TV na década de 50 para a maioria das casas de Londres, onde o fato foi mostrado com o país inteiro diante de suas TVs pela primeira vez na história, para acompanhar um dia tão importante para a cultura dos ingleses, nesse que foi um dos meus episódios preferidos da temporada (2×07  The Idiots Lantern) com a Rose e o Doutor chegando a caráter, prontos (e equivocados) para conhecer o Elvis, dirigindo a scooter azul TARDIS que eu falei no começo da review.

Falando dos meus episódios preferidos, estão o primeiro da temporada (2×01 New Earth) com a nova Terra, que é um episódio futurista e que nos trouxe de volta a participação mais do que especial de Cassandra, o último ser humano (ou o que sobrou dele, ela que tem um final lindo nesse episódio) e a Face de Boe, que nós já conhecemos anteriormente, além das sensacionais freiras felinas do lado negro da força. Gostei muito também da saudosa visita da Sarah Jane Smith (Elisabeth Sladen, que faleceu em 2011, triste mil), companion antiga do Doutor, enfrentando sem mendo a Rose, que agora ocupa um lugar que já foi seu, em um diálogo divertidíssimo, episódio esse em que ganhamos também a impagável visita do K9, uma espécie de cachorro robô, mascote do Doutor de outros tempos.

Assim como a segunda parte da chegada do Cybermen é bem boa (2×06 The Age of Steel) e que nos ajudou a desvendar um pouco da mitologia do personagem, além de trazer a tona a questão de universos paralelos em Doctor Who, onde não tem como não chegar a conclusão de que Fringe tenha usado bastante da referência sobre o assunto em relação a série inglesa, não? Inclusive esteticamente, diga-se de passagem. Além do episódio onde o Doutor fica de frente com Satã em pessoa (2×09 The Satan Pit), realizando um monólogo excelente ao lado do coisa ruim (rs), que é outro episódio sensacional da temporada e que traz o 10th Doctor vestido de “astronauta”, além de ser também o episódio onde ele quase acaba se revelando para a Rose.

A verdade é que a temporada quase que inteira é bem sensacional, inclusive os seus episódios fillers (que nós sabemos que são feitos para “preencher” a temporada), como o da menina possuída que fazia desenhos que ganhavam vida própria (2×11 Fear Her), onde tivemos um encontro com um futuro bem próximo da nossa realidade de agora, com uma prévia das Olimpíadas de Londres, que esta prestes a acontecer agora em 2012 e que nos trouxe o Doutor carregando a tocha olímpica. Howcoolisthat? Aliás, poderiam passar essa tarefa  de logo mais para o Matt Smith, hein? Fica a sugestão. E outro episódio bem bacana e importante de ser destacado foi aquele que é tipo um documentário (2×10 Love & Monsters)  feito por pessoas que observavam as aparições do Doutor no presente (algo que eu sempre fiquei me perguntando: e as demais pessoas do universo, como lidam com tudo isso? rs) e mostra um grupo de estudos sobre o misterioso Doutor, o LINDA (ou L.I.N.D.A), que é bem divertido e o mais curioso é que o episódio conta com uma mínima participação do próprio Doutor e sua companion.

Mas toda a emoção que eu disse que quase não apareceu durante a temporada, talvez tenha sido guardada como estratégia para o season finale, que já anunciava desde seu início ser o dia da morte de Rose Tyler (2×12 Army of Ghosts e o 2×13 Doomsday). Dra-ma! E esse era outro dos grandes momentos que estava sendo aguardado por mim, o de vivenciar o que seria a despedida de uma companion, algo que na série atual ainda não aconteceu propriamente com a Amy Pond, por exemplo (apesar de já sabermos que ela não será mais a companion do 11th Doctor. Glupt – ♥). Assim como aconteceu na Season 1 com a regeneração d 9th Doutor (minha primeira vez nesse assunto), essa acabou sendo a minha primeira experiência marcando a despedida de uma das fiéis companheiras do Doutor e já começo dizendo que foi bem emocionante, mesmo com a minha relação meio assim com Miss Rose Tyler.

E o episódio não poderia ter sido mais emocional, reunindo vilões como milhares de Cybermens e Daleks por todos os cantos, aliados a um exército fantasma (que ao final se revela não tão fantasma assim), também com direito a fendas e portais entre o universo paralelo que já havia nos sido apresentados anteriormente durante a temporada, além de finalmente ganharmos a introdução clara e objetiva de Torchwood, que já havia sido mencionada por diversas vezes durante essa temporada (e que é o nome do spin-off de Doctor Who), mas que somente nesse episódio final passamos a conhecer um pouco mais de sua mitologia, que diga-se de passagem, ainda não ficou exatamente muito clara. E é nessa hora que nós nos damos contas de que as menções anteriores a Torchwood não foram em vão e faziam parte desse “plot maior” para o final da temporada, assim como aconteceu anteriormente com “Bad Wolf”.

Obviamente que o episódio que marcaria a despedida da Rose tinha que ser especial afinal, foram duas temporadas com a sua participação e dois Doutores diferentes ao seu lado. Rose teve que se adaptar ao novo Doutor e de certa forma, reconstruir a sua história com aquele homem, que poderia até ser o mesmo, mas que fisicamente em nada se parecia com o que ela havia conhecido a princípio. Quase que como se ela tivesse que se apaixonar novamente pelo mesmo homem, algo que foi construído até que muito bem durante toda essa Season 2.

Uma relação que como eu disse, eles construíram direitinho até, sem ignorar o fato da estranheza a princípio, embora eu continue achando esse climão de romance no ar como algo totalmente desnecessário. E diga-se de passagem, os dois funcionaram muito bem como dupla (o que também aconteceu na temporada anterior, mas dessa vez, talvez tenha funcionado um pouco mais até), com uma série de piadinhas internas e uma intimidade que eles demonstraram que só fez aumentar ao longo da temporada. Well done!

Mas havia chegado a hora de Rose Tyler se despedir e nunca mais poder ter contato com o Doutor, algo bastante cruel até com a personagem (mas entendo que seja um caminho escolhido para a série não ter virado uma bagunça) para finalizar a sua história como companion do último Senhor do Tempo. De certa forma, a sua despedida foi compensada pela reunião da sua família em um universo paralelo, tendo a chance de viver juntos pela primeira vez, pai, mãe e filhas, em um tentativa de que a personagem fosse compensada de alguma forma por sua saída da série. Ou seja, um final parcialmente feliz.

A cena em que ela está prestes a ser sugada pelo vazio nos momentos finais do episódio, com o Doutor entrando em desespero, onde ela acaba sendo salva pelo seu pai do universo paralelo, isso nos minutos finais, com direito a um rápido “último” olhar para o Doutor, no susto, como se ele estivesse sendo arrancado dela a força, foi um momento realmente de cortar qualquer coração, mesmo para aqueles sem sentimentos e que fazem o tipo Cybermen, rs. Apesar desse momento épico, ainda tivemos mais alguns minutos para a então despedida dos personagens, minutos merecidos e necessários, diga-se de passagem, em uma cena que foi bem bonita, recheada de emoção, com o Doutor quase entregando o seu verdadeiro sentimento por ela nos segundos finais daquela curta última conversa entre o 10th Doctor e a sua companion, até que ele sumisse para nunca mais voltar (Glupt). Momento com direito até a uma lágrima do Doutor, que nós já aprendemos que toda vez que o Doutor chora, é porque ele realmente conseguiu sentir algo de verdade, o que o deixa mais próximo dos humanos. Um final realmente emocionante, digno de despedida para uma companion, elas que também tem um papel importantíssimo dentro da série. Clap Clap Clap!

Pois bem, chegamos ao final da minha review e eu ainda não respondi se eu me apaixonei ou não pelo 10th Doctor do David Tennant, questão que eu deixei no ar no final do post sobre a Season 1. Então,  chegou a hora da verdade…

Tennant realmente fez um ótimo trabalho com o seu 10th Doctor, com todos os seus trejeitos, a sua própria loucura (característica que eu AMO no personagem), até mesmo com a sua forma toda especial de dar voz ao personagem. Com eu já disse antes, interpretar o Doutor, um personagem tão querido por várias décadas, não deve ser uma tarefa fácil, ao mesmo tempo que o próprio personagem já é grandioso por si só, o que faz com que fique praticamente impossível que alguém consiga realizar um péssimo trabalho na pele de alguém tão adorável, por exemplo (se bem que, atores medíocres é o que não falta, não é mesmo?). Ele realmente conseguiu realizar um trabalho super bacana, trazendo um frescor para o personagem, uma força com uma linguagem mais jovem mesmo, tornando impossível de não se apegar com toda a sua doçura e o humor emprestados ao seu 10th Doctor. Mas, (sempre tem uma mas…), só acho ele um pouquinho caricata demais em alguns momentos, parecendo muitas vezes quase que como um personagem de cartoon sabe? Que acabou sendo um pouco quase que demais para o meu gosto, isso para se tornar o meu own doctor por exemplo (esse detalhe é preciso entender, rs). Sejamos justos e vamos reconhecer que o Matt Smith também tem um pouco dessa característica, mas nele eu acho mais na medida, mais equilibrada talvez.

E que fique bem claro que eu disse “quase que demais”, o que não chega a ser de todo (e nem muito) negativo e apesar de qualquer crítica que eu tenha feito, acho o seu trabalho bem bom dando vida a esse personagem que nós amamos. Sendo assim, tenho que declarar também para o fim do mistério, que eu continuo sendo Team Matt Smitth (Sorry Team Tennant), que continua sendo o meu Doutor preferido ever.

Por enquanto, o placar é o seguinte:  Smith, 10+ vs Tennant, 9,25 

Mas vamos com calma, a nossa relação está apenas começando e ainda tenho toda as seasons 3 e 4 pela frente para mudar toda e qualquer impressão sobre o 10th Doutor.

 

Allons-y!

 

To be continued…(vou tentar não demorar tanto de uma temporada para outra, ok?)

ps: sempre acho meio assim imagens com marca d’água, mas é o que temos para hoje (e os créditos estão dados)

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10 Respostas to “The 10th Doctor (parte 1)”

  1. Bruna Says:

    Nem tem nada a ver com seu post mais quando eu vi isso vc foi a primeira pessoa que me veio a mente. Como algo como aquele Divo e Muso faz uma coisa dessas??? http://cadiveu.files.wordpress.com/2011/11/evamendesredhair.jpg?w=600 é mto Evil

    • Essy Says:

      Euri. Aposto que foi um voodoo muito do bem feito pela Evil Mendes.
      Pobre Ryan…imagina o susto de manhã, quando acaba o feitiço e acordamos com a realidade do nosso lado (ou em nós mesmos, o que é ainda pior). WOO!

  2. The 10th Doctor (parte 2) « The Modern Guilt Says:

    […] das Seasons 5 e 6, assim como também ela tem um pouco da minha impressão sobre as Seasons 1 e 2, que são temporadas sem um grande plot central de destaque que reúna toda história ao final de […]

  3. The 10th Doctor (parte 3 – final) « The Modern Guilt Says:

    […] nehnum contato com o Doutor, segundo o encerramento da sua parceria com o Doutor, ainda no final da Season 2. Dessa forma, aquilo que eu reclamei nas duas primeiras temporadas, que era o fato delas não […]

  4. Essy Says:

    Reblogged this on The Modern Guilt.

  5. The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!) « The Modern Guilt Says:

    […] série, assim como foi para ele e depois de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar […]

  6. 49 = Höy! « The Modern Guilt Says:

    […] 2, 3, 4, 5, 6 e […]

  7. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Season 2 […]

  8. Run you clever boy and remember – A segunda metade da Season 7 de Doctor Who e o começo de uma triste despedida… | The Modern Guilt Says:

    […] alguma coisa, temos posts bem especiais para cada uma das demais temporadas também: Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 ,  Season 6 e a primeira parte da Season […]

  9. The Time Of The Doctor – a inevitável hora da despedida do nosso 11th Doctor | The Modern Guilt Says:

    […] da série), ele que certamente encontrou dificuldades ao substituir o não menos carismático 10th Doctor do David Tennat e que naquele momento, junto com a sua bow tie, deixava um de seus dois corações dentro daquela […]

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