FYI: continuo em terapia com Being Erica…

Cheguei até a metade do caminho de uma possível alta nessa minha terapia e para quem ainda não entendeu, eu estou falando da minha atual maratona em Being Erica, série canadense daquelas bem boas, que já está mais do que recomendada aqui no Guilt, mesmo que eu ainda não tenha chegado ao seu final. (que torço desde já para que seja bem sensacional, como a série tem sido até agora)

Pois bem, continuo em tratamento e Being Erica continua sendo o meu prazer sem culpa dos finais de noite. Tudo bem que essa Season 2 perdeu um pouco da emoção da primeira temporada por exemplo, mas mesmo assim, continua sendo uma delícia acompanhar as viagens no tempo na tentativa de consertar o passado de Erica Strange. (que quase sempre acabam valendo para a vida da gente também)

Dessa vez, ainda ganhamos um novo personagem chamado Kai (Sebastian Pigott), 0 boy magia do café da esquina que a Erica descobre fazer o mesmo tipo de “tratamento” que o dela, mas que a princípio não gosta muito de falar sobre o assunto, para nosso desespero.

Durante a Season 2, Erica esteve experimentando um pouco mais de felicidade, com a sua vida se ajeitando em todos os lados, crescendo profissionalmente fazendo o que ela gosta de fazer e de quebra, ainda namorando o Ethan, seu melhor amigo de longa data que mora logo ao lado e que em um determinado ponto da temporada acaba dividindo o apartamento com Erica, passo importante em todo relacionamento. (as vezes, importante até demais…)

A verdade é que essa segunda temporada tem bem menos drama do que a primeira, ou pelo menos essa foi a minha sensação. Erica enfrentou o namorado gay do passado, conflitos de interesses com as amigas e muito mais tumulto no trabalho por exemplo, com a personagem recebendo a tarefa de editar um livro sobre sexo, algo que a deixou pouco confortável, além de se tornar a editora responsável pelo lançamento do livro da sua ex pior amiga megabitch do colégio, que para ajudar, ainda era melhor sucedida na vida, pelo menos profissionalmente. Muitos plots profissionais, mas os dramas familiares e até mesmo pessoais, dessa vez tiveram uma carga dramática menor para a sua personagem. Mas deixem grifado esse “sua personagem“, que mais tarde vocês vão entender melhor o porque…

O grande plot dessa temporada foi mesmo o amor (♥). Será que agora que Erica definitivamente conseguiu um Ethan (o próprio, rs) para chamar de seu, ela finalmente seria feliz no amor?

E a resposta não foi das mais positivas, porque embora ambos continuassem super foufos juntos durante toda a temporada, foi ficando cada vez mais claro que aquela relação funcionava infinitamente melhor quando eles eram apenas bons amigos. Uma pena, mas acontece. Sabe quando você idealiza demais uma relação quando ainda não a está vivendo e quando isso finalmente acontece, você percebe que nem era tudo isso? (…)

Com uma série de problemas por todos os lados da relação e com um Ethan cada vez mais conformado e rejeitando toda e qualquer mudança na vida de Erica, o final desse relacionamento começou a parecer inevitável, mesmo ainda torcendo para a felicidade do casal, que sempre foi o meu caso, onde durante a temporada anterior também cheguei a idealizar o Ethan como o namorado perfeito. Humpf! E isso ficou ainda mais evidente quando o jovem Kai entrou na jogada, confundindo ainda mais a cabeça da personagem. Até que chegou o momento do fim, o que é sempre uma barra e que foi retratado em uma cena linda e cheia de emoção, com os dois enfrentando aquela última noite interminável da season finale. (E quem nunca encarou uma season finale como essa na vida real?)

Em casa a dinâmica continuou a mesma e com os pais separados, Erica passou a perceber o quanto o pai vivia uma vida solitária, em arrependimento ao que fez de errado no passado, enquanto sua mãe andava namorando o Harrison Ford (segundo o próprio pai dela, rs). Sua irmã, Sam, finalmente percebeu a roubada que sempre foi o seu casamento, mas não sem antes cometer o grande erro de se mudar para Londres pelos motivos errados, ainda mais com um marido daqueles que só precisava da esposa troféu e corretinha para se exibir e cumprir o seu papel de “homem de família” para a sociedade. É claro que feminista como a Erica sempre foi, essa mudança na vida da irmã pelos motivos errados não passaria em branco e obviamente que ela precisou deixar bem claro a sua opinião a respeito, mesmo colocando em risco mais uma vez a relação das duas. Well done! E é isso mesmo, quem ama cuida e dá bronca quando necessário. E ainda tivemos a visita do Leo, que é sempre um momento especial para a série, considerando o seu passado trágico, com uma entrada quase no final da temporada, em um episódio onde Erica precisava aprender que nem todo mundo é perfeito e que as vezes projetamos essa imagem de alguém quando não conseguimos aceitar que essa pessoa seja passível de falhas e mil defeitos, como todo mundo, ainda mais depois que as perdemos.

A entrada de Kai também trouxe uma dinâmica nova para a série, trazendo uma história também nova para um personagem que passava por uma situação semelhante a de Erica, algo que nós ainda não havíamos presenciado. Com ele acabamos conhecendo um novo Doutor e ainda ganhamos uma grande surpresa com a revelação de que Kai na verdade veio do futuro e se encontrava na mesma timeline do presente de Erica apenas para resolver o seu maior arrependimento do passado, que foi o suicídio do seu melhor amigo. Simplesmente genial! Eu pelo menos nem cheguei a suspeitar dessa hipótese e AMEI a surpresa.

E ficou bem claro que a Erica acabou de certa forma se encantando com Kai, que convenhamos que nesse momento, ele tinha bem mais atrativos do que o próprio Ethan, que foi ficando meio chatildo, fato, e isso mesmo com o Kai sendo bem mais novo (o que poderia ser algo positivo também) e bem menos maduro. Nem achei ele tão magia assim e acho mesmo que o encantamento da Erica em relação a ele se deu mais pela semelhança de suas histórias do que qualquer outra coisa. Pelo menos até esse ponto da história.

Esse encontro entre os dois ainda rendeu mais uma nova possibilidade para a série, que foi o episódio em que Erica teve a chance de refazer o seu dia, sem mudar o seu destino em absolutamente nada, algo que não tinha acontecido até então. E essas novidades na dinâmica de Being Erica são sempre deliciosas e eles sempre dão um jeitinho de encaixá-las quando a gente imaginava que já tinha visto de tudo na série. Clap Clap Clap!. E também foi bem bacana ter os doutores usando a própria Erica na história do Kai, enviando ela diretamente para o futuro como reporter da Rolling Stone para entrevistá-lo no presente dele, todo famosão em 2019. Cool! Talvez ela já esteja sendo preparada para o seu futuro (e o título spoilerento do series finale indica isso na maior cara lavada. Humpf!)

Mas foi de cortar o coração a forma como ambos se despediram, com Kai finalmente aceitando a sua terapia, resolvendo o seu issue e consequentemente esquecendo a Erica no minuto seguinte. Triste.

Engraçado também é observar a moda quando a personagem circula em cenários do passado. Quase morri com o momento “calça big” da Erica, além de uma figurante que apareceu no episódio sobre bullying e assédio na escola (2×06 Shhh…Don’t Tell), que me apareceu do nada com a calça baggy mais pavorosa do universo. Sério, era uma coisa enorme, alta, volumosa e pavorosa. WOO!

Entre os meus episódios preferidos dessa vez estão a primeira visita de Ethan como seu namorado oficial em uma festa da família (2×02 Battle Royale), a viagem para a China com a amiga piriguetchy da turma (2×04 Cultural Revolution), o episódio com o clube Delicious (2×06 Yes We Can), com Ethan e Erica tentando apimentar a relação em um climão de dominatrix muito avançado para ele (bunda molão, rs) além da visita do Leo que eu já mencionei anteriormente (2×09  A River Runs Through It),  com direito a uma viagem sensacional a um parque chamado Wonderland (e houve também uma citação linda de Alice no ep final, feita pelo Doctor Tom, é claro) e tem também o episódio onde Erica pode observar a sua vida em uma outra perspectiva completamente diferente a sua realidade (2×11 What Goes Up Must Come Down), que também foi sensacional! Além de um episódio bastante especial, onde Erica teve que resolver os seus problemas apenas encarando a realidade, como todos nós que não temos a sorte de passar pelo mesmo tipo de terapia dos sonhos que ela (I wish!), sem a ajuda das viagens no tempo, que também foi outro momento bem bacana, com um detalhe todo especial nesse episódio, que foi ela pegando o Ethan em uma situação pra lá de constrangedora (2×08 Under My Thumb), if you know what i mean…

Ainda assim, mesmo AMANDO cada dia mais a Erica (que poderia ser eu mesmo de tão parecidos que somos. Sério! Tem dias que eu acho que o episódio só pode ser um sinal, rs), tenho que dizer que os melhores episódios dessa temporada foram aqueles que estiveram centrados no personagem do Doctor Tom, onde neles encontramos toda aquela carga emocional que dessa vez eles deixaram um pouco mais de lado para a personagem da Erica, como eu disse no começo do post, quando pedi para grifarem o “sua personagem”. Uma atenção especial que o Doctor Tom já estava mais do que merecendo, afinal, todo mundo morre de curiosidade de saber mais sobre o seu personagem. E por todo mundo é claro que eu quero dizer eu mesmo, rs. (e ele andou mais saidinho nessa temporada hein? Segurando até um shirtless e um trabalho como stylist, tsá? rs)

Começamos a temporada com a briga entre ele e Erica (2×01 Being Doctor Tom), que já tem esse título sensacional, onde ela pode observar pela primeira vez um pouco da vida do seu terapeuta entrando no passado da sua história, antes mesmo dele se tornar o homem que é hoje. Um episódio lindo e totalmente triste ao mesmo tempo, onde conhecemos um homem completamente diferente do que havíamos visto anteriormente, que nos levou a um momento de total descontrole do personagem (sempre tão equilibrado até então), o momento suicida do Doctor Tom no alto de um prédio, com a própria Erica observando tudo e dividindo esse momento do passado com ele (e com a sua “nova doutora”, Naadiah), tentando evitar o inevitável. Nele conhecemos um pouco mais desse misterioso Doutor e conhecemos também um de seus maiores arrependimentos, que ele revela ter sido a sua relação totalmente meio assim com a filha, Sarah, a qual saiu de casa e ele nem imagina o seu paradeiro. O tipo de episódio que te deixa com um nó enorme na garganta do princípio ao fim. E mesmo podendo observar que ele de fato se jogou daquele prédio, não é possível saber ao certo o que realmente aconteceu depois disso (mas é possível se imaginar) ou quem afinal seria aquele homem. Mas essas são perguntas que segundo o próprio personagem, serão respondidas ao seu tempo… (e eu espero conseguir chegar lá logo, prometo!)

O outro episódio super emocionado dessa temporada ficou por conta do encontro do Doctor Tom com a sua filha Sarah (2×10 Papa Can You Hear Me? – que me lembrou o Jack  de Will & Grace cantando essa música em um momento divertidíssimo da série antiga, rs), momento mais do que especial, com ele experimentando um pouco do que é tentar consertar o seu passado através dessas viagens no tempo do tipo que a Erica faz sempre. Um Doctor Tom de hoje, diferente do homem amargurado do passado que descobrimos no começo da temporada, um homem que dessa vez aparecia de peito aberto, tentando entender a filha e finalmente conhecê-la melhor, ficando totalmente surpreso com os reais aptidões dela, que ele não ligou muito e tentou reprimir no passado. Mesmo sem um final muito feliz, foi bem bacana vê-lo passar por aquela situação de desespero, tentando reaver o que talvez seja o seu maior arrependimento na vida e ainda voltando para o seu escritório com pelo menos uma lembrança linda daquele dia onde ele pode conhecer um pouco mais da sua filha (e nós também). Um presente lindo, não? Chorei litros, obviamente. Precisamos de mais momentos como esse com o Doctor Tom daqui para a frente, hein? Que finalmente descobrimos ter uma história tão sensacional quanto a de Erica. Espero que esses momentos aconteçam…

Ao final dessa Season 2, Erica se encontra novamente na estaca zero do seu projeto de vida. Mais uma vez sem emprego, sem namorado e sem muita perspectiva do futuro que todos temem, ela encontra-se exatamente como começou a série. Com a diferença de que dessa vez, segundo a própria, embora reconheça que ainda esteja bem assustada com a sua atual situação, ela tem muito mais coragem e não tem medo de enfrentar o que vier pela frente. Uma força que certamente ela deve a essa terapia invejável, diga-se de passagem.

E aquela cena final, com ela escolhendo uma porta em meio a tantas delas, sem o menor medo do que ela poderia encontrar do outro lado, foi realmente um momento encorajador. Mal posso esperar para ver o que Erica Strange irá encontrar do outro lado daquela porta.

E a terapia continua…

ps: continuo também abrindo portas na esperança de encontrar um Doctor para chamar de meu do outro lado. Me adota Doctor Tom, que eu também tenho certeza de que só posso ser mesmo um alien, rs

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7 Respostas to “FYI: continuo em terapia com Being Erica…”

  1. Dani Z Says:

    Seu danado! Naquele post em que voce recomendava a assistir Being Erica a um mês atrás eu presumi que tinhas assistido tudo, as 4 temps. Não é que despenquei como uma doida e fiz 4 temporadas em 3 semanas? Meu pescoço ainda dói por isso…Anyway, foi uma excelente dica, pois eu nunca veria se voce não tivesse sugerido. As vezes eu tinha vontade de espancar a Erica, pois ela consegue ser bem malinha, mas entendi que tudo faz parte do seu processo de amadurecimento e evolução. Este é o principal ponto na terapia freudiana, olhar nossas atitudes, impossivel revertê-las, mas passar por elas com menos trauma, menos dor, menos culpa. Acho o Ethan um bocó e calma lá pois o Kay retorna…E ainda tem o delicioso Adam .Mas 3 coisas me chamaram a atenção em especial nesse seriado fofissimo: Como os homens canadenses são lindos (Ryan Gosling e Taylor Kitsch que o digam), o Brasil é citado inúmeras vezes e como diretores e roteiristas deram um show em amarrar todas as arestas, isso tu vais ver no fim, tudo e todos ganham seus desfechos. Ninguem fica sobrando, o seriado acaba (eu derramei algumas lágrimas sinceras) e ficamos com aquele sabor de excelência, de coisa bem feitinha, de capricho e carinho por todos os personagens. Algo que Carlton Cuse e Damon Lindelof deveriam aprender.(Sim eu ainda estou magoada). Só posso te agradecer querido Essy pela indicação. Confesso que não vou conseguir fazer o mesmo com Doctor Who tsá? E agora tchau que eu vou tomar um latte. bjins

    • Essy Says:

      Acho que estou sendo superado pelos meus próprios leitores nas minhas maratonas, rs. Vc já é a segunda ou terceira que me passou em Being Erica.
      Andei tão ocupado por esses dias, que realmente eu não tive muito tempo de correr com a série. E nem com Doctor Who antigo (que eu ainda acho que vc deveria se animar, hein?)

      E passar pelos nossos traumas do passado sem culpa, realmente seria uma alívio. Eu bem estou tentando, constantemente. E embora Being Erica seja uma série “fantasiosa”, acho bem digna a forma com que eles tratam a terapia em si.

      Eu me apaixonei pelo Ethan na Season 1 e durante a Season 2, de mãos dadas com a Erica eu também percebi que ele não era exatamente o que a gente esperava. Pelo menos não como namorado. Humpf!
      Estou ansioso por esse retorno do Kai. Achei a história dele mais interessante do que o seu personagem. Veremos o que vai acontecer…
      E acabei de conhecer o Adam, nos primeiros eps da Season 3. Nervosinho ele, não? E aquele sotaque todo vem de onde? Höy!
      Acabei de conhecer também a fase 2 da terapia da Erica e estou super ansioso para o quem vem pela frente. Até agora, posso dizer que a série tem sido bem sensacional, pronta para entrar na lista das minhas séries preferidas ever.

      Já estou até me preparando psicologicamente para o final, mesmo que para isso eu ainda tenha que passar por mais duas temporadas de terapia. E Being Erica é uma das séries que eu tenho orgulho em dividir, portandt, de nada! rs

      ps:meu sonho é que um dia o Cuse e o Lindelof tenham a decência de vir a público se desculpar pela vergonha que foi toda a Season 6 de Lost e que um dia, algum canal tenha coragem de bancar refazer toda aquela porcaria que foi a Season Finale, que poderia ter desaparecido junto com a ilha. WOO! (sim, eu também sou team magoado, rs)

      ps2: eu incluiria o Scott Speedman nessa listinha de canadenses magia. Ele que embora tenha nascido em Londres (outro ponto a favor, rs), se mudou ainda criança para Toronto e cresceu por lá, onde ele tem uma relação ótima com o cinema local. Höy!

  2. Concluindo mais uma fase da terapia com Being Erica « The Modern Guilt Says:

    […] tudo lentamente, talvez pelo medo de ter essa delícia acabando rápido demais. Porém, depois de continuar com a minha terapia em Being Erica, finalmente cheguei ao final da Season 3, novamente com os olhos cheios de […]

  3. marjoriematsue Says:

    Ahhh! *o* Tb me sinto muitas vezes a própria Erica… o que me dá uma certa raiva por não ter tb a terapia dela!! E tb lembrei do Jack cantando Barbra, com 21 segundos sustentando a nota!!!!!!!!!!! (cantores…). =)

    • Essy Says:

      Nossa, eu sou super Erica. Me identifico em quase tudo, juro! As vezes, chego até a ficar assustado com algumas coincidências da série com a minha vida (mesmo sabendo que a série foi construída para isso mesmo)
      E o que seria a chance de passar por esse mesmo tipo de terapia?
      Jack e Barb são super foufos juntos, espero que ele consiga reconquistá-la de vez, apesar do seu passado obscuro & nebuloso (e euri com a sua “memória musical”, rs)

  4. Being Erica/ Being Essy « The Modern Guilt Says:

    […] maratona deliciosa de quatro temporadas (Season 1, Season 2, Season 3 e Season 4, a qual esse post é referente) que talvez eu nunca esqueça. E assim espero, […]

  5. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Season 2 […]

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