Concluindo mais uma fase da terapia com Being Erica

Não sei quanto a vcs que já assistiram a série, mas a minha relação de amor com Being Erica só tem aumentado. Que série deliciosa, não?

E a série é mesmo tão boa, que eu acabei sendo superado pelos meus próprios leitores que se sentiram influenciados pelo meu post de início da terapia e já chegaram ao seu final, leitores esses que gentilmente tem me polpado de spoilers. Super queridos, não?

Mas enfim, estou assistindo tudo lentamente, talvez pelo medo de ter essa delícia acabando rápido demais. Porém, depois de continuar com a minha terapia em Being Erica, finalmente cheguei ao final da Season 3, novamente com os olhos cheios de lágrimas, mas dessa vez por outros motivos, que é claro que eu vou deixar para o final desse post. (Essy, que depois de assistir Sherlock, acredita que tudo se resume ao suspense, rs)

Nessa Season 3, chegamos na segunda fase da terapia da Erica (Erin Karpluk) e finalmente descobrimos o que estava atrás daquela misteriosa porta que ela escolheu no “buraco do coelho” no final da temporada anterior. E do outro lado da porta, encontramos um grupo de outras 4 pessoas (Rebecca, Darryl, Camilla e Adam), todos também pacientes do Doctor Tom, para surpresa de Erica (e de todos nós), sendo que ele nunca havia mencionado a existência de outros pacientes passando por suas mãos, o que deixou a própria Erica super desconfortável a princípio, além de extremamente enciumada ao descobrir não ser a única queridinha do melhor terapeuta de todos os tempos. (Sério, #TEMCOMONAOAMAR o Doctor Tom? Doctor Who? Doctor Tom! rs)

Como eu já havia imaginado (apesar dos spoilers que eu não consegui evitar), descobrimos que essa segunda fase da terapia nada mais era do que a preparação para que ela possa se tornar uma Doutora um dia no futuro, que viria a ser a terceira fase do tratamento, uma forma dos pacientes retribuírem a chance que receberam com esse tipo de terapia, que eu já disse por mais de uma vez, ser bem da invejável. (ainda abro portas mantendo a esperança, não consigo evitar, rs)

O novo grupo trouxe uma nova dinâmica para a série, com a promessa de que eles pudessem a partir de agora se ajudar, interferindo no tratamento um do outro, compartilhando suas experiências e opiniões a respeito dos arrependimentos de cada um deles. A princípio foi algo que me deixou meio assim, imaginando como funcionaria essa entrada repentina de outros tantos personagens para a história da Erica, mas que acabou sendo algo que não aconteceu de fato, porque pouco vimos da história de cada um dos outros pacientes do Doctor Tom, porque obviamente esse não é o foco da série. Exceto por um deles que já chamou a atenção de Erica logo de cara (também pudera neam?), Adam, o boy magia irlandês da vez. Höy!

Primeiro que é impossível não ser conquistado logo de cara por todo aquele sotaque carregado do personagem, além dos seus olhos claros hipnotizantes. Höy! Mas depois descobrimos que a situação é ainda pior, porque além de boy magia, Adam (Adam Fergus) também possui uma história tão interessante quanto a de Erica, em todos os sentidos, no presente, passado e “no futuro”, além de uma personalidade forte (apesar de parecer um tanto quanto agressivo muitas vezes), o que nos deixa em uma situação ainda mais complicada nessa relação de amor também com o novo personagem e isso em pouquíssimo tempo, diferente do que aconteceu com o Ethan ou o Kai, durante as temporadas anteriores por exemplo.

E todos os episódios centrados na história de Adam (ou com a participação dela) são sensacionais, onde vamos descobrindo camadas e mais camadas que vão deixando o personagem ainda mais interessante, se é que isso é possível. Do passado violento, presenciando um pouco do abuso dentro da sua própria família, passando pelo mundo do crime até chegarmos a porta florida do Adam, que indica muito da sua personalidade como possível futuro paisagista (ainda não consegui sentir o que a porta da Erica tentou transmitir…), o personagem ganha um destaque enorme na temporada, a ponto de deixar Erica completamente apaixonada (e quem não ficaria?), até que, do nada, ele dá um fora homérico nela e vc se pergunta: COMOASSIM? (Ahhh esses homens…Humpf!)

Mas nada que não seja explicado com o tempo e a dificuldade em se relacionar que ele sente, acaba vindo a tona quando descobrimos uma pouco mais da sua relação familiar e até mesmo quando tivemos a chance de observar o futuro do seu personagem, imaginando como seria a sua vida no caso se ele tivesse abraçado no passado a sua verdadeira paixão e vocação, encontrando uma vida feliz no futuro, com esposa e filha (que embora seja de certa forma uma concorrente para a Erica, ela também é bem foufa, vai?) e que nos dá até uma noção de que o destino do Adam já foi meio que traçado, basta ele enfim aceitá-lo. (ou quem sabe tentar pelo menos modificar parte da sua história…)

Se do lado da terapia a coisa anda bem diferente para Erica com toda essa movimentação agora na versão terapia em grupo, na vida pessoal também é hora de encarar as novidades do risco do novo negócio ao lado de Julianne (Reagan Pasternak), a megabitch do passado que acaba se revelando uma verdadeira nova amiga para Erica (talvez a melhor de todas, porque as outras de vez em quando deixam bem a desejar…), onde juntas elas passam a enfrentar o desafio de montar uma editora. E põe desafio nisso.

E  o que eu gosto na série é que aquele “romantismo” de tudo dar certo não é realidade em Being Erica, e para que as coisas aconteçam, se é que elas vão mesmo acontecer, o caminho é sempre cheio de obstáculos e nada é muito fácil, como na vida de qualquer pessoa menos iludida, o que empresta um tom muito mais real e mais honesto para a série canadense e talvez seja um dos pontos que a faz tão especial para quem a assiste.

Também foi bem bacana ver como os demais personagens acabaram desenvolvendo um pouco mais as suas histórias, ganhando assim algum destaque, como a Sam (Joanna Douglas), a irmã da Erica tentando se relacionar com professor da Rosie Larsen em The Killing (Zzzz), a Judith (Vinessa Antoine) revelando que não estava vivendo um casamento tão feliz assim (sempre achei estranho o marido dela quase nunca ter aparecido muito na série) e que acaba ganhando até um novo pretendente. Também ganharam destaque o casal gay adorável do Goblins, Dave (Bill Turnbull) e Ivan (Michael P. Northey), que são sempre super engraçados e indispensáveis como alívio cômico da série (e eles são super foufos juntos também!), além do plot da doença da mãe da Erica, Barb (Kathleen Laskey) que me deixou com o coração bem pequeno. No momento em que ela revelou para a Erica que tinha câncer, mesmo já sabendo da notícia, não consegui me conter e chorei junto com a personagem, quase que na mesma intensidade, de tamanho o meu envolvimento com a série a essa altura do campeonato. (glupt)

E apesar dessa carga emocional dramática que a doença da mãe da Erica nos trouxe, foi lindo vê-la enfrentando o câncer cheia de coragem e da melhor forma possível, recebendo mais tarde a feliz notícia de que havia sido curada, para a felicidade de todas. I ♥ The Strangers

Mas vamos combinar que essa foi a temporada mais dramática da série até agora hein? Com uma carga emocional elevadíssima, senti que os episódios dessa temporada foram todos mais “pesados” até. Citando apenas um bom exemplo deles, o que foi a revelação do abuso que o Leo sofreu na sua experiência mais do que traumática na Faculdade? Sério? Eu teria feito o mesmo ou pior que a Erica quando ela descobriu sobre o que havia acontecido com Leo, sem pensar duas vezes. Isso antes de assistir ao episódio, porque agora eu me lembraria do Doctor Tom dizendo que a gente precisa evoluir e não agir da mesma forma que o nosso inimigo, ou o problema não se resolve, apenas se repete. E não é a toa que o Leo tenha desistido de ir para a Faculdade, não? Uma pena que eles não tenham tido a chance de discutir o assunto em casa (situação mais do que comum), algo que poderia ter melhorado a relação entre pai e filho, por exemplo. Humpf!

E como não se emocionar com a narração da Erica no episódio onde ela precisa superar a falta do ex, Ethan (Tyron Leitso), onde ela diz que perder um namorado é barra, perder um amigo também, agora perder um namorado que é o seu melhor amigo, é pior ainda (humpf!), ou quando ela tem que terminar o relacionamento com uma de suas melhores amigas, Jenny (Paula Brancati), que sempre foi  meio “oportunista” mesmo (o que também nunca é fácil) e finalmente a Erica conseguiu enxergar isso, para o bem das duas até, além de todos os plots da relação dela com o Adam, que foram sensacionais e também super carregados na emoção. (apesar do “primeiro encontro” deles parecer um filme do Tarantino, como ela mesmo disse, rs). Me fala, como não se emocionar?

Dessa temporada, eu realmente gostei de quase todos os episódios, da mesma forma que aconteceu com a Season 1. Entre os meus preferidos dessa vemos, temos aquele que é justamente quando ela tem que esquecer de vez o Ethan (3×02 Moving On Up) para conseguir seguir adiante (momento difícil para todo mundo) e eu sinceramente ainda espero que eles tenham uma conclusão melhor para o relacionamento dos dois. Gosto muito daquele (3×03 Two Wrongs) que foi onde descobrimos o que aconteceu com o Leo na faculdade (não gosto nem de lembrar…), também teve o Being Adam (3×06), onde descobrimos um pouco da sua história em diversas fases diferentes, como eu disse antes, onde descobrimos o seu passado como presidiário, o porque dele as vezes parecer tão agressivo e guardar tanta raiva dentro de si e #COMONAOAAMAR  o episódio na gay pride (3×06 Bear Breasts), com o Adam super seguro de si, circulando com a Erica vestida de wannabe Pocahontas versão drag queen, no alto daquele carro alegórico cercados das amigués canadenses magias, hein? Aliás, esse episódio é realmente divertidíssimo, com aquele pênis gigante de gelo no meio do bar (que mais tarde seria quebrado pela própria Erica, rs), com a Julianne e o Ivan dividindo um momento de intimidade super climão, depois de terem presenciado uma cena daquelas acontecendo na dispensa do bar (Quemnunca? rs), além do que, o episódio ainda contou com a volta da Cassidy, a amiga lez da Erica que diz que vive aqui perto, nos Jardins em SP. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Aliás, uma das minhas leitoras já havia me avisado sobre a relação da série com o Brasil, que aparece em diversas referências bem divertidas durante essa temporada até. Só achei que o moço da limpeza exagerou ao preparar feijoada e churrasco para aquela irmã super frágil da Erica em um único almoço e tudo de uma só vez. Imagino que se aquele almoço tivesse sido bem sucedido, que ela terminaria boa parte dele presa no banheiro mais próximo, rs.

E mesmo com os novos personagens e ainda com os antigos ganhando suas próprias histórias, ainda sobrou tempo para o sempre excelente Doctor Tom (Michael Riley) roubar as atenções mais uma vez.

Com uma novidade, onde pela primeira vez na série (3×08 Physician, Heal Thyself), vimos a sua vida no seu presente, em casa, ainda com a mulher antiga e recebendo a visita de Sarah, dessa vez quase que irreconhecível por conta do seu vício em heroína, para a nossa total surpresa, esclarecendo bastante da mitologia do personagem e ainda voltando ao momento pós tentativa de suicídio do Doctor Tom. Um episódio perfeito, com uma carga dramática excelente, que desenvolveu também muito bem a história desse homem que sempre foi um verdadeiro mistério para todos nós, nos dando a chance de ver como é a sua vida fora do seu consultório. E é nesse momento em que ele percebe que está repetindo com a Erica o mesmo tipo de postura que muitas vezes ele manteve com a sua filha, que foi o que levou a afastá-la de vez, revelando que a relação entre os dois a essa altura, já está muito além do que deve ser a relação doutor e paciente, beirando a intimidade e o afeto de uma relação de pai e filha. Howcuteisthat? (♥)

Doctor Tom que chega a implorar para que Sarah tenha a chance de ganhar o seu próprio Doutor, algo que por enquanto ainda lhe é negado. (embora eu tenha fortes suspeitas, além de uma intuição para o futuro já escrito da série. Mas por favor, não esclareçam as minhas suspeitas! PLEASE!)

Outro momento bem bacana da temporada foi a visita relâmpago do Kai (Sebastian Pigott), onde ele aparece dizendo que vai voltar em duas semanas para passar uma noite com e Erica (que acontece depois e Höy!), o que até ai tudo bem, só que do meio do nada, ele me joga a notícia bombástica de que tentou procurar a Erica em 2019 e lá no futuro ele não conseguiu encontrá-la (3×04 Wash, Rinse, REPEAT, que também marca o momento onde ela descobre sobre a doença da sua mãe, fazendo um contraponto lindo com a história toda do episódio), quebrando toda e qualquer regra da terapia que ambos participam e ainda deixando a Erica assim, com a notícia de que ela pode estar morta em 2019 e sem maiores informações a respeito. Como assim Kai? E esse episódio é realmente muito bom, porque ele novamente nos traz uma outra possibilidade para a série, onde ele coloca a Erica para repetir em incontáveis vezes, esses minutos da visita do Kai naquele dia onde ele trouxe a tal notícia bombástica, provando por A mais B de que não adianta o quanto a Erica saiba sobre seu futuro (e nem ninguém), que isso em nada vai mudar o seu presente, a não ser que ela viva o momento, aqui e agora, que é o que ela deve focar em fazer, aproveitando a sua vida no presente. Um momento lindo, de verdade. Ainda mais com aquele final, com o Doctor Tom também quebrando uma regra regra e visitando o futuro apenas para buscar informações sobre a Erica, só para deixá-la mais tranquila com o spoiler de que “ela não deveria se preocupar com 2019”. AMO a sutileza do Doctor Tom. AMO!

Ele que nessa síndrome de “pai” da Erica, não só quebra essa regra, como chega a quebrar uma outra, também muito importante, mudando o destino da própria Erica ao saber que os seus negócios com a 50/50 (empresa em sociedade com a Julianne)  não vão terminar nada bem devido a uma fraude do primeiro autor que elas contrataram, onde ganhamos um Doctor Tom provando do próprio veneno da sua terapia, mais uma vez, rs. E como é bacana ver o seu personagem passando para o outro lado do divã, não?

Antes de continuar, eu só preciso mais uma vez fazer uma pausa e dizer que alguém na série precisa urgentemente avisar para ao Brent (Morgan Kelly) que ele é mais gay do que um mash up dos melhores momentos da “Gaiola das Loucas” vs “Priscilla a Rainha do Deserto” passando como plano de fundo em finde de feriado da parada gay na The Week, ao som de uma versão remix de “I Am What I Am”. Sério! E isso pra ontem! rs (SNAP!)

Agora, voltando ao que interessa…

Mas nada se compara com o susto que eu tomei com o episódio final da temporada (3×12 Erica, Interrupted). Nele, Erica após finalmente ter a sua vida aparentemente resolvida por todos os lados, com a questão da quase falência da sua sociedade com a Julianne agora estar tudo certo (com a lealdade da Erica falando mais alto, em outro momento bem bacana da temporada), depois das coisas com a sua família estarem praticamente resolvidas e após ela finalmente conseguir ficar com o Adam (que a partir de agora, é o meu preferido para ficar com ela no final, que como bem disse a Cassidy, é exatamente o tipo de homem forte e resolvido que a Erica precisa ao seu lado), passando a primeira noite juntos da forma mais foufa ever (e quando é assim, a gente sente que vem coisa especial por ai, apesar de que ao contrário, também funcionar muito bem, Höy!) e quando ela imagina que está tudo perfeito demais para ser verdade, a personagem se vê de volta ao passado, descobrindo que esteve em coma por duas semanas (voltando ao cenário do primeiro episódio da série), onde toda a questão da terapia e das viagens no tempo parece ter sido algo construído por ela durante esse período do coma, substituindo os personagens da sua “vida imaginária” pelas figuras do hospital, como o Doctor Tom, que nesse caso seria o médico que a estava tratando naquele período, a enfermeira Julianne e por ai vai, o que acaba levando a personagem até a considerar um possível suicídio. CATAPLOFT!

Juro, quase enlouqueci pensando que talvez aquela fosse uma resolução que os produtores teriam encontrado na época, no caso deles acharem que a série poderia ser cancelada (teorias mil, rs), ou que a Season 4 seria sobre a Erica reviver tudo o que ela já passou sem a ajuda das viagens no tempo, com o Doutor Tom sendo apenas o seu médico de verdade, ou ainda que talvez eu tivesse pulado por acidente o episódio, indo parar direto no series finale, que se fosse esse o caso, eu não ficaria nada satisfeito (Humpf!). Mas para a minha sorte, eu estava redondamente enganado (Ufa!) e tudo aquilo não passava de um teste aplicado propositalmente pelo próprio Doutor Tom, que seria o teste final para que Erica Strange pudesse prosseguir com a sua terapia para a próxima e última fase: o treinamento para ser Doutora. SIM! Doutora Erica! Howcoolisthat? Vou dizer de novo e em caixa alta agora: HOWCOOLISTHAT?

E não tem como não ficar emocionado com os olhos do Doutor Tom transbordando de orgulho ao ver o resultado do seu trabalho no comportamento da Erica, ele que também estava visivelmente emocionado e com os olhos cheios de lágrimas assim como a Erica, com ele dando a notícia de que ela havia passado pela terapia, atingindo o seu principal objetivo e que agora estaria na hora de retribuir, se tornando uma Doutora ela mesmo. Tive até que voltar essa cena umas 5 vezes, porque toda hora os meus olhos se enchiam de lágrimas e eu não conseguia mais acompanhar a legenda e nem ouvir direito, rs.

Uma pena o Adam não ter conseguido atingir o objetivo final também (esses meninos de temperamento difícil…), ele que sempre pareceu estar bem preparado para a nova fase de treinamento de Doutor, apesar da pouca paciência reconhecida por ele mesmo em um determinado momento da temporada. Mas talvez essa tenha sido a alternativa dos roteiristas como solução para conseguir manter os dois agora como um casal a parte do lado da terapia em grupo, não sei. Veremos…

E dessa forma linda, Erica ganha o seu próprio consultório, um espaço em branco que ela pode preencher com o que ela quiser, do jeito que ela quiser (Howcoolisthat? Fiquei só imaginando como seria o meu own consultório…), ganhando inclusive a sua primeira remessa de cartões com o título de “Doutora Erica” e ao final do episódio, sendo surpreendida com o seu primeiro paciente, que eu só vou descobrir quem é, quando eu começar a Season 4. (ansiolíticos, cadê vocês?)

Pode até parecer meio que um exagero da minha parte, mas Being Erica em tão pouco tempo desde que eu a descobri, se transformou rapidamente em uma das minhas séries foufurices preferidas ever. Por isso tenho a assistido com muita calma, estendendo ao máximo a sua duração na minha vida. Mas como tudo precisa de um final e eu finalmente cheguei perto dele, decidi então deixar essa última temporada (Season 4) para assistir nas semanas que antecedem o meu desaniversário agora em Maio (14), como parte da minha own terapia para quem sabe eu ter a chance de envelhecer mais um ano como uma pessoa mais digna e quem sabe até curada, rs. Me desejem sorte! (e quem sabe no dia 14 eu não abro uma porta qualquer e recebo uma surpresa daquelas de presente? Noc Noc?)

To be continued… (agora pela última vez, glupt!)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

6 Respostas to “Concluindo mais uma fase da terapia com Being Erica”

  1. Sofia Says:

    Ooowwnn!! Eu como uma boa de seus “próprios leitores que se sentiram influenciados pelo meu post de início da terapia e já chegaram ao seu final” (rs) fiz minha época Being Erica durante a quaresma praticamente. E fiquei muito apaixonada, assim como o meu Mestre Yoda (rsrsrs). Terminei hoje, é um dia bem especial pra mim, estou me sentindo como se tivesse feito a terapia e iniciasse uma nova etapa da minha vida.

    Muito obrigada pela dica, e segura a emoção nessa temporada… Que a pessoa assiste sentindo o coração chorando baixinho por saber que vai ficar orfã de Erica. :~~

    Beijinhos!

    • Essy Says:

      Gente, fico impressionado com essas coincidências. Confirmou hein?

      Espero ter a mesma sensação que vc quando chegar ao final da minha own maratona em Being Erica, apesar do coração ficar chorando baixinho (que foufo hein?), quero ver se eu consigo ter alta de pelo menos dessa terapia, rs

      E eu fico como com essa referência a Star Wars endereçada para mim mesmo? Me sentindo ainda mais Jedi, claro.Thnks!!! (♥)

      Smacks

  2. marjoriematsue Says:

    Óin, Essy, adoro o seu jeito de se expressar… talvez porque eu tb sou louca por essa série LINDA E SUPERBEM-FEITA! Aaaaaamo o Adam tb. Percebeu que os beijos técnicos dele são SUPER de língua? (Höy!) kkkkk Sei como é se sentir “terapizado” pela série! Nossa não vejo a hora de você terminar pra gente comentar sobre os finais da série!!! Ahhhhh! Nessas horas que dá vontade de marcar um encontrão só pra ficar falando disso! hehe Enfim, luck, baby! ^^

    • Essy Says:

      Thnks!
      Então, estou caminhando com Being Erica, passei da fase 2 da terapia e agora estou me aprontando para encarar a última fase, com o coração mais do que apertado e a caixa de kleenex no colo.
      Being Erica me pegou de um jeito, que já entrou para o meu hall de séries preferidas na vida. Sério! Lamento não ter os DVDs por aqui, adoraria ter essa delícia na minha prateleira especial!
      AMO muito mais o Adam do que o Kai. Minha relação com o Kai é difícil. Gosto dele, mas nem tanto assim. Mas ele tem melhorado…E viajar no tempo por amor é super foufo.
      Agora acharia perfeito ela terminar a série com o Adam, que é o boy magia perfeito para a Erica. PERFEITO! (até agora…)
      E realmente ele beija de forma bem realista. Höy!
      Gosto quando ele fica mexendo a boca, mesmo quando ele não tem fala, quase como se ele tivesse falando com ele mesmo, rs.
      Vamos ver como eu vou chegar a esse final… (ainda mais enfrentando essa temporada final no meu inferno astral)

  3. Being Erica/ Being Essy « The Modern Guilt Says:

    […] maratona deliciosa de quatro temporadas (Season 1, Season 2, Season 3 e Season 4, a qual esse post é referente) que talvez eu nunca esqueça. E assim espero, porque […]

  4. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Season 3 […]

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: