Being Erica/ Being Essy

Quando comecei a assistir Being Erica, não tinha muita ideia de onde exatamente eu estava me metendo. Conhecia um pouco da história, já havia ouvido algumas boas recomendações, mas sinceramente, eu não esperava que a série acabasse se tornando o que ela hoje representa para mim.

Uma maratona deliciosa de quatro temporadas (Season 1, Season 2, Season 3 e Season 4, a qual esse post é referente) que talvez eu nunca esqueça. E assim espero, porque todas a lições apresentadas na série, juntamente com os ensinamentos do Doctor Tom, são dignos de se carregar para a vida. E digo isso sinceramente, sem brincadeira, sem o menor medo de parecer cafona ou soar totalmente clichê. Se durante essas quatro temporadas Erica foi para a terapia, nós fomos de mãos dadas com a personagem, abrimos juntos cada porta que reservava o início de uma sessão, sentamos ao seu lado no consultório do Doctor Tom, o que acabou fazendo com que fosse praticamente impossível não nos relacionarmos diretamente com a série de forma bem pessoal.

Impossível porque estamos todos diretamente ligados de alguma forma a todos os dramas e plots que a Erica enfrentou no seu cotidiano durante a série. Quem nunca teve problemas no trabalho? Quem nunca se encontrou meio perdido, pelo menos uma vez na vida? Quem nunca teve problemas em casa? Quem nunca sentiu uma saudade absurda de alguém que já se foi? Quem nunca se apaixonou pela pessoa totalmente errada? E quem nunca se apaixonou pela pessoa certa e a deixou escapar? …

E Being Erica tratou todos esses clichês e vários outros que representam muito bem um pouco da vida de todo mundo, da melhor forma possível, sempre dignamente e deixando todos com uma sensação bem leve ao final de cada episódio, por mais dramático que ele fosse e o nosso coração ficasse bem apertado com a sua resolução, que nem sempre foi a esperada ou teve o final feliz que gostaríamos. Mas assim é a vida, a minha, a sua, não é mesmo?

E logo eu dizendo uma coisa dessas, aquele que passa longe da estante de auto-ajuda na livraria, aquele que jamais leu “O Segredo” e já fez muita piada sobre isso (sorry para quem acabou lendo). Talvez por isso mesmo, esse post ganhe o título (tão especial para mim) de “Being Erica/Being Essy”, porque apesar da minha vida ser pouco interessante para a maioria de vcs que estão lendo essa review nesse exato momento, eu já vou logo de cara dizendo que Being Erica no mínimo mudou de algum jeito a minha forma de ver o mundo. Sério, construí uma relação de amor com a série tão profunda, do tipo que eu nem imaginava que seria possível a essa altura do campeonato, afinal, com o nível alto do meu vício, eu já posso dizer que estou no mínimo escolado em séries de TV. Mas foram tantas semelhanças que eu encontrei com a personagem, além de por diversos momentos acabar considerando que a história do episódio do dia só poderia ser mesmo um sinal sei lá de onde, que eu não consegui me relacionar com a série de outro jeito a não ser dessa forma bem pessoal. Coisa de gente que continua abrindo portas esperando encontrar uma boa surpresa do outro lado, neam? (rs. Knoc Knoc!)

Não que a série seja uma espécie de auto-ajuda, ou o novo “O Segredo”, longe disso até, que fique bem claro (e eles mesmo fazem piada sobre isso o tempo todo), mas todos os plots envolvendo a terapia foram tratados da forma mais simples possível e mesmo com a sua fórmula fantasiosa de viagens no tempo, todos os eles se tornaram super plausíveis, assim como bem possíveis até. Sempre traçando uma metáfora, com Erica aprendendo com os próprios erros, por mais clichê também que isso possa parecer. Até a questão das deliciosas viagens no tempo de Erica se tornaram algo totalmente normal e possível nas nossas cabeças (de aceitar e entender), mesmo com a gente morrendo de inveja de não ter a mesma chance que a personagem, de poder revisitar o passado daquela forma sensacional e assumidamente invejável. Mas todos nó temos uma coisa chamada memória e nesse pequeno detalhe, eu sempre achei que estava escondida a maior metáfora da série.

Por isso não foi nada fácil me despedir de uma série como Being Erica. NADA fácil. Me peguei extremamente emocionado durante toda essa Season 4 que encerrou a série da melhor forma possível (achei mesmo uma temporada bem perfeita, que conseguiu até ser melhor do que a Season 1), ficando com os olhos cheios de lágrimas a ponto de não conseguir mais acompanhar as legendas em diversos momentos e por motivos diferentes, nem sempre relacionados a própria série (Ahhh, a memória!). Tudo bem, eu sei que eu ando/sou meio emotivo (e nesse momento, estar no meu inferno astral tem colaborado bastante para isso), mas eu duvido que quem aceite a proposta de uma maratona da série canadense, não se encontre ao final de tudo nas mesmas condições que eu me encontrei depois de toda essa jornada na terapia ao lado de Erica Strange. Só para dar um gostinho, me peguei soluçando com aquele series finale primoroso e super emocionante. Sério, soluçando!

Mas chegou a hora de nos despedir adequadamente e como a própria Erica disse no episódio final, toda história precisa ter um fim, apesar desse series finale ter mais uma cara de recomeço para a própria Erica.

E começamos essa Season 4 com a resposta da pergunta que não queria calar: quem seria o primeiro paciente de Erica? Hein?

E confesso que ter o Josh, o ex cunhado asshole como resposta, me deixou absolutamente surpreso (4×01 Doctor Who?). Primeiro, eu já fui logo pensando “mas que sacanagem hein Doctor Tom?”, colocando a Erica na posição de ter que ajudar a quem talvez ela mais tenha odiado durante a série toda. Mas como Being Erica não é tão simples assim e tudo é sempre muito especial e muito bem pensado, na verdade, Josh era apenas o primeiro dos demais pacientes que Erica teria que ajudar antes de se tornar uma Doutora, sendo todos eles relacionados diretamente à sua vida.

O bacana foi que dessa forma, Erica teve a chance de amarrar todas as pontas da sua história, ajudando cada um dos personagens coadjuvantes da série a de certa forma a também se beneficiarem com a sua terapia invejável.  Algo que eu considerei como nada mais do que justo, uma vez que várias dessas pontas ainda estavam pendentes, como a história mal resolvida entre Josh e Erica, ele que escondia um amor por ela desde o começo, mas que ambos para se afastarem de algo que poderia causar todo um drama familiar que talvez nunca tivesse volta (além de que, ele não era correspondido por parte dela), acabavam mantendo uma postura bastante parecida um com o outro, evitando até mesmo de se conhecerem melhor a ponto de não conseguirem sequer encontrar algumas fortes semelhanças que ambos dividiam. E a forma como o próprio Doctor Tom (que usou quotes ótimas nessa última temporada) a fez enxergar tudo isso, foi também muito especial.

O mesmo eu digo para o Ethan, que muito mais do que um simples namorado para Erica, foi o seu melhor amigo por boa parte da sua vida e não teria sido nada justo se a sua história com ela terminasse sem um final feliz, mesmo que os dois não tenham ficado juntos como um casal, como a gente chegou a imaginar como seu par ideal lá no começo de tudo. Linda a forma como os dois se reconectaram e mais linda ainda a forma como os dois se ajudaram durante o episódio (4×07 Being Ethan), com Erica cumprindo assim mais uma etapa do seu treinamento, que de quebra, ainda resolvia as suas próprias questões pessoais. Howcoolisthat?

Outra coisa que eu achei interessante, foi o modo como eles conduziram a história do Adam com a Erica durante essa Seaaon 4, ele que assim como ela, também era um dos pacientes do Doctor Tom. E com esse ponto em comum, a dinâmica do casal ficou ainda mais interessante, com Erica ganhando um confidente para poder dividir suas experiências na terapia, sem que ele a considerasse uma maluca. Tudo bem que estava tudo feliz demais para a vida amorosa da personagem e por experiência em séries de TV, nós já guardávamos alguma intuição de que algum drama entre o casal viria pela frente nessa reta final. E não deu outra: confirmou! (4×06 If I Could Turn Back Time – Smacks Cher! rs)

Adam e Erica dividiram um química que ela não teve com nenhum outro namorado durante a série, fato. Ambos eram muito parecidos em sua força e coragem, mas ao mesmo tempo mantinham algumas diferenças que mesmo quando em conflito, acabavam servindo para manter  o casal em harmonia. Com isso, as discussões (frutos de uma convivência mais próxima) começaram a surgir, com Erica sempre querendo discutir (Being Essy…humpf!) e o Adam sempre evitando o conflito para não perder a linha na sua fúria as vezes incontrolável, vide o seu passado que nós já conhecemos. Mas tudo isso mais uma vez sem exageros, mantendo o pé no chão, trazendo para a história algumas discussões que todos nós já vivenciamos algum dia. E #TEMCOMONAOAMAR o Adam de moto, trazendo um capacete de joaninha para a Erica? E a jaqueta de couro do tipo “biker”, presente dela que ele disse que nunca mais iria tirar? E a viagem para a Irlanda? Cool Cool Cool. Aliás, achei bem especial que até esse detalhe da briga pela moto do Adam não foi ignorado e apareceu antes do final, com a Erica finalmente pegando uma carona na moto dele, demonstrando que ela realmente já não era mais a mesma e nesse caso, para o seu próprio bem.

E mesmo com a presença de Kai circulando pela vizinhança enquanto Adam e Erica estiveram separados, ele que havia voltado por conta de um “arrependimento”, ficou bem evidente que o homem ideal para a Erica era realmente o Adam e toda a sua magia irlandesa + cabeça bem resolvida. E o que foi aquele Milo, construção do próprio Doctor Tom baseado no ideal de homem perfeito da Erica? Ele que serviu para ilustrar o quanto o nosso ideal imaginário é bem diferente na prática, quando chega a hora de encarar a realidade e nem tudo é como a gente idealizou um dia, nas nossas mais profundas fantasias. E a gente aqui, perdendo tempo criando cada ideal de boy magia totalmente à toa, humpf! (rs)

Kai chegou mesmo para abalar um pouco as estruturas dessa reta final, colocando a Erica em dúvida dos seu sentimentos, uma vez que o Adam havia terminado tudo com ela. Sempre achei que o romance entre a Erica e o Kai tratava-se mais de uma fantasia, do que qualquer outra coisa e não conseguia enxergar as possibilidades para o futuro dos dois como casal, tanto na prática (por conta da linha do tempo diferente dos dois), quanto considerando a própria intensidade da relação que ambos dividiram . E isso ficou bem claro perto da reta final da série, com a Erica percebendo que seria mesmo impossível manter uma relação com o Kai e mesmo que fosse possível, essa já não era mais a relação ideal para ela e isso ficou evidente para a personagem, quando ela viu o reflexo da sua imagem de vestido de noiva cor de “Via Láctea” (rs) ao lado do Kai naquela loja e certamente chegou a conclusão de que ele não era o personagem ideal para aquele cenário. Com isso, Kai finalmente entendeu qual era na verdade o seu arrependimento (onde talvez fosse a sua missão “salvar” a Erica. Thnks Kai!) no nosso presente e aceitou o seu destino, deixando o caminho aberto para que o Adam ficasse com ela de uma vez por todas.

Um episódio bastante importante para a mitologia da série e que além de tudo nos trouxe a participação da Erica em dobro, foi aquele com ela recebendo a visita dela mesmo vinda diretamente do futuro (4×08 Please, Please Tell Me Now – Smacks Duran Duran!), para ajudá-la a entender o que de fato iria acontecer em 2019, provocando uma saída bastante inteligente para um final trágico que a nossa Erica não merecia ter que enfrentar. Aliás, que nenhum deles merecia como resolução para suas histórias e fiquei bem feliz que esse não tenha sido o caminho escolhido para essa reta final da série para nenhum dos personagens. Well done!

E a despedida do Kai assim como a volta da Erica com o Adam, aconteceu no cenário do casamento do casal Ivan e Dave, sempre super foufos, mas com menos destaque durante essa temporada (e o Dave sumiu por um bom tempo neam?). Festa organizada por Julianne, que contou com uma ótima participação do Doctor Tom dançando juntinho com a Erica na pista, fazendo com que ela entendesse que se ela realmente queria o Adam, logo ela precisava fazer alguma coisa e não simplesmente aceitar as circunstâncias atuais da sua vida.

Impossível também falar bem da série, sem mencionar o quanto a Julianne cresceu como personagem, garantindo para ela também um espaço especial em nossos corações. Personagem que no começo era apenas uma total megabich, acabou se revelando no decorrer da história como uma das grandes amigas da Erica, daquelas que se carrega para a vida. Acho até que toda a cumplicidade e a parceria de sucesso ao lado da Erica, além de todas as afinidades e até mesmo as deliciosas diferenças entre as duas, a fez roubar merecidamente o posto de melhor amiga da Erica, deixando qualquer uma das amigas antigas do passado no chinelo. (sempre achei a Judith e a Jenny meio assim para melhores amigas…onde dentre elas, apenas a Jenny teve algum destaque nessa temporada final, hein? Inclusive, achei bem importante e justa a resolução da sua história com a Erica também)

Nessa reta final, Erica também teve a Julianne como paciente (4×02 Osso Barko), o que acabou nos revelando o porque de toda aquela sua postura de megabitch do passado, quando Erica foi a sua assistente na River Rock e que no presente, se repetia como uma espécie de comportamento padrão em relação a nova assistente da 50/50. Na verdade, Julianne era apenas uma mulher insegura em relação a sua própria inteligência, onde ela aproveitava do seu cargo superior para tentar intimidar toda e qualquer pessoa que ela considerasse mais inteligente e que estivesse em uma posição inferior a ela. Comportamento mais do que comum em toda empresa…

Aliás, esqueci de mencionar na minha review anterior o quanto foi excelente também aquele episódio especial de Natal depois do encerramento da Season 3 (3×13 Fa La Erica), com a Erica vivendo a noite de Natal no lugar e no passado da própria Julianne, um momento também bem divertido para a série, onde podemos conhecer um pouco da família dessa personagem hoje também tão querida por todos nós. E quão foufo foi a Erica dando de presente a portinha da casa de biscoito para o Adam? Awnnn! (♥)

Outro que precisava de uma conclusão era o Brent, afinal, toda aquela postura de megabitch que ele revelou na temporada anterior precisava ser justificada de alguma forma, mesmo com todo mundo já desconfiando dos seus motivos. Sem contar que a gente precisava que ele saísse de dentro do armário de uma vez por todas. E com a ajuda da Erica em mais uma etapa do seu treinamento para Doutora, assim ele fez (4×04 Born This Way – que não poderia ter um título melhor), revelando ser apenas um novo tipo de homem, o “pavão urbano” como ele mesmo chegou a se classificar. Tá…sei…Nessa hora, comecei até a entender um pouco mais do seu perfil (afinal, hoje em dia nem tudo é tão simples, ou apenas gay ou straight, neam?) e quando ele revelou que sempre teve um interesse pela Julianne (algo que sempre deu na cara, apesar dele dar uma boa pinta de vez em quando, rs) eu logo imaginei que eles na verdade seriam perfeitos um para o outro, como o casal Barbie & Ken. E quando em um determinado momento da temporada, a Julianne acabou reconhecendo exatamente isso, após já estar apaixonada por ele, eu não me contive e gritei: confirmou! Barbie e Ken tem mesmo é que ficar juntos, não tem jeito! (rs)

E quando a gente imaginava que em casa, com a família da Erica estaria tudo resolvido a essa altura, me surge o plot surpresa da mãe dela também nessa reta final, ela que teve um filho ainda na adolescência e acabou abrindo mão do mesmo para a adoção naquela época, onde descobrimos tudo isso por meio de uma deliciosa viagem ao ano de 1969, com a Erica se tornando a melhor amiga da sua mãe já grávida, quase tendo a chance de ir a um show do John Lennon (passou perto hein Erica? Humpf…aliás, adorei quando ela questionou essa possibilidade com o Doutor Tom, rs).

E tudo isso justificou muito bem a postura contrária da mãe dela em relação a gravidez da Sam, que mais tarde, teria o seu primeiro filho, Leo, nome que não poderia ser diferente para o primeiro neto de Barb. Sério, fiquei profundamente tocado com a reação da personagem quando a Sam revelou o nome daquele que viria a ser o primeiro neto da sua mãe (algo que eu suspeitei que aconteceria logo que a Sam anunciou a sua gravidez). E foi bem bacana também a Barb revelando esse drama escondido no passado para toda a sua família e mais tarde tendo o seu primeiro contato com o tal filho, que além de ser um homem lindo, ainda era super bem resolvido em relação a essa questão toda do passado.

Como a vida estava revelando resoluções e finais até que felizes para todos os personagens, nada mais justo do que o próprio Doutor Tom começasse a receber parte da sua recompensa, por ter sido esse homem tão sensacional que ele foi enquanto Doutor, o terapeuta dos sonhos de todos e que de certa forma, chegou até a ter a sua própria vida pessoal prejudicada por conta do seu envolvimento com os pacientes e suas terapias. Com isso ganhamos uma nova personagem, Amanda (Suzy Joachim), uma mulher lindíssima que havia dividido uma história de amor no passado com o Doutor, algo que inclusive havia ficado pendente em sua vida e que nos foi apresentado apenas nesse momento, como proposta de final para o personagem. E esse momento foi quando havia chegado a hora de Tom (agora como homem e não Doutor) começar a pensar um pouco mais no seu próprio final feliz, algo que ele escondia por trás do acúmulo de trabalho, evitando ao máximo lidar com a sua vida pessoal.

Super emocionante a visita que ele fez ao seu pai também, descobrindo que o grande herói da sua vida, aquele com quem ele dividia inúmeras semelhanças (inclusive em seus escritórios), na verdade, não foi um homem tão realizado assim quanto ele imaginava e  para a sua sorte, Tom descobriu isso ainda com tempo de sobra para tentar modificar a sua própria vida e chegar ao ponto comum que é o sonho de todo mundo. Com isso, ele acabou descobrindo que realmente chegou a hora de considerar uma aposentadoria, mas foi realmente uma pena que para isso (embora seja super justificável), ele não pudesse mais manter contato algum com nenhum de seus pacientes, Doutores ou qualquer coisa relacionada a terapia, inclusive com a Erica, que foi o que acabou nos levando para o series finale. (glupt)

Fico feliz também, que muito mais do que qualquer drama pessoal da própria Erica ou a resolução de com quem de fato ela iria ficar no final, que tudo isso tenha se resolvido antes, dando espaço para o grande plot que encerraria a série da melhor forma possível. Apesar da jornada, apesar dos arrependimentos, Being Erica sempre foi a história de dois personanges = Erica e Doctor Tom, não tem jeito. E nada mais justo do que um final totalmente dedicado a relação lindíssima dos dois.

(imagem para imprimir, fazer corações e colar na agenda)

Com a sua vida toda resolvida em vários aspectos, inclusive profissionalmente, com os amigos todos encaminhados e felizes, finalmente dividindo uma nova casa lindíssima com o Adam e dessa forma, mantendo o seu coração devidamente preenchido com toda a magia irlandesa que lhe era de direito (rs), chegava a hora da Erica assumir a responsabilidade de ter se tornado uma Doutora, ganhando dessa vez o seu real primeiro paciente, que a princípio, aparecia apenas em flashes confusos, até que ele atingisse o pico do seu desespero e ela pudesse oferecer a sua ajuda. Mas antes disso, ainda faltava uma ponta a ser amarrada nessa história, que seria a grande e inevitável despedida (para nosso desespero) entre a Erica e o próprio Doutor Tom. Nessa hora, estava instaurado o conflito da vida da Erica e do Doutor Tom, onde para seguir adiante com suas histórias, um teria que abrir mão do outro de uma vez por todas. (glupt)

Nesse momento, eu já estava completamente entregue as lágrimas (desde os créditos iniciais do episódio, na verdade), tomado por uma emoção que eu não me lembro de ter sentido em nenhum outro series finale por exemplo, e olha que dentro desse meu universo vicioso de séries de TV, eu já tenha alguma experiência no assunto. E esse é um mérito de Being Erica que deve ser exaltado. Quando a gente escolhe assistir uma série de TV qualquer por exemplo, a gente faz essa escolha baseada numa série de fatores que variam de pessoa para pessoa, como o gosto pessoal de cada um, a história em si, a identificação com os seus personagens e por ai vai. Mas um ponto em comum dentro de todas essas escolhas é que elas acabam nos levando para um outro lugar durante a sua duração, quase como se a gente se desligasse por alguns minutos de qualquer outra coisa no mundo, para vivenciar apenas aquilo e se entreter.

E com Being Erica essa experiência foi totalmente o contrário disso, onde ao mesmo tempo em que a gente foi conhecendo a história apresentada (muito bem por sinal), fomos também repensando alguns conceitos, lembrando de alguns momentos das nossas próprias vidas bem semelhantes aos da personagem, o que de certa forma nos colocava dentro daquela terapia a cada episódio. Algo que eu considero como uma experiência nova, onde ao assistir a série, ficava praticamente impossível não se relacionar com ela de alguma forma, trazendo essa relação para a nossa própria vida, nos fazendo pensar nela a todo momento, enquanto durasse um episódio e até mesmo depois. Falando assim, pode até parecer um mimimi ou até mesmo qualquer tipo de filosofia barata, mas acreditem, Being Erica não só nos apresentou a um novo tipo de terapia, como nos fez passar por ela. SÉRIO!

Mas voltando ao final (4×11 Dr. Erica), obviamente que ambos os personagens (Erica + Doctor Tom)  tentaram evitar a todo custo que essa separação definitiva de fato acabasse acontecendo, onde uma relação como a que foi construída entre esses dois personagens, de forma tão intensa e praticamente de pai e filha como vimos acontecer na série, essa história realmente não poderia ser encerrada de forma simples e sem aquele turbilhão de emoções ligadas a ideia de um  estar prestes a perder o contato com o outro, para sempre. E tudo isso já teria um peso enorme para o episódio que encerraria a série de forma brilhante e com um excelente nível de emoção, mas um reforço ainda chegaria nessa reta final para deixar essa história realmente completa em todos os sentidos, sem deixar nada sem ser resolvido. Um nome que eu ainda não mencionei durante toda essa minha review de despedida da série enquanto personagem (pq eu bem já falei o seu nome antes sim, rs), o qual eu não havia entendido exatamente do porque dele não ter aparecido até agora nessa reta final de Being Erica, mas como tudo na série tem um porque, ele ficou guardadinho para essa etapa final: Leo. Personagem que foi responsável por momentos bem emocionantes para a série e que sem dúvidas era o maior arrependimento da vida da Erica.

Como se não fosse o suficiente a emoção do rompimento entre a Erica e o Doutor Tom, ela ainda teve como última tarefa a mando da Dra Naadiah (que eu sempre achei meio fria demais, apesar de correta…), um encontro lindo com o seu irmão morto no passado, Leo, ele que estava preso em meio as suas próprias lembranças (em uma espécie de limbo), em um corredor de portas muito parecido com o que já vimos Erica em algumas outras situações, em mais uma cena para deixar qualquer coração bem apertado. Para Erica naquele momento final, sobrava a difícil tarefa de fazer com que seu irmão aceitasse o seu recomeço escondido atrás da única porta que ele se recusava abrir naquele corredor e do outro lado da história, esse com o Doctor Tom, era a vez de fazê-lo aceitar o fim da sua trajetória como terapeuta e seguir em frente com a sua vida. Sério e eu me pergunto: e o nosso coração em uma hora dessas, como é que fica?

E a despedida entre a Erica e o seu Doctor Tom não poderia ter sido mais emocionante, sério, acho que não caberia mais emoção naquela cena, com ambos visivelmente entregues a aquele momento final da relação que eles criaram tão bem por todo esse tempo, com o momento de encerrar uma história para que outras continuassem a partir disso. Momento que contou com uma cena lindíssima, depois de um abraço longo e super sincero entre os personagens, com o Dr Tom saindo da sua sala para enfim viver o seu final feliz ao lado da Amanda e com a Erica ficando ainda lá dentro, observando toda a mobília do consultório sumindo lentamente (tears + tears + tears). Certamente, um dos momentos mágicos dessa dolorosa porém necessária despedida. (e tears de novo)

Apesar de achar extremamente cruel uma resolução como essa para a história da dupla Erica e Doutor Tom, foi extremamente justificável que aquela relação tivesse um fim, ainda mais considerando a aposentadoria do Doutor Tom, que seria um caminho sem fim para a sua história enquanto terapeuta e todo o seu passado dentro da sua profissão.

Mas como Being Erica foi uma série que resolveu nos deixar COMPLETAMENTE (sim, em caixa altíssima!) satisfeitos com o seu final, uma surpresa ainda estava para ser revelada, com a Erica enfim indo a encontro da sua primeira paciente nos minutos finais do episódio, depois de encarar o seu final com o Doutor Tom. E para a nossa surpresa, a primeira paciente dela era ninguém menos do que a Sarah, a filha problemática do Doutor Tom que já havia aparecido antes em momentos importantes da série, com a revelação de que ela era o maior arrependimento do próprio, que chegou a implorar para que a sua filha tivesse a chance de ganhar a terapia em algum momento do passado da série. Sério, querido leitor que esta resistindo bravamente ao final desse post, me diga: HOWCOOLISTHAT?

E com uma Doutora Erica caminhando lindamente e totalmente confiante ao seu encontro, Sarah ganhou a chance de tentar encontrar o seu próprio final feliz, mantendo assim a relação da Erica com o próprio Doutor Tom, provando que aquele laço entre os dois não poderia realmente ter um final, fazendo com que de certa forma eles ainda estivessem ligados um ao outro e assim, Erica tivesse a chance de retribuir a grande ajuda que ela recebeu daquele homem sensacional por todo esse tempo. Sério, alguém conseguiria imaginar um final mais perfeito do que esse? Acho bem difícil… CLAP CLAP CLAP!

Tudo bem que esse momento para mim, acabou sendo um pouco prejudicado pelos spoillers que eu cheguei a ouvir sem querer e até mesmo por uma ligeira desconfiança que eu tinha de que Sarah ganharia a Erica como sua Doutora. Mas mesmo assim, me encontrei profundamente emocionado com esse series finale de Being Erica, que desde já entra para  o topo da minha lista de melhores series finales ever.

Que série linda, não? Ai ai (chorei mais umas cinco ou seis vezes enquanto eu escrevia essa review, acreditem!).

Eu sei que é difícil nos despedir do que a gente gosta, ainda mais de uma série como essa, com quatro temporadas praticamente perfeitas (na verdade, acho apenas a Season 2 mais fraca, mas mesmo assim, muito boa também) e personagens que dificilmente a gente vai conseguir esquecer tão cedo, além de toda a sua história, sempre tão coerente, positiva e ainda terminando dessa forma perfeita, com os mais altos níveis de emoção nesse ciclo que se fechava naquele momento, mas que nem por isso seria o fim. Sabe aquela lista com nossos personagens preferidos ever? Aquele lista que tem nomes como Chandler, Lorelai, Carrie, Jack, Karen Walker, Pacey, Kevin Arnold (fui longe agora), Seth, Doctor, Bishops, Spock, Soprano, Ned, a família Fisher inteira, dentre alguns outros? Então, já podemos incluir mais dois nomes: Erica e Doctor Tom. (♥²)

Sinceramente, com esse final, Being Erica acaba de empurrar várias séries da minha concorridíssima prateleira especial, entrando de vez para a categoria de séries da minha vida. Sabe aquela série do tipo que a gente recomendaria para a mãe, para o melhor amigo, ou para os queridos leitores que nos acompanharam durante toda essa maratona? Então…Being Erica, anotem!

E quando comecei a assistir Being Erica, cheguei a questionar na minha review se eu receberia alta de pelo menos essa terapia (rs) e ao chegar ao final dessa deliciosa maratona, eu só posso dizer que me sinto totalmente revisado, questionado e muito melhor resolvido depois dessa experiência inesquecível ao lado da Erica e do Doctor Tom. Fico pensando que mesmo com a sensação de que eu iria adorar se tivessem mais episódios da série por vir, que diga-se de passagem, eu conseguiria acompanhar por anos sem a menor dificuldade, sinto que com esse finale, a série realmente conseguiu atingir o seu nível máximo, encerrando essa história de forma perfeita!

Para finalizar, preciso confessar que ao final da temporada anterior, quando a Erica ganhou o seu espaço em branco para ser o seu próprio consultório, fiquei imaginando como seria a versão do meu próprio espaço, caso eu tivesse essa mesma oportunidade. Até que cheguei a conclusão de que eu já tenho o meu próprio consultório e ele tem exatamente a cara do Guilt (♥). E depois da alta e da terapia finalizada, estando bem próximo de ficar mais velho na próxima semana, nesse post eu acho que eu mereço ser chamado de Doctor Essy, não? (rs)

Sinceramente eu espero que a experiência tenha sido tão boa para todos vcs que seguiram as minhas recomendações em relação a Being Erica, como foi para mim. Para terminar de ler ouvindo pela última vez…

ps: só lamento que os DVDs da série não existam por aqui. Uma pena…

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Anúncios

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , ,

14 Respostas to “Being Erica/ Being Essy”

  1. Dani Z Says:

    Que beleza de texto querido Essy. E em minha defesa eu confesso meio embaraçada que sim, eu lí os 4 volumes da série Crepúsculo, mas nunca cheguei perto do Segredo. E só assisti Being Erica por tua indicação, meio desconfiada inicialmente mas absolutamente cativada em todas as temporadas.E sou grata por isso. Não sou em nada parecida com a Erica, mas fiz 4 anos de terapia com uma Dra. Fantástica que me conduziu desde um desconforto inicial até uma serenidade de espírito única. Então, a cada episódio eu encontrava pontos em comum com a evolução da personagem e com o meu tratamento. E como me emocionei, assim como você. Você abordou todos os pontos e tenho pouco a acrescentar. Gostei de conhecer Toronto, gostei de ver uma série despretensiosa tocando em temas delicados como separação, arrependimento, relações inter-raciais, paternidade atrapalhada, relacionamento gay, conflitos de amizade, fracassos profissionais e amorosos com tanto cuidado e gentileza. E destaco a qualidade do texto, a primorosa direção e o carinho com cada personagem e seu destino. Não poderia haver mais nenhuma temporada mesmo, foi na medida exata. Acompanhou a evolução da personagem principal sem forçar a barra. Pois assim é a vida, desafios diários, mas que se forem combatidos com sabedoria, com bom humor e um pouquinho de sorte nos passam para o outro nível do jogo. E, se evoluímos devemos passar isso adiante, sendo solidários com quem nos cerca. Mas dá um pouquinho de saudade mesmo. Também me apego, pois eu também sou uma viciada em seriados. Que bom que a gente pode e consegue ter experiências gratificantes vindas de um show de TV né? E que glória é ter com quem dividir esse momento. Super bom. E como eu sou jovem a mais tempo que você acrescento a lista de personagens inesquecíveis o Moulder e a Scully que até hoje são o meu casal complicado predileto. E aqui vai meu presente de aniversário adiantado, uma música que me faz sentir bem, porque é o que desejo pro seu dia de aniversário: http://www.youtube.com/watch?v=xr8ol8ufSRg

    • Essy Says:

      Primeiro deixa eu agradecer o presente na voz da sempre sensacional Nina Simone, que eu acho que não é para qualquer um, hein? THNKS!

      Não canso de dizer… que série boa que foi Being Erica, não?
      Tudo perfeitinho, super bem amarrado em um ciclo lindíssimo. AMEI do começo a o fim. E aliás, que final mais maravileeeandro, neam?

      E tinha que ser assim mesmo, uma série tão bem cuidada, com tanto carinho com os seus personagens (como vc mesma disse), com uma história tão bem escrita (e super simples na verdade), não poderia ter terminado de forma mais primorosa como aconteceu.
      Ainda mais se vc pensar que tudo na série foi muito simples, os problemas foram todos super comuns (mas sempre tratados de forma sensível, sem ser pedante, chata, ou parecer forçada), com resoluções bem possíveis e reais, muito próxima da realidade de todo mundo. Por isso, considero humanamente impossível não se identificar com a série, de verdade.

      Também acho que se evoluímos ou descobrimos o caminho para tal, temos que passar adiante. Assim espero ter feito com a minha recomendação. (♥)
      E dividir um série como Being Erica com os meus leitores, foi realmente uma delícia. Sinceramente, essa será uma das séries inesquecíveis da minha vida. Enquanto durou a minha maratona, toda vez que eu começava a falar sobre a série com alguém, era impossível não começar o assunto sem um “Awnnmn” de tão foufa que Being Erica conseguiu ser durante essas 4 temporadas, que precisavam mesmo deu um fim e para a nossa sorte, esse final veio dessa forma tão sensível e perfeita, como foi.

      ps: euri da confissão do “Crepúsculo” e considere-se perdoada! rs
      ps2: estou em uma fase canadense já tem um tempinho. Erica + Speedman + Scott Pilgrim + Gosling = Pronto Toronto!

  2. Nadja Pereira Says:

    Menino, eu vou baixar esta série por causa de tu e uma amiga. rs

  3. Sherlock WHO? (♥³) « The Modern Guilt Says:

    […] a Season 2 de Sherlock (por isso o lançamento do DVD da segunda temporada foi adiado por aqui) e Being Erica (a série que roubou o meu ♥) que é uma co-produção canadense com o canal inglês indeed e […]

  4. Nadja Pereira Says:

    Não estou pronta pra deixar a série. Não estou. Uma das coisas que mais me emocionaram foi o episódio com Josh. Lembra que Dr. Tom observou que Érica o tratava de forma inferior? Por isso ela o odiava tanto? É isso que muitas vezes nós fazemos e não nos damos conta. Aí, a gente só acusa, mas não vê o lado do outro. Não conhece a sua história, por isso que as brigas continuam. Foi naquele momento que eu vi a série de forma mais ainda especial.

    Dr. Tom a tratava de forma dura como precisava, mas sabia ser doce e inteligente. Foi um pai para Erica (e nós), mas jamais quis substituir o simpático judeu que lhe criou, só ajudá-la a seguir em frente. Erica tinha parado no tempo, doente e pessimista (estou nesta fase terrível e vou sair dessa) assim como muitos de nós fazemos em alguma etapa da nossa vida. Teve a chance de mudar e fez isso. É bonita demais a mensagem da série.

    “Você pode SIM mudar a sua vida” parece mensagem do Segredo, mas até o mercado de autoajuda – cheios de gurus com receitas prontas – foi devidamente sacaneado na série e mostrou que tem valor. Não importa, pode ser a série, uma viagem no tempo ou um trecho do livro “O Mistério do Amanhã”; se você está perdido pode se encontrar. Basta querer acionar o botão do ‘move on’!. Repare (#baianês) que todos os personagens foram mudando, evoluindo… o boy da irmã não se apegava a nada e acabou pai. A sua mãe contou sobre o seu passado doloroso, Julienne de ‘bitch’ se tornou ‘best friend’.

    P.s. Fiquei com inveja por que ela só se enroscou com boy magia…e ah, eu vou fazer uma lista daqui a pouco (sério). 😀

    Beijão.

    • Essy Says:

      Acho que ninguém esperava que a Erica ainda fosse ter esse momento de extrema importância com o Josh, que parecia ser só mais um bocó. Mas isso porque a gente só via a história na perspectiva dela e quando o jogo mudou, mudamos também o nosso pensamento em relação aos dois. O que a gente faz toda hora, na vida…

      O bacana da série é que tudo teve um propósito, um porque e no final, nada ficou pendente. Adoraria colocar minha vida inteira em dia assim. Juro que depois da série eu estou tentando com mais animação… (vira e mexe eu volto para essa fase obscura tmbm. Tento fugir, mas acabo voltando…)

      E quem não queria um Doutor Tom? Tinha tudo o que a gente precisa. Doçura, força, inteligência, sinceridade. Difícil encontrar tudo isso em uma pessoa só. E em um terapeuta então, é mais difícil ainda. Adoraria encontrar um Doutor Tom para ser o meu mentor para a vida. Ainda abro postas nessa esperança, rs.

      Engraçado que a série mesmo tirando sarro dessa questão da autoajuda e tudo mais, conseguiu mostrar como é possível mudar sim a sua vida, mas sem um receita muito certa, com passo a passo. Apenas mostrando que a gente precisa se tornar pessoas mais abertas, mais sensíveis, perceber melhor as situações e não ficarmos presos a uma única perspectiva.

      A evolução dos personagens foi lindíssima. Me emocionei com cada um deles e achei bem justo que todos eles tenham ganhado a sua conclusão.

      E a série tem essa mensagem linda mesmo e se torna super pessoal e especial para todo mundo. Não me lembro de ter me emocionado tanto com uma série como aconteceu durante a minha maratona em Being Erica, acabei com todo o estoque de Klennex daqui de perto, rs. Mas uma emoção boa, gostosa de sentir, mesmo quando bem triste. Por isso recomendo para todo mundo!

      ps: Erica tem mesmo um lista de boys invejável, o que nos fez lembrar de prestar mais atenção nos canadenses, rs. Höy! E a minha lista continua sendo feita. Já reprensei tanta coisa nesse caminho e resolvi coisas comigo mesmo que eu nem imaginava que seria possível de resolver.

      • Nadja Pereira Says:

        Mexeu comigo e entrou fácil no primeiro lugar. Muito bom compartilhar contigo esta experiência. Nossa, eu amo canadenses! <333

      • Essy Says:

        Estou passando por uma canadian fever tmbm, em vários sentidos, rs. Höy!
        Dividir coisa boa é sempre bom neam? (♥)

  5. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Season 4 […]

  6. The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos « The Modern Guilt Says:

    […] aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, […]

  7. Mad, Fat e absolutamente adorável (♥) | The Modern Guilt Says:

    […] terapia, que não tem como não lembrar com saudades da excelente relação Erica + Doctor Tom em Being Erica. (milhares de corações saltitando na tela com cheiro de tutti […]

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: