Individuality (a volta de The Glee Project. Yei!)

Como é bom ter o nosso reality show preferido de volta? Hein?

Com a promessa de que dessa fez apenas um dos 14 novos competidores será o grande vencedor (o que eu até duvido e sei que na cabeça de Ryan Muprhy, no balanço das horas, tudo pode mudar), começamos a Season 2 de The Glee Project, tendo de volta os nossos personagens preferidos desse que é o nosso reality show de amor de verão: Robert, o ursinho carinhoso da turma, sempre com um olhar encorajador, tentando extrair o melhor de cada um dos candidatos, Zach, o coreógrafo bipolar que consegue ser super foufo e megabith em frações de segundo, por isso é melhor não se apegar muito (e o Ryan Murphy já até encomendou um papagaio de presente para o mesmo, ou seja…), Nikki, aquela que eu não consigo considerar ser uma pessoa de confiança (sorry) e que dessa vez ultrapassou as barreiras do isolamento acústico das paredes do estúdio de gravação e para essa temporada entrou para o grupo fixo de jurados, e ele, o dono de tudo isso e quem bate o martelo no final das contas, Ryan Murphy, que apesar de todo o poder que carrega em suas mãos e toda a sua sinceridade, muitas vezes um tanto quanto cruel e dolorosa, consegue ser extremamente sensível para o talento de cada uma daqueles personalidades tão diferentes.

Primeiro tivemos as audições (2×00), com milhares de candidatos que tentavam a chance para participar do programa, que a princípio iria escolher apenas 12 deles, mas que no final, acabou mudando para 14 (porque com uncle Ryan, é sempre uma surpresa, rs). Dessa vez, tivemos uma lista de candidatos bem mais exótica do que no ano passado, com todos os tipos de underdogs possíveis no meio de tantas pessoas extremamente diferentes. Algo notável logo de cara é que todos eles já chegaram escolados, apoiados em sua história de superação ou um trauma qualquer e o fato de já terem assistido a uma temporada do programa anteriormente, acabou tornando inevitável que todas aquelas pessoas parecessem menos naturais durantes as audições, o que vale até mesmo para os 14 nomes escolhidos para a nova temporada do programa.

Mas aqui estamos nós, criticando a postura de cada uma daquelas pessoas, quando nós mesmos já estivemos em uma situação parecida. Pensem em um entrevista de emprego por exemplo, onde não há quem não seja pelo menos um pouco diferente da sua própria verdade, na tentativa de conseguir levar a vaga e esconder o possível de suas falhas. O mesmo vale para aquelas pessoas dentro desse ou de qualquer outro reality show, então seria no mínimo hipócrita esperar 100% de sinceridade, ainda mais naquele primeiro momento onde todos se encontram saltitantes e com o braço levantado, gritando no olhar: “Escolhe eu! Escolhe eu! (sim, nessa hora não tem Português certo…)

De cara, já parece ter ficado bem claro quais são os desejos dos jurados em relação a aquele elenco. Assumidamente, eles já disseram que estão a procura do novo Finn (e acho que já conseguiram) e me pareceu que a garota da vez precisa ser loira. Nesse segundo caso, esse detalhe nada mais é do que uma impressão minha em relação ao grupo, repleto de loiras. E também ficou mais uma vez muito claro que o The Glee Project não é uma competição de quem canta melhor e sim de quem mais “encanta” e isso também é notável na grande diferença entre todos aqueles talentos vocais reunidos em um mesmo grupo, onde alguns deles são visivelmente menos talentosos do que os outros. Mas o que importa em TGP é mesmo o conjunto e isso, apesar de já garantirmos os nossos preferidos logo de cara por uma primeira impressão, não tem exatamente como a gente prever apenas no primeiro episódio onde tivemos pouco tempo para conhecê-los.

Como convidada mais do que especial do primeiro episódio dessa temporada, tivemos ninguém menos como o grande nome de Glee (para eles, pelo menos, porque eu…ZzZZZ), a atriz Lea Michelle, que pouco apareceu no episódio ou teve alguma relevância para o mesmo. Até achei que ela foi querida e tudo mais nas suas observações, mas esperava bem mais da primeira a ser selecionada no elenco de Glee, segundo o próprio Ryan Murhpy. E por conta dessa sua participação tão sem açúcar, discreta e sem brilho, vamos deixá-la de lado e fingir que nem aconteceu. Quem eu gostaria de ver como jurado? Kurt + Brittany + Santana + Sue Sylvester + Becky

Novamente com a tarefa de mostrar a individualidade de cada um deles em uma única frase da letra de “Born This Way” (o que convenhamos que não deve ser muito fácil), os participantes tiveram que se organizar sozinhos e dividir quem ficaria com o que naquele primeiro momento, além de ensaiar um número para a apresentação. E com isso recebemos um sinal óbvio de que para esse ano, eles parecem estar muito mais interessados em gerar conflitos dentro do grupo do que qualquer outra coisa e pela sequência de cenas inéditas ao final do episódio sobre o que ainda estaria por vir durante a temporada (tirando as brigas, que me pareceram ser ensaiadas para um dos videos de um episódio qualquer), já deu para perceber que essa temporada promete fortes emoções. Uncle Ryan quer báfon!

Logo de cara, ainda durante as audições e antes até mesmo do primeiro episódio, apenas por suas declarações diante das câmeras, eu já consegui enxergar duas grandes divas dentro desse elenco: Abraham + Lily. Ambos já durante essa primeira etapa da competição deixaram escapar um pouco da sua personalidade por enquanto adormecida de megabitch e tenho quase certeza que serão os vilões dessa temporada. Lily inclusive já deixou isso bem claro quando não foi a escolhida da Lea Michelle após receber alguns elogios e também acabou demonstrando um pouco do seu lado diva no teaser das cenas dos próximos episódios. Ficaremos de olho em quem será o novo Alex, ou a noda Lindsay… (nesse caso, acho que ganharemos uma “Eu não aceito ser a nova Tina” para o Abraham e uma “Adele versão demônia” para a Lily)

Por outro lado, alguns dos outros personagens já se destacaram logo de cara pela sua doçura e algum talento que conseguimos perceber a um primeiro e curto instante, ou até mesmo simplesmente pelo carisma que conseguiram transmitir naquele momento. Nesse time eu colocaria Shanna (vencedora do desafio da semana e que tem uma história de vida bem interessante), Dani (♥), Charlie (♥), Mario, Michael(♥) e Neelie. Alguns brilharam mais nas audições e outros conseguiram se destacar nos “dois” primeiros episódios (2×00 Auditions + 2×01 Individuality) , conseguindo se sobressair em comparação aos demais competidores, que ficaram meio apagadinhos por enquanto.

E #TEMCOMONAOAMAR a carinha de Justin Bieber da Dani, que por sinal, parece ser muito mais interessante do que o próprio, assim como a foufura em forma de inquietude do Charlie, que para mim, já pareceu logo de cara ser perfeito para o cargo de novo Finn (e uncle Ryan tmbm ficou apaixonado por ele…). Sem contar o quanto eu não consigo não torcer pelo Michael por exemplo, que é lindíssimo e além de tudo é um nerd da matemática assumido (eu fui o nerd da matemática no meu colégio, onde era obrigado a fazer as provas longe dos demais alunos, as vezes na mesa do próprio professor ou sentado de frente com o quadro, para citar apenas algumas situações embaraçosas do meu passado de orgulho nerd, rs). E apesar de não gostar de declarar os meus preferidos logo de cara em qualquer reality, porque eu sempre acabo me decepcionando, arrisco em dizer que esses três já ganharam o meu coração logo de cara. Mas tudo pode mudar porque eu sou bem volúvel e assim como o próprio Ryan Murphy acabou admitindo para um dos candidatos, acabo caindo em uma fala mansa bem fácil, rs. (mas cinco segundos depois logo me dou conta da roubada…)

Embora eu sinta que a Shanna (e esse nome, hein? rs. Teve até uma line da Nikki traduzida nas legendas do episódio que eu não me aguentei de tanto que euri com o duplo sentido, rs) tenha grandes chances dentro da competição (e me parece que ela merece), assim como a Taryn, que com aquele seu sotaque do sul e sua alma tímida e sofrida, demonstram que talvez ela tenha alguma chance de ir adiante, desde que consiga vencer a sua timidez.

Eu só não sei o que aconteceu com aquelas vozes todas, que durante as audições me pareceram bem melhores do que depois, durante o programa por exemplo. Os meninos então, tirando o fazendeiro (que eu já vou avisando que eles escolheram o menino da fazenda errado, porque aquele outro das audições era muito melhor enquanto personagem), parecem todos serem donos de um timbre muito parecido e bem apreciado no momento. Por isso sinto um pouco de preguiça. Um exemplo claro disso é que eu adorei a voz do Michael durante as audições, mas durante o primeiro episódio, tive a impressão de estar ouvindo uma outra pessoa cantar. Dentre as meninas, os timbres estão mais bem distribuídos e eu diria até que são muito mais exóticos, o que eu acho bacana também, porque me parece mais arriscado, além de ser uma variação do que nós já estamos acostumados a ouvir em Glee.

Dentre os competidores, temos ainda 3 deles que tem sim que se esforçar muito mais do que os demais e que nem por isso recebem algum tratamento diferente, o que eu acho importante e a própria série consegue representar isso muito bem, com o papel da Becky, para citar um bom exemplo do que nós estamos falando nesse momento. Nesse grupo temos Ali, a cadeirante capaz de deixar até mesmo o Artie no chinelo, com toda a sua desenvoltura dentro de duas limitações e apesar de não carregar uma voz que me agrade, ela é dona de um carisma absurdo. O mesmo vale para o Mario, o garoto com deficiência visual que é pura simpatia e não se intimida por não conseguir enxergar com os seus olhos e acaba usando de outras armas para conseguir a sua própria visão do mundo. Aliás, gostei muito do seu humor também. (trabalhei com dois deficientes visuais durante uma época no passado e acabei aprendendo bastante desse universo que eu pouco conhecia)

O terceiro representante desse grupo é o Tyler, que é o transexual da turma, onde ele se encontra ainda enfrentando a sua fase de transição, o que por si só já é um dos plots mais interessantes da temporada. Essa dificuldade em se adaptar ao seu novo corpo e identidade, as questões hormonais que acabam afetando as diversas áreas de suas vida, são um atrativo a parte, e ter essa chance de poder observar algo tão desconhecido pela maioria assim tão de perto, pode ser algo importante para essa Season 2 de TGP, por isso entendo a intenção de mantê-lo dentro do grupo, apesar do seu talento ainda ser bem limitado.

Só espero que esses três participantes sejam tratados com essa mesma dignidade que me pareceu acontecer até então e não sejam favorecidos em nenhum momento por conta de suas condições, o que não seria nada justo com os demais participantes, assim como para eles mesmos.

Chegando a conclusão desse primeiro episódio, tivemos o retorno daquele nosso momento preferido durante a competição, que é quando eles penduram a lista com o nome de todos os aprovados junto com aquele que deverá deixar a competição. DRA-MA! O que para essa premiere ficou a cargo do Maxfield,  o garoto da fazenda que não conseguiu convencer e foi o primeiro eliminado dessa nova turma. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse ser um dos primeiros eliminados, uma vez que foi declarado também durante as audições que o uncle Ryan estava a procura de alguém com esse perfil de country music. Mas como a sua batalha dentro desse universo começou seis meses atrás, acho que o Max ainda terá grandes oportunidades na vida. Yrra!

Só sei que eu continuo empolgadíssimo com The Glee Project, permaneço super emocionado com o momento de despedida e mal consigo me aguentar de tanto nervosismo e emoção ao som de “Keep Holding On” ao final de cada episódio, que ao meu ver se torna tão especial porque tem uma relação bem pessoal com cada uma das vezes que nós mesmos aguardamos ansiosamente um resultado qualquer, seja com a lista de aprovados na escola, um vestibular qualquer da vida ou aquele entrevista de emprego. Com a diferença de que no nosso caso, nós infelizmente não ganhamos um coral cantando ao fundo quando o nosso resultado também não foi nada positivo. Humpf!

ps: seria bem bacana se os blogs/sites que comentam sobre os episódios de TGP não colocassem como primeira imagem de seus posts a foto do eliminado da semana. Todas agradecem!

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13 Respostas to “Individuality (a volta de The Glee Project. Yei!)”

  1. Bruna Says:

    Eu sei que não tem nada a ver com o assunto, mas eu esperei e nada como assim vc não fez uma postaginha que fosse sobre Dione e seus 49 anos de pura sedução afinal como vc mesmo ja disse ele é Boy Magia antes mesmo do termo existir rs

    • Essy Says:

      Gente, super pulei. Pior que eu acho que eu cheguei a ler alguma coisa no dia…
      Agora, vamos ter que esperar os 50’s. Humpf!

  2. Jubs Says:

    Tudo sempre pode mudar, afinal na primeira temporada também era para ganhar só um e tivemos meio que os quatro, né? Como assim? Eu acho a Nikki uma fofa! Lógico que não uma fofa igual ao Robert, mas uma fofa.
    Eu não me apaixonei de primeira por ninguém como aconteceu na season 1 (Cameron/Sam I ♥ you), mas acho que me encantei de leve por alguns, rs.
    Como você disse, não dá para comparar muito a season 1 com essa, afinal a primeira foi [b]a[/b] primeira e nessa eles já vem montadinhos, mas as mascaras vão cair e vamos gostando e desgostando deles ao longo do programa. E gente, fiquei curiosa com aquelas cenas do próximo episódio. Vai ter romance, é isso mesmo? Será que é fake?
    Também achei a Lily candidata a nova Lindsay, hem. Eu achei que ela cantou melhor que a Shanna no desafio da semana, o que prova que tem talento, mas quando perdeu… Colocou a megabitch pra fora.
    Ahh! A Justin Bieber… Digo, a Dani é uma fofa. O que foi aquela dança sensual dela? Tipo “what the hell?”. #Eurimuitoalto
    Sabia que o Jesse St. James paraguaio, o Max, que é todo bonitinho, iria dançar de primeira. Tadinho dele. E realmente, fica tão difícil de controlar a emoção no final com “Keep Holding On”. E lembro o quanto eu queria a Lindsay cantando essa música, mas não deu.
    Tenho que tentar me desapegar um pouco do cast da season 1 para me apegar nessas novas “personagens”.
    Ah, é domingo que passa, né?

    • Essy Says:

      Juro que eu não consigo acreditar na Nikki… mas com o Robert, realmente fica difícil de competir.
      E por onde anda o Cameron? Achei que ele iria aparecer lindamente depois como cantor em algum lugar, mas parece que nada neam?

      Bem achei que a parte do romance parece ser real, só não acreditei nas brigas de corpo a corpo. Veremos…

      Lily é tipo a Adele Megabitch da turma mesmo, tá na cara. Uma pena ela ter essa postura equivocada, pq talento não falta para ela.
      AMEI a dancinha da Dani Bieber. AMEI! Super sensual, rs

      Sabia que aquele Max me lembrava alguém = Jesse St James. Confirmou! rs
      E quem não sonhou com a Lindsay cantando “Keep Holding On” lindamente e em close, com um take diretamente da sua bunda, com a marca do Louboutin do Uncle Ryan? #TODASSONHARAMCOMESSEMOMENTO
      E lá passa de domingo sim, no Oxygen!

      • Jubs Says:

        Ai, eu sou péssima! Já vou reparar nela para ver se tem alguma coisa que não gosto. RobertO ♥
        Cameron perdeu a chance da vida dele, FATO! Mas espero que ele aproveite os contatos antes que perca a validade. Muito talento para ficar escondido, se joga Cam!
        A briga parece que faz parte do vídeo da semana, mas pela cara que o Robert fez, parece que alguém se machucou ou se pegou de verdade ali, hem. Veremos +1
        Parece até que quanto mais talento mais megabitch tem que ser. Uma pena! Mais uma que mata o clichê “gordinha fofa”.
        A Dani Bieber está super na minha lista de preferidos, hem!
        Meu lado Rachel Berry logo localizou o Jesse St James que estava ali. hehe
        (Te amo pra sempre Jesse St James ♥)
        Esse sem dúvidas seria o melhor episódio da Season 1, mas o uncle Ryan foi deixando a bitch ficar e ficar até a gente sabe onde.
        Não vou ficar esperando a Fox esse ano não, vou baixar! o/

      • Essy Says:

        O meu problema é que eu vou me apegando logo de cara e ai sempre me decepciono no final das contas…
        Ou pq a pessoa revela ser uó, ou pq ela acaba sendo eliminada cedo demais, como no caso do ep 2×02, que me deixou como o coração partido

        Tmbm não entendo essa postura de super talentosa + megabitch. Sempre achei que uma coisa servia para suprir as necessidades da outra… Lily é a minha nova Lindsay. Torço pela sua cabeça em uma estaca, à la GOT.
        Uma das apresentações mais inesquecíveis de Glee foi do Jesse St James, fato. AMO e na época lamentei por ele não ter ficado no elenco fixo. Humpf!

        Não dá mesmo para esperar a Fox passar por aqui. Como a gente faz para evitar os spoilers até lá?
        Não gosto nem de assistir o preview do próximo ep (que sai durante a semana, não aquele que passa no final de cada ep), para não descobrir antes quem é o convidado da semana (o que nesse 3 primeiros eps eu não consegui evitar e isso não por minha culpa)

  3. Jubs Says:

    Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao! Acabei de ver o 2×02 e ainda chorando repito: Não! Ela não! Me apeguei tanto nela #chorandolitros
    Quero dar na cara da Lily! E que coisa, aquela menina desistir assim, na segunda semana. Fraca hehehe Tadinha.
    Sério, coração partido agora #1minutodesilêncio

    • Essy Says:

      Horrível não? Fiquei tão decepcionado com essa eliminação. Humpf!
      Tmbm não aguento mais essa Lily, que em bitchness já superou até a Lindsay pra mim. WOO!
      Tenho muita preguiça de participante fraco que com 1 semana longe de casa já está chorando? ZzZZZ
      #VoltaDaniBeaver

  4. Jubs Says:

    Olha o que eu achei: http://www.youtube.com/watch?v=bK9pjb3mtTw&feature=related Já tinha visto? hehehe
    #VoltaDani

    • Essy Says:

      Pronto, agora acabei de recolher os cacos que sobraram do meu coração na semana passada e quebrei em mais 24555452 pedaços.
      Sério? #TEMCOMONAOAMAR?
      Maravileeeandra e além de tudo, cheia de humor. PÁ! (♥)
      Certamente, o grande erro de Uncle Ryan para essa temporada…

  5. Glee-ality « The Modern Guilt Says:

    […] temporada tivemos os temas Individuality, Dance-ability, Vulnerability, Sexuality, Adaptability, Fearlessness, Theatricality, Tenacity, […]

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