Downton Abbey, parte 1

Faz tempo que eu venho procurando uma série do tipo novelão, sabe? Do tipo que reunisse um pouco de tudo. Intriga, romance, jogos de poder, humor, vilanices, tudo em um pacote só. Até que me deparei com Downton Abbey, série inglesa que a gente tem ouvido falar muito bem atualmente, que vem ganhando diversas indicações nos mais variados prêmios e que certamente deveria ter o seu mérito. Por falta de tempo e por meu interesse em histórias de época não ser dos maiores (quando é muito histórico eu até gosto, mas não de tudo…), acabei deixando a série para assistir depois, aproveitando o marasmo da summer season, que é sempre um período entregue as moscas.

Mal sabia eu que estava prestes a me apaixonar perdidamente por mais uma série inglesa indeed. Eu sei, eu sei que eu tenho repetido isso bastante ultimamente e pode parecer até um exagero do meu sangue inglês falando mais alto (se jura?), mas acreditem, Downton Abbey merece mesmo toda a comoção em torno da riqueza e detalhes de sua produção, que chega a ser assustadora quando pensamos que essa é apenas uma série de TV e não um produto do cinema, como bem poderia ser. E o melhor de tudo, a série consegue ser tudo isso sem ser pedante, chata ou datada demais, o que já é uma grande vantagem quando falamos de algo que se passa em uma outra época.

Em Downton começamos em 1912, anos antes da Primeira Guerra Mundial, em um período marcado pela tragédia do Titanic e temos como plot central a vida de uma família nobre importante da região e sua rotina em Downton, herança que eles cuidam a todo custo para que permaneça sob os cuidados da família, que funciona dentro de uma sistema de hierarquia nos moldes antigos, por isso o drama. Dentro daquela casa de campo com um arquitetura lindíssima e de tirar o fôlego, temos muitos empregados, dos tipos mais variados possíveis. Alguns bem felizes com suas posições e agradecidos pelo oportunidade de servir, outros mais ambiciosos e cada um deles carregando uma história deliciosa, seja ela envolvendo o seu passado, que vamos descobrindo ao longo do tempo, ou até mesmo falando do momento presente de suas vidas na série.

Dentro da família Crawley, que são os donos do pedaço, também temos as mais adoráveis e diferentes criaturas, como o casal Robert (Hugh Bonneville) e Cora Crawley (Elizabeth McGovern), que são ótimos juntos, de uma foufurice absurda, apesar de não esconderem ou negarem que aquele casamento a princípio tenha sido arranjado por puro interesse (por parte dele), prática mais do que comum naquela época (só naquela época? Sei…). Juntos eles tem três filhas mulheres, o que dificulta a sucessão da herança da família, que naquela época (bem injustamente) era feita apenas através de um descendente homem, o que leva a família a se preocupar e muito com o futuro de Downton e de uma herança que eles cuidam como ninguém, que vai muito além apenas da propriedade em si.

Entre as filhas temos Lady Mary (Michelle Dockery), a mais velha delas e que estava noiva de um pretendente que acabou sendo vítima do naufrágio do Titanic (que é o acontecimento histórico que data o início dessa história). Mary é super ambiciosa, mas tem algo que vai além disso na sua personalidade conflitante. Ela não gosta de ser mandada e não aceita muito bem a ideia de ter que se casar por esse ou por aquele motivo, algo que ela vem sendo pressionada a fazer rapidamente por conta da herança da família, que é algo que ela não aceita muito bem sem que a decisão seja inteiramente dela. No começo, ela pode até parecer mais interesseira do que qualquer outra coisa, mas na verdade, no decorrer da história, vamos percebendo que Mary está mais do que certa em bater o pé e não aceitar que a sua herança acabe nas mãos erradas apenas pelo fato dela ser mulher, o que acaba nos revelando um outro lado da personagem, esse muito mais interessante e apaixonante até. Mary tem a alma de uma mulher livre, do tipo que quer ser dona do seu próprio nariz.

Com filha do meio temos Lady Edith (Laura Carmichael), que cai perfeitamente naquele velho estigma do filho do meio que acaba dividindo demais as atenções com os irmãos das pontas (rs) e sempre acaba se sentindo um pouco deixado de lado. O problema é que ela, apesar de se sentir injustiçada e até mesmo os seus pais reconhecerem que ela é prejudicada por ser a filha do meio (com aquele recurso do humor inglês que é sempre ótimo), Edith carrega também aquela competição eterna muito presente dentro do universo feminino, a qual ela nutre com todas as forças contra a irmã mais velha Mary, a quem ela julga não saber aproveitar as possibilidades que para ela nunca aparecem. Verdade é que Edith não só se sente como a filha injustiçada, como ela parece ter uma inveja imensa da felicidade alheia e está sempre torcendo para que as irmãs “mais perfeitas” se deem mal para que ela possa se sentir melhor. Edith tem a alma de uma velha amarga, que não tem forças para lutar a favor de si mesmo, buscando essa força que lhe falta na inveja, o que a leva a ser facilmente apelidada de Lady Envy, rs.

Representando os sonhos da juventude e uma visão de futuro, temos Lady  Sybil (Jessica Brown Findlay), a caçula do clã dos Crawley que é a foufurice em pessoa. Linda, ela é doce com os empregados e está sempre disposta a ajudar (AMO o plot dela tentando ajudar a empregada a perseguir o sonho de se tornar secretária). Cheia de opiniões e ideais, apesar de levar uma vida considerada fácil dentro do seu “castelo” cercado de empregados, Sybil é super politizada e uma grande ativista em prol dos direitos das mulheres, que naquela época eram tratadas como seres bastante inferiores (só naquela época? Sei…), sem direito a voto ou até mesmo uma voz mais ativa em diversas circunstâncias. E ela é a mais ousada de todas as filhas e quem tem uma visão mais adequada ao futuro, arriscando-se até a ser a primeira das três a usar calças em público em noite de jantar em família. Sybil tem a alma moderna, de uma jovem sonhadora que não se importa em lutar para alcançar aquilo que deseja para ela ou para os demais.

Ainda falando um pouco mais da família, temos uma outra personagem que não mora em Downton, mas que faz visitias constantes e sempre muito divertidas, que é a Condessa de Grantham, Violet Crawley, mãe do patriarca da família e avó de todas elas, que é deliciosamente interpretada pela excelente atriz Maggie Smith (I ♥ Professor Minerva). Sério, ela é impagável para a série. Impagável! Com uma inquietude no olhar e até nos trejeitos, sempre com aquele ar de nobreza que ela não perde por nada nesse mundo e sempre lutando para manter as tradições das coisas como ela acha que devem ser, a personagem é sempre um ganho em cena, mesmo quando intolerante e até mesmo com um olhar bem preconceituoso sobre as coisas. Mas ao contrário do que se possa imaginar, Violet apesar de ter fortes posições a respeito de tudo, as vezes bem equivocadas e questionar o tempo todo as mudanças da modernidade, a personagem se mantém bastante aberta a aceitar e entender que essas mudanças sejam inevitáveis em diversas áreas, dando um banho de jogo de cintura na terceira idade daquela família e mostrando que ela pode ser uma mulher muito mais moderna do que aparenta, desde que ela seja convencida do contrário.

E #TEMCOMONAOAMAR a reação da personagem com a novidade da energia elétrica, a qual ela acha um total desperdício e diz não estar acostumada ainda, ou quando ela experimenta pela primeira vez na sua vida a sensação de se sentar em um cadeira giratória? Fora a relação em conflito que ela mantém com a prima Isobel (Penelope Wilton), que chega trazendo o possível novo herdeiro de Downton, com a qual ela trava excelentes brigas de conhecimento, como quem é capaz de dar um diagnóstico mais preciso sobre um problema de saúde de um dos empregados, ou a batalha sobre quem manda mais no conselho do hospital local, ou até mesmo a disputa para ver quem é que tem o jardineiro capaz de criar a rosa mais bonita da região. Plots divertidíssimos que terminam com a resolução de “parte” da mágoa entre as duas no season finale, de onde eu espero que surja uma amizade em nome de um bem comum de interesse de todos, inclusive de todos nós.

E esse interesse todo fica por conta do personagem Mathew Crawley (Dan Stevens), ele que é o primo magia da família e que chega para assumir a sua parte na herança, uma vez que a família não tem nenhum filho homem. Ele que não é um nobre, mas aparentemente foi um homem muito bem educado, que recebe a proposta de ter uma grande mudança na sua vida do dia para a noite, que começa no momento em que ele aceita o convite para mudar-se para Downton. Mas Mathew tem outros interesses, ele trabalha nos dias de semana (o que eles consideram um absurdo e a Condessa chega a perguntar com um certo nível de espanto sobre o significado de “finais de semana”, rs) e que obviamente não é muito bem recebido por parte de Mary, que porque não é casada ainda, é para ele que ela vai perder a sua parte da herança.

A princípio ambos não se dão muito bem, mais por parte dela do que dele, que o considera um homem comum, impossível dela se interessar. Muito disso por conta de que existe um interesse no ar por conta de sua família, onde se ela acabar se casando com Mathew, seus problemas em relação a herança estariam todos resolvidos. Uma imposição que ela não aceita e ele até entende o porque, mas que ao mesmo tempo, começa a despertar um certo clima de romance no ar entre os dois, que é construído de uma forma linda e bem natural durante a temporada, onde acaba ficando mais do que evidente que eles foram feitos um para o outro. Mas é claro que nem tudo é tão simples assim e eles até ensaiam um começo para o final feliz dessa história, que acaba logo em seguida, com um outro momento bem importante da temporada que eu não preciso contar exatamente qual para não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu Downton Abbey.

Mas posso falar? Estou completamente apaixonado pelo casal Mathew & Mary, que rapidamente conseguiu ganhar o status do meu novo “Ross & Rachel” de época antiga, rs. Aliás, eu acho a Mary lindíssima e super entendo a personagem (além de me indentificar e muito com ela), mas é humanamente impossível terminar pelo menos essa primeira temporada da série inglesa sem não estar pelo menos um pouquinho apaixonada pelo primo Mathew. Sério. Te amo Mathew! (rs – ♥)

Do lado dos serviçais da família Crawlie, também temos ótimas figuras que são divertidíssimas e muito bem exploradas, mesmo quando em papéis menores (que são menores não por serem serviçais, tipo a Lady Edith, por exemplo). Fato é que Dowton Abbey não é uma história apenas sobre uma família rica que tem vários empregados e sim uma grande história sobre todas as pessoas envolvidas nessa trama e suas relações, sejam elas nobres ou não. E tem de tudo naquele lugar, desde as empregadas mais especiais, que dedicam a sua vida ao trabalho e acabam abdicando do sonho de constituir uma família ou uma vida fora de Downton, como a adorável Anna (Joanne Froggatt) e a Mrs Hughes (Phyllis Logan), que são super queridas com todos eles, ou tipos mais voltados para o lado negro da força que quase não conseguem enganar ninguém, sempre muito ambiciosos e visando lucrar de alguma forma com a proximidade do seu trabalho com aquela família, como os odiosos Thomas (Rob James-Collier, que o que tem de maravileeeandro tem de megabitchness) e a Sarah O’Brien (Siobhan Finneran, feia, amarga e má, rs), que como vilões da trama as vezes parecem ser apenas pessoas amargas ou revoltadas com suas condições inferiores, mas que acabam nos revelando que são realmente pessoas de caráter bem duvidoso. (imperdoável o que a Sarah fez, mesmo se arrependendo logo em seguida…)

Mas é bem bacana ver a forma como aqueles empregados dedicam o seu tempo ao trabalho que parece nunca ter fim dentro daquele lugar gigantesco e cheio de normas e regras. Um trabalho que precisa ser impecável aos olhares dos chefes de todos eles, Mr Carson (Jim Carter, que quem diria que teria uma passado daqueles hein? rs) e da Mrs Hughes, que parece durona no comando da ala feminina, mas que é uma foufa e tem escondido no seu passado uma história linda de amor. Entre eles ainda temos o doce William (Thomas Howes), que mantém um amor platônico pela Daisy (Sophie McShera), ajudante apatralhada da excelente e estressada cozinheira Mrs Patmore (Lesley Nicol), que também passa por maus bocados durante essa temporada e que não mais do que justamente, é totalmente amparada pela família. Sem contar o motorista socialista, que já começou a dar indícios de uma paixão por Sybil, com quem divide alguns interesses em comum, assim como o misterioso Bates (Brendan Coyle), que chega como um velho conhecido do Robert, mas que ainda mantém alguns segredos que nos são revelados aos poucos durante a temporada.

E essa relação entre patrão e empregado em Downton Abbey é muito bem construída também, onde fica sempre bem claro a gratidão que aquela família tem com os seus empregados e vice versa, mesmo sem que isso fique muito evidente a todo momento. Alguns conseguem perceber isso de imediato e passam a ter uma relação linda com seus patrões, como é o caso da cumplicidade da Anna ou da Gwen com as filhas do casal, enquanto outros, preferem se distanciar dessa proximidade, sem deixar se envolver demais com a situação, a não ser para tirar algum proveito daquilo tudo, como o Thomas, que não mede esforços para sair da sua vida atual, roubando e tentando ganhar qualquer vantagem com o privilégio de informações que ele recebe em Downton, assim como a O’Brien, que se sente inferiorizada, pouco querida dentro daquele cenário e por isso resolve tomar atitudes de pura crueldade, quando em uma dessas situações (a mais cruel delas) a empregada recebe de troco um tapa na cara em formato de elogio à sua importância para aquela família, que ela não foi capaz de perceber antes e agora tem que conviver com esse grande remorso em sua vida cada vez mais amarga. (bi-a-tch)

O bom é que de tudo acontece em Downton, onde as correspondências correm solto com as fofocas mais sórdidas daquele lugar, isso até a chegada do telefone agora no season finale, que deve mudar um pouco a forma de se espalhar a informação aos quatro cantos da região. E temos tudo mesmo ali, fofoca, intriga em família, plots religiosos, políticos, romances lindos, aquela dinâmica de sempre entre empregado e patrão, amantes turcos morrendo do nada no meio da noite (sabemos que foi vc, Thomas) e empregados que se atracam com os pretendentes da filha do patrão (vimos que foi vc, Thomas). Sem contar o charme de um época que não vivemos, cheia de regras de comportamento e até mesmo de educação e respeito, coisas raríssimas de serem vistas hoje em dia.

Mas é bacana como toda a história da série na verdade é bem mais simples do que pode parecer e suas resoluções todas não poderiam ter sido melhores, pelo menos não nessa Season 1. Tudo é tratado de forma bem simples e acaba funcionando mesmo assim, o que eu não acho que seja apenas mérito do nosso interesse em um tempo que não vivemos e sim uma qualidade que se encontra naquele texto delicioso, que além de ser super bacana, é também super ágil e bem dinâmico, onde há espaço para todos se destacarem nessa que já se tornou a minha série novela do momento. E que atores sensacionais, não?

Ao final da Season 1, tivemos importantes resoluções para todos os personagens, onde nada que nos foi proposto ficou pendente, além de um plot bem triste para a família, o que acabou afetando inclusive a relação entre o casal Mathew e Mary (para meu desespero), que se não fosse pelas influências externas, já poderiam ter resolvido essa situação. No final, chegamos ao ano de 1914, dois anos após a data de início da série, onde terminamos a temporada com o anúncio da notícia da chegada da Primeira Guerra Mundial, com os ingleses se declarando em guerra contra a Alemanha em um momento que certamente deverá afetar os rumos da próxima temporada, que eu começo a assistir assim que terminar de escrever essa review, rs. E apesar de avançarmos dois anos a frente dessa história, a série inglesa tem apenas sete episódios em sua primeira temporada, onde parece até impossível eles terem conseguido desenvolver tantas histórias de forma tão completa em um espaço de tempo tão curto como esse. Mas acreditem, eles são ingleses, que não tem o costume de se atrasar ou nos enrolar com episódios medianos ou fillers e mesmo com uma temporada enxuta dessas, conseguem nos entregar essa delícia de série, que justifica toda e qualquer comoção em torno do seu nome.

E a minha maratona continua indeed, onde eu fico feliz de ter mais uma temporada já exibida para acompanhar nos próximos dias, em uma Season 2 com oito episódios + um especial de Natal e já estou super ansioso para o começo da Season 3, que estreia ainda nesse semestre do lado de lá. Lembrando que a sua primeira temporada começou a ser exibida em Maio por aqui, no canal Globosat HD (pertinho do meu niver, o que só pode ter sido um presente. Thnks Família Crawley, rs) e já foi anunciado que o DVD com a Season 1 será lançado no Brasil até o final de 2012, ou seja, mais um para a nossa coleção indeed. Mas o melhor de tudo isso é saber que Downton Abbey já tem os contratos de boa parte de seu elenco muito bem renovados e garantidos até uma Season 5, ou seja, por enquanto não precisamos nem nos preocupar com o fantasma do cancelamento. Howcool&britishisthat?

E se vc conseguir assistir a esse promo sem ficar arrepiado em partes do seu corpo que vc não havia descoberto ainda, considere-se uma pessoa desalmada indeed.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

20 Respostas to “Downton Abbey, parte 1”

  1. Bruno Says:

    Terminei de assistir a Season 1 ontem pelo Globosat HD.
    É tudo isso que você falou mesmo,muito bom.

    A cara da O’Brien quando descobre que a nova maid era pra Condessa de Grantham e não para subistituí-la…incrível!

    Que venha Season 2 e a guerra.

    • Essy Says:

      Sensacional, não?
      Acabei hoje a Season 2, chorando litros com o final.

      A cara da O’Brien foi mesmo ótima naquela cena. Mas talvez a culpa lhe faça bem…

      Vou escrever sobre a Season 2 em breve, mas já adianto que ela foi ainda mais especial e se de tudo já aconteceu durante a primeira temporada, multiplique esse volume de plots por 10 durante a segunda.

      ps: cenas lindíssimas da guerra viu? Prepare-se!
      ps2: o Globosat HD vai estrear a Season 2 em Novembro

  2. larissarusso Says:

    Downton é linda mesmo, mas Sherlock é melhor, haha *eterna intriga* =P
    O que eu acho mais incrível é como, em poucos episódios, acontece muita coisa!!! A série não é monótona. Só de pensar o tanto que acontece na segunda temporada… corre e assiste logo!
    =***

    ps: amooo o Thomas e o Matthew ♥

    • Essy Says:

      Estava nessa discussão um dia desses, declarando que Sherlock é mesmo a melhor série de TV atualmente, não tem jeito. rs

      Mas Downton Abbey é excelente tmbm. Aliás, gosto tanto das séries inglesas e juro que não fui vendido apenas pelo sotaque indeed, rs

      Corri, terminei de assistir a Season 2 e comento tudo em breve. E como acontecem coisas naquele lugar, não?

      ps: Thomas é boy magia negra, mas merece um Höy, claro. E #TEMCOMONAOAMAR o Mathew? Só amor! HÖY!

  3. Cleo Says:

    Sempre me admiro com a capacidade de síntese dos roteiristas de séries americanas que contam uma boa estória em 45 min. e agora incluo nesta admiração os ingleses, que eu já amava pelos filmes com aquele humor britânico, que em 7 eps arrasaram. Como assisto pelo Globo HD, espero que não demorem 01 ano para a 2º temporada.

    • Essy Says:

      E isso é o que eu mais gosto na TV inglesa, que é o fato deles não enrolarem nada para contar suas histórias. Praticamente não existem eps fillers por lá e isso os americanos poderiam tomar como lição, não? (parece que eles estão tentando, com a redução de eps da maioria das novas temporadas…)

      No Globosat HD, a Season 2 começará a ser exibida em Novembro desse ano. (acabei de assistir e já adianto que ela foi ainda mais sensacional do que a primeira)

  4. Sofia Nóbrega Says:

    Ok, Essy! Começo a baixar amanhã já! 😀

  5. A lista mais do que justa com os vencedores do TCA Awards 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Meu amor inglês do momento. Terminei de vez a Season 2 e já escrevi a parte 2 de Downton, que entra em breve… (e a parte 1 está aqui) […]

  6. Downton Abbey, parte 2 « The Modern Guilt Says:

    […] Novembro desse ano (a primeira temporada acabou de ser encerrada, praticamente quando eu escrevi o meu post a respeito da Season 1) e na mesma época, o DVD da primeira temporada será lançado por aqui. (e vai direto para a minha […]

  7. Homeland Season 2, o trailer « The Modern Guilt Says:

    […] o detalhe de que eles usaram a mesma trilha do excelente e inesquecível promo da Season 1 de Downton Abbey (e eu acho que Homeland não precisava disso e poderia ter usado outra música do […]

  8. Downton Abbey, os promos « The Modern Guilt Says:

    […] quiser se atualizar antes do começo da nova temporada (o que é sempre bom) temos aqui a review da Season 1 e da Season […]

  9. Lucas Santtos Says:

    Excelente texto!
    Baixei a primeira temporada esses dias por indicação de alguns colegas, mas ainda não peguei pra assistir. Os vídeos que assisti me fizeram ficar bastante interessado pela série e agora seu texto só fez isso aumentar. O bom é que são poucos episódios nessa primeira temporada, então dá pra ver rapidinho!

    @lucas_santtos

    • Essy Says:

      Thnks!
      Eu demorei muito para começar a assistir Downton e me arrependo amargamente por isso. (ainda mais se eu lembrar tudo que passei na frente, rs)
      Mas Dowton Abbey é sensacional mesmo e é super fácil de encarar, por ser curtinha e objetiva, o que nós devemos agradecer aos ingleses por isso.
      A segunda é maior por um ep, além do episódio de Natal, o que no final das contas acabou sendo absolutamente justificável!

  10. Downton Abbey Season 3, o trailer « The Modern Guilt Says:

    […] Não conhece a série ou não se lembra mais de tudo que já aconteceu? Ok, aqui está uma ajuda: Season 1 e Season […]

  11. Renovou! Downton Abbey ganha a sua Season 4 « The Modern Guilt Says:

    […] iremos falar da Season 3 de Downton Abbey aqui no Guilt como fizemos com as outras duas temporadas(Season 1, Season 2), mas só depois do Especial de Natal desse ano, […]

  12. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Season 1 […]

  13. Downton Abbey, parte 3 « The Modern Guilt Says:

    […] para a série em si, que com essa morte acabou perdendo a sua melhor história de amor desde a Season 1. […]

  14. Flávia Soares Says:

    Nossa, mas eu amei o seu texto. Olha, pra quem ainda não assiste a série, não tem como não ter pelo menos, o mínimo de interesse depois de ler. Eu sou completamente apaixonada pela série. Confesso que demorei também pra assistir, sempre via as chamadas, mas nunca parava realmente pra dar atenção. Mas uma vez, estava sentada em frente a tv sem fazer nada e parei em um episódio. Assisti inteiro e minha primeira paixão, foram os figurinos de época, eu amo essas coisas de época! Daí, descobri que era uma reprise e comecei assim, assistindo reprises, porque na semana era muito difícil de acompanhar. E não me arrependo! Ainda estou pondo em dia a primeira temporada, mas estou acompanhando desde o meio da segunda. E hoje estréia a 4ª, estou ansiosíssima! Beijos.

    • Essy Says:

      Não tem mesmo como não acabar apaixonado por Downton, ou quem sabe pelo menos sonhar em tirar umas férias por lá.
      Também demorei um pouco para começar a assistir a série, mas agora não consigo mais largar, apesar de todas as perdas no elenco e ou qualquer outra coisa. (o que de certa forma, nem acabou prejudicando muito a série)
      Figurinos, ambientação, história, tudo se encaixa perfeitamente. Gosto muito da linguagem também, que apesar de ser bem fiel a época, nos deixa com a sensação de que eles são bem modernos também, se é que podemos falar de modernidade nesse caso.
      Estou devendo um post sobre a Season 4, mas logo deve sair. Smacks!

Deixe uma Resposta para Downton Abbey, parte 2 « The Modern Guilt Cancelar resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: