Lars And The Real Girl – O dia em que o Ryan Gosling roubou de vez o meu ♡

E quando eu achava que seria praticamente impossível conseguir gostar ainda mais do Ryan Gosling (pelo menos ainda a distância, rs), eis que eu finalmente resolvi assistir “Lars And The Real Girl” e me encontrei extremamente surpreso com a sua atuação super especial para esse papel que necessitava de um bom ator para que ele pudesse ser levado a sério, além do filme por si só já ter valido muito a pena, o que eu mais que recomendo para vc que não tenha assistido ainda. Alugue e nunca mais devolva na locadora (me encontrei nesse dilema, porque ao que tudo indica, o DVD não existe por aqui para venda)

Quebrando uma tradição que eu venho colocando em prática já tem alguns anos que é a de assistir “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain” no dia do meu próprio aniversário, esse ano eu resolvi fugir dessa obrigação (odeio quando esses rituais ganham cara de obrigação, sabe?) e me permiti passar o restinho dessa data ao lado do Ryan Gosling, afinal, mesmo que eu continue achando que o filme francês foi feito para mim (dentre alguns outros, rs), nada melhor do que a companhia do boy magia mágica do momento para aquele fim de noite, mesmo que em formato apenas de DVD, rs. (ao escrever esse último parágrafo eu percebi que a minha vida pode parecer triste para algumas pessoas então, desconsiderem essa impressão, rs).

E não é que eu acabei me deparando com um dos melhores trabalhos do próprio Ryan? Sem exagero. Esqueçam o que vcs viram em “The Notebook” “My Blue Valentine” ou até mesmo em “Drive” e preparem-se para viver a paixão mais improvável de todos vcs.

Primeiro que ele me aparece completamente adorável durante todo o longa, mesmo se encontrando visivelmente fora do seu peso (o que nem assim se torna um problema. Höy!), sem muito o apelo da vaidade, encarnando um homem que visivelmente só podia ter algum tipo de problema. Solitário, morando na garagem da casa do seu irmão, Lars (Ryan ♥ Gosling) tem aquele perfil meio loser perturbado que todos nós adoramos e é do tipo de pessoa reclusa socialmente, acostumado com a sua rotina da casa para o trabalho, com visitas dominicais a igreja e só. E apesar das poucas palavras e de toda a estranheza do personagem, todos a sua volta parecem se importar com ele, tentando pelo menos incluí-lo em uma atividade social de vez em quando, na tentativa de fazê-lo se sentir pertencendo a alguma coisa.

Mas vamos combinar que o plot central do filme não é muito fácil de se aceitar, quando a sua proposta é a de colocar um homem adulto se relacionando com uma boneca, dessas que chegam a imitar assustadoramente algumas características humanas como a textura da pele, o peso e algumas até mesmo a temperatura do corpo e geralmente são usadas para outros fins (EW!). E tudo isso, por mais estranho que possa parecer, só colabora para que o filme fique ainda mais especiall, principalmente pela forma sensível e super bem cuidada que essa história foi conduzida pelo diretor Craig Gillespie em 2007, ele que foi o também o diretor do remake de “A Hora do Espanto” e que também chegou a dirigir alguns episódios da excelente série United States Of Tara. 

Apesar do assunto ser sério, o filme é todo construído no fundamento da dramédia que tanto anda fazendo sucesso em Hollywood de uns anos para cá. Apesar disso, não consegui me conter de tanto rir com aquele primeiro jantar na casa do irmão de Lars, que marcava o primeiro contato da sua família com Bianca, a boneca que além de tudo tinha uma história onde segundo Lars, ela era um missionária metade dinamarquesa, metade brasileira (adorei o detalhe, rs), cadeirante e extremamente religiosa. E a reação do seu irmão e da sua cunhada nesse momento do primeiro contato totalmente inesperado com essa realidade do Lars foi a mais sincera possível, com ambos ficando completamente de boca aberta e extremamente constrangidos com ele tratando aquele pedaço de plástico como uma pessoa de verdade, isso com a maior naturalidade desse mundo, onde sua família a partir daquele momento, passou a considerar a ideia de que Lars teria perdido o juízo de vez. (o que foi ele comendo do prato dela para fingir que a boneca estava adorando a comida?)

E é a partir daí que a história vai se tornando ainda mais interessante, com o tratamento pelo qual ele começa a passar com a sua psiquiatra já no dia seguinte e logo pela manhã, tamanho o desespero da sua família ao encontrá-lo vivendo com uma boneca como se fosse uma pessoa de verdade. Psiquiatra que ele imagina ser a médica da Bianca e que acaba sugerindo que para ele passar por esse tratamento psicológico, sua família precisa aceitar aquela relação que ele mesmo havia criado com a boneca. Consequentemente a partir disso, a cidade inteira passa a conviver com essa parte da vida de Lars, com ele circulando nos mais variados cenários, sempre na companhia de Bianca, ela que como toda boa religiosa frequenta até a missa de domingo, outro momento que eu não consegui me controlar de tanto que eu ri. Sério. (jamais teria essa reação caso conhecesse alguém passando pelo mesmo drama, afinal, sou uma pessoa sensível)

O bacana de tudo isso é que pelo carinho que aquelas pessoas da cidade tinham com Lars e toda a sua família desde muito tempo, todos passaram a agir normalmente com o personagem e a sua nova companheira, talvez até pelo fato de que pela primeira vez em muito tempo, ele parecia estar vivendo fora da sua própria bolha, se permitindo um pouco mais, apesar do fato de que para isso ele tenha criado uma “nova bolha”.

Engraçado que eu não esperava que o filme fosse tão sensível a esse ponto e cheguei a ficar realmente comovido com o envolvimento de todas aquelas pessoas da cidade com a história de Lars. AMEI a line de uma das personagens, a mulher mais velha do grupo da igreja, jogando na cara de todo mundo o quanto cada um deles também escondiam de esquisito, então porque não ajudar alguém como Lars?

A forma como a história nos é apresentada também é muito especial, onde vamos ganhando detalhes que nos ajudam a compreender melhor o atual estado da mente de Lars, com o seu passado trágico envolvendo a sua mãe, que havia morrido no seu parto, além da companhia do pai depressivo perto do final da sua vida. Bonito também foi ver o irmão revelando a sua parcela de culpa dentro daquele cenário, ele que é o principal personagem contra o tratamento proposto pela doutora, mas que mesmo assim acaba se comprometendo com a “realidade” do irmão, a ponto de ser ele o responsável por colocar Bianca na cama, respeitando assim aquele problema, mesmo que ele não o conseguisse entender.

Mas ao mesmo tempo que o personagem vai ampliando os seus horizontes, saindo mais de casa, frequentando lugares que antes ele jamais seria visto, uma relação de carne e osso começa a chamar cada vez mais a sua atenção. E essa relação fica por conta de Margo, uma garota adorável da vizinhança que sempre teve o seu olhar voltado para o Lars e embora tenha investido por diversas vezes na tentativa de convidá-lo para sair, nunca obteve muito sucesso, infelizmente. Isso até ela passar a  ser cobiçada por outro, o que acaba despertando o ciúmes/interesse dele. Sabe aquilo que vc não queria até alguém colocar a mão? Então…

E esse comportamento meio infantil é até reconhecido como tal pelo próprio personagem, quando ele chega a questionar o irmão sobre quando ele havia percebido que ele já era uma homem e não mais um menino, onde mesmo deixando o irmão mais uma vez desconfortável, ele  acaba recebendo uma das respostas mais foufas possíveis.

Ao mesmo tempo que os olhos de Lars passam a se interessar também por Margo, a quem antes ele sequer olhava, a sua relação com Bianca vai ficando cada vez mais distante. Muito disso por culpa dos próprios habitantes daquela cidade, que começam a desenvolver plots sensacionais para a rotina da boneca, como um trabalho de meio período, aulas disso ou daquilo, colaborando assim para que ele passasse cada vez menos tempo com a sua amada e pudesse assim encontrar uma resolução para o seu problema. E é simplesmente sensacional quando ele surta de ciúmes pela fato da boneca não estar mais disponível para ele o tempo todo e acaba ganhando um sermão feminista daqueles bem apropriado, da mesma senhora da igreja que eu já mencionei anteriormente.

O filme ainda conta com momentos pra lá de foufos, como Lars levando Bianca para um passeio perto do lago, onde o Ryan Gosling acaba roubando a cena cantando uma música com a sua linda voz, tudo isso do alto da casa na árvores de Lars. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? E eu que achava que não caberia mais foufurices nessa história, acabei me encantando ainda mais com a cena em que ele tentou (com sucesso) ressuscitar o ursinho de pelúcia da Margo, que havia sido enforcado pelo outro colega de trabalho dos dois. Sério, vou repetir mais uma vez: #TEMCOMONAOAMAR? Eu sei que falando assim pode até parecer tudo meio bobo, mas acreditem que no filme isso tudo é tratado com uma delicadeza fora do comum, onde o personagem não fica nem de longe caricata ou qualquer coisa do tipo.

Apesar da forma relativamente fácil com que todas as pessoas ao seu redor lidam com aquela situação mega inusitada, o que é perfeitamente justificável já que ele tinha uma relação de anos com todos eles, essa questão mais séria do transtorno comportamental do personagem não é descartada e na terapia, conseguimos descobrir de onde vinha toda aquela necessidade de reclusão do personagem e como ele se sentia ao ver o seu espaço sendo invadido por um simples toque. Nessa hora, eu que já considerava o Ryan Gosling como um dos maiores atores da sua geração, fiquei ainda maio encantado como a forma profunda como ele carregou os problemas daquele personagem e isso sem perder a doçura, onde era possível perceber o seu total desconforto e inclusive a sua dor enfrentando a sua maior dificuldade. Sem essa profundidade seria impossível por exemplo, conseguir se emocionar e compreender o que significava para aquele cara deixar alguém tocar a sua mão pela primeira vez, como aconteceu naquela cena mais do que foufa do encontro no boliche ao lado da Margo.

Durante a terapia, ele ainda acaba revelando um detalhe que é bastante importante para o seu personagem, que é quando ele diz que ele acha que é a sua cunhada quem deve ter algum problema, porque ela está sempre querendo agradar, sempre querendo a companhia de alguém, sempre incomodada com o fato dele querer ficar sozinho o que na verdade, era exatamente o contrário da sua própria forma de se relacionar com a vida e por isso ambos não conseguiriam nunca se compreender sem ajuda.

E como mesmo com tudo isso acontecendo Lars seguiu resolvendo suas questões todas, chegava cada vez mais próximo o momento da despedida de Bianca, que em um determinado momento não se fez mais necessária para a vida de Lars. E foi linda a forma como mais uma vez a cidade inteira ficou ao seu lado, ajudando o personagem a passar por aquela situação, que eles sequer entendiam, mas que nem por isso deixavam de colaborar. Engraçado vc pensar que até um funeral para a boneca foi organizado, de tamanho envolvimento daquela comunidade para com o personagem. Apesar de parecer super estranho tudo isso, ficou bem claro no final, quando o padre disse que Lars havia pedido para que ninguém usasse preto naquela ocasião porque aquele era um funeral diferente e nessa hora, eu acho que ficou bem claro o quanto ele acabou tendo consciência de toda aquela situação, que tinha tudo para ser tratada com pouco caso, mas que no final acabou ganhando o tratamento super delicado que merecia.

Aliás, o final não poderia ter sido mais foufo, com ele mesmo convidando a Margo para uma camihada a dois, pela primeira vez depois de tanto tempo. Mais do que merecido, vai?

Com isso, fico feliz em ter mudado uma tradição de tantos anos na minha vida, tendo ganhado de mim mesmo de presente essa delícia de “Lars And The Real Girl”, nesse dia que é sempre tão especial. Recomendo que mesmo que não seja o aniversário de vcs, que quem ainda não viu esse filme, que não perca mais tempo e vá já procurá-lo porque ele é mesmo bem especial. E para quem já viu, que sinta vontade de assistir de novo, porque uma história como essas vale muito a pena ser revista de vez em quando.

E por tudo isso, vou aqui declarar publicamente que com “Lars And The Real Girl”, o Ryan Gosling acaba de roubar de vez o meu coração. Está aqui (♥), pode levar, Ryan!

ps: AMO o Ryan Gosling como vcs já devem ter percebido aqui no Guilt, por seu trabalho em “Blue Valentine”, “The Notebook”, “Crazy, Stupid, Love”“Drive”, mas se algum dia na vida eu encontrasse com ele, seria por “Lars And The Real Girl” que viria o meu abraço/beijo/afofada/declaração de amor mais sincera. (bem, não só por isso… Höy!). Clap Clap Clap!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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12 Respostas to “Lars And The Real Girl – O dia em que o Ryan Gosling roubou de vez o meu ♡”

  1. Bruna Says:

    Melhor filme do Ryan com certeza assisti a um tempo e me lembro bem daquela sensação de “pureza” que o Lars nos passa é incrível hehe assim que terminei de ver o filme a primeira coisa que eu pensei foi em como Ryan é injustiçado não só pela academia mas também pelo grande publico que acham que ele só um rostinho (e um corpitcho) mais que bonito no cinema, e a segunda coisa que me passou pela cabeça foi que a macumba da Evil é forte mesmo pq pra ela pegar esse homem vou te falar viu. Beijinhos Essy

    • Essy Says:

      Concordo. Fiquei tão surpreso com o filme, com a atuação delicadíssima do Ryan, com uma pureza no olhar que é realmente das mais especias. E o filme é todo assim, o que faz dele uma obra única, delicada e sensível como poucas.
      Acho uma pena que as pessoas ainda pensem dessa forma. Mas ele está ai, firme e forte e vem provando que é muito mais do que toda a sua magia (e olha que em “Lars” ele nem está na sua melhor forma, mas quem se importa?). Aliás, o seu talento só colabora para o seu nível de magia tomar um patamar ainda mais alto do que os demais. Höy!
      Smacks!

      ps: Evil tem um sapo albino enterrado no jardim da casa dela que nós bem sabemos. Xocotô!

  2. Sofia Nóbrega Says:

    Own! Eu já tinha visto. É de uma delicadeza fora do normal mesmo! E achei muito bonito quando alguém diz (acho que foi o padre) numa reunião que eles estavam tendo pra saber como tratar o problema: “O que Jesus faria nessa situação?” Lars foi um rapaz de sorte por ser rodeado de tantas pessoas boas.

    • Essy Says:

      Uma delicadeza que impressiona até, não? Ainda mais se a gente pensar nesse plot, que tinha tudo para ser meio “ridículo”
      Lars teve sorte mesmo. Sem aquelas pessoas todas, certamente essa história seguiria outros caminhos…
      (♥)

  3. larissarusso Says:

    achei super interessante e baixei assim que tu postou. resultado: ameeeei! o filme é muuuito bom e o ryan teve A chance de mostrar que é bom ator! *olha que nem gosto mesmo dele, haha*
    =***

    • Essy Says:

      Ótimo neam? Queria tanto ter em DVD…
      E o Ryan acertou em cheio nesse papel, na sutileza, na loucura, na doçura. Estava ótimo em todos os sentidos, até estando bem mais gordinho, rs. E quem se importa com um detalhe desses com tamanha magia, me diz?
      (♥)

  4. ligya Says:

    Confirmou! Lembro que em um dos MUITOS posts do ano passado dedicados ao Ryan aqui no blog eu fiz um comentário sobre esse filme, dizendo que mesmo o Ryan bombando com Drive (adoro Ryan e Corey <3) e no filme do George, Lars And The Real Girl ainda era o meu preferido dele (não só por causa dele) e você disse que sabia do filme, mas que ainda ia assisti. Eu comprei o dvd pirata pela capa e pra mim era mais um comédia besta, porque né ? Olha essa capa… E também porque ainda não sabia do nível do Ryan. É realmente uma dramédia, lembro que ficava rindo muito das cenas com a Bianca (a vida social dela mais movimentada que a minha kkkk) e do Lars, mas sei lá, mesmo achando graça no Lars, logo depois do riso, vinha o pensamento que na verdade aquilo era bem triste (dava vontade de abraça ele bem forte) um filme muito sensível mesmo.

    • Essy Says:

      Confirmou mesmo! E desde já agradeço por vc ter me lembrado de dar uma chance para essa delícia de filme. THNKS!
      Que coisa mais adorável não?

      Não tem como não passar a ficar ainda mais apaixonado pelo Ryan depois de “Lars And The Real Girl“. Simplesmente, não tem!
      A capa realmente não ajuda e a sinopse muito menos. Mas ai vc coloca seu pj na noite do seu niver, se atraca com aquela barra de chocolate poder e se encanta com tamanha delicadeza, das mais improváveis possíveis.
      E a sensação é exatamente essa. Um mix de fortes gargalhadas nos momentos ao lado de Bianca (que tem a vida mais agitada do que a minha e a sua juntos) e depois logo vem aquele aperto no coração, por entender o quão séria é aquela situação para aquele personagem. Dramédia da melhor qualidade.

      Coisa linda. Só não vou dizer que senti vontade de abraçá-lo (o que é claro que eu senti), porque seria quase como um “abuso” com o Lars, rs. Digamos que eu me contentaria com um olhar foufo e um aperto de mão nesse caso.
      Já considero andar com um ursinho enforcado dentro da bolsa, no caso de encontrar com um Ryan perdido em qualquer esquina. Não custa sonhar! (é isso e um ukelele tmbm, no caso dele preferir que a gente faça a nossa performance de “You Always Hurt the One You Love”. Deixo para ele decidir na hora, rs)

  5. Dani Sá Says:

    Assisti por sua causa…amay,choray…s2 Essy! , sem mais!

    • Essy Says:

      AMO quando eu consigo influenciar o universo para o bem. Ainda mais com um filme como esse, que merece ser visto e revisto. (♥)

  6. Don’t want your picture on my cell phone/ I want you here with me/ I don’t want your memory in my head, no/ I want you here with me « The Modern Guilt Says:

    […] contar o plot do vídeo, seguindo o fundamento de “Lars  And The Real Girl”, só que de uma forma mais Tim Burton de ser, digamos assim, […]

  7. The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos « The Modern Guilt Says:

    […] assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa […]

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