Glee-ality

Encerramos essa segunda temporada de The Glee Project com um lindo baile de formatura, seguindo os próprios rumos da série que encerrou recentemente a sua Season 3 da mesma forma e que é de onde o reality é um derivado, em uma noite onde finalmente ficamnos sabendo quem foi escolhido para ser rei ou rainha do baile e agora, depois de passar novamente por essa experiência deliciosa que é assistir TGP, já podemos dizer que estamos todos devidamente graduados. Mas será que tivemos um resultado feliz?…

Nessa temporada tivemos os temas Individuality, Dance-ability, Vulnerability, Sexuality, Adaptability, Fearlessness, Theatricality, Tenacity, Romanticality e Actability, dez etapas que nos trouxeram aquela sensação que a gente AMA sentir enquanto assistimos TGP, onde nos envolvemos com seus personagens, que nada mais são do que pessoas talentosas porém normais, algumas com histórias mais interessantes, outros nem tanto, mas com todos eles dividindo algo em comum que é o sonho de fazer parte de Glee. Torcemos por eles, sofremos, ficamos com os corações apertados ou vibramos como se não houvesse amanhã quando alguns deles foram eliminados, tudo isso para chegar em Glee-ality (2×11) que finalmente escolheria um único nome entre os três concorrentes que sairia como o grande e único vencedor da Season 2 The Glee Project. (e nós esperamos que a série dure por muito mais tempo, assim ganhamos mais edições do programa. Tipo promoção, leve 2 pague 1, rs)

Claro que novamente tivemos uma excelente temporada, não só por tudo que nós já conhecemos e AMAMOS do melhor reality dos últimos tempos e sim porque tivemos ótimos candidatos para torcer durante essa Season 2. Ótimos, não muitos. Começamos com 14 competidores, um número maior do que a temporada anterior, o que já indicava que essa Season 2 seria diferente, mais numerosa, além do detalhe que eles faziam questão de reforçar a todo momento de que dessa vez, apenas um deles seria escolhido como vencedor. DRA-MA. Ou seja, quanto mais participantes, mais duraria o nosso sofrimento.

Sofremos quando vimos a Dani sendo eliminada ainda tão cedo na competição, achamos justo quando finalmente chegou a hora do Tyler dizer adeus por falta de talento e muito justa também foi a eliminação do Mario, que tinha um ego enorme, que ainda precisa ser trabalhado. Depois disso voltamos a sofrer quando ficamos viúvos do Charlie, que até agora a gente não conseguiu entender o porque dele ter sido eliminado tão cedo, ainda mais com todo aquele talento (tem como esquecer a sua versão de “Fix You” do Coldplay?) e carisma que poderia ter facilmente o levado até a final. Depois tivemos uma sequência de dar sono, que foi o combo Nellie (ZzZZZ) e a dupla Abraham e Shanna, que poderiam ter saído de uma forma melhor (de preferência todos juntos e de mãos dadas, rs), sem apelar por puro desespero na reta final e ter amargado aquela vergonha que nós bem vimos. (a dele então, foi bem pior do que a participação fantasma dela…BOO!)

Até chegarmos a eliminação mais sofrida de todas, porque foi covarde e não nos deixou digerir direito nossas emoções, com o nosso grito de #FORALILY (ela que foi o “projeto de megabitch” da vez e que acabou nem dando muito certo até mesmo por esse lado) ficando preso na garganta porque quando o nosso maior sonho dessa temporada finalmente havia se tornando realidade, junto com ele chegava o pesadelo, com a eliminação do Michael, que sempre foi um foufo (meu preferido ao lado do Charlie entre os meninos) e mesmo assim prejudicadíssimo pela Nikki no estúdio semana pós semana (que essa sim foi a grande vilã da temporada) e que no momento onde ele conseguiu ganhar algum destaque e entregar um excelente trabalho com a sua performance, acabou sendo também a sua despedida. Uma eliminação parte injusta (Michael) e parte justíssima, com a Lily finalmente deixando a competição, não como a gente sonhava, mas que pelo menos aconteceu. Ufa! (foi difícil…)

Mas aí chegamos a final, com Blake, Ali e Aylinda, nessa ordem no palco, tensos e aguardando a decisão final do Ryan Murphy, que estava visivelmente confuso nessa reta final e parecia mesmo não saber o que fazer. Mas espera ai, isso até a gente descobrir o resultado juntamente com a sua justificativa, que foi quando acabamos entendendo que na verdade, tudo aquilo parecia estar muito mais do que programado para acontecer e talvez o próprio Ryan Murphy esteja se revelando como um bom ator. Mas depois eu explico esse plot…

Como convidado da semana, tivemos ele que na minha opinião sempre foi a grande estrela de Glee: Chris ♥ Colfer. Awnnn! (#SÓAMOR)

SIM! Kurt finalmente apareceu em TGP e é claro que foi uma total comoção entre o grupo inteiro, que dessa vez estava todo reunido novamente (exceto pela participante que pediu para sair, que eu não lembro mais o nome porque não gosto de gente fraca que acaba desistindo e ocupando por 5 min uma vaga que poderia ser de outro) e como já era de se esperar, foi lindo o reencontro de todos eles e o Charlê então, estava que era pura ansiedade no corpo todo.  E vamos lá, com a sua participação tivemos o primeiro “confirmou” da noite. Adivinha só qual foi a música que eles escolheram para o homework da semana? “You can’t stop the beat” do musical “Hairspray”, que eu disse em um dos meus últimos posts que seria o musical ideal para a Lily, que parecia saber interpretar um único papel, que seria o pepel principal desse musical. Ou seja: CONFIRMOU (assisti o ep live e antes de começar o programa estava até passando “Hairspray” no Oxigen, tsá?)

E é claro que o Kurt foi aquele foufo de sempre, com uma cara linda e uma postura que a gente sente vontade de abraçar como se não houvesse amanhã. Nesse momento, descobrimos que ele havia feito teste para entrar em Glee para o papel do Artie (eu pelo menos não sabia disso) e que acabou não se saindo muito bem no tal teste para o papel. Mas o Robert se apaixonou tanto por ele (sempre o Robert neam? O papai Smurf do programa, rs), que levou o assunto para o Ryan Murphy que ao conhecê-lo também se apaixonou e acabou criando o personagem ideal para o ator. Sério. #TEMCOMONAOAMAR? Kurt ainda encerrou a sua participação em TGP dando de presente a vitória do último homework para os três, o que naquela reta final não poderia ser diferente para não ser injusto. (mas o que foi o sapateado frenético do Blake durante essa performance, hein?)

Depois disso tivemos uma série de despedidas. Primeiro com o Zach, sempre um foufo que transpira corações cintilantes com glíter, pedindo um último abraço do grupo, mas não sem antes dar um daqueles seus xoxos que a gente tanto AMA desde sempre. E o que eu mais gosto no Zach (passei a gostar bem mais nessa temporada) é a forma verdadeira que ele tem de se expressar. Tudo bem que as vezes não precisa de muito para deixar o coreógrafo com os olhos cheios de lágrimas nas apresentações finais, mas ele representa um pouco de cada um de nós que AMAMOS o programa e é o único que se expressa da mesma fora que a gente se expressaria. Achei bem bacana que nessa final eles deixaram os microfones mais abertos em momentos aleatórios, onde em um deles, após as apresentações dos finalistas e apenas entre a equipe que faz a série, a gente pode ouvir o Zach dando a sua opinião sincera sobre cada um deles, se sentindo culpado em favorecer apenas esse ou aquele e dizendo um “Eu odeio isso” bem baixinho e de uma forma que me parecia ser bem honesta. Sem contar como ele se manisfestava ao final da apresentação de cada um deles nesse episódio, sempre com um gritinho daqueles que só ele consegue dar (Michael também já estava alcançando o tom, rs) e um autoabraço. #TEMCOMONAOAMAR

Com a coreografia já ensaiada, era hora de enfrentar pela última vez o calabouço da bruxa má dessa edição, Nikki, a miss Harmonia (rs), que roubou inclusive o papel da Lily de grande vilã da temporada (sorry Lily, mas vc perdeu até nisso…), ela que escolheu muito bem suas vítimas durante essa Season 2 sendo bem impiedosa e acabou as perseguindo até o final (Mario + Abraham + Michael foram os mais evidentes para mim). E até quando ela se sentia culpada, era possível enxergar logo em seguida todo a sua megabitchness, que durante essa temporada esteve presente em níveis altíssimos. Claro que com uma pessoa não tão legal como os outros dois, a despedida aconteceria de forma mais morna e bem da sem graça, praticamente tão sem emoção quanto o assistente que fica ao seu lado no estúdio. Tenha uma boa hora Nikki, mas ainda sonhamos com a sua própria eliminação em TGP

A terceira etapa dessa despedida ficou por conta do diretor Erik White, que dessa vez trouxe a proposta de uma baile de formatura para encerrar essa temporada de TGP. E não disse que a Ali estava com cara de rainha do baile na preview do ep anterior? E esse foi o segundo CONFIRMOU da noite. PÁ! (não costumo ver o vídeo que sempre sai na semana que antecede o episódio, então pra mim foi tudo surpresa) Todo estavam lindos, especialmente as meninas. Ali estava maravileeeandra, pronta para ser coroada como a rainha do baile, assim como Aylinda, que estava que era pura magia no vídeo. Uma despedida que novamente contou com os demais participantes além de um elemento surpresa que chegou para o final da festa: Damian! (♥)

SIM! O vencedor da temporada anterior (um deles vai, sorry Samuel e Unique… – para aquela outra eu não vou pedir não, rs) finalmente também apareceu para apoiar os candidatos naquele momento de tensão que ele como ninguém conhecia muito bem e também estava o mesmo foufo irlandês de sempre. E aquele sotaque? Höy! Foufo, mas sem um grande destaque, sejamos sinceros também, vai?

Confesso para vcs que nesse reencontro de todos eles no episódio final, estava bem ansioso para o retorno de Charlê, de quem nos despedimos precocemente no programa e ficamos morrendo de saudades. Mas além da sua visível tensão e ansiedade nesse episódio final, ele acabou ficando meio que apagadinho, sem aquele destaque que a gente estava esperando que acontecesse. Agora, quem praticamente roubou a cena foi o Michael (♥), que esteve impagável nesse final, super participativo em diversos momentos, inclusive no vídeo (aliás, ele foi ótimo no vídeo, hein?) e além disso com caras e bocas deliciosas enquanto torcida para os três finalistas. Não sei se é a minha predileção falando mais alto nesse momento, mas eu só enxergava o Michael no meio de todos eles, gritando “We love you” para a Ali ao final da sua performance, dando uma força no olhar caprichado de bromance para a apresentação do Blake e vibrando com o groove da música da Aylin. Michael estava UNFIRAH e aposto que alguém deve ter se arrependido de tê-lo desperdiçado… (sim, estou falando com vc, uncle Ryan. E suck it, Nikki!)

Bom, aí tivemos o momento do tudo ou nada, da última performance individual de cada um deles, dessa vez diante de todos os ex participantes, mais boa parte dos convidados dessa temporada (inclusive o Damian), além do mesmo roteirista da outra vez e os jurados de sempre.

Vou ter que ser sincero em reconhecer que todos eles foram bons, mas apenas um conseguiu entregar uma performance excelente, que realmente foi a melhor da noite se comparada as outras duas. Feito que ficou por conta da Ali ao som de “Popular” de outro musical que nós e eles também AMAM, que é “Wicked”. Sério, Ali estava no seu melhor momento, fazendo uma performance bem digna de Broadway, que talvez tenha sido o elemento que a fez saltar nos nossos olhos naquela noite. E foi lindo vê-la dominando o palco com a sua cadeira e ao final agradecendo o Ryan Murphy pela oportunidade, que para ela foi um grande desafio ter que se adaptar em vários sentidos para ter permanecido na competição até o final. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

O segundo a se apresentar foi Blake e eu poderia repetir tudo o que eu já disse a seu respeito sobre qualquer uma de suas apresentações, inclusive essa. Corretinha, bem cantada (na verdade, achei a voz dele linda nessa música), bem representada (a letra de “I’ll Be”  de Edwin McCain super ajudou também), mas novamente foi só o que eu consegui enxergar. Isso, até que em seu discurso após a sua performance, Blake tirou da manga a sua cartada final em forma de um poema, onde em palavras simples porém cheias de emoção e com um certo humor delicioso, ele acabou mostrando para todos que ali estavam presentes naquela noite, o que é que ele tinha a mais e que muita gente poderia não ter visto (apontando o dedo para a minha própria cara e dizendo #INYOURFACE). Um texto lindo, preciso, quase inocente, mas que finalmente acabou nos mostrando quem o Blake era de verdade e que estava escondido atrás daquela aparência de boy magia, que era o que mais chamava a atenção nele desde o começo e a gente até achava que era tudo o que ele tinha para entregar. E é claro que como bom fã passional da série e do programa, eu acabei me rendendo as lágrimas, junto com alguns deles que estavam lá naquela hora, porque foi realmente um momento lindo, sem a menor dúvida.

Eu sei, eu sei que fiz um discurso recentemente dizendo o porque de dentre os três, Blake era o único que não deveria vencer essa temporada. Disse tudo isso mostrando o meu ponto de vista e ressaltando exatamente o que até o próprio Ryan Murphy ainda estava carente de ver do Blake e que ele mesmo chegou a pedir que o candidato mostrasse nessa final (uncle Ryan fez até uma piadinha antes do momento do poema, perguntando se o que ele tinha para mostrar que ainda não havia mostrado era o truque que o garoto fez com o microfone no começo da sua apresentação, rs) , que era um algo mais que realmente me convencesse que ele era de fato uma estrela. E foi nesse exato momento que o Blake me convenceu de que ele poderia sim ser o vencedor dessa edição de The Glee Project, mesmo sendo a escolha mais óbvia e o cara que parecia perfeito demais, porque ele tinha sim aquele algo mais que eu não consegui enxergar muito bem nos demais dez episódios mas que agora já estava mais do que claro, mesmo sendo ele um garoto normal, sem ser o personagem mais interessante de todos os remanescentes.

Na hora em que ele tirou o tal poema do bolso, eu fui logo pensando “perdeu” (fiz a mesma cara que o Michael nessa hora), claro e vai se juntar ao time dos que não precisavam ter saído desse jeito, junto com a Shanna e o Abraham. Mas pelo contrário, não sei se foi a Nikki que soprou que ele deveria fazer alguma coisa na hora do tudo ou nada e contratou um roteirista qualquer daqueles como freela para escrever o discurso (sim, sempre desconfio dessas coisas que surgem do nada) , ou se ele acabou recebendo uma luz divina naquele momento, mas fato é que Blake acabou falando a coisa certa na hora certa e com aquele seu poema ele deu três tapas na minha cara, com força e sem dó. PÁ! (embora eu ainda defenda o que disse, aceito os tapas Blake…)

Até que chegamos a Aylin, a minha grande favorita da noite e de todo o programa. Aylin já tinha uma grande vantagem na sua escolha de “Rolling In The Deep” da Adele, que é uma música conhecidíssima e que já traz uma emoção meio que naturalmente para todo mundo. E ela a executou lindamente, com aquela voz que a gente já havia gostado desde o começo do programa, que não parecia muito com a das demais candidatas. Mas uma coisa que eu esperei para falar sobre a Aylin para não prejudicá-la (sim, eu sou tendencioso e tenho os meus preferidos, me julguem!), é que ela precisa aprender urgentemente a respirar direito enquanto canta. E Aylin estava mesmo cansada como a gente já havia observado durante suas últimas apresentações, além de concentradíssima para não errar a letra da música (que ela saiu comemorando em mais um daqueles momentos de microfone aberto que eu mencionei antes) e talvez tenha se perdido ao não entregar a emoção que a música pedia. E dessa vez ela acabou também apenas entregando uma apresentação tão corretinha quanto a do Blake, só que no seu caso, sem poema.

Com as três apresentações já realizadas, chegava a hora dos comentários. Era notável que uma grande maioria ali presente estava a favor da Ali, isso contando entre a maioria dos roteiristas e os próprios atores, que votaram em grande número a favor da candidata, para desespero do Charlie, que parecia não estar acreditando no que estava vendo acontecer diante dos seus olhos. Blake não parecia ser o mais querido pelo atores e nem pelos ex participantes da competição, mas entre aqueles que realmente mandam e escrevem tudo aquilo (jurados e roteiristas), ele também era o preferido, com uma torcida menor do que a da Ali, mas com bem mais peso. E por último tivemos a manifestação do team Aylinda, esse bem menor até, que disseram que ela era o grande personagem que estava faltando em Glee (o que a gente sempre achou também), além de ter um voz sensacional!

Nessa hora, talvez Aylin tenha sido prejudicada pela ansiedade do Charlie, que não se conteve e precisou se manifestar naquele momento a favor da sua amada (o melhor era a cara do Abraham ao fundo não acreditando no que o Charlê estava tendo coragem de fazer sem sequer ter sido solicitado). E ok, nós amamos gente espontânea, heroica, que não tem medo de dizer o que pensa e tudo mais, mas digamos que Charlie não soube escolher as palavras certas para aquele momento, ainda mais começando o seu discurso de defesa da Aylin dizendo “tudo bem, ela não é a melhor atriz entre eles”, rs. Não precisava ter evidenciado esse detalhe, neam Charlie?

Mas quando chegou a hora de dar a palavra final, ficou mais do que claro que tudo aquilo já estava meio que planejado para aquele momento desde o começo, com uma declaração que o próprio Robert (se eu não me engano) deu durante o episódio 2×00 (se não foi ele, foi o próprio uncle Ryan), onde observamos um pouco da seleção dos 14 participantes dessa edição. Até aqui o placar era mais ou menos o seguinte: Ali era a melhor atriz, Blake era o novo Finn e Aylin era a melhor personagem pronta dentre todos os 14 deles. E nesse momento ganhamos o terceiro “confirmou” da noite, com o anúncio de que o Blake era o vencedor da segunda edição de The Glee Project. CONFIRMOU. (sem exclamação, porque embora merecido, foi visivelmente um momento meio assim)

Um final um tanto quanto óbvio, ainda mais depois que nós já havíamos ouvido que eles estavam mesmo a procura do novo Finn (e o Zach fez um comentário totalmente desnecessário sobre o Blake ser o novo Finn, só que com talento, rs) e por isso o Blake que já havia começado essa temporada com postura ideal para o rei do baile de formatura, só passou para pegar a sua coroa no final e saiu lindamente com o seu arco de sete episódios para a Season 4 de Glee, que estreia em Setembro. Tudo bem que eu teria ficado muito mais magoado se nesse momento final ele não tivesse me desarmado completamente com o seu poema de pouco minutos antes da decisão, mas é preciso reconhecer que além de uma ótima pessoa (não me esqueço dele aconselhando a Ali no ep do “Eye Of The Tiger” por exemplo) Blake estava mesmo preparado para ser o que Glee precisava naquele momento, segundo o próprio Ryan Murphy no seu discurso final. (que era o tal plot que eu mencionei no começo da review)

Mas talvez tivesse sido bem mais honesto ter feito um casting para um tipo específico já que essa era a necessidade desde o começo, do que nos enrolar com tantos personagens interessantíssimos e acabar escolhendo aquele que desde o começo já tinha cara de rei do baile. Por outro lado, o mundo não é feito apenas de minorias e como eles utilizaram bem menos a palavra “underdog” durante essa temporada, já era de se esperar no que eles estavam de olho dessa vez.

Tirando tudo isso, o fato de apenas um deles ter sido escolhido também foi um fator que acabou deixando essa finale bem menos emocionada (assistindo pela segunda vez foi melhor…). Eu pelo menos fiquei esperando por esse elemento surpresa, nem que fosse a eliminação/demissão da Nikki, mesmo sabendo que grávida daria processo trabalhista, rs. E mesmo amargando a derrota de todos os meus preferidos durante toda essa temporada em The Glee Ptoject, confesso que no final, nem acabei ficando tão decepcionado assim com a escolha que embora óbvia, me pareceu merecida sim. Ok Blake, faça um bom trabalho garoto. E corte esse cabelo, pelo amor de Edward Scissorhands. (e morda menos o lábio para parecer menos canastrão, pq com essa magia, vc nem precisa disso. Höy!)

E é isso, conversamos pencas sobre o nosso reality preferido durante toda essa temporada (o que é sempre uma delícia, por isso obrigado por não me deixarem aqui falando sozinho – ♥) e agora pela última vez, já podemos dizer que foi isso o que vcs perderam nessa semana final de T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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12 Respostas to “Glee-ality”

  1. Jaci Carvalho Says:

    Ah, foi bem isso mesmo, no final das contas eu non fiquei nem tão puta pelo Blake ganhar, até pq gostava dele, mas preferia a Turca e penso assim tbm eles non precisavam de um reality show pra escolher um tipo feito o Blake e foi muito na cara que eles tavam procurando um novo Finn desde o inicio, que pra mim ficar muito mais interessante se fossem o Charlie ou Michael, mas enfim, espero que no próximo procurem uma nova Rachel pq non aguento mais a Lea, HAHAHA! e a pergunta que non quer calar: como eles fizeram a seleção do Corey, hein? e que Glee non termine nunca pq amo / adoro essa promoção leve 2 pague 1, beijos Essy!

    • Essy Says:

      É, Blake conseguiu nos conquistar no último instante. No momento daquele poema, vi um filme passando na minha cabeça a respeito da sua participação em #TGP e ok, naquela hora entendi que ele realmente merecia também, vai?
      Mas que seria muito mais fácil (e honesto) ter feito esse casting específico, isso seria.
      Só espero que o novo Finn não seja exatamente como o Finn antigo, que eu gosto tmbm, mas neam?
      Finn perdeu o seu papel principal na série, por ser pouco interessante (nem acho culpa do ator, de verdade) e espero que o mesmo não aconteça com o Blake.
      Agora só precisamos que a série seja renovada para uma próxima próxima temporada, assim continuaremos lucrando com essa promoção de 2 por 1, rs
      Smacks!

  2. Natália Says:

    Eu bem disse que o Blake era sim o grande rival da nossa Aylin né? Mais sabe deixando de lado a torcida por ela o Blake mereceu vencer, foi o que soube aproveitar melhor a chance que teve sempre se saindo bem em todas as semanas mais eu acho que além de eles estarem procurando um próximo Finn (acho o Blake mil vezes mais talentoso do que o Cory) o Ryan já tinha dito várias vezes e até disse na final da primeira temporada que um dos motivos pelo Damian ter ganhado era o fato de se dar bem com todos e sempre saber obedecer, eu acho que esse talvez tenha sido um grande motivo pra vitória do Blake, ele sempre mostrou ser uma pessoa super do bem, uma pessoa fácil de se conviver e pelo jeito é isso que o Ryan gosta.
    Ficamos na expectativa na quarta temporada que pelo promo tem tudo pra ser ótima!

    • Essy Says:

      Confirmou! Blake levou mesmo hein?
      Jurava que ele estava meio que de coadjuvante nessa final, mas aquela sua cartada final foi certeira e me fez perceber que sim, ele também merecia a vaga, por isso não cheguei a ficar triste com essa final.
      Além de ter se saído até que bem em quase todas as etapas, ele tinha exatamente isso que vc disse, era uma boa pessoa e fácil de conviver, o que é claro que deve contar e muito para a decisão final de todos eles. (além de ser bom cantor, ator e tudo mais, embora não surpreenda)
      Estou bem curioso para ver os novos rumos da série. Acho que essa Season 4 será um grande teste na verdade. Veremos!

  3. Jubs Says:

    E chega ao fim mais um temporada do nosso reality favorito, com um final óbvio, mas não injusto.
    Custei para me acostumar com os participantes da season 2, o que não significa que não me apaixonei de cara por alguns. E essa coisa de “ter só um vencedor” me deixava tensa, mas ao mesmo tempo eu ainda tinha uma esperança de que na final, o uncle Ryan iria mudar de ideia e dar papel para todos (ainda mais com esses finalistas), mas não aconteceu.
    Realmente foi muito difícil dizer “adeus” para a Dani (♥) e para o Charlie (♥). Fique sentida pela saída de Nellie e Abraham, que poderia ter ido sem aquela vergonha que entrará para história do programa. E o que deveria ser o nosso “sonho de semana” tornou-se nosso pior pesadelo quando a megabitch Lily disse adeus ao lado do muso do reality Michael. Esperamos tanto por gritar #FORALILY e fomos quase calados, porque um lado nosso vibrou muito com a saída dela. RÁ
    Chris Colfer ♥ Sério, #TEMCOMONÃOAMAR?
    Olha só, tinha esquecido dessa fraca. Se você não comenta que ela não estava lá eu juro que iria esquecer pra sempre dela, rs.
    AMO “You can’t stop the beat”. Minha música preferida para tomar banho e sim, confirmou, agora só falta a Lily se ligar e correr para fazer o teste para a montagem mais próxima que o papel é dela.
    Imagina o Chris como Artie? Juro que tentei e não consegui. Obrigada Robert por levar o Chris ao uncle Ryan ♥
    Verdade, o Zach me ganhou de vez nessa temporada. E AMO aquele autoabraço dele (que eu não sei fazer igual rs). Já podemos fazer uma fila para abraça-lo?
    Parece que nessa temporada Nikki esteve pior que nunca e podendo colocar a desculpa em sua gravidez, porque não me lembro dela assim tão megabitch na primera temporada.
    Amei a participação do Damian ♥ Já que ele não participou como o Samuel havia participado, nada mais justo que aparecer para o vídeo final. E adorei o status que ele ganhou, hem. Nem parece mais aquele garoto com sotaque e sobrancelhas dançantes do ano passado. E a Ali é muito linda quando não está fazendo aquela cara de possuída.
    Acho que o Charlie estava bem tenso pela Aylin e não se soltou como esperávamos e o Michael por sua vez, parece que sem o peso da competição ele conseguiu se soltar mais. Uma delicia de se ver!
    #TEMCOMONAOAMAR? Ali esteve maravilhosa naquele palco. Eu só conseguia pensar: ela ganhou. Dominou lindamente o palco a ponto de me fazer esquecer que ela estava em uma cadeira de rodas. Amei!
    O Blake fez sua melhor performance, mas ainda sim no básico. Mas o que foi aquele poema? Robert chorando e tudo. Juro que nesse momento eu olhei para a Nikki esperando que ela levantasse a blusa e mostrasse com orgulho “Blake ♥” escrito com batom vermelho em sua barriga. Sempre achei o Blake bom ator. Óbvio, mas com grande chance de crescer. Mas como personagem eu só imagino um e me dá preguiça. Espero que o uncle Ryan trabalhe numa boa personagem pra ele que esse menino tem potencial.
    É, fiquei tensa quando ele tirou o papel do bolso, sempre tenho medo dessas coisas, eu não gosto de sentir vergonha alheia, rs.
    Mas achei muito lindo o Michael torcendo pelo seu bromance. Adoro bromances ♥
    Eu também senti isso da Aylin. Faltou emoção que a música pedia, mas não podemos negar sua linda voz, que a própria Amber confirmou.
    Olha, depois das apresentações eu juro que era team Ali também, mas não podemos nos deixar levar por uma única apresentação e esquecer todos os outros 10 episódios anteriores. E o que foi aquela cara do Charlie percebendo que ninguém estava falando o nome de sua amada? #TEMCOMONÃOAMAR? Juro que só chorei e chorei e chorei com tudo aquilo que ele falou em defesa de sua amada Aylin (mesmo que tenha comentado coisa que não eram necessárias). Olha, aposto que quando a Aylin viu o vídeo dele falando aquilo tudo dela, ela chorou. Sério gata, não deixa o Charlie escapar não, tá? Assim, se for escapar pra mim, okay, hehe.
    “Ali era a melhor atriz, Blake era o novo Finn e Aylin era a melhor personagem pronta dentre todos os 14 deles.” Nada mais precisa ser dito.
    Eu ri muito desse comentário do Zach sobre o Blake ser o no Finn com talento. Cory chorando muito, hahaha.
    Esperei por um elemento surpresa até o ultimo segundo mas não deu 😦
    Meus preferidos saíram logo, mas eu nunca desgostei do Blake, só achava que ele era bem óbvio, então: PARABÉNS rapaz! E sim, corte esse cabelo pelamor.
    Agora vamos esperar por uma season 3 de The Glee Project ♥
    E obrigada você por esses lindos posts, já que não tenho com quem conversar sobre esse lindo programa, era você que eu jogava meus longos comentários, rs.

    • Essy Says:

      SIM! Acabou, ainda não sabemos se vai ter mais e a sensação foi exatamente essa. Um final óbvio, mas não injusto. Humpf!
      Dessa vez eu tive menos favoritos também, por isso sofri menos vezes durante as eliminações, isso quando eu não acabei perdendo a maior parte dos meus preferidos…(glupt)
      Nunca acreditei nessa história de ter apenas um vencedor. Isso até a final. Esperei que o Ryan falasse mais alguma coisa e acabei ficando com a mesma cara do Charlie ao perceber que era só aquilo mesmo. The End. Puff! (cortinas fechadas)

      E como estavam todos lindos nessa volta, não? Dani estava que era pura magia, super simpática e eu acho até agora que a câmera conversa com aquela menina como ninguém. Mas talvez ela seja mais cantora do que qualquer outra coisa. Charlie apesar de ter aparecido pouco nessa finale, teve seus momentos importantes que fizeram valer a nossa torcida por ele durante toda essa edição (ele que foi eliminado injustamente e exatamente pelo seu problema de hiperatividade e DDA, não?), assim como o Michael que estava assustadoramente foufo nesse episódio final. (HÖY!)

      Lily conseguiu desaparecer nessa finale neam? E agora eu já acho até que mesmo para o papel da sua vida em “Hairspray”, ela vai precisar de mais preparo. E a minha implicância com ela chega ao ponto de eu achar que ela estava na torcida contra da Aylinda. Sabe cruzando os dedos e pedindo para alguma entidade qualquer “todas, menos a Aylin!”? Então…
      Quanto a fraca, fiquei até na dúvida se ela não estava naquele meio, voltei e percebi que nem para isso ela foi chamada. Bem feito! (já o menino que saiu no primeiro episódio, ganhou um “super destaque” na figuração da finale, rs)

      Chris Lindo Colfer é uma foufura em pessoa e adorei conhecer um pouco da sua história para entrar em Glee. Também nem consigo imaginar ele no papel do Artie ou de qualquer outro, pq ele é o Kurt e o Kevin é o Artie, não adianta! rs
      Nisso eu acho que a Ali também foi prejudicada, porque com um personagem tão bacana quanto o Artie já na série, sua personagem acabava perdendo bastante da força. E plot da cadeirante megabitch a gente já teve com o a Quinn (deos que nos livre dessa mulher!), então…

      Toda vez que eu tento imitar o Zach acabo semi enforcado, fato. E os gritos dele ao final das apresentações? Tão importante dar essa força numa hora como aquela. Pura sensibilidade, fato. Um verdadeiro foufo! (♥)
      Robert é outro foufo, mas tem cara de assustado, do tipo que jamais iria contra as vontades do chefe. Sabe o funcionário padrão que só diz o que o chefe que ouvir? Mesmo assim é outro foufo, agora em menor escala se comparado ao Zach. (mas ele tem o olhar mais doce desse mundo tmbm!)

      Nikki foi a vilã da vez, sem dúvidas. Fez a indiscreta, perseguiu quem ela desejava ver a cabeça sendo entregue e favoreceu o Blake como se não houvesse amanhã. E tudo isso na maior cara de pau, colocando a culpa na gravidez e tudo mais. #WhatABitch. Mas que vilã mais canalha, não? ARGHHH! No final, cheguei a conclusão que eu passei parte da temporada “ignorando” o Blake porque além de perfeito, ele era o seu preferido e eu não queria que a Nikki saísse ganhando nessa. Fuén pra mim (mas se eu fosse o Oxygen, encomendava um DNA daquela criança, porque eu tenho minhas suspeitas a respeito dessa paternidade, rs)

      Blake cantou super bem, estou até com aquela música na cabeça até agora. Quando ele tirou o papel do bolso juro que eu fiz a mesma cara do Michael e quando ele começou a falar (e não foram só as palavras, mas a forma como ele disse) eu chorei descontroladamente (só não ganhei do Mario, que estava chorando cachoeiras e nem foi mencionado pelo uncle Ryan tamanha relevância, rs) e me peguei me perguntando “eu não posso convencido apenas por esse poema”. Mas naquela hora me bateu o senso de justiça e eu lembrei de toda sua trajetória, o que me fez SIM aceitar que o Blake talvez saísse como o vencedor da edição. E confirmou!

      No meu post eu até brinquei dizendo que eu achava que foi a Nikki quem deu aquele toque final para ele ter feito o tal poema, mas revendo tudo novamente, eu bem acho que a culpa daquele poema foi da sua outra metade nesse bromance, o Michael (♥). Não sei porque, mas antes de começar a ler o Blake dá uma olhadinha para o lado, na direção de onde o Michael estava sentado e no final, ele faz a mesma cosia, quase como se tivesse “dedicando” o momento para o amigo da manteiga de amendoim (sei). Mas esse sou eu, quase escrevendo uma fanfiction sobre esse romance que eu adoraria ter visto em TGP, rs.

      Charlie foi tão sincero naquela hora neam? A cara de desespero dele foi sensacional quando ele percebeu todo mundo só falando da Ali e a coragem que ele teve naquele momento é para poucos. Que Aylin tenha prestado atenção nisso, que eles se casem, tenham cinco filhos e cinco filhas e formem boys and girls bands em formato de coral misto e separado, claro. rs

      Eu não acredito até agora que a Aylin não venceu. Acho que ninguém acredita. Não cheguei a ficar revoltado com a vitória do Blake porque ele me convenceu na reta final que realmente merecia, mas Aylin era a Aylin e nenhum outro personagem dentro dessa edição tinha aquela força. Quem mais se aproximava era o Tyler, mas que neam? rs
      Ainda espero vê-la em Glee, mesmo com ela perdendo o programa, pode? Juro que eu tenho essa esperança e não consigo sequer imaginar aceitar uma outra atriz qualquer interpretando esse papel que não é dela, é ELA!

      Agora ficamos nós aqui, torcendo para que todos eles tenham sua chance, para que possamos ver um pouquinho mais dos nossos preferidos. Eu compraria o cd da Dani, iria na Broadway só para ver a Ali (como seu eu precisasse de algum motivo para não querer morar na Broadway, rs), resolveria equações matemáticas importantíssimas com o Michael (Höy!), daria asilo político na minha casa para a Aylin e de quebra, aceitava o Charlie na condição dele se conter mais (rs) e cantar “Fix You” todo dia para eu dormir, rs.

      E eu que tenho que agradecer por vc também não ter me deixado aqui falando sozinho esse tempo todo, sempre com comments deliciosos & enormes e que de tanto que a gente conversa por aqui, parece até que a gente assiste #TGP sentados no mesmo sofá, divindo o mesmo pote de sorvete & desespero, cantando #KHO” a cada eliminação. Smacks! (♥)

      ps: tomara que tenha mais. Que a Santa Cher atenda nossos pedidos! #AMEMSIS

      • Jubs Says:

        Me deu uma saudade da season 1… Aquela temporada foi a melhor. Nada como a pureza e espontaneidade de uma primeira temporada. Sempre achei que o Ryan poderia pegar os participantes de TGP e fazer um coral concorrente do New Directions em uma regional. Seria bem legal e uma forma de todos participarem de Glee. #dica
        Me diz o que era a Dani de smoking? Que menina mais lindinha, gente (♥)
        Momento mais fofo de toda a temporada foi do Charlie falando aquilo tudo da Aylin.
        Lily desapareceu mesmo na finale, né? E não fez falta nenhuma. Então somos dois implicantes, porque eu também achei que ela estava torcendo muito contra a Aylin, tipo MUITO.
        Ninguém lembrando da fraca, hehe. Tadinha, tão sem graça. E o Jess St. James fake é tão bonitinho, mas não sei, acho que ele não duraria muito mesmo não.
        Pois é! Um dos motivos que eu achava que a Ali não chegaria tão longe: Já temos um cadeirante em Glee, não teríamos a novidade que Glee precisa/procura.
        Sim! Sempre rola um semi enforcamento nas tentativas de imitar o Zach em seus autoabraços. Será que Sugar foi inspirada no Zach? Ambos falam o que pensam, mesmo que doa e seguem felizes e sem culpa e com um olhar de ursinho carinhoso. Besteira, né?
        Robert realmente tem cara de funcionário padrão. Quando ele está com o Ryan é visível isso, rs.
        Juro que vi a Nikki gritando para o Blake na final levantando a blusa com o nome dele escrito na barriga, hehehe. Imaginei isso tão bem que ficou como uma verdade para mim. #ALOUCA
        Achei uma ótima poesia. Belas palavras que se encaixaram lindamente no momento, sem contar a forma como foi dito. Muito bom ator esse menino. Confirmou!
        Mario chorou cachoeiras mesmo, fiquei impressionada.
        SIM, ele deu uma olhadinha na direção do Michael *-* Amo bromances, e sempre quis me ver no meio de um, pronto confessei, rs.
        Campanha “Aylinda case-se com o Charlê e formem boys and girls bands em formato de coral misto e separado”, pode ser? Rs.
        É, eu não fiquei revoltada/chateada pela vitória do Blake, pelo contrario, mesmo achando bem óbvia achei merecida, só que eu tinha esperança de uma dupla vitória como na season 1 e assim a Aylinda ganharia seu papel em Glee. Isso seria bem justo nas verdade. Teríamos o melhor ator + a melhor história. Agora a personagem do Tyler pode ser considerada em Glee, hem, mas com um bom ator que finja ter problemas em adaptar sua voz ao novo corpo. Seria interessante 🙂
        Será que eu enfim aprenderia matemática com o Michael ou não prestaria atenção em nada só olhando para aquela carinha fofa?
        Mas olha, acho que o uncle Ryan poderia pegar não só o pessoal da primeira temporada, mas também o da segunda para fazer corais concorrentes do New Directions, hem.

        Confesso que as vezes eu tenho até preguiça devido ao tamanho dos meus comments, mas eu nunca consigo fazer uma coisa mais compacta, rs.
        QUE LINDO! (♥) Adorei dividir o sofá e o pote de sorvete com você em mais uma temporada e sei que cantamos #KHO chorando pelas mesmas pessoas e de mãos dadas sofrendo, hehe. Que ano que vem possamos ter mais disso *-* #AMEM

      • Essy Says:

        Tmbm fiquei, principalmente da espontaneidade e o resultado final, que foi bem mais bacana daquela vez.
        Seria ótimo mesmo colocar vários dos “perdedores” como concorrentes, hein? Ou pelo menos uma cameo para cada um deles, meio losers no meio do cenário, sabe? rs

        Dani estava linda e maquiada. PÁ!
        Charlie ganhou todo mundo naquela hora. #SÓAMOR
        Só eu não me aguentei com os olhares do Abraham ao fundo quando o Charlie começou a falar?
        Lily sumiu e não fez a menor falta. O que só prova o quanto ela ainda não estava pronta nem para a montagem no colégio de “Hairspray”. Não com aquela personalidade de futura megabitch.
        Lily vai crescer, fazer um regime e será a nova Nikki no The Glee Project 2032. Anota ae (aposto que a Nikki foi uma Lily no passado, rs)

        Ali também apesar de bem boa, parecia mesmo sempre meio forçada quando atuando. Repara nela no video? Ao vivo eu achei bem melhor e mais convincente.
        Pode ser hein? E se não for a Sugar, que Ryan se inspire e crie um Zach, NOW!
        Robert é exatamente essa pessoa. Se fecha quando o chefe aparece, com medo de desagradar. Tolo.
        E diz que a Nikki só teve bebê agora neam?
        Mesmo que ela não tenha aparecido mostrando o barrigão com um “Blake” escrito de batom, nós sabemos que foi exatamente isso que ela fez e pronto. (rs)

        E o que seria esse bromance Blake + Michael virando um romance? #SONHO
        Aylinda merece mesmo entrar em Glee. Já que o Ryan brincou com a nossa cara ao colocar o Blake no lugar do novo Finn, que é o que eles queriam desde o começo, nada mais justo do que ele dar uma carteirada final de que ele é quem manda naquilo tudo e colocar a Aylin sim.
        Tyler merecia memso ser vivido por outro, pq seu personagem era bem interessante, ele é que não era muito. Já a Aylin, essa não.

        E SIM, foi ótimo dividir o sofá e o pote de sorvete durante essa temporada e que a gente ganhe a próxima hein? (e ao fundo toca #KHO enquanto saímos de cena dramaticamente, rs)

  4. Eloy Says:

    Ta na cara que escolheram por causa do ”rostinho comercial”.

    Blake é apenas uma versão masculina de Dianna Agron (Quinn Fabray), que não fede nem cheira na série, mas é boa em fazer caras e bocas pra cãmera.

    Parece que veio direto de uma boy band a la ”one direction” e é isso, apenas isso.

    Glee perdeu o foco original, se fosse para ser bom como na primeira temporada, iriam preferir talento, verdadeiros loosers para ser incorporados a série, mas como Glee ”não é mais Glee” ele cai bem a proposta de afundar a série.

    _

    • Essy Says:

      AMEI essa definição do Blake, apesar de achá-lo até mais talentoso do que a Dianna Agron, mas tão óbvio quanto… (pelo menos em TGP ele cantou e atuou melhor – e teve mais destaque – do que ela nesses anos todos de Glee, rs)
      Quinn Fabray escapou da morte para ensinar uma lição para America. Foi aceita na faculdade, não está no poster da nova temporada, mas nem assim conseguimos nos livrar dessa garota insuportável até hoje? Aff! (até quando, Ryan?)

      A grande sacanagem que eu achei durante a Season 2 de TGP foi que já que eles estavam declaradamente a procura do novo Finn, custava ter feito uma seleção de atores para o esse papel e continuar usando TGP para a procura do underdog, que sempre foi o mais bacana do reality? (não, não custava)

      Talvez o time de losers em Glee já esteja “completo”, talvez eles achem que a série já tem gente demais para se ter pena ou torcer por e talvez eles realmente só estivessem a procura do novo herói, o garotão bonitão, atlético e que canta como integrante de uma boy band qualquer.

      Uma pena, porque a série realmente nunca foi só isso. Corrigindo, o melhor da série nunca foi isso e pelo menos uma vez na vida eu gostaria de ver um loser talentoso de verdade se tornando o herói. Perdeu a chance Glee. Humpf!

  5. The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos « The Modern Guilt Says:

    […] de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de […]

  6. The Voice Season 4, blind auditions | The Modern Guilt Says:

    […] a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. […]

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