O novo Walter e a velha e boa Breaking Bad de sempre

Walter White não é mais o mesmo. Além do poster que já denunciava que ele agora era o rei, até começamos essa nova e última temporada de Breaking Bad com a imagem de um “novo” Walter, uma nova versão que até lembrava um pouco do personagem como conhecemos, anos atrás. Ele que dessa vez estava comemorando sozinho o seu aniversário de 52 anos, se identificando como uma outra pessoa, medicado e se armando sabe-se lá contra quem. Algo que a gente até imaginou que poderia ser um flashforward do que estaria por vir como proposta de conclusão para essa primeira metade da temporada, algo como um adiantamento, mas que por enquanto ainda permanece como uma incógnita que foi deixada de lado, para ser esclarecida em um outro momento. Seria essa cena o começo do fim de Breaking Bad?

Mas tirando essa primeira imagem já bastante diferente (com barba e cabelos crescidos) do personagem que um dia nos fez torcer e muito por ele e seu fiel escudeiro Jesse Pinkman, mesmo sabendo o quanto era errado o caminho que ele estava seguindo para resolver a sua vida, pouco reconhecemos de um Walter White que passamos a conhecer bem ao longo desses anos todos e o que passamos a enxergar foi a transformação do personagem para o homem que ele viria a ser daqui por diante, o rei. Mesmo assim, nas cenas da sequência a esse suposto flashforward, agora no presente da série, acompanhamos o que aconteceu logo após o final explosivo da Season 4,  onde Walter já não parecia ser mais o mesmo, embora muito do que nós conhecemos e aprendemos a gostar do personagem ainda estivesse ali, escondido em algum lugar dentro dele mesmo.

Agora sem grandes obstáculos no seu caminho, Walter White se sentiu livre para arriscar mais e transformar o seu negócio em um império de grandes proporções, assumindo de vez um posto que ele sempre sonhou em ter e só não imaginava que a realização viria por esse caminho duvidoso. Se tornar um milionário, uma pessoa bem sucedida na vida. Afinal, esse é ou não é o sonho de todo mundo? Ainda descobrimos que no passado, Walter teve sua chance de se tornar exatamente esse homem que ele sonhava ser, o bom provedor. Chance que ele deixou escapar vendendo parte de uma empresa que ele ajudou a criar nos tempos da faculdade, que mais tarde viria a se tornar um negócio de bilhões, para seu total arrependimento. Sim, Walter teve que amargar mais essa derrota em sua vida, por anos, acompanhando de longe o sucesso dos ex colegas de classe, muito provavelmente para se torturar dessa culpa que ele sentia por ter perdido o que ele achava ter sido a chance da sua vida de ter se dado muito bem. E isso nós só descobrimos agora, quando achamos que já conhecíamos o suficiente do personagem. Mas realmente, a gente ainda não tinha visto nada e o Mr White ainda tinha muito para nos mostrar de um lado “desconhecido” até então.

E quem diria que do alto da sua meia idade, Walter iria alcançar uma nova chance de se tornar uma lenda? Ainda mais agora que ele se via sem grandes obstáculos no seu caminho, o inimigo já havia sido explodido, mais um que acabou pagando com a própria vida para que ele continuasse vivendo a sua mentira. O câncer ao que tudo indica estava controlado (até o flashforward e a cena do scan do episódio final que levantou novamente essa questão), parte do dinheiro que ele precisava já estava garantido, parte dele inclusive já havia sido gasto. Mas porque parar com um negócio onde a partir de agora ele poderia se tornar o dono e consecutivamente teria muito mais lucro?

Que foi exatamente quando Walter se perdeu em meio ao seu próprio ego inflado, enxergando apenas uma possibilidade de negócios e esquecendo completamente que dentro desse ramo os contras são muito maiores do que os prós. Mesmo assim, ele assumiu o risco, mostrou a cara, bateu no peito e falou para quem quisesse ouvir que ele fabricava o melhor produto do mercado, que com ele a concorrência seria desleal e portanto, seria melhor se afiliar ao seu negócio do que tentar ir contra a sua proposta. Algo mais ou menos como pegar ou morrer. Mas não era apenas a questão de maiores lucros que atraía a o Mr White nessa história e sim o reconhecimento da sua genialidade, onde o seu ego acabou realmente falando mais alto a partir do momento onde ele percebeu que era um homem capaz de tudo dentro daquela situação.

Assim ele continuou fabricando mais e mais do seu produto quase 100% clean, dessa vez aderindo a um novo método itinerante, uma ideia genial inclusive para não atrair grandes suspeitas e não criar raízes e rastros em lugar nenhum. Mas a medida que o dinheiro foi entrando, os custos daquela produção acabaram sendo altíssimos, mesmo porque, ele não contava com uma parcela extra de custo que ele teria que assumir mesmo tendo explodido o Gus ao final da temporada anterior. E lá estava o Mike para lembrá-lo que se ele achava que o Gus vivo era o seu problema, ele não tinha a menor ideia do tamanho do problema que seria tê-lo como morto.

Mas Walter não se deixou intimidar, bateu de frente até mesmo com o Mike, de quem ele já morreu de medo no passado, que mesmo no papel de um “matador de aluguel” mostrou ter o mínimo de princípios e limitações dentro daquilo que ele acreditava ser certo (falar de certo e errado em Breaking Bad é quase um paradoxo). Aliás, diga-se de passagem que Mike foi um dos grandes destaques dessa primeira parte da temporada final, nada mais do que justo pela força que ele demonstrava ter dentro daquela história. E desde que aceitou ser sócio da dupla Walter e Jesse, Mike passou a ser o novo obstáculo na vida do Mr White, sempre com um problema ligado ao passado para ser resolvido, precisando de um montante que não teria fim para comprar o silêncio daqueles que faziam a operação do Gus funcionar sem falhas e de quebra, ainda estava com o Hank na sua cola, seguindo os seus passos e suspeitando que aquele frio senhor de idade avançada (sorry Mike) escondia muito mais do que a sua rotina comum de passeios durante o dia com a neta no parquinho da vizinhança.

E se Walter se perdeu durante esse novo caminho mais aberto e cheio de novas possibilidades, quem precisou colocar os pés no chão novamente foi o Jesse, que esteve muito mais consciente em relação ao negócio e que foi também quem precisou estabelecer um limite para que ele continuasse ou não envolvido com toda aquela história, que já havia deixado um rastro de sangue bem grande a essa altura e que todos nós sabemos que desde que ele teve que matar a sangue frio o outro químico para livrar a sua pele e a do Walter no passado, ele jamais se recuperou e passou apenas a conviver com mais esse fantasma em sua vida.

Seu limite acabou aparecendo em um dos melhores episódios da temporada (5×05 Dead Freight), com eles todos envolvidos em uma trama absurda para roubar um trem em movimento que transportava o ingrediente fundamental para que eles continuassem com sua produção a longo prazo. Episódio esse que me lembrou muito da adrenalina do começo da série, com a dupla correndo perigo no meio do deserto e presa dentro daquele trailer velho, sempre deixando a gente com o coração na mão, apenas brincando com a possibilidade deles serem descobertos a qualquer momento. E esse limite acabou aparecendo para o Jesse, onde depois de ter conseguido realizar com sucesso o tal roubo, eles acabaram sendo surpreendidos por um garoto que circulava pela região e que como medida desesperada do Todd, o novo “estagiário” do grupo, acabou morrendo ali mesmo, para o total desespero de Pinkman, que não conseguia aceitar o destino daquela nova vítima que eles acabaram fazendo e a partir disso passou a considerar que o fim da sua participação nos negócios havia chegado.

Esse momento foi onde todos eles encontraram o seu limite. Para que continuar? Quantas pessoas ainda seriam mortas para que eles seguissem com o próprio negócio? E a troco de que? Mais dinheiro? E para quem até pouco tempo não tinha muita coisa, o que eles conseguiram acumular já não era o suficiente? E foi quando Jesse e Mike resolveram vender suas partes da sociedade, abandonando de vez um negócio que para eles já havia sido lucrativo e doloroso o suficiente e que naquela ocasião havia extrapolado os seus próprios princípios do mundo do crime. Limite esse que não foi o suficiente para o Walter, que naquela hora decidiu cruzar essa barreira e tratar a morte da criança como um “mal necessário”, mesmo reconhecendo mais tarde o quanto foi difícil para ele enquanto pai ter uma vítima criança marcada pela sua própria história, mas que mais uma vez ele justificou com a velha desculpa do “antes ele do que eu”.

Como se não bastasse a arrogância do personagem que passou a ficar cada vez mais evidente desde o começo da temporada, o que deixava toda a operação ainda mais perigosa do que o de costume, Walter havia perdido completamente o limite, não aceitando encerrar um negócio que para ele agora parecia ser uma fonte inesgotável de renda, com lucros cada vez maiores uma vez que agora ele era o dono do próprio negócio de gente grande. E o personagem tanto perdeu o limite, que acabou aceitando a venda da parte dos seus sócios, mas não sem antes mostrar para o adversário o quanto ele seria necessário dentro daquela operação toda. Assumindo a morte do Gus com orgulho e como um crime que ele mesmo cometeu, Walter gritou na cara do concorrente “Say My Name” em outro momento excelente da temporada (5×07 Say My Name – momento do tipo inesquecível!), onde Heisenberg se tornava uma grande lenda dentro daquele mercado e assumia o posto de novo rei do pedaço.

Mas nem tudo seria tão fácil assim para todo mundo enquanto Walter se transformava nesse homem incontrolável e perigoso e o primeiro a sofrer as consequências do seu descontrole foi o Jesse, que teve o pagamento da sua parcela dos lucros com a venda do negócio adiada e depois recebeu a informação do próprio Walter, em forma de cobrança pelo que ele considerava ser uma grande forma de “ingratidão”, de que ele ele não iria mais receber o seu dinheiro e que agora ele nem precisava mais dos seus serviços porque já havia arranjando um novo “estagiário” (o mesmo que atirou contra o garoto do episódio do trem), esse muito mais parecido com o homem que Walter estava se tornando, com cara de aspirante no mundo do crime.

Uma prova a mais de que Walter realmente não era mais o mesmo e a essa altura do campeonato já estava difícil de continuar torcendo por ele, mesmo que isso desde o começo da série não tenha parecido muito certo. E não é de hoje que o personagem nos deu indícios de que esse seu ego incontrolável ainda iria se tornar um problema na sua vida. Foi assim com o Hank em um jantar em família do passado, onde Walter sugeria que Gus deveria ter uma mente brilhante por trás de toda a sua operação e foi assim também com o Gus, quando ele tentou impor ser o único capaz de produzir o produto dos sonhos, sendo superado pelo próprio Jesse mais a frente, tornando-se totalmente descartável dentro do seu próprio universo. Na verdade, Walter como todo psicopata, só queria o reconhecimento da sua genialidade (/crime), só isso.

E se nas ruas Walter agora era uma ameaça e inclusive gostava de reforçar e utilizar isso a seu favor, em casa também ele vinha sendo temido até mesmo pela sua mulher, que ao observar de perto a transformação do marido no homem que ele é hoje, acabou se encontrando completamente aterrorizada com toda aquela situação, onde ela mesmo disse se sentir com uma refém de tamanho envolvimento dela com tudo aquilo. Skyler que teve uma participação também excelente durante essa temporada, sempre morrendo de medo do marido, com olhar de assustada e ao mesmo tempo bancando a passiva agressiva quando ela não conseguiu mais se controlar, transformando a vida do Walter em um inferno também dentro da sua própria casa. Sem contar que ela até aceitou continuar naquela posição que ela não conseguia enxergar uma forma de escapar, continuando lavando o dinheiro sujo do marido, desde que os filhos fossem mantidos longe deles e assim Walter acabou perdendo também toda a sua família, onde mesmo a Skyler que teve que permanecer ao seu lado, não estava exatamente lá.

Com essa participação maior da Skyler no lado negro da força, tivemos momentos ótimos com ela e o Jesse, personagens que quase nunca se encontravam dentro da série. Aquela cena onde Walter convidou o Jesse para ver de perto o inferno que a sua vida se encontrava naquele momento dentro da sua própria casa, foi simplesmente sensacional, com um clima pesadíssimo instaurado dentro daquela casa por conta da nova dinâmica do casal e um Jesse completamente sem graça, tentando puxar assunto e desviar as atenções do climão que estava no ar. Tudo isso dentro de uma série que até hoje manteve o seu fundamento, com cenas lindíssimas e takes ousados, como se suas histórias e personagens já não fossem um grande atrativo. Cenas muito bem cuidadas, takes quase alternativos, com a câmera aparecendo em ângulos nada óbvios, sempre tentando nos surpreender de alguma forma. Até a bebê, filha do casal, foi usada para demonstrar a passagem de tempo na série no episódio final, com ela agora andando ao lado do seu irmão Flynn, que não é mais Junior, rs. (detalhe que a Camis do Séries em Série/Seriadores me lembrou no Twitter. Thnks Camis!)

Dentro dessa transformação do personagem ainda encontramos resoluções sensacionais para o final dessa primeira parte da temporada, com Mr White mais uma vez perdendo o controle e finalizando até mesmo com o Mike, que por muitas vezes foi quem salvou a sua pele dentro dessa história mas que naquele momento havia se tornado mais um obstáculo no seu caminho. E diferente de outras situações, onde ele acabou manipulando todo mundo a seu favor, sempre colocando outras pessoas como executores das mortes que aconteceram por sua culpa ou que foram “necessárias” para que a sua história tivesse a continuidade que ele desejava, Walter teve que finalizar o Mike ele mesmo, a sangue frio, meio assustado com a situação e se arrependendo logo em seguida, onde ao pensar um pouco mais, ele acabou percebendo que a morte do ex sócio nem era tão necessária assim.

E como o ciclo do personagem parece nunca ter fim, sempre com outras pessoas envolvidas no seu caminho, como último passo antes da sua aposentadoria após ganhar inclusive o mercado internacional com a ajuda da nova personagem descontroladíssima e responsável pela logística desde os tempos do Gus, acabamos ganhando uma das melhores cenas dessa finale, com a execução dos protegidos do Mike que se encontravam em três prisões diferentes e que estavam sendo pagos para manter o silêncio em relação ao caso. Uma cena linda, com a trilha sonora perfeita (e a sequência onde o personagem e seu novo assistente seguiam cozinhando como se não houvesse amanhã, também foi bem boa) para aquela execução em massa que precisava acontecer simultaneamente, em dois minuntos, novamente apoiada naquela desculpa recorrente e que nesse caso fez todo o sentido  do “antes eles todos do que eu”.

Apesar das medidas dignas de um grande criminoso para resolver todos os seus novos problemas, Walter chegou a conclusão de que não adiantava nada ele ter se construído aquele império todo, que ele nem faz ideia do quanto valia devido a falta de controle da própria Skyler, que sozinha não conseguiu dar conta de simplesmente contar os lucros que não paravam de chegar a todo momento. Nessa hora, o personagem viu todo o seu esforço em meio a pilhas de montes de dinheiro trancadas dentro de um depósito qualquer alugado. E o que fazer com isso tudo, agora que ele já conseguiu ultrapassar seus próprios limites?

Esse talvez tenha sido o momento em que Walter percebeu o quão pouco valia toda aquela sua trajetória, onde ele ganhou sim muito dinheiro, mas deixando um rastro de sangue agora gigantesco, envolvendo inúmeras vítimas e de quebra acabou afastando também sua própria família do monstro que ele havia se tornado. Talvez tenha sido também quando Walter se deu conta de que não havia mais motivação para continuar fazendo o que ele fazia. Não havia mais câncer, não haviam mais “grandes obstáculos” no seu caminho, não haviam mais grandes dependentes do seu trabalho e não haviam mais desculpas para continuar, assim como também não havia sobrado ninguém para comemorar com eles a sua grande pilha de dinheiro trancada dentro daquele depósito simples e que no fundo nem parecia ser tão grande assim. (pilha grande mesmo era  a o Coringa em “The Dark Knight”)

Mas faltavam ainda algumas pontas pendentes nessa história toda e a primeira delas envolvia o Jesse, que havia passado todo esse tempo ao seu lado e que mesmo assim acabou saindo dessa sem levar a sua parte, apenas por Walter não aceitar que o ex viciado conseguiu encontrar o seu próprio limite e se livrar daquela história toda antes dele. Naquela cena final, onde os dois se encontraram na casa do Jesse, apesar do clima de nostalgia com ambos relembrando algumas de suas passagens do passado a bordo daquele trailer velho, a tensão estava no ar a todo instante naquela cena, onde de acordo com o que acabamos conhecendo do Walter nessa reta final da série, tudo indicava que ele estava ali para acertar suas contas com o Jesse da forma como ele vinha fazendo com todo mundo. BANG! (e não fomos os únicos que pensamos nisso, como percebemos ao final da cena com a reação do Jesse)

E foi quando descobrimos que o antigo Walter ainda está dentro daquele homem, adormecido, mas ele está lá e embora ele tenha perdido bastante do seu espaço para o novo Walter que passamos a conhecer nessa reta final da série (o rei), quando ele deixou a casa do Jesse, o personagem acabou deixando também na varanda da casa as malas com o dinheiro da parte da sociedade que ele devia ao garoto e sendo assim, restava alguma esperança de que talvez o Mr White ainda tivesse recuperação. Dessa forma ele achou que resolveu a sua vida, tendo mais dinheiro para gastar do que ele imaginava que teria um dia (e talvez até por isso ele tenha feito questão de pagar o Jesse, porque a essa altura, não dá mais para confiar no coração do Walter e sim apenas na sua razão) e acabou anunciando para a Skyler a sua aposentadoria de vez do mundo de crystal blue.

O que ele não contava é que em um jantar em família, com uma simples ida ao banheiro do Hank, seu cunhado da policia que já esteve a frente do caso, algumas vezes bem próximo de descobrir a verdade e que quase perdeu os movimentos por sua culpa,  um momento simples como esse acabasse revelando o que sempre esteve debaixo do nariz do Hank e que ele nunca conseguiu enxergar: WW. Simples assim, com as iniciais do nome de Walter White na dedicatória de um livro largado dentro do banheiro, Hank se deu conta de que o seu pior inimigo esteve ao seu lado o tempo todo e ele sequer chegou a suspeitar. WW = Walter White (Hank até chegou a fazer essa ligação no passado, mas logo abandonou a hipótese por jamais suspeitar do cunhando que ele sempre achou ser meio loser)

E com esse momento que a gente estava aguardando por anos desde que a série estreou, encerramos as primeira parte da temporada final que foi bem da sensacional, provando mais uma vez o porque que Breaking Bad é uma das melhores séries da atualidade, status que ela conquistou desde que surgiu na TV e que foi mantido até quando a série não foi lá essas coisas todas, mas que para o nosso total desespero, ainda teremos que aguardar essa mesma época na metade do ano que vem para descobrir como é que essa história irá de fato terminar.

Por isso eu não canso de repetir: SACANAGEM AMC. SACANAGEM!

E qual é o meu palpite para o final?

Walter consegue se livrar de tudo e joga a culpa toda no Jesse, que por sua vez consegue escapar, descobre tudo o que Walter fez na sua vida e resolve ele mesmo a questão de um vez por todas, entregando o Walter morto para o cunhado que chega tarde demais para a sua prisão. BANG! Também seria bacana um final com o Jesse fugindo com todo o dinheiro, torrando tudo como se não houvesse amanhã e Walter fosse preso, onde de dentro da cadeia ele acabaria pensando em um plano mirabolante para fugir de lá e ir acertar as contas com a Skyler, que seria quem o entregou para a polícia, mas que acaba sendo salva pelo Hank, que aparece no final e finaliza o cunhado. BANG!

ps: e se vc perdeu alguma coisa das temporadas anteriores ou não se lembra muito bem de tudo que já aconteceu em Breaking Bad, talvez esse post amigo possa ajudar

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5 Respostas to “O novo Walter e a velha e boa Breaking Bad de sempre”

  1. Sandra Says:

    Uma das melhores séries que já assisti! Ainda não consegui assistir o epi 8, por falta de tempo, mas tbém por saber que é o último desta Season e que a finalização ficará só para 2013!!! Óooodio no coração! rs Nunca pensei que iriam fazer isso com os fãs de BB…. ansiedade louca por um ano para ver o desfecho! Sacanagem total! Esta é a pior parte…:/ Agora o que são estes atores heim, adooro o Aaron Paul “Bitch” rs e o Bryan Cranston, sensacionais!

    • Essy Says:

      Breaking Bad é mesmo uma das melhores ever!
      Sei bem como é isso e as vzs dá mesmo vontade de adiar, ainda mais quando a gente sabe o quanto vai demorar para chegar coisa nova da série. Humpf!
      Pura sacanagem! Sem contar aquele hiatus, que da temporada anterior, que já havia sido longo o suficiente. Sacanagem²!
      Bryan Cranston encontrou o papel da sua vida e mudou a sua carreira com o seu Walter. Aaron então… o Jesse era para ter morrido ainda na primeira temporada, mas eles ficaram tão bem juntos e a química foi tão boa que resolveram mantê-lo na série, acredita? Dois excelente atores.
      Yeah Bitch! Magnets!

  2. The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos « The Modern Guilt Says:

    […] em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz […]

  3. Breaking Bad termina hoje e você reclamando que não tem coisa boa na TV | The Modern Guilt Says:

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