Awkward. (BOOM)

Sabe aquela série que você acaba parando um dia para assistir de tanto ver todo mundo falar aqui ou ali? Assim foi Awkward para mim, uma série adolescente da MTV, que um dia eu parei para assistir a um episódio para poder tirar minhas próprias conclusões e em pouco tempo depois me vi completamente apegado e louco para assistir aos próximos episódios todos. E não, eu não estou ficando maluco e isso realmente aconteceu comigo, em uma série adolescente da MTV, que dê algum tempo para cá tem apostado em produções do tipo (The Hard Times of RJ Berger, Teen Wolfe dessa vez acertou em cheio!

E a série é completíssima em todos os sentidos, tem um produção super bacana (que até pode parecer bem simples), piadas ótimas, situações divertidíssimas que todos nós a essa altura de nossas vidas nos lembramos com certa saudade, adolescentes com cara de adolescentes em um high school com cara de high school, sem ninguém circulando pelos corredores de Louboutin salto 37 e bolsa Chanel de corrente (e tem um especial da série que fala sobre o figurino de todos eles, que é ótimo por sinal), em um clima meio que de filmes da Sessão da Tarde antiga, como os clássicos de John Hughes (de onde apostamos que saiu muita da inspiração para a série) e como se isso tudo não fosse o suficiente, temos em Awkward diversos personagens sensacionais, do tipo que é bem difícil não passar a gostar ou se apegar logo de cara.

Claro que dentro dessa proposta, os plots todos da série são os mais clichês possíveis dentro do gênero que conhecemos bem, mas tudo de uma forma bem bacana e praticamente revisitada e atualizada, o que eu acho um detalhe bem importante de se mencionar. Mais ou menos como se o que a gente sempre gostou nos clássicos do passado que dividem essa mesma proposta, tivessem todos recebido um upgrade bem coerente e excelente para os dias de hoje. (a série me lembrou bastante “Easy A” por exemplo, que eu acho que segue essa mesma linha)

Como personagem principal temos Jenna Hamilton (Ashley Rickards), a clássica nerd pouco popular do colégio, filha de pais jovens que engravidaram ainda na adolescência e são capazes de tudo para que a filha não acabe passando pela mesma situação. Tudo no sentido da informação, de ficarem batendo nessa tecla sempre que necessário (as vezes de forna bem inconveniente, como nossos pais, rs). Tendo poucos amigos (amigas na verdade, e todas ótimas!) e uma vida social que se resume a escola e o seu blog, que a princípio ela mantém como um diário e de forma particular, Jenna se sente invisível no meio da multidão. Claro que como toda garota, ela também tem seus desejos e vontades e mesmo sendo extremamente tímida, Jenna mantém uma espécie de relação platônica com o boy magia da escola, aquele que ela acha inalcançável por ele ser extremamente popular, algo bem diferente da sua realidade (#CLASSICO). Isso até que o inimaginável acontece e ambos acabam dividindo uma pegação daquelas que resulta em sua primeira experiência e logo depois, ele passa a tratá-la de forma indiferente, apesar de não ser exatamente um tremendo de um cretino com ela, como era de se esperar de um garoto que se comporta dessa forma. #TYPICAL.

Mas aqui já encontramos um primeiro ponto que eu acho sensacional em Awkward e por isso acho importante destacar, que é a falta de fantasia ou tratamento especial que as situações todas na série acabam ganhando, o que imprime para a série um cento nível de honestidade que todos nós agradecemos. Tudo parece muito real, como na primeira vez entre o casal por exemplo, que de especial não tem nada e acontece num quartinho qualquer do acampamento de verão, em meio a umas tralhas, sem ritmo, sem ser muito perfeito para ninguém e principalmente, em um curto espaço de tempo. Ahhh a inexperiência, rs.

Apesar disso acontecer logo no começo do episódio e a gente até já poder imaginar qual o caminho da série a partir disso, nos pegamos surpresos com uma certa carta que Jenna acaba recebendo quando já está de volta em sua casa, carta essa que contém duras críticas ao seu modo de vida atual, indo fundo na ferida da garota e mexendo com a sua cabeça, meio que a provocando e dizendo que se ela acha que sua vida estava um porcaria, a culpa disso tudo era dela mesmo, que não fazia nada para mudar essa situação. Claro que após o “presente” ela fica abalada, mas não tanto assim a ponto de justificar o que acaba acontecendo com ela logo em seguida. Um acidente doméstico no banheiro onde o cenário acaba sendo propício para uma diferente interpretação da realidade e com a história da carta + a atual postura de infelicidade da garota, seus pais ao encontrá-la estatelada no chão e diante daquela situação, acabam acreditando que a garota tentou o suicídio. BOOM.

A partir disso, Jenna passa a ver sua vida mudar, se tornando a garota mais popular do colégio (talvez da região), mas não da forma que ela gostaria que tivesse acontecido e sim pela notícia da sua tentativa de “suicídio” que acaba se espalhando naquela velocidade assustadora do dias de hoje que também conhecemos bem, onde além de tudo, ela passa a usar um gesso gigantesco e nada discreto por conta do ocorrido, o que também facilita e muito a sua identificação dentro do colégio como a garota suicida. Sério, #TEMCOMONAOAMAR esse plot? (e eu AMO esse tom de ironia da série, da vida ser tão injusta na maioria das vezes, sabe? É bom crescer já tendo consciência disso tudo, rs)

E diferente do que se imagina para uma garota com o seu histórico e diante daquela situação embaraçosa do seu presente, Jenna passa a tentar tirar algum proveito daquela situação toda já que agora ela havia sido exposta de tal forma para todo o mundo, tentando mostrar para todos que passaram a enxergá-la depois disso, que ela não era a garota estranha que tentou tirar a própria vida por não ser a mais popular da escola, que é quando passamos a ganhar as mais variadas situações dentro daquele pequeno inferno chamado high school, repleto de personagens que sabem muito bem como dificultar a vida de uma underdog como ela.

A Season 1 da série acaba girando praticamente toda em torno dela tentando melhorar a sua reputação sendo ela mesma e deixando que mais pessoas a conhecessem e talvez passassem a gostar dela, uma vez que agora todo mundo sabia quem ela era, só que por meio da história errada, algo que ela tentava mudar e em meio a isso tudo, ainda temos o boy magia com quem ela ficou no acampamento, Matty McKibben (Beau Mirchoff, Höy!), que passa a evitá-la de certa forma na escola, mas que ao mesmo tempo também começa a dar uns sinais indecifráveis, que a deixam totalmente confusa em relação as suas verdadeiras intenções. Meninos, humpf!

Matty é o boy magia do high school, aquele que todas as garotas gostariam de desfilar de mãos dadas por todos os cantos do colégio. Apesar de extremamente popular, cheio de amigos e uma vida social super agitada, Matty não é exatamente apenas aquele estereótipo do atleta bonitão da escola meio insensível e ele também é dotado de um lado adorkable, que vai nos conquistando aos poucos, a medida em que passamos a conhecê-lo um pouco melhor e entendemos que na verdade, ele é apenas um menino e meninos e meninas realmente pensam de forma diferente. (já imaginaram como isso é ainda mais difícil para uma relação gay? Pensem nisso…)

O que é claramente um outro ponto forte da série, onde os clichês nunca são tão óbvios assim e isso eu acho bem bacana em Awkward. Seguindo um modelo antigo de comportamento, sempre achei bem estranho quando a menina mais bacana do colégio, aquela nerd inteligente que ninguém dava muito valor, sempre acabava se encantando pelo cara errado, o atleta meio douchebag da turma e nunca se interessava por um dos nerds do clube de matemática, por exemplo. Tudo bem que do quesito magia nós entendemos, mas sabemos também (agora, talvez não naquela época) que somente esse tipo de feitiço não sustenta nenhuma relação, por isso nunca entendi muito bem como uma garota tão bacana (como essas personagens sempre acabam parecendo ser), acabaria apaixonada por um cara com quem ela não teria muita coisa para dividir na prática, além de uma boa pegação (algo que também não é garantido e só experimentando para ver, rs). Por isso acho bacana que na série, um personagem como o Matty, que bem poderia preencher essa vaga super óbvia de boy magia negra, não tenha muito disso e também seja um cara com outros pontos a seu favor e que na verdade também tem suas esquisitices como todo mundo. (e #TEMCOMONAOAMAR a mania dele de cheirar o sovaco quando nervoso? rs)

E se de um lado a gente tem um cara como o Matty, do tipo que apesar de não ser muito fácil de se compreender, também é um cara super bacana e que sabe enfeitiçar como ninguém, do outro lado, ganhamos um outro personagem para disputar as atenções da Jenna, formando aquele clássico triângulo amoroso de sempre. E ele é o Jake (Brett Davern). Ahh Jake (♥). Lindo, loiro, com cara de bom moço (meio com cara de muito novinho…), sempre por perto para ajudar, inteligente, gentil, também atleta e que ainda por cima, acaba descobrindo que está meio que interessado na Jenna, que ele passa a achar mais interessante com o tempo e meio que fica todo apaixonado quando ambos dividem um primeiro beijo, roubado por ele. A partir disso, ganhamos uma divisão em nossos corações, onde é impossível não passar a torcer para um dos times ou se encontrar completamente confuso e dividido como eu passei durante boa parte da primeira temporada: Team Matty vs Team Jake. E detalhe, é claro que para complicar mais ainda toda essa história, ambos seriam melhores amigos. Claro. (#CLASSICO)

Enquanto Jenna vai tentando resolver sua vida, tentando conquistar o boy magia que ela sempre quis e de quebra ainda acaba ganhando um novo concorrente para o posto como o Jake, que além de tudo parece gostar dela e a trata muito melhor do que o Matty, a personagem conta com a ajuda das suas melhores amigas ever para tentar resolver todas essas questões: Tamara e Ming, ambas adoráveis! Ming (Jessica Lu) é uma espécie de Lane de Gilmore Girls e com aquela mãe no seu pé e as suas aventuras dentro da colônia asiática (AMO o plot dela com o namorado da chefe da mafia, rs), não tem como não acabar fazendo essa comparação.

Já Tamara (Jillian Rose Reed) é um maluca, eufórica, sempre tentando se tornar mais popular no colégio. Assim ela acaba roubando a cena com todo o seu fundamento e ideias para ajudar a amiga a sair daquela situação e com isso, é uma das minhas personagens preferidas da série (♥). AMO os plots dela inventando as novas lines da temporada e morri de rir com ela fingindo ser amigona de todo mundo na festa da piscina na casa da namorada do Jake, garantindo fotos ao lado de todo mundo só para tentar melhorar a sua popularidade. E ela ainda também tem um boy magia para chamar de seu, ou melhor, nesse caso, totalmente magia negra, Ricky Schwartz (Matthew Fahey), que acaba sempre sendo um total escroto com ela e Tamara bem sabe disso, mas que de certa forma ele acaba sendo como o seu vício, o seu crack, algo que ela parece não conseguir viver sem.

Como nenhuma mocinha sobrevive sem ter uma inimiga, para o papel ganhamos Sadie (Molly Tarlov), a megabitch da escola. You’re Welcome (queixo para frente, seguido de uma bitchface, rs). E ela também apesar de ser uma personagem de atitudes super clichés no seu posto de vilã, acaba fugindo desse estereotipo por não ser exatamente a mais bonita da turma, não ter um corpo perfeito e ter suas inseguranças em relação a sua imagem. O que não a impede em nada de apostar na sua megabitchness em relação a todas que resolvem cruzar o seu caminho e a personagem realmente não costuma poupar ninguém, inclusive os adultos ao seu redor. Como ajudante de suas maldades, Sadie conta com Lissa (Greer Grammer), a loirinha burrinha e religiosa da turma (que também não é só isso) que começa a série no papel da namorada do Jake, mas que depois de algum tempo, acaba virando sua ex.

Mas a minha personagem preferida dentro de toda a série, fica por conta mesmo da diretora do colégio, Valerie (Desi Lydic) que é uma maluca adorável, que nós todos temos certeza que também pertenceu ao time dos losers no passado. Ela que tem uma função meio que de tutora da Jenna dentro dessa nova fase de sua vida e dentro de toda a sua carência afetiva, acaba tratando a garota como se ambas fossem BFF, quase como se elas fossem da mesma idade, rs. Uma personagem que é praticamente impossível de não se apaixonar.

Apesar de todos esses plots típicos da adolescência, ainda mais para uma garota que não se encaixa muito bem dentro dos padrões de uma maioria (que me parece ter medo de se tornar minoria, por isso continua mantendo esse tipo de postura), Jenna ainda tem que lidar com seus pais, que também não facilitam muito a sua vida. Quer dizer, para ser justo, seu pai Kevin (Mike Faiola), além de boy magia, Höy, é sempre um foufo com ela e parece ter uma sensibilidade a mais com os assuntos da filha, mesmo quando ele no alto da sua sabedoria de pai, acaba dando de presente para a filha uma caixa fechada e gigantesca de camisinhas por exemplo. Quem acaba sendo o seu maior problema dentro de casa é  sua mãe, Lacey (Nikki Deloach) que foi a garota mais popular do colégio e devido a sua gravidez na adolescência, acabou tendo esse ciclo da sua vida interrompido, onde com o nascimento da sua filha, ela acabou transferindo todas as suas frustrações e se projetando na própria, que para seu desespero, em nada se parece com a adolescente que ela mesmo foi no passado e não divide os mesmos gostos que a mãe.

Outro ponto super a favor da série é que todo episódio tem um equilíbrio perfeito entre o drama, a comédia e a foufurice e mesmo quando as resoluções não são favoráveis as nossas vontades, é impossível não terminar de assistir qualquer um deles sem desejar um abraço. Uma sensação que eu confesso ter sido muito mais presente na primeira temporada do que na segunda, que na minha opinião foi muito mais completa e mais bacana em todos os sentidos, apesar da Season 2 recém encerrada, também ter tido seus momentos importantes.

E como eu já disse, apesar de todos os clichés que Awkward possa carregar, sempre acabamos nos surpreendendo em relação as resoluções da série (ou com alguma característica ou momento dos personagens) e o grande plot que encerrou a primeira temporada, muito mais importante do que descobrir com quem Jenna escolheria ficar entre Matty e Jake, foi a descoberta da autora da tal carta que a fez repensar suas atitudes na vida, que viria a ser sua própria mãe. BOOM.

Algo que levou a série a ter uma mudança importante e significativa na sua dinâmica para a Season 2, onde tivemos esse mommy issue atrapalhando os caminhos da Jenna e de sua família como um todo, onde o próprio pai dela acabou saindo de casa após descobrir que a autora da tal carta para a filha havia sido a própria mulher. #DRAMADRAMATICO (lembrando que no passado, eles acharam que a tal carta a levou a tentar o suicídio, então…)

Uma situação que foi muito bem explorada por sinal, porque não tinha como uma revelação como essa não acabar afetando a dinâmica daquela família. Nessa história toda, quem foi prejudicado foi o próprio pai, que acabou ficando mais de lado para o desenvolvimento do drama da mãe, o que foi bacana também (além de ter um momento de redenção da personagem dos mais foufos possíveis para aquele momento) e além da introdução do seu ex namorado na história, que fazia um paralelo com o atual momento da filha, a personagem ainda acabou ganhando a Valerie como dupla em sua fase “solteira” e essa é sempre um ganho em cena.

Apesar do drama da possível separação dos pais em casa, Jenna acabou mesmo foi presa dentro do seu triângulo amoroso durante toda a Season 2, mesmo com ela já tendo escolhido o Jake como namorado ao final da temporada anterior, o que o Matty não aceitou muito bem (Typical) e por isso, passou a infernizar a vida do casal, se fazendo onipresente, o que acabou rendendo cenas ótimas de puro constrangimento entre os três. Detalhe que até então, Jake nem suspeitava do passado que Jenna já havia dividido com o Matty durante toda a Season 1, quando ele ainda não a assumia como namorada diante de todos, mas mantinha a pegação acontecendo sempre que batia aquela vontade, algo que ela se sujeitou a aceitar a princípio, mas logo depois percebeu que aquele não era o seu ideal de relacionamento, ainda mais com um menino que ela realmente gostava.

E agora chegava a hora do Jake mostrar que ele não era um cara tão legal assim ou tão perfeito como parecia, com ele todo preocupado sobre o fato dela já ter tido outras experiências anteriores e ele não ser o primeiro. Sério que os meninos ainda se preocupam com isso, Jake? Tudo bem que tem a questão da idade e tudo na série é coerente ao tipo de pensamento que se tem quando se é jovem daquele jeito, mas não deixa de ser uma bobagem e o discurso da mãe da Jenna dizendo que toda primeira vez que você faz sexo com alguém ser sempre uma primeira vez,  independente da bagagem de cada um e que não deixa de contar como uma primeira experiência, não poderia ter sido mais adequado. (na época, até falei isso primeiro no Twitter e quando ela falou na série mais o menos o que eu disse, isso  no episódio seguinte, é claro que eu disse: confirmou! #IHEARYOUSIS)

Confesso que nessa hora, eu já não tinha mais dúvidas de que a Jenna deveria mesmo era ter escolhido o Matty, que apesar de tudo, sempre foi um foufo com ela, com suas amigas (o episódio onde ele fica sendo explorado no quarto da Jenna pela Ming e pela Tamara, sendo o namorado mais perfeito e adorkable do mundo é de uma foufurice absurda e foi quando o Matty me conquistou de vez!) e essa impressão de que ele seria mesmo a escolha perfeita para ela só foi crescendo no nosso conceito de boy magia perfeito, enquanto Jake acabou ficando preso nesse caretismo tolo que não combinava muito com a Jenna e o que ela parecia desejar para a sua vida. Sabe bom moço demais? Então… (além disso, desde o começo eu gostei mas não gostei tanto assim do Jake – comparando as magias, claro, porque sempre achei ele um foufo também – algo que depois eu descobri que só poderia ser porque ela me lembrava muito o Michel Teló e aí já não dava mais para encarar)

E realmente eu fiquei pouco satisfeito com as resoluções dessa Season 2, apesar de novamente repetir que todas elas foram bastante coerentes ao atual momento dos personagens, que enquanto adolescentes, ainda não estavam na fase de suas vidas onde fariam as escolhas mais certas para cada um deles. Por exemplo, não gosto muito do fato de na season finale, a Jenna ter desistido de ir para a Europa, só para poder ficar com o Matty durante o verão, que acabou sendo a sua escolha no final das contas. Acho que esse tipo de atitude não combina muito com a mitologia e a atitude da personagem, mas de novo, entendemos que ela é uma menina com pouco mais de 16 anos e sabemos que agora é a hora de errar em sua vida. (não que depois os erros não continuem acontecendo, rs)

Mas foi bem bacana ver a personagem transitando em um novo território durante essa Season 2 também, passando do papel de total desconhecida e esquisita da turma para a garota popular do colégio, que todos passaram a seguir através do seu blog e passaram a se interessar por suas opiniões sobre tudo. Aliás, gostei muito daquele episódio onde ela imaginou o que teria acontecido caso tivesse agido diferente no passado, ainda na sua primeira vez com o Matty durante o acampamento de verão e gostei mais ainda quando em um dos cenários propostos pela personagem, ela acabou colocando o Matty e o Jake como um casal gay. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Mesmo com uma temporada que também reuniu momentos importantes para a série, volto a dizer que eu não achei essa Season 2 tão boa quanto a primeira, o que é possível de se perceber até mesmo pela season finale, que foi muito mais fraca do que a da primeira temporada e teve um menor impacto como final (minha maior surpresa nessa hora foi a Tamara ter ficado com o Jake, algo que uma das minhas leitoras bem havia me alertado no Twitter que ela enxergava como possibilidade, o que se confirmou na finale). Mas esse é um detalhe que não chega a prejudicar a trajetória da série até aqui, que realmente tem sido muito boa e merece qualquer elogio que você tenha ouvido a seu respeito. Awkward é mesmo uma releitura de clássicos que nós amamos, com uma linguagem mais atual e ainda assim bastante honesta, do tipo que apesar dos seus diversos clichés, ainda consegue nos surpreender de uma forma bem bacana.

Uma excelente surpresa vinda diretamente da MTV americana (pasmem), que já renovou a série para a sua Season 3, dessa vez maior e com 24 episódios encomendados (atualmente a série contava com apenas 12 episódios por temporada), o que é um boa notícia, mas não deixa de ser preocupante. Que eles não se percam dentro de uma temporada maior, porque isso uma série tão bacana como Awkward não merece.

 

ps: AMEI/quase morri de tanto rir com o plot do stalker e acho que estava mais do que na hora da Jenna arrumar um amigo gay, mesmo com a Tamara preenchendo muito bem essa lacuna em sua vida, rs

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Uma resposta to “Awkward. (BOOM)”

  1. Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012 « The Modern Guilt Says:

    […] Seasons 1 e 2 […]

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