A boa surpresa que encontramos submersa com Last Resort

Quando Last Resort foi anunciada como estreia para essa Fall Season, algumas coisas me intrigavam. Primeiro que a sua premissa me parecia um tanto quanto confusa, quase tola quando apenas lida no papel (na verdade, na tela do computador, rs) e segundo que eu só conseguia pensar no que teria levado o Scott Speedman a aceitar fazer o seu retorno na TV depois de 10 amos e em um projeto como esse. Sim, eu tenho uma #CRUSH antiga por ele e quem acompanha o blog já sabe disso (“cubro” o Coachella só para encontrá-lo todos os anos, rs), então superem essa informação. Logo ele que vinha fazendo apenas filmes indies ultimamente, mas sempre envolvido em propostas como algum fundamento, em ótimas escolhas por sinal, seja pela qualidade de suas histórias ou até mesmo pelo elenco. Logo, comecei a achar que ele não arriscaria esse retorno a TV por uma coisa qualquer e talvez algo de bom estivesse a caminho… (SIM, eu confio em que eu gosto, rs)

Prometi que por motivos óbvios da magia + #CRUSH antiga, é claro que eu acabaria assistindo Last Resort, mesmo que a série fosse um submarino capenga pronto para afundar a qualquer momento em uma partida já perdida de Batalha Naval. Claro também que como eu não tenho a mesma agenda dos tempos do Ben Covington de Felicity (Höy para sempre!), tive que adiar esse meu reencontro com o Speedman para agora (que dessa vez interpreta o XO Sam Kendal, a segunda maior autoridade dentro do submarino), algumas semanas após a sua premiere. Mas não é que me peguei completamente surpreso com a premiere de Last Resort?

Tudo bem que lá no passado, lendo a sinopse da série, tudo parecia ser bem meio assim e eu não consegui me empolgar com nada, mas quando tudo aquilo foi colocado em prática em seu excelente episódio piloto, pude perceber que essa provavelmente seria uma das séries entre as novatas que possuía todos os atributos para prender a minha atenção pelos motivos certos e não apenas por uma #CRUSH antiga qualquer (rs). Uma história bem bacana, intrigante, que mesmo que pareça meio confusa a princípio (e no começo do piloto parece mesmo), tem tudo para nos trazer uma proposta bem boa para essa temporada.

Um submarino nuclear, comandado pelo capitão Marcus Chaplin (Andre Braugher) com uma tripulação de 150 pessoas (embora só tenhamos visto umas 20 delas, no máximo), que certo dia em meio a uma festinha “da firma” ao som de “La Bamba” (que o Speedman não dançou, so, good for you!), recebe ordens para atacar o Paquistão com um míssil daqueles. Claro que uma ordem como essa não surgiria do meio do nada e ao ligar a TV para ver se eles perderam alguma coisa durante as últimas horas que pudesse justificar o ataque e encontrar uma programação normal, inclusive passando Hannah Montana (sim, essa megabitch nos persegue até nas profundezas do oceano) eles passam a questionar o governo sobre a tal tarefa, que a princípio eles se recusam a cumprir sem uma confirmação das maiores autoridades no assunto. Tudo isso apenas por precaução, para evitar o caos em meio a uma situação que eles não conseguiam entender seu porque, mas de forma civilizada, apenas aguardando uma justificativa para o ataque.

A partir disso, aparentemente o governo da America antiga não fica muito feliz ao ver a “insubordinação” da tripulação do submarino e resolve atirar um míssil contra eles. Isso mesmo, contra eles mesmo, jogando contra o próprio time nesse caso, algo que eles conseguem se safar, mesmo derramando algum sangue e a partir disso, a situação começa a mudar de figura, onde eles resolvem ocupar uma ilha perto de onde o submarino se encontrava e com a ajuda de dois agentes da OTAN, passam a travar uma batalha contra as autoridades do seu próprio pais, que chegou a mentir e declarar que não foram os culpados pelo míssil contra sua seus próprios militares (inclusive já dados como mortos diante de seus familiares) e sim o inimigo.

Vejam bem, na verdade tudo na série parece ser bem mais complexo do que essa minha introdução acima e ainda não entendemos muito bem o porque disso tudo, principalmente de onde partiram as ordens, tanto a de atingir o inimigo pela primeira vez, quanto a de disparar contra o próprio time e algumas atitudes suspeitas já apareceram ao longo desse piloto (inclusive no começo dele), mas mesmo com o pouco de informação que recebemos dentro desse piloto que tem um texto super alinhado, bem direto e sem deixar a história complexa demais para ser entendida, já deu para perceber que a história parece ser bem boa e tem tudo para ser desenvolvida de uma forma bem bacana daqui para a frente, caso eles consigam manter o mesmo ritmo animador do próprio piloto.

Sem contar que por tratar-se de um piloto, com um considerável volume de histórias, diferentes núcleos e personagens (e o XO do Scott Speedman é ótimo e super onipresente no piloto, principalmente no começo dele. Höy!), já é possível identificar os personagens e começar a entender a motivação de todos eles dentro daquela trama. Alguns mais, outros menos, mas todo mundo teve o seu lugar de destaque já nesse primeiro episódio, onde depois daquele vídeo sensacional do capitão Chaplin encarando a câmera sozinho e exigindo respostas do seu próprio governo ao final do episódio, é praticamente impossível não passar a torcer por aquelas pessoas.

Claro que não querendo supervalorizar nada a partir de um piloto e deixando a minha #CRUSH antiga no ator principal totalmente de lado (mais ou menos neam?), digamos que Last Resort pareceu percorrer um bom caminho dentro da sua proposta de thriller de ação, mantendo a tensão necessária para o que se espera do gênero, o tipo de série que desperta a nossa curiosidade a respeito de tudo que a envolve, além de uma ótima qualidade da sua produção, algo que foi possível de se notar já por esse piloto e as cenas dentro da “sala de comando” (não sei o nome certo) do submarino, me lembraram muito a correria de Battlestar Galactica e até mesmo de Star Trek, claro que considerando suas devidas proporções e sem hiperventilar, rs. (sempre gosto dessas cenas onde é tudo truque, a gente não entende absolutamente nada daquela linguagem utilizada, mas acredita em tudo)

Um sinal claro de que de Last Resort merece sim a nossa atenção daqui para frente e eu já não vejo a hora de colocar os outros 2 (três com o que saí hoje) episódios já disponíveis em dia, para ver se tudo permanece tão bacana quanto me pareceu ser esse piloto. Assistam, já falei que além de parecer ser bem boa, a nova serie tem o Scott Speedman? (♥)

 

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4 Respostas to “A boa surpresa que encontramos submersa com Last Resort”

  1. Anna CarolinaValente (@annavalente) Says:

    Me convenceu!! Vou ver mais essa!!!

    • Essy Says:

      Assisti ao 1×02 também e tudo continua bem bom e já vai animando para o próximo, o que é bem importante também…
      E já falei que tem o Scott Speedman? Höy!

  2. Cancelou! Last Resort, 666 Park Avenue e Partners « The Modern Guilt Says:

    […] Last Resort, que eu estava achando ótima apesar de um pouco confusa quando o assunto envolvia sua parte política fora da ilha e juro que toda essa minha boa vontade com a série nem era só porque  ela tinha o Scott Speedman como um dos protagonistas (tá, boa parte até que poderia ser. Speedman= Höy = ♥) e sim porque eu estava realmente começando a me envolver com a sua trama e seus personagens. Mas pelo menos nesse caso, a série contará com os seus 13 episódios encomendados para a  primeira e agora única temporada, o que ajudará a pelo menos concluir de certa forma a trama para quem estava acompanhando a série (algo que eu espero que aconteça, mas que também deve dar um certo desânimo em todo mundo envolvido na sua produção…) que diga-se de passagem, acabou de estrear por aqui no AXN. E segundo a ABC, o mesmo acontecerá com 666 Park Avenue, essa que também foi uma das estreias dessa fall season, mas que eu resolvi ignorar logo de cara. (Confirmou!) […]

  3. The Goodwin Games, um jogo que ninguém precisava jogar… | The Modern Guilt Says:

    […] ou melhor, o Scott Speedman voltou para a TV com Last Resort, uma série que até que começou muito bem, mas foi logo afundando por completo e acabou submersa, […]

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