The Walking Dead voltando a nos animar com a interminável caminhada dos mortos ou quase mortos vivos

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É fato que desde o final da Season 2 eu já estava bem desanimado com The Walking Dead. Um desânimo que na verdade já vinha de antes, por vários fatores, desde a falta de coerência em diversos aspectos da série, até a falta de interesse por grande maioria dos seus personagens e até mesmo em sua história, que além de caminhar a passos muito lentos (naquele ritmo já conhecido das séries do AMC), não nos levava a lugar algum. Apesar disso, não consegui descartar a série assim tão facilmente da minha lista, uma vez que apesar de mediana, ela ainda continuava me distraindo. Mesmo assim, decidi que essa Season 3 seria uma temporada decisiva para garantir a minha permanência enquanto audiência da série e para que isso acontecesse, algo precisava mudar com urgência.

Enquanto isso, decidi também pegar mais leve em relação as minhas dúvidas e críticas sobre vários detalhes da série, coisas que apesar da ficção, eu nunca consegui deixar passar ou silenciar por completo o meu lado questionador e curioso sobre a série e o assunto. Achei melhor seguir os conselhos de uma maioria que continuava se entretendo com a série e tentar pelo menos continuar me divertindo com a caminhada semanal dos mortos vivos na minha TV, algo que por si só sempre foi um dos maiores atrativos da mesma. Eu só não achava muito justo que esse fosse o único motivo que continuasse me prendendo enquanto audiência e por isso, apesar da decisão de agora tentar assistir a The Walking Dead de uma forma mais leve e relevando toda a sua falta de coerência e defeitos, mantive em mente que outros fatores precisavam sim aparecer na série de uma vez por todas para que eu pelo menos continuasse interessado nela. Uma coisa precisava compensar a outra.

Para minha surpresa, esses fatores apareceram já logo de cara, com a passagem de tempo que percebemos logo no começo dessa primeira metade da Season 3 com o salto no temido inverno que eles estavam prometendo (e morrendo de medo, mas que foi descartado logo de cara. Culpa da procissão de zombies de GOT? Talvez hein? rs), inclusive feito de uma forma meio assim, mas que no final das contas acabou colaborando para que a série encontrasse o seu atual ritmo, esse muito melhor ao que nós já estávamos nos acostumando a não gostar muito.

Algo que não engrenou assim logo de cara, apesar de um dinamismo muito maior e perceptível até mesmo na premiere , mas que em pouco tempo foi ganhando ritmo e forma, se aproximando da atual realidade da série, essa muito mais interessante do que quase tudo que nós já passamos durantes as outras duas temporadas. Aos poucos, fomos percebendo que aquelas pessoas já não eram mais as mesmas (e não poderiam ser mesmo e nesse ponto, eu acho bem importante que tenha havido esse salto no tempo) e que definitivamente o tempo havia deixado sua marca em cada uma delas. Todos estavam amadurecidos, mais preparados para a atual realidade de suas vidas e de longe, já não eram mais os mesmos de antes. No começo, cheguei a considerar essa passagem de tempo como uma alternativa fácil demais para tentar levar a série adiante, mas aos poucos fui percebendo que tudo isso acabou sendo mais do que necessário para os rumos atuais da série. Se a minha reclamação durantes as temporadas anteriores foi a de que para continuar, The Walking Dead não poderia permanecer na mesma, parecia que o que estava me incomodando tanto no passado, dessa vez estava finalmente ganhando algumas correções importantes. (e todos dizem o que? #ATÉQUENFIM)

Apesar da ocupação do grupo da tão falada prisão ter sido bem bacana e cheia de ação e tensão (além de profissionalismo, rs), assim como a descoberta de outros sobreviventes por lá, os presos mais burros da face da Terra (sério, criminosos de quinta), a história começou a ficar realmente interessante a partir do terceiro episódio desse começo de temporada, quando para a nossa surpresa, Rick e companhia sequer apareceram e chegava a vez de conhecermos uma nova possibilidade para The Walking Dead, algo que talvez tenha sido até um teste para o que estaria por vir como um possível futuro da série.

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Isso aconteceu no episódio que serviu como introdução para a chegada do aguardadíssimo Governador e a “cidade zombie free” comandada por ele (3×03 Walk with Me). Um lugar dos sonhos em meio ao apocalipse de zombies, mas que ao mesmo tempo parecia ser uma oferta grande demais dentro de um mundo enfrentando um caos como aquele. Nesse cenário, fomos apresentados a uma nova realidade, novos personagens e com exceção da Andrea, que teve a “sorte” (e mais um pouco de sobrevida. Bi-a-tch) de parar naquele lugar graças a companhia da Michonne, não tivemos a participação de mais ninguém do elenco da série que nós já estávamos familiarizados, a não ser um personagem antigo, Merle (que continua sendo o mesmo detestável e em pouco tempo já se tornou o mais novo insuportável do elenco), que dessa vez voltava com sua prótese adaptada, na promessa de assombrar os demais sobreviventes e ex companheiros de caminhada do passado.

Um episódio que foi mais do que sensacional e acabou levando a série para um outro nível, encontrando talvez o que ela estava precisando faz tempo: uma renovação. O Governador é sem dúvida um grande personagem para a série (dizem que na HQ também, ou seja, confirmou!) e isso é possível de se perceber já com a sua chegada, apesar do nível de magia acabar nos distraindo em alguns momentos sobre o que realmente interessa. Um homem misterioso, que faz questão de parecer distante e que acabamos descobrindo que escondia alguns detalhes medonhos revelados aos poucos em seus hábitos e manias enquanto era reconhecido com autoridade máxima naquele local. Aquários repletos de cabeças de pessoas mortas, filha zombie guardada dentro do armário, ataque ao acampamento do exército na maior crueldade, esses foram apenas alguns dos plots que nos foram revelados em pouco tempo sobre o novo personagem e que já reúne muito mais história do que boa parte do elenco fixo da série desde a Season 1, por exemplo.

Analisando friamente, quando se pega uma série que já tem duas temporada em andamento e se tem a ousadia de colocar um episódio praticamente inteiro sem rostos conhecidos (sim, isso já aconteceu anteriormente em Lost e eu só não consigo lembrar exatamente se da mesma forma, sem a participação dos demais personagens…) e no meio dessa nova proposta você acaba nem sentindo falta de nenhum deles, fica nítido que realmente há algo errado com os personagens restantes da série, que se fossem exterminados a qualquer momento, a essa altura já não fariam a menor falta. Sério, quem se importaria com a morte de uma Carol (que já parece uma morta viva e agora resolveu fazer a sexy cougar do apocalipse, rs), ou de um Hershel (agora quase pela metade, o que na correria, atrasaria e muito todo o grupo, fato e não preconceito…)e qualquer uma de suas filhas a essa altura? (a mais nova inclusive com olhares esperançosos para cima do Carl, um menino que até outro dia tinha o que, 12 anos? Ew! #ILLEGAL) Rick a gente ainda deixa passar, só porque ele deu uma melhorada bem considerável e também importante desde o começo da nova temporada e talvez dentro da cadeia ele tenha recuperado suas bolas que estavam perdidas faz tempo. Talvez o comportamento do Carl, o novo macho alpha do grupo o tenha inspirado… (mas sério, eles estão ou não estão nas mãos daquele menino? Ele que aparentemente é o mais competente e com os nervos no lugar do que todos eles juntos)

Mas o mais importante disso tudo, ainda falando desse terceiro episódio, nem foi a ausência dos personagens já conhecidos da série e sim a presença de muito mais história em um único episódio de The Walking Dead, que não costuma se prender a esse tipo de detalhe (algo que na verdade, eu sempre senti falta na série). Nele tivemos uma trama bacana com a apresentação do novo cenário e das novas histórias que ele carregava e quase não tivemos cenas com a matança costumeira que sempre nos deixou grudados de frente com a TV a espera de zombies partidos ao meio ou com a cabeça indo pelos ares, mesmo quando o episódio não era lá essas coisas (e foram vários…). O que prova que a série tem sim o necessário para desenvolver uma história bacana quando eles sentem vontade e esse me pareceu o momento exato para que essa tal vontade viesse a tona.

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Outro momento importantíssimo dessa primeira parte da nova temporada foi a despedida de uma das personagens mais odiosas de todos os tempos dentro da série: Lori. E apesar de toda a sua trajetória não ter sido das melhores, ainda mais julgando o caráter duvidoso da personagem, sua passagem para o além foi bastante emocionante, não por qualquer tipo de apego a própria, que na verdade, ninguém suportava mais já fazia tempo, inclusive o próprio marido e ninguém se importaria se ela acabasse sofrendo horrores e sim pela situação em si, com a mãe abrindo mão da própria vida, sendo “obrigada” a fazer um parto de última hora, uma cesária a sangue frio, na presença do filho, encarando um procedimento do qual ela já sabia que não sairia viva. (e conseguiu segurar bem a dor naquela hora, não?)

É óbvio que esse momento foi inteiro construído para deixar a audiência comovida e talvez tenha até sido a tentativa de redenção da própria Lori, mas o que foi bastante emocionante nessa hora foi a reação do Carl assumindo uma postura que não se espera de uma criança, principalmente diante de uma situação como aquela, diante da própria mãe fazendo as vezes de vítima da vez. Nesse momento, achei importantíssimo aquele flashback do celeiro (um momento lindo, por sinal), com a conversa entre pai e filho, com o Rick explicando para o filho que aquela era a sua vida agora e que infelizmente estava na hora de crescer para sobreviver. Um momento importantíssimo, que nos fez lembrar o porque de tudo aquilo, ainda mais se tratando de uma criança (sorry Carl, mas para mim você é uma criança, embora a filha do Hershel de 17 anos pareça estar confusa em relação a isso. EW de novo!) e também foi bem importante para a série o momento em que ele assumiu o controle da situação, colocando de vez um ponto final na história da própria mãe. (que diga-se de passagem, em tempos de caos, não poderia nem ser considerada como a mãe do ano e eu AMEI quando Carl colocou ela em seu lugar em um determinando momento dessa temporada, quando ele saiu sozinho por dentro da prisão, trouxe um monte de coisas úteis para todo o grupo e a mãe adultera/manipuladora/preguiçosa/carente/prenha de outro/rainha do mimimi/megabitch mesmo sem ter sentido falta do menino, achou que poderia reclamar sobre o fato dele ter saído sem avisar. Sério, já foi tarde, Lori!)

Outro que ganhou o seu momento durante essa passagem foi o próprio Rick e mesmo não sendo muito ou nada fã do personagem que deveria ser o herói da série (que pra mim sempre foi o Daryl e agora passou a ser também o próprio Carl) foi bem emocionante aquela cena onde ele descobriu o que havia acontecido com a mãe do seu filho, certamente, outro ponto alto da mitologia de The Walking Dead.

Agora, só eu achei que mesmo com a despedida que a gente tanto desejou, Lori se foi mas como toda boa megabitch, deixou um problemão para o Rick? Pensem naquela correria de sempre, só que agora carregando um bebê recém nascido? Lori, dificultando até depois de morta. Que megabitch, não? Nesse caso, considerando a nova situação e o novo bebê, eu só consigo pensar em duas alternativas para a série: uma nova passagem de tempo (algo que se acabar se tornando recorrente, vai acabar soando como uma resolução fácil demais para tudo), dando tempo para o bebê crescer um pouco ou o grupo acabar se estabelecendo em algum lugar, que bem poderia/deveria ser a cidade do Governador. Veremos…

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Tirando todos esses pontos positivos para pelo menos essa metade da Season 3, é claro que eu não consegui ficar completamente satisfeito com a série, apesar de reconhecer que agora pelo menos, eles estão percorrendo caminhos muito melhores. Eu até gostaria conseguir deixar passar batido alguns detalhes, mas esse sou eu e infelizmente eu não consigo, por isso vou ter que falar. Ainda me incomoda muito o fato dos zombies não terem uma velocidade definida, assim como o seu nível de capacidade intelectual. Alguns correm muito, outros andam como uma tartaruga, muitos não tem a menor coordenação motora, outros atiram coisas e tiram objetos do lugar, como aquele lutador de MMA preso na sala de tortura com o Glenn. Isso tudo ainda me deixa meio assim com a série, mas OK, eu já entendi que tudo isso pode passar como um mero detalhe, desde que pelo menos a história da série esteja boa e que ela me distraía de certas perguntas que sempre vão surgir na minha cabeça, não tem jeito.

Assim como o Governador, outra personagem que acabou gerando todo um falatório desde que apareceu na série pela primeira vez ao final da temporada anterior foi a Michonne (Machonne, Bichonne, como preferir), que todo mundo dizia ser sensacional. E ela realmente é, carregava seus zombies escravos, lutava como ninguém com sua espada… mas vamos combinar que ela acabou se livrando cedo e fácil demais dos seus dois animais de estimação, não? Realmente, me pareceu cedo demais para essa despedida, ainda mais porque ela ainda não contou quem eram (e conhecendo sua história da HQ eu consideraria esse como um detalhe importante) e como ela descobriu o que fazer com os dois para que ambos trabalhassem a seu favor.

E vamos combinar que apesar de ter uma função durante essa metade da Season 3, Michonne bem esteve pelo menos uns trinta e três tons acima no quesito interpretação suspeita, não? Sempre amarga, com a cara amarrada demais, sem fazer a menor questão de disfarçar que estava achando tudo muito suspeito, sempre segurando a badass face. Não sei não, achei tudo um pouco demais (ainda mais porque não conhecemos nada da sua história dentro da série para entender o porque dela ser tão assim, diferente das HQs) e por vários momentos acabei tendo dúvidas se aquela cara toda amarrada não seria porque Michonne teria guardado uma espada em algum lugar que a incomodava profundamente… Sorria Michonne. Perder uma Andrea não quer dizer nada. Aliás, quer dizer sim, quer dizer que você não perdeu nada, só ganhou. WOO! Supere essa separação garota. Seja mais você e seus dreads. Cante alguma música da Lauryn Hill. Reaja! (PÁ! Três tapas na sua cara)

Mas embora esses detalhes todos que poderiam ser mais bem cuidados para que a série ganhasse mais coerência, digamos que realmente foi notável que The Walking Dead com essa metade da sua Season 3 acabou caminhando finalmente para uma melhora bastante considerável, algo que acabou deixando todo mundo mais animado com os atuais rumos da série. O último episódio desse ano então foi uma prova que estava faltando de que definitivamente eles resolveram mudar os rumos da série para algo melhor e foi tudo tão tenso e tão cheio de acontecimentos realmente importantes para o decorrer da série daqui para frente, que chega a ser uma covardia a gente agora ter que esperar até Fevereiro para a segunda metade da nova temporada que voltou tão melhorada assim. (muito diferente do que eles fizeram no final da Fall Season da segunda temporada, com um único momento importante, que foi a saída da Sophia de dentro do celeiro, nos cinco minutos finais da temporada)

Por esse motivo e pelo menos por enquanto, posso considerar que boa parte das minhas reclamações sobre The Walking Dead foram ouvidas e resolvidas durante essa primeira metade da temporada. Se eles vão optar por continuar seguindo esse caminho nós ainda não sabemos, mas que realmente parece que é a pela primeira vez em três temporadas que eles estão seguindo o caminho mais acertado para garantir um futuro pelo menos interessante de novo para a série, isso parece.

#KeepWalkingWalkers

 

ps: perguntas honestas sobre #TWD- Se ao final da temporada anterior eles já estavam ao lado da prisão, porque demorou tanto tempo para tomá-la?  Porque de todos eles, o cabelo da Carol é o único que não cresce? Alguém que se ame e se respeite o suficiente vai sentir falta do T-Dog? (R.I.P)

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9 Respostas to “The Walking Dead voltando a nos animar com a interminável caminhada dos mortos ou quase mortos vivos”

  1. Cris Says:

    Torcendo para um encontro entre Rick e o governador, que não aconteceu, Glen ainda é o meu favorito.

    • Essy Says:

      Quero só ver o que vai acontecer nesse encontro. Acho que o Governador vai engolir o Rick vivo.
      Dos que sobraram, eu acho que o único que conseguiria derrotá-lo seria mesmo o Carl, rs

  2. Elly Moreira Says:

    Estou satisfeita com essa season! Achei muito melhor que a segunda toda…
    Poor T-dog, morreu tão rápido, sem drama nem chororo! Triste mesmo foi a morte da Lori (só que não)…

    Rick is the boss! (nessa season)

    • Essy Says:

      Muito melhor mesmo, em todos os sentidos.
      T-Dog não teve brilho, não adianta. Só espero que a Lori não apareça no final da temporada, rastejando, dizendo que ficou um pouco mais para a visita intima, rs. (#ACARADELA)

      Rick melhorou muito também, mas sou Team Carl, não tem jeito. Acho ele mais macho até do que a prórpria Machonne, rs

  3. Sandra Says:

    Desisti na 2ª Season, aliás nem consegui terminar… boring!
    Mas agora deu até vontade de retomar, a 3ª parece q superou a anterior!

    • Essy Says:

      Season 2 que foi bem chatinha mesmo…
      O meu limite era essa atual temporada. Como melhorou muito, agora pretendo ficar mesmo, rs
      E vale sim a pena insistir um pouco mais viu?

  4. dani z Says:

    Concordo com todos os comentários. Também continuo me perguntando porque todos os zoombies estão de corpo inteiro se eles deveriam estar se alimentando uns dos outros. Excessão foi o prato ” sashimi da Lori “, pois alí sim, tinha um zoombie que papou tudo, não sobrou nem cabelo. O que acho que melhorou bastante foram os sustos com os ataques zoombies, que é a parte que eu mais gosto. Voce não falou mal da Andrea o suficiente. Como eu a detesto e é justamente a que mais se dá bem na série. Já traçou o Shane, claro que a Michonne, agora o governador. E ainda é metida a ser a melhor atiradora de todos. Quero a cabeça dela num tanque da sala.Sobre as crianças paquerando: acho que a menina é mais alta, mas tem quase a mesma idade do Carl, e na real foi ele que começou a espichar o olho antes. E é importante pensar na sobrevivência da espécie né? Amo O Glenn. bj

    • Essy Says:

      Tem umas coisas nessa mitologia dos zombies que eu sinto que nunca vai ficar claro na série. O que tudo bem também, se eles conseguirem nos distrair com boas histórias. Mas as nossas questões continuam aparecendo e não são poucas…
      Essa questão da ação dentro da série deu sim um ritmo bem melhor. E teve mais história também, algo que eu sempre senti falta em #TWD.
      Falei mesmo pouco dela pq a mais insuportável na série atualmente era a Lori. Agora, também não consigo engolir fácil essa dela acabar se dando bem e sempre ganhando uma sobrevida na série. Para a Season 4, exijo a sua cabeça no aquário do governador, rs. Ela que só pega macho alpha, humpf! (e nessa categoria eu coloco inclusive a Michonne)

      Sim, foi ele mesmo. Tenho a impressão que ouvi em algum momento alguém dizer que ela tem 17 anos, hein?
      Já gostei mais do Glenn. Volto a gostar quando ele voltar a ser o Glenn da Season 1. Quem sabe agora que ele andou tirando o atraso na guarita da prisão? rs

  5. A temporada do aguardado acerto de contas em The Walking Dead | The Modern Guilt Says:

    […] que se encontravam. E a primeira parte dessa nova temporada (da qual nós já falamos anteriormente por aqui) foi exatamente uma introdução a todas essas novidades que encontramos na série. Com o detalhe […]

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