“One way trigger” significa que perdemos os Strokes?

Já disse que eu gosto e aceito mudanças, desde que elas sejam para algo melhor ou pelo menos uma boa tentativa tendo em vista exatamente esse objetivo. Quem não está contente como está, não quer ficar pior, não é mesmo? (o que não quer dizer que tentando mudar a gente sempre consiga acertar)

Já disse também no passado que “Angles” não é um dos melhores trabalhos dos Strokes, ou pelo menos, não soou assim para mim. (hábito que eu preciso retomar por aqui e esse é um lembrete para mim mesmo)

Até que eles chegaram agora com a novidade de “One Way Trigger”, primeiro single do novo CD da banda, o “Comedown Machine”, que deverá sair no final de Março e estava todo mundo falando qualquer coisa a respeito. Fui  ouvir atentamente, sedento por alguma novidade boa da banda afinal, como não me dei bem com o último CD, a minha saudade da banda antiga já contava por mais tempo. A princípio, consegui encontrar um pouco até de A-ha antigo e meio desconsertado nessa nova proposta de som, que estava todo mundo dizendo que a banda havia emprestado do tecnobrega brasileiro.

Torci o nariz, não achei a primeira metade da música tão ruim assim (veja bem, eu disse “tão ruim assim”, o que não significa também que ela seja boa), até chegar em sua segunda metade, onde eu tive que concordar que esse novo single é muito mais tecnobrega do que Strokes como conhecemos e gostamos tanto de outros tempos. Sério, o que teria acontecido com esses meninos?

Só sei que dessa forma, é possível que muito fã persistente da banda seja visto pela primeira vez em uma festa de aparelhagem. Imaginem o Julian gritando “Tremé”? HAHA

Para encerrar, eu só tenho mais duas coisas a dizer e que ambas não tem muito a ver com o The Strokes, mas enfim: Gaby Amarantos, eu gostava muito mais de você quando não era muito conhecida e ainda se orgulhava de ser chamada de Beyoncé do Pará (basta procurar uns videos por aí). Na era pré-estrelismo do não quero mais parecer ninguém embora pareça e já tenha aproveitado disso para subir uns degraus. Mas gosto de você, principalmente quando você deixa o seu bairrismo exagerado de lado. Ou seja, quase nunca, rs.

E a segunda é que toda vez que eu vejo a Gabi Amarantos em qualquer lugar, eu só consigo pensar na Preta Gil se roendo ao som de qualquer um dos singles do seu pai, tios ou padrinhos, não se perdoando por não ter tido a ideia da Gaby Amarantos antes. Sério, nada me tira da cabeça que esse personagem foi feito para a Preta. Força, Preta!

Agora, que é difícil esperar qualquer coisa de “Comedown Machine” depois desse single, isso é…

#YOLO(W)

 

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2 Respostas to ““One way trigger” significa que perdemos os Strokes?”

  1. tati Says:

    ai ai essy essa foi difícil mesmo raspou a garganta e não deu pra engolir,eu particularmente achei a música bem ruinzinha de qualquer jeito mas sendo do strokes não dá o que são esses falsetes?e esses sintetizadores?cadê a guitarra?sério diferente do angles que tinha uma mistura de pop oitentista com o rock típico do strokes essa música é puro pop é como se alma da banda tivesse morrido e eu como fã loca loca loca da banda só pude mesmo ficar triste por ver uma banda tão talentosa se desfazendo aos poucos com suas crises pessoais e mudanças bipolares na identidade sonora#tears
    mas coração de fã é cascudo mesmo vou ouvir o albúm com esperança apesar de tudo.
    ps:amei saber que vc curte tecnobrega e tenho que dizer q amo tbm mas n curto a gaby sinto uma vibe forçada meio que algo que se propõe a ser bem mais do que é saca?
    e amo amo amo a preta sério queria ter um terço da coragem dela mas acho que o tecnobrega não é pra ela ,ela tem mais cara de pop mesmo
    ps2:já ouviu a banda UÓ? essa sim tem um tecnobrega delicinha e que se autoadmite fulero haha amo as letras deles super verdadeiras#shame
    ps3:o blog tem uma página no face?vivo tentando ver mas nunca acho
    enfim chega dessa bíblia né rsjá deu
    bjos

    • Essy Says:

      Difícil engolir mesmo neam? Ainda mais quando a gente gosta tanto da banda…
      Falsetes, sintetizadores, fundamento. Juro que eu achei que era brincadeira quando ouvi pela primeira vez, ou alguma versão maldosa de estúdio, sabe?
      “Angles” tinha muita mistura para o meu gosto e talvez por isso eu não tenha “entendido” o álbum. (rs)
      De todos eles, era o que eu menos gostava até então, algo que tem grandes chances de mudar depois do próximo lançamento. Ainda mais depois desse single totalmente meio assim…
      Mas continuamos confiando neles. Só estou sentindo que eles não estão conseguindo “somar” suas ideias. Não sei…

      Não sou mega fã de tecnobrega mais já ouvi e conheço algumas coisas. Já achei a Gaby mais legal, agora também acho ela meio forçada, apesar de achar que ela pareça ser uma ótima companhia para sair de amigas.
      Ela e a Preta. Meu sonho antigo era sentar no sofá da casa da Hebe, eu, Preta, Ivete, Fernanda Young, Astrid e fazer a nossa versão do saia justa, rs (tears)
      Acho a Preta ótima, adoro a coragem dela também e queria ser o seu melhor amigo. E acho que ela foi feita para esse “personagem” e não fundamento musical mesmo, rs
      Já ouvi sim a Banda Uó. Acho divertidíssima e acho eles todos uns lindos. Sério.
      Não temos página no Face ainda. Acho que não consigo dar conta, rs

      Smacks!

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