Argo

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Ben Affleck rises.

Irã em conflito, interno e externo (sempre), americanos em pé de guerra com o mundo, sempre envolvidos com questões relacionadas ao petróleo do lado de lá (também sempre), morrendo de medo dos soviéticos e dependendo única e exclusivamente do Canada para livrar a sua pele dessa vez. Aparentemente, “Argo” pode até parecer um filme politico como qualquer outro do gênero, mas ele vai muito além disso e caminha livremente dentro do drama, do suspense e até da comédia, surpreendentemente sem fazer feio em nenhum deles e acreditem, Ben Affleck conseguiu nos entregar uma excelente história através do seu olhar de diretor, talvez realmente a melhor delas esse ano, da forma certa e com a turma certa para contá-la.

Ben que quase nunca foi levado a sério e já apanhou muito em sua carreira desde o começo, algumas vezes merecidamente devido a suas escolhas ou entregas do passado, sejamos justos, mas outras vezes por pura implicância ou intolerância. Sim, o mundo torce o nariz para o bonitão que resolve provar que pode ser mais que apenas isso ao invés de encorajar os que aparentemente tem algum talento para isso ou frear aqueles que parecem ter perdido o controle de suas próprias limitações (rs). As portas se abrem facilmente para o rostinho bonito da vez, mas para mantê-las abertas, algumas vezes chega a ser duas ou três vezes mais difícil e apenas os mais fortes sobrevivem. Fortes no sentido de talento e isso acabamos descobrindo com o tempo que aquele jovem garoto que já ganhou um Oscar como roteirista tem de sobra, ainda mais chegando nesse ponto da sua vida, calmo, agora pai de família, uma família linda por sinal para a qual ele faz questão de dedicar o seu melhor trabalho nos créditos finais do mesmo. (#TEMCOMONAOAMAR?)

Sim, “Argo” é um filme excelente e por diversos motivos diferentes. A começar pela sua história verídica com ares de ficção, como se estivéssemos de fato assistindo apenas a mais uma criação de Hollywood para o mundo do entretenimento. Hollywood que se faz presente de um jeito importante no filme, de forma deliciosa, extremamente debochada, rindo da sua própria desgraça e é parte fundamental para o desenrolar desse plot do espião que acabou fazendo história devido ao seu talento (e muita coragem quando necessário, algo que naturalmente esperamos desse tipo de perfil, mas que nem sempre pode ser a realidade) e mais do que isso, imaginação para bolar um plano tão sensacional e ao mesmo tão fantasioso como esse.

Retirar seis reféns de um pais como o Irã, naquela época (e talvez até hoje) odiando os USA como nunca, não seria tarefa fácil para nenhum país. A princípio, surge uma ideia ridícula da força tarefa da CIA responsável pelo caso de tentar fazer com que eles cruzem a fronteira de bicicleta, como se fosse muito simples pedalar por quilômetros em um território onde rostos americanos nunca foram muito bem vistos. Até que Tony Mendez (Ben Affleck), o grande e verdadeiro herói dessa história toda, em uma simples conversa com o filho ao telefone enquanto eles assistiam a distância a “A Batalha do Planeta dos Macacos”, tem a brilhante ideia de envolver Hollywood para tornar aquele fuga possível, planejando um  filme de Sci-Fi de mentira, que serviria como o disfarce perfeito para garantir a liberdade daquelas pessoas. Claro que nessa hora, é possível pensar que o próprio Ben Affleck poderia ter deixado seu ego de lado ao optar por interpretar o grande herói da história, mas ao mesmo tempo, colocar-se naquela posição talvez seja a sua forma de dizer que ele não está querendo abandonar isso para seguir com aquilo e pretende manter os dois enquanto houver espaço. Sem contar que a sua atuação no filme está bem correta e ultimamente (talvez desde sempre), temos visto atores muito, mas muito piores, se tornando nomes de destaque em Hollywood, por isso não temos do que reclamar e talvez a crítica tenha sido megabitch demais com eles ao longo desses anos.

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Mas é claro também que um plano mirabolante como esse precisava das pessoas certas para ter alguma chance de dar certo, profissionais reais da industria do cinema que estivessem dispostos a colaborar secretamente com o plano de resgate cinematográfico, forjando toda uma produção em nome de uma tentativa super arriscada que tinha tudo para não dar certo desde o começo. E é claro que nessa hora, Hollywood se deixou ser usada para contar mais essa história sensacional, ainda mais tendo ela personagens reais que poderiam encontrar nessa a sua única chance de se verem livres novamente.

Nesse momento ganhamos dois ótimos personagens para o filme, o responsável pela criação das mascaras utilizadas em “Planetas dos Macacos”, o artista John Chambers (especialmente interpretado pelo ator John Goodman) e o produtor de sucesso Lester Siegel, que ganha vida através da interpretação deliciosa do ator Alan Arkin, que está impossível no filme, com seu texto afiadíssimo e um humor extremamente de bom gosto e exatamente na medida para o alívio cômico da trama.

E para contar essa história tão bem, Ben Affleck precisava do elenco certo, algo que ele consegui acertar em cheio, trazendo alguns rostos bem conhecidos de todos nós das séries de TV para se juntarem a esses grandes veteranos do cinema, como o Bryan Cranston (Breaking Bad), Victor Garber (participação sempre afetiva e que nós AMAMOS desde Alias e exatamente por Alias), Tate Donovan (Damages), Clea DuVall (Carnivale), Kyle Chandler (Friday Night Lights) Zeljko Ivanek (True Blood e também Damages), Titus Welliver (Lost), Chris Messina (The Newsroom, The Mindy Project e segundo o BuzzFeed, quase tudo na TV ou no cinema atual, rs) além de vários outros em participações menores.

Principalmente através desses dois personagens envolvidos com a indústria do cinema, acabamos ganhando momentos excelentes de puro cinismo, recheado com o que podemos chamar de “Hollywood talk”, com ambos debochando de um indústria que conhecem como ninguém, algo que acaba dando um certo toque especial para “Argo”, que apesar de todo o clima de suspense e tensão do filme, consegue ser leve e até mesmo bem cretino ao mesmo tempo, quando decide não se levar muito a sério e debochar de quem comanda isso tudo. #TEMCOMONAOAMAR quando em uma conversa com o personagem de Goodman, Affleck questionando se é possível transformar qualquer um em diretor do dia para a noite, temos o próprio Goodman respondendo que não só é possível, como Hollywood faz isso o tempo todo. Ou quando Affleck pede para que o seu personagem seja feito de produtor dentro do plano e Goodman responde que com aquela cara, no máximo ele passaria como um co-produtor e nada mais que isso. Sério, um cinismo sensacional!

E o equilíbrio que eles conseguiram encontrar dentro do longa para passar ambos os lados da situação, tanto quanto os absurdos de um mundo de mentiras em Hollywood até a parte séria daquela situação toda, como o conflito se agravando cada vez mais no Irã no final da década de 70 e começo de 80 (com uma caracterização bem bacana, inclusive), em um mix de imagens reais cedidas pela TV com as produzidas para filme, também acabou sendo super importante para dar maior credibilidade para aquela história, que apesar de se tratar de uma fantasia dentro de uma outra fantasia, também precisa encontrar alguma dignidade para ser contada de forma interessante.

Um ótimo exemplo de como eles conseguiram isso foi aquela cena em que uma mulher no Irã estava fazendo uma declaração para a imprensa em inglês, afirmando que eles não serão mais tolerantes em relação àqueles americanos mantidos como reféns por lá e ao mesmo tempo, em um cenário luxuoso das festas e eventos típicos de Hollywood, os envolvidos no projeto estão fazendo um grande teatro, exibindo as fantasias do tal filme Sci-Fi para atrair a imprensa em uma leitura aberta do script (que é negociado de forma brilhante pelo diretor, novamente mostrando um lado do business dessa indústria que nós não estamos acostumados a ver). Entre as fantasias encontramos de tudo, de heróis a mocinha indefesas com pouca roupa (sempre aquela preguiça que se repete mesmo quando elas não são mocinhas indefesas e sãos as heroínas  Humpf!), até um wannabe Chewbacca e um robô possivelmente inspirado no Cybermen de Doctor Who. (sério, achei igual)

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Aliás, esse lado Sci-Fi da história também é tratado de foma decente, com uma série de referências e inclusive menções aos clássicos Star Wars e Star Trek, que naquela época, estavam dominando quase que completamente a industria cinematográfica. Sem contar as action figures vintages que acabam aparecendo no filme, no quarto do filho do Tony Mendez, que são todas altamente desejáveis, além dos detalhes dos storyboards do filme dentro do filme, “Argo” (título de um dos roteiros que eles encontraram que tratava de um plot Sci-Fi em pleno Oriente Médio, que era exatamente do que eles precisavam), que são excepcionais e tem uma função bacana dentro da história acima de tudo. (e OK Tony, eu também teria guardado um deles, só não sei se seria para o meu filho, rs)

Enquanto tudo isso acontece na parte fictícia da história, os seis fugitivos que conseguiram escapar do ataque violento a embaixada (ilustrado no começo do filme com uma narração lenta, mas que lembra muito o estilo adotado na época), que resultou em uma série de vítimas feitas como reféns pelo povo local, esses seis conseguiram ganhar refúgio através de um diplomata canadense, que acaba arriscando a própria cabeça ao acolher aquelas pessoas que passaram dias na sua casa, sem poder colocar a cara para fora. Eles que até então achavam que ninguém sabia da sua existência no pais e não contavam com uma equipe gigantesca de homens e mulheres e principalmente crianças locais, montando um verdadeiro quebra cabeças de papel picado (que eles mesmos tentaram destruir antes da invasão na embaixada, para não deixar nenhum vestígio ou prova do que faziam por ali), na tentativa de identificar quem eram aquelas pessoas e quais eram as suas intenções. Sério, uma operação assustadora de tão minuciosa e simplesmente deixada nas mãos de crianças, que não poderiam ser figuras melhores para resolver aquele grande quebra cabeças.

“Argo” também conta com um ritmo interessante para contar essa história, que apesar do conflito político, não chega a ficar nada arrastado ou qualquer coisa do tipo. Isso além da praticidade com que eles resolveram explorar todos os seus plots, porque o filme tem apenas quase duas horas de duração, o que não poderia ser mais adequado, umas vez que eles conseguiram se resolver muito bem sem se complicar dentro da sua proposta. E a visão do Ben Affleck como diretor também começa a ficar mais forte, com planos mais interessantes dos cenários, principalmente quando em outras terras, como na Turquia por exemplo ou no próprio Irã, quando ele faz questão de mostrar um corpo enforcado em praça pública, além de mostrar que a questão cultural apesar de extremamente diferente, também pode ser bem próxima, mostrando pessoas locais comendo no Kentucky Fried Chicken (naquela época, ainda não era apenas KFC e teve uma piada bem boa sobre esse assunto recentemente em uma série qualquer que eu não me recordo bem qual agora…). Isso sem contar os cortes do filme, a forma de ilustrar uma conversa com frames de storyboards (simples, mas ainda eficaz e apropriada para a época em que o filme se passava), assim como as cenas de conflito, todas muito bem realizadas e ou encaixadas (no caso das cenas reais). E tudo isso somado a todos os outros atributos do filme (a história, o ritmo, o elenco certo) faz com que a sua qualidade se torne indiscutível.

Apesar de tudo isso, é preciso lembrar que “Argo” é um filme de suspense e isso eles fazem questão de refrescar a nossa memória perto do final, quando essa sensação de suspense vai se agravando, exatamente quando chega a hora de enganar o mundo com a tal equipe de filmagens fictícia e ao mesmo tempo o cerco vai se fechando em relação as suspeitas de que os seis fugitivos estavam na casa do diplomata. Aquela caminhada da equipe no grande mercado local para dar credibilidade ao plano é extremamente apavorante, principalmente quando um dos comerciantes resolve criar caso por conta de uma simples foto, algo que acaba gerando uma confusão que poderia ter tomado grandes proporções devido ao calor humano e ódio em relação aos americanos encontrados por lá.

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Claro que perto do fim, algo precisava acontecer para tentar acabar com aquele plano mirabolante e nesse caso, tudo acabou quase não acontecendo graças as ordens vindas diretamente dos USA, com medo de serem ridicularizados devido ao plano envolvendo uma grande mentira como essa e resolvendo assumir o risco de colocar aquelas 6 pessoas para morrerem como heróis, pura e simplesmente por uma história melhor para contar para o resto do mundo. Em pensar que isso deve acontecer a todo momento, não só com eles, e nós nem ficamos sabendo. (esse caso inclusive era confidencial até pouco tempo e só se tornou público através do mandato do ex presidente Bill Clinton)

Mas em termos de tensão e agonia, nada supera aquela reta final da história, com Tony Mendez contrariando suas ordens e se arriscando mesmo assim a tentar trazer os seis de volta à America antiga seguindo seu plano, algo que não teria dado certo se o seu chefe, Jack O’Donnell (Bryan Cranston), não tivesse comprado a ideia de qualquer forma, contrariando as ordens de seus superiores e assumindo o risco. Aquela sequência com todos eles encarando a inspeção no aeroporto, não sendo tratados muito bem, colocados naquela salinha de espera pavorosa, tendo que se comunicar em uma língua que muitos não conheciam (aliás, um detalhe importante no filme é que eles não fazem questão de traduzir outros idiomas, justamente para dar uma impressão mais próxima do desespero que é esse se encontrar envolvido em uma situação com esse tipo de falha de comunicação) até o momento em que finalmente todos eles conseguem embarcar, ouvindo já no avião que agora que não estavam mais em solo do Irã, as bebidas estavam liberadas. (sem contar aquela corridinha dos carros de polícia e milicia vs avião em plena pista de voo, que foi sensacionalmente aflitiva até o momento em que vimos o avião finalmente deixar de tocar o solo)

Um final espetacular, digno de Hollywood e acima de tudo, digno de toda essa atenção que o filme acabou recebendo recentemente, sendo indicado em todas as premiações (levando quase todas elas) e consagrando o Ben Affleck como o grande diretor do ano, que ele, mesmo com uma concorrência de nomes fortíssimos e consagrados como Spielberg, Ang Lee, David O. Russell vem conseguindo surpreendentemente roubar a cena de todos eles durante as últimas premiações do cinema, algo que Affleck não vai ter a chance de fazer no Oscar 2013, pelo menos não como diretor, porque acabou não sendo indicado em mais um daqueles casos de pura implicância/injustiça. É claro que no final do longa, todos eles acabaram recebendo as mais altas condecorações do serviço secreto americano, isso sem poder fazer nenhum alarde, por se tratar de uma história extremamente confidencial e tendo que amargar o Canada recebendo todas as honras de grande herói da vez, além da libertação das vitimas mantidas como reféns após 444 dias de cativeiro.

Por todos esses motivos, “Argo” pode e deve ser considerado como um grande filme, o melhor deles para esse ano, porque com uma reunião tão bacana entre elenco e uma história sensacional como essa, não temos como contestar a grandeza do filme, que consegue te prender facilmente do início ao fim, sem o menor custo. Claro que em meio a tudo isso, temos que ressaltar o trabalho de diretor do Ben Affleck, que apesar de ter o ouro nas mãos nesse caso, poderia não ter escolhido a melhor forma de retratar essa história, mas isso ele não fez e acabou assim conseguindo a sua grande redenção, entregando paro mundo do entretenimento o seu melhor trabalho, esse que talvez seja e merecidamente, o melhor trabalho do ano nessa industria que não costumava lhe tratar muito bem. E ao que tudo indica, essa situação está prestes a mudar ainda mais. Clap Clap Clap!

E por esse motivo, ficaremos todos felizes caso seja você quem suba naquele palco no próximo domingo (todos live no Twitter comigo, sim e ou com certeza), com as mãos rabiscadas pelas filhas e tudo mais. (♥)

A propósito, preciso dizer antes de encerrar que howcoolisthat que exatamente esse filme tenha sido realizado (ainda mais dessa forma) pelo marido da  Sydney Bristow, hein? Coincidência?

Argo fuck yourself! (nesse caso significando boa sorte)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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13 Respostas to “Argo”

  1. dani z Says:

    Sim, sim estaremos juntos assistindo a premiação, eu já tenho um espumante gelando para a ocasião e vou me vestir bem bonita, mesmo que seja pra ninguém ver. A lôca.

    • Essy Says:

      Não vejo a hora. Já até separei o meu melhor pijama e comecei a planejar o que será servido na minha own recepção. Diz que vai ter até Oreo, só que versão Nergresco, rs
      Uma vez, no passado, eu e meus amigos fizemos um encontro assim para ver o Oscar e fomos todos montados como se fosse para uma grande festa. Foi ótimo e eu encorajo!

  2. Denise Says:

    Eu gostei do filme, mas não acho que mereça o Oscar de melhor filme, não é pra tanto. Já o Alan Arkin eu amo! Ele merece todos os prêmios!!

    • Essy Says:

      Gostei bastante e ficaria feliz se levasse, ainda mais considerando a grandeza (em termos de produção e nomes) de alguns dos seus concorrentes.
      Veremos…

  3. Sandra Says:

    Aiiii, é agora que vc me expulsa do Guilt (rs), but… eu sempre achei ele meio canastrão. Argo sem dúvida é o seu melhor trabalho como ator e tenho certeza que levará o Oscar de melhor filme. Falei em outro post e repito, não que seja o meu filme preferido deste Oscar, mas dizem as línguas, que ele vem fazendo um trabalho forte nos bastidores da Academia. Veremos….
    Para mim valeu pelo Bryan Cranston! Adooro!
    É um ótimo filme!😉

    • Essy Says:

      HAHA. Tudo bem, vai ganhar apenas um ponto negativo, que por aqui são o equivalente a estrelas douradas de ponto positivo, pq gosto de ver todo mundo brilhando, rs
      Também já achei o Ben super canastrão no passado, claro. Acho que melhorou bastante com o tempo como ator (principalmente em relação a suas escolhas), embora tenha se encontrado mesmo é como diretor. Fato.
      Essa questão do “social” que é preciso fazer como campanha para vencer um Oscar é bem real mesmo e sempre acontece. Um vez, acho que eu assisti até um doc sobre o assunto ou era apenas uma reportagem mesmo.
      Fato é que quem consegue fazer o simpaticão nessas horas, acaba levando vantagem. Por isso, todos eles acabam indo em todas as festas e premiações menores nessa época, toda uma questão de campanha a favor de si mesmo, demonstrando humildade, disposição, interesse, mesmo tratando-se de uma grande campanha a favor deles mesmos…

  4. Rapha Says:

    Achei muita injustiça o Ben não ter sido indicado como melhor diretor, puro preconceito. O filme é maravilhoso, muita tensão do começo ao fim. Um trabalho muito maduro e competente, mostrando ao mundo que o Ben pode ate ter suas limitações como ator mas que como diretor, ele é sim um dos melhores de sua geração.

    • Essy Says:

      Também achei, ainda mais depois de tudo que ele andou levando de prêmio depois disso como melhor diretor. Seria impossível que todas as outras premiações estivessem tão erradas assim. Suck it, Oscar!
      Acho que ele está em um ótimo caminho para se tornar um grande diretor. Ganhar o Oscar com certeza será uns passos a frente importantíssimos na sua carreira. Só espero que ele deixe o seu ego de ator mais calmo da próxima vez. Quem sabe se escalar apenas como coadjuvante ou fazer questão de nem aparece no seu próximo filme? Pense nisso, Ben. (rs)
      Sem contar que a gente AMA uma boa história de superação neam? rs

      • Rapha Says:

        E que história de superação, muito merecido o Oscar, apesar de Os miseráveis ser uma produção e tanto. Go, Ben, go!!!!!

      • Essy Says:

        Também acho. Aliás, ele foi ótimo e no seu discurso mesmo esbaforido, não deixando de lado tudo que teve que engolir ao longo dos anos.
        Merecidíssmo!

  5. A lista bem boa e equilibrada dos vencedores do Oscar 2013 | The Modern Guilt Says:

    […] « Argo […]

  6. Juliana Says:

    Eu sei, você já postou várias coisas depois do Oscar, mas eu precisava escrever isso aqui. Sabe por quê? Porquê esse comentário é simplesmente a CARA desse blog!!!!

    Jennifer Lawrence:” Levei um tombom vestindo Dior Haute Couture, sendo amparada por Hugh Jackman e Bradley Cooper, enquanto ia buscar minha estatueta do oscar de melhro atriz. Que chato!!!!”

    • Essy Says:

      HAHA! Realmente, o melhor pensamento para pensar em superar aquele drama.
      Com esse pensamento, a gente até aceitaria um tombo daqueles em público por dia!
      Eu já me imagino caindo em noite de Oscar, metade no colo do Ryan Gosling e metade do Fassy, rs

      ps: e realmente, esse comment tem a nossa cara. THNKS

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