Frankenweenie + Wreck-it Ralph + ParaNorman

Frankenweenie

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“Frankenweenie” tem cara de um sonho realizado do Tim Burton e quando um amigo realiza um sonho qualquer (e sim eu me sinto próximo daqueles que eu gosto, mesmo que eles não saibam exatamente da minha existência), a gente acaba ficando feliz por ele de qualquer jeito e muitas vezes, esse sentimento acaba contando muito mais do que a realização em si.

Um curta que estava adormecido desde 1984, querendo se tornar gente grande e que finalmente acabou ganhando essa chance. Somos apaixonados por ele desde os extras de “The Nightmare Before Christimas”, onde encontramos pela primeira vez, Victor e seu melhor amigo, um cachorro moribundo dos mais adoráveis possíveis.

Primeiro, é preciso dizer que não tem como não se apaixonar pelo universo do Tim Burton e toda a sua estranheza em cada um de seus trabalhos e o filme é exatamente mais um convite à sua imaginação (que é como eu gostaria que fosse todos os meus pesadelos). Tudo é muito bem cuidado, inclusive as esquisitices todas e peculiaridades de cada um daqueles personagens, assim como todo o universo que o diretor sempre acaba criando em seus projetos, que são todos lindíssimos e sempre nos despertam o sonho de viver no seu pesadelo. Sem contar o detalhe do filme ter sido realizado todo em preto e branco, utilizando características bem oldschool para o tipo, algo que certamente colaborou e muito para o fundamento do próprio. (e o time de dubladores ainda conta com nomes como a Catherine O’Hara, o Martin Short e a Winona Ryder)

E quem não gostaria de poder trazer de volta a vida aquele cachorrinho da infância, que acabamos nos despedindo em uma fase da vida onde normalmente ainda não estamos preparados ou pouco entendemos sobre o assunto? Nem vou contar para vocês sobre a morte do meu primeiro cachorro, porque ela foi bem trágica e poderia acabar facilmente com esse sonho em stop-motion. Mas esse na verdade poderia ser facilmente o sonho de qualquer criança que tenha perdido seu animal de estimação e por isso a ideia do filme funciona muito bem. Ainda mais que sabemos que todo esse fundamento “Frankenstein” não é de hoje que é sucesso garantido.

De qualquer forma, preciso dizer que apesar de ter ficado bem empolgado com tudo em relação ao filme (sempre quero todas as miniaturas de tudo do Tim Burton e ou de quase todas as outras animações), não cheguei exatamente a me empolgar na hora de assisti-lo. Acho que não preciso nem dizer o quanto eu gosto do diretor a essa altura para justificar qualquer coisa que eu venha a falar daqui para frente, mas fato é que “Frankenweenie” não conseguiu despertar muita coisa em mim.

Pensando em uma justificativa para tal, eu creditaria essa “decepção” inicial pelo fato do filme não se tratar de uma prequel do que vimos em “Corpse Bride” por exemplo, mesmo com todas as coincidências entre ambos (semelhanças físicas entre os personagens, seus nomes e inclusive alguns de seus animais). Até cheguei a imaginar que seria algo do tipo, mas na verdade essa não era a ideia de “Frankenweenie”, algo que pode ser justificada se pensarmos que essa provavelmente tenha sido uma das ideias mais antigas do diretor.

Mas mesmo assim, toda essa semelhança entre personagens e cenários acabou prejudicando seriamente o novo filme para o meu olhar. Não que eu não tenha conseguido enxergar os pontos altos dele, mas a sensação que fica é a de que já vimos e por mais de uma vez, algo muito semelhante com aquilo tudo e essa sensação consegue acabar facilmente com parte da graça. Tudo bem que tudo isso é uma questão de identidade e não é de hoje que nós somos completamente apaixonados por esse universo do próprio Tim Burton, mas talvez o filme funcionasse melhor se não fosse tão semelhante com algo que nós já conhecemos.

E entendam que eu sou do tipo que acha lindo quando reconhece que a cidade de plano de fundo de “Frankenweenie” é bem parecida com a que conhecemos em “Edwards Scissorhands” por exemplo ou aquelas árvores retorcida bem no estilo “The Nightmare Before Christimas” e esse tipo de referência ao próprio repertório do diretor eu acho sensacional. Mas manter algo tão semelhante soa como se o Tim Burton estivesse rodando atrás do próprio rabo, sem aquela vontade de nos introduzir um universo realmente novo (como ele fez lindamente em “Alice In Wonderland”) ou pelo menos revisitando tudo aquilo que já saiu da sua cabeça no passado, só que de outra forma.

Mesmo assim, vale a pena assistir por todo o seu fundamento (e acho sensacional como as crianças adoram esse tipo de universo e nem chegam a se assustar com tamanha esquisitice, tão pouco com a experiência de assistir algo em preto e branco por exemplo, que em nada faz parte da realidade ou costume deles) e como eu bem já disse no início dessa review, se o nosso amigo está feliz, é isso que importa.

 

 

Wreck-it Ralph

wreck-it-ralph-poster1

Aceito doações de Kit Kats e M&Ms de pasta de amendoim e ou coco (meus preferidos. AMO!) para construir o meu próprio carro de corrida e me mudar imediatamente para Sugar Rush. Sério, podem começar a me enviar!

Eu não sei onde é que eu estava com a cabeça que não tinha assistido “Wreck-It Ralph” ainda (do diretor Rich Moore, que já trabalhou em Os Simpsons, Futurama). Shame on me. Na verdade, eu bem sei e a minha cabeça estava ocupada com a dificuldade de se encontrar animações em versões legendadas por aí, mesmo em sessões a noite e em uma cidade cheia de opções como SP.

O filme que traz o vilão de um jogo de videogame tentando ser bonzinho, é realmente umas das animações mais bacanas dos últimos tempos e eu acho uma pena ele não ter feito tanto sucesso por aqui como se imaginava. (não sei se em todo mundo aconteceu a mesma coisa, mas o que eu sei é que já foi confirmada uma sequência e na qual dizem que teremos a participação do Mario. Que Mario? Aquele que… que é encanador mesmo, rs)

Na verdade, até imagino que isso tenha acontecido devido a uma questão simples do público vs suas várias referências a jogos de outras épocas que nós, jovens mais velhos e adeptos de um bom console (ok trocamos uma letra nessa última line e partimos para uma conversa totalmente diferente, hein? rs), conhecemos bem. Certamente, quem tem algum conhecimento ou vivência dentro desse universo, deve ter aproveitado muito mais a experiência, que de qualquer forma, funciona muito bem de qualquer jeito, pelo volume de coisas brilhantes, saltitantes e linguagem gamer que o filme carrega deliciosamente.

Da reunião dos vilões que estão “cansados” de ser apenas os malvados da história até as aventuras do grandalhão ruivo (mais um para a nossa coleção de ruivos queridos do ♥) tentando provar a todos que apesar do seu trabalho dentro do jogo, ele também era uma cara bem bacana e merecia ser da turma como todos os outros mocinhos da história.

Nessa hora inclusive, eu achei que o roteiro do filme acabou fazendo toda a diferença, porque a história é realmente encantadora, não só por tudo que eu já descrevi até agora mas também porque ela é muito bem escrita, cheia de reviravoltas e uma profundidade que não estamos muito acostumados a encontrar dentro do gênero. Pelo menos não dessa forma intensa e leve mesmo tempo. E tudo fica ainda mais especial quando Ralph, que é um brutamontes de mãos e pesadas, vai acabar em um mundo colorido e todo fofinho (onde eu poderia morar facilmente) e nessa viagem, ele acaba ganhando a companhia da adorável Vanellope, que nada mais é do que um bug do jogo e que por isso não é muito bem aceita pelas mean girls da região açucarada, que são todas umas foufas totalmente amargas por sinal.

A relação que ambos vão criando é adorável, uma identificação quase que imediata por se tratar exatamente de dois underdogs que não são nada bem vindos dentro de seus próprios universos. Universos esses que são sensacionais, com o Raplh vivendo em um game oldschool no melhor estilo 8-bit e Vanellope fazendo parte de um jogo mais contemporâneo de corrida de carros dentro de um universo que mais parece um sonho de coisas gostosas e fofinhas. Sério, tudo dentro desse universo é muito foufo e poderia ser um item de decoração da minha própria casa. Sério mesmo, rs. (gosto muito mais desse tipo de jogo. Porque será? rs)

Com uma referência visual absurda, o filme embarca em uma excelente proposta dentro do mundo dos games, criando um universo próprio por trás das telas, seguindo uma escola bem “Toy Story” de ser, daquele tip que a brincadeira nunca termina e que todos os seus personagens tem uma vida própria quando não estão em suas funções, divertindo quem quer que seja. Eles viajando de um game para o outro, entrando em territórios que não pertencem, encontrando jogos poderosos e ultra modernos, outros já descontinuados e na sarjeta (muito triste, tadinhos!) e morrendo de medo de apresentar algum defeito para que seus jogos não acabem na manutenção ou sejam desligados de uma vez por todas, também são detalhes super bacanas para esse universo que além de ser um novidade, foi realmente muito bem construído e é uma delícia deliciosa de ser ver.

Isso sem contar o time de dubladores oficiais da animação, como nomes como John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Jane Lynch, Mindy Kaling, Ed O’Neill, todos eles uma delícia de ir reconhecendo aos poucos enquanto seus respectivos personagens vão fazendo suas entradas no longa. Me disseram que na versão dublada, a voz da Vanellope acabou ficando por conta da Mari Moon e eu só não lamento que as crianças tenham sido obrigadas a viver essa experiência porque elas não sabem exatamente de quem se trata, mas desde já me solidarizo com seus pais. #StayStrong! (rs, embora o Felix tenha ficado por conta do excelente Rafael Cortez)

O final do filme também é bastante especial e eu juro que cheguei a ficar comovido (tá, eu chorei mesmo ou talvez fosse o meu corpo expulsando todo o açúcar ingerido de uma forma mais criativa. Vai saber…) com todas aquelas resoluções, principalmente com a história de ambos poderem se ver de dentro dos seus jogos durante o dia e tudo mais. E vale a pena assistir até os créditos finais, que tem todo um fundamento baseado na tipografia de games que nós bem conhecemos e que é uma delícia a parte. (até o logo da Disney entra com defeito e se mistura com o Pac-Man no final, howcoolisthat?)

Embora tudo isso, devido a todas as referências de jogos antigos e o mundo do fliperama não ser mais como as crianças estão acostumadas a encontrar seus jogos atualmente, talvez o filme acabe agradando muito mais os próprios pais mesmo. Mas tenho certeza que todo aquele visual maravileeeadro, com todas aquelas luzes e aquela quantidade de coisas fofinhas na tela deve ter deixado toda uma nova geração encantada ou no mínimo hipnotizada.

Eu terminei de assistir o filme tendo praticamente a minha own Sugar Rush. Sério. #YOUWIN

 

 

ParaNorman

Paranorman_Poster

Uma animação infantil paranormal e que ainda é recheada de zombies por todos os lados. #TEMCOMONAOAMAR?

Não, realmente não tem como não amar “ParaNorman” (dirigido por Chris Butler – que trabalhou em “Coraline” e “Corpse Bride” e Sam Fell- que trabalhou em “Flushed Away” e “The Tale of Despereaux”) que apesar de ser uma animação infantil, traz alguns temas de forma bastante corajosa para um público que não está acostumado a receber esse tipo de opção.

O filme gira em torno do menino Norman, que é uma paranormal que consegue ver e se comunicar com os mortos. Sim, começamos o filme já levando esse susto, com ele conversando normalmente com a avó (que tem a voz da atriz Elaine Stritch, que para quem não se lembra, era a mãe do Jack em 30 Rock e a animação ainda conta com a nomes com o da Anna Kendrick, Casey Affleck e o John Goodman) sentada no sofá da sala da família e que logo na sequência, descobrimos tratar-se de um fantasma. BOO!

Dentro desse universo e brincando de forma bem bacana com o lado de lá, passamos a observar o dia a dia desse garoto, que obviamente não é dos mais fáceis, por todos de sua cidade estarem ciente desse seu dom e a sua própria família não conseguir entender muito bem esse seu pequeno issue. Muito bacana aquela cena de transição, onde observamos o garoto caminhando sozinho pela rua, falando sozinho, cumprimentando pessoas que não podemos ver (quer dizer, eu pelo menos não consigo e isso graças a Cher, porque esse seria um pesado demais para mim. Amém) e logo em seguida, ganhamos uma visão do mundo através do olhar do próprio Norman, com fantasmas aparecendo por todos os lados, se comunicando e inclusive fazendo piadas ótimas com os motivos de suas mortes.

Nesse detalhe, o filme emprega uma honestidade absurda, ainda mais tratando-se de um universo infantil, onde os mortos vivos no mundo de Norman são vistos exatamente da exata forma que morreram e não simplesmente como eram enquanto vivos. Lindo que dentro desse universo, até os animais acabaram ganhando o seu espaço. Em um determinado ponto do filme, eles inclusive chegam a dar uma pequena explicação, do tipo fácil de se entender (pensando em uma fácil compreensão para as crianças), sobre o assunto do porque apenas alguns dos mortos estarem perambulando pelos quatro cantos.

Aficionado pelo universo dos mortos vivos, o quarto do menino é repleto de detalhes sensacionais e tudo dentro da temática zombie. Pantufas, luminárias, escova de dentes, posters forrando uma parede quase que por completo, tudo é sensacional e tem alguma informação desse universo. E encontrar isso tudo dentro de uma animação, acabou deixando esse universo ainda mais especial (e foufo) para o próprio longa.

Acostumado a viver sozinho porque ninguém vê com bons olhos a paranormalidade do garoto, Nornam acaba ganhando um amigo para compartilhar suas esquisitices, Neil, que é um gordinho ruivos dos mais foufos ever (mais um ruivo para nossa coleção e até agora eu estou querendo uma miniatura dele vestido de árvore. Alguém sabe onde vende? rs). Sério, o personagem é infinitamente adorável e em determinado momento do filme, faz um discurso super bem humorado sobre bullying, apresentando uma forma mais leve e bem humorada de se aprender a lidar com ele.

A animação também foi toda feita em stop-motion, mas nesse caso, diferente do que encontramos em “Frankenweenie” e a opção por aqui provavelmente foi a de dar uma modernizada no modo de se fazer algo do gênero. Detalhes, texturas, cabelos, tudo é absurdo dentro desse contexto em “ParaNorman”, além de lindo visualmente. Sem contar que por se tratar de uma história que circula dentro de um universo “assustador”, apesar de ter seus momentos de pequena tensão ou susto, tudo na verdade acaba sendo adorável, inclusive os próprios zombies.

Outro detalhe importante no longa além da história (que gira em torno da tarefa de Norman de quebrar uma maldição dentro da sua cidade), é o tipo de humor encontrado no filme, que realmente é bem especial e divertidíssimo. Acho sensacional a naturalidade  com que o irmão do Neil acaba revelando que é gay no final do filme por exemplo, um detalhe que acaba emprestando uma honestidade ainda maior para o seu tom, que conversa muito bem sobre assuntos não tão comuns para o universo infantil e isso com a maior naturalidade possível, sem rodeios e falando diretamente para crianças. (inclusive na questão sobrenatural, que é o plot central da história)

E todo essa honestidade encontrada na animação além do assunto nada comum para o gênero, “ParaNorman” acaba se destacando facilmente das demais animações mais recentes, mostrando que com criatividade e histórias novas, ainda conseguimos nos encantar com universos que já visitamos outras vezes e ou de outras formas. (sem querer mandar recado para ninguém, mas já mandando um especialmente para o Tim Burton)

Isso sem contar que a animação ainda terminada de forma super divertida, com os créditos em uma tipografia bem trash, velha conhecida do gênero do terror antigo e ao som da excelente “Little Ghost” do The White Stripes. Eu não consegui me conter e já fui logo sacando as baquetas da bolsa. Sempre acabo achando que esse tipo de situação é um típico convite para um dueto, rs (para todos os pais baterem o pé no ritmo da música no final, rs)

 

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4 Respostas to “Frankenweenie + Wreck-it Ralph + ParaNorman”

  1. Juliana Says:

    Achei todos ótimos! Nessa lista só faltou Hotel Transilvânia😉

  2. Denise Says:

    Te digo que a premiação de animação esse ano foi dificílima. Qualquer um que ganhasse, eu ficaria feliz, todos eram ótimos!
    Frankenweenie eu assistia no extra de The Nightmare Before Christimas também. Já falei do meu pequeno, né? Eu adoro filmes e acabei passando isso pra ele. A primeira vez que ele assistiu o filme do “Jack Esqueleto”, ele tinha 3 anos e amou! É o filme preferido dele de halloween! E ele assistia o Frankenweenie do extra, mesmo não sendo dublado em português, e adorava. Eu gostei da animação, mas a estória, apesar de fofa, não me impressionou.
    Já Wreck it Ralph, me apaixonei! Que estória liiiiiiinda!!! Considero o melhor roteiro de todos. Falei para todo mundo assistir. A arte é demais. E, sim, eu chorei mesmo! Não tem como não se emocionar nesse filme.
    ParaNorman eu assisti novamente hoje (e ontem tb…). É uma estória diferente, criativa. Mas é um filme de terror! O Felipe, coitado, passou medo, mas aguentou até o fim – mesmo ontem, assistindo novamente, ele se assustou um pouco. Imaginei que fosse mais infantil (ele tem 4 e a indicação era 10 anos!). Na hora que o Norman vai confrontar a bruxa na árvore e não a vemos, só ouvimos e de repente a voz dela soa bem perto do ouvido dele… Até eu me arrepiei! O Neil é ótimo! Ri muito com ele. E a qualidade da arte também é maravilhosa!
    Enfim, esses três, mais Brave, Rise of the Guardians e Hotel Transylvania foram realmente as melhores animações do ano. Eu amei, meu pequeno também!

    • Essy Says:

      Acho que “Brave” acabou ganhando mesmo porque é a melhor executada em termos de animação. Tem alguns avanços,alguns efeitos, coisas do tipo que chamam a atenção.

      Eu acho super engraçado como as crianças se encantam com a estranheza do Tim Burton. Eles simplesmente adoram e entendem (da sua forma) tudo aquilo quase que de imediato.
      Em termos de animação, “Frankenweenie” tem tudo o que a gente gosta e é lindíssimo, só faltou algo novo mesmo, embora ele seja um sonho antigo realizado.

      “Wreck-it Ralph” se tornou rapidamente um dos meus preferidos por conta de todo o seu fundamento, além de ser um história bem original. AMEI cada referência e também recomendo que todos assistam, porque não é um filme apenas visual, embora o visual dele seja um atrativo sensacional a parte, mas tem uma história consistente e bem bacana também. Achei adorável e insisto em dizer que se fosse aceito, moraria em Sugar Rush fácil fácil! rs

      “ParaNorman” (obrigado pela forma correta de se escrever “ParaNorman”, rs) também tem uma história super original (apesar de seu universo não ser tão original assim), bem criativa, apesar do gênero do terror. Fiquei bem pensando na reação das crianças em relação ao filme (tadinho do Felipe!), que embora infantil, tem uma linguagem bem adulta, direta, sem contar os momentos de susto, que até eu fiquei assustado (as vezes me assusto até com o meu próprio cabelo batendo com o vento, rs). Mas achei bem bacana principalmente a forma que eles escolheram para contar essa história, diretamente, sem rodeios, do jeito que criança costuma entender bem porque não complica muito. Além do filme ser inteiro muito bem cuidado e logo de cara eu consegui perceber a escola que ele havia frequentado.

      Não vi ainda “Rise of the Guardians” e “Hotel Transylvania”, mas também ouvi bastante gente falando bem, principalmente de “Rise”, que nem teve um barulho muito grande em torno do seu lançamento, mas que todo mundo acabou gostando. Enfim, acho que esse ano tivemos uma excelente leva de animações para os nossos (apontando o dedo para mim mesmo) pequenos.

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