Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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14 Respostas to “Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…”

  1. Sandra Says:

    Não acompanho todas que vc citou acima, até pq não teria paciência com algumas (rs), mas fico pensando o que será de mim qdo acabar Mad Men e Breaking Bad… tá Homeland está inclusa! rs Órfã total sem as minhas séreis preferida.😦
    Vc viu que vão retomar The Killing? Eu gostei da nótícia!🙂

    • Essy Says:

      Mad Men e Breaking Bad certamente serão perdas sentidas por todos. E depois o que deve surgir de candidata preguiça a substituta…
      Homeland também, que apesar da Season 2 mais fraca, é bem melhor do que a maioria das séries que temos hoje na TV.
      Pra mim, The Killing acabou no final da Season 2. Sabe quando vc acha que mesmo sendo boa, já foi o suficiente?
      Então…

  2. Lara Russo Says:

    Eu não assisto todas as séries que você falou… não gosto de muitas delas. =P
    Mas concordo com tudo que você disse. Só que até com Mad Men eu ainda não animei muito (tá certo que só assisti o 1º episódio dessa temporada…). O Don andava meio pacato, mas pelo visto isso vai mudar.
    The Office tá forçado mesmo nessa reta final. The Walking Dead eu meio que larguei. Game of Thrones eu ainda insisto, mas são raros os episódios realmente bons.
    Como a vida anda corrida, tem muitas séries que eu estou deixando de lado, para ver se assisto quando tiver mais tempo. Ou seja, estou sem séries que me prendam de verdade.
    Ai ai, alguma coisa realmente anda acontecendo com a nossa TV…

    *Aguardando ansiosamente Sherlock e Breaking Bad (BB eu comecei a assistir de tanto você falar, hahah E você tá quase me convencendo a assistir Sons of Anarchy =P )!*

    • Sandra Says:

      Oi Lara! Eu me metendo no seu post :D… mas te falo, o Don não está pacato naaaaaaaada, apesar que sou suspeita para falar, pois amoo a série e o Don! rs Tenho a leve impressão que será uma das melhores temporadas!
      Eu comecei a assistir Sons por conta das reviews do Essy e não me arrependo, muito boa! Fiz uma maratona e assisti todas as temporadas, fora que Charlie Hunnam é sempre uma visão! Höy!!!

      • Lara Says:

        Ai ai, Sandra, acho que está decidido então: próxima folga que eu tiver, começo Sons of Anarchy, haha
        E quanto ao Don: percebi no final do episódio que as coisas estavam para mudar, fico feliz então que seja verdade😀 Também tem o fato de que eu não gosto da Megan… haha

        =**

      • Essy Says:

        + 1. Vou lá cobrar a minha cota com o FX então, rs
        Porque não gosta da Megan?
        Já me acostumei tanto com ela… mas acho que por ser mais nova e ter uma profissão mais assim, ela poderia ser bem mais esperta…

      • Essy Says:

        Gostei da movimentação da história durante o terceiro episódio e senti que agora tudo pode ficar bem melhor.
        Ó, confirmou! Nos encontramos todos na rehab daqueles super viciados em séries, rs.
        Charlie Hunnam = Höy!

    • Essy Says:

      Mad Men voltou com poucas surpresas, é verdade, mas já no terceiro episódio dessa temporada ganhamos aquele desfibrilador no peito, para voltar a acreditar que a nova temporada seria mais do que apenas aquilo. Ficou melhor e voltou a animar, confie.
      Estou morrendo de pena de The Office nesse final. Tudo bem que eles tem pouca coisa para explorar, mas essa história toda do Jim e da Pam me deixou irritado. Acho que seria bem mais bacana ver todos eles lidando com o lançamento do documentário do que qualquer outra coisa.
      The Walking Dead melhorou viu? Quase fiz o mesmo no final da Season 2, mas voltei a me animar com a renovação que aconteceu dentro da série. Apesar de ainda ter muita coisa irritante por lá…
      Essa vontade de desapegar anda cada vez mais forte e alguma coisa precisa ser feita a respeito. Acho que é um bom momento para encarar maratonas de séries que não vimos ainda, mesmo as já canceladas.

      Também estou louco pela volta de Sherlock e Breaking Bad. SOA é ótima e tem temporadas mais curtas, o que já anima. (mas o clima é bem pesado, então talvez seja bom assistir sem pressa, para digerir bem)

      ps: ainda vou propor um grupo de apoio para os viciados que eu ajudei a carregar por esse caminho, pode deixar, rs

  3. Valéria Says:

    Geralmente nossos gostos convergem bastante, concordo com a maioria das coisas que você fala.
    MAS quanto a Game of Thrones, não sei se é exatamente defender a série, porém tenho a dizer que os “problemas” que você citou são de origem dos livros. Sei que a série tem que adaptar, tem que se sustentar sozinha, que é uma linguagem diferente e blablablabla; só que nesse caso, são questões de enredo, que não podem ser mexidas, porque desfigurariam totalmente a história e embolaria tudo lá na frente. E te digo mais: a série até tem sido bem dinâmica em comparação aos livros, em que tem muiiiiiiiito mais enrolação e personagens. Muito mais meeeesmo.
    Os livros são sim tudo isso que você narrou: 1928837463453 personagens indo aparentemente do nada ao lugar algum, 192891732867343 plots acontecendo ao mesmo tempo e ainda assim nada parece sair muito do lugar, e a feijoada vai sim sendo ensinada aos poucos, como um quebra-cabeça daqueles de 20000 peças que ninguém nunca consegue terminar.
    Daí vai do gosto do freguês: há quem goste e há quem não goste.
    Eu sou fissurada por ambos (livros e série), mas sempre aviso quem não está curtindo a 3ª temporada que talvez continuar vendo seja perda de tempo, porque dificilmente vai mudar (nem a série nem a sua opinião).
    Beijosssss!!
    P.S.: Aniver tá chegando heeeeein, como vai ser a comemoração (stalker nível 900000)

    • Essy Says:

      Olha só, acho que esse foi o relato mais honesto que eu já recebi por aqui (e fora daqui também) de quem já leu os livros de GOT.
      Nesse caso tudo até que se justifica e talvez a série seja apenas isso mesmo. Meio como a nossa experiência recente com “The Hobbit” por exemplo…
      Gosto de GOT, mas queria gostar mais e talvez por isso não consiga entender tamanha euforia. (que durante o último episódio foi gigantesca para bem pouco, apesar de todo o significado daquele momento para a mitologia da série, além de ter sido bem bacana também)
      Até hoje nunca encontrei grandes motivos para abandonar de vez a série, porque aquela grandiosidade toda acaba me convencendo do contrário, mas ainda assim, sinto que falta algo, pelo menos para mim.
      Mas o seu relato já me tira parte dessa esperança, o que eu acho importante, porque daqui para frente, vejo pensando que é aquilo mesmo e pronto. Quem sabe assim eu acabo me animando mais do que ficar criando falsas expectativas, não?
      Veremos…

      ps: HAHA. Estava querendo ir no show da Cat Power que vai acontecer por aqui perto do meu B’Day, mas parece que não será mais possível e agora não sei se vou querer fazer outra coisa, rs.

  4. Dani Z Says:

    Ah não tá tão ruim assim a TV não Essy. Vamos lá, as sugestões. Já te disse pra ir atrás de Shameless US. Como são 3 temporadas voce vai se divertir por semanas.Vamos continuar esperando o inverno, pois ele vem e vem gelado. Vai me dizer que a humilhação do Jamie Lannister , seu quase namoro com a Brianne e o talento para comandar exércitos da Danny Taegarys não te deixou nenhum pouquinho empolgado? E a canalhice adorável do eterno traidor de esposas que é o Don? A disputa pela conta do catchup Heinz promete.Eu também assisto a muitos seriados e como voce sei o que é o vício, ou pior, a abstinência por coisa boa. Não revire os olhos e nem diga Humpf, mas eu adoro The Good Wife, Elementary e ainda sigo as bobagens de HIMYM. Vez em nunca vejo Person of Interest que não é de todo mal e agora sim, revire os olhos, acompanhei os 3 primeiros epis de Nashville com as insuportáveis Connie Britton e a mais ainda Pannetiere. Tem todos os elementos de séries do tipo Revange ( que eu abandonei de vez) ou Dallas, o antigo é claro. Uma boa dica também é Os Bórgias, que reestreou a nova temp e eu super gosto. Alguém aí já conferiru Derek? Do Ricky Gervais? Último momento ” eu confesso que assisto” : sou viciada em Top Chef. Pronto, falei.

    • Essy Says:

      Será que eu estou amargo? rs
      Vou dar uma chance para Shameless sim, mas tenho pelo menos outras duas antes na fila.
      Fiquei sim animado com tudo isso que vc disse sobre GOT, mas ainda sinto que foi pouco. Quando lembro tudo o que vimos até esse ponto da história, sempre fico com a sensação de que foram pequenos mimos em uma imensidão de tempo gasto com coisas totalmente aleatórias e aí eu não acho justo.
      Achei bem bacana aquele flashback da infância do Don em Mad Men um dia desses (nesse terceiro ep que eu disse no outro comment), que nos lembrou bem o “porque” dele ser daquele jeito hoje, ou o que foi que aconteceu para ele ter “quebrado” daquele jeito.
      Tá, me segurando para não revirar os olhos (algo que eu não resistir quando vi Nashville na sua watchlist,mas como fui autorizado, está OK, rs) e ou mandar um “humpf”, rs. Brincadeira, Elementary eu até que gostei, mas prefiro Sherlock e como não sou muito fã de procedural, acabei deixando para lá e optando por ficar apenas com uma das duas.
      Derek está na minha lista. Tenho o piloto aqui e ainda não vi. Na verdade, acho que estou com medo de me irritar com o Gervais, apesar de ter lido ótimas críticas a respeito.
      Sabe o que eu ando AMANDO? Hannibal, (que é procedural, rs) mas ainda preciso escrever a respeito…

  5. The Office escolhendo se despedir da melhor forma possível. That’s what she said! | The Modern Guilt Says:

    […] nos incomodou profundamente (como algumas de suas colegas fizeram, principalmente durante essa temporada 2012/2013) a ponto de nos fazer sentir vontade de pedir demissão daquele trabalho temporário semanal de […]

  6. A temporada de Game Of Thrones em que continuamos andando mas que finalmente sentimos que saímos do lugar | The Modern Guilt Says:

    […] até a reclamar em um dos meus textos dramáticos sobre o que estaria acontecendo com a minha/nossa TV atualmente, que aparentemente estava sim passando por uma crise criativa daquelas (ainda está), texto em que […]

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