The Carrie Diaries – Quem diria que esse reencontro poderia ser tão adorável?

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A notícia de que ganharíamos uma nova oportunidade de reviver Sex And The City, mesmo que de uma outra forma, ao mesmo tempo em que parecia um sonho, poderia facilmente também se transformar em um pesadelo e digamos até que tinha tudo para isso. E um pesadelo que a gente não gostaria de ver uma personagem tão querida como a Carrie Bradshaw ter que enfrentar. Mas para nossa surpresa, o piloto da CW já empolgou, entregando com dignidade e certo entusiamo, parte da história que a gente pouco ou nada conhecia da personagem.

E quem diria que encontrar com a Carrie nos 80’s ainda sem estar propriamente vivendo em NY, tendo que encarar os dramas típicos da adolescência, poderia também ser tão bacana como foi Sex And The City? OK, dizer que The Carrie Diaries é tão boa quanto foi SATC realmente pode ser um exagero (com toda razão), mas a série teen da CW conseguiu resgatar muito do fundamento e do espírito da série, que sempre foram as suas maiores armas e isso sem criar grandes mágoas ou fazer muitas ofensas aos fãs mais xiitas da série antiga. OK de novo, porque algumas questões em relação as comparações entre as duas séries ainda precisam ser levantadas e questionadas, claro, mas chegaremos lá depois.

E em The Carrie Diaries, tivemos a prova de que Carrie (a surpreendente AnnaSophia Robb) sempre foi adorável e isso desde os seus primórdios, com ela ainda vivendo no subúrbio com o pai e a irmã, uma família que ainda estava aprendendo a lidar com a perda da mãe, que havia morrido recentemente. Perda que inclusive foi o ponto de partida para essa história, que já começou nos mostrando as dificuldades e obstáculos que todos os envolvidos precisavam aprender a superar a partir desse plot que nunca é fácil para ninguém, ainda mais tratando-se de alguém naquela idade. E a nova Carrie é realmente ótima, do tipo que fica difícil não amar logo de cara e muito disso, além da empatia emprestada da personagem que já conhecemos do futuro, se deu também por conta do talento e do próprio carisma da atriz AnnaSophia Robb, que com toda a sua doçura e a direção certa (muito importante para esse tipo de “herança”), conseguiu nos fazer aceitar facilmente essa outra fase da vida da personagem. Sem contar o quanto deve ter sido difícil para ela ter conseguido acertar o tom da personagem antes de trazê-la de volta a vida usando os seus Manolos.

Em casa, Carrie vive uma relação responsável e saudável com pai e irmã, assumindo algumas responsabilidades que ela acaba achando que agora precisavam ser delas, uma vez que sua mãe não estava mais por perto e o pai não tinha a menor experiência em como lidar com esse universo mais “feminino”. Além dele, a irma caçula Dorrit (Stefania Owen) também faz parte desse cenário, uma jovem rebelde bem diferente da Carrie, tanto em sua personalidade, bem mais profunda e de poucos sorrisos, até todo o seu fundamento na hora de se vestir, sem contar o seu excelente gosto musical entregue pelos posters do Joy Division, The Cure e The Smiths colados nas paredes do seu quarto. Para o seu pai, Tom (Matt Letscher), além da tarefa de tentar entender e estreitar a relação com suas filhas, que agora só dependem dele, sobram também alguns plots mais adultos, com ele aprendendo a retomar a sua vida amorosa depois de viúvo ou tendo que enfrentar algum tabus da época como mulheres divorciadas e coisas do tipo, inclusive sexuais.

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Apesar das diferenças, as irmãs vivem uma relação até que próxima, mesmo não sendo melhores amigas e o mesmo pode ser dizer do seu pai, que também parece ter entendido a necessidade de se aproximar mais das meninas após a morte de sua mulher. E mesmo encontrando nessa situação uma relação com uma dinâmica adorável, fica bem difícil comprar a ideia de que esse foi o passado da Carrie que já conhecemos com a sua família antes de Sex And The City, já que na série antiga isso nunca tenha aparecido. Poucas vezes Carrie citou sua vida antes da sua chegada definitiva a NY, principalmente as questões familiares (não sei porque mas acho que me lembro dela ter mencionado uma relação meio assim com o pai e já ter falado qualquer coisa sobre a perda da mãe, mas tudo bem superficialmente e sem destaque algum) e por esse motivo, fica difícil acreditar que o seu passado tenha sido tão feliz e cheio de relações próximas com a sua família, sendo que no futuro, essas memórias nunca tenham aparecido. De qualquer forma, mesmo não sendo exatamente fiel a história que já conhecemos, The Carrie Diaries faz valer a pena perdoarmos esse detalhe de tão gostosinha que ela consegue ser por diversos outros motivos que ainda vão aparecer nessa review, mesmo que o seu coração de amante de SATC antigo o faça torcer para que em algum momento essa paz no ambiente familiar seja interrompida.

Com os amigos, a relação de Carrie é exatamente a mesma que conhecemos do seu futuro. Cercada de amigos do colégio, Carrie mesmo longe de ser a mais popular ou descolada da turma, sempre manteve bons amigos por perto para dividir as experiências dessa fase da sua vida. Entre eles temos Mouse (Ellen Wong), a nerd e obviamente mais certinha da turma, apesar de ter sido quem mais se desenvolveu de uma forma bacana sexualmente falando, como uma espécie de Miranda ainda em fase de desenvolvimento, que embora até pareça bacana no começo, acabou ganhando um destaque maior do que deveria durante essa Season 1. Sério que além do namoradinho totalmente Seth Cohen dela que já fazia até faculdade, alguém conseguiu se importar com os demais plots da personagem? Enquanto ela ainda tinha dúvidas de meninas em relação ao futuro da sua relação e ou sobre o quanto ela conseguiria se aperfeiçoar nos finalmente, até foi possível se divertir com a personagem, mas depois que ela assumiu o estereotipo da asiática controlada pelos pais e obcecada com o seu futuro, tudo acabou ficando bem meio assim e por isso talvez fosse mais bacana ter menos “Mouse” daqui para frente. Ou menos dessa Mouse que ela foi na segunda metade da temporada.

Sua outra fiel amiga dessa época é Maggie (Katie Findlay, a Rosie Larsen de The Killing), ela que meio que é uma tentativa de Samantha não muito bem sucedida em termos de condição. OK, me desculpem, mas eu acho impossível não fazer esse tipo de comparação entre os personagens e para falar a verdade acho até que justo já que estamos retratando aquela Carrie que nós amamos e é impossível não lembrar de suas companheiras tão amadas quanto, portanto, lidem com isso. Maggie que a princípio parece ser aquela garota durona, a mais atirada da turma, que embora mantenha um namoro com o outro personagem que completa o quarteto da vez, mantém também um caso com um dos funcionários do seu pai. A principio, ela foi a percursora dentro da nova série no quesito das conversas francas sobre sexo, detalhe que sempre foi um dos maiores atrativos da série antiga, algo que até chegou a empolgar bastante no começo, mas que acabou desaparecendo junto com a personagem na trama, que praticamente sumiu de repente e voltou no final de uma forma nada bacana e o pior de tudo, de forma nada justificável, apenas para criar aquele climão de cliffhanger.

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Completando a nova turma de amigos para os famosos brunches da sére old school, temos ele, Walt (Brendan Dooling), que desde o começo chamou a atenção pelo fato de ser um personagem gay ainda em fase de descoberta e aceitação. Ainda em fase de descobrimento da sua sexualidade, Walt teve uma das melhores e mais interessantes tramas além da personagem principal, com todo esse seu caminho conseguindo entender quem de fato ele era, lembrando que estamos falando da década de 80, que não era exatamente como hoje em dia. Mesmo sendo namorado da Maggie, desde sempre ficamos sabendo sobre a sua orientação, algo que eles fizeram questão de deixar bem claro assim como fizeram questão também de deixar claro que naquela época, sair do armário não era nada comum para um jovem ainda no colégio, aproveitando para estabelecer uma maior realidade em relação ao período em que essa história é contada.

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De suas visitas a NY acompanhado a Carrie em suas tarefas como estagiária da Interview (#TEMCOMONAOAMAR ambos vestidos de casal real para o Halloween?), Walt teve sua primeira experiência com meninos por meio do Bennet (Jake Robinson, Höy!), que também trabalha na Interview e é outro personagem adorável da série, mas essa experiência foi algo que Walt não conseguiu lidar muito bem a princípio. E foi bem bacana a série ter conseguido ilustrar esse conflito do personagem vivendo nos anos 80, onde tudo era bem diferente de hoje em dia e esse detalhe não poderia ser ignorado.  Bacana e honesto ao mesmo tempo, sem forçar a barra e sem deixar o caminho fácil demais para isso. Aquela cena em que ele esbarra com um casal gay sendo agredido na rua e acaba sentindo na pele aquela agressão a ponto de defender o casal, foi ótima e ilustra muito bem esse conflito, que diga-se de passagem, existe até hoje, 30 anos depois. E foi bem bacana mesmo a forma como essa sua história foi carregada, com ele tentando fugir da sua realidade e aceitando ter a primeira vez com a namorada, assim como ele se desculpando mais tarde com o Bennet por sua reação depois do beijo entre os dois e mais tarde se abrindo com a Carrie, ainda não totalmente, mas que todos nós sabemos que não poderia ser pessoa melhor para ajudá-lo nessa descoberta. Por isso, por Walt torcemos da mesma forma que torcemos por Carrie. Outro detalhe importante na sua história, foi a força que ele acabou recebendo até mesmo da personagem megabitch do colégio e “rival” das meninas, Donna LaDonna (Chloe Bridges, e #TEMCOMONAOAMAR o nome Donna LaDonna?), que se sensibilizou com o drama do Walt por ter um irmão gay do qual ela disse ser melhor amiga. (♥)

Freema+Agyeman+Carrie+Diaries+Season+1+Episode+J--cNEF1UrKx

Agora, a minha personagem preferida de toda a série talvez seja mesmo a Larissa (Freema Agyeman), que foi o bilhete dourado para a chegada da Carrie ao universo que ela sempre pertenceu em NY. Uma mulher super a frente do seu tempo, visionária, independente, com um figurino ridiculamente possível até mesmo hoje em dia e invejável além de altamente desejável (eu queria tudo, nem que fosse para ficar de acervo ou exposto na minha casa), Larissa rapidamente se tornou um dos melhores personagens de The Carrie Diaires, com seus discursos inspiradores sobre a liberdade, sobre a questão da busca da identidade de cada um e da importância do novo papel feminino na sociedade, e tudo isso sem deixar a série teen pesada demais ou chata. Ela que é uma espécie de mentora para a Carrie, não só dentro do mundo da moda como no universo o qual a personagem sonha em pertencer um dia (e como é bom saber que ela conseguiu, não?). Larissa tem as melhores lines da série e atualmente as mais fiéis ao texto antigo da série que tão bem conhecemos, libertário, direto, mesmo que de vez em quando ela só apareça em pequenas cameos para jogar na nossa cara o quanto o seu figurino é sensacional dentro da série. Alguns reclamam da sua afetação, mas acho que esses exageros são totalmente cabíveis para a personagem e a completam da melhor forma possível.

Sem contar que para quem é fã de Doctor Who (e esse é um parágrafo para eles, então se você não for um whovian, talvez possa pular para o próximo), mesmo que ambas as séries não tenham a menor ou qualquer relação e tão pouco seus personagens, como é bacana ver aquela companion que optou por ela mesmo ao invés do Doutor, ter se tornado essa mulher forte e independente como a Larissa não? Acho que a Freema Agyeman se encontrou nesse papel e por isso fico bem feliz por ela. Go Martha Jones! Go Martha Jones! E como é linda, não? (isso sem mencionar o sotaque)

Entre uma ou outra investida no campo dos boys magia, algo que nessa altura da sua vida não poderia ser tão diversificado assim (é, não poderia porque acabaria levando a personagem para caminhos que ela ainda não estava preparada para transitar), já que estamos falando de um adolescente de pouco mais de 16 anos vivendo nos 80’s e dentre eles, o que mais se destacou realmente foi o Sebastian Kydd (Austin Butler), que é o sonho de qualquer garota e também de alguns garotos do high school, inclusive de hoje (rs). Apesar do personagem ser um total clichê do bad boy magia da adolescência de todo mundo, ele não deixa de ser possível e a forma como ele trata e se relaciona com a própria Carrie dentro da série também não deixa de ser bacana e especial.

E em meio a esses personagens todos temos também ela, a cidade de NY que sempre foi muito mais do que apenas um plano de fundo para Sex And The City e que dessa vez contava com um charme a mais com todo o clima dos anos 80 e quando seus cenários mais históricos aparecem dentro da série nos proporcionando essa viagem no tempo, é aquela comoção, sempre. Aliás, toda a ambientação feita nos anos 80 é bem digna, não só pelo figurino, que é absurdamente bacana e lembra muito tudo o que conhecemos da série antiga (sério, que delícia de figurino e trabalho. Estão contratando?), mas também por todos os objetos de cena e caracterizações dos personagens. #TEMCOMONAOAMAR aquele telefone “celular” do amigo do pai da Carrie, ou os computadores old school da Interview já adesivados naquela época de forma tão bacana? Gosto que esses detalhes parecem que não passam desapercebidos na série e se vocês prestarem atenção, naquele episódio com o baile, é possível perceber que os personagens estavam inclusive investindo em coreôs antigas.

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Outro detalhe importante da série é a possibilidade de brincar com o passado da personagem, a fazendo transitar por lugares que não sabíamos que ela havia visitado antes e muito menos na companhia de figuras históricas da nossa cultura pop, como o Andy Warhol (e o plot de peruca dele foi ótimo) e até mesmo a Madonna (outro episódio ótimo e todo com a trilha da própria, impossível de não cantar junto). Sério, howcoolisthat? Uma brincadeira deliciosa que seria bem bacana a série insistir em manter daqui para frente. Outra arma da nova série é a sua soundtrack, que é sempre aquela viagem deliciosa ao passado. Dos clássicos antigos de todas as áreas, o bacana é que eles também fazem questão de incluir alguns covers mais atuais de músicas da década de 80, um carinho a mais que acaba deixando a série com um fundamento ainda mais bacana.

Mas nem NY dos anos 80, nem novos amigos ou um novo Mr Big se compara com o que acontece em The Carrie Diaries quando encontramos algumas referência à série antiga. Carrie escrevendo nos diários herdados da mãe, de frente a janela (♥) , o primeiro Cosmo (♥), Carrie na cozinha, se dando conta de que no futuro, talvez ela só use o seu forno para ter onde colocar mais sapatos ou roupas (♥), o primeiro Manolo (♥),  tudo é muito especial quando se trata dessas revisitas nesse caso vindas diretamente do futuro. Até a palavra “Fabulous” estampada no interior de um dos armários de uma delas na escola chega a ser bem bacana e esse fundamento eu espero que eles consigam manter dentro da série e porque não os transformar em algo verdadeiramente especial? Por exemplo, achei um desperdício Carrie tomar o seu primeiro Cosmo no mesmo episódio em que ela ganhou de presente o seu primeiro Manolo, momentos que poderiam ter acontecidos separadamente para serem melhor aproveitados, mas que de qualquer forma foram uma delícia de acompanhar.

Até aqui estava tudo funcionando bem dentro da série, até que chegamos ao episódio que encerrou porcamente essa primeira temporada de apenas 13 episódios, ainda sem a confirmação de uma renovação ou não. Porcamente porque tudo foi resolvido de qualquer maneira, na intenção de criar um cliffhanger totalmente dispensável, colocando a Maggie em uma posição que até então, embora a sua vida pessoal até denunciasse, ela não parecia disposta a ocupar, não do lado oposto à melhor amiga. E tudo bem que uma traição com uma de suas melhores amigas é sempre aquela barra possível para todo mundo, mas a maioria dessas relações nunca mais se recuperam e sinceramente, precisava disso só para deixar um clima de tensão no ar no final da temporada?

É, Sex And The City nunca precisou de algo do tipo para se sustentar, coisa que The Carrie Diaries, mesmo sendo novata e ainda ter muito o que aprender, também não precisava tão cedo. Mas talvez tenha sido por isso mesmo, um erro honesto de principiante. Ainda assim, esse clima não foi extremamente prejudicial para série, porque ao seu final encontramos Carrie e Walt se mudando para NY, pelo menos durante o verão, onde ambos provavelmente ainda tem muito o que explorar.

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Agora só nos resta saber se The Carrie Diaries vai conseguir continuar nos contando essa história, uma vez que até agora nada foi dito em relação a uma possível renovação. De qualquer forma, com uma série de cancelamentos já anunciados para outras novatas do CW, as chances ainda existem e estamos torcendo para isso usando os nossos Manolos imaginários e segurando os nosso Cosmos nas mãos. (esses mais possíveis de serem reais, rs)

Dessa forma, encerramos essa delicinha de Season 1 de The Carrie Diaries, que embora precise de alguns ajustes aqui e ali, conseguiu nos conquistar e nos provar que a little Carrie realmente tinha tudo para se tornar a mulher de hoje que conhecemos tão bem e admiramos faz tempo.

 

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5 Respostas to “The Carrie Diaries – Quem diria que esse reencontro poderia ser tão adorável?”

  1. Denise Says:

    Não assisti Sex and the City (apenas um episódio ou outro), mas todo post seu sobre The Carrie Diaries me deixa com vontade de seguir essa série. Você me convenceu!

    • Essy Says:

      Huh… não? Como conseguiu ignorar Sex And The City até hoje? Acho uma das séries obrigatórias, rs (já vi tudo umas 4 ou 5 vezes, rs, fora os episódios aleatórios quando passa na TV)
      The Carrie Diaries é uma delícia. É bem adolescente, mas essa temática dos 80’s + o personagem que nós gostamos tanto, acabam fazendo toda a diferença.

      • Denise Says:

        Pois é… O pouco que assisti não me instigou a ver tudo. Mas os filmes eu assisti! Quem sabe um dia me animo ver a série toda.

      • Essy Says:

        Eu gosto muito do primeiro filme. O segunda eu já acho meio assim, apesar da volta do Adam, que eu amava na série.
        Agora a série… AMO todas as temporadas. TO-DAS! (rs)

  2. Run you clever boy and remember – A segunda metade da Season 7 de Doctor Who e o começo de uma triste despedida… | The Modern Guilt Says:

    […] como vimos acontecer tão injustamente om a Freema Agyeman no passado – que se encontrou em The Carrie Diaries. You go girl! -, quando sua personagem veio a substituir a Rose, a primeira companion da série de […]

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