The Voice Season 4, The Battles

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E na Season 4 do The Voice, chegamos naquela fase onde os coaches espertamente acabam se livrando de seus participantes meio assim, porque na verdade, sabemos que as “The Battles” sempre existiram no programa exatamente para isso (entre dois candidatos do mesmo time, eliminar aquele que cada um dos coaches considera o mais fraco), #HELLYEAH. E chegamos rápido, já que essa nova temporada conta com um número menor de participantes e por esse motivo tivemos apenas 4 episódios dessa nova fase.

Não sei se por pura implicância minha com os participantes da vez ou porque essa temporada parece ter sido mesmo feita as pressas, mas dessa vez tivemos bem poucos momentos de grandes disputas ou apresentações memoráveis e a temporada até agora continua meio morna. Ainda assim tivemos boas batalhas, mas poucas realmente chegaram a empolgar, nos reservando inclusive apenas uma ou duas surpresas. Nesse caso, a nova etapa do programa acabou servindo mesmo para deixar escapar um pouco mais sobre quem são os nossos novos coaches, Usher e Shakira, já que o Adam e o Blake nós já conhecemos (nos apaixonamos) e não é de hoje.

Shaks apesar de parecer bem perfeccionista e bastante dedicada quanto ao assunto, manteve uma relação bacana com o seu time, tendo a colaboração do Joel Madden (que é um dos coaches do The Voice Australia) nessa tarefa de treinar de perto seus competidores em duplas nessa etapa. Com um time visivelmente mais fraco, poucos foram aqueles que conseguiram se destacar do seu lado (achei inclusive um exagero os elogios em relação a performance bem mediana do Luke Edgemon contra a sua rival e escolhida por Shaks no final das contas, Monique Abbadie), como a boa briga que foi Brandon Roush vs Shawna P., com ela a gente já sabendo ser excelente e apenas confirmando uma primeira impressão (acho ela tão Mamma Gemma em SOA em uma versão Woodstock e por isso, AMO!) e ele surpreendendo todo mundo ao som de Janis Joplin (minha música preferida dela = ♥), com o Brandon fazendo parecer bem injusto ele não ter sido salvo por alguém, mas o grande momento do #TeamShakira durante as batalhas acabou sendo “super favorecido” pela edição do programa, que tentou desesperadamente criar um climão de tensão entre ela e sua batalha latina que encerraria essa fase do The Voice (Cáthia – que me lembra a irmã da Ugly Betty – vs Mary Miranda, que me lembra a Selenita e isso não é um ponto a seu favor), mas que na verdade não passava de um caso clássico de uma puxa saco querendo se garantir de outra forma, mesmo com ela (Cáthia, que só não dançou porque o Usher ainda precisava preencher o seu time porque acabou sobrando como coach, o que de certa forma pode significar que ela não se deu tão bem assim sendo agora do seu time…) tendo um talento bem superior ao da sua concorrente. (Mary)

Já o Usher… esse acabou até sendo rebatizado (por mim) como UÓsher, já que durante as batalhas ele resolveu revelar a sua verdadeira face, nos entregando arcos dignos de um vilão odioso daqueles. A sós com seu time, UÓsher parecia liderar um grupo pronto para ir para a guerra (talvez por isso ele até tenha investido em uma estampa militar para o momento) e não de uma forma bacana (e lá existe guerra bacana?), colaborando muito pouco para o desenvolvimento do seu time e trabalhando na base do medo e da tortura psicológica, além da sua arrogância e de toda a sua cretinice quando no comando. O detalhe nesse caso é que essa nunca foi a proposta do The Voice, que costuma tratar sempre muito bem seus competidores (pelo menos é o que sempre pareceu), exaltando seus talentos e nunca fazendo pouco caso de nenhum eles . É, isso pelo menos em frente as câmeras. (dizem inclusive que ele é certo que só fica durante essa temporada , já a Shaks tem possibilidade de permanecer no programa por mais uma temporada. É o que dizem…)

Dizendo que no #TeamUsher o mais importante era convencê-lo a votar a seu favor e que naquela hora, talento nenhum seria maior do que a sua decisão final, UÓsher acabou se comportando como o típico filho que acaba herdando a empresa da família e que devido a sua arrogância e falta de preparo, consegue destruir o que os outros construíram em questão de pouco tempo. Dessa forma, foi possível perceber o arrependimento da escolha por parte do seu time, assim como também para a maioria dos artistas que acabaram sendo “roubados” por outros coaches, que nunca escolhiam UÓsher como seu novo coach quando havia qualquer tipo de disputa entre eles, muito provavelmente porque as paredes tem ouvidos.

Em seu time,que teve a colaboração do Pharell Williams (em um estilo completamente diferente ao dele), tivemos pelo menos dois grandes momentos de atraque, um com a dupla de boys magias (Jeff Lewis vs Josiah Hawley = Höy!), tudo por conta de uma risadinha fora do lugar do Jeff que acabou lhe custando a cabeça ao pisar naquele palco (alguém tinha alguma dúvida de quem ele eliminaria naquela hora? R: NÃO) e o outro entre duas meninas (Jess Kellner vs Taylor Beckham), apenas porque uma delas não interagiu com a cara de psicopata do UÓsher que naquele momento, fazia cara de descaso e tentava de forma escrota instigar o lado mais competitivo de ambas, invadindo o palco para aterrorizar a mais fraca delas (Taylor), que já vivia com lágrimas nos olhos naturalmente e que naquele momento parecia estar mais assustada e travada (por conta dele e de sua abordagem, claro. O que foi ele só dando um high five na outra menina?) do que qualquer outra coisa. Talvez por isso as apresentações do #TeamUÓsher tenham sido as mais chatinhas.

Tanto que mesmo sem merecer muito, a pobre coitada da Taylor Beckham acabou sendo salva pelo Blake, muito provavelmente por dó e por pena ao ter percebido as atrocidades cometidas por seu colega de trabalho da cadeira ao lado (o Adam mencionou em algum momento que eles assistem a parte dos ensaios durante o programa…). Sério, tenho certeza que o Blake já deve até ter dado entrada nos papéis da adoção daquela garota depois de tudo aquilo (e foi um momento mega foufo e eu acharia sensacional se o Blake fosse longe com ela. #HELLYEAH). Dessa forma negativa e completamente meio assim, UÓsher passou a se destacar mais durante essa Season 4 do The Voice, que a gente não tem muita certeza se ele chegou a assistir as demais temporada, mas que nunca foi nada parecido com a sua forma de agir com o seu time e sempre esteve mais para uma competição bem humorada entre irmãos. O que foi ele criticando inclusive a escolha da música da Shakira pela Shakira? (sendo que todos eles já fizeram isso em outras edições) E depois de ver UÓsher no programa, é possível até conseguir entender o que se tornou o Justin Bieber com o passar do tempo e muito provavelmente o porque dessa mudança drástica (quem é o seu mentor?) em seu comportamento, além da idade e dos bolsos cada vez mais cheios, é claro. De qualquer forma, é dele uma das minhas vozes preferidas dessa edição. (Ryan Innes)

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Entre o Adam e o Blake tudo continua da mesma forma, com ambos divando com maestria no programa. Adam ao lado da Hillary Scott do Lady Antebellum (ZzZZ), que mais parece a Sadie de Awkward (sorry, but i’m not sorry) e Blake na companhia da Sheryl Crow, que temos que reconhecer que só pelas cameos dela soltando a voz, nasceu para fazer o que faz (em um dos ensaios ela cantou apenas uma frase e eu quase morri de inveja do seu pitch perfect. Sério, estou tentando até agora alcançar aquela nota, só para não desapontar o Blake, rs).

Com a diferença de que o Blake esse ano vem se arriscando menos, permanecendo preso ao seu próprio gênero, algo que ele havia fugido bastante durante a temporada anterior e eu só consigo pensar se isso não tem alguma coisa a ver com ameaças vindas diretamente  da máfia das botas de couro… de qualquer forma torcemos por ele, porque é impossível não gostar de um cara de três metros de altura, que  é uma mistura de pai com irmão mais velho, que tem a cara de pau de pedir seriamente para uma de suas candidatas arrumar a postura (e só eu senti uma provocação para o UÓsher nesse momento?) e logo depois morrer de rir dizendo que obviamente ele estava brincando e que ela poderia relaxar. #TEMCOMONAOAMAR? Só acho injusto que até agora, embora eles estejam pintando um dos seus participantes como um dos maiores artistas country da temporada, a gente não tenha ganhado a chance de ver qualquer uma de suas performances completas, que sempre acabam sendo retiradas da edição. (Justin Rivers, que é a cara do Dave de Happy Endings, que por sinal, anda com episódios sensacionais de umas três ou quatro semanas para cá…) #OCAPETAESTÁDEOLHO

Já o Adam parece estar mais esperto nessa temporada, arriscando tudo para ganhar, preenchendo o seu time com certa diversidade de vozes e estilos. Continuo apostando nesse como o melhor time de todos eles (aquela batalha da Judith Hill vs Karina Iglesias foi sensacional e ambas acabaram sendo recompensadas de certa forma) mesmo que os outros tenham também alguns bons candidatos. Também do seu time aconteceram algumas boas surpresas, como a batalha Amber Carrington vs Sasha Allen, com a surpreendente vitória da Amber, que não parecia ser a favorita e outro momento foi a disputa entre a dupla Midas Whale vs Patrick Dood, que deu pena de ver o Patrick seguindo para casa sem receber uma segunda chance.  Só não consegui entender até agora o porque dele ter ignorado completamente a adorável Jessica Childress (que merecia ter sido salva por qualquer um e acabou se tornando uma das maiores injustiças dessa temporada) e ter gasto o seu steal daquela forma, salvando o Vedo, que era bem do mediano e não representava nada de novo ou excepcional. Humpf!

Mas tudo bem, vamos ver o que vai acontecer nessa próxima fase que começou ontem com “The Knockout Rounds” e vamos ver como o UÓsher vai se comportar quando perceber que a America antiga talvez não aprove nenhum de seus candidatos apenas por ele ser um completo imbecil. Veremos…

 

ps: a NBC sempre com problemas com o Youtube acabou não autorizando a exibição de algumas performances (com melhor qualidade) por aqui portanto, é o que temos…

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Uma resposta to “The Voice Season 4, The Battles”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] Auditions, The Battles, The […]

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