The Voice Season 4, The Knockouts

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A fase “The Knockouts” no The Voice é conhecida por se tratar exatamente do momento em que os participantes do programa se encontram naquele famoso tudo ou nada, prestes a avançar na competição ou experimentar o gosto suado e provavelmente recheado de perdigotos da lona daquele ringue. (EW! Mas é verdade)

E tudo se resolveu em dois míseros programas, que em dupla nos revelaram quem seriam os participantes dos times Adam + Shakira e depois Blake + UÓsher. Sem muitas surpresas e com um time bastante reduzido, com apenas 4 representantes em cada um deles, seguimos adiante com a competição que eu continuo insistindo que além de parecer estar sendo feitas as pressas (ainda mais contando com esse número reduzido de participantes), continua morna e quase que esfriando, onde nem o descontrole e o nível elevadíssimo de megabitch o UÓsher estão conseguindo salvar essa Season 4.

O Adam já começou a “The Knockouts” destruindo os nossos corações, tirando sem piedade (quer dizer, a gente até sentiu que ele ficou em dúvida) a excelente dupla Midas Whale da competição, apesar da performance do melhor dueto que já apareceu no programa ter merecido perder a batalhas (lamento dizer isso mas foi fraca). Digo “apesar” porque mesmo com esse detalhe infeliz da escolha de repertório para o momento (infeliz nesse caso, porque um dos atrativos dessa fase do programa sempre foi a escolha própria de cada um dos participantes) assim como a sua execução, por representar algo realmente novo no programa e também contando com toda a trajetória da dupla até esse ponto do The Voice, é claro que a gente preferia ver a dupla seguindo adiante do que mais uma cantora folk pop country que escolhe uma música da Avril Lavigne mais batida do que o Starbucks de baunilha & caramelo do Adam. Depois disso ele até que tentou se redimir escolhendo a cantora indie que ele roubou do Blake durante a fase anterior (Caroline Glaser), mas suas duas últimas batalhas da noite não poderiam ter sido mais óbvias. Óbvias porém justas, resultando em um #TeamAdam totalmente feminino a caminho das apresentações ao vivo de logo mais. Continuo achando um dos melhores times da temporada, com as vozes mais poderosas, mas super pé no chão e quase chato se não fosse por um ou dois nomes de quatro. (Amber Carrington/country cafona + Caroline Glaser/indie assustada  + Judith Hill/DIVONA + Sarah Simmons/Adele da floresta encantada)

Shakira também acabou sendo bem previsível em suas escolhas e talvez as grandes surpresas do seu time tenham ficado por conta das duplas que ela escolheu para cada uma de suas batalhas. Mas Shakira foi justa (como no caso Khris Thomas vs Mary Miranda), apesar de ter deixado transparecer o seu favoritismo escolhendo o Garrett Gardner ao invés da Tanya (e todo mundo sabe o quanto o The Voice tende a valorizar essas histórias de superação), apesar também de ter gostado bastante do que Shaks conseguiu fazer com a voz do Garrett, escondendo aqueles berros ásperos muitas vezes irritantes e que nesse caso soavam como um total exagero. Depois disso ela fez a sua batalha latina e acabou escolhendo aquela que tinha mais energia (Karina Iglesias) naquele momento, encerrando a noite com a batalha que completou a destruição do meu coração durante esse episódio, com as excelentes Sasha Allen e Shawna P., ambas fazendo muito por merecer, embora a performance da Shawna não ter sido muito boa, o que acabou lhe custando a última vaga do #TeamShakira, que dessa forma, acabou bem misto com 2 meninos e duas meninas, o que também acabou deixando o seu time bem equilibrado em termos de energia e carisma. (Khris Thomas/Ain’t No Whitney e falta carisma e ou vida +  Garrett Gardner/garoto pastilhas Valda + Karina Iglesias/Fuerza Bruta + Sasha Allen/DIVONA)

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No episódio seguinte, chegava a hora do Blake brincar com o nosso coração, tendo como primeira briga da noite a batalha Justin Bieber vs Miley Cyrus. Nessa hora, pela primeira vez tivemos a chance de ver uma apresentação completa do Justin Rivers (que cantou Miley… e como ele é a cara da Dave de Happy Endings, não?), que é realmente excelente e fez por merecer a sua vaga para as apresentações ao vivo, principalmente por aquela sua última nota que não acabava mais. Na sequência, o melhor da apresentação da segunda batalha do seu time ficou por conta de todos eles (os coaches) indo contra a opinião do UÓsher em relação a versão de “Sweet Dreams” do Luke Edgemon (que eu nem sabia, mas já participou de Glee como um dos Warblers). Sério, foi lindo e eu fiquei esperando o UÓsher levantar da sua cadeira em uma voadora giratória só. Mas ele se conteve. Pelo menos por enquanto (humpf). Mas nessa hora o Blake acabou fazendo algo que ele sempre faz, que é se comprometer com quem ele escolheu primeiro, apesar daquela Holly Tucker ter uma voz que é um sonho (um sonho country, mas um sonho). Na última batalha da noite, apesar da dupla de irmãos onde o gordinho consegue ser mais metido do que o magrinho que poderia ser o magia do grupo (magia cafona, que fique bem claro), Grace Askew, que deixou todo mundo encantado durante as blind auditions, acabou perdendo pela escolha de repertório, que não foi nada boa para essa hora. De forma bem óbvia, como todo o seu time até aqui, o #TeamBlake acabou ficando com 4 artistas country, que apesar de ser a sua especialidade, deixou o seu time meio chatinho e com menos possibilidades. Mesmo assim, são quatro grandes vozes. Segmentadas, mas são. (Justin Rivers/ou Dave The Happy Endings + Holly Tucker/que é aquela que o carisma ainda precisa alcançar a voz+ Danielle Bradbery/A Princesa Disney da ediçãoThe Swon Brothers/os sertanejos universitários preguiça da vez na America antiga)

Discordando com as opiniões alheia a todo momento, implicando com os comentários dos outros times, UÓsher continuou sendo aquela megabitch que nos foi apresentada durante a fase anterior do programa. Como já disse anteriormente, talvez por isso as performances do seu time tenham sido todas bem mais chatinhas e “controladas” como bem lembrou o Blake em determinado momento do episódio. Mas ele mostrou que está atento não só com as vozes, mas sim com as apresentações, com o nível de carisma e também com o apelo de cada candidato (algo que pode ser bem importante para a nova fase do programa, que depende da votação do público), com certeza. Por isso a escolha do Josiah Hawley não foi nenhuma surpresa, assim como a da Michelle Chamuell (amei o Blake dizendo que parecia que alguém tinha dito que ela havia acabado de ganhar na loteria antes de entrar no palco e ele já tinha comprado tanto a ideia, que já estava pensando até no que eles iriam comprar juntos, rs), que com um carisma gigantesco acabou levando a melhor contra a sua oponente ex modelo dona de uma atitude esnobe, Audrey Karrasch (que não deveria ter passado nem das blind auditions) e que foi responsável por uma das maiores vergonhas do programa até agora, com a sua voz que quase sumiu durante a apresentação de “How To Love” (que eu confesso que AMO!), com o Blake não se contendo e olhando na mesma hora para a cara do UÓsher, que com suas narinas mega abertas (que nós já aprendemos que é um sinal de que ele não está gostando de alguma coisa) demonstrava claramente todo o seu constrangimento naquele momento. E a maior surpresa do seu time ficou pela derrota do Ryan Innes (entre os homens, ele era o meu preferido), que cantou “I Dont Want To Be” (que a gente AMA da abertura de One Tree Hill), mas que foi completamente meio assim e acabou lhe custando a sua vaga que já era dada como certa por todos, que acabou ficando com a Cáthia (ZzZZZ), que naquele momento e só naquele momento, foi bem superior. Dessa forma, o #TeamUÓsher acabou sendo o grupo realmente mais diversificado de todos eles. Não são os melhores em cada uma de suas categorias, mas mesmo assim, surpresas podem acontecer. (Josiah Hawley/Höy! + Michelle Chamuell/aquela que se perder pode ser contratada como elenco de TBBT + Vedo/Ou Ne-yo + Cáthia/CáthiazZZZ

E assim encerramos mais uma fase dessa quarta temporada do The Voice e essa semana, quando começam as apresentações ao vivo, teremos não dois mas três episódios dessa delícia. Será que vamos resistir? …

 

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Uma resposta to “The Voice Season 4, The Knockouts”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] (Blind Auditions, The Battles, The Knockouts) […]

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