The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)

adam + usher

As lives no The Voice são o sonho de todos os participantes do programa desde o começo. Todos sonham em chegar nessa fase porque é quando a identidade de cada um deles vai se estabelecendo enquanto artistas, com todos se apresentando com performances mais bem produzidas (e a produção do programa é sempre bem boa, mesmo quando tudo é mais simples) e ao vivo, o que por outro lado também não dá chance para erros gritantes, principalmente no que se diz respeito a voz de cada um dos candidatos, porque um escorregão aqui ou ali no palco nós até que perdoamos (Holly quase caiu um dia desses e os irmãos Swon fizeram a pêssega que eu bem reparei… E como aquele gordinho é uma diva, não? Já estou adorando ele e para passar a AMAR é um passo… rs), mas aquela desafinada meio assim nós ou a America antiga não deixa passar assim tão fácil, a não ser que o carisma do candidato ou a sua história dentro do programa até esse ponto seja maior do que qualquer coisa. Quer dizer, de vez em quando eles até deixam passar sim… (tisc tisc, Vedo, Kris Thomas, tisc tisc)

Mas ao mesmo tempo em que vivem esse sonho, todos eles passam também a experimentar um pouquinho do pesadelo de todo artista, uma vez que nessa fase ao vivo do The Voice, o público é quem vota para quem eles acham que deve permanecer no programa, deixando para os coaches a difícil tarefa de poder salvar apenas 1 integrante de cada time e assim, a cada semana nos despedimos de um candidato de cada um dos quatro times. Humpf! (mas só para alguns…)

Como primeiro programa ao vivo da temporada tivemos a dobradinha #TeamAdam + #TeamUÓsher, com uma rodada de apresentações ao vivo bem boa (inclusive com ótimas escolhas de repertório), exceto pelo duéte dos dois coaches, que foi uma vergonha no sentido de que parecia que ambos estavam cantando por acaso no mesmo momento, mas sem nenhuma interação ou cumplicidade e ou vontade de disfarçar que muito provavelmente exista um problema entre eles. Foi awkward, não foi? É, foi… #BRINGABRIGABRIGA

A essa altura, já deu para notar que de longe, o Adam tem o time com as vozes mais poderosas dessa Season 4, um time repleto de meninas, cada uma com um estilo diferente porém, todas ótimas e super potentes. Com apresentações animadoras, ficou bem difícil escolher quem deixaria o programa nesse caso. Apesar disso, era meio que previsível que a Caroline Glaser estava prejudicada naquele lugar (algo que ela mesmo percebeu e chegou a mencionar), não por ser menos talentosa e sim por pertencer a uma outra vertente que não funciona a base de gritos e uma gigantesca presença de palco, como a Judith Hill por exemplo, que apesar de ter entregue uma performance daquelas, não foi a melhor de todas durante essa primeira semana ao vivo. Sorry, Judith! Do #TeamAdam, a melhor performance ficou por conta da Sarah Simmons, que normalmente tem uma voz doce e tranquila quando falando (as vezes eu acho ela docemente forçada, como eu acho todo mundo que tem esse perfil de fada, #MyBad), do tipo de gente que fala tão baixo que nunca conseguimos entender nada do que está falando, mas quando no palco, sua voz se transforma e ganha potência máxima. De todas elas, ficou visível também que ao ver os resultados da votação aberta para o público, Adam ficou surpreso ao ter a Amber Carrington salva pela audiência (merecidamente, porque ela cantou muito melhor que a Rihanna uma de suas músicas, apesar dela não ser uma das minhas preferidas do seu time), algo que o fez ter que deixar partir a adorável Caroline Glaser, deixando o seu time com Amber Carrington + Judith Hill e Sarah Simmons, que seguem pelo #TeamAdam.

Preciso dizer que durante essa semana, o UÓsher até que me surpreendeu de forma positiva com suas técnicas como coach da vez. Claro que ele deve ter percebido que a sua imagem ficou meio abalada devido a sua forma de tratar quem faz parte do seu time e fez algo propositalmente para tentar “consertar” essa nova imagem que ganhamos dele depois da sua participação no The Voice durante essa Season 4. Mas não é que colou? Colou, mas nem tanto assim também, porque UÓsher continuou com o seu treinamento militar e levou seu time para suar a camisa na disputa das vagas disponíveis da vez. Josiah Hawley fez o impossível com “Starlight” do Muse (que deve ser super difícil de ser cantada ao vivo, inclusive pelo próprio Muse, rs) e divou lindamente como qualquer olhada dele para a câmera tem divado desde o começo do programa e muito provavelmente da sua vida. Höy! E foi uma opção arriscada não foi? Por isso nem me surpreendi muito quando ele ficou entre os dois últimos, aguardando a decisão final do seu coach. Mas quem roubou mesmo a cena dessa vez foi a Michelle Chamuel, que com uma apresentação super contida e diferente de tudo o que ela havia feito até então, apenas com voz e piano, conseguiu deixar todo mundo emocionado ao som de “True Colors”. Sem contar que ela é puro carisma, não é mesmo? No final das contas acabou sobrando para Cáthia (eliminada do time), que não conseguiu segurar muito bem uma Whitney, mas que ao mesmo tempo eu não sei se chegou a ser pior do que o Vedo (salvo pelo público), que permaneceu no #TeamUÓsher, ao lado da Michelle e do Josiah, que foi salvo pelo UÓsher no último momento.

shaks + blake

No segundo programa, confesso que tivemos uma caída em tudo, muito provavelmente porque tivemos que aguentar um #TeamBlake apenas com cantores country, o que acabou deixando o episódio com essa cara e para quem não gosta muito do gênero, é fato que esse detalhe deve ter pesado bastante (e pesou). Apesar do gênero, Blake tem um time ótimo, mesmo que a gente não consiga reconhecer 90% de tudo o que eles cantam a cada semana. E já deu para perceber que o Blake tem seus preferidos, não? Danielle Bradbery por exemplo, ele não deixa escapar tão cedo, assim como a dupla The Swon Brothers, que o Blake vem carregando como a dupla que mais chegou longe dentro da competição desde então. Até hoje, não consigo chegar a uma conclusão a respeito de duplas no programa, mas tudo bem. Holly Tucker apesar de ótima, realmente precisa trabalhar um pouco mais da sua confiança, um pouco querendo dizer muito na verdade, porque ela tem aquela personalidade que se acha muito menor do que é, do tipo que quando sempre, acaba cansando. Mas quem deixou o programa essa semana do #TeamBlake foi o excelente Justin Rivers, que havia sido bem prejudicado durante essa Season 4 até então por conta da edição (algo que eles reconheceram durante um dos episódios) e acabou sendo eliminado, deixando o seu time com Holly Tucker + Danielle Bradbery + The Swon Brothers. Mas com esse peso country todo, seria bem bacana se o Blake começasse a pensar em versões ou pelo menos ampliar os horizontes do seu time.

Agora, precisamos dizer que o Blake estava impossível durante essa semana, não? O que será que tinha naquele Starbucks para a gente pedir também quando for fazer uma visita? A apresentação em dupla dele com a Shaks foi ótima por sinal, com muito mais entrosamento e até mesmo carinho entre os dois, algo que não conseguimos enxergar nem com lentes de aumento na apresentação Adam vs Usher. Agora, o Blake suando pencas, se desmanchando em suor durante a execução de uma música que nem exigia muito de suas habilidades vocais, foi no mínimo preocupante. Shaks estava “mate”, Blake estava “verniz”, rs. Tanto que durante os resultados, Blake voltou super calmo, fazendo a pêssega, porque obviamente deve ter escutado alguma coisa de alguém, nem que esse alguém tenha sido apenas a Miranda…

Shakira continua sendo aquela foufa e ficou nítido que entre todos eles, ela foi a quem mais sofreu na hora de decidir quem seguiria ou não no seu time (isso porque o Adam e o Blake já devem estar super acostumados e o UÓsher parece ter um coração feito de água gelada, rs). Com escolhas de repertório grandiosas, Shaks mais uma vez mostrou que não estava para brincadeira, apesar do seu time ter um potencial um tanto quanto mais fraco do que os demais, exceto por um deles. Apesar das apresentações até que bem corretinhas, seu time também não chegou a empolgar muito, a não ser pela performance da Sasha Allen, seu maior trunfo dentro da competição e ela que talvez seja nesse momento a minha grande favorita para essa Season 4. Com uma apresentação extremamente sexy mas sem apelar ou carregar nos exageros, Sasha divou e nos entregou a melhor performance da semana (de novo) e estava na cara que ela estaria entre aqueles que o público salvaria. No momento final, acabou sobrando para a Karina Iglesias, apesar da sua performance também ter sido bem boa. Assim, o #TeamShakira acabou com o Khris Thomas, que eu já acho que está fazendo hora extra no programa, Garrett Gardner e Sasha Allen.

E apesar de ter sido uma semana animada e maior com o programa extra da quarta com os resultados, preciso dizer que quase todas as performances em grupo, com todas as vozes reunidas, acabaram ficando bem meio assim. A que abriu o 4×16 então… #CREDINCRUZ! E esse tipo de coisa não costumava acontecer anteriormente no The Voice, hein? #OCAPETAESTÁDEOLHO

De qualquer forma, a semana valeu pelo retorno do Cee Lo Green, que se apresentou no episódio com o anúncio dos resultados e o Carson (Carson que anda se aventurando demais no fundamento cabelón, não?) e  fez exatamente o que a gente gostaria de fazer se encontrasse com o Cee Lo em qualquer lugar. (♥)

Além disso, acabaram de anunciar que é certo que a Xtina volta para o The Voice na próxima temporada (ela que já teve até o seu contrato assinado) e o Cee Lo estaria bem próximo de assinar o contrato com a NBCecê para tambem oficializar o seu retorno. Animados?

E agora restam apenas 12, 3 deles para cada time. É o que temos para essa semana…

 

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Uma resposta to “The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] (The Live Playoffs, Live Top 12) […]

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