The Voice Season 4, Live Top 12

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This is it! Chegamos àquele ponto do The Voice onde não tem coach certo que ainda consiga salvar seus protegidos das injustiças cometidas pela votação aberta da America antiga, que é aquela fase da competição onde todos eles (e nós também) ficam dependendo exclusivamente do voto popular e nessa hora, sabemos que nem sempre as coisas costumam ser muito justas e de vez em quando o carisma e ou o apelo com seu público, acaba falando mais alto do que qualquer outra coisa.

Com a competição literalmente esquentando pela primeira vez durante toda essa Season 4, isso devido a um pandraz no ar condicionado dos estúdios que o Carson fez questão de ressaltar durante todo o primeiro episódio da semana, com piadinhas ótimas em relação a pequena falha técnica (tirou até o terno e colocou os brações peludos e tattoos de chiclete de fora), que a propósito, foi motivo para o UÓsher tentar nos distrair com seus brações super definidos também. E digamos que ele até que conseguiu. Höy! Mas voltando ao Carson, é preciso dizer que em muito tempo, ele não parecia estar tão solto e perdeu um pouco daquele ar robótico que ele sempre fica, principalmente durantes as lives, provavelmente por conta do ponto eletrônico que deve ficar infernizando o pobre coitado por questões técnicas de tempo e coisas do tipo. Acho até que a NBC deveria considerar uma sabotagem proposital nesse ar de vez em quando. Quem sabe o Adam não se anima até para um shirtless, hein? (rs)

Mas ao que diz respeito sobre a competição, tivemos bons momentos durante essa nova semana, mas eu continuo insistindo que nada se compara com o que vimos e ouvimos durante a Season 3. E essa culpa (além da pressa) eu credito ao elenco de candidatos da vez, que são visivelmente menos preparados do que os da temporada anterior e se vocês são do tipo que prestam atenção nos pequenos detalhes, já devem ter percebido que durante essa temporada, quase sempre eles se encontram meio que perdidos no palco, cometendo uma série de erros bobos que a gente não estava acostumado a ver na competição com tanta frequência. (se bem que na apresentação ao lado do seu time, sobrou um errinho até mesmo para o próprio Adam, ou pensa que a gente não percebeu a sua entrada precipitada no gritinho fino de menino adolly tardio ainda enfrentando a puberdade? Hein, Adam Lavínia  – que é como nos tratamos. SIM, agora somos íntimos a esse ponto)

Vedo foi o primeiro a se apresentar e fez vergonha no seu “forte”, que são as coreôs, apresentando um versão de “Rock With You” do MJ extremamente afetada e caricata, isso mesmo tendo um coreógrafo como reforço convocado pelo próprio UÓsher para o seu time. Foi horrível e obviamente seria algo que afetaria o seu julgamento dentro da competição. Ainda falando do #TeamUÓsher, tivemos também uma apresentação mais intimista do Josiah Hawley, que fez o intimista também no figurino, aparecendo de jeans e camiseta branca, apenas e mesmo assim divou lindamente (algo bem fácil no caso dele, Höy!), não só pela aparência e sim e mais uma vez pelo seu talento. Michelle Chamuel veio com mais força durante essa semana em sua performance, só que ficou faltando força na voz, que ficou pequena para a música, apesar da sua performance ter sido boa também. Mas foi baixo e a música soava como se estivesse pedindo mais do que ela poderia entregar naquele momento. Mas Michelle conta com o fator carisma e identificação com o público, então sabemos que seus deslizes não representam um risco muito grande, pelo menos por enquanto. E como o UÓsher repete suas lines, não? NÃO UÓsher, a America não vai comprar seu bordões ou frases de efeito, que by the way, não são tão geniais assim. A não ser que aqueles brações de fora apareçam com mais frequência e a gente não consiga pensar direito… rs

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Novamente, as performances mais difíceis da noite foram as do #TeamBlake e entendam, eu AMO o coach de mais de três metros de altura e alma de irmão mais velho, mas fica difícil conseguir torcer para o seu time com aquele repertório tão fechado, específico e acima de qualquer outra coisa, country. Humpf! Tudo é muito específico no seu time e embora as performances dos seus três candidatos tenham sido bem boas, por uma questão de gosto pessoal talvez, eu não consigo me apegar muito a nenhum deles nesse caso. De qualquer fora, entre a Holly Tucker,  Danielle Bradbery e os The Swon Brothers, Bradbery foi quem menos entregou durante essa semana, mas isso nós também sabemos que talvez nunca chegue a ser um problema sério para a nova queridinha da America antiga (e do Blake). Mas essa semana, quem realmente me surpreendeu foram os The Swon Brothers, que fizeram uma apresentação lindíssima com voz, violão e piano, dando uma maior chance para ambos da dupla conseguirem mostrar o seu potencial e isso pela primeira vez durante a temporada. Mas, apesar de ser bem difícil aguentar um #TeamBlake inteiro country, preciso reconhecer que se o Blake algum dia me ligar dizendo “Awoohoo, play something country” daquela forma, eu provavelmente possa mudar de ideia no mesmo instante sobre qualquer coisa a respeito da vida na fazenda, além de imediatamente começar a tocar algo country. Höy! (rs)

No #TeamShakira, sentimos desde a sua escolha de repertório para o Garrett Gardner ao som de “I Want It That Way” dos Backstreet Boys, que talvez a música o acabasse prejudicando. Sasha Allen apareceu com toda a sua força durante essa semana, mas apelou demais para a teatricalidade, que acabou deixando a sua performance exagerada demais, apesar de ter sido mais uma entrega precisa da sua voz que é uma das melhores da temporada, sem dúvida. Aliás, gostaria de deixar registrado desde já que nada me surpreenderia se nessa reta final, a competição acabasse completamente feminina, porque a força das mulheres durante essa Season 4 do The Voice está realmente engolindo os meninos. Khris Thomas apresentou um clássico do The Jackson 5 e eu achei que ele desandou, por diversas vezes. Nada muito vergonhoso, mas faltou um pouco mais de afinação além de carisma, que na verdade sempre lhe faltou. E mais uma vez ficou visível o quanto o #TeamShakira fez a Aguilera durante essa temporada, sendo desde o começo o mais fraco de todos e os resultados acabaram nos comprovando exatamente isso. E minha querida Shaks, que figurino era aquele? Parecia uma homenagem para a Xuxa antiga no Carnaval antecipado de 2014. Ew!

Já o Adam, toda a minha implicância com ele realmente sumiu depois de acompanhar o The Voice como eu deveria ter feito desde o começo (as Season 1 e 2 eu acabei acompanhando na preguiça, pulando algumas coisas) e hoje eu realmente o acho um dos mais inteligentes (e extremamente sensível) dentro do programa. Tanto que o seu time tem realmente algo de diferente durante essa temporada e eu diria até que nele estão as mais profissionais da competição. Três mulheres com três grandes vozes, cada uma dentro do seu próprio fundamento e todas excelentes. Judith Hill veio de voz e piano, linda, com um cabelo que a gente adoraria ter igual para copiar (rs), divona como sempre. Sarah Simmons tem uma voz inexplicável, doce e extremamente forte em uma mesma frase e a Amber Carrington é a grande carta country que o Adam apostou certo quando a escolheu durante as blinds. Mais um motivo para acreditar que o Adam além de um ótimo coach, é também bem inteligente e consegue enxergar e pensar adiante. Ah, e ele é magia tatuada também. Höy!

No segundo episódio da semana, esse com o ar condicionado já consertado (segundo o Carson, então o que explicaria o Thicke se derretendo daquela forma no palco? Sério, durante a sua apresentação, parecia que ele tinha tomado um banho de cachoeira, estando ele 158 + ensopado do que o Blake durante o seu duéte com a Shakira na semana anterior. O detalhe é que durante a sua performance, só ele acabou molhado, porque o Pharrell que também estava no palco, continuou normal de tudo. Sei…),  além das apresentações dos sobreviventes do #TeamAdam + #TeamBlake ao lado de seus coaches, tivemos as temidas eliminações da noite, que podemos dizer que dessa vez foram até que bem justas, apesar de ter nos deixado apreensivos até o final. Naquele momento, cheguei a ficar com bastante pena da Shakira, que por pouco não ficou apenas com um dos integrantes do seu time, (do UÓsher eu não fiquei), mas que no final das contas acabou sobrando menos um para cada um dos novos coaches, com as despedidas do Vedo e do Garrett Gardner, que foram os eliminados da vez, que dessa forma, deixaram os times do Adam e do Blake exatamente da mesma forma, com os mesmos três participantes de antes.

E essa foi a nossa semana no The Voice porém, como novidade da vez, perto do finde foi confirmado que a Aguilera e o Cee Lo realmente voltam para a Season 5 do programa, mas, Shaks e UÓsher estarão de volta para a Season 6. Animados?

 

ps: só eu continuo achando que o Adam e o UÓsher ainda vão se atracar? Reparem nos dois, por favor e me digam, vai ou não vai sair uma briga a qualquer momento? E OK, apesar de bem mais mirradinho, vamos todos apostar no Adam, tá? Combinado então. Blake, nos dê cobertura…

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Uma resposta to “The Voice Season 4, Live Top 12”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] (The Live Playoffs, Live Top 12) […]

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