Realmente está na hora de reconhecer que alguém precisa desligar os aparelhos de Grey’s Anatomy…

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Depois daquele final trágico e pavoroso da Season 8 que muitos de nós gostaríamos que não tivesse sido verdade, Grey’s Anatomy estava de volta e já começou sua Season 9 discutindo a irrelevância de se manter (em alguns casos) a pessoa viva apenas por aparelhos, sendo que seu corpo já não teria mais grandes chances de se aguentar por si só. Em seu primeiro novo episódio, observamos a escolha de Mark Sloan (sim, aquele Mark Sloan, super relevante para a série durante esses anos todos, tisc tisc….), que havia pré estabelecido um contrato bem prático a respeito do seu tratamento, que se não apresentasse nenhuma melhora considerável em um período de 30 dias, deveria ser deixado de lado, simples assim e deixando a vida seguir seu curso naturalmente.

Uma escolha consciente, prática, difícil de ser tomada, algo que a gente consegue até imaginar, mas que nem foi qualquer tipo de novidade para uma série médica como Greysa, que desde sempre discutiu todas essas questões de forma corajosa até, mostrando claramente que em alguns casos, a insistência da medicina pode servir apenas para prorrogar o inevitável. Que é mais ou menos o que estamos observando acontecer com a própria série desde a estreia da Season 9, como se estivéssemos observando seu quadro clínico de perto, semanalmente, nos encontrando até que animados mesmo que bem de leve, com qualquer tipo de melhora que tenhamos encontrando durante essa nova temporada da série, mas que nem por isso chegamos a ficar com qualquer tipo de esperança de uma melhora considerável em relação ao seu atual estado e talvez já tenha mesmo passado da hora de reconhecer que do jeito que está não dá mais para continuar e se for para ser assim, talvez seja melhor mesmo que Grey’s Anatomy finalmente encontre o seu fim. Sabe aqueles 30 dias que o Sloan pediu para esperarem o seu corpo reagir ao tratamento? Para essa temporada do coma induzido em Greysa, foi o equivalente aos 24 episódios da Season 9 e apesar de ser sempre duro receber esse tipo de notícia, podemos dizer que a série não conseguiu melhorar ou responder muito bem ao tratamento da nova temporada.

A essa altura e depois daquele acidente totalmente desnecessário do qual Grey’s Anatomy talvez nunca mais se recupere (como já desconfiávamos), encontramos a série agora com a assinatura orgulhosa de sua criadora que não devemos pronunciar o nome em vão, aparecendo na “abertura” de todos os episódios, como se ela ainda tivesse do que se orgulhar do seu atual trabalho bem porco na TV, apesar de no Twitter ela parecer muito mais empolgada com o que vem fazendo em Scandal (devo aplicar meu tempo nesse escândalo ou ele é só um bafinho insosso que logo passa? Responda leitor que assista a nova série, por favor). Tudo bem, tivemos o episódio com a morte do Mark abrindo a temporada, que era a sua aposta certa para nos pegar pelo menos pela emoção, mas que em nada convenceu devido a relevância do personagem (sorry Mark, mas é verdade…) e a forma como os demais acabaram lidando com a situação, exceto por alguns poucos que souberam se comportar adequadamente dentro daquele cenário de luto.

E começar a temporada ignorando de certa forma os acontecimentos catastróficos da temporada anterior que certamente mudariam a experiência de assistir a série para muita gente, realmente não foi a melhor escolha de Shhh… quer dizer, dela. Tudo bem também que logo no segundo episódio ganhamos os aguardados flashbacks sobre o que teria acontecido na “ilha” (que na verdade, era uma floresta, mas para colaborar com o tom dramático da coisa acho que vale dizer ilha, rs), nos fazendo ficar com a sensação de que o estagiário responsável pela exibição da grade na ABC havia trocado sem querer a ordem dos episódios. Só pode, porque algo tão grandioso e importante como foi aquele acidente, merecia ter sido o grande destaque da sua volta e nem isso Greysa se preocupou em fazer. E nesse momento, a série já nos estregava descaradamente que essa seria a temporada mais cínica da sua história.

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Depois disso permanecemos durante alguns outros episódios observando todos os envolvidos com o tal acidente e terceiros (Callie), tentando se adaptar e tendo todos que lidar com suas novas realidades de os maiores médicos azarões atraí coisa ruim e que a morte parece perseguir o tempo todo do mundo. Meredith não conseguia voar. Ninguém conseguiria voar logo depois do acontecido. Yang não conseguia voar. Novamente, ninguém conseguiria voar depois de ter passado por um trauma como aquele e a propósito, antes eles pouco viajavam de avião, que a gente se lembre. Derek precisava recuperar os movimentos da sua mão, de novo (ZzZZZ) e enquanto isso fazia figuração como o melhor professor de medicina do mundo, dentro do hospital, sobrando um tempinho até para se dedicar a sua carreira de modelo (não acredita? Pois é verdade e até esse plot nós tivemos que engolir durante a nova temporada)… enquanto Arizona jogava na cara da sua outra metade o fato dela ter sido a responsável por deixá-la pela metade, que é como ela se sentia depois de ter perdido a perna. (OK, eu sei que essa line pode ter parecido horrível, mas alguém jura que eu vou receber qualquer tipo de julgamento pior do que a Shhh… quer dizer, do que aquela que não devemos dizer o nome em vão só por isso? Sei…) Até aqui, reações extremamente naturais após todos os acontecimentos, mas tudo bem dentro do esperado também, dentro de uma normalidade preguiçosa e bem óbvia, as vezes até irritante.

Com os personagens principais ainda em fase de recuperação, as coisas precisavam funcionar por ali e por isso, acabamos ganhando uma série de novos internos, tentando desesperadamente que a gente se importasse com suas histórias ou pelo menos que alguém lembrasse de seus nomes até o final da temporada. Fuén…. observando minhas anotações sobre a Season 9, percebi que em nenhum momento eu cheguei a escrever o nome de qualquer um deles, tamanha relevância (mas palavras como “chatinho”, “sono” e “preguiça” foram bem recorrentes em minhas anotações). Personagens chatinhos, sem carisma ou apelo e que nós já vimos circular por aqueles corredores anteriormente, só que em corpos diferentes e também absolutamente dispensáveis, tanto que não duraram muito, exceto pela Kepner, essa sim que a gente torce até hoje para que o azar fale mais alto com ela dentro daquele hospital, que parece ser o lugar perfeito para atrair esse tipo de coisa ruim  para todo mundo (os dois tipos inclusive, rs) mesmo por ela que por exemplo, de forma inexplicável, aquele lugar amaldiçoado é capaz de trazer um Avery ou o seu novo boy magia ambulante e virgem (não consigo lidar com esse plot de uma médica de quase 30 anos – ou mais – discutindo a virgindade como uma adolescente qualquer. Não consigo e fico constrangido toda vez). Vai entender. Vou ter que confessar também que durante boa parte da temporada, aproveitei as cenas dos novos internos todos para dar aquela olhada nos emails, cortar as unhas, fazer um Cup Noodles de  Costela com Molho de Churrasco (Cha-Ching Cha-Ching), ou um bolo de caneca (que é o meu novo vício e que eu descobri recentemente que fica bem melhor e ou perfeito com sorvete. Anotem…) ou jogar paciência contra a minha própria paciência (leia paciência como Cut The Hope). Honestamente falando.

Outro plot super dramático que aconteceu durante essa nova temporada de Greysa foi o quase fechamento do hospital, que estava prestes a acontecer devido ao processo que o grupo de médicos acidentados durante a queda do avião moveu contra a empresa/hospital, que como foram vitoriosos na causa, quase acabaram destruindo o emprego de várias outras pessoas, inclusive os deles mesmos, agora milionários. Difícil acreditar que um grupo de 6 médicos (Lexie e Mark ainda contam, não?) conseguiria levar um hospital como o Seattle Grace a falência, apesar do acontecido, mas como não entendemos muito bem de números nesse caso e não estamos em dia com a contabilidade do hospital da morte, que deve ter muitas dívidas com gente poderosa nos andares de cima e de baixo, deixamos passar.

Assim tivemos uma fusão com uma empresa de terceiros, que tinha coincidentemente uma ex aluna desistente e magoada do Seattle Grace a frente dos negócios (sei…), ensinando aqueles médicos acidentados e vítimas constantes do azar a como economizar e continuar apto a salvar vidas. Lame. Tanto que não deu muito certo e logo eles optaram por um outro plot administrativo, esse com os médicos donos da fortuna arriscando tudo e comprando o hospital, simples assim, mas não sem antes ter que contar com o apoio da insuportável, over e vulgar mãe do Avery, a “booty call” oficial do Chief (My eyes! My eyes!), ela que aproveitou o momento para quebrar o porquinho abastado de ouro cravejado de brilhantes do filho e assim o fez o sócio majoritário do novo Seattle Grace (chefe de todos os outros inclusive. O Avery, que é lindo, mas tem o carisma de uma acelga..,), que agora além de tudo passaria a se chamar Seattle Grace Mercy Death McSteamy Greysinha, para os íntimos, que para facilitar pode também se chamado como “Lar do Azar” ou “Santa Casa do vem quem tem plot dramático e ou acidente para você também”, ou qualquer outra coisa do tipo, rs.

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Sem contar que a palavra da vez dessa Season 9 de Grey’s Anatomy acabou sendo mesmo o tal cinismo mencionado anteriormente, com todos eles usando desculpas esfarrapadas o tempo todo, aceitando o peso de serem os médicos mais azarados da TV, sem o menor questionamento ou insatisfação, com sobra de espaço até para risadinhas irritante sobre tudo o que já aconteceu com eles, exceto pela Yang no começo da temporada, quando ainda no outro trabalho. Todos eles em algum momento apareceram irritantemente nos forçando essa aceitação fácil demais de que naquele lugar, tudo pode acontecer e ponto e isso foi bem difícil de engolir, ainda mais com aqueles tapinhas nas costas e uma risadinha meio torta e opaca. Mais ou menos como aquele amigo com quem você um dia resolve desabafar, reclamando sobre o quanto sua vida anda uma merda e ele escolhe assumir aquela conversa como uma competição, resolvendo contar o quão pior a vida dele anda também naquele momento. Boring.

E o pior deles todos nesse cenário, foi mesmo a Meredith, que de Medusa (apelido que eles abandonaram rapidinho porque ela estava convencendo muito mais como pedra, do que qualquer outra coisa) passou a figurar como a médica agora grávida, morrendo de medo sobre o que um lugar que só atrai coisa ruim com o agora Seattle Grace Mercy Death McSteamy Greysinha, poderia fazer com seu bebê. Sério, toda vez que ela mencionava a possibilidade do bebê nascer com duas cabeças e ou ela e o bebê acabarem morrendo no parto, eu agradecia por não estar fazendo figuração na série com uma seringa totalmente preenchida com algo letal por perto porque do contrário, alguém já tinha encontrado a morte e se a dose fosse boa mesmo, eu a dividiria em duas, uma para o cinismo da personagem e a outra para o cinismo de quem escreve a série. Arghhh!

É claro que em meio a tudo isso, algumas coisas bacanas ainda continuaram acontecendo nesse cenário, como a relação da Yang com o seu mentor do outro hospital, que acabou se tornando o grande responsável pela sua “cura” e aceitação de quem ela é de verdade (um discurso lindo por sinal), assim como um dos momentos mais esperados da série desde a temporada anterior, que foi quando sua criadora que não devemos mencionar o nome, resolveu fazer as pazes com uma das personagens mais queridas de Greysa antigo, voltando a emprestar alguma dignidade para a personagem, que já estava fazendo falta e isso desde quando ela foi esquecida como o alívio cômico que já não tinha mais a menor graça ou função dentro da série.

Que foi o que vimos finalmente acontecer com a Dra Bailey de novo, do plot do seu casamento que acabou não ocorrendo como ela esperava e que ainda terminou com um momento lindo, por conta de um outro momento bem triste, com a morte da Adele (se bem que um simples telefonema nesse caso teria resolvido boa parte do constrangimento de todo mundo ficar esperando a noiva na igreja. #OCAPETAESTADEOLHO), até a sua queda mais perto do final da temporada, com ela por questões de higiene (mentira, não foi isso, mas está valendo… rs), ter matado alguns pacientes com as próprias mãos. Literalmente. E quando envolvida em um drama novamente, Dra Bailey nos fez lembrar imediatamente o porque que nós gostamos tanto da personagem no passado e todo o seu trauma de não querer mais operar ninguém com medo do que aconteceu com seus pacientes, encontrando como resolução ela tendo que operar a Meredith as pressas durante suas complicações no parto que foi o acontecimento de maior destaque da season finale, foi verdadeiramente muito bom. Mas chegaremos a finale em instantes, porque antes disso, ainda temos mais do que reclamar…

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Antes disso, precisamos falar sobre o quanto foi preguiçoso o Karev ter ganhado uma nova Izzie, com aquele plot sem vergonha do espancamento, do qual a gente já desconfiava desde o principio sobre qual seria o seu desenrolar. E esse lado bem mais previsível também foi um dos vários pontos negativos dessa fase de sobrevida de Grey’s Anatomy, onde conseguimos visualizar e imaginar exatamente onde aquela história estava nos levando. Algo que valeu para a história da nova Izzie com o velho Karev, valeu para o “filho” do Owen, que caiu como um presente ruivo (precisava ser ruivo?) no seu colo e ele não conseguiu esconder a raiva de ver o pai do menino acordando bem da mesa de cirurgia, destruindo o seu sonho de se tornar pai de uma forma mais “fácil” até e esteve na cara desde o começo que aquele era o filho dos seus sonhos (pensando nas dificuldades maternas da Yang ou vocação, uma criança já crescida talvez fosse mesmo sua melhor opção, se ela ainda tivesse algum interesse naquela relação) e valeu também para a provocação daquela que não devemos dizer o nome, falando em seu Twitter que essa finale seria daquelas, revoltante, sanguinária, azarenta, mas que no final das contas todo mundo já desconfiava que seria algo mais café com leite com bastante adoçante, apesar daquela cena final. (que fez alguém assinar o próprio atestado de burrice não? Um fio desencapado soltando faísca e um chão completamente alagado não é um cenário que qualquer um entra sem tomar cuidado, não é mesmo? Enfim…)

Agora, outro ponto que ultrapassou as barreiras do insuportável durante toda essa temporada realmente foi a permanência da Arizona na série. Ela que foi péssima enquanto em recuperação, e digo péssima atriz, esposa, vítima, mãe, pessoa, plano de fundo, modelo de uniforme de cirurgiã pediatra e assim permaneceu até o final, quando nos entregou a desculpa mais esfarrapada para ter traído a Callie com uma total estranha, também médica e gatinha até (lembra o quanto ela demorou para trazer de volta o sexo para a sua relação? E isso com alguém que ela já dividia a vida, imaginem com um estranho? Só para deixar registrado), mas que apareceu no hospital porque era uma espécie de stalker da mesma, mesmo estando ciente de sua atual condição (acidente, estado civil, status no face), algo no mínimo creep, não é mesmo? Torço para que aquela nova médica na verdade seja uma tipo de stalker bem psicopata, que acabe sequestrando a Arizona e a mantenha em um porão escuro e seco a base de muita tortura e tudo isso ironicamente em um cenário deserto qualquer do próprio Arizona. (sabe o final da Andrea em TWD? Então, só que mais prolongado e sofrido…)

Encerrando a temporada, tivemos exatamente as resoluções que eu já comentei ao longo dessa review, com o parto da Grey, a doutrora Bailey finalmente se recuperando do seu trauma recente, Yang se separando mais uma vez do Owen e pelo mesmo motivo de sempre (super preguiça por conta de ser um repeat, porque entendemos bem os motivos de ambos nesse caso), Karev e a nova Izzie se amando loucamente se não fosse por uma árvore invadindo a sala da casa do meio do nada (Sério!), Callie descobrindo a traição da Arizona, que segundo a traidora, foi tudo culpa dela porque a médica foi quem cortou sua perna no passado (leio isso e não consigo acreditar que alguém usaria esse tipo de argumento em um DR. Simplesmente não consigo e se é comigo, apanha com a própria perna, viu E.? rs), além de um acidente que poderia ter sido fatal e que aconteceu na porta do hospital, com uma das cenas mais ridículas e clichês da história de Greysa, com o Avery saindo do meio de uma cortina de fogo com pose de herói magia, resgatando a criancinha que poderia ter morrido (se aquela for a futura filha da Yang eu vou achar ainda mais revoltante, já estou avisando) e aquela cena final, com o Chief provavelmente eletrocutado, no chão do hospital, que se morreu, morreu de forma tão ridícula como tudo o que andamos encontrando dentro da série em sua atual condição de coma induzido.

E com uma temporada que teve sim o seu mérito, mas ao mesmo tempo nos entregou tanta coisa ruim e de forma tão cínica, além de ter contado com um pedido de casamento musical para a Kepner no formato de um flash mob (nessa hora, eu rezei para que outro avião caísse e dessa vez no próprio hospital), é preciso chegarmos a conclusão de que realmente já está passando da hora de considerar desligar os aparelhos que mantém Grey’s Anatomy viva até hoje, porque uma série que você acompanha por nove temporadas, não é tão fácil assim de se abandonar afinal, temos muito apego àqueles personagens e ainda nos interessamos por eles. Mas ao mesmo tempo, ver algo que você já gostou tanto, se encontrando em um estado praticamente vegetativo em sua TV, também não é fácil para ninguém e por isso, acho que já passou da hora de aceitarmos que Grey’s Anatomy tem que morrer, não tem jeito e isso já não podem mais demorar tanto para acontecer.

 

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4 Respostas to “Realmente está na hora de reconhecer que alguém precisa desligar os aparelhos de Grey’s Anatomy…”

  1. Denise Says:

    Grey’s foi a primeira série que acompanhei do início, quando começou a temporada 1, então, estou há 9 anos MESMO assistindo.
    Concordo que alguns personagens estão já bem desgastados, não há muito o que fazer por eles. Esse temporada teve uns momentos bons, mas não empolgou como fez há algumas temporadas atrás. Acho que para acabar com a série não é preciso definir um destino para cada personagem, tipo final de novela, que todo mundo casa, tem filhos e os problemas se resolvem por mágica. A série pode acabar como está, sem grandes resoluções. Fica implícito que a vida continua…
    Mas continuarei assistindo pelo carinho por alguns personagens e porque a esperança é a última que morre, né?

    • Essy Says:

      É, depois desse tempo todo, tudo acaba se desgastando mesmo, as histórias, os personagens. Até os casos dos pacientes já foram bem mais interessantes no passado…
      Uma série médica que consegue chegar a sua 10 temporada com boa parte do seu elenco original tem sim o seu mérito, mas acho que desde os acontecimentos da finale anterior, alguém deveria ter despertado para encarar o possível fim dessa história, caso contrário, sua criadora que já provou não ter limites, é capaz de encerrar Greysa com plots de “Eu sou a lenda” ou “Wall-E”, rs (por favor, que seja “Wall-E”!)
      Para a história acabar bem, faltam apenas alguns encerramentos para a história pessoal de cada um deles e o mais importante de tudo seria mesmo um reconhecimento profissional para todos os médicos que vimos começar a série ainda sem ter certeza de nada, além do reconhecimento dos demais também.
      Continuarei também, cada vez com mais preguiça (apesar do apego com alguns personagens e outros que eu não consigo gostar mais, como o Derek, por exemplo), mas continuarei, principalmente torcendo para que a Season 10 seja de fato a última.

  2. Dani Z Says:

    Eu também sempre acompanhei,mas me enchi um pouco. Agora tão tentando fazer a gente gostar de alguns dos novos residentes, e eu não vou, já decidi. A Meredith sempre agourando a vida, também me torra a paciência, por mim ela teria Alzheimer antes dos 40 e encerrava logo tudo isso.Sobre Scandal, eu ainda não ví, mas o Pedro Andrade ( HÖY) comentou no Manhattan Connection e me deu vontade de conferir. O canal Sony vai passar. É sobre uma resolvedora de crises que tem um caso com o presidente dos EUA. Ela é a pituca da Kerry Washington.Quem sabe.

    • Essy Says:

      Me lembro de Paolo Torrento me trazendo episódios super pesados de Greysa no passado, sem legenda, em uma série médica onde os personagens além da linguagem técnica, muitas vezes estavam de máscara e não dava nem para arriscar uma leitura labial. Bons tempos dramáticos, rs (isso apesar de ter começado a ver junto com a Season 3 e até hoje só tenho a Season 1 em DVD e no passado, me lembro de considerar comprar todas)
      Desde o Owen, que nem era um residente, eu não consegui me apegar a nenhum dos personagens novos. Esses residentes então… achei todos bem sem gracinha e simplesmente não consegui.
      Meredith precisa sair dessa nuvem negra e seguir a vida. Aposto que eles vão fazer alguma coisa preventiva do tipo “Angelina Jolie” na série para a próxima temporada. Não no caso do Alzheimer, claro, mas aposto.
      Vejo muita gente gostando e outros dizendo que é só mais uma “Revenge”. Como dizem que a Season 1 é curta, talvez eu veja… (e um Höy para o Pedro, claro!)

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