The Voice Season 4, Live Top 6

The Voice - Season 4

Semaninha difícil essa no The Voice, hein?

Não sei se porque boa parte dos meus candidatos preferidos dessa Season 4 já foram eliminados, alguns inclusive inexplicavelmente, mas nenhuma semana foi tão custosa quanto essa das apresentações do Top 6. Se a temporada até aqui estava bem morna, uma reclamação recorrente ao longo da mesma, nessa semana eles realmente esfriaram de vez, tanto que a eliminação foi super óbvia, quase preguiçosa e totalmente previsível. Sem contar que foi quase desanimadora, com o anúncio de que dessa vez, apenas um deles seguiria para casa, talvez pelo susto que acabaram tomando na semana passada, quando duas das maiores e melhores vozes dessa Season 4 do The Voice acabaram se despedindo. Mas não deveriam ter pensando nisso antes?

E de certa forma, bastava fazer as contas para se ter uma ideia do que poderia acabar acontecendo essa semana, já que os números eram Shaks, Adummy e UÓsher com apenas 1 representante em cada um de seus times e o Blake com uma larga vantagem além dos seus três metros de altura (Höy!), com 3 participantes ainda sobrevivendo em seu time, retendo metade do atual elenco da temporada e a transformando praticamente em um semi mini festival country. Claro que a essa altura não há regras em relação as eliminações a não ser o apelo popular de cada um deles (e a ajudinha de alguns coaches nas redes sociais, como vimos o UÓsher fazendo covardemente recentemente), mas estava mais do que na cara que o #TeamBlake tinha grandes chances de não permanecer o mesmo por mais uma semana consecutiva.

Essa semana também eles tiveram a chance de se apresentar duas vezes no palco, sendo uma delas a partir de uma escolha própria de repertório e a outra obedecendo a escolha de seus coaches. Nesse caminho, com o time do Blake assumidamente country, tivemos uma tomada do palco pelo seguimento, que acabou reinando durante essa semana e talvez por isso tenha sido tudo tão meio assim (justifico aqui a minha falta de conhecimento e ou interesse no assunto). Mas não foi só isso e acho importante que os outros coaches se atenham mais aos detalhes porque dessa vez, tomando um espaço que havia sido do Adam durante a temporada anterior, Blake veio apostando tudo na teatricalidade do seu time, com performances grandiosas e cenários de longe muito mais elaborados do que qualquer um dos demais concorrentes e essa diferença entre eles, além do número muito maior de performances por conta de um time com mais integrantes (o seu time foi responsável por seis delas por exemplo, fora aquelas em grupo ou em dupla que sempre acabam acontecendo) ficou visível a diferença e o cuidado que todas elas acabaram recebendo a mais por parte do Blake do que os outros participantes receberem de seus respectivos coaches. Será que existe cota?

Como sobrevivente do #TeamUÓsher tivemos a Michelle Chamuel nos entregando uma dos grandes hits do Keane, mas apesar de ainda se identificar como uma artista indie (algo que nunca me pareceu muito justo porque não foi como conhecemos a candidata ao longo da temporada), Michelle não conseguiu convencer se arriscando dentro desse tipo de repertório. A voz permaneceu pequena, contida, com um vibrato estranho (pra mim) em determinados momentos e uma dramaticidade que não convenceu, apesar de ter sido aplaudida e muito até, provando que o carisma é realmente muito importante nessas horas. Algo que se repetiu durante sua segunda apresentação da noite, essa bem mais dentro do que ela tem proposto ao longo da temporada, dessa vez ao som de Taylor Swift, que nos agraciou com a sua presença e carisma de uma alface lisa durante os ensaios. ZzZZZ. Mas essa foi uma apresentação bem superior a primeira, mais solta e dentro do que imaginamos Michelle fazendo dentro da sua carreira, o qual ela deveria assumir mais ao invés de tentar ser vendida como uma artista indie, que parece ter mais a ver com a sua personalidade do que com a sua música.

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Adam veio magoado essa semana, mas tentou se conter depois da sua declaração “super polêmica” dizendo que odiava a America antiga pelos resultados que afetaram o seu time durante a semana anterior (e quem não odiou, incluindo a própria America antiga nessa questão, hein?). Mas foi bacana vê-los não levando nada daquilo a sério, ao contrário da imprensa, que só falou disso depois do acontecido, algo que eu cheguei até a considerar que talvez acabasse o prejudicando de alguma forma. Mas Amber Carrington, a única sobrevivente do #TeamAdam a essa altura (a última escolha dele para o seu time no começo da temporada e pela qual nenhum dos outros se interessou no passado, tisc tisc), também é dona de um talento inegável, mesmo que a princípio ela não tenha nos convencido tanto assim do que seria capaz de mostrar. Apesar do seu grande momento ao som de Adele durante o episódio anterior, Amber foi prejudicada pelo repertório, bem meio assim, apesar de ter sido lindo o Adam escolhendo algo do Skid Row para que ela se apresentasse durante essa semana. Duas apresentações fracas diante do poder que havia aparecido no seu momento anterior naquele palco, mas muito bem executadas e OK, apesar do figurino pavoroso da sua segunda performance da noite. (#CREDINCRUZ)

Shaks parece que vem criando realmente a nova Sasha Fierce, porque a sua Sasha Allen tem estado #UNFIRAH naquele palco. Cantando Aretha, de amarelo, Sasha esteve linda, com aquela voz poderosa de sempre, nos hipnotizando com o seu talento que de vez em quando chega a assustar em meio ao seus berros durante suas performances, que sim, assustam, mas não irritam, muito pelo contrário. Na sequência, foi a vez dela mostrar realmente a que veio e talvez quem ela sonha em ser um dia, com uma performance extremamente sexy para o #TeamShakira, com direito a uma despida no palco, botas pretas até as coxas (Blake ficou animadíssimo e só eu acho que toda vez que a Sasha canta qualquer coisa mais assim, o UÓsher fica tentando esconder uma provavel ereção? Shaks também, mas essa não se importa em mostrar, rs) e uma letra cheia de rancor, que todos nós gostamos de cantar nos imaginando exatamente naquelas condições (ela cantando para o Adam no final foi ótimo e as provocações do Carson com ele a respeito da Sasha já ter sido do seu time também, rs). Eu pelo menos confesso da minha parte que sim, rs. #HELLYEAH

No #TeamBlake tivemos as performances mais bem trabalhadas da noite, com cenários sensacionais e super bem produzidos, mas que ao mesmo tempo acabaram deixando a desejar em seu repertório e força. Holly Tucker voltou acreditando que ela tinha uma personalidade mais forte do que aparenta ter e alguém realmente precisava avisá-la que se essa personalidade realmente existe dentro dela, anda tão escondida que até agora não conseguimos encontrar. Danielle Bradbery já nos provou que é exatamente aquilo, uma menina de 15 ou 16 anos que sabe cantar direitinho, mas só aprendeu a cantar de um único jeito, sem explorar novas nuances ou diferentes vertentes com a sua voz, algo que é visível que ela ainda precise de mais experiência para adquirir com o tempo e por isso também foi bem chatinha durante essa semana, apesar de aparentemente ser a nova queridinha da America, desde que apareceu pela primeira vez no programa e talvez inclusive seja uma das possíveis finalistas. Se cuida Taylor Swift! Já o The Swon Brothers essa semana fizeram uma excursão para o interior do interior e estiveram praticamente regionais em suas performances, que apesar de muito bem executadas (aquele Salloon da primeira delas foi ótimo) como sempre, também não chegou a empolgar ou nos impressionar como eles fizeram quando se arriscaram ao som de Eagles um dia desses. Mas para ser justo, quando em “trio”, contando com a participação da Holly durante o episódio da terça, eles estiveram todos bem melhores. E como se o #TeamBlake já não estivesse super completo e praticamente dominando essa etapa da nova temporada, ainda tivemos o retorno da Cassadee Pope, vencedora da Season 3 (ela que teve o Blake como seu coach) para o palco do The Voice, cantando seu primeiro single. Boa sorte, Cassadee! (e o Blake pedindo votos para ela foi ótimo também!)

E com performances bem meio assim, se a gente já não contasse que o #TeamBlake acabaria sendo obviamente o time prejudicado da vez, talvez a gente até ficasse em dúvida sobre quem deveria ser eliminado durante essa semana, exceto pela Michelle e a Sasha, que definitivamente tiveram seus momentos de destaque essa semana (algo que vem se repetindo com frequência, apesar daquela performance completamente meio assim das duas como dupla ao som de Madonna antiga durante o segundo episódio da semana), mas a vaga para uma excursão para o olho da rua dessa vez acabou sobrando para a Holly Tucker, que apesar de super talentosa e dedicada, realmente deixava e muito a desejar em termos de carisma e nunca conseguiu nos convencer do contrário. Sorry Holly! Para ser bem justo, essa foi a eliminação que deveria ter acontecido durante a semana anterior, com apenas um deles saindo e esse um sendo a Holly…

Agora restam apenas 5 e algo me diz que essa semana talvez um deles acabe sem ninguém em seu time. Veremos…

 

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Uma resposta to “The Voice Season 4, Live Top 6”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] (Live Top 6, Live Semi Final) […]

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