The Voice Season 4, Live Semi Final

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Chegamos a reta final da temporada mais morna do The Voice até aqui e podemos dizer que todos os nossos medos se confirmaram nessa fase decisiva da Season 4. Sim, quase dormimos por boa parte da temporada se não fossem os hits que sabemos cantar e de vez em quando até coreografar e um ou outro candidato que acabamos nos apegando de qualquer forma, mas nessa reta final, acabamos ganhando um pesadelo daqueles, que começou semanas atrás, quando a Sarah Simmons e a Judith Hill acabaram sendo eliminadas e a partir disso passamos a considerar que realmente qualquer coisa poderia acontecer daqui pra frente.

E já começamos a semana com os dois pés esquerdos, com uma performance praticamente interminável do UÓsher que só valeu mesmo pelo seu “moonwalk” perto do final da apresentação que foi bem sensacional (além de engraçado, vai?). Fora isso nos recusamos inclusive a aplaudir mesmo apenas com uma palma o coach megabitch da vez, apesar de sentir quase que como uma premonição que talvez teremos que engolir algo a seu respeito muito em breve. Mas chegaremos a esse ponto depois.

Além disso tivemos uma volta pra casa de cada um dos competidores que voltaram a suas origens para uma visita rápida, experimentando de perto e em casa o efeito “The Voice” em suas vidas e carreiras. Esse que é sempre um momento bem bacana do programa, onde podemos conhecer um pouco mais de cada um deles, além de conhecer também suas origens, algo que eu considero bem importante a essa altura do programa. Sem contar que durante o programa com o anuncio dos finalistas, tivemos saudosas visitas do Nicholas David e do Terry McDermott, com ambos candidatos da tão saudosa quanto Season 3, lançando seus singles no palco do programa. (por falar nisso, gostei dos dois singles, mas o do Terry eu achei bem especial viu?)

Pelo #TeamBlake, o único ainda com dois candidatos na disputa, começamos com uma boa performance do The Swon Brothers, que eles dedicaram a todos os músicos que acompanharam a dupla por todo esse tempo. Uma performance que eu diria até que foi um pouco mais “rocker” do que country e que foi bem bacana, mas não foi nada quando comparada a segunda apresentação da dupla no programa, muito provavelmente inspirados pela volta a casa, onde eles acabaram ganhando em sua cidade uma semana inteira dedicada a dupla, além da tal foto no hall of fame do lugar onde ambos trabalham, que eles haviam comentado um dia desses sobre o fato de ter inclusive uma foto do Blake no começo da carreira e o quanto eles desejavam receber o mesmo reconhecimento um dia. Confirmou! Essa segunda performance foi bem mais calma, também menos country (com menos características country, apesar das raízes estarem evidentes na dupla o tempo todo), basicamente a base de voz e piano. Algo que foi o suficiente para garantir aos irmãos uma vaga na final, a primeira ocupada por uma dupla dentro do programa. #HELLYEAH

Ainda pelo #TeamBlake, tivemos a Danielle Bradbery voltando para casa, de volta a escola onde ainda estuda, também sendo recebida como a grande estrela da cidade. O bacana nessa hora foi perceber que Danielle é realmente uma menina bem pé no chão, centrada e super bem resolvida quantos suas questões familiares, que ficaram evidentes durante a visita a sua casa e mais tarde naquela sua performance no estádio local. Danielle que apesar do apoio e campanha, acabou fazendo uma primeira performance bem meio assim (continuo achando que ela soa a mesma a cada semana, corretinha, mas só aquilo mesmo, sabe?), mas acabou nos ganhando completamente com a sua segunda performance, dedicada ao vivo para os pais que estavam no palco (juntos, um ponto a se ressaltar) e que realmente foi um momento super carinhoso dela e do programa e que ao mesmo tempo não conseguimos entender até agora como é que ela consegue lidar tão bem com tamanha emoção. Sério. Dessa forma, Blake repetiu o feito da Season 3 e garantiu com as performances de Bradbery a segunda vaga da noite para a final, restando apenas mais um espaço para os demais concorrentes.

No #TeamAdam tivemos a Amber Carrington se esforçando, ganhando inclusive o aval da própria Katy Perry (faz ao vivo um dia desses essa mesma música no The Voice, Katy? Faz? Te desafio!) para cantar “Firework” (morro de preguiça, ZzZZZ), que na verdade acabou não acontecendo para ela. Não foi ruim, mas foi só mais uma apresentação, sabe? Seu homecoming também foi bem bacana, mas só eu fiquei assustado com a quantidade de irmãos dela? Talvez seja a inveja de um filho único falando mais alto nesse momento. É, provavelmente sim. Em sua segunda apresentação da noite, Amber voltou a nos ganhar ao som de “Sad” do próprio Maroon 5, que ela executou lindamente e me fez inclusive ficar interessado pela versão original da música, que nunca tinha ouvido, para ser bem sincero. O problema é que novamente Amber apesar de ter se saído muito bem, não repetiu o seu momento “Skyfall” do passado e talvez por isso ela não tenha conseguido a sua sonhada vaga na final, sendo uma das eliminadas da vez, para desespero do Adam, que não ganhou dessa vez a chance de empatar com seu nemesis, o Blake.

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Shaks veio com seu #TeamShakira armado até os dentes com todo o talento da Sasha Allen, que divou durante toda a noite como ninguém mais divou, SORRY! (em caixa alta e piscando, tipo o letreiro dela mesmo mais tarde no programa) Sasha que teve um homecoming mais tranquilo, muito provavelmente por se tratar de uma moradora de NY e não de uma cidade menor qualquer onde as coisas acabam obviamente ganhando uma outra proporção. Mas foi bem foufo vê-la buscando a filha na escola, bem normal e pé no chão, tentando parecer forte mas desabando no choro logo em seguida. Sasha que dedicou um dos maiores hinos da voz da Whitney (não dela, mas mega conhecido por sua inesquecível interpretação) para os filhos e chegou angelical no palco, toda de branco, com arpas e uma performance digna de uma grande diva. Sério, sem o menor exagero.  Na seguida tivemos o seu segundo momento, esse muito mais animado, com a “Sasha Disco” ao som de Donna Summer e uma coreô profissional e animadora, com grandes letreiros ao fundo deixando a sua grande marca no palco do The Voice. Mas infelizmente, toda a grandeza da sua voz e performances inesquecíveis que divaram ao longo da temporada, não foram o suficiente e Sasha também acabou sendo eliminada, encerrando a chance da Shaks de ganhar essa temporada do programa. Shaks que inclusive estamos aguardando ansiosamente por uma performance dos seus quadris que dizem não mentir e ficaremos completamente insatisfeitos se isso não acontecer durante a finale do programa. Por favor hein, produção? Queremos cabelo de leoa selvagem e contorcionismo no palco, apenas.

O que nos leva ao óbvio de que o #TeamUÓsher acabou ficando com a última vaga entre os finalistas, garantida pela Michelle Chamuel. Ela que também teve um homecoming super emotivo, cheio de significados e lágrimas e nos entregou duas boas performances durante o primeiro programa da semana. Mas foram apenas boas, vai? A primeira com menos apelo popular, mas forte, com vocais bacanas, apesar de ainda achar a sua voz fraca em alguns momentos (engraçado que naquele estádio com ela cantando ao vivo e de cara limpa, eu achei tudo lindo!), principalmente quando ela usa aquele timbre mais suave, que mais parece parte da sua respiração e pouco conseguimos ouvir o que ela estava realmente cantando. A segunda poderia soar como qualquer outra coisa, com Michelle dedicando mais um hit da Cyndi Lauper para o seu coach, UÓsher, que vindo dela me pareceu ser bem sincero e por isso deixamos passar. Isso e o fato da tal apresentação ter sido encerrada tão dramaticamente, que foi o que me fez despertar e acabar gostando da mesma. Fato é que Michelle representa o impossível em uma competição como essa, um legítimo underdog, diferente até do que foi o Nicholas David durante a temporada anterior, que teve um papel semelhante até e entendemos perfeitamente o seu grande apelo dentro da competição, algo que junto com o seu inegável talento, justifica e muito a sua vaga como finalista dessa Season 4 do The Voice e pelo andar das coisas, não duvidamos nada que ela saia como a grande vencedora da temporada, embora a ideia de ter o UÓsher como o campeão não seja nada agradável. Mas Michelle é mais legal do que ele, então talvez a gente até deixe passar…

Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que além dessa ter sido uma temporada bem morna do The Voice, o programa vem se tornado cansativo por conta de seus resultados cada vez mais óbvios, onde perto do final, outros fatores acabam se tornando mais importantes do que o talento de cada um dos competidores que vão sobrando dentro do programa e isso não é de hoje que sempre acaba acontecendo. Dessa vez, de um lado temos o novato megabitch UÓhser, apelando ao vivo para os seus seguidores em redes sociais votarem na sua candidatada, algo que até hoje eu não consegui engolir (e acho que o Adam também não), usando métodos bem meio assim de treinar seus competidores, além da postura política passiva agressiva que é bem difícil de engolir e que infelizmente é dele o ticket de ouro da temporada. E do outro temos o Blake, que quando não é absolutamente patriarcal com a sua risada de Papai Noel em alto (bem alto) e bom som, parece um irmão mais velho, do tipo que a gente adoraria ter por perto sempre. Nesse caso, acho que o seu carisma acaba contando e muito a favor dos seus competidores, onde querendo ou não, acabamos torcendo por eles muitas vezes apenas por conta do próprio Blake. Como nessa final por exemplo, que a gente adoraria que ele saísse como o vencedor mais uma vez, apenas para não dar esse gostinho já quase certo para o UÓsher, mas que ao mesmo tempo acabaria desgastando e muito a fórmula do programa, onde caso isso realmente aconteça, talvez seja a hora de considerar uma pausa dele e do Adam para as próximas temporadas, dos quais nós vamos sentir uma imensa falta, mas ao mesmo tempo achamos que podemos nos beneficiar e não ver um dos nossos programas preferidos ever se transformar em algo mais do mesmo. Renovar é preciso e esse não seria o nosso adeus Blake + Adam, fiquem tranquilos, seria apenas umas férias mesmo.

E essa semana só nos resta mesmo é torcer. Se eu arrisco um palpite? Acho que vai dar 1- Michelle 2- Danielle (que eu acho que deveria ser a terceira em qualquer um dos cenários) 3- The Swon Brothers, mas só para não deixar o UÓsher feliz e garantir mais essa vitória para o ego inflado dos 3 metros do Blake, eu gostaria que fosse 1 – The Swon Brothers (meu histórico como um ótimo – auto avaliação – “mixtaper” indo por água abaixo agora, rs) 2 – Michelle  3 – Danielle, apesar de me sentir como uma criminoso torcendo contra a Michelle apenas por causa do UÓsher. (mas estou confiante que ela ganha. Já repararam como ela é sempre a primeira a ser salva? Por isso vou acabar ficando feliz de qualquer jeito, eu sei)

Veremos….

 

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Uma resposta to “The Voice Season 4, Live Semi Final”

  1. The Voice Season 4, Finale | The Modern Guilt Says:

    […] (Live Top 6, Live Semi Final) […]

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