The Voice Season 4, Finale

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(Blind Auditions, The Battles, The Knockouts)

Não foi um final feliz, mas também não foi um final exatamente triste. Ou seja, confirmou! A Season 4 do The Voice não poderia ter sido mais morna.

Desde que começou, venho reclamando por aqui em relação a temperatura dessa Season 4 do The Voice, que tinha tudo para ter sido muito mais quente, principalmente se levarmos em consideração as mudanças que acabaram ocorrendo no reality, principalmente por parte da entrada dos novos coaches (que até que conseguiram se colocar muito bem dentro do programa e isso naturalmente), trazendo uma renovação para o mesmo, mas que na verdade, mesmo com todas as novidades essa nova temporada do The Voice poucas vezes conseguiu se manter acima da temperatura constantemente morna. Algo que além do desgaste natural de um reality de sucesso que insiste em permanecer no ar por duas vezes ao ano, muito provavelmente acabou se dando também pelo elenco visivelmente mais fraco de participantes dessa temporada, que demorou demais para que a gente realmente se apegasse a maioria. Com a exceção de um ou outro, como a Michelle Chamuel por exemplo, por quem criamos uma empatia logo de cara e que acabou se tornando uma das finalistas.

Michelle Chamuel, The Swon Brothers e Danielle Bradbery eram os três finalistas da vez, que se apresentaram em dois programas de duas horas de duração cada. Dois deles pelo super bem sucedido #TeamBlake, que é notável que tenha chegado até onde chegou emprestando boa parte do carisma do seu próprio coach Blake Shelton, que transborda simpatia em suas covinhas adoráveis e a atitude de moço semi irresponsável do interior, mas ao mesmo tempo adoravelmente paternal. Ele que defende um nicho de mercado bem específico com a sua country music, algo que poderia inclusive acabar sendo prejudicial para o mesmo por se tratar de um gênero específico, mas que o Blake com a sua aura patriarcal e risada de Papai Noel, conseguiu contornar facilmente, inclusive conseguindo nos fazer achar o seu country até que bacana, isso quando eles não tentam forçar a barra, como na participação daquela dupla de sertanejo universitário bem meio assim que acabou se apresentando durante a finale. Mas além de todo o seu carisma especial e dois competidores do seu time na finale, Blake contava também com o fator de estar fazendo aniversário durante a noite da finale dessa Season 4 e se para o UÓsher valeu apelar ao vivo para os seus seguidores do Twitter e do Instagram em um determinado momento da temporada para pedir votos para a sua Michelle (que nem estava precisando naquele momento, repito), para o Blake também acabou valendo o desejo de um pedido bem especial como presente de aniversário para aquela noite (que ele manteve a classe e o jogo limpo e não fez ao vivo durante o episódio), que caso se concretizasse, seria a sua terceira vitória dentro do programa, a segunda consecutiva e com dois finalistas do seu time permanecendo no programa até essa etapa. #HELLYEAH

The Voice - Season 4

(The Live Playoffs, Live Top 12)

A outra finalista pertencia ao #TeamUÓsher, algo que já contava contra ela mesmo logo de cara, quando descobrimos que UÓsher era o vilão da vez. Sim, não gostamos da postura “militar” do novo coach ao longo da temporada e reclamamos por aqui por diversas vezes. Diversas mesmo. Mas ao mesmo tempo, temos que reconhecer que embora megabitch, com a Michelle ele pelo menos sempre foi bem bacana. É, foi. Apesar de torcer o nariz para a ideia do UÓsher que conhecemos ao longo da temporada sair como o grande vencedor da vez, era praticamente impossível torcer contra a sua candidata para essa finale, que foi uma das poucas por quem nos apaixonamos e torcemos desde o começo dessa Season 4. Michelle não tinha algo mais, tinha exatamente algo menos. Era simples, quase desmontada, aparecia sempre com os cabelos quase que de qualquer jeito, mas ao mesmo tempo era dona de uma carisma e uma humildade linda de se ver dentro e fora do palco, além da sua voz, que embora tenha parecido até que pequena por algumas vezes (quando eu digo isso, eu quero dizer em relação a escolha do repertório, OK?), sempre nos chamou a atenção também. Sem contar que ela parecia a garota possível, aquela que dificilmente chegaria naquele palco se não fosse exatamente através da dinâmica de um reality como o The Voice, que desde sempre priorizou o talento para formar o seu time da vez ao invés de qualquer outra coisa (pelo menos a princípio) e foi bem bacana ver a America antiga comprando a ideia de que Michelle tinha realmente algo de bastante especial para nos mostrar.

Para a reta final da série eles nos prepararam dois grandes episódios de duas horas de duração cada e confesso que mesmo reconhecendo que essa não foi das melhores temporadas do The Voice (que eu inclusive acho a mais fraca até agora), acabamos ganhando dois excelentes episódios para encerrar essa morna Season 4 e tentar aumentar a sua temperatura. E já começamos com uma apresentação dos coaches novamente reunidos ao som de “With a Little Help From My Friends”, que a princípio pareceu meio desencontrada, talvez pelas constantes quebras de apenas uma frase para cada um deles cantar, mas que ao final acabou nos ganhando com as notas longas de todos (inclusive com o Blake dando o sangue nesse momento), os quadris impossíveis da Shakira (sim, ela conseguiu achar um espaço para a presença deles dentro dessa música) e o Blake cantando a line “I need someone to love” e dando aquela cutucada apaixonante no Adam, declarando explicitamente o seu amor pelo colega de cadeira vermelha que a propósito, ele nunca fez muita questão de esconder ter uma #CRUSH daquelas.

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(Live Top 10, Live Top 8)

Concorrendo pelo #TeamBlake, abrimos a reta final da competição com o The Swon Brothers entregando um outro lado da dupla e mais uma vez ao som do Eagles. Uma apresentação mais calma, com “voz de menina”, como bem disse o UÓsher (que disse também ter ficado esperando entrar o terceiro Bee Gees no palco, rs). Como o maior momento da dupla durante a temporada, eles acabaram repetindo a música da apresentação da semana passada, embora eu não ache que esse foi o maior momento da dupla durante essa Season 4, que ao meu ver deveria ter ficado por conta daquele outra apresentação também ao som do Eagles. Mas talvez fosse demais para uma única noite, então tudo bem, pelo menos não foi algo “enraizado” demais. Mais tarde chegava a vez dos irmãos Zach e Colton (acho que é a primeira vez que falamos os verdadeiros nomes deles por aqui) se apresentarem ao lado do coach de três metros de altura mais amado do momento e com uma letra divertidíssima e super cínica por sinal, com eles agora formando um trio, eles nos entregaram uma excelente apresentação. E como o Blake se diverte durante esses momentos, não? É visível na cara dele. E foi bem bacana que com o encontro do Blake com a família da dupla, acabamos descobrindo também as raízes de todo aquele humor dos meninos. Preciso dizer que apesar de não ser o meu estilo preferido, acabei simpatizando com ambos, justamente por conta de todo esse bom humor (até maiô eles aceitaram usar, vai?), muito embora eles representem algo que traduzido para a nossa realidade aqui, já estamos mais do que saturados. Sem contar que todas as apresentações deles menos country e com base no piano e voz foram lindas.

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(Live Top 6, Live Semi Final)

Ainda pelo #TeamBlake tivemos as apresentações da Danielle Bradbery, que eu continuo afirmando categoricamente como todas elas soaram praticamente como a mesma durante a temporada inteira. Ouça e preste atenção… Mas Danielle representa o sonho americano realizado, a menina linda e bem educada, com cara de princesa Disney (e entendam que quando eu digo isso, eu não acho que ela deveria ter sido punida exatamente por isso) e que além de tudo sabe cantar direitinho. E canta sim, bem direitinho, mas eu não acho que suas apresentações não tenham falhas e além disso, digo mais uma vez que além de soar sempre muito parecido a cada semana, pouco vimos ela se arriscar ou mostrar outras vertentes da sua potência vocal. Ao mesmo tempo, precisamos lembrar que Danielle é apenas uma menina que sim, pode até ter muito o que aprender ainda na vida mas nesse exato momento, avaliando apenas o presente, nunca nos convenceu muito sobre o fato de merecer ser uma das finalistas do programa, ainda mais com tantos outros talentos bem mais profissionais do que ela, que inclusive acabaram saindo antes. Mas ela parece ser uma menina bacana e apesar da aparência de Princesa Disney do Country, foi fácil perceber que Danielle era sim uma garota bem especial, pé no chão, tímida até e pouco convencida a respeito do seu talento ou em relação qualquer outra coisa que a vida lhe tenha sido mais generosa (rs), algo que também sempre nos chamou atenção a seu respeito e só por isso nunca chegamos a desaprovar totalmente a sua permanência no programa. Sem contar que ver aquela menina tão jovem, cantando tão bem ao lado do seu coach que mais parecia um pai durante aquele dueto, acabou sendo um momento bem especial para o The Voice, ainda mais com aquela letra que parecia uma declaração de amor, mas um outro tipo de amor e que foi lindo poder perceber mais uma vez o quanto o Blake se entrega para os representantes do seu time e se apega a cada um deles. Posso estar absolutamente enganado, mas aquele tipo de carinho é bem difícil de se fingir, ainda mais para um homem que com aquele tamanho todo ocupa um espaço gigantesco diante da tela. (tenho adorado os takes diretamente da sua cadeira, tipo o mega close que ele ganhou na finale, ou quando a câmera aparece por trás dele e de frente para o palco)

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Agora, pelo #TeamUÓsher, é impossível não reconhecer que a Michelle Chamuel acabou roubando a cena durante esse primeiro programa da final do The Voice. Ela que chegou bem morna repetindo o seu hit ao som da música da Taylor Swift durante a sua primeira apresentação da noite (ninguém mandou escolher uma letra da cara de alface lisa, neam?), mas que logo em seguida acabou roubando a cena de uma vez por todas ao som de “Why” da Annie Lennox, que teve um truque de espelhos super bacana no começo (inclusive o Blake ficou empolgadíssimo a respeito, rs), calando a minha própria boca a respeito de um comentário que eu já estava pronto para fazer sobre uma suposta repetição do que já vimos ela fazendo anteriormente no programa e que não foi o caso dessa vez. #SuckIt Essy! Uma performance linda, onde eu não sei exatamente o que houve, mas pela primeira vez eu consegui ouvir claramente a sua voz sem achar que ela estava menor do que deveria para a música escolhida. E ao final, o seu dueto com o próprio UÓsher ao som de “One” durante o mesmo episódio foi lindíssimo, eu diria até que foi de longe o melhor da noite, apesar de não gostar muito de ter que reconhecer isso única e exclusivamente por conta do próprio coach megabitch, mas que foi sim sensacional. Performance que confirmava que aquela primeira noite da finale realmente havia sido dela e de mais ninguém. Sorry para todos os outros, inclusive o Blake. Sem contar toda a trajetória da Michelle dentro do programa, a história de vida da sua família que conhecemos um pouco mais também durante o episódio (vou ter que reconhecer aqui que apesar de tudo, o UÓsher tem um bom gosto viu? AMEI o brunch, que depois ele chamou de jantar, rs) e ela sempre nos pareceu ser super humilde, grata a tudo o que acabou recebendo do programa, especialmente do seu coach, que pode não ser o nosso preferido (por mim nem voltava, tisc tisc), mas que também não podemos dizer que não tenha sido super bacana com ela.

Mas de especial mesmo durante o primeiro episódio da semana além das últimas apresentações de todos eles, o que nós tivemos mesmo foi a participação adorkable da Shakira, que também confirmou uma impressão que sempre tivemos dela, sendo super foufa e segurando a bandeira “Go Okies” para o The Swon Brothers, depois de óculos durante a apresentação da Michelle e finalizando com o seu chapéu de cowboy em homenagem a Danielle. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Não, não tem Shaks (♥) e já estamos morrendo de saudades de toda a sua doçura, sem contar que ela ainda ficou nos devendo uma apresentação fierce daquelas, não? E um outro momento que também foi lindo durante esse mesmo programa, foi a apresentação de “Home” do Edward Sharpe And The Magnetic Zeros (que eu descobri no passado por conta de Rainsing Hope até), dos finalistas do programa que do meio do nada ganharam a participação dos demais participantes de cada um dos quatro times dessa temporada. Um momento pra lá de especial com todos eles se separando em seus respectivos times mais perto do final da apresentação e nos entregando uma deliciosa despedida. Algo que eu preciso dizer também antes de encerrar esse episódio é o quanto o Blake consegue ser bacana sempre, com um ego que parece quase não existir para um artista do seu tamanho, tendo o que dizer de muito bacana não só para o seu time de finalistas, mas também para aquela que naquele momento representava o seu adversário, pouco se importando em valorizar apenas os seus interesses em jogo naquele momento, mas fazendo questão de incluir todo mundo no que de bem bacana ele ainda reservava para dizer para cada um deles, inclusive para quem não fazia parte do seu time. Algo notável dentro de um universo conhecido por seus egos inflamados e alguns altamente inflamáveis, não? As vezes fico com a impressão que naquele seu latte especial tem mesmo é açúcar, tempero, coisas fofinhas, magia e que o Blake na verdade é uma das Meninas Super Poderosas. Suspeito…

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Para o episódio final, esse com a revelação de quem seria o vencedor da Season 4 do The Voice, tivemos mais um episódio bem bacana e esse com 58 participações especiais, entre elas a Christina Aguilera que voltou para casa pela metade, magra tipo wannabe Khaleesi (mas ainda longe de conseguir alcançar a mother of dragons) e de barriga de fora. Vou repetir essa última parte para quem achou que não leu direito: “E DE RABIGA DE FORA”. Acha que foi um milagre divino? E se eu disser que Deus em pessoa também esteve no palco do The Voice? Sim, Cher esteve entre nós durante essa finale, meio medicada e bem meio assim, mas esteve e uma entidade religiosa desse nível nós temos que louvar mesmo quando ela não aparece no seu melhor estado. Mas eu me recuso a falar qualquer outra coisa a respeito de Deus, porque quero um camarote VIP na buatchy do céu então, é melhor deixar pra lá. Foi lindo. Amém! (rs) Mas a boa apresentação dos convidados da noite ficou mesmo para o Bruno Mars e sim, vocês já podem começar a me julgar em 3, 2, 1, porque eu realmente achei e disse isso. Está gravado.

Como apresentações finais dos finalistas dessa Season 4 tivemos algumas parcerias com seus artistas preferidos, além do retorno de alguns rostinhos conhecidos escolhidos por cada um deles para se apresentarem em conjunto, além da apresentação dos grupos de meninos e meninas daqueles que sobraram, rs. E nessa hora, quem acabou se dando melhor novamente foi a Michelle Chamuel, que fez um dueto lindo com o One Republic ao som da excelente “Counting Stars”, que foi sensacional e eu não consigo parar de ouvir nunca mais. Inclusive estou ouvindo agora por isso, deixa acabar o refrão porque eu sempre me empolgo nessa parte, rs.

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Além disso, os momentos mais legais desse final de temporada ficaram mesmo por conta dos vídeos que sempre são clássicos nas finales do The Voice e dessa vez, todos eles foram praticamente protagonizados pelo aniversariante do dia, Blake (♥) Shelton, que mesmo do alto dos seus mais de três metros de altura de pura foufurice country y’all, conseguiu se tornar algo ainda maior e ainda mais foufo. O primeiro foi marcado pela volta do assunto “bromance” entre ele e o Adam, que durante essa temporada ficou abalando com a chegada do novo sabor do programa e se você está achando que estamos falando da Shakira, você está bem enganado, porque o novo interesse do Blake realmente acabou sendo o UÓsher. Com um vídeo delicioso e extremamente bem humorado, eles nos ilustraram perfeitamente o quanto a dinâmica desse famoso bromance da mitologia do The Voice acabou mudando ao longo da temporada, algo que deixou o Adam visivelmente com ciúmes (rs, mas é verdade…), mas ao final do vídeo, ganhamos a declaração do Blake que o seu coração ainda pertence ao Adam, que o retribuiu o gesto com uma sentada no colo do amigo. Sério, não estou brincando e sim, me imagino automaticamente sentando na outra perna do Blake. “I brove you both”. #HELLYEAH

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Tivemos ainda um outro vídeo também super bem humorado, com os três coaches da ala masculina do programa tentando soletrar ou decifrar o significado de algumas palavras em inglês ditas pela Shakira ao longo da temporada e novamente o Blake acabou roubando a cena com o seu bom humor que deve ser exatamente do tamanho que nós imaginamos que ele tenha pessoalmente enquanto gigante. Mas esses dois vídeos não foram nada quando comparados a um outro deles, esse com as “imagens perdidas” das técnicas de coach do Blake, fazendo uma brincadeira super bem humorada e absolutamente debochada com os métodos utilizados pelo seu adversário nessa reta final, UÓsher e foram momentos que eu confesso que me arrancaram gargalhadas incontroláveis. Sério, quando ele apareceu com aquele espelho gigante para a Danielle, eu quase perdi o ar de tanto que eu ri. Por isso eu repito, #TEMCOMONAOAMAR o Blake? NÃO, NÃO TEM (♥ – em caixa alta devido a sua altura)

Até que chegamos ao anúncio dos resultados finais dessa Season 4, que até esse momento pareciam ser bem favoráveis ao UÓsher, mesmo estando o Blake com a maior vantagem no jogo. Em terceiro lugar tivemos o The Swon Brothers, que foi a dupla que conseguiu chegar mais longe no programa e eu confesso que antes deles eu sempre achei a questão das duplas algo bastante difícil de se aceitar no The Voice, algo que eles conseguiram mudar e merecem todo crédito por isso. Mereciam inclusive ter ficado em segundo lugar pelo menos, caso os resultados finais fossem outros. Em segundo lugar e para a nossa total surpresa nessa reta final, tivemos a Michelle Chamuel, infelizmente, que tinha tudo para ganhar essa temporada por todas as razões desse mundo exceto pelo seu coach (a quem eu gostaria de atribuir a derrota. Perdeu porque todo mundo percebeu que você é megabitch, UÓsher…), deixando o primeiro lugar dessa Season 4 do The Voice para a Danielle Bradbery, que obviamente ficou bem nervosa, praticamente sem conseguir acreditar muito em tudo aquilo, sem conseguir inclusive sequer cantar no final (e a mãe dela cantando a letra da música para ver se ela pegava? #TEMCOMONAOAMAR? Aliás, sacanagem colocar a pessoa para cantar nessa hora, não?), o que provou que ela não era uma Princesa Disney e sim humana e abrindo espaço para o nosso gigante de três metros de altura subir novamente ao palco, saindo mais uma vez como o coach vencedor da temporada. Go Blake! Go Blake! #TeamBlake

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É claro que lamentamos o fato da Michelle não ter levado o maior prêmio para casa, algo que seria difícil de aceitar por conta do seu coach megabitch, mas que ao mesmo tempo se tornava algo bem menor a cada semana em relação ao seu carisma e talento. Mas ao mesmo tempo também, além de ter sido super compreensível a vitória da Danielle Bradbery, que representa o tal sonho americano da filha que todo mundo gostaria de ter em casa (inclusive o próprio Blake. E como ela errou o vestido de sweet sixteen na finale, não?) e apesar de ter sido uma escolha óbvia e da gente até ter torcido mais para o The Swon Brothers que também pertencia ao #TeamBlake do que para ela, é quase impossível não acabar feliz de qualquer forma por ver o Blake levando mais essa, por mais cansativo e prejudicial que isso possa ser inclusive para o próprio dentro do programa. Arrisco em dizer que o carisma do Blake acabou se tornando algo que talvez a essa altura já possa ser considerado maior do que qualquer outra coisa dentro do programa e vai ser bem difícil conseguir ganhar qualquer coisa dele, viu? Apesar de entender todo o apelo da Danielle em relação a America antiga e de reconhecer o seu talento (ela que imediatamente já assinou com a gravadora da Taylor Swift, que eu suspeito que ofereceu o contrato só para não deixar que ela se tornasse maior do que a própria Taylor… sabe aquela história de manter o inimigo por perto? Então… mas ela disse também que quer o Blake envolvido no seu trabalho então, veremos o que vai dar), é impossível não desconfiar que essa vitória não tenha chegado apenas como um merecido presente de aniversário para aquele que a gente adoraria que fosse o nosso próprio coach.

E assim encerramos a temporada morna do The Voice, que para fazer justiça a sua temperatura, não poderia ter um final melhor. E apesar de reconhecer que o programa talvez já esteja precisando se renovar de alguma forma e o óbvio a essa altura seria mesmo umas férias forçadas para o Adam e o Blake durante pelo menos uma das próximas temporadas, como ganharam o Cee Lo e a Christina Aguilera (que voltam para a Season 5, mas saem logo em seguida para a volta da Shaks e do UÓsher durante a Season 6), confesso para vocês que esse continua sendo um dos realitys que eu mais gosto de assistir sem perder nada, mesmo quando não é tão bacana assim.

Red red red red red red redneck!

 

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