Fire + Pure + Rise = a despedida de Skins

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Desde que surgiu, Skins conseguiu facilmente se firmar como uma das melhores séries ever do gênero adolescente, sem a menor dúvida. Até quando não foi tão boa assim (e isso todo mundo sabe que aconteceu durante a sua segunda geração, com as sofríveis Seasons 3 e 4), Skins conseguiu manter pelo menos o seu fundamento, que sempre foi o melhor da série inglesa indeed.

Adolescentes com cara de adolescentes de verdade, imperfeitos (sem dentes altamente clareados e peles impecáveis), cheios de dúvidas e fazendo as escolhas mais erradas possíveis ao longo dessa fase de suas vidas, impulsividade, irresponsabilidade, insanidade, de tudo vimos um pouco ao longa dessas 6 primeiras temporadas da série, que dividiram o seu elenco em um total de três gerações (uma a cada duas temporadas). É claro que desde então, morremos de saudade da primeira geração, que sem dúvida foi a mais bacana de todas (além de ter nos revelado alguns nomes como o Nicholas Hoult – que a gente já conhecia de criança – e o Dev Patel), tanto pela novidade (e realmente parecia algo novo na TV, apesar do formato e da temática) quanto pelo todo, que realmente foi o mais acertado de todas elas.

Mas deixando qualquer reclamação ou mágoa do passado de lado (assim como não engolimos as Season 3 e 4 da série originalmente inglesa, engolimos menos ainda a tentativa vergonhosa de remake versão americana da MTV. EW!), chegamos a reta final da série, com a promessa de 3 episódios para sua Season 7, Fire, Pure e Rise (cada um deles divididos em duas partes) como proposta de encerramento para o universo de Skins. Neles nos deparamos com alguns personagens conhecidos de todos nós anos depois: Cassie, da primeira geração, e coincidentemente ou não, Effy e Cook, da segunda geração, aquela que não engolimos muito bem até hoje (apesar desses dois terem sido ótimos. Mas ele do que ela, mas amamos Effy 4 ever). Apesar do medo de reencontrá-los e ter a possibilidade de encontrar coisa bacana da mitologia de cada um deles sendo destruído gratuitamente com essa nova história, encaramos com boas esperanças esse ponto final que tinha tudo para ser algo bem bacana se encarado da forma correta,  mas confiando em tudo que eles já fizeram até aqui (e por eles eu quero dizer Jamie Brittain e Bryan Elsley), a ideia parecia ser uma ótima maneira de encerrar uma série adolescente como essa, mostrando o amadurecimento e as consequências na vida de seus personagens, anos após acompanharmos o dia a dia nada regrado e completamente livre de cada um deles, ou pelo meno de 3 partes deles todos.

E foi muito bacana ver que a série conseguiu nos entregar uma conclusão muito respeitosa e bacana em relação aos personagens em questão, com o passado de cada um deles ainda os assombrando de alguma forma, nos mostrando um presente bem real para cada uma de suas histórias, sem renegar suas origens. Sem muitas surpresas também (tirando o cenário atual da Effy, acho que os outros dois estavam exatamente onde a gente imaginava que estariam) e trazendo de volta pontos importantes da mitologia dos três personagens escolhidos para colocar para a sua temporada final, Skins encerrou a sua história mostrando o quanto uma série adolescente pode sim amadurecer de forma natural e honesta e realmente foi uma  verdadeira delicia nos despedir de algo tão bacana dessa forma, com o sentimento de que a vida segue para todo mundo e não há como ficar preso no passado (até há, mas nunca é muito saudável), por isso precisamos seguir em frente, de uma forma ou de outra e aceitar as conclusões de algumas etapas de nossas vidas, mesmo que elas não sejam exatamente como a gente imaginou que seria, quando ainda adolly.

Para facilitar a nossa vida, a partir desse ponto da review, vamos falar de cada um dos episódios separadamente:

 

 

Fire

(7×01 + 7×02)

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De todos eles, a maior surpresa talvez tenha sido encontrar a Effy (Kaya Scodelario) em um cenário como o mercado financeiro, encarando uma carreira corporativa em grande parte dominada por engravatados que parecem ser exatamente o oposto dela e de todos que a cercavam até então. Longe do colocón e da loucura de antes, Effy parecia estar seguindo em frente e com sucesso (inclusive, sem muita culpa pelos acontecimentos do passado, embora ela continue com aquele olhar meio distante e de vez em quando até triste), já que de cara, percebemos que ela estava no controle de sua atual situação. Trabalhando, pagando contas, com um cotidiano bem comum, Effy estava de volta bem diferente de como nos despedimos da personagem no passado, quando ela demonstrava ainda estar cheia de dúvidas e com a sua mente em um lugar ainda bastante obscuro. Amparada em sua história encontramos também com Naomi (Lily Loveless), velha conhecida de quem acompanhou a série (até hoje acho ela e a sua namorada o segundo casal lez pior da TV, que só consegue perder para o Calzona de Greysa), ela que dividia o apartamento com a Effy em Londres e nesse momento, ganhamos um ótimo comparativo entre a evolução de ambas as personagens que pertenceram a uma mesma geração.

Enquanto Effy estava seguindo em frente, conseguindo ficar no controle da situação, Naomi ainda permanecia perdida no limbo dos resquícios de sua adolescência, presa em algo muito semelhante ao que já conhecemos de sua história, inclusive a ex namorada Emily (Kathryn Prescott) e a relação meio assim do casal. Para ela, além da tentativa de ser uma comediante de stand up, sobrou o plot da doença, com a descoberta de um câncer em estágio avançado e a tarefa de finalmente ter que encarar a realidade e pelo menos encontrar coragem para contar para a namorada qual era a sua atual condição. Apesar dessa ter sido uma história bem menor dentro de Fire, tivemos ótimas conclusões também dentro desse cenário, mesmo com ele não sendo nada otimista e isso incluiu o fato de Naomi finalmente conseguir fazer algum sucesso no mundo da comédia fazendo piada sobre a própria doença e sua atual condição, trazendo para o episódio aquele alívio cômico típico inglês que nós gostamos tanto e que em qualquer outro cenário, poderia não ser muito bem vindo.

Mas o centro das atenções nesse momento realmente era a Effy, que estava se dando bem no mercado financeiro recebendo uma ajudinha do concorrente,  Dom (Craig Roberts do excelente “Submarine”), que apaixonado pela garota de grandes olhos azuis, lhe passava algumas informações importantes em relação a manipulação do mercado de ações. Basicamente como se estivesse “colando” na escola apenas para se dar bem (naquele momento) e se livrar do problema, Effy parecia não ver nenhum problema no que estava fazendo, até que algumas coisas começaram a fugir do seu controle e o seu rostinho bonito acabou não sendo mais o suficiente para driblar a situação que estava prestes a ficar séria de verdade, inclusive para o Dom, a quem ela manipulava sim a seu favor, mas não chegava a ser má ou qualquer coisa do tipo, apesar da primeira vez completamente traumatizante dos dois.

Em meio a tudo isso, Effy revelando um lado mais inconsequente e muito mais parecido com as raízes que conhecemos tão bem da personagem, acabou tendo um caso com o chefe (e quem resistiria ao Kayvan Novak, hein?) e no trabalho, a irmã do Tony acabou sendo beneficiada, obviamente. É claro que tudo isso acabou gerando comentários no bebedouro da empresa, assim como acabou causando a mágoa de uma mulher que no passado, já havia estado exatamente no mesmo lugar que Effy, com quem por uma ironia enorme do destino (e essas coisas acontecem de verdade, acreditem), elas viriam a se reencontrar para a conclusão desse excelente episódio.

Novamente em uma relacionamento meio assim (como foram todos os demais relacionamentos dela que conhecemos), Effy se viu perdendo o controle da situação quando percebeu que o chefe não estava se importando muito com tudo que poderia acontecer com ela e a partir disso, a própria resolveu assumir de volta o controle da situação, aceitando a sua parcela de culpa nessa história e livrando a cara de quem ela podia livrar naquele momento. Claro que ainda contamos como o elemento da vingança, que nessa hora provou mais uma vez que uma mulher ferida nunca devem ser provocada (e por mulheres eu quero dizer  qualquer pessoa que pareça ser vingativa, tipo eu mesmo, rs #WARNING) e além disso, tivemos uma ótima lição do quanto ainda pode existir uma relação bacana entre mulheres e o quanto elas podem se ajudar unindo forças e não indo contra umas as outras apenas por um corpo mais em dia e ou um cabelo mais arrumadinho.

Como final da sua história, tivemos Effy seguindo para a cadeia para cumprir a sua pena e mesmo assim, tivemos certeza que com aquele 1/2 sorriso no olhar, Effy conseguirá sair dessa mais uma vez e o tempo que ela passará reclusa talvez seja exatamente o remédio que ela estivesse precisando naquele momento.  Boa sorte, Effy! #TooPrettyForPrison

 

 

Pure

(7×03 + 7×04)

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E quem é que não estava morrendo de saudades da Cassie, hum? (♥)

De volta apenas dois vezes viajando por aí, encontramos Cassie (Hannah Murray) ainda vivendo em um universo bastante particular, quase que poético e um tanto quanto semelhante ao que já conhecemos da personagem. Mesmo com a sua rotina de trabalho em um café e a preocupação com o pai e irmão vivendo longe dela e visivelmente traumatizados pela morte recente da mãe, Cassie parecia ser exatamente a mesma pessoa, exceto pela sua distanciação de substâncias que a faziam embarcar para outro lugar. Mas convenhamos que com aquela cabeça, Cassie nunca precisou muito de qualquer tipo de recurso para embarcar para outro lugar qualquer, não é mesmo?

Trabalhando para pagar as contas e vivendo em uma espécie de cortiço distante do centro de Londres, encontramos a personagem tentando lidar com a solidão e isso ficou bem claro quando escutamos a própria explicando para a vizinha que havia terminado seu último relacionamento porque sabia que se tivesse continuado, ele não teria fim, visivelmente falando sobre o Syd, que foi atrás dela em NY no final da Season 2, ou nós apenas assumimos esse detalhe como um fato porque sempre imaginamos os dois como o casal perfeito dentro do universo de Skins. Lidem com isso. Alguns relacionamentos quando não evoluem ou te prendem a algo por muito tempo, precisam mesmo de um tipo de ponto final desses e esse tipo de coisa nós só conseguimos enxergar quando amadurecemos, ou seja, mais um sinal de que Cassie apesar de ainda muito familiar, não era exatamente a mesma pessoa de quando a conhecemos no passado.

Em meio a sua história, além da morte da mãe e das consequências em sua família tentando lidar com a nova situação, descobrimos ainda alguns pontos importantes para a construção da personagem, como a relação meio assim com a própria mãe e a sua tentativa de suicídio em um verão qualquer.

Nesse novo cenário, apesar de sempre aparecer sozinha, percebemos que Cassie estava sendo observada de longe, algo que descobrimos mais tarde tratar-se de uma espécie de stalker meio creep mas totalmente foufo, que estava mais perto do que a gente poderia imaginar e que de quebra, ainda tinha dotes artísticos sensacionais. Ele era Jakob (Olly Alexander), ajudante de cozinha que dividia o expediente com Cassie no café, um garoto que tinha três empregos, ainda estava pagando a câmera que usava para fotografá-la de longe e que ainda bem cedo em sua vida, acabou se dando conta que ele provavelmente seria virgem para sempre. Estranho, mas foufo, vai? Apesar de assustador, ele mantinha um site com as fotos que tirava de longe da própria Cassie, que ele fazia questão de manter no anonimato, mas que de tamanho sucesso, uma hora acabou sendo reconhecida por uma das frequentadoras do café onde ela trabalhava, para a sua total surpresa e desconforto.

Obviamente que ela acabou surtando com toda aquela situação, mas a pureza da Cassie acabou falando mais alto e ela acabou enxergando no Jakob algo muito semelhante ao que ela carregava com ela mesmo e a partir disso, ambos passaram a se relacionar e ficou cada vez mais claro que para uma tentativa de novo namorado, apesar de qualquer estranheza, o Jakob parecia ser o boy poeticamente ideal para Cassie.

Mas como precisamos de algum tipo de confusão, é claro que a relação dos dois acabou se complicando principalmente porque ela ainda envolvia um terceiro personagem, também funcionário do mesmo café onde ambos trabalhavam. Isso e o fato do trabalho do Jakob ter sido o ponto de partida para a descoberta da Cassie pelo mundo da moda, ela que passou a fazer alguns trabalhos como modelo por conta disso e Jakob por ter aquela alma antiga de artista, não achava que ela tinha o direito de de expor dessa forma. Vai entender… (nessa hora achei ele bem machista até e aposto que a Cassie pensou a mesma coisa. Meninos…)

Mas na verdade, toda essa história envolvendo o garoto e a personagem, acabou sendo apenas uma espécie de “ponte” para a redescoberta da própria Cassie, que acabou se sentindo vista novamente e havia deixado de ser apenas um fantasma que andava pela multidão. Além disso, todo o seu envolvimento afetivo acabou de certa forma provando para ela mesmo, o quando ela já estava pronta para seguir em frente também nessa área da sua vida, podendo se aventurar novamente na procura de um novo amor afinal, por maior que ele tenha sido, quem foi que disse que só temos direito a encontrá-lo uma vez na vida, não é mesmo? (que isso seja verdade, que isso seja verdade… #CRUZANDOOSDEDOS)

Apesar de tudo isso, a conclusão de sua história realmente foi outra e talvez tenha sido a mais bonita de todas elas. exatamente como a personagem sempre fez por merecer. Para Cassie, restava entender que ela já não tinha mais tempo para embarcar dentro do seu próprio universo (exceto quando com seus fones de ouvido e a música alta, claro), que foi quando ela acabou descobrindo que naquele momento, ela precisava colocar os pés no chão e se estabelecer como a força da sua família, ganhando a tarefa de cuidar do irmão menor que estava sendo negligenciado pelo pai, que naquele momento partia para uma viagem em busca de se encontrar e lidar de uma vez por todas com o luto em relação a perda da mulher. Um final sútil, delicado e bem pé no chão, que nos deixou com a sensação que seja lá o que for que aconteça desse ponto em diante, Cassie ficará bem, temos certeza disso!. You go girl!

 

 

Rise

(7×05 + 7×06)

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Cook, Höy! James Cook ( Jack O’Connell) sempre foi o nosso amor bandido em Skins, mesmo sabendo que ele não valia meia libra esterlina. Buscando na memória um pouco da sua participação na série antiga, vale a pena começar esse review lembrando que do fiasco das Seasons 3 e 4, seus episódios conseguiram ser o que elas tiveram de melhor naquela época. Fato.

Ao contrário do estágio de evolução que encontramos nas história das duas personagens anteriores, Cook foi quem menos conseguiu se distanciar do universo ao qual sempre pertenceu. Ainda envolvido com drogas e agora trabalhando como uma espécie de “mula”, sem ter onde morar e passando dias e noites no próprio carro, evidenciando que nem nesse ramo ele conseguiu evoluir mesmo anos depois, encontramos o personagem encarando as consequência de suas escolhas completamente meio assim do passado, além do peso de algo que provavelmente irá assombrá-lo para o resto de sua vida, De todos eles, é totalmente justificável que seu personagem seja quem mais perdeu dentro desse cenário e muito além disso, é totalmente compreensível que a culpa que o atormentava fosse muito maior do que a da Effy, por exemplo, com quem ele dividia parte do seu passado trágico. (só achei meio estranho essa questão sequer ter passado pela cabeça dela ao longo do seu episódio)

Com uma morte nas costas, a sensação era a de que o personagem havia permanecido exatamente no mesmo lugar apenas para se punir de alguma forma, já que não era possível voltar atrás no que fez e tão pouco esquecer o ocorrido assim tão facilmente. Algo como se ele tivesse mergulhado ainda mais dentro do mesmo universo, apenas por acreditar que chegando onde ele chegou, já não havia mais para onde correr. Fim da linha.

Vivendo como uma espécie de fugitivo, nos reencontramos com o personagem tentando sobreviver ao seu modo, trabalhando para o lado negro da força e tentando seguir adiante como um fantasma dele mesmo. Mulheres, drogas, apesar de tudo isso ainda ser presente na sua vida (e foi bem bacana ver que fisicamente, sua relação com as drogas também já não era mais a mesma), a sensação era a de que nada daquilo fazia mais sentindo para o personagem como no passado e talvez por isso ele até tenha optado agora por uma relação mais estável, apesar de não ter demonstrado muita força quando testado pela dopplelganger da Effy (eu achei a cara dela!), que por um acaso, também era bem maluca e além de tudo isso, era apenas a namorada do chefe traficante da vez.

Apesar do triângulo amoroso, sua história acabou ganhando força novamente quando Cook teve que enfrentar a morte de perto mais uma vez, mesmo que a principio, ele não tivesse alguma relação tão direta com o acontecido (mas de certa forma, ele tinha). Nessa hora, percebemos o quanto o personagem havia ficado marcado por seu passado semelhante de anos atrás e o quanto ele havia tentando incessantemente fugir da culpa que o perseguia por todos esse tempo.

Preciso dizer que de todas as histórias, para a minha total surpresa, essa me pareceu a mais fraca de todas elas (juro que para qual eu mantinha as maiores expectativas), apesar da honestidade e de sua conclusão também ter sido bastante satisfatória. Talvez eu tenha ficado com essa sensação por minha #CRUSH no personagem falar mais alto do que qualquer outra coisa. Mas digamos que foi sim, um tanto quanto decepcionante, apesar de não ter deixado de gostar do seu episódio.

Em meio a um clima de terror, nos despedimos do personagem mais uma vez tentando fugir da realidade, até ter que encarar de frente uma mente muito mais doentia novamente. Naquele momento, apesar de ainda não conseguir controlar seus impulsos muito bem e quase acabar manipulado pela garota da vez, ao perceber que mais uma vez o seu descontrole acabou fazendo uma nova vítima, Cook chegou a conclusão que não havia mais para onde correr e chegava a hora de encarar as consequências dos seus atos para quem sabe assim, conseguir por um ponto final em toda aquela culpa que ele sentia.

Para o personagem, seu final pode até não ser sido compensatório e ou não ter nos deixado nenhuma esperança de que daquele ponto ele conseguiria se reerguer, mas o que ficou claro mesmo foi que naquele momento, Cook conseguiu se libertar do peso que carregou em liberdade por todo esse tempo e finalmente chegava a hora de parar de vez e lidar com a consequências de tudo aquilo que ele já havia feito. I’m fucking Cook! (engraçado como ele e a Effy acabaram tendo uma conclusão com cenários semelhantes, não?)

 

Sem um final extremamente feliz e ou muito fora da realidade, com ambos os pés fincados no chão, Skins realmente acabou se despedindo da melhor forma possível, mantendo todo o seu fundamento até o final, fazendo uma série de TV através de um novo olhar (algo que eles mantiveram inclusive nessa sequência final(, sempre com aqueles figurinos invejáveis e uma trilha sonora sensacional (prestem atenção no título das músicas de cada um dos três episódios finais e me digam se não foi perfeitamente perfeito?), nos mostrando que não é preciso exatamente de um final feliz para que a gente se encontre completamente satisfeitos com os resultados e na verdade é preciso apenas encarar a realidade e talvez o mais importante seja realmente amadurecer, como a série nos provou que conseguiu fazer lindamente. Para guardar na prateleira especial (i wish, mas não vende por aqui) e mostrar para as gerações futuras.

R.I.P Skins

ps: jamais esqueceremos aquela primeira festa com direito a cortina de macarrão. (♥)

 ♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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