Archive for the ‘Think Again’ Category

É, cada um com seus próprios catiripapos…

Julho 29, 2013

emma-roberts-evan-peters

Mas como gostamos do casal no passado e achamos que situações como essas merecem um pensamento maior sobre toda a situação (apesar de não saber o quanto eles já pensaram sobre o assunto meio assim), vamos deixar o Evan Peters e a Emma Roberts no cantinho do #THINKAGAIN, porque ambos merecem ficar de castigo nesse momento.

 

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Estamos de relações extremamente cortadas indeed com o Dan Stevens. Talvez para todo o sempre.

Janeiro 9, 2013

jessica-chastain-&-dan-stevens

Me desculpa Jessica Chastain, mas você terá que ficar pendurada devido a sua companhia de ultimamente que bem andou nos decepcionando em um nível difícil de esquecer e ou perdoar e por isso vai passar uma boa temporada no cantinho do #THINKAGAIN. Ele que talvez tenha arruinado uma das nossas “coisas” preferidas atualmente.

E para quem acompanha Downtow Abbey com pontualidade inglesa, sabe bem os motivos para esse corte na nossa relação que tinha tudo para ser promissora e inesquecível, mas que agora se encontra totalmente meio assim…

Não sei se depois disso a nossa relação algum dia será a mesma Dan (gostaria de ter coragem para procurar o seu nome verdadeiro e não chamá-lo de Dan nesse momento, mas sou preguiçoso assim mesmo), mas não se espante se a plateia da sua peça na Broadway passar a te olhar com essa cara aqui ou essa aqui ó.

E quem diria que logo ele seria a nossa nova decepção? (apesar dos spoilers e notícias todas sobre o assunto)

#INCONSOLÁVEL

 

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Lembra quando o Clint Eastwood era bacana?

Setembro 3, 2012

Então, melhor ficar com aquela imagem antiga, porque hoje em dia… WOO!

Digamos que bastou ele se envolver com a política para passar para o lado dos bandidos nos filmes de cowboys antigos…

Esperamos que ele ainda tenha alguma recuperação. A AmericA antiga precisa andar para frente, Clint. O mundo todo precisa.

Já para o castigo.

#THINKAGAIN

 

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#CHATIADO com True Blood

Julho 5, 2012

Ando meio assim com essa nova temporada de True Blood… (Season 5)

Quatro episódios já se passaram até agora e eu ainda não consegui me importar com essa nova história da série. E olha que nem a não morte da Tara (ARGH!) seria capaz de levar sozinha a culpa/crédito por essa minha falta de interesse na história, mesmo tendo ficado decepcionadíssimo com o fato de que eles mais uma vez perderam a chance de botar a personagem para dormir de uma vez por todas.

Estou achando tudo tão chatinho. Primeiro que eu não aguento mais a palavra “sanguinista”, que eles repetem 15 vezes a cada episódio. Acho cafona… (mas pelo menos já tivemos o shirtless do Chris Melloni, só que do Noel, na-da neam? Humpf!)

E a dupla Bill e o Eric contra o baixo astral do Russell, que só apareceu por enquanto por dois segundos e 1/2? ZzzZZ

Para falar bem a verdade, não aguento mais o Bill, que pra mim deu as mãos para o Sam e a Tara e entrou de vez para o “Team dos Irrecuperáveis”. (#KILLBILL)

Não consigo mais me importar com o personagem ou sequer me envolver com qualquer um dos seus plots. Torço até para que a Sookie engravide de um lobo, da árvore em frente ao Merlott’s ou de um X-Men, menos dele. Um exemplo claro de como o personagem não funciona mais, é que no episódio desse finde (5×04 We’ll Meet Again), tivemos uma cena linda do Eric com a Pam, do tipo bem foufa, com ele a libertando para que ela tenha alguma chance de sobreviver caso ele morra, eles que são dois personagens que sempre nos emocionam quando dividem momentos como esses. Nunca vi o Eric tão doce em toda a minha vida em True Blood. (♥²)

Pois bem, praticamente na sequência, tivemos uma cena bem parecida e na tentativa de causar a mesma emoção, entre o Bill e a Jessica, que estavam na mesma situação da dupla anterior, só que nesse caso, essa cena não conseguiu surtir o menor efeito em mim pelo menos e não acho que tenha sido por motivos pessoais, honestamente falando. E olha que eu continuo AMANDO muito a Perijessica, hein?

E ainda tivemos o Laffa meio demônia, soltando os freios do carro da Sookie… ZzZZZ

E tivemos a Sookie bêbada cantando no sofá e depois finalmente experimentando carne de lobo. Cool & Höy!

E tivemos o Jason pouco se importando que a Sookie confessou que matou alguém (ele que é policial…), mas surtando quando ela também confessou que ajudou a Tara a se transformar na vampira mais chata do Sul. Euri. Cool! Cool! Cool!

E tivemos a histórinha dos Bellfleurs na guerra, bem executada, mas chatinha… ZzZZZ

E tivemos a tentativa de Moulin Rouge de baixo orçamento como refúgio das saFadas… ZzZZZ (mas AMO a prima biscate da Sookie, AMO!)

E tivemos a Tara que nunca morre, mesmo como o universo implorando de joelhos no milho com caco de vidro (sim, eu sou dramático), ela que ficou fritando no bronzeamento artificial e a gente achou bem feito. Tá, euri e sempre torço em nome da dor & do sofrimento da personagem, mas quem ainda aguenta essa mulher? Sério? Quem? #MORRATARAMORRA

E tivemos o povo do conselho (é conselho? juro que eu não prestei muita atenção nesse detalhe…) super óbvio, onde estava mais do que na cara que pura e simplesmente na intenção descarada de chocar, o traidor do grupo seria aquela criança, que morreria com uma estaca no peito, jorrando muito sangue para todos os lados, que é um momento que sempre me dá a impressão que alguém está estourando uma bexiga daquelas gigantes e cheia de água, rs. ZzZZZ

E tivemos também o Alcide, até agora vestido e com um cabelo ensebado de quem não toma banho desde o verão passado. Vamos mandar esse lobão para o Pet Shop, produção? SIM!

Tudo bem que esse quarto episódio foi melhor do que os outros três primeiros juntos, mas para True Blood ficar pelo menos boa de novo, ainda precisamos de muitas mudanças. Muitas.

Mas enquanto permanecemos chateados com a série, a HBO já anunciou a renovação de True Blood, que mesmo estando meio assim, já conseguiu garantir a sua Season 6

Juro que eu não consigo nem ter vontade de colocar o meu Tru Blood no microondas para comemorar…Zzzz

Por esse motivo e por eu ainda gostar da série a ponto de não ter vontade de desistir de assistí-la (ainda não é para tanto), vamos deixar True Blood de ponta cabeça, repensando essa sua Season 5 até agora bem meio assim, lá no cantinho do #THINKAGAIN, que é o que a gente faz aqui no Guilt com tudo aquilo que a gente gosta, mas acha que precisa ser repensado…

#CHATINHADO

ps: alguém me explica o porque do Sam não ter se transformado em uma libélula ou um pernilongo quando ele esteve feito de refém no meio dos lobos? Com o poder que ele tem, eu teria me livrado fácil daquele situação me transformando em uma borboleta raríssima ou em um vagalume bem do iluminado (sem bem que, vagalume causa um efeito daqueles, mas é fácil de rastrear…). TO-LO!…

 

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É…

Maio 29, 2012

Engole o choro que o namoro dos dois vai bem, obrigatô!

Mesmo “exalando felicidade” no olhar, vai continuar de castigo Ryan…

#THINKAGAIN

Como destruir uma temporada quase perfeita usando apenas um season finale bem trágico. Estrelando: Shonda Rhimes

Maio 21, 2012

Cá estava eu, pronto para distribuir elogios lindos de belíssimos para a Season 8 de Grey’s Anatomy. Uma temporada que até então estava sendo bem sensacional, principalmente em sua primeira metade, com uma série de episódios que nos mostravam o porque de Grey’s Anatomy ser a única sobrevivente com alguma dignidade das suas séries contemporâneas (Lost, Desperate Housewives…), entregando uma temporada que também nos mostrava toda a vontade de Grey’s de se manter em pé enquanto veterana, pronta para a batalha. Mesmo depois de tantas baixas e algumas temporadas meio assim.

Estava pronto para dizer o quanto Shonda Rhimes conseguiu voltar a me emocionar durante essa Season 8, com todo o drama em relação a guarda da Zola e aquela narração perfeita da própria Grey voltando para casa sem o maior amor da sua vida. Eu pelo menos sempre gosto dos textos da narração da série, mas esse realmente foi muito especial, do tipo que nós vamos nos lembrar por muito tempo. Chorei, chorei e chorei compulsivamente. Voltei, assisti só aquele final pelo menos mais umas duas vezes, de tão sensacional que eu achei (além de me perder em meio a legenda por conta das lágrimas. Awnnnn!). Até Zola voltar de brinde no disk pizza, que ainda bem que não demorou tanto tempo assim para acontecer e todo nós ficarmos como os nossos corações cheios de amor novamente. (♥)

Ai teve a Dra Yang, nos emocionando mais do que nunca com todo o plot da morte do marido da sua mentora pelas suas próprias mãos, em um procedimento corriqueiro para ela que se acha a melhor das melhores (e ao que tudo indica, ela é mesmo! rs), tudo isso as cegas, tratando o presunto do Henry como apenas mais um, até ela ficar sabendo quem de fato ele era e ter aquela reação desesperadora, que nós nem precisamos do audio para compreender o nível do drama daquele momento, que também foi um dos pontos mais altos da temporada. Com isso, aparecia até uma salvação para a Teddy, que com o luto até se tornou uma pessoa mais interessante. Pelo menos no começo, porque depois ela voltou a ser a mesma chata de sempre, principalmente pensando na sua relação com o Owen, o qual ela culpava injustamente pela morte do seu marido. Mas tudo bem, respeitamos a sua dor e aceitamos com alegria a sua demissão ao final na temporada.

Yang ainda passou por várias durante essa temporada e como se o drama de ter “matado” o marido da sua chefe/mentora não fosse o suficiente, ela ainda teve que lidar com os olhares de desejo da Sarah Connor para cima do seu homem, que mais tarde revelou que a traiu, mas não com a Terminator. Ufa! Logo o Owen, um homem ruivo que resistiu a guerra (rs), caindo nesse tipo de tentação sempre tão estúpida. Vai entender. Mas tudo bem também, porque com isso ganhamos uma discussão sensacional entre Cristina e o Owen, do tipo D.R daquelas bem boas sabe? E melhor ainda foi quando a Yang conseguiu perceber a tempo o quanto ela estava colocando de lado todos os outros plots da sua vida, apenas por uma situação, apenas por um homem. Algo que obviamente não valeria a pena e que bom que ela conseguiu perceber isso. Tudo bem que ele poderia ser o homem da sua vida, mas ela também é a mulher da sua vida e nesse empate, Owen acabou perdendo alguém que segundo o próprio, ele só queria magoar.

Enquanto isso a gente tinha todo o resto acontecendo no hospital. Karev sendo o Karev, afastando todo mundo de perto dele para tentar manter aquela postura de badass que ele insiste em forçar, mas que todo mundo já percebeu que ele não passa de um ursinho carinhoso da pediatria (♥), tomando inclusive voltas e mais voltas do próprio (ex) Chief, que seja para ensinar alguma coisa ou apenas para roubar um procedimento que ele adoraria colocar em prática ele mesmo, aproveitava toda a experiência dos seus cabelos brancos para continuar comandando o hospital, mesmo esse já não sendo mais o seu cargo faz tempo. Ele que ainda ganhou a doença da sua mulher, Adele, atingindo um estágio (rápido demais até) que já não permitia mais que eles mantivessem a mesma relação de homem e mulher de antigamente. Triste.

Até nos esportes eles se arriscaram durante essa temporada e tiveram que engolir o gosto da derrota é claro, ou vc imaginou que algum desses Doutores tenha sido destaque nas aulas de educação física? Seriously? (tirando o Mark e o Owen, vai…) E até um plot de Doctor Who eles conseguiram encaixar de forma genial na série. Agora me fala se essa temporada não tinha mesmo de tudo para ser sensacional?

Eu só não estava aceitando muito bem essa “birra” que me parecia que a Shonda tinha criado em relação ao personagem da Dr Bailey, que quase fez apenas figuração durante toda essa temporada, sempre envolvida em algo menos relevante, até ela usar um fio dental para pedir o namorado em casamento, o que também não teve muita relevância assim. No episódio que contou com a participação da menina de Switched At Birth (anteriormente filha do Luke em Gilmore Girls) por exemplo, pela reação dela ao presenciar o  caso da menina que passou anos em cativeiro sendo torturada e a abusada, eu até cheguei a desconfiar que sobraria para ela algum trauma do passado ainda a ser revelado, o que acabou nem acontecendo e só foi mesmo o combustível para ela surtar daquele jeito ao não encontrar o filho na saída da creche durante o mesmo episódio. Drama que durou 2 minutos e logo ele estava de volta. Mas foi só isso mesmo…Humpf!

Outro que permaneceu muito tempo em segundo plano foi o Derek, ele que durante algum tempo foi conhecido como McDreamy e que hoje em dia está muito mais para McPesadelo, do que qualquer outra coisa. O problema nesse caso foi pior ainda, porque antes ele tivesse permanecido como um ignorado pela Shonda durante toda essa Season 8, do que ter aparecido como o cara chatíssimo que ele foi se transformando ao longo do tempo, principalmente ainda no começo da temporada, quando o plot da adoção era o drama da vez para o casal Merder. Eu sinceramente estava até sentindo que uma morte para o seu personagem pudesse estar a caminho, uma vez que o próprio ator andou enrolando para renovar o seu contrato, se dizendo cansado da TV e tudo mais. Dizem até que o fatídico season finale dessa temporada foi gravado sob essas condições, com aquele grupo de doutores ainda sem terem seus contratos renovados e por isso teria sido usado aquele recurso da tragédia em um nível assustador e talvez até irrecuperável. Mas ainda chegaremos lá…

Quem também foi mantida na sombra foi a própria Mini Grey que sem o seu Mark, acabou ficando meio que de lado. Nem consigo me lembrar de quando ela e o Avery começaram ou terminaram a sua relação, para se ter uma ideia da sua importância. E ela ainda acabou sendo usada para substituir a Grey durante o período em que ela e o marido não estavam mais se entendendo, o que não adiantou muito também porque como eu já disse, quem foi o Derek durante toda essa temporada?

Enquanto tudo isso acontecia, os avulsos permaneciam apenas avulsos: Arizona, Callie, Mark, Avery e Kepner, essa última ocupando o posto mais alto dos avulsos insuportáveis. Eu até gosto da Callie e acho ela enquanto profisional uma mulher bem sensacional (e gostei muito que ela tomou um sacode com um erro médico primitivo), mas aí tem o plot de romance dela com a Arizona, que eu acho meio que desnecessário para o tamanho do destaque que ele acaba ganhando dentro da trama. Chato. Já o Mark… ele sempre foi aquele ator meio canastrão mesmo e até aquela cena com ele fazendo um revival do seu clássico momento saindo do chuveiro apenas de toalha no episódio com a realidade alternativa (que de bom, só teve a Yang de chapinha), já não convencia mais (e como ele emagreceu, não?). Mas aí tinha também o bromance dele com o Avery, esse sim um ponto que eu acho que ele conseguiram acertar para ambos os personagens. Mas e a Kepner, hein?

Nunca consegui aceitar muito bem a Kepner, de verdade e acho que a maior burrada da série até então (antes desse season finale…) foi a recontratação dela. Sério, que mulherzinha mais chata, Aff! E nós que imaginamos que o problema dela seria fácil de resolver com uma boa noite de trabalho em outras áreas (if you know what i mean), acabamos ainda tendo que lidar com todo aquele mimimi descabido (para o momento) do episódio final, naquela tentativa de plot cristão que eu tenho certeza que a Shonda só incluiu em Grey’s Anatomy por inveja de Glee, rs. Ahhh, faça me o favor!

Adorei que além dela ter sido reprovada, não ser mais pura aos olhos de Deus (…) e não conseguir vaga em nenhum outro hospital para trabalhar, ela ainda acabou sendo demitida pelo Owen, simplesmente por não ser a melhor para a vaga. Tem melhor pé na bunda do que esse? Que não valeu nem uma morte para a Kepner na série, que a gente sabe que é como eles adoram se despedir de seus personagens meio assim? Já vai tarde… (se ela acabar não saindo, que pelo menos receba o plot de um coma profundo por toda a Season 9, até a sua morte. Amém!)

Tudo estava tão lindo, a temporada estava tão perfeita que a promessa de um season finale “chocante” segundo a própria Shonda Rhimes em seu Twitter, já nem me assustava mais. A essa altura, o que poderia acontecer de pior que fosse capaz de estragar uma temporada tão boa quanto estava sendo essa Season 8 de Grey’s Anatomy? Nem a reprise do episódio de Valentine’s Day (que eu detestei) apresentada como finale, poderia ser capaz de estragar essa delícia. Nem um novo episódio musical, rs.

Até que o impossível aconteceu, para o nosso total desespero e isso já com aqueles segundos finais do episódio anterior (8×23 Migration) onde começamos a sentir o gostinho amargo do que estaria por vir como proposta de encerramento para essa temporada. Depois ainda teve o promo, que me fez passar uma semana inteira tentando digerir aquela proposta trágica toda, que já logo de cara me parecia ser totalmente descabida. Até que chegamos ao momento do play do último episódio dessa Season 8, um momento que uma vez começado, não teria mas volta. Talvez nunca mais até … (a não ser que a resposta quanto ao episódio acabe sendo tão negativa, que a Shonda acabe utilizando o recurso do sonho/pesadelo, o que apesar de bem sem vergonha, eu até aceitaria de coração aberto como alternativa para esquecer esse maldito 8×24 Flight. Sério)

E a pergunta que ecoava na minha cabeça desde o promo era a seguinte: Precisava mesmo disso?

Uma tragédia nesse nível, colocando seis personagens importantes para a história (sendo pelo menos quatro deles bem queridos) naquela situação lamentável, realmente me pareceu um exagero do começo ao fim. É, respondendo a pergunta que ecoava na minha cabeça desde a semana anterior, realmente não precisava disso. Não precisava mesmo. Mas eu juro que mesmo achando que tudo aquilo já tivesse uma cara de UM GRANDE ERRO desde o começo, eu permaneci acreditando que talvez a Shonda (que a partir desse episódio talvez nunca mais consiga ser a mesma para mim, sem exagero…) tivesse uma saída brilhante para aquilo tudo. Ainda mais depois dessa temporada quase perfeita, onde ela voltou a nos emocionar como antes, com casos bacanas, plots e mais plots do coração, uma trilha perfeita para o momento certo, nos fazendo lembrar dos bons tempos de Grey’s antigo até. Mas para a minha própria infelicidade, eu não estava errado e Shonda realmente havia perdido completamente a mão nessa season finale, que eu preferia que não tivesse existido e fiquei até aguardando uma parte dois, com 44 minutos de uma tela em preto, dizendo que tudo aquilo não passou de um grande pesadelo.

Tudo foi tão descabido, tão exagerado e o texto chegou a ser tão medíocre em diversos momentos, que a minha relação com esse episódio foi a pior das possíveis. Nem quando Grey’s Anatomy resolveu encerrar a temporada anterior com uma DR, fugindo totalmente do esperado, eu cheguei a ficar tão decepcionado. Quase não conseguia me lembrar do quanto essa Season 8 havia sido boa até agora, depois dessa desgraça exagerada e e totalmente descabida. Acho até que com esse finale pavoroso, a Shonda Rhimes conseguiu enterrar todo um trabalho de outros 23 episódios, que estava sendo feito muito bem novamente. Uma pena…

E com tantos personagens avulsos (dois deles pelos menos estavam no avião e poderiam ter sido as vítimas da vez), tinha que sobrar logo para a nossa queridíssima Lexie Grey? (R.I.P)

Quase não consegui acreditar naquela cena extremamente triste (e muito bem feita por sinal, pelo menos isso…) dela se despedindo do Mark, completamente ciente de que não teria a menor chance de sobreviver e ele revelando que também a amava, desde sempre. Realmente, foi um momento muito bom, apesar da perda (sim, ela morreu, Humpf!), onde eu até consegui aceitar o Mark melhor enquanto personagem e até mesmo como ator. Pena isso não ter durado muito e minutos depois ele ter uma das lines mais clichês ever, passando também por um momento entre a vida e a morte e dizendo para a Arizona (que ninguém sabe o porque de ainda estar viva até hoje) que iria ficar bem, que a Lexie o estava esperando do outro lado… Ahhhh, faça me o favor Shonda, vc já foi bem melhor do que isso! E bota melhor nisso. Sabe quando alguém atinge o limbo abaixo do fundo do poço? Então…

Tudo bem que essa é uma line típica para um momento como esses, mas não para médicos acidentados que são capazes de dar o seu próprio diagnóstico e sugerir uma opção de tratamento, mesmo quando estão sendo esmagados pelo peso dos destroços de um avião (como aconteceu com a Lexie) e muito menos para um Mark Sloan da vida, neam? Achei sofrível, tanto o momento, quanto mais ainda esse texto da sequência, que não poderia ser pior ou mais preguiçoso. Só não cai em um estado de sono profundo de tamanha raiva que eu estava sentindo naquele momento.

Aliás, o texto desse episódio final foi um dos piores da série, em todos os sentido e ocasiões, exceto pela despedida entre a Lexie e o Mark. Como por exemplo, outro momento que me irritou muito, foram as lines do plot Cristão entre a Kepner e o Avery ainda no hospital, ganhando destaque nessa reta final do caos, momento que eu até já mencionei anteriormente. Kepner que nada justifica não ter ganhado um ticket só de ida para aquela viagem para o inferno que acabou se transformando aquele voo. Quer mais um exemplo? O que foi desnecessário a line da Meredith em um momento de total desespero, falando do meio do nada que a Cristina continua sendo a sua “pessoa” mesmo com ela não sendo mais o correspondente para a amiga? Sério? O que foi aquilo? Ainda mais naquele momento, levando em consideração que ela estava a procura do marido que tinha voado para longe no acidente e sendo que Meredith, além de tudo isso, ainda poderia nunca mais ver a própria filha! Sério, eu fiquei com uma vergonha sem tamanho em todos esses momentos. Fora isso, o que foi cretina a reação da Arizona, primeiro obedecendo um cala boca da Cristina em meio ao apocalipse e depois, rindo da ironia de estar com uma fratura exposta? E o que foi completamente injusto até o piloto sobreviver e não a Lexie?

A única parte que eu achei aceitável dessa finale foi o desempenho prático da Yang diante daquela situação toda. Nessa hora, agradecemos o coração gelado de Dr Yang. Que mulher sensacional, não? Ela e a Grey foram até meio que como o Batman & Robin nessa finale, trabalhando juntas para que a tragédia não se tornasse algo ainda pior. E nada foi mais sincero do que a line da própria Yang ao dizer ainda no começo do episódio que depois disso tudo, ela só poderia mesmo é querer sair do Seatle Grace Mercy Death, o mais rápido possível assim que tudo isso se resolvesse. E quem não faria o mesmo? E como se recuperar de uma tragédia daquelas, ainda mais depois de ter passado por tudo aquilo que aquelas mesmas pessoas já passaram na série?

Arizona por exemplo, mal se recuperou de um acidente de carro e já caiu de um avião. O mesmo vale para Cristina, Derek e Meredith, que quase levaram uma bala no meio de suas fuças, entre todas as outras situações meio assim que eles já enfrentaram e agora também já podem acrescentar uma queda de avião em seus resumés. Sério, como lidar com isso tudo? E o pior, como eu disse quando comentei sobre o promo, como aceitar embarcar em um voo recheado apenas com aquelas pessoas que só atraem esse tipo de situação? Conhecendo o histórico daqueles personagens, eu jamais entraria naquele voo. JAMAIS! (rs)

Sério, eu não estava conseguindo entender o porque de tudo aquilo e na verdade, permaneço na mesma até agora. Tudo bem que não é de hoje que a gente sabe que a Shonda adora um final trágico e nós além de já termos total consciência disso, também passamos a adorar esses plots todos. Mas tudo tem um limite, não é mesmo? Pois bem, Grey’s Anatomy acaba de alcançar o seu. Seriamente falando.

Nesses oito anos de série, eles já tiveram pacientes bombas, já quase foram mortos um zilhão de bilhões de vezes, já passaram por barras de terem colegas de trabalho enfrentando um doença meio assim, ou sendo atropelados por um ônibus do meio do nada, ou até mesmo recebendo uma descarga elétrica daquelas vinda diretamente do céu, assim como já encararam até um maluco atirador dentro daquele hospital. Agora, acumular a tudo isso um acidente aereo e todo o trauma que ele deve agregar para um sobrevivente, mesmo que esse sobrevivente seja uma médico, que acima de qualquer coisa é também um simples pessoa, certamente ultrapassou qualquer limite do bom senso, do bom gosto e até mesmo um certo nível de credibilidade para a história.

Afinal, quais a chances de tudo isso acontecer apenas com um determinado grupo de pessoas? Ainda quando esses plots trágicos envolvem algum tipo de paciente maluco, ou situação inusitada, tudo bem, porque essas coisas devem acontecer mesmo em um hospital daquele porte. Agora, colocar o azar perseguindo apenas aquele grupo de pessoas constantemente, já é um pouco demais. “Premonição” demais para mim. Haja tratamento para recuperar a cabeça daqueles pés frios dessa maré de azar interminável, hein? Xocotô!

Chegando a essa reta final da Season 8, eu espero que eu tenha sido claro o suficiente para expressar o quanto eu ODIEI (sim, em caixa alta & bold) essa season finale, que para mim só serviu para passar um rasteira nessa temporada inteira, que tinha tudo para terminar de forma sensacional, mas que com esse final totalmente desnecessário, acabou fazendo com que a gente conseguisse até esquecer toda a trajetória que nos trouxe a esse ponto trágico que uma história tão boa como essa não merecia.

Grey’s Anatomy a essa altura, realmente não merecia, não precisava e nem estava carente desse tipo de emoção. Errou feio Shonda, mas feio mesmo…

E por esse final pavoroso, essa Season 8 inteira de Grey’s Anatomy vai para o nosso cantinho do “Think Again”, repensar o que eles fizeram com a gente nesse final de temporada totalmente meio assim…

ps: por isso eu não ficaria nada irritado se tudo aquilo não tivesse passado de um pesadelo…

Vamos repensar essa relação, hein Ryan Gosling?

Maio 11, 2012

Só foi eu  falar que ela não levou o acessório poder inigualável da noite para deitar todas no MET Ball do início da semana, que o casal resolveu me aparecer de mãos dadas em NY. Humpf!

E enquanto o Ryan insistir nesse relação óbvia e preguiça, vamos deixá-lo assim de castigo, mas apenas quando acompanhado de Evil Mendes…

… porque nós também não somos tão fortes assim, neam?

E preferimos a versão (mais perturbada) single and ready to mingle. Höy!

#THINKAGAIN

Vamos repensar a saia/kilt, hein Marc Jacobs?

Maio 7, 2012

Porque a gente AMA o Marc e queria ser BFF dele de Louis Vuitton e tudo mais, mas esse tentativa do hype da saia já deu neam?

#THINKAGAIN

Vamos repensar, Josh Hartnett?

Abril 9, 2012

Ele (falando em Channing Tatum)  que vai ficar assim de castigo, enquanto repensa o seu atual namoro com a adorável (ao contrário) Amanda Seyfried.

#THINKAGAIN

Inaugurando hoje o cantinho do “Think Again”: Madonna e o seu M.D.N.A

Março 27, 2012

Alguns artistas eu confesso que tenho uma dificuldade imensa de criticar. Talvez por culpa…uma culpa moderna, não sei, rs. (The Modern Guilt – jazz hands)

Por isso, para evitar o chocho de quem eu ainda tenho alguma esperança de ser próximo nessa vida e também porque eu estou numa fase mais foufa, resolvi criar um nova categoria aqui no Guilt que será o cantinho do “Think Again” que é para onde a gente vai mandar (sempre de ponta-cabeça) tudo o que a gente achar meio assim de quem a gente realmente gosta por um motivo qualquer, para repensar seja lá o que for que a gente achar necessário. Tipo um cantinho do castigo, sabe? (na minha escola antiga bem antiga, colocavam as crianças indisciplinadas contra a parede quando pegos fazendo algo meio assim na hora do intervalo e na única vez que fui parar lá – pq fui pego, não que tenha sido a única vez que aprontentei, rs – acabei recorrendo aos meus instintos artísticos de ator e forjei um choro bem sem vergonha, só para ganhar a liberdade do castigo, rs)

Enfim e inaugurando a nova categoria do Guilt temos Madonnão e o seu M.D.N.A, do qual eu me recuso falar qualquer outra coisa (boa) a respeito…(Zzzz)

Por isso ela será a primeira a inaugurar o cantinho do “Think Again”, até que a gente mude de ideia quanto ao seu novo álbum lançado ontém…

E só para não dizer que eu fui covarde e não falei nada, digamos que essa faixa aqui diz muito sobre o novo trabalho da rainha do pop.

Para (ela) repensar…


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