Posts Tagged ‘2 Broke Girls’

2 Broke Girls + The Walking Dead para o Super Bowl

Fevereiro 6, 2013

E esses dois foram os melhores promos de séries de TV durante o Super Bowl 2013. Sério.

#TEMCOMONAOAMAR a trilha desse de 2 Broke Girls?

ps: and i do declare que a partir de hoje, eu só faço doces se for fazendo uma performance exatamente assim e já estou estudando um jeito de confeitos coloridos caírem do teto da minha cozinha…

Ou, #TEMCOMONAOAMAR o bom humor e as participações especiais mais podres no de The Walking Dead?

E esse nós AMAMOS ainda mais porque além dos zombies por todos os cômodos da casa, ele tem também o nosso Daryl, que nós amamos desde sempre. (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

$927,00 – Catching!

Maio 17, 2012

E encerramos a primeira temporada de 2 Broke Girls com o saldo positivo de $927,00. Algo que ainda está bem distante do sonho das duas de abrirem o próprio negócio com os seus cupcakes, mas que já é alguma coisa. E eu diria até que esse foi um bom começo para a série, que não chegou prometendo muito, mas acabou entregando um boa temporada de estreia, mesmo com o seu formato antigo e despretensioso de fazer comédia.

Nada muito genial também e acho até que as próprias imagens de divulgação da série já entregavam isso desde sempre. Mas não é que mesmo bem simplesinha, 2 Broke Girls conseguiu se tornar uma série de comédia do tipo engraçada? Algo que hoje em dia é cada vez mais raro… (embora a gente esteja vivendo um bom momento para comédias)

Muito disso por conta do texto excelente da série, sempre com piadinhas bem cretinas sobre assuntos atuais, aproveitando sempre para cutucar alguma celebridade meio assim do momento ou até mesmo dizendo algumas verdades de vez em quando, doa a quem doer.

Além disso, as duas personagens principais da série são bem boas e funcionam perfeitamente bem juntas. De um lado temos Caroline Channing (Beth Behrs), a ex rica que hoje em dia se encontra sem nada e tendo bem pouco a perder com o seu atual modo de vida bem mais simples do que no passado, acaba topando de tudo para sair da sua vidinha medíocre de agora no Brooklyn. De tudo, só que dignamente. (mais ou menos também neam? Porque até no lixo da rua ela já mergulhou, rs). Acho até que para quem já teve de tudo nessa vida, Caroline aprendeu a lidar muito bem com a sua atual realidade e isso em um curto prazo de tempo, aprendendo na prática que de nada adianta ficara parada lamentando, quando nada se pode fazer de imediato para mudar a sua vida de forma significativa.

O negócio é aceitar que vc agora dorme em uma cama dobrável (daquelas que ficam na parede, sabe?) com lençóis que fazem com que a própria fique com cara de “bagina” (rs) e seguir em frente, mesmo sem os seus sapatos assinados ou seus casacos de pele com alarme, rs.

E do lado negro da força temos Max Black (Kat Dennings), essa sim a minha parte preferida da dupla. Carregada em um tipo de humor mais negro e pesado, foram dela as melhores lines da série, sempre fazendo uma referência bem divertida a um assunto qualquer, sempre cheia de cinismo, sarcasmo e rindo da própria desgraça sem a menor culpa. Max que nunca teve muito na vida e por isso encara a sua realidade sem muito entusiasmo ou euforia, apenas aceitando o que a vida vem lhe dando ultimamente, agora que ganhou uma parceira para dividir um sonho antigo de abrir o seu próprio negócio e quem sabe acabar mudando de vida.

Dessa forma, ambas foram construindo uma relação bem foufa de “irmandade”, onde uma passou a cuidar da outra por conta dessa sociedade. Algo que de certa forma vai muito além disso e essa amizade que elas acabaram criando, conseguiu se tornar muito maior do que apenas um negócio. Há quem suspeite e até aposte que as duas sejam irmãs e chegou até a se especular que algum plot do tipo acabasse surgindo na série. Algo que para a nossa sorte ainda não aconteceu e eu considero completamente desnecessário. Acho que da forma que está, elas já são meio que irmãs e qualquer laço de sangue não teria a menor importância nesse caso.

Juntas, elas enfrentaram diversas situações bem divertidas durante essa Season 1. Sempre com pouco dinheiro, Caroline foi aprendendo a ter que lidar com essa novidade em sua vida, graças a experiência de anos de Max no ramo da pobreza (rs), comprando roupas vintage no brechó da vizinhança ou até mesmo seguindo para o mercado acompanhada de toneladas de cupons de desconto. Para garantir mais dinheiro, ambas acabaram aceitando as mais exóticas vagas como segundo emprego, sempre em busca de conseguir uma grana extra para manter o sonho de fazer o negócio dos cupcakes realmente acontecer. De limpeza de aparatamento de acumuladores à babá de cachorro com probelmas na retaguarda (rs), elas não mediram esforços para garantir um extra. Pena que quase sempre elas acabem se dando mal, ou tenham que gastar parte do dinheiro que ganharam em uma emergência qualquer, tornando o sonho de se tornarem donas do próprio negócio algo ainda mais distante. Mas pelo menos o fogão dos sonhos na cor purple elas já conseguiram. (rs)

Se ao lado de Max, Caroline tem conseguido aprender como levar uma vida mais simples, o contrário também acabou acontecendo, como quando Caroline acabou usando a sua experiência/influência de ex mulher rica em NY para fazer com que Max acabasse experimentando um pouco mais da vida boa dos endinheirados da cidade, circulando em festas importantes da cidade com um cachorro a tiracolo, rs. Pena que esse tipo de alegria sempre dure pouco.

O bacana é que a série em bem pouco tempo, conseguiu também fazer com que os seus personagens coadjuvantes se tornassem figuras queridas de todos nós. Tem o cozinheiro machão, Oleg (Jonathan Kite), sempre com uma cantadinha de pedreiro e o mais alto nível do humor heterossexual (rs, só que ao contrário), que não dispensa uma boa camisa sem mangas ou suas redinhas super sexys de cabelo, rs. Temos também o chefe das duas, Han (Matthew Moy) que tem cara de nerd virgem e mais parece uma criança que foi perdida dentro daquele dinner, além do senhor da terceira idade que mais parece um jovem galã, o sensacional Earl (Garrett Morris) que com toda a sabedoria dos seus cabelos brancos é sempre um foufo e com a Max ele divide uma relação de amor super foufa, como se ele/ela fosse da sua família.

Até mesmo a patroa de Max, mãe dos gêmeos Brangelina, que só apareceu muito de vez em quando durante essa Season 1, conseguiu fazer a sua participação na série valer a pena. Assim como a vizinha super avantajada que conhecemos depois, Sophie (Jennifer Coolidge), mas que acabou ganhando um certo destaque ao longo da temporada, com o seu negócio bem sucedido de empregadas domésticas, além do seu plot romântico ao lado do Oleg, uma relação capaz de fazer as estruturas daquele dinner tremerem, literalmente, rs.

Cheguei a me divertir bastante com essas duas durante a primeira temporada, tanto que até cheguei a me importar quando elas tiveram que abrir mão do cavalo Chestnut, que elas mantinham no quintal da casa que ambas dividem no Brooklyn antigo. Aliás, achei ótimo que ele tenha voltado para a season finale, dando um carona com requinte de contos de fada, para que Max e Caroline perseguissem o sonho de fazer com que a Martha Stewart experimentasse um dos seus cupcakes. E tudo isso no baile do MET, cenário perfeito para que elas vivessem um final de temporada com cara de mashup entre Cinderela + Pretty Woman,  onde elas estavam lindíssimas com seus vestidos longos de rica (e que decote hein Max? Go Girl!). Mas não precisava ser um episódio duplo, neam?

Tudo bem que 2 Broke Girls não é nenhuma série genial e acho até que essa nunca foi a sua intensão e é até bacana quando essa pretensão não existe, pelo menos de vez em quando, só para variar um pouco. Também é importante reconhecer que a primeira parte da temporada é muito melhor do que a segunda, quando Chestnut foi trocado injustamente pela Sophie, rs. Mas para uma série de comédia, tenho que admitir que pelo menos essas duas garotas conseguiram me fazer rir bastante durante esse primeira temporada. Ou seja, objetivo atingido, meninas! Catching $$$!

Para assistir sem grandes expectativas, sem culpa, sem ansiedade. Apenas para divertir, quando sobrar aqueles 20 minutos no meio do dia e vc sentir vontade de abocanhar um cupcake red velvet, sabe?

Já temos cupcakes garantidos por pelo menos mais uma temporada

Março 15, 2012

Sim, 2 Broke Grils foi renovada para a sua Season 2 (Yei!). É fato que a série deu uma pequena caída, de leve,  mas continua sendo bem divertida com o seu humor simples e um texto recheado com piadas sobre elas mesmas, que são sempre sensacionais!

E a CBS aproveitou para anunciar outras 10 renovações para a próxima temporada: Blue Bloods (Season 3), NCIS (Season 10), NCIS: Los Angeles (Season 4), Person of Interest (Season 2), The Mentalist (Season 5), Criminal Minds (Season 8), The Good Wife (Season 4); Hawaii Five-0 (Season 3), CSI: Crime Scene Investigation(Season 13), 2 Broke Girls,  Mike & Molly (Season 3), além de How I Met Your Mother, que já estava garantida até a sua Season 8 e The Big Bang Theory, que também já havia sido garantida até a sua Season 7.

Engraçado é que entre os grandes nomes do canal, está Two And A Half Men, que continua com o seu futuro incerto.

O que vc vai assistir no Midseason 2012, hein?

Dezembro 30, 2011

O que, quando e quem sabe onde. Uma agenda com as estreias do Midseason 2012 para facilitar a vida de todo mundo e não deixar ninguém se sentir perdido assim que 2012 começar.

As séries novas estão em destaque e o coração vai para tudo que eu assisto (pq eu tmbm preciso me lembrar, rs):

 

JANEIRO

 

Dia 01/01/12 – (Domingo)

Sherlock

 

Dia 02/01/12 – (Segunda-Feira)

Pretty Little Liars

The Lying Game

Hawaii Five-0

Mike & Molly

Two and a Half Men

How I Met Your Mother

♥ 2 Broke Girls

 

Dia 03/01/12 (Terça-Feira)

Switched At Birth

Work It (ABC – new)

Jane by Design (ABC Family – new)

NCIS

Last Man Standing

NCIS: Los Angeles

♥ Parenthood

Body of Proof

Unforgettable

 

Dia 04/01/12 (Quarta-Feira)

Happy Endings

Revenge

The Middle

Suburgatory

♥ Modern Family

Mobbed

 

Dia 05/01/12 (Quinta-Feira)

 Grey’s Anatomy

Private Practice

The Vampire Diaries

The Secret Circle

 

Dia 06/01/12 (Sexta-Feira)

Nikita

Supernatural

Blue Bloods

A Gifted Man

CSI: NY

Merlin

Portlandia

The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret

Grimm

 

Dia 08/01/12 (Domingo)

House of Lies (SHOWTIME – new)

Californication

Shameless US

The Firm (NBC – new)

The Simpsons

The Cleveland Show

♥ Family Guy

American Dad

Pan Am

♥ Once Upon a Time

Desperate Housewives

The Good Wife

CSI: Miami

 

Dia 09/01/12 (Segunda-Feira)

Castle

 

Dia 11/01/12 (Quarta-Feira)

One Tree Hill

♥ Whitney

Are You There, Chelsea? (NBC – new)

Law & Order: SVU

 

Dia 12/01/12 (Quinta-Feira)

♥ The Big Bang Theory

Rob! (CBS – new)

The Mentalist

Persons of Interest

Up All Night (confirmou e a série ficou com o lugar de Community…Humpf!)

♥ 30 Rock

♥ Parks and Recreation

♥ The Office

The Firme

Bones

 The Finder (FOX – new)

 

Dia 13/01/2012 (Sexta-Feira)

Kitchen Nightmares

♥ Fringe  (Yei!)

 

Dia 15/01/12 (Domingo)

♥ The 69th Golden Globe Awards

Undercover Boss

♥ Napoleon Dynamite (FOX – new)

 

Dia 16/01/12 (Segunda-Feira)

Being Human

Gossip Girl

♥ Alcatraz (FOX – new)

 

Dia 17/01/2012 (Terça-feira)

90210

Justified

Southland

White Collar

♥ Glee

♥ New Girl

♥ Raising Hope

 

Dia 18/01/12 (Quarta-Feira)

American Idol

Criminal Minds

CSI

Royal Pains

 

Dia 19/01/12 (Quinta–Feira)

Archer

Unsupervised (FX – new)

 

Dia 20/01/12 (Sexta-Feira)

Shark Tank

 

Dia 22/01/12 (Domingo)

Lost Girl

 

Dia 23/01/12 (Segunda-Feira)

House

Hart of Dixie

 

Dia 25/01/12 (Quarta-Feira)

Touch (FOX – preview)

 

Dia 27/01/12 (Sexta-Feira)

Chuck

Spartacus

 

Dia 29/01/12 (Domingo)

Luck (HBO – new)

 

Dia 31/01/12 (Segunda)

Ringer

 

FEVEREIRO

 

Dia 05/02/12 (Domingo)

The Voice (especial)

 

Dia 06/02/12 (Segunda-Feira)

♥ Smash (NBC – new)

The Voice

 

Dia 07/02/12 (Terça-Feira)

The River (ABC – new)

 

Dia 08/02/12 (Quarta-Feira)

Rock Center With Brian Williams

Law & Order: Special Victims Unit

 

Dia 12/02/12 (Domingo)

♥ The Walking Dead (só não sei até quando…)

The Celebrity Appentice

 

MARÇO

 

Dia 04/03/12 (Domingo)

Good Christian Belles (ABC – new)

Harry’s Law

 

Dia 06/03/12 (Terça-Feira)

Breaking In

 

Dia 11/03/12 (Domingo)

Bob’s Burgers

 

Dia 12/03/12 (Terça-Feira)

Fashion Star

 

Dia 15/03/12 (Quinta-Feira)

Missing (ABC – new)

 

Dia 19/03/12 (Segunda-Feira)

Dancing With The Stars

Touch (FOX – new)

As tentativas de fazer humor da nova temporada de séries

Novembro 15, 2011

Sim, além dos contos de fadas que parecem ser os novos vampiros/zombies, ganhamos também uma temporada 2011/2012 recheada de novas séries de humor.

É claro que dentro das opções de comédias temos algumas realmente engraçadas e outras que apenas acham que tem alguma graça. Temos também aquelas que a gente acaba assistindo mas morre de vergonha de admitir, por isso preferimos manter o silêncio, rs.

A boa notícia é que tem para todos os gostos, gêneros e classes sociais, o que só pela diversidade já parece até um bom negócio.

Da minha own lista de novidades, vamos a algumas considerações sobre essa temporada que chegou prometendo ser engraçadona…mas será que tem graça mesmo?

 

Man Up!

Por mais que eu não goste de admitir, tenho gostado da tentativa de humor heterossexual de Man Up!, apesar de que eles não sejam exatamente assim nenhum grande exemplo de machos alpha e também deles estarem muito mais para homens infantilizados do que qualquer outra coisa. Além do mais, eu diria até que o nível de testosterona desses homens esta bem baixo.

Três amigos de infância já adultos que trabalham juntos e tem suas vidas interligadas, seja pela amizade ou por laços familiares e que se encontram online constantemente para aproveitar o tempo livre e jogar algum game, enquanto fofocam sobre algum drama ou barra de suas vidas.

O legal da série é que o humor é bem simples e apesar da proposta de “masculinidade”, seus personagens protagonistas masculinos não passam de garotos crescidos que se comportam como crianças e as vezes acabam se comportando até mais como se fossem garotas. O que talvez prove que a diferença entre eles e elas seja mesmo apenas um detalhe. As vezes grande, as vezes nem tanto assim, rs.

O bacana também é que eles são nerds, inseguros, preguiçosos, covardes assumidos e estão sempre se metendo em alguma situação que vc descobre logo de cara que obviamente não vai dar certo. O que nos revela o novo perfil do homem contemporâneo: o homem bunda mole. (euri)

A série é bem simples como eu já disse e tem um humor leve, quase infantil (combinando bem com o comportamento dos personagens na maioria das vezes), recheada com piadas que fazem referência a cultura pop, Star Wars como assunto recorrente e óbvio (que parece ser a única referência nerd universal e vem sendo utilizada de forma bem banal ultimamente), além da clássica briga entre o triângulo de amigos sobre quem é o melhor amigo de quem.

Mas alguém precisa dizer para aquele gordinho que ele grita demais em todos os episódios, e para o outro amigo topetudo alguém precisa dizer que aquele cabelo dele esta pa-vo-ro-so.

Seria uma espécie de The Big Bang Theory em uma escala nerd bem mais baixa e com idade mais avançada, mas que no fundo pode te render alguns minutos de diversão.

Mas nada demais…

 

Up All Night

Por mais que eu tente me esforçar para gostar da nova série que traz o Will Arnett e a Christina Applelgate como casal protagonista no elenco, eu confesso que falhei nessa tentativa e não consegui achar a menor graça na série, humpf! (infelizmente o Will Arnett não esta conseguindo emplacar nada, a não ser o vilão gay arqui-inimigo do Jack Donaghy em 30 Rock, que aparece de vez em quando e é sempre bom…)

A sinopse é a de um casal que tem uma vida noturna movimentada, com trabalhos importantes e uma carreira inteira pela frente, que de repente se encontram grávidos e a partir disso tem que aprender a lidar com a nova situação, mesmo se sentindo totalmente despreparados para assumir esse tipo de responsabilidade.

Algo que já fica um pouco forçado demais para acreditar, ainda mais se vc levar em consideração a idade dos protagonistas, ou pensar também na relação de amor estável do casal, o que demonstra que claramente aquele seria um momento ok para ambos pensarem em ter um filho, mesmo que aquela gravidez tenha acontecido por acaso e sem o menor planejamento.

E as situações de dificuldade que eles encontram são todas tolas demais, simples demais e/ou não causam qualquer tipo de reação.

O problema maior ainda que eu vejo em Up All Night é o segundo cenário da série, o trabalho nos bastidores de um programa de tv da personagem de Applegate, que não cola e parece tratar-se de uma série a parte. E para esse problema eu credito o nome de uma personagem: AVA.

Tem algum personagem mais sem carisma na Tv atualmente? (resposta: se tem, ela pelo menos empata)

A mulher é uma chata e a impressão que vc tem ao assistir qualquer uma de suas cenas, é que a atriz Maya Rudolph esta se esforçando demais para ser engraçada e o pior de tudo é que ela não esta conseguindo atingir o seu objetivo, para o nosso azar.

Além de ser completamente sem graça, eu fico com a impressão de que estou assistindo uma outra série durante essas cenas da personagem, que não tem a menor relevância para o resto da trama. E esse segundo cenário, parece algo com uma tentativa de 30 Rock, só que bem bem B-E-M ruim.

Esse pode até ser o maior problema de Up All Night, mas não posso deixar de dizer também que a tentativa de forçar as atitudes de dois pais inexperientes mas com idade suficiente para isso, nesse caso,  não tiveram o menor charme até agora e também não conseguiram ser ao menos foufas (se bem que eu até gostei do episódio com o flashback), nem recorrendo ultimamente a uma maior participação da filha foufa bebê do casal.

Considerando o elenco, acho realmente uma pena que eles não tenham conseguido acertar ainda com a série, mesmo tendo o canal precipitadamente já renovado Up All Night para uma temporada completa, algo que eu poderia apostar que só aconteceu por conta do histórico no curriculum desse elenco.

O tipo de série de comédia sem graça que vc acaba assistindo por uma memória afetiva aos personagens anteriores dos atores do elenco, mas que com certeza não será o suficiente para te manter como audiência por muito tempo. Não se continuar assim…

 

2 Broke Girls

Sabe quando vc começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa?

Essa foi a minha relação a princípio com 2 Broke Girls, série que aposta na vertente dos derrotados, um perfil cada vez mais comum nas produções atuais americanas, muito provavelmente funcionando como um reflexo da atual crise econômica em que a america antiga se encontra.

Duas garotas sem dinheiro e que acabam trabalhando juntas como garçonetes em um típico restaurante americano, uma por falta de opção e a outra por sua família se encontrar totalmente falida e com todos os seus bens confiscados pelo governo.

E não é que a série me surpreendeu?

2 Broke Girls tem aquele clássico ar de sitcom americano, com risadas ao fundo, algo que pode até parecer bem batido, mas que por incrível que pareça ainda funciona, pelo menos na CBS.

Mas funciona também porque as duas protagonistas são excelentes e fáceis de se apaixonar, apesar de serem o oposto uma da outra. De um lado temos Max, com o seu jeito durão de ser, carregada naquele típico humor negro que a gente tanto gosta, cheia de piadas irônicas e um humor mais “mau humorado”. E do outro lado temos Caroline, a ex rica que se esforça de forma digna para se adequar a sua nova realidade, encarando muito bem o fato dela não ter quase nenhum dinheiro no bolso e ainda ter que vestir quase todo dia o mesmo modelão, que pelo menos é um Chanel, rs.

Juntas elas acabam descobrindo a possibilidade de ganhar dinheiro unindo os talentos culinários de Max e os seus deliciosos cupcakes, ao conhecimento de Caroline com as finanças e isso acaba criando um vínculo ainda maior entre as duas personagens, que vão ficando cada vez mais próximas e consequentemente vão se tornando cada vez mais amigas.

A série é bem engraçada e as piadas funcionam muito bem porque não parecem forçadas, além de parecer ser bem autêntica. Ou vc se lembra de alguma outra série onde as protagonistas mantinham como animal de estimação um cavalo em plena NY?

Além disso, os coadjuvantes são todos sensacionais. Eu pelo menos tenho me divertido muito com o humor das piadas de homem cretino e nojento do Oleg e também com o gerente miniatura do restaurante.

Tenho me divertido bastante semanalmente com as histórias que as duas acabam encarando sempre de forma bem humorada, quase todas relacionadas a falta de dinheiro e atual situação precária em que elas se encontram e acho super bacana que ao final de cada episódio, a gente acabe de certa forma “controlando” o quanto de dinheiro elas ainda tem guardado para realizar o sonho de abrir o seu negócio em sociedade.

A série também tem a assinatura de Michael Patrick King, que todo mundo conhece de Sex And The City e Whitney Cummings, que além de produtora e roteirista, é também atriz e protagonista da nossa próxima série da lista enraçadona.

 

Whitney

Whitney é aquela série que vc assiste quando é possível, mas não faz muita questão de comentar com ninguém, sabe?

Talvez por vergonha de ter que admitir que vc gosta da série, ou talvez porque ela realmente não seja tudo isso, embora seja ok.

A série conta basicamente a história da rotina de um casal dividindo suas vidas, Whitney e Alex, que vivem discutindo (sem grandes dramas) e tendo D.Rs sobre as coisas mais simples possíveis da rotina de qualquer casal.

Ambos são adoráveis, mas tenho que dizer que as situações em que eles se encontram são sempre meio “ingênuas”, ou simples demais, e isso me irrita um pouco…

Mas é possível encontrar graça nessa opção simples de humor, só que fica bem claro que tudo fica bem melhor quando o foco do episódio esta no casal e não nos demais amigos, por quem é difícil de conseguir se importar (pelo menos até agora, mas depois do quinto episódio, eu comecei a sentir que ele estão começando a trabalhar isso…).

Também é fácil de se gostar de Whitney porque a série faz piada sobre o cotidiano, e é possível se idendificar em diversos momentos com o casal.

Eu diria até que é uma versão americana bem mais comportada e limpinha da série britânica “Him & Her”, os ingleses que no quesito “casal foufurice” continuam sendo os meus preferidos, mesmo que eu ainda continue assistindo Whitney e continue me divertindo com esses dois também.

Outra fato que eu acabei reparando em Whitney e que tem uma relação com 2 Broke Girls, é que ambas as séries possuem como tema, batidas conhecidas de música indie a essa altura já consideradas até pop. Em Whitney por exemplo, temos os acordes de “She Said” do Plan B, que chega até a tocar de forma original no episódio piloto e em 2 Broke Girls, ganhamos a versão dos sussurros dos meninos do Peter, Bjorn and John para a faixa “Second Chance”, do último álbum da banda. Seria essa um tendência? Vamos ficar de olho…

 

New Girl

Ok, agora que estamos com os pés alinhados, eu já posso dizer que definitivamente eu gosto de “New Girl” (piada que faz muito mais sentido para quem assistiu ao episódio 1×05 “Cece Crashes”).

Obviamente que o que me levou a assistir a série foi a Zooey Deschanel, nossa muse indie. Mas confesso que não gostei muito do que eu acabei assisntindo a princípio e fui me decepcionando aos poucos, ficando sempre na dúvida se afinal eu gostava ou não da série…

Gostei da idéia da sinopse, com a Zooey interpretando a Jess, uma garota que vê o seu mundo desabar após ser traida pelo namorado em uma situação pra lá de constrangedora e que após esse drama todo, tenta reconstruir a sua vida se tornando a única roommate mulher de um apartamento com 3 homens, cada um com um tipo de personalidade definida desde o piloto.

Mas depois comecei a achar tudo comum demais e pouco engraçado e por mais que chegue a doer ter que admitir isso (ainda mais depois do meu pedido de casamento, rs), comecei a achar que a nossa Zooey Deschanel não tinha nascido para fazer comédia.

A cada episódio novo, sua interpretação parecia forçada demais, exagerada demais, e isso acabava deixando a sua personagem mais idiota do que legal.

Algo que depois do terceiro episódio começou a mudar para a nossa sorte e a série acabou ganhando forma e foi ficando um pouco mais interessante, embora a Jess continue forçada, sempre um tom acima do que deveria estar. (fikdik Zooey! ps: mas continuo te amando!)

E o quinto episódio da temporada foi o que acabou me conquistando de vez por sua tamanha foufurice.

O episódio conseguiu ser engraçado na medida certa, definindo um pouco mais a perosnalidade de cada personagem, onde de certa forma eles acabaram ganhando uma função pré definida, onde até a melhor amiga gostosona da Jess acabou ganhando o seu espaço, e isso parece ter funcionado muito bem.

Tudo bem que o que me parece é que agora estamos assistindo a uma nova série, diferente do que eles prometeram no piloto por exemplo.

Com a Jess começando a se interessar pelo Nick, a série acabou ganhando o algo mais que estava precisando, apesar de eu ter achado desde o começo que ele seria o cara ideal para ela. O que também coloca os 2 demais roommates do apartamento como o alívio cômico da série, embora o humor continue presente de certa forma em todos os personagens, exigindo mais de quem tem mais para oferecer, uma saída que eu achei bem inteligente.

A Jess por exemplo, é menos engraçada quando tenta fazer qualquer piada e o que deixa a sua personagem bem mais interessante é o desconforto em que ela se encontra em relação a uma sitação qualquer, o que eles devem ter percebido e tentado parar de forçar. Como eles fizeram com o Nick desde o começo por exemplo, que também é engraçado quando esta enfrentando uma situação de desconforto, sem precisar se esforçar muito e apenas deixando o personagem ser levado pela sua alma de velho rabugento, que todas amam. (♥)

Realmente eu achei esse quinto episódio muito bom, além de ter servido como uma lição. Quer saber se ele esta afim de vc? Preste atenção nos pés dele, se estiverem apontados em sua direção e ambos estiverem alinhados (o seu e o dele), é porque realmente vale a pena investir na magia e se deixar levar pelo feitiço. Go girl!

Confesso que não consigo mais nem sair de casa sem reparar nesse precioso detalhe, algo que eu espero que sirva para alguma coisa, pq esta puxado decifrar o enigma, rs. (tisc, tisc…mas fiz o teste e posso dizer que já confirmou!)

Mas sinto falta do que eles prometeram com as manias da Jess por começar a cantar ou inventar músicas do meio do nada ou assistir “Dirty Dancing” incessavelmente, algo que eu acho que eles ainda poderiam apostar mais antes de abandonar completamente a idéia. Assim como considero imperdoável eles nunca mais terem usado a “douchebag jar” referência deliciosa e que certamente foi a melhor idéia de piada para o episódio piloto.

Agora, um detalhe que eu não posso deixar de dizer é que alguém precisa falar para o Schmidt que ele definitivamente não é boy magia e todo aquele shirtless forçado não esta valendo a pena. Além do que, o personagem dele desde o começo me pareceu meio “feminino” demais hein? Significa?

O que funciona ao contrário para o Nick por exemplo, que consegue ser apaixonante (sério, perfect match!), mesmo não estando na sua melhor forma e ainda assim estando muito bem resolvido quanto a esse fato.

E com isso eu já posso dizer que a partir de agora, eu assisto New Girl com os pés apontando para a tv. Significa?


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