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Theatricality + Fearlessness

Julho 23, 2012

Já começo avisando nesse post que estou com o coração partido em 34245545485 pedacinhos e amargando um luto profundo devido a uma certa eliminação mais ou menos recente em TGP. Humpf!

Não sei nem por onde começar e por isso vou inverter tudo e começar do fim (já que estou devendo posts dos dois episódios que aconteceram durante as minhas férias), comentando primeiro o sétimo episódio de The Glee Project (2×07 Theatricality). Bom, semana de teatrinho no nosso reality de verão preferido, com direito a visita do Sebastian Megabitch (Grant Gustin) que pessoalmente, tem muito mais magia do que enquanto personagem de barba feita e preso dentro daquele uniforme todo trabalhado na passividade em Glee. Höy!

E mais uma vez, Ali acabou roubando a cena de novo e a essa altura, nem a sua voz de Nelly Furtado sendo enforcada depois de se engasgar com 3 gatos persas me incomoda mais. Sério. Já até aceito aquela sua voz bem meio assim, que sejamos justos em dizer que tem melhorado bastante nesses últimos episódios, não? Mas não é que toda aquela positividade em pessoa tem talento para a coisa? Posso estar até me precipitando, mas será preciso uma cagada muito grande para essa menina sair antes da final, hein? (mesmo depois do “drama” do promo do próximo ep) Vejo uma finalista de peruca azul interpretando melhor a Katy Pérrola do que a própria Katy…

Outra que tem todo o meu coração e torcida já declarada é Aylin, que dessa vez ficou meio apagadinha, de lado, muito provavelmente por ainda estar em estado de luto. E quem não está, me diga? E quem não está? Humpf… mas disso eu não quero falar agora, porque ainda estou em negação. E tenho um recado para a edição do programa: cadê o foco na rivalidade entre Aylin vs Lily Megabitch (a wannabe  Adele do lado negro da força), hein? Não é a primeira vez que vimos Aylin reclamar do comportamento da cúlega (acho até que o contrário também já aconteceu), mas farpas que é bom no video, nada… Vamos melhorar isso produção? Queremos sangue cenográfico nos olhos de cada uma delas!

O homework da semana foi bem, b-e-m, beem fraco, embora eles tenham executado a música até que mais ou menos. Cheguei até a quase me enganar que aquele clipe no supermercado estava legal, mas não, não dá neam gente? Eu sei que é tudo meio corrido e que eles gravam tudo no horário de almoço das gravações de Glee, mas quem no mundo pop ou em qualquer outro mundo contrataria aquele diretor para dirigir um de seus clipes baseado no que ele realiza porcamente em TGP? Sério, quem? (desculpa qualquer coisa, diretor que dirige porcamente os videos, mas é verdade…)

Zach continua sendo o Zach (♥) e embora ele tenha avisado que não aceita mais passar vergonha com candidatos que não conseguem sequer memorizar a dança da galinha, ele continua se auto abraçando (awnnn!), sempre com os olhos cheios de lágrimas e super emocionado com as performances finais, sem fazer a menor questão de esconder para quem vai a sua torcida. Mesmo quando as apresentações soam totalmente falsas, como a da Lily Megabitch ao som de “Someone Like You” (daquela que a gente sabe bem quem) e que nós vimos a participante tentando buscar a emoção da música já no ensaio, provocando uma lágrima que não seria capaz de convencer nem o participante já eliminado, Mario, de sua veracidade. Mas graças a Cher, uncle Ryan estava de olhos bem abertos catando todo o truque da candidata ativa/agressiva (sim, segundo questões levantadas aqui em casa recentemente, chegamos a conclusão de que essa categoria existe), que recorreu as lágrimas mais falsas desse mundo para tentar convencer que ela merecia outra chance. Sei…

Antes de continuar, eu gostaria de mandar um recado bem pessoal para Lily Mae Megabitch: vc não precisa se impor porque vc é gordinha e para isso tentar enfrentar/conquistar o mundo aos gritos ou no tapa, porque muito maior do que a sua figura é o seu nível de megabitchness, que é o que chama muito mais atenção de forma bastante negativa do que qualquer um dos seus quilinhos a mais. Prova disso é que Adele está ai, vendendo pencas, linda, feminina (agora grávida. Parabéns!) e super doce, mesmo quando cantando um recado daqueles para um boy magia negra qualquer, sem apelar para o estereótipo da gordinha destemida sexy que não perde a oportunidade de fazer a dança do tetão e que culpa os outros pelo seu fracasso. Pense nisso, Lily Megabitch, pense nisso (mas se quiser pensar fora da competição a gente agradece. Obrigatô!)

Novamente por culpa da Nikki que está impossível nessa temporada, mais um candidato quase se quebrou por inteiro e a vítima da vez foi o Abraham, a quem ela chamou de “andrógeno” no estúdio e que para ele soou quase como uma ofensa. Sério que ele ficou “magoado” com essa palavra? Se metade das pessoas que já chamaram ou ainda irão chamar ele de “bichana pão com ovo de codorna” na vida (sem ofensas/been there, done that messed around) soubessem ao menos o significado da palavra “andrógeno”, eu acho que ele já estaria no lucro de ter ouvido um “insulto” como esse e não teria muito motivo para se sentir tão ofendido assim.  Mas tudo bem Abraham, entendemos a sua mágoa e estava na cara que a Nikki queria levar o crédito por esse outing que ninguém suspeitava e que certamente seria a grande revelação da temporada, só que não. ZzZZ (ficou ofendido, mas voltou para a sua performance de unha vermelha e tudo mais, que a gente bem reparou…)

Vem cá, quando é que essa Nikki vai parir mesmo? Nikki que pariu!

No final, tivemos Abraham, Lily e Nellie entre os 3 piores e eu confesso que qualquer um que saísse já deixaria a competição no lucro. Nesse caso, acabamos nos despedimos da Nellie (só eu reparei a single tear no olho do Michael no momento “KHO” do final?), de quem eu também confesso que não vou sentir a menor falta e digo sem dó e nem piedade que ela estava pavorosa de Britney Spears encostada na barraca de frutas da feira. Eu não levava nem um mamão… PÁ! Já vai tarde Nellie, WOO! Sinceramente? Ela sempre me pareceu assustada demais com tudo aquilo e era visível que não estava preparada para o que estaria por vir pela frente caso ela fosse a vencedora. Sério que ela quase chorou quando ganhou o papel da Brit no video? Cheguei até a suspeitar que ela fosse sobrinha do Robert, de tanto que ele torcia por ela e a sua presença até esse ponto do programa só serviu para ocupar a vaga de alguém muito mais preparado e que não merecia ter saído antes dela e para essa vaga eu tenho dois nomes: Dani (snif) e ele, o motivo de toda a minha mágoa nesse post: Charlie. R.I.P²

Sim, Charlie também já foi eliminado e quase que eu não consegui lidar com o último momento de Scott Campbell dentro da competição. Chorei litros, fiquei inconsolável e logo em seguida me bateu aquela revolta pelo fato da Nellie ter ficado e Scott F**king Campbell ter saído da competição. BOOHOO!

Primeiro que nesse episódio totalmente destemido (2×06 Fearlessness), tivemos uma gravação animada na piscina, com todos eles super a vontade em trajes de banho e shirtless para todos os gostos, mas suas performances acabaram deixando a desejar. E logo em um episódio onde a gente tinha ninguém menos do que a Sue Sylvester (Jane Lynch) em pessoa como convidada da semana hein? (mas bem que ela poderia ter carregado a Becky com ela…)

Mas o momento em que nossos corações ficariam completamente divididos ainda estava por vir, com o anúncio de que Aylin e Charlie teriam que se enfrentar entre os três piores da noite, que ainda contou com a coadjuvante das coadjuvantes Nellie, ocupando a terceira vaga entre os piores da semana. (uma vaia para a Nellie: BOOHOO – agora um cochilo: ZzZZ)

Nessa hora, fiquei bem feliz pela Aylin, que acabou despertando para o que era mais importante para ela naquele momento, deixando o seu boy magia de lado e abraçando a oportunidade como se fosse a sua última chance dentro daquele programa, que é o que todos deveriam fazer naquele momento, mas que nem sempre acontece. E com “Take a Bow” da Rihanna (música que eu não dava a mínima, mas que já se tornou o meu novo vício no banho, que eu canto performaticamente pensando em pelo menos uns 6 nomes ao longo da minha “carreira”, rs), Aylin deixou todo mundo encantado com algo mais que ela carrega (Zach até aplaudiu de pé) e que a essa altura quase todo mundo já percebeu e talvez por isso ela acabou ganhando um feedback dos mais importantes do uncle Ryan nessa temporada, encorajando a participante a a levar as coisas mais a sério, porque ela é uma forte candidata e todos eles já perceberam isso, menos ela até aquele exato momento. (ba-bling ba-bling)

E como é talentosa, não? E o carisma? (♥) Sério, do momento em que ela pisou naquele palco até o final da sua performance, não tinha mais ninguém dentro daquele lugar a não ser ela e a sua voz maravileeeandra. Como já disse antes, gostava muito do Charlie, continuo gostando do Michael (apesar dele ser todo contido), mas realmente é da Aylin a minha maior torcida para essa temporada de TGP, não tem jeito. Confesso que fiquei bem tenso com a possibilidade remota dela ser a eliminada daquela semana, mas ao mesmo tempo tinha certeza de que com aquela performance, caso ela fosse a eliminada, TGP teria que sair do ar de tanto que eu iria reclamar na forma de muito mimimi. Sério! Uncle Ryan que não me provoque!

Depois tivemos Charlie apelando na sua última chance dentro do programa, jogando tudo para o alto ao som de “It’s Not Unusual” do Tom Jones, que toda vez que eu escuto essa música, só consigo lembrar da Karen Walker com sua performance deliciosa em Will & Grace antigo. Ainda na hora em que foram distribuídas as músicas de cada um deles, já era possível perceber que Charlie havia sido sabotado, ganhando um hit que em nada se parecia com o clima das outras músicas de suas duas adversárias, essas bem mais emocionantes do que a faixa que sobrou para ele. Mas Charlie é o Charlie, que nas horas vagas também é o Scott F**king Campbell e seguindo o que se esperava do episódio, totalmente destemido, ele foi parar na poltrona dos jurados, implorando por uma segunda chance para o Ryan Murphy, mesmo tendo o Zach e a Nikki visivelmente na torcida contra.

Sinceramente? Apesar da música dele não ter um climão como as outras duas, achei que o garoto conseguiu tirar de letra aquela apresentação partindo para o tudo ou nada e não vejo até agora o porque dele ter sido o eliminado da vez, sendo que ele foi o único que seguiu o tema do episódio a risca naquele exato momento. Nada justifica, nem a sua onipresença, que pode sim ser bem irritante e nem a sua falta de atenção ou limites. Mas esse sou eu falando, uma pessoa que só teve que conviver com ele por pouco mais de 40 minutos na semana até esse episódio…

Nellie fez o de sempre, cantou daquele jeito de sempre uma música que por si só já é toda cheia de emoção e eu não consegui encontrar o motivo para tanta comoção ao final da sua apresentação ao som de “If I Were A Boy” de Honey B. Até assisti novamente para tentar entender se eu não estava realmente entendendo o que estava acontecendo por pura implicância (que eu assumo que fiquei implicante com ela desde que a Dani perdeu a sua vaga quando a Nellie era quem deveria ter ocupado aquela posição na ocasião, mas acabou sendo salva), ou se aquela apresentação não tinha mesmo sido tudo isso. Das três vezes que eu consegui ter paciência para assistir a sua performance (a da Aylin foram umas 10 em looping só hoje, rs), não consegui me emocionar em nenhuma delas. Sorry.

Com isso, agora já saindo do meu estado de negação e aceitando o inevitável estado de luto ao qual eu me encontro até agora (três semanas após a eliminação), Charlie deixou sim a competição (tremendo o lábio para escrever esse último parágrafo), mas não sem antes se despedir foufamente da Aylin (a quem ele deixou a tarefa de ganhar TGP e quase não conseguiu se segurar quando ela entrou na sala em um momento também super foufo entre os dois) e cantar a sua versão de “Keep Holding On” daquela forma que nessa edição, só ele conseguia fazer e lindamente. E sendo esse o episódio anterior a despedida da Nellie (por isso eu disse lá no começo da review que iria começar do fim), ela que poderia SIM ter saído no lugar do Charlie (ou da Dani) e ter nos poupado dessa mágoa ainda tão cedo na competição para alguém tão talentoso como ele (ou ela), sinto em dizer que The Glee Project perdeu um grande candidato. Humpf! Perdemos o novo Finn. (tears)

Errou feio hein uncle Ryan? Vale uma repescagem? Vale dizer que no final de tudo quem vai ganhar essa edição de TGP será o casal Aylin ♥ Charlie, mesmo com ele já tendo sido eliminado? Pense nessa possibilidade com carinho…

#CHATIADO

E foi isso que nós perdemos nessas duas últimas semanas em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T

 

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