Posts Tagged ‘30 Rock’

Alguém arrisca um abraço de urso no Baldwin?

Agosto 21, 2013

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Mesmo com essa cara?

Duvido… e olha que fica difícil resistir com tantas coisas foufas ao seu redor e ou qualquer lembrança de 30 Rock agora já antigo.

Mas não adianta fazer cara de poucos amigos…

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… quando no fundo mesmo, todo mundo sabe que você é uma flor, Donaghy. (rs)

#TRUCULENTOWHO

 

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E a lista dos indicados ao Emmy 2013 que resolveu nos agradar dessa vez?

Julho 19, 2013

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Uma lista que não podemos nem reclamar muito, porque vamos combinar que boa parte dos que mereciam uma indicação ao Emmy 2013, estão nela. Claro que tem sempre aquele que inexplicavelmente acaba ficando de fora, mas podemos dizer que essa lista está bem bacana e quase completa esse ano. (fora os prêmios técnicos)

Por isso não vamos nem enrolar muito e vamos direto para os indicados, com comentários, apostas e torcidas, claro:

 

Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey – House of Cards

Hugh Bonneville – Downton Abbey

♥ Jon Hamm – Mad Men

♥ Damian Lewis – Homeland

♥ Bryan Cranston – Breaking Bad

♥ Jeff Daniels – The Newsroom

 

Só não vou votar no Kevin Spacey porque ainda não vi House Of Cards, apesar das recomendações todas e o Boneville eu acho bom, mas não acho que Downton (deveria ter sido escrito como coadjuvante) exija tanto assim dele. Entre os outros quatro, ficaria bem feliz se qualquer um deles ganhasse, de verdade. O Jon Hamm já vem merecendo faz tempo e fez uma excelente temporada, o Bryan Cranston é sempre sensacional, sempre! Damian Lewis quase nos faz explodir de tanta tensão com o seu Brody e o Jeff Daniels reapareceu com um papel feito para roubar a cena de qualquer um, carregando a melhor parte de The Newsroom, que são as notícias e o dia a dia do trabalho da equipe . Imaginem no ano que vem, com Breaking Bad já encerrada e Mad Men possivelmente também? Não quero nem pensar…

 

Melhor atriz em série dramática

♥ Michelle Dockery – Downton Abbey

♥ Elizabeth Moss – Mad Men

♥ Claire Danes – Homeland

Vera Farmiga – Bates Motel

Kerry Washington – Scandal

Robin Wright – House of Cards

Connie Britton – Nashville

 

Que briga boa, hein? Tirando a Connie Britton, claro (sorry, implico mesmo com ela). Todas excelentes, se não das nossas séries preferidas do momento, pelo menos com algum histórico na nossa memória de bons personagens. Acho bem difícil alguém tirar o prêmio da Claire Danes, mas se for para ser assim, que seja uma de nossas outras apostas do coração ou a Vera Farmiga. #CRUZANDOOSDEDOS. PS: mas vou ter que revelar que atualmente o meu vício tem sido Orphan Black (sim, falaremos da série em breve por aqui, assim que eu terminar) e fiquei espantado com a não indicação da excelente Tatiana Maslany  nessa categoria. E sim também, a essa altura eu já me considero membro do #CloneClub 

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke – Game of Thrones

♥ Anna Gunn – Breaking Bad

♥ Maggie Smith – Downton Abbey

Morena Baccarin – Homeland

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Apesar de achar que a Emilia Clarke faz o impossível em GOT, falando línguas e ainda assim levando tudo aquilo muito a sério (rs), a Anna Gunn em crise em Breaking Bad foi uma das melhores coisas dessa primeira metade do final da série (e não tem como negar que a personagem cresceu muito a partir disso) e a Maggie Smith é sempre a Maggie Smith (inclusive, leiam esse trecho me imaginando imitando a mesma). Agora, alguém me diz  o que é que Morena da Bacardi está fazendo nessa ou por esse papel, em qualquer outra lista? Bom, antes ela do que a filha chatinha do Brody em Homeland… #CREDINCRUZ

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática

♥ Aaron Paul – Breaking Bad

Bobby Cannavale – Boardwalk Empire

Jim Carter – Downton Abbey

♥ Peter Dinklage – Game of Thrones

♥ Jonathan Banks – Breaking Bad

Mandy Patinkin – Homeland

 

Hmm mmm… que difícil. AMAMOS os meninos de Breaking Bad (de nada Banks, rs) e eu ainda trabalho na ideia de me tornar amigo do Aaron Paul portanto, ele sempre terá alguma vantagem na minha torcida. Mas se não for para um dos dois (lembro até hoje o dia em que o Aaron ganhou aquele outro prêmio e a minha reação em casa foi o equivalente ao que certas pessoas fazem quando seus times ganham um campeonato qualquer. Sério), que o prêmio fique com o Dinklage, que mesmo quando não é o destaque da vez em GOT (e essa temporada não foi dele) consegue roubar a cena. 

 

Melhor série de comédia

♥ Louie

♥ Girls

♥ 30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

O que? Não tem New Girl nessa categoria? Mas gente, o Emmy resolveu ficar justo assim? Clap Clap Clap! AMO sou qualquer uma das três primeiras da lista, mesmo tenho a sensação de que já faz tanto tempo que não vejo Louie (sorry + indo para o inferno em 3, 2, 1), mas como última vez, esse prêmio merecia ir para a série da Tina Fey, hein? Veep eu não vejo p0rque esqueço e implico com a atriz, apesar de reconhecer que ela é ótima (e deve levar), Modern Family é sempre boa, mas é só aquilo mesmo e TBBT, já foi melhor, já foi pior, já foi bem pior e voltou a ficar OK, mas sentimos que já deu faz pelo menos umas 5 temporadas. (já não existem 12 delas? Não? rs)

 

Melhor série dramática

♥ Breaking Bad

♥ Game of Thrones

♥ Mad Men

♥ Downton Abbey

♥ Homeland

House of Cards

 

Das 6 indicadas nessa categoria, assisto 5 então, primeiro, #SUCKIT’ e segundo que está bem dramático escolher. GOT melhorou muito (não está perfeita ainda, mas… Mad Men continua excelente como sempre, Downton Abbey é aquela delícia com sotaque inglês e Breaking Bad, por mais que já tenha passado faz tanto tempo também (mesma sensação de Louie), sempre fez por merecer. Entreguem para uma dessas, até eu assistir HOC e talvez mudar de opinião, rs (mentira, sou fiel aos meus amores mais antigos. Ops… mentira de novo, rs)

 

Melhor ator em série de comédia

♥ Alec Baldwin – 30 Rock

Jason Bateman – Arrested Development

♥ Louis C.K. – Louie

Don Cheadle – House of Lies

Matt Leblanc – Episodes

Jim Parsons – The Big Bang Theory

 

Louis + Alec Baldwin. Com certeza. Poderiam inclusive dividir essa categoria e entregar o envelope para o Bateman, como prêmio de consolação, embora ele tenha feito um ótimo trabalho em Arrested Development novamente. E vou achar bem incoerente se com uma lista linda dessa de indicados, o Cheadle ou o Leblanc acabarem levando essa por papeis em séries que a) não merecem tanto assim e b) quase ninguém assiste. Apesar de não achar que a opção B seja regra para qualquer coisa…

 

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern – Enlightened

♥ Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

♥ Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

♥ Amy Poehler – Parks And Recreation

 

Novamente a Edie Falco sendo prejudicada, porque de engraçadona mesmo, a sua personagem em Nurse Jackie não tem nada. Mas opa, vejo a dobradinha Fey + Poehler novamente? Então declaro empate (porque exijo as duas juntas para sempre, mas não por essa última temporada de P&R que foi bem meio assim), claro, com direito a close na Lena Dunham na hora em que elas estiverem recebendo o prêmio, porque queremos que ela nos represente com os olhos brilhando nesse momento. Juro que no ano que vem o prêmio é seu, tá Lena? #GHOLS

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

♥ Mayim Bialik – The Big Bang Theory

♥ Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Sofía Vergara – Modern Family

♥ Jane Krakowski – 30 Rock

Jane Lynch – Glee

Anna Chlumsky – Veep

 

Quase dei um pulo da minha cadeira quando vi os nomes da Mayim Bialik e da Merrit Wever nessa lista, sendo que a primeira veio para salvar o Sheldon de TBBT e conseguiu o impossível dentro da série, se tornando um dos personagens mais bacanas e que até consegue nos fazer rir mesmo com a série estando mais do que cansada e a segunda delas, essa sim o alívio cômico perfeito para Nurse Jackie. E a Sofia Vergara desapareceu durante essa última temporada de Modern Family, não?

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Tony Hale – Veep

♥ Adam Driver – Girls

♥ Bill Hader – Saturday Night Live

 

Já que a lista tem quase todo mundo de Modern Family, eu teria incluído o Nolan Gould, que foi quem ao lado do Ty Burrell (o único que eu aceito da lista da série) divou durante essa última temporada. AMO o Bill Hader e a sua despedida no SNL com o casamento do Stefon e o Seth Meyers foi sensacional, mas não tem como negar que ver o nome do Adam Driver finalmente figurando em uma lista como essa, tenha feito o meu coração dar aquela acelerada carinhosa de fã de #GHOLS. Eu votaria em um dos dois ou nos dois, apenas… (imaginem a estranheza do Adam Driver no palco?)

 

Melhor minissérie ou filme

American Horror Story

Behind the Candelabra

The Bible

Phil Spector

Political Animals

Top of the Lake

 

American Horror Story fez uma temporada muito superior a anterior e mereceu a indicação. Das outras eu não vi nada ainda, mas na fila estão Behind The Candelabra e Top Of The Lake. Talvez em 2037 eu consiga ver… rs

 

Melhor ator em minissérie ou filme

♥ Benedict Cumberbatch – Parade’s End

Matt Damon – Behind the Candelabra

Michael Douglas – Behind the Candelabra

Toby Jones – The Girl

Al Pacino – Phil Spector

 

Grandes nomes nessa categoria, não? Al Pacino, Michael Douglas, Matt Damon. Vale torcer pelo Benedict, ou nem precisa tentar?

 

Melhor atriz em minissérie ou filme

♥ Jessica Lange – American Horror Story

♥ Laura Linney – The Big C

Helen Mirren – Phil Spector

♥ Elizabeth Moss – Top of the Lake

Sigourney Weaver – Political Animals

 

Jessica Lange já é uma senhora e segurou como ninguém uma cena de lingerie vermelha na TV, por isso merece todo o nosso respeito. Laura Linney encerrou lindamente a sua The Big C e foi muito justo terem lembrando do seu nome nessa hora. Mas a Elizabeth Moss concorrendo em duas categorias de atriz por papéis diferentes tem que significar alguma coisa para o universo, não é mesmo? Fiquei morrendo de orgulho. #PLIM. Mas temos a Helen Mirren na jogada e rainha é sempre rainha.

 

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell – American Horror Story

♥ Zachary Quinto – American Horror Story

Scott Bakula – Behind the Candelabra

♥ John Benjamin Hickey – The Big C

Peter Mullan – Top of the Lake

 

Sean! Eu AMO o Zachary Quinto desde sempre (por isso vou sempre torcer por ele também), mas não tem como não torcer  um pouco mais pelo Sean. Sorry, mas vai contra a minha natureza. 

 

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

♥ Sarah Paulson – American Horror Story

Imelda Staunton – The Girl

Ellen Burstyn – Political Animals

Charlotte Rampling – Restless

Alfre Woodard – Steel Magnolias

 

Sarah Paulson é uma excelente atriz e fez um ótimo trabalho em AHS. As demais eu não vi, então…

 

Melhor reality show de competição

The amazing race

Dancing with the stars

Project Runaway

So You Think You Can Dance

Top Chef

♥ The Voice

 

The Voice, para sempre por enquanto. 

Melhor série de variedades

The Colbert Report

“The Daily Show

Jimmy Kimmel Live

Late night with Jimmy Fallon

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

 

O SNL é quase sempre muito bom e quando não é, a culpa é toda do convidado. Mas a briga Kimmel vs Fallon promete. Gostaria de ver o Craig Ferguson nessa categoria, o meu favorito de todos eles. 

 

Animados? Então dia 22 de Setembro temos um date para comentar tudo depois hein? #QUEELESNAONOSDECEPCIONEM #MASELESSEMPRENOSDECEPCIONAM

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A temporada final de 30 Rock – Blerg!

Fevereiro 15, 2013

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Primeiro de tudo, foi lindo poder ver uma série como 30 Rock chegando a sua sétima temporada. E chegando bem, com apenas um deslise aqui ou ali (significando uma temporada ou outra mais fraca do que as demais, mas ainda assim bem boa), mas encontrando rapidamente a boa forma de seus primórdios e chegando a sua reta final da melhor forma possível, embora obrigada a amargar uma última temporada reduzida (me recuso a dizer que foi melhor que nada, mas foi). Tina Fey afiadíssima como sempre, Alec Baldwin em seu melhor papel na vida. Até o elenco mais canastrão ou caricata da série esteve muito bem durante todos esses anos até o final da série e até mesmo os coadjuvantes mais coadjuvantes tiveram a sua vez no series finale, nem que seja apenas por um simples detalhe, como o boné do Frank onde dessa vez estava escrito “Period”, nada mais apropriado para uma conclusão encerrando o plot dos seus easter eggs escondidos nesse tipo de detalhe simples, mas que muitas vezes acabou funcionando como uma das melhores piadas do episódio para quem é mais atento a esse tipo de detalhe, por exemplo.

Apesar de não ser nada fácil aceitar que algo que gostamos tanto finalmente tenha encontrado o seu fim, acho que nesse caso não podemos nem lamentar, porque 30 Rock foi uma experiência totalmente atípica na TV, uma verdadeira exceção a regra. Em pensar que a NBC continuou apostando na série até então, mesmo com a sua baixa audiência desde sempre, podemos perceber que realmente ela foi uma exceção. Baixa para alguns, seletiva para outros, mas fato é que a série conseguiu um feito que poucas outras que seguem uma linha semelhante (Community, Parks & Rec…) terão a chance de conseguir um dia a chegar pelo menos perto do que a série alcançou. Ainda mais agora, em tempos de mudanças, quando encontramos um canal como a NBC, que sempre foi o dono das ótimas e memoráveis comédias da TV, algumas bem inovadoras e que acabaram fazendo escola (como a avalanche de single-camera como fundamento que andou se multiplicando nos últimos anos), canal que agora se encontra visivelmente enfrentando uma crise de identidade preocupante, tentando popularizar o humor, entregando novos projetos cada vez mais mastigados ou fáceis de serem digeridos e tudo isso em busca de uma maior audiência, grandes números, coisa que 30 Rock e algumas de suas colegas nunca ou nem sempre tiveram. Mas, mesmo com 30 Rock quase nunca figurando entre as séries mais vistas, eles sempre foram lembrados em quase todas as premiações de TV, o que de certa forma, sempre acabou trazendo um certo prestígio para a série e além disso ajudou muito a colocar o nome da Tina Fey entre os maiores comediantes do momento. E nesse caso, não estamos nem separando por gênero, que fique bem claro. Te amo, Tina Fey. Quer ser minha mentora na vida?

E não pensem que essa crise passaria batido na série, porque Tina Fey estava lá, pronta para criticar a própria emissora que sempre lhe deu a maior liberdade para tratar sobre qualquer assunto, inclusive apontar o dedo e mostrar os atuais defeitos da própria empresa onde ela trabalhava. E tudo isso com muito bom humor, mesmo quando optando pelo escracho, sem precisar atacar com armas pesadas demais para mostrar o seu ponto de vista, mesmo quando ela fazia críticas duras a todas essas mudanças do seu canal ou sobre um outro assunto qualquer. E não é nem uma questão de humor com classe não e está mais para um humor inteligente mesmo, do tipo que sabe rir da própria desgraça como ninguém e por isso talvez saiba fazer piada com os demais como ninguém também.

Começamos inclusive essa temporada de despedida falando sobre o atual problema do canal e toda a sua crise de identidade e talvez esse tenha sido um dos assuntos mais recorrentes dessa temporada final, propositalmente é claro. A minha crítica preferida nisso tudo foi entregue no episódio com o macaco como centro das atenções, uma crítica explicita a nova série já cancelada pelo canal e que até então era uma aposta certa (a total lame Animal Practice) do mesmo. Ainda nesse episódio, eles aproveitaram para se defender da ideia preconceituosa e sexista que ainda ecoa por aí de vez em quando, uma ideia estúpida que diz que  “mulheres não podem ser engraçadas”, algo que nesse caso, temos sete temporadas que nos provam totalmente o contrário e um recente Golden Globes comandado pela dupla Fey + Poehler que foi a melhor premiação dos últimos tempos. Inclusive, tenho certeza que ao final desse episódio, a Amy Poehler herself ligou para a Tina Fey só para dizer um “You Go Girl/Girl Power”, enquanto ambas planejavam o brunch do próximo sábado (apesar de não estarmos mais nos 90’s, rs) na companhia da Mindy Kaling e da Lena Dunham, é claro. (sério, esse seria o meu novo Sex And The City preferido ever e ou sonho de date perfeito para qualquer sábado entre a manhã e a tarde com as amigas. E se quiserem um quinto elemento daqueles, me liguem, ghols! Eu e NY estamos super disponíveis para abraçar esse projeto… rs)

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Como estávamos assistindo uma temporada de despedida, nada mais justo que alguns personagens e plots recorrentes de todas essas temporadas acabassem aparecendo para se despedir (até o Jonathan voltou! Ele que eles mesmo fizeram questão de fazer piada quando o ator saiu da série para fazer Whitney, outra grande bobagem da TV que continua rendendo mas que logo ele foi descartado do elenco), assim como algumas resoluções que ainda precisavam acontecer para os personagens principais da série, que ainda tinham alguns assuntos importantes para encerrar. Deles todos, foi excelente rever o Will Arnett fugindo daquele pesadelo que é a sua série atual (Up All Night, mais uma aposta super furada desde a sua estreia pela NBC, que acaba de perder a Christina Applegate do elenco principal e dizem que para manter a série com um novo formato de sitcom, que a propósito, é a nova aposta do canal, eles estão considerando até contratar a Lisa Kudrow de Friends antigo como sua substituta. Sério. DaFuck NBC? ), ele que acabou voltando como o grande nemesis do Jack (ele e sempre ótima Chloë Moretz), também vivendo um dos seus melhores papéis na TV, ainda mais quando comparado ao seu atual emprego (um deles, porque em Arrested Development, nós estamos esperando confiantes e ansiosamente que ele volte unfirah!). Mas nada foi mais especial do que a despedida da Colleen, mãe do Jack, que acabou fazendo a passagem em um dos melhores episódios da série, com um funeral recheado de acontecimentos dos mais absurdos possíveis.

Entre todas as resoluções da temporada, encontramos o Jack atingindo o sonho do cargo máximo dentro da emissora, depois achando que nada daquilo fazia sentido na sua vida depois de preencher o gráfico em formato de pizza de tudo aquilo que ele ainda precisava realizar para ser um homem completo e feliz (e os itens do mesmo eram todos sensacionais. O que foi ele cantando super enturmado e naturalmente no coral da igreja?), não se sentindo digno de comandar um canal de TV, ele que também parece ter sofrido um pouco daquela crise de identidade que já mencionamos anteriormente. Mas isso não a ponto de prejudicar o personagem, pelo contrário até. E quem não desconfiava que no final das contas, ele acabaria passando o seu posto para o Kenneth que desde sempre, entre eles todos, foi quem mais soube sobre o assunto? Claro que o papel caberia perfeitamente para o personagem, que foi do zelador a presidência durante essa temporada, mas não sem antes cometer alguns errinhos típicos de principiantes no poder, além de no final, a gente ter ganhado a confirmação de que sua idade realmente tratava-se de algo desconhecido e que merecia ter sido estudado. (do passado ao futuro, Kenneth esteve everywhere. EVERYWHERE!)

Jack Donaghy que esteve sensacional durante essas sete temporadas da série (olhando no relógio para ver se já não passou das seis para que eu vista o meu tux, porque afinal, eu também não sou nenhum fazendeiro, rs) e que com certeza foi o responsável pela retomada na carreira do Alec Baldwin, que estava mais do que decadente devido a suas escolhas, mas que dessa vez, conseguiu sair do limbo e nós esperamos que para nunca mais voltar. (Eu, aproveitando para fazer referência ao meu vício do momento, o game Limbo. Joguem, se viciem e depois venham dividir suas impressões comigo no GDA, gamers descaradamente anônimos). Jack descobrindo que a mãe era lésbica e as justificativas para tal foram alguns dos melhores momentos dessa reta final. O que foram todos aqueles objetos não identificados totalmente identificáveis (rs) na prateleira do quarto da mãe e sua outra metade? Ri por três gerações naquele momento. Sério.

Até que chegamos as resoluções dela, a nossa queridíssima Liz Lemon (♥) e todas elas foram mais do que especiais. Do seu casamento no melhor estilo “Star Wars”, até a chegada do seu casal de filhos adotivos, que eram exatamente como miniaturas foufas da Jenna + Tracy (claramente o seu karma e que com essa experiência de sete temporadas todos nós sabemos muito bem que ela conseguiria dar conta e que faria um excelente trabalho com aquelas crianças em sua vida e não temos a menor dúvida disso. You girl mom!), não teve como não amar cada uma delas, por um motivo ou por outro e todos eles ligados a mitologia da série e da personagem. Verdade é que durante todos esses anos, nós torcemos por aquela mulher, que poderia não ser exatamente como muita gente imagina como o perfil ideal para se alcançar o sucesso (nos colocando automaticamente fora desse grupo, porque se não somos como ela, queremos alguém parecido, logo estamos fora dessa categoria tola) mas que nem por isso não esteve no caminho certo em busca de deixar a sua vida como ela gostaria, sem romantizar demais as coisas ou estabelecer um ideal difícil demais de se alcançar.

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E Liz Lemon conseguiu, com uma lista até que invejável de ex namorados para alguém considerada como uma loser (Sudeikis, Hamm, Damon, um dos ex prisioneiros de OZ – esse menos invejável – e por último, o prince Charming em pessoa, mas não o de OUAT, rs) e que já estava até se acostumando com a ideia de ficar sozinha para o resto da sua vida (batendo três vezes de medo e pavor, não que eu tenha medo, que sei que poderia muito bem me virar sozinho, mas também não quero isso pra mim. Knoc Knoc Knoc), com uma boa parcela de ajuda de crédito para o seu mentor durante toda essa jornada (Donaghy), encontramos a personagem no final da temporada exatamente onde ela gostaria de estar, em um cenário feliz só que bem pé no chão, apesar de extremamente bem sucedido e com uma trajetória invejável em termos de programas de TV. Mesmo para os fictícios, rs.

Liz é exatamente um modelo da personagem possível, aquela que poderia muito bem ser eu ou você. Sem contar que é importante ter de vez em quando, só para variar um pouquinho, alguém como modelo de sucesso fugindo totalmente de qualquer um dos padrões pré estabelecidos e mesmo assim, conseguindo chegar lá sem se perder no caminho (e quando eu digo me perder, eu não estou querendo dizer errar e sim ir perdendo a identidade e ou fundamento durante o percurso). E como eu disse, sem romantizar o caminho difícil que é alcançar qualquer coisa que você queira muito na vida (que raramente vai acontecer facilmente), mostrando os obstáculos e as dificuldades encontradas nele e tudo isso com bom humor, aprendendo a rir da própria desgraça, mas ao mesmo tempo se levando a sério, só não a sério demais para não perder a graça. Confesso que em todas essas resoluções para a personagem, acabei derramando pelo menos uma lágrima, que saía junto com aquele 1/2 sorriso, por vê-la conseguindo atingir todos os seus objetivos. Querendo ou não, nos sentimos um pouquinho projetados e realizados pela própria personagem, achando que pelo menos estamos no caminho certo.

E o series finale da série, apesar de extremamente simples (mas dá para entender o overrated devido a tudo que ele representou para os fãs da série), foi também um grande presente para todos os fãs que acompanharam a série ao longo desses anos todos, recheado de referências a sua mitologia e revisitas deliciosas, quase como se ele fosse montando a base de piadas internas que apenas quem assistiu tudo de 30 Rock seria capaz de entender. Tracy, Jenna, Pete, Kenneth, Jack, Liz e até o Lutz, todos encontraram o seu destino, alguns inclusive no futuro e ao som de “The Rural Juror”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Ai a gente lembra que 30 Rock chegou a TV na mesma época de Studio 60, que trazia uma história com assuntos semelhantes, embora tratados de uma outra forma pelo Aaron Sorkin (que inclusive já participou de 30 Rock), série que não conseguiu durar mais do que uma temporada, mesmo sendo excelente (aliás, recomendo que todos vejam Studio 60, que tem o Matthew Perry no seu único bom papel depois de Friends). Mas 30 Rock conseguiu seguir em frente, mesmo não sendo das séries de comédia mais fáceis se assistir para alguns, com o humor mas óbvio para uma maioria, que conseguiu manter suas referências sem exagerar na dose ou se tornar pedante demais, recheada de auto crítica e dedos apontados para a própria cara, além de alguns sempre apontando para a cara dos outros também, é claro. Uma série que teve excelentes participações ao longo dos anos (só nessa última temporada, tivemos o Bryan Cranston completamente maluco e o Steve Buscemi de crossdresser, só para vocês terem uma ideia)  e todo mundo que é legal esteve por lá (menos a Mindy, a Amy Poehler, Lena Dunham ou eu, rs) e quem não é muito legal também (Kim Kardashian, Kellan Lutz interpretando de forma vergonhosa o sobrinho do próprio Lutz) e fez os melhores episódios ao vivo da TV de todos os tempos, duas vezes para cada um deles, com piadas diferentes para a costa leste e oeste, para que todos tivessem a mesma experiência e a gente pudesse comprovar o quanto eles são bons, mesmo duas vezes seguidas.

30 Rock - Liz

Assim nos despedimos de uma das melhores séries de comédia de todos os tempos, algo que talvez seja apenas o pontapé inicial para o fim de uma era na TV. Mas já estamos preparados para ver a Tina Fey em qualquer lugar, ler todos os seus livros e esperar o seu “Mean Moms” (para quem não sabe, o roteiro de “Mean Girls” é da Tina Fey), que eu aposto que ela planeja fazer depois daquele plot com as mães megabitches online criticando absurdos da postura uma da outra. Quem sabe?

De qualquer forma, foi ótimo poder comprovar que existem outros ótimos exemplos de sucesso dentro da TV e a Liz Lemon certamente está entre eles, que são poucos, mas que quando aparecem, acabam nos representando e muito bem. Série para fazer questão de se ter, rever e guardar em uma prateleira especial para sempre.

Obrigado Tina Fey. NERDS!

 

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Sempre dissemos que é humanamente impossível resistir a esse nível de magia sueca…

Fevereiro 7, 2013

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… e com essa imagem do Kenneth de 30 Rock (que todo mundo sabe que é uma das pessoas mais assexuadas do universo) completamente enfeitiçado pela passagem do Alexander Skargard, sem conseguir sequer disfarçar a sua total entrega ao feitiço da magia à sedução sueca em forma de uma mordidinha nervosa no lábio, comprovamos que só pode ser humanamente impossível não se abalar com tamanha magia de mais de 3 metros de altura.

Höy!

 

ps: no último domingo, fui dormir e ao ligar a TV para programar o alarme, estava passando True Blood na TV aberta, dublado (#Meh…) e exatamente na primeira cena do Eric na série. Gritei, confirmou! Claro. (só que baixinho, para não acordar ninguém)

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Alguém ainda tem alguma dúvida de que esse tem tudo para ser o melhor Golden Globes EVA?

Dezembro 17, 2012

Eu já estou torcendo para o Ryan Gosling aceitar o convite esse ano e ser a vítima das provocações todas da Amy Poehler, que está solteira e nada mais justo que ela ganhe essa chance/presente. (Tina também merece, mas é uma senhöura casada, o que também não impede muito nesse caso, rs)

Ansiosos para a chegada do próximo dia 13? (contando os dias fazendo palitinhos na parede. Menos 1 /)

 

ps: mas tenho certeza que elas vão se virar para o lado do George Clooney, isso é claro que se ele for. CERTEZA! (#CONFLITODEGERAÇÕES)

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Boy que acredita que é magia e que força o músculo na beira da piscina para imprimir uma força maior do que ele talvez tenha, significa?

Dezembro 10, 2012

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Alguém que se importe precisa dizer de uma vez por todas para o Kellan Slutz que ele não é tudo o que ele pensa ser, nem forçando o bíceps para parecer maior na beira da piscina do hotel enquanto pede falando com a língua bem “pressa” para o “garssom” “trasser” uma piña colada bem xelada e com dois “guarda-xuvinhas” em tons que combinem entre si.

Se eu tivesse 15 cm a mais de maldade no meu ser, me importaria em dizer que a sua participação em 30 Rock um dia desses como sobrinho do Lutz foi lastimável, uma verdadeira vergonha até mesmo para a Associação dos Atores Medíocres Nada Anônimos (porque eles são todos bem aparecidos e não perdem uma oportunidade de mostrar a cara, rs) e certamente ele aproveitou o alívio cômico da sua cameo na série para se sentir mais livre do que uma borboleta no desenho antigo dos Smurfs. Mas como sou melhor do que tudo isso, vou deixar passar…

 

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Me diz se esse não tem tudo para ser o melhor Golden Glober Ever?

Outubro 16, 2012

Confirmou! As apresentadoras do Golden Globes 2013 serão Tina Fey e …. Amy Poehler! YEI

Tem dupla melhor para apresentar qualquer coisa?

Não não tem.

A premiação acontece dia 13/01/13 e por favor, não marquem nada para essa data porque nós teremos muito o que fazer e comentar nessa noite hein? (já adianto que esse não será o único evento da noite…)

Animados?

Eu já estou até preparando o meu PJ especial de noite de red carpet…

 

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Não sei mais quando é a Tina Fey ou a Winona Ryder

Outubro 1, 2012

Isso até ambas passarem no detector e o alarme de qualquer loja começar a tocar. #BUSTED! (Ok, sorry Winona! Não consegui resistir a piadinha escrota)

Mas falando sério agora, acho que as duas estão ficando cada dia mais parecidas e já podem até interpretar irmãs, ou Winona pode fazer uma ponta em qualquer 30 Rock Live. (ou seja, o último neam? Se é que vai acontecer… – mas deveria)

 

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#CRUSH antiga

Agosto 3, 2012

Fazer o que se nós somos movidos a big crushes… (eu falando por todos meus leitores, claro)

E sozinho a magia mágica dele volta a aparecer por aqui, de frente…

… e de perfil. Höy!

Tenha um bom dia Scott Speedman. (toda vez que eu falo Scott Speedman agora eu penso em Scott Scotsman de 30 Rock, rs)

(♥)

ps: só eu vou ver Last Resort por motivos mais do que óbvios e antigos de pura felicidade em blonde ambition?

 

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Precisamos mesmo comentar os indicados ao (M)Emmy 2012?

Julho 23, 2012

Ou optamos por ignorar a premiação, assim como eles fizeram com Parks And Recreation, John Noble…

Mas ok, vamos engolir mais essa mágoa e comentar os indicados ao Memmy 2012, quer dizer, ao 64th Emmy Awards mesmo assim (com bastante atraso, eu sei), com a novidade de que dessa vez, além dos ♥ para as nossas preferidas/apostas/torcidas, temos um símbolo novo para aquelas que a gente acha que não merecia nem ao menos a indicação…

 

Melhor série dramática

†  Boardwalk Empire

♥  Breaking Bad

†  Game of Thrones

♥  Mad men

♥  Downton Abbey

♥  Homeland

 

Minha maior indecisão do momento. Tirando Boardwalk Empire e GOT que não merecem, qualquer uma das outras como vencedora dessa categoria  já me deixaria bem feliz. Mas como eu prefiro me comprometer ao me contentar com qualquer coisa, torço um pouco mais por Homeland, que pensando bem, foi a melhor de todas elas SIM! Suck it!

 

Melhor série de comédia

Curb Your Enthusiasm

♥  Girls

30 rock

Veep

Modern Family

†  The Big Bang Theory

 

De cara, já é bem bom não ver New Girl nessa lista. Por outro lado, é impossível aceitar que alguém ache que toda a temporada de The Big Bang Theory tenha sido melhor do que qualquer um dos episódios de Parks And Recreation. E vc pode até escolher aquele episódio meio assim do boliche, que de longe consegue ser melhor do que qualquer ep bom atualmente de TBBT. #CHATIADO. Mesmo assim, é bem justo ver Girls nessa lista, que é para onde vai a nossa torcida. 

 

Melhor atriz em série de comédia

†  Zooey Deschanel (New Girl)

♥  Lena Dunham (Girls)

Edie Falco (Nurse Jackie)

♥  Amy Poehler (Parks and Recreation)

♥  Tina Fey (30 Rock)

Julia Louis-Dreyfus (Veep)

Melissa McCarthy (Mike & Molly)

 

Se eu fosse a Zooey Deschanel, escreveria uma carta de próprio punho agradecendo a indicação mas reconhecendo que ela não foi nada merecida, além de mega constrangedora, mais ainda do que a sua própria atuação em New Girl. Dizem que esse prêmio é quase certo para a Julia Louis-Dreyfus (motivo pelo qual eu não consigo me interessar por Veep. Eu sei, eu sei, por pura implicância minha desde Seinfeld). AMO a Lena Dunham e não consigo não torcer por ela (apesar da série em si ser muito mais engraçada do que a sua personagem, mas estamos falando de um outro tipo de comédia), assim como a Tina Fey que até o Coringa foi durante essa última temporada de 30 Rock. Mas como não dar esse prêmio para a Amy Poehler com a sua Leslie Knope em ano de eleição? CO-MO? 

 

Melhor ator em série de comédia

†  Larry David (Curb Your Enthusiasm)

†  Jon Cryer (Two and a Half Men)

♥  Louis C.K. (Louie)

Jim Parsons (The Big Bang Theory)

Don Cheadle (House of Lies)

 

Louie, Louie, Louie, Louie e e e. Desculpa qualquer coisa para todos os outros, mas Louie é Louie. (e a Season 3 começou quase agora e está melhor ainda. Sério!)

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

♥  Mayim Bialik (The Big Bang Theory)

♥  Merritt Wever (Nurse Jackie)

†  Julie Bowen (Modern Family)

♥  Kristen Wiig (Saturday Night Live)

♥  Sofía Vergara (Modern Family)

†  Kathryn Joosten (Desperate Housewives)

 

Se tem alguma coisa nessa vida que justifica a presença de The Big Bang Theory nessa lista em qualquer categoria é a participação da Blossom nessa última temporada, que foi a única que conseguiu me fazer rir em algum momento. Merritt Wever é sempre ótima em NJ e eu já disse que é com a sua Zoey que a Zooey Deschanel deveria tentar aprender a interpretar uma personagem bocó sem parecer ridícula. Sofia Vergara a gente sempre AMA, mas essa não foi a sua temporada em MF. Não consigo gostar da Julie Bowen, não me importo com nenhuma atriz de Desperate e sinto que esse prêmio vai merecidamente para a Kristen Wiig, por sua despedida no SNL

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

♥  Ed O’Neill (Modern Family)

Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)

♥  Ty Burrell (Modern Family)

Eric Stonestreet (Modern Family)

Bill Hader (Saturday Night Live)

♥  Max Greenfield (New Girl)

 

Da mesma foram que Blossom está para TBBT, o Schmidt está para New Girl, que eu só consegui terminar de assistir por ele. Mas com o volume de atores de MF disputando essa categoria, está meio que na cara que um deles é quem deve sair com esse prêmio e por isso torço mais dessa vez pelo Ed O’Neill, que ganhou ótimos momentos durante essa última temporada de MF e o Ty Burrell, que desde o começo é o único personagem da série que conseguiu se manter no mesmo nível excelente desde sempre.

 

Melhor atriz em série dramática

†  Julianna Margulies (The Good Wife)

♥  Michelle Dockery (Downton abbey)

♥  Elizabeth Moss (Mad men)

†  Kathy Bates (Harry’s law)

♥  Claire Danes (Homeland)

♥  Glenn Close (Damages)

 

Acabei de assistir as duas temporadas de Downton Abbey quase agora e estou altamente influenciado, achando que a série merece todo e qualquer prêmio ever. AMO a Michel Dockery, AMO! (e ela não tem nome de drink? Eu bem acho… rs). Mas a Elizabeth Moss também é sempre ótima e só por aquela cena da separação dela e do Don Draper já valeria essa prêmio. Mas esse ano não tem Glenn Close certa (e o quarto ano de Damages além de ser bem mediano, não foi a temporada de Patty Hewes, por isso eu não vejo o porque dessa indicação. Já o começo da Season 5… EXCELENTE!) e ninguém merece mais esse prêmio do que a Claire Danes bipolar & enfurecida em Homeland, hein? Sejamos justos!

 

Melhor ator em série dramática

Steve Buscemi (Boardwalk Empire)

Michael C. Hall (Dexter)

♥  Bryan Cranston (Breaking Bad)

Hugh Bonneville (Downton Abbey)

♥  Jon Hamm (Mad Men)

♥  Damian Lewis (Homeland)

 

Fico dividido entre esses três e nesse caso não consigo me decidir. Desculpa sociedade, as vezes eu fico bem indeciso mesmo.

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

†   Archie Panjabi (The Good Wife)

♥  Anna Gunn (Breaking Bad)

♥  Maggie Smith (Downton Abbey)

♥  Joanne Froggatt (Downton Abbey)

♥  Christina Hendricks (Mad Men)

†  Christine Baranski (The Good Wife)

 

Não gosto de nada da boa esposa. NADA (e detesto a Archie Panjabi na série). Mas eu acho que não tem como ninguém competir com a professora Minerva em Dowton Abbey. Beijo Maggie Smith! (apesar da Joanne também estar sempre ótima na série, a Christina Hendricks ter finalmente ganhado o seu grande momento em Mad Men e a Anna Gunn ter vivido a sua melhor e mais participativa temporada em Breaking Bad. #RESPECT)

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática

♥  Aaron Paul (Breaking Bad)

♥  Giancarlo Esposito (Breaking Bad)

♥  Brendan Coyle (Downton Abbey)

♥  Jim Carter (Downton Abbey)

♥  Jared Harris (Mad Men)

♥  Peter Dinklage (Game of Thrones)

 

Categoria que eu gosto de todos os indicados. Como faz? Apesar de ficar bem feliz com o prêmio indo para qualquer um deles, eu confesso que ficaria um pouco mais se o Aaron Paul levasse hein? (ele que segundo o próprio Bryan Cranston, era um personagem que teria morrido na série lá no quarto episódio antigo, mas que devido a greve dos roteirista e o reconhecimento do seu trabalho como ator além da química (rs) excelente que rolou entre os dois, acabou permanecendo no elenco fixo da série e deu no que deu. Howcoolisthat? Aliás, Breaking Bad que voltou com tudo para a sua Season 5, hein? AMEI o lado negro da força do Walter ficando quase que incontrolável. E aquele flashforward, hein? Será que a doença voltou? E porque da nova identidade, hein? Hmm mmm)

 

Melhor filme ou minissérie

Game Change

†  American Horror Story

Hemingway & Gellhorn

♥  Sherlock: A Scandal In Belgravia

Luther

Hatfields & McCoys

 

Nada na TV atualmente consegue ser melhor do que Sherlock. NADA.  E esse episódio então, é tipo uma obra prima mesmo. Mas sinto que eles vão amargar essa derrota para Hatfields & McCoys, que é a nova queridinha da america antiga. Humpf!

 

Melhor atriz em filme ou minissérie

Julianne Moore (Game Change)

†  Connie Britton (American Horror Story)

Nicole Kidman (Hemingway & Gellhorn)

Emma Thompson (The Song of Lunch)

Ashley Judd (Missing)

 

Connie Britton teve a personagem mais irritante na tão irritante quanto American Horror Story. Acho que o Ryan Murphy deveria se dedicar menos a novos projetos e focar mais no que ele faz de melhor, que é TGP! Sem contar o constrangimento de ter o seu nome no meio de todos esses outros nomes muito mais importantes. WOO!

 

Melhor ator em filme ou minissérie

Woody Harrelson (Game Change)

Clive Owen (Hemingway & Gellhorn)

Benedict Cumberbatch (Sherlock: A Scandal In Belgravia)

Idris Elba (Luther)

Kevin Costner (Hatfields & McCoys)

Bill Paxton (Hatfields & McCoys)

 

Benedict Cumberbatch = ♥

 

Melhor atriz coadjuvante em filme ou minissérie

Sarah Paulson (Game Change)

Frances Conroy (American Horror Story)

Jessica Lange (American Horror Story)

Judy Davis (Page Eight)

Mare Winningham (Hatfields & McCoys)

 

Jessica e Frances são sempre ótimas. Pena a série ser tão meio assim…

 

Melhor ator coadjuvante em filme ou minissérie

Ed Harris (Game Change)

Denis O’Hare (American Horror Story)

David Strathairn (Hemingway & Gellhorn)

Martin Freeman (Sherlock: A scandal In Belgravia)

Tom Berenger (Hatfields & McCoys)

 

Senti falta do Moriarty nessa categoria hein? Ele que merecia bem mais do que o Watson. Desculpa qualquer coisa, Martin Freeman. 

 

Programa de variedades

The Daily Show With Jon Stewart

The Colbert Report

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

Jimmy Kimmel Live

Late Night With Jimmy Fallon

 

Não tenho o menor respeito por uma premiação que não tem o Craig Ferguson nessa  categoria. Grato.

 

Programa de competição ou reality show

So You Think You Can Cance

The Amazing Race

Top Chef

Project Runaway

The Voice

 

Não tenho o menor respeito por uma premiação que não tem The Glee Project nessa categoria. Grato.

 

Apresentador de reality show ou programa de competição

Cat Deeley, (So You Think You Can Dance)

Phil Keoghan (The Amazing Race)

Ryan Seacrest (American Idol)

Betty White (Betty White’s Off Their Rockers)

Tom Bergeron (“Dancing with the stars”)

 

Já podemos dormir? E é isso minha gente, façam suas apostas e venham reclamar aqui comigo no dia seguinte a premiação, que acontece no dia 23 de Setembro e terá apresentação do Jimmy Kimmel.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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