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Amor e outras drogas que encontramos na farmácia

Fevereiro 9, 2011

Uma pena que o filme seja apenas mais uma comédia romântica. Uma pena mesmo…

Esse é o problema quando vc coloca dois nomes promissores do cinema no mesmo projeto, porque assim com esse peso, vc já espera o melhor. Eu por exemplo, quando vi o nome do Jake Gyllenhaal e da Anne Hathaway no mesmo filme e com o título de “Love & Other Drugs”, achei mesmo que talvez o filme fosse realmente bom, afinal, ambos já provaram que tem talento de sobra em alguns dos seus trabalhos anteriores.

Mas o filme é fraco, não chega a ser ruim, mas é bem fraco e foi dirigido por Edward Zwick (“Last Samurai” e “Legends Of The Fall” ). Históreeenha de amor “triste” de duas pessoas que não estão preparadas para se apaixonar , que se encontram por um acaso e acabam descobrindo o amor. Zzzz

Nada que vc já não tenha visto no passado, como em “Sweet November”, mas dessa vez, a mocinha da história sofre do mal de Parkinson, bem precoce aos 26 anos. Achei boa a parte de “stand up comedy” daquelas pessoas na reunião de quem sofre de Parkinson, que eu não sei se são pessoas reais ou atores, mas que me pareceram bem sinceros em seus depoimentos sobre a doença. Gostei do tipo de humor.

O vilão da história fica por conta da indústria farmacêutica e a sua conhecida manipulação em troco de uma boa bufunfa ($$$Catching). O filme se passa em meados dos anos 90 e talvez a história tivesse a intenção de mostrar o começo do drama que a américa antiga vive no momento atual, com parte de sua população viciada em rémedios e com uma farmácia em cada esquina. Dra-ma!

Mas se essa foi a intenção do filme, eles passaram longe de demonstrar essa real e séria preocupação. Tudo ficou muito velado e talvez até por isso, a Pfizer tenha aceitado aparecer no filme em diversos momentos. Em “Love & Other Drugs” eles mostram também o nascimento do Viagra e como a droga se tornou tão popular rapidamente, gerando grandes lucros para todos os envolvidos.

Talvez a intenção fosse a de mostrar a tal manipulação da indústria da farmácia e o seu jogo de interesses, mas achei a mensagem nesse caso um tanto quando fraca e meio perdida ao longo do filme. Ou seja, não surtiu o efeito. Nada como vimos em “O Jardineiro Fiel” por exemplo, que aborda o assunto de forma direta e com muito mais força, deixando todo mundo de queixo caido. (eu pelo menos fiquei…)

Outra coisa que chegou a me incomodar bastante e isso pode ser até um pecado de ser dito, mas achei meio gratuita todas aquelas cenas de nudez. Mesmo com toda a magia envolvida.

E olha que eu estou longe de ser careta, mas achei tão desnecessário toda hora um peito pulando para fora, uma bundinha escapando aqui e ali, ou aquelas cenas de meia silhueta onde vc acha que viu, mas na verdade não esta vendo nada demais. Achei tolo.

Talvez porque a pegação no filme começa, ai rola um corte e depois já pulamos para o final. Se houvesse uma continuidade, eu teria achado as cenas mais bonitas pelo menos, ou melhor aproveitada.

Sinceramente, achei que tanto a Anne quanto o Jake escolheram pagar bundeeenha no projeto errado. Fikdik para os seus agentes que eles desperdiçaram esse momento.

Por exemplo, quando o Jake aparece nu, apenas coberto por uma almofada, eu me lembrei de “American Pie” e isso não é bom, não a essa altura do campeonato. Achei tolo, achei comédia boba e achei ingênuo demais. Fora que eu não achei sexy, mesmo tendo no elenco dois atores dos mais desejados ever.

A única cena que funcionou no filme para o meu olhar, foi quando eles se pegaram para valer na primeira vez, na cozinha da casa dela, na parte que eles ainda estão vestido. Aquele começo eu achei HOT HOT HOT. Ai corta para os dois no chão e vc vê uma bundinha, mas nada demais. Se tiveseem passado mais tempo nas preliminares, teria surtido pra mim um eifeito mais assim, talvez eu soltasse até um: Höy! Mas não aconteceu…

Durante o filme temos uma reunião de clichês tolos e um final previsível demais. Sinceramente? Achei que a essa altura, nenhum dos dois (que eu AMO)  precisava desse tipo de papel, prontofalei.

E a minha revolta fica por conta da trilha do filme, ou a ausência dela. Achei a trilha do trailer bem melhor…

Ou seja, assistam em DVD  quanto estiverem em casa com preguiça e não esperem muito porque é só mais uma comédia romântica com um pouco de nudez, mas que nem anima muito, apesar de toda a magia envolvida.

5 anos

Julho 1, 2010

Ahazô Sydney Bristow!

8,5…what?

Junho 16, 2010

Um 8,5 bem sofisticado (que foi o elogio maior que recebi ao apresentar o meu trabalho final)…humpf!

Odeio notas quebradas, acho humilhante, fatão!

E já imagino o L bem grande que os meus amigo irão fazer depois dessa vergonha, rs

O único consolo é que se fosse ao contrário, eu daria um 4,5 por pura educação, Prontofalei!

Ainda bem que eu ainda consigo me divertir e render pencas do meu jeito neam?

God Save McQueen foi o meu preferido e por enquanto vcs podem conferir o meu trabalho com as ilustrações novas (que me renderam o tal Paul Lêmico 8,5)  ali do lado >>>

No total foram 3  ilustrações: Vivienne Is A Punk Rocker (Vivienne Westwood), CocoOhhLala (Chanel) e God Save McQueen (Alexander McQueen)

E a capa ficou bem báfu tmbm. E assim, acabei batizando o trabalho de Fashion, Pop, Rock, que ganhou o formato de take one

Mas parece que não foi o suficiente. Ou talvez o 8,5 tenha sido para combinar com o horário em que o assunto na aula geralmente acaba, 20h30. Um absurdo neam?

#Nerd Magoado Feelings


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