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O último dia dos Ponds (♥+♥)

Outubro 3, 2012

Se vc já se emocionou no finde com a despedida dos Ponds em Doctor Who, espere até vc assistir a esse vídeo super especial, que entre outras coisas, nos mostra como foi o último dia de Karen Gillan e Arthur Darvill no set de Doctor Who.

Primeiro que tudo já começa da forma mais emocional possível, com ambos gravando pela última vez dentro da TARDIS, encontrando com o Matt que após fazer graça, pede para que ambos não o abandonem. Cute.

Na sequência ganhamos uma série de declarações de como os atores se conheceram pela primeira vez, com o Arthur revelando que Karen estava de salto no primeiro encontro dos dois e parecia ser mais alta do que ele, o que ele achou que seria um pesadelo. Howsweetisthat?

Karen também faz uma declaração linda, dizendo que os primeiros dias de gravações vivendo a Amy Pond foram uma loucura, porque eles (os 3) estavam assumindo algo que era uma instituição britânica  e ela não tinha a menor ideia do que deveria fazer a respeito e só desejava fazer o seu melhor. Sim, Karen, vc fez. (♥)

Até que chegamos a parte das gravações do episódio final, com um momento lindo dos bastidores da cena de despedida da Amy, com todos visivelmente emocionados durante aquele momento. Mas muito mais lindo do que isso, foi ela ter se comprometido a estar com o Matt durante a gravação da cena que encerrou o episódio, com ele lendo o epílogo escrito por Amy na última página do livro, que foi descobrimos que Karen esteve do seu lado naquele momento (off camera), lendo bem baixinho a carta para ninguém acabar ouvindo, porque tinha muita gente acompanhando a gravação no Central Park e tudo precisava ser mantido em segredo, e terminando com aquele beijinho super foufo que ele deu nela ao final da cena, com ambos chorando de emoção. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar a fraude que nos foi revelada pelo próprio Steve Moffat, que nos contou que na verdade, a última cena deles enquanto personagens aconteceu ao final do episódio “The Power Of Three”, com aquele momento que já virou um clássico, com os três de frente com a TARDIS, prontos para viajar juntos novamente. O que não poderia ter sido mais sensível por parte de todos os envolvidos em terem pesando em deixar esse momento para ser marcado como o último dos Ponds dentro da série. (AMO o Matt revelando que os Ponds dividiram uma lágrima dentro da TARDIS, mas que ele não, ele não é desse tipo. Sei…rs)

Fora isso tem todo aquele clima delicioso dos bastidores da série (dos saudosos Confidencials!), onde podemos observar que aqueles três realmente se deram muito bem dentro e fora das câmeras, algo que era possível de se sentir assistindo a qualquer um dos episódios. AMO quando a Amy diz que se despedir dos dois era como se despedir de dois irmãos irritantes. De novo, #TEMCOMONAOAMAR? (e não tem como negar que o hairstyle do próprio Doutor acabou afetando até mesmo o Rory ao longo desses anos, não? rs)

Um vídeo especialíssimo para qualquer fã da série. Eu que achei que já tinha me emocionado (também conhecido como chorado feito criança) na despedida dos Ponds da série (7×05 The Angels Take Manhattan), que eu já assisti por cinco vezes até agora, sério, acabei ganhando mais um bom motivo para disputar a vaga de acionista na fábrica de Klennex, rs.

 

ps: esperamos ver ambos (Karen e Arthur) muito ainda na TV e no cinema. Geronimo!

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The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!)

Outubro 1, 2012

Sábado, 17h00

Me desconectei  de todas as fontes que pudessem me trazer qualquer tipo de spoiler sobre a despedida dos Ponds em Doctor Who e passei a torcer para que ninguém que cruzasse o meu caminho durante as horas seguintes, acabasse me trazendo qualquer tipo de notícia antecipada…

Domingo, 14h00

Ainda sem ter assistido o episódio de despedida (embora estivesse extremamente ansioso para), finalmente fiz minha encomenda do mesmo, mas sem pressa, apesar da euforia e ansiedade e fiquei aguardando pelo melhor momento ideal para assistí-lo, uma vez que considerava esse como um momento bastante especial no meu own vício de séries de TV e principalmente dentro da mitologia de Doctor Who

20h05

Finalmente a hora havia chegado. Play…

20h10

Disse o meu primeiro “Confirmou” após uma certa aparição dentro do próprio episódio (sobre um spoiler que eu não consegui evitar)

20h17

Como não gosto nada de cemitérios, comecei a sentir uma certa energia negativa vindo na direção daquela história… um sinal que não me  parecia ser nada bom (glupt)

20h18

Meu segundo “Confirmou” da noite, esse que confirmava que a minha sensação parecia estar certa em relação ao andamento da história…

20h27

Tive um primeiro momento de alegria, com Melody aparecendo aparentemente intacta depois de um certo plot. Yei!

20h28

Alegria que durou apenas 1 minuto porque novamente, nada parecia estar bem como cheguei a imaginar no minuto anterior e a partir disso, meu coração já estava praticamente saltando pela boca de tanta ansiedade…

20h32

Chorei, pela segunda vez. Não mencionei que já havia chorado anteriormente? SIM, algo que também aconteceu às 20h28

20h36

Depois de um grito animadíssimo de “Go Amy”, comecei a vomitar arco-íris e corações saiam dos meus olhos como se não houvesse amanhã. Ahhh, e havia alguma esperança de novo…Yei!

20h38

Vertigo… (não posso com o mix altura + falta de segurança. Não tenho problema com altura, desde que tenha segurança, rs)

20h40

Gritei mais alto que o próprio Doutor (apesar de já ter visto a cena no promo)

20h41

Me auto abracei, voltei a ver corações ao meu redor, mas o cenário ao fundo me fazia sentir que algo ainda poderia não acabar tão bem assim daqui para o final e faltavam menos de 8 minutos para acabar…

20h42

Meu coração ficou pequeno, bem pequeno e quase desapareceu…

20h43

Comecei a perder o controle e chorar feito criança, mesmo sendo um homem adulto. Não, esse não poderia ser o final dos Ponds… #TENSO

20h44

No “maltrapilho”, eu já não conseguia mais enxergar as legendas e estava completamente rendido ao momento (tears²)

20h44 e alguns segundos depois,

tentei abraçar o Doutor… mas não consegui, humpf!

20h46

meu coração estava acelarado como se estivesse correndo naquela ponte do Central Park de mãos dadas com o Doutor em busca da última página (que eu tinha certeza que teria alguma importância desde o começo)

20h47 e mais alguns segundos,

encontramos o epílogo, que eu só pude ouvir, porque enxergar a essa altura e com os olhos cheios de lágrimas como eu estava, já era uma tarefa praticamente impossível 

20h48

não haviam mais palavras para mim naquele momento… (depois de chegar ao fim, voltei novamente para 20h42, para ver tudo de novo e ter certeza de que eu não havia perdido nada e mais tarde, antes de dormir, assisti tudo de novo)

Fiz questão de descrever a minha experiência assistindo a despedida dos Ponds em Doctor Who, porque eu não conseguia imaginar uma outra forma (ou qualquer forma) para começar esse post. Essa que é uma despedida e a gente sabe que despedidas são sempre dolorosas, mesmo quando elas são para algo bom ou positivo para todos os envolvidos. Depois disso tudo fui tomar banho, ainda extremamente triste com o final dos Ponds, muito embora ele não tenha sido exatamente tão “triste” assim. Mas foi triste, beeem triste… (#COERENCIAWHO). É, foi legitimamente triste. (barulho do meu coração se despedaçando e virando poeira cósmica)

The Anglels Take Manhathan (7×05), o momento que todos nós enquanto fãs da série e principalmente dos Ponds temíamos que chegasse, mas que finalmente havia chegado e agora não adiantava mais tentar fugir. Piscar então, nem pensar!

Vamos combinar que toda aquela introdução do episódio acabou sendo um tanto quanto desnecessária, embora tenha nos situado sobre o que enfrentaríamos dentro dele (mas durou 5 minutos. Precisava? Sério?). Talvez esse seja o meu lado Team Pond falando mais alto, reclamando que em um momento de despedida como esse, a nossa vontade era a de permanecer ao lado dos Ponds o máximo possível, mas entendo que tenha sido a fórmula que Moffat encontrou para nos situar dentro da sua proposta de história para Manhattan e esse final anunciado que a gente sabia que agora havia chegado a hora e não havia mais escapatória. O fim estava próximo e o clima não era dos melhores…

E lá estavam eles, talvez as criaturas mais pavorosas e medonhas da mitologia da série (eu pelo menos morro de medo), os Weeping Angels, por todos os lados em NY, inclusive assumindo como forma o que que certamente é um dos maiores símbolos da cidade e dos americanos, a Estátua da Liberdade, embora esse fato não tenha sido exatamente uma surpresa para mim, porque esse spoiler eu não consegui evitar ao longo desse tempo todo. (ainda bem que ela acabou fazendo mais figuração do que qualquer outra coisa). NY, uma cidade que não poderia ter sido um cenário melhor para a história dos vilões da vez, que assim como a grande maioria dos grandes centros urbanos, é uma cidade repleta de estátuas por todos os lados, por isso, nem pensem em piscar quando forem visitar qualquer uma delas.

Embora algumas coisas tenham ficado pendentes no meio do caminho (como o porque da perseguição a princípio apenas do próprio Rory, sendo que o Central Park sempre foi muito frequentado, mas OK, ele pode ter sido a pessoa errada na hora errada e naquele momento estava sozinho…), a história envolvendo os anjos e aquela espécie de hotel/prédio que se sustentava através da energia vital de suas vítimas foi bem bacana, apesar de ter sido bastante simples até, assim como também foi bem bacana a utilização dos pequenos anjos dessa vez, além da própria Estátua da Liberdade com seus dentes afiadíssimos no alto daquele prédio. Cool!

Tão bacana quanto a história toda envolvendo os Weeping Angels, foi a introdução dos Ponds em meio a isso tudo, por um livro vindo diretamente do futuro e escrito pela própria filha do casal, que finalmente nos dava o ar da sua graça nessa nova temporada. Aliás, foi bem divertido ver o Doutor todo vaidoso diante do seu reflexo, se preparando para o encontro com sua esposa, a Professora (para ele, rs) River Song. E nada mais do que justo que River estivesse presente na despedida dos próprios pais. (embora eu tenha achado que faltou um pouco de emoção por parte dela para aquele momento final…)

Apesar disso tudo e até mesmo da simplicidade da história (que a princípio parecia ser muito mais complicada do que acabou realmente sendo), o episódio brincou com os nossos sentimentos de forma cruel, nos dando falsas esperanças de que tudo acabaria bem no final e aniquilando todas elas logo em seguida, sem dó e nem piedade. Quem não vibrou com o Doutor quando viu a River solta do Weeping Angel que a segurava naquela sala e logo depois recebeu um soco no estômago e três bofetadas através daquele grito de dor dela ao ter o Doutor a puxando pelo braço, que não teve outro jeito e ela teve mesmo que quebrar para se libertar da tal criatura, contrariando o que ele achava que havia acontecido, para sua total decepção? (e foi lindo ele usando a energia da regeneração para curá-la depois disso. Lindo!- mas que eu acho também que é mais um sinal de que o 11th Doctor não vai muito longe… GLUPT!)

O mesmo aconteceu depois, quando juntamente com todos eles, encontramos Rory dentro daquele cenário, onde fomos surpreendidos novamente com mais uma pista de que essa história não poderia acabar bem, uma vez que no mesmo local, encontramos também uma versão do próprio Rory envelhecido, ficando feliz por finalmente ter encontrado a sua Amy Pond de volta, após todos aqueles anos que a sua atual aparência denunciava. E mais uma vez Moffat brincou com a nossa esperança (ele que dessa vez escreveu o episódio de despedida himself) e nos fez acreditar em um paradoxo, algo que pudesse garantir um final feliz para aqueles dois personagens por quem nós torcemos tanto ao longo desses anos todos.

Um momento bem bacana também, foi quando para que tudo isso tivesse pelo menos uma chance de ter o final feliz que merecia, Rory e Amy tiveram que se sacrificar em uma atitude suicida que parecia ser a única resolução possível para toda aquela situação, o que eles não teriam conseguido fazer de outra forma senão juntos. Esse que foi um outro momento lindo do episódio e que mais uma vez colocava a vida dos dois em risco, sem a gente ter muita certeza do que estaria por vir daqui para frente com ambos saltando juntos do alto daquela prédio em Manhattan.

Foi quando descobrimos logo na sequência que o plano suicida havia dado certo sim, com Amy e Rory acordando naquele cemitério em NY, um cenário que não combinava exatamente como um final feliz e onde nós já havíamos visto ainda no começo do episódio, uma lápide com o nome de Rory Williams escrito nela. E essa alegria realmente acabou durando bem pouco novamente, quando Rory finalmente se deu conta da tal lápide com seu nome e foi surpreendido por um dos sobreviventes dos Weeping Angels (malditos! Meus novos maiores inimigos!), que o fez desaparecer diante dos nossos olhos de uma vez por todas e pior, diante da sua Amy.

Naquele momento, eu já havia perdido qualquer esperança sobre um possível final feliz para os dois e as minhas suspeitas quanto ao destino de ambos só se confirmavam, embora o próprio Doutor tenha prometido no episódio anterior para o pai do Rory que nunca deixaria nada acontecer com eles, não com os Ponds. (o que eu até cheguei a alertar que poderia ser um sinal de que esse final poderia não ser tão feliz quanto a gente gostaria)

E foi quando fomos surpreendidos com a atitude da Amy (mais ou menos surpreendidos, porque naquele momento, Amy foi mais Amy Pond do que nunca!), que não pode se ver longe do seu agora marido e grande amor da sua vida, onde ela finalmente entendeu que estava mesmo na hora de se despedir do Doutor, sendo que aquela poderia ser a sua única chance de voltar a viver ao lado do grande amor da sua vida e quem sabe assim ainda ter alguma chance de envelhecer ao lado dele. E isso tudo em questão de poucos minutos. PUFF! E assim, Amy Pond se despediu do seu Doutor maltrapilho, desviando o olhar do tal Weeping Angel e se despedindo do Doutor de uma vez por todas, o deixando naquele lugar apenas na companhia da River, totalmente desesperado por ter perdido a sua Amelia e não ter cumprido com a sua promessa, onde logo em seguida, descobrimos com a imagem da lápide do Rory, que ambos ainda tiveram uns bons anos de vida juntos, tendo ela morrido aos 87 anos, cinco a mais do que o grande amor da sua vida. Um final feliz triste demais para qualquer Whovian ou qualquer pessoa que seja dona de um coração que funcione pelo menos um pouquinho, não?

Uma despedida que não poderia ter sido mais dolorosa para todos nós, fãs dos Ponds, que nos trouxe esse conflito de emoções com falsas esperanças, mas que por outro lado também acabou nos garantindo um futuro feliz para o que o casal sempre desejou viver juntos, onde embora agora não tenhamos mais ambos para acompanhar o Doutor daqui por diante a bordo de sua TARDIS no tempo atual, a história dos dois acabou continuando ainda por muitos anos, como se a gente só tivesse ganhado uma visita ao futuro que sempre desejamos para o casal, só que esse futuro já faz parte do nosso passado e já se encontra com sua história encerrada. Triste. Feliz. Triste inconsolável. Nessa ordem. (♥ ♥)

Com esse momento, acabei vivenciando uma nova experiência dentro da série, onde pela primeira vez eu estava me despedindo de uma companion com quem eu tinha me envolvido desde o começo de sua história. Durante a minha maratona dentro da série, eu já havia vivenciado a despedida de outras três companions (Rose + Martha + Donna), mas de uma forma totalmente diferente da minha relação com Amy Pond. Comecei a assistir Doctor Who a partir da sua Season 5 (que já havia até sido exibida) e por isso, Amy Pond acabou sendo a minha primeira companion, o que por si só, já era um bom motivo para torná-la tão especial para mim. (além dela ser a mais legal e badass de todas, claro. Ela e a Donna, que fica em segundo lugar e todo mundo sabe que eu sou Team Red, portanto, lidem com isso, rs)

Foi através da sua história que eu comecei a conhecer e me apaixonar perdidamente pela série, a partir daquela rachadura em seu quarto, com Amy ainda criança e extremamente adorkable, em seu primeiro encontro com o Doutor (que também foi o meu primeiro encontro com o mesmo e foi amor a primeira vista). Assim como ele mesmo disse no episódio anterior, Amy também foi a primeira que esse rosto aqui (Essy) conheceu dentro da série, assim como foi para ele e depois de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar categoricamente que a sua história enquanto companion foi a mais especial de todas. Sorry todas as outras, mas é verdade. (por isso até resolvi fazer essas reviews de cada um dos cinco episódios que marcaram a sua despedida… Asylum Of the Daleks, Dinosaurs on a Spaceship, A Town Called MercyThe Power Of Three e agora o The Angels Take Manhattan)

E Amy foi a mais especial de todas elas porque pela primeira vez na série (falando apenas de 2005 até então, que é o que eu conheço), acompanhamos a evolução da vida de uma companion também fora da TARDIS. Conhecemos Amelia criança, voltamos anos depois já encontrando a mesma adulta e completamente fã do Doutor, descobrimos que ela era noiva e conhecemos o noivo que ela deixou para depois, Rory, só para conhecer o universo a bordo da TARDIS (e quem não teria feito o mesmo? Mesmo com o casamento pronto para dia seguinte…). Nos apaixonamos por ele, assistimos a história de amor dos dois crescer, vimos ele desaparecer uma outra vez e ficamos desesperados, tempos depois encontramos com ele como o último centurião, que ficou protegendo e  esperando por 2000 anos o amor da sua vida, a sua Amy. Apóis isso, assistimos o casamento dos dois, em um dos momentos mais sensacionais dentro da série, acompanhamos pouco da sua gravidez, fato, mas conhecemos a sua filha, Melody Pond (outro momento lindo da série), que a gente até já conhecia e que acabou sendo sequestrada dos próprios pais praticamente no mesmo momento em que eles a conheceram. #DRAMA

Depois disso tivemos Amy virando sogra do Doutor (algo que eu adoraria que tivesse sido mais explorado dentro da série), algum tempo depois encontramos ela  sofrendo para manter a relação de amor com o homem de sua vida, uma vez que ela havia descoberto não poder ter mais filhos e por esse motivo, estava prestes a assinar o divórcio com o Rory e após toda essa sua trajetória que até pode ser considerada como atípica dentro da série, finalmente tivemos os dois se acertando e decidindo ficar juntos para sempre, porque a essa altura, já não existia mais Amy sem o seu Rory Pond (rs). Só faltava agora descobrir se poderia existir os Ponds sem o próprio Doutor, que era o que vinha atormentando o casal ultimamente. Ou seja, em nenhuma outra das histórias encontramos uma trajetória tão completa para uma companion e por isso, apesar de ter ficado inconsolável com a sua despedida e a forma como tudo aconteceu (que foi sim, bem cruel!), consigo aceitar que esse tenha sido o fim da nossa adorável Amelia Pond. E foi lindo ter a participação da little Amy ao final do episódio, em uma história que realmente havia encerrado todas as suas etapas e que com esse capítulo final, acabou ganhando um prelúdio bem mais feliz.

Durante as férias da série, ainda naqueles especiais sobre Doctor Who que foram exibidos pela BBC America, naquele que contava um pouco mais sobre as mulheres de Doctor Who (The Women Of Doctor Who), alguém usou a melhor definição para Amy Pond, dizendo que ela nada mais era uma groupie do Doutor, uma fã mesmo, um pouco como todos nós, que colecionava coisas sobre o seu ídolo (no caso, brinquedos e desenhos que ela mesmo havia feito como lembrança daquele homem misterioso que surgiu em sua caixa azul no meio do seu quintal e que havia prometido voltar em cinco minutos), o que não poderia ser uma definição mais precisa e perfeita para a personagem, que sempre foi isso mesmo, uma grande fã do seu Doutor maltrapilho.

E dessa forma maravileeeandra, porém absolutamente triste (ainda estou inconsolável, sério), nos despedimos dos Ponds, em um episódio que esvaziou os nossos corações e onde os Weeping Angels não só tomaram NY, como tomaram também a nossa Amy Pond. Mas como em Doctor Who nada é tão definitivo assim, quem sabe um dia ainda ganhamos uma visita a esse casal envelhecendo juntos no passado? Quem sabe eles não conseguiram ter um filho e iremos conhecer ele mais para o futuro da série? (isso já é a minha imaginação indo adiante. Aproveite as free ideas, Moffat e me pague com produtos licenciados, além de uma visita ao set de gravações e uma volta na TARDIS, de verdade!)

Agora, o pior de tudo isso é saber também que esse foi o penúltimo episódio da Season 7 de Doctor Who desse ano, onde só poderemos ver como o Doutor estará lidando com a perda dos Ponds no especial de Natal de logo mais (e pelo curto teaser acima, parece que ele não está nada bem), que também marcará a entrada de Oswin Oswald como a sua nova companion. E é isso, agora só nos resta engolir esse choro e nos recompor. (DETESTAVA quando minha mãe dizia isso para mim quando criança, rs)

Goodbye Ponds! (♥ ♥)

 

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