Posts Tagged ‘80’s’

Samantha is coming

Julho 29, 2013

annasophia-robb-lindsey-gort

Olha só quem está chegando em The Carrie Diaries… Samantha Jones!

Ela que nessa versão está sendo interpretada pela atriz Lindsey Gort. Ansiosos pela nova temporada?

 

ps: e SIM, o título desse post poderia ser facilmente modificado por uma palavra e tudo ainda continuaria fazendo ainda mais sentido, rs

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Easy A +, um novo clássico de Sessão da Tarde

Junho 27, 2011

Nasce mais um clássico da Sessão da Tarde. Porque se é para ser chamada de bitch por toda a escola, que seja por uma boa causa, não?

“Easy A” é o tipo de filme que nós conhecemos de outros tempos, uma releitura das comédias clássicas do anos 80. Divertido, engraçado, atual e com fundamento.

E quem nunca teve que encarar um rumor a seu respeito que mande o primeiro SMS com uma fofoca maldosa qualquer para o seu melhor amigo. Agora, ter a chance de contruir um mito em torno da sua reputação, isso sim é algo bem divertido (#QUEMNUNCA?).

Décadas se passaram após os filmes clássicos de high school da Sessão da Tarde, mas nós podemos percebem que os babacas continuam os mesmos. Com a diferença de que hoje em dia, para uma boa fofoca tomar proporções astronômicas, basta uma reply em uma rede social preguiça qualquer.

E o filme tira sarro desses clichês o tempo todo, em uma tentativa de botar esses jovens para pensar se vale realmente a pena acreditar em tudo que se ouve por ai, ou até mesmo no quanto vc pode arruinar a vida de alguém com um boato maldoso.

Eu fico impressionado como esses babacas de hoje em dia são mais babacas ainda, pq cometem seu erros e ainda registam com seus gadgets de última geração e colocam no internet, para quem quiser assistir. To-los. No meu tempo pelo menos existia um medo em relação a alguém documentar o quanto idiota, covarde ou babaca vc poderia ser. Bons tempos aqueles. Hoje em dia, me parece que existe um certo culto ao babaca e pior ainda eu acho que é quem perde tempo procurando por esse tipo de coisa.

High School não é fácil para ninguém e o filme “Easy A” mostra todo esse drama de forma divertida porém, sem perder a seriedade da coisa. O menino gay que é perseguido, o feio que não pega ninguém, os idiotas que se escondem por trás da bíblia e as garotas que não conseguem admitir que fazem coisas bem piores e preferem julgar os demais e voltar as atenções para os “defeitos” alheios. Todos esses estereótipos nós já conhecemos e não é de hoje e parece que eles resistem ao tempo, ganham novas versões, acessórios modernos, uma repaginada, mas continuam os mesmos. E eu me pergunto: evolução pra que? Humpf…

Até que aparece uma heroína, capaz de assumir toda a culpa por um bem maior, alguém que não liga para o fato de que as pessoas precisam falar dos outros para se sentirem melhor. Mas toda essa coragem só dura até a página dois e quando a heroína se encontra em apuros ela se vê sozinha e ninguém esta disposto a destruir o mito criado em torno de uma mentira por  um problema que não lhe diz mais respeito. Sim, nossa sociedade ainda é composta por uma maioria de covardes, infelizmente.

Heroína essa que parece ter herdado a sua força de sua família moderna, divertida e aberta para todos os tipos de situações. Essa sim chega perto do meu ideal de família perfeita de comercial de margarina, rs.

“Easy A” ainda reforça a questão de que para uma maioria da sociedade, ainda existe um preconceito enorme em relação a uma mulher liberada sexualmente. Ou vc consegue imaginar todo aquele barulho no colégio caso a protagonista fosse um homem? Não neam? Humpf…

A s meninas julgam e os meninos perdem o respeito. Já não esta na hora de alguém educar esse povo e ensinar que alguns assuntos não são da sua conta? E ainda há quem seja contra uma educação à diversidade nas escolas. Outra vez, to-los…Eu não vejo outro caminho a não ser começar pela base, fikdik.

O filme é delicioso porque relembra (literalmente até) os clássicos da Sessão da Tarde que todos nós amamos, só que com uma linguagem moderna. John Hughes fazendo escola. E a Emma Stone representa tudo aquilo que todos nós não tivemos coragem de ser ainda quando adolescentes problemáticos e cheios de espinhas. Aliás, ela realmente esta sensacional no longa. Clap Clap Clap!

E a maior mensagem do filme talvez esteja em uma conversa solta em família, onde a mãe aconselha a filha a encarar os problemas com bom humor que só isso já ajuda a seguir em frente. Sábio conselho, ou vcs acham que eu sobrevivi ao high school como? rs

A minha unica crítica em relação ao filme foi a versão do novo boombox. Ainda prefiro a versão oldschool! rs (mas a nova versão vem com o Penn Badley como boy magia, fikdik)

Filme delicioso para assistir no fim de tarde preguiça e também para colocar na prateleira especial 80’s, ao lado de “The Breakfast Club”, “Pretty in Pink” e “Ferris Bueller’s Day Off”, esse último que ganha até uma homenagem em  versão feminina no filme.

ps: eu tmbm tenho um pouco de vergonha de admitir, mas as músicas de auto-ajuda da Natasha Bedingfield, grudam neam? rs

The Edge Of Glory – o video mais simples porém honesto de Gaga

Junho 17, 2011

The Edge Of Glory é simples, direto e porque não emocionado?

De última hora, o até então diretor do video Joseph Khan foi dispensado por discordar da visão artística da cantora e Gaga assumiu a frente do projeto como diretora com a sua Haus Of Gaga.

Dizem que a música foi feita para o seu avô que morreu recentemente e o video vem carregado de uma melancolia no olhar dramático de Gaga, que esta para poucos sorrisos. Dizem também que esse é o prédio onde ela vivia em NY (ou um prédio semelhante, já que depois do ep no 60 minutes, nós descobrimos que ela não foi bem vinda por lá, rs) antes da fama e de onde saiu todo esse fundamento.

Assistindo ao video, a princípio vc percebe que ele é inegavelmente mais simples do que qualquer um dos seus últimos videos, mas isso não significa que é ruim. Com um single tão poderoso, Gaga só precisou de muita fumaça, uma iluminação antiga e um climão 80’s para mostrar o seu limite. E o  figurino (o estampado) é da última coleção assinada pelo próprio Versace antes de ser morto na década de 90, vintage. Cool!

Como a música fala de solidão, Gaga aparece sozinha, dançando solta, sem coreô marcada certa e talvez esteja mesmo fazendo uma homenagem a uma época onde tudo em sua vida era menor e mais simples. Uma homenagem a sua casa também, NY, que obviamente poderia ter sido mais explorada além de um beijo no chão, mas eu acho que ela tentou ser mais literal do que sair correndo pelas ruas de NY explorando os cenários mais famosos da cidade (o que eu acho que seria sensacional e era o que eu estava esperando, fikdik).

No video aparece também o saxofonista qué é uma lenda de NY, Clarence Clemons, que tocou anos ao lado do Bruce Springsteen e que atualmente se recupera de um enfarto, para quem ela pediu energia gracinha do CFDA Awards, quando ganhou o prêmio de Fashion Icon, dias atrás. Ou seja, pode até ser simples, mas tem fundamento!

O problema é que Lady Gaga cresceu de forma assustadora e talvez por isso o video tenha ficado devendo em fundamento e grandeza, mesmo com toda a história foufa por trás da produção. A cada no video, todos esperam por algo novo, maior e com aquelas imagens sensacionais e absurdas que atualmente só ela consegue fazer, mas dessa vez o apelo foi mais, simples, direto e até mesmo emocionado, como eu disse no começo do texto.

Eu bem fiquei esperando ela correndo na ponte do Brooklyn, como em cenas daquele outro video dela em parceria com o Google Chrome, que saiu no mês passado e que tinha “The Edge Of Glory” como trilha (e que eu AMO!). Será que aquelas imagens faziam parte do fundamento do Joseph Khan, antes de ser dispensado? Pq não me pareceu que aquelas cenas nas ruas em NY foram produzidas apenas para o Google Chrome, hein? Humpf!

Ao certo eu não sei se o video ficou simples demais pelo drama do diretor, se foi proposital, ou se Gaga economizou no fundamento dessa vez, mas fato é que ao ovir “The Edge Of Glory” todas sentem a emoção da música e já pensam em sair fazendo performances por ai que eu sei hein?

Vejo todas penduradas na sacada e fazendo o catwalk pela vizinhança, rs

PAWS UP!

ps: eu só eu achei que ela se inspirou no Tr3vor para essa coreô, hein? Quem sabe não foi até uma homenagem hein? rs

E os novos Thundercats hein?

Março 31, 2011

Achei o Mun-Ha o mais fiel hein? Mas ahcei bens mesmo assim, só fiquei com um pouco de medo da garota…

E cadê o Snarf, hein? O meu preferido ever!

Essas são as novas figuras divulgadas pela Bandai, que foram inspiradas na nova versão do clássico Thundercats, agora produzido pelo Cartoon Network

Quando criança, eu tinha a espada com o meu próprio olho de Thundera (Tsá?), o tanque que era tipo o carro deles, o Lion e o Snarf e amava todos eles!

Já até contei isso aqui eu acho, mas o drama sempre foi que o tanque era menor do que os personagens, então o meu Lion não cabia dentro do veiculo, humpf!

Por isso, quem fazia companhia para o Snarf era o meu Ursinho Carinhoso marrom. Ou seja, o que rolava dentro do tanque, permanece dentro do tanque, euri.

Euquero!

E as fotos da Madonna antiga na Out, hein?

Março 15, 2011

Garota de tudo, só para mostar que o fundamento é antigo, tsá?

Madonna fotografada ainda nos 80’s, para a Out Magazine de Abril.

E tem pencas de imagens aqui ó

A minha preferida de todas ever é essa aqui

Muito muito muito sensacional, não?

Maravileeeandra!

A sensacional volta de Fringe aos 80’s

Março 2, 2011

No último episódio indédito de Fringe (3×15 Subject 13) voltamos a 1985 , em  mais um episódio sensacional e revelador.

O episódio já começou tenso, com Peter ainda criança, desesperado e querendo voltar para casa (o outro universo)  em uma versão suicida, tentando acabar com a sua vida no lago congelado perto da casa da família, com direito a corda com pedra, amarrada no pescoço e tudo mais. Howcoolisthat?

Seis meses se passaram depois do sequestro e Peter continuava nem um pouco convencido de que aquela era de fato a sua família (espertão!) e Walter planejava devolve-lo, mas ainda não sabia como.

Do outro lado, o lado vermelho da força, vimos Walternativo tendo o seu casamento se acabando devido ao sequestro e a sua obsessão por achar uma resposta para o desaparecimento de Peter. Ten-so.

Honestamente? Um dos melhores episódios de Fringe ever ever ever! Na verdade, eu bem havia lido spoillers essa semana e já sabia que o episódio seria novamente nos 80’s, mas ver aquela abertura antiga de novo foi bem legal hein? Sinal de coisa boa pela frente, sinônimo de revelações importantes. Ahhh, que série boa hein?

Episódio cheio de referências, com um dos brinquedos que Peter escolhe na loja, a nave de Battlestar Galactica. Howcoolisthat?

E aquele quebra-cabeças impossível de ser montado, era o mesmo de Alias não? Aquele que no final, a filha da Sydney Bristol também conseguiu montar? Bem achei…

Mas além do drama do Peter e a família Bishop, tivemos algumas outras revelações muito importantes…

Podemos ver  Olivia, também na versão kiddo, ainda recebendo os “cuidados” das experiências de Walter, ao lado das demais crianças que também faziam parte do experimento. Cool!

Percebemos então que Olivia sempre foi meio triste e além de tudo sofria em um violenta relação com o seu padrasto. Algo que justifica muito do seu comportamento atualmente, não?

Acho que com esse episódio, eles tentaram também justificar um pouco do lado do Walter e o seu trabalho em experiências com crianças, algo que nós já vimos que até o Walternativo condena. Embora ele estabeleça uma relação de afeto com aquelas crianças, o que eu nunca duvidei, afinal Walter sempre foi um foufo, em seus experimentos e no desespero de reparar o seu erro com o sequestro de Peter, ele acabava se excedendo em alguns casos, em nome da Ciência, o que no final das contas parece justificável. (ou será que só eu, fã #1 do Dr Bishop, que acho isso?)

Falo isso porque achei um pouco cruel aquele experiência de ter colocado a Olivia sozinha no escuro , onde de repente uma luz se acende e o seu melhor amigo aparece coberto de sangue, aparentemente morto, dentro da mesma sala, que em seguida é tomada por um clarão e BANG! Olivia faz a sua viagem para o outro universo.

Tudo bem que depois descobrimos que tudo não passou de um truque, combinado entre Walter e o pequeno garoto para assustar Olivia e revelar a fórmula que possibilita o seu passo livre entre os dois universos: AMOR + TERROR

Ok, o susto foi justificado, embora ainda me pareça um tanto quanto cruel. Mas no fim, vc acaba entendendo Walter e por isso o perdoamos (isso e o fato dele ser puro carisma)

Tivemos nesse episódio também a volta de um icone importante em Fringe: as tulipas brancas. E que lindo aquele campo cheio delas, não? Tulipa é a minha segunda flor preferida (a primeira são as Margaridas)

E a maior revelação ainda estava por vir: Olivia e Peter se conheceram no passado. Howcoolisthat?

Sempre achei provável que isso tivesse acontecido e descobrimos que de fato aconteceu. E o interesse entre os dois já dava as suas primeiras pistas desde aquela época, no primeiro encontro, quase que uma atração inexplicável.

Tanto que devido a todo esse interesse de Peter e Olivia (principalmente dele), foi o que acabou sendo a chave para que ele conseguisse encontra-la após o seu desaparecimento (depois do BANG!, rs). E onde ela estava? No campo de tulipas brancas. Outra vez, Howcoolisthat?

Para quem não sabe, as tulipas brancas um dia já significaram na série que bem lá no fundo, Walter precisa ter alguma esperança além da Ciência, que é o que algumas pessoas procuram na religião e que para ele, tem como símbolo dessa esperança (ou fé) as tulipas brancas. Achei ótimo o detalhe, desde a primeira vez que elas apareceram.

No final do episódio, tivemos little Peter começando a se acostumar com as mentiras da família Bishop, o que com o tempo acabou levando sua mãe ao suicidio. E mesmo sem querer, Olivia acabou revelando ao Walternativo o verdadeiro paradeiro de Peter,  em uma de suas incontroláveis viagens do tempo. Muito, mas muito bom mesmo! Terminei o episódio e aplaudi de pé: Clap Clap Clap!

Só para não perder o costume de pegar no pé da Olivia: precisava manter o corte desde 1985? Precisava? Vamos dar um tapa nesse cabelo? Euri

Agora vou fazer uma mea culpa aqui. Eu que torci o nariz para a justificativa de que Peter teria que escolher entre as duas Olivias para salvar um universo e que comecei a achar muito bocó essa relação de amor entre ele e Olivia e todo o drama que ela estava carregando para a série, acabei achando muito bem justificado, com uma delicadeza absurda e maravileeeandr em Subject 13, que essa relação de amor é muito mas importante do que a gente imagina, ou talvez imaginava até então.

Não costumo gostar desse tipo de justificativa, mas nesse caso, com a sutileza e coerência que eles conseguiram contar essa história no episódio de Fringe dessa semana, acabei achando excelente e confesso que o coração no final do episódio anterior ganhou um peso ainda maior para esse blogueiro que aqui escreve. (♥)

E no momento, nada me deixa mais ansioso do que a espera por um novo episódio de Fringe toda semana, que a essa altura é a minha série querida do momento.

Get Along Gang versão hardcore

Janeiro 18, 2011

Quentin Tarantino, Tilda Swinton and Marilyn Manson, #TEMOCOMONAOAMAR?

Deixa eu entrar para a turma tmbm? Hein?

Dizem que a Marilyn vai até regravar o sucesso da nossa infância>

Sempre amei o Montgomery (pqserá…) e já falava pronunciava o seu nome com  muita desenvoltura desde cedo, rs

Amava também o esquilo, que era o tolo da turma. Sempre odiei a ovelha e o gatinho nervoseeeenho pé no saco

E aquele jacaré escondido atrás da moita nunca me engamou…

Euri

ps: só eu reparei nas pontas dos dedos escuras da Marilyn? Será que ele mesmo tingiu o picumã antes de sair de casa? Fikadúvida…

Playmobil de natal, foufo mil

Dezembro 21, 2010

Lindos não? Euquero!

Confesso que gostei…

Agosto 17, 2010

Não sou muito fã desse tipo de saia + lavagem + sandália, mas no geral, não é que eu gostei?

AhazÔ Jessica Alba!

#É bom variar feelings

Take me down to the paradise city where the grass is green and the girls are pretty!

Março 15, 2010

Cacurismo que nada…pra mim tinha muito mais valor quando eu ouvia a minha K7 do Guns no meu Walkman bem fundamento e nem confi!

Tive uns 5, dos mais antigos até os mais modernos (tive até um digital que tinha jogos, vc acreditam?), ganhei o meu primeiro quando ainda criança e ele era meio gravador então foi um passo para eu brincar de Lucas Silva & Silva neam? Euri

Mas é claro que a minha primeira K7 foi do…New Kids On The Block! Ka ke ki ko ku! Acabei com o meu respeito entre os modernos, fom forom fom fom

Tenho alguns até hoje, inclusive o primeiro, mas o que me veio na cabeça agora com o show cacura do finde (que é claro que eu não fui) foi o de uma pequena histórinha. Estão preparados?

Momento Históreeeenha do Guilt

Ainda quando criança, estava eu, Little Essy em minha casa na pacata cidade de Pequenópolis (euri) quando recebemos a visita de parentes distantes, dois primos um menino e uma menina. Foufos, ficamos todos brincando pencas. Até que eu, bem do metido a hypster fui lá pegar o meu walkman porque estava na hora do Rock de cada dia neam?

Ficamos dividindo os fones, para todo mundo conseguir ouvir (euridenovo), até que é claro que eu comecei a me empolgar pencas. Claro que eu já tinha decorado todas as faixas da fita, naquele inglesão bem primitivo de criança e comecei a cantar mais alto, num pequeno surto artístico. Até que, o garoto percebeu a minha excitação e fez a maldita, retirando os fones do plug in para que eu ouvisse o som da minha própria voz  que a essa altura estava pra lá de estridente. Quando me dei conta do mico, fiquei com vergonha é claro, mas não me fiz de rogado e saí pela sala enlouquecido, cantando e dançando numa performance frenética em nome do velho e bom Rock n’ Roll. Só não dei mosh porque a platéia estava meio vazia, ka ke ki ko ku!

No final da minha apresentação, é claro que os dois me acharam muito do esquisito e que nunca mais voltaram para novas visitas (caretas!)…fom forom fom fom

Mas me lembro que antes de ir embora eles pediram para eu ensina-los a cantar “Patience” que eu bem britâncio fiz a phina e ensinei é claro!

Bem, a histórinha tola foi só para lembrar que tem certas coisas que não da pra reviver neam? Não é a mesma coisa…Ou vc vive o momento e sijoga!  Ou aquilo passa e mais tarde vc vai se sentir meio bobo querendo recuperar o tempo perdido!


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